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      <title>Saúde Ambiental by Fernanda Artoni</title>
      <link>https://padlet.com/fernanda_artonimendes/Bookmarks</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-08-10 00:46:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fernanda_artonimendes</author>
         <link>https://padlet.com/fernanda_artonimendes/Bookmarks/wish/180549578</link>
         <description><![CDATA[<div>1. O que significa risco ambiental, risco à saúde e risco à segurança?</div><div>R. Interdependência da saúde com fatores ambientais (Saúde Pública). <br>2. Por que são importantes? <br> Porque contribui para uma gestão diretamente relacionada aos riscos da saúde pública.<br>3.Quais as similaridades entre os conceitos de meio ambiente, saúde e segurança; quais as diferenças? <br>R. Todos estão relacionados aos aspectos da saúde humana, envolvendo fatores físicos, químicos e biológicos.<br>4.O que significa risco ambiental, risco à saúde e risco à segurança? <br>R. São avaliados como riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador.<em>  <br>5. </em>Por que são importantes? <br>R. Porque estão inteiramente ligados a saúde e a segurança do homem. Tendo em vista que,  há inúmeras situações que podem gerar danos à saúde ou à integridade física do mesmo.<br>6. Quais as similaridades entre os conceitos de meio ambiente, saúde e segurança; quais as diferenças? <br>R. Através de investimentos em tecnologia para tal atuação.<br>7. Por que estudamos meio ambiente, saúde e segurança em circunstâncias separadas e não de forma integrada? <br>R. Porque cada um corresponde a sua área especifica.  <br>8. Quais os procedimentos existentes para identificar e avaliar os riscos associados com o meio ambiente, saúde e a segurança? <br>R. A NR-09 estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação, por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados, do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA, visando à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.<br>9. Como podem esses riscos serem sistematicamente analisados e identificados? <br>R.  Considera-se nível de ação o valor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas de forma a minimizar a probabilidade de que as exposições a agentes ambientais ultrapassem os limites de exposição.<br>10. Se identificados, quais os métodos disponíveis para remediá-los? <br>R. Estudos e técnicas de especialistas de cada área.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-10 01:05:37 UTC</pubDate>
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         <title>Doenças Infecciosas (DI) e Doenças não Infecciosas (DNI)</title>
         <author>fernanda_artonimendes</author>
         <link>https://padlet.com/fernanda_artonimendes/Bookmarks/wish/211640469</link>
         <description><![CDATA[<div>DOENÇA INFECCIOSA - Caracterizada por qualquer doença causada por um agente patogênico, em contraste com causa física . Ou seja, são sinais, sintomas e as alterações fisiológicas, bioquímicas e histopatológicas de correntes das lesões causadas pelo agente infeccioso e pela resposta imune do hospedeiro .<br>DOENÇAS NÃO INFECCIOSAS&nbsp; - Todas aquelas que não resultarem de infecção. Por exemplo, picada de cobra, acidentes, intoxicações diabetes, doença coronariana cirrose alcoólica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 21:20:18 UTC</pubDate>
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         <title>Questões </title>
         <author>fernanda_artonimendes</author>
         <link>https://padlet.com/fernanda_artonimendes/Bookmarks/wish/211649897</link>
         <description><![CDATA[<div>TODO DOENÇA CONTAGIOSA É INFECCIOSA? Sim, pois ela está sujeita a uma infecção.<br><br>TODA DOENÇA INFECCIOSA É CONTAGIOSA? Não, pois não esta relacionada a uma invasão no organismo por outro seres vivos parasitários.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 21:53:48 UTC</pubDate>
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         <title>As postagens só serão válidas quando devidamente comentadas</title>
         <author>brigida_queiroz</author>
         <link>https://padlet.com/fernanda_artonimendes/Bookmarks/wish/211987298</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-11-30 17:59:47 UTC</pubDate>
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         <title>MALÁRIA</title>
         <author>fernanda_artonimendes</author>
