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      <title>Em cartaz: Cinema &amp; Educação, uma breve apresentação do livro de Rosália Duarte. by Ana Farias</title>
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      <description>Atividade acadêmica: Linguagens Artístico-Culturais II.
Alunas: Alice Flores de Oliveira e Ana Paula Farias.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-04-11 22:47:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anafarias0404</author>
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         <pubDate>2018-04-11 23:35:50 UTC</pubDate>
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         <title>Conheça um pouco sobre a autora, Rosália Maria Duarte, aqui!</title>
         <author>anafarias0404</author>
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         <pubDate>2018-04-11 23:47:08 UTC</pubDate>
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         <title>CAPÍTULO I - A PEDAGOGIA DO CINEMA</title>
         <author>profealiceflores</author>
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         <description><![CDATA[<div>Neste primeiro capítulo, a autora desenvolve sua linha de pensamento que se inicia com o gosto pessoal pelo cinema relacionado as práticas sociais de cada sujeito, até as interferências que o cinema e o áudio visual podem ocasionar nos modos de ser e agir desses sujeito.</div><pre>“É nessa direção que caminha grande parte dos estudos destinados a investigar o papel social do cinema. É inegável que as relações que se estabelecem entre espectadores, entre estes e os filmes, entre cinéfilos e cinema e assim por diante são profundamente educativas. O mundo do cinema é um espaço privilegiado de produção de relações de ‘sociabilidade’, no sentido que Simmel dá ao termo, ou seja, forma autônoma ou lúdica de ‘sociação’, possibilidade de interação plena entre desiguais, em função de valores, interesses e objetivos comuns.Ver filmes, é uma prática social tão importante, do ponto de vista da formação cultural e educacional das pessoas, quanto a leitura de obras literárias, filosóficas, sociológicas e tantas mais.”(DUARTE, 2009, P. 16)</pre>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-23 04:51:45 UTC</pubDate>
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         <title>CAPÍTULO II - COMENTÁRIOS SOBRE A HISTÓRIA DO CINEMA</title>
         <author>profealiceflores</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na década de 1830, os Irmãos Lumière trazem as fotografias animadas:</div><pre>“Eram imagens documentais‟, registros de situações cotidianas, vistas, paisagens, hábitos e costumes de civilizações distantes, geográfica e culturalmente, umas das outras.” (DUARTE, 2009, p. 24)</pre><div>Passada a ideia de novidade, chega-se, em partes, à ideia de manipulação da realidade, criando sociedades alienadas pelas produções com início, meio e final feliz.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-23 04:58:20 UTC</pubDate>
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         <title>CAPÍTULO III - NOTAS SOBRE UMA LINGUAGEM</title>
         <author>profealiceflores</author>
         <link>https://padlet.com/anafarias0404/xyhv1n0p2nyu/wish/262912745</link>
         <description><![CDATA[<div>É muito simples um conteúdo audiovisual produzir significados em quem assiste.</div><pre>"Diferente da escrita, cuja compreensão pressupõe domínio pleno de códigos e estruturas gramaticais convencionados, a linguagem do cinema está ao alcance de todos e não precisa ser ensinada, sobretudo em sociedades audiovisuais, em que a habilidade para interpretar os códigos e signos próprios dessa forma de narrar é desenvolvida desde muito cedo. A maior parte de nós aprende a ver filmes pela experiência, ou seja, vendo (na telona ou na telinha) e conversando sobre eles com outros espectadores." (DUARTE, 2009, p.33)</pre><div>É uma linguagem mais acessível e pode atingir todos e todas que entrarem em contato com ela, atingindo os possíveis objetivos remetidos a ela, como a identificação com suas personagens. Crianças se "vêem" na tela como se "vêem" cotidianamente. Adultos se colocam no lugar e no ponto de vista das crianças. Esse é só um dos exemplos de tomadas de câmera e ângulos de filmagem, componentes importantes neste sistema de significação.<br>A autora fala sobre a impressão de realidade, que conecta o espectador à obra, tanto quando traduz o que se vive, quanto quando inventa alguma realidade paralela.<br>Associamos o som à imagem e deixamos de perceber isso conscientemente, mas se assistirmos algo sem os tais efeitos, podemos notar a importância deste elemento. A importância da trilha sonora ou da falta dela. Tudo isso é pensado com cuidado para que a pessoa espectadora tenha a máxima ligação com a obra.</div><pre>"O significado cultural de um filme (ou de um conjunto deles) é sempre constituído no contexto em que ele é visto e/ou produzido. Filmes não são eventos culturais autônomos, é sempre a partir dos mitos, crenças, valores e práticas sociais das diferentes culturas que narrativas orais, escritas ou audiovisuais ganham sentido." (DUARTE, 2009, p.44)</pre><div>A significação acontece de acordo com o ambiente em que a obra é exibida/vista, mesmo exibindo algo com o qual não estamos familiarizados, mas que podemos relacionar ao nosso cotidiano social e cultural e nos identificar com tais elementos.  <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-23 04:59:05 UTC</pubDate>
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         <title>CAPÍTULO IV - O EXPECTADOR COMO SUJEITO</title>
         <author>profealiceflores</author>
         <link>https://padlet.com/anafarias0404/xyhv1n0p2nyu/wish/262912786</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Nota-se hoje, com o acesso à internet, que as pessoas tendem à comportar-se como personagens, usar frases e termos e se vestir como em séries, filmes e, mais especificamente, canais de Youtube, ou seja, as mídias audiovisuais influenciam muito na identidade das pessoas, mesmo que não a tome em totalidade.<br>Os meios audiovisuais, observando que as pessoas que recebem suas respectivas programações são sujeitos sociais, começaram a se utilizar disso como meios de manipular a opinião pública, sobretudo a televisão, de acordo com uma ou outra crença e/ou ideologia.<br>Se nos colocarmos no lugar da(s) pessoa(s) que criam/produzem um filme, é complicado pensar nessa questão. Por vezes, podemos pensar em toda uma estrutura de ideias e, ao chegar nas pessoas espectadoras, não ser compreendida da mesma forma. Pode ser positivo ou negativo, e pode até mesmo ter esse sentido. Acontece também com livros, canções, pinturas, etc.<br>Sobre as "necessidades" do vínculo "espectador x filme", as obras em que mais nos identificamos são, normalmente, as mais significativas e as que levamos por mais tempo conosco. E, mais uma vez, a indústria cinematográfica sabe disso e usa a seu favor. Qualquer pessoa pode assistir, interpretar e ser influenciada por um filme. Nota-se todo um "amadurecimento" da significação do filme para cada pessoa,de acordo com suas respectivas vidas, e que pode mudar de acordo com o momento que está sendo vivido.&nbsp;<br>A ideia do coletivo, já que vivemos relações sociais a todo o momento, conversando com alguém ou lendo algo na internet, é bastante relevante.<br>O cinema, assim como a música, o teatro e as artes plásticas, é fonte de conhecimento e de informação, e influencia na formação das pessoas envolvidas.<br>O meio sociocultural em que nos inserimos influencia nesse processo de transmissão/produção de saberes e conhecimentos, e o audiovisual, em geral, faz parte disso. Esse processo acontece durante a vida, e não somente na escola ou meios educacionais.</div><pre>"[...] Precisamos tentar compreender, por exemplo, como se articulam, no processo de aprendizagem, os conhecimentos adquiridos na experiência com o cinema(televisão, internet) e os conhecimentos transmitidos/produzidos, de forma sistemática, pelas atividades de natureza escolar e acadêmica. Precisamos saber de que maneira linguagem escrita e linguagem audiovisual combinam-se na produção de saberes e competências, para podermos fazer uso de ambas de forma mais eficiente e produtiva." (DUARTE, 2009, p. 68)</pre><div>É preciso compreender esses processos para poder utilizar mais o audiovisual na escola. É importante valorizar o consumo de filmes, incentivar discussões a respeito do que é visto, favorecer o confronto de diferentes interpretações, trazer a experiência com o cinema para dentro da escola.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-23 04:59:46 UTC</pubDate>
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         <title>CAPÍTULO V - CINEMA NA ESCOLA</title>
         <author>profealiceflores</author>
         <link>https://padlet.com/anafarias0404/xyhv1n0p2nyu/wish/262912913</link>
         <description><![CDATA[<div>Cria-se toda uma ideia do que é a escola e qual é o seu papel, quando, na verdade, seguem-se outros caminhos. Com o passar do tempo, o cinema (e a televisão) entrou cada vez mais na vida das pessoas, e, como visto anteriormente