         <link>https://padlet.com/fernanda_artonimendes/Bookmarks/wish/213654865</link>
         <description><![CDATA[<div>Doença infecciosa febril aguda, causada por protozoários, transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles. Apresenta cura se for tratada em tempo oportuno e adequadamente. A maioria dos casos de malária se concentra na região Amazônica (Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins), área endêmica para a doença. Nas demais regiões, apesar das poucas notificações, a doença não pode ser negligenciada, pois se observa uma letalidade mais elevada que na região endêmica. O ciclo de vida da malária começa assim que um mosquito Anopheles infectado infecta uma pessoa com um dos quatro tipos de parasitas Plasmodium que causam a malária, idealmente a transmissão da malária não deve ocorrer se tiver tomado as precauções necessárias, mas se ocorrer, é importante que procure tratamento na fase inicial do ciclo, uma vez que certos parasitas podem causar a morte. O seu tratamento é simples, eficaz e gratuito. De acordo com ministério público deve seguir-se pelos seguintes aspectos Espécie de plasmódio dependendo da espécie de plasmódio o paciente vai receber um tipo de tratamento, gravidade da doença - pela necessidade de drogas injetáveis de ação mais rápida sobre os parasitos, visando reduzir a letalidade.</div><div>A malária ou paludismo é considerada uma das doenças mais perigosas no mundo e um dos maiores riscos para os viajantes no estrangeiro, infectando e matando milhões de pessoas todos os anos. Se planejar viajar para uma área onde a malária é endêmica, é essencial que tome todas as precauções necessárias para se proteger contra a doença. Existem vários tratamentos antimaláricos disponíveis, variando de acordo com a dose e com o fator de risco da área que irá visitar.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-12-06 12:03:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/fernanda_artonimendes/Bookmarks/wish/213654865</guid>
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         <title>LEISHMANIOSE</title>
         <author>fernanda_artonimendes</author>
         <link>https://padlet.com/fernanda_artonimendes/Bookmarks/wish/213673507</link>
         <description><![CDATA[<div>Doença infecciosa, porém, não contagiosa, causada por parasitas do gênero Leishmania. Os parasitas vivem e se multiplicam no interior das células que fazem parte do sistema de defesa do indivíduo, chamadas macrófagos. Há dois tipos de leishmaniose: leishmaniose tegumentar ou cutânea e a leishmaniose visceral ou calazar. é transmitida por insetos hematófagos (que se alimentam de sangue) conhecidos como flebótomos ou flebotomíneos. Os flebótomos medem de 2 a 3 milímetros de comprimento e devido ao seu pequeno tamanho são capazes de atravessar as malhas dos mosquiteiros e telas.</div><div>As fontes de infecção das leishmanioses são, principalmente, os animais silvestres e os insetos flebotomíneos que abrigam o parasita em seu tubo digestivo, porém, o hospedeiro também pode ser o cão doméstico.</div><div>Através da picada, são inoculados parasitas na forma Promastigota os quais invadem os macrófagos. No ambiente intracelular, o parasita assume a forma amastigota (sem flagelo) e inicia uma replicação binária (assexuada). Quando as células rompem, são liberados promastigotas os quais podem infectar novos macrófagos ou inocular um mosquito palha, fechando o ciclo. No interior do mosquito palha, o Leishmania também realiza reprodução assexuada, alternando entre amastigota e promastigota.</div><div>A doença vem se expandindo para áreas urbanas de médio e grande porte e se tornou crescente problema de saúde pública no país e em outras áreas do continente americano, sendo uma endemia em franca expansão geográfica.</div><div>O diagnóstico da leishmaniose é realizado por meio de exames clínicos e laboratoriais e, assim como o tratamento com medicamentos, deve ser cuidadosamente acompanhado por profissionais de saúde. Sua detecção e tratamento precoce devem ser prioritários, pois ela pode levar à morte.</div><div>As drogas de primeira escolha para o tratamento da Leishmaniose são os Antimoniais Pentavalentes. Devem ser administrados por via parenteral (ou seja, intra-muscular ou intra-venosa), por um período mínimo de 20 dias. A dose e o tempo da terapêutica variam com as formas da doença e gravidade dos sintomas. Outras drogas usadas no tratamento da leishmaniose incluem a anfotericina B, paromomicina e pentamidina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-12-06 13:12:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/fernanda_artonimendes/Bookmarks/wish/213673507</guid>
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         <title>HANSENÍASE</title>
         <author>fernanda_artonimendes</author>
         <link>https://padlet.com/fernanda_artonimendes/Bookmarks/wish/213854397</link>
         <description><![CDATA[<div>A hanseníase é uma doença crônica, infectocontagiosa, cujo agente etiológico é o Mycobacterium leprae (M. Leprae). Esse bacilo tem a capacidade de infectar grande número de indivíduos, no en­tanto poucos adoecem. A doença acomete principalmente pele e nervos periféricos podendo levar a sérias incapacidades físicas. É de notificação compulsória em todo o território nacional e de investigação obrigatória.&nbsp;</div><div>Os tipos de hanseníase são classificados de acordo com a resposta do nosso organismo à presença da bactéria. A doença se apresenta em quatro formas clínicas: indeterminada, tuberculóide ou paucibacilar (com poucos bacilos), borderline ou dimorfa e lepromatosa ou multibacilar (com muitos bacilos).</div><div>O tempo de incubação é lento, levando da contaminação até o surgimento dos sintomas, em média, de dois a cinco anos.</div><div>A contaminação do vírus pode ocorrer a partir da exposição das condições higiênicas inadequadas ou do contato íntimo com o portador sem tratamento.</div><div>O diagnóstico da hanseníase é realizado através do exame clínico, quando se busca os sinais dermatoneurológicos da doença. O tratamento integral de um caso de hanseníase compreende o tratamento quimioterápico específico - a poliquimioterapia (PQT), seu acompanhamento, com vistas a identificar e tratar as possíveis intercorrências e complicações da doença e a prevenção e o tratamento das incapacidades físicas. Há necessidade de um esforço organizado de toda a rede básica de saúde no sentido de fornecer tratamento quimioterápico a todas as pessoas diagnosticadas com hanseníase. O indivíduo, após ter o diagnóstico, deve, periodicamente, ser visto pela equipe de saúde para avaliação e para receber a medicação. Na tomada mensal de medicamentos é feita uma avaliação do paciente para acompanhar a evolução de suas lesões de pele, do seu comprometimento neural, verificando se há presença de neurites ou de estados reacionais. Quando necessárias, são orientadas técnicas de prevenção de incapacidades e deformidades. São dadas orientações sobre os auto cuidados que ela deverá realizar diariamente para evitar as complicações da doença, sendo verificada sua correta realização.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-12-06 18:40:24 UTC</pubDate>
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         <title>CHAGAS</title>
         <author>fernanda_artonimendes</author>
         <link>https://padlet.com/fernanda_artonimendes/Bookmarks/wish/213875978</link>
         <description><![CDATA[<div>A Doença de Chagas (DC) é uma doença infecciosa ou antropozoonose, também é conhecida por “Tripanossomíase Americana”, causada pelo protozoário flagelado <em>Trypanosoma cruzi</em>, que é transmitido pelo contato com as fezes dos insetos vetores, chamados de “barbeiros” no Brasil.</div><div>Pode ser transmitido de forma oral, pela ingestão de alimentos contaminados com os parasitas; da mãe para o filho ou de forma congênita; transfusões de sangue; transplante de órgãos e até por acidentes laboratoriais.</div><div>Estima-se que existam no país entre 2 e 3 milhões de indivíduos infectados. Porém, nos últimos anos, a ocorrência de Doença de Chagas aguda tem sido observada em diferentes estados, em especial na região da Amazônia Legal, principalmente por causa da transmissão oral.</div><div>A doença de Chagas é limitada primariamente ao continente americano, devido à distribuição do vetor estar restrito a este continente. Mas, são registrados casos em países não endêmicos por outros mecanismos de transmissão.</div><div>No Brasil, há predominância dos casos crônicos, que são provenientes de infecções adquiridas no passado, estimando-se 3 milhões de indivíduos infectados. Já nos últimos anos, a ocorrência de Doença de Chagas Aguda (DCA) tem sido observada nos estados da Amazônia Legal, com ocorrência de casos isolados em outros estados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-12-06 19:22:19 UTC</pubDate>
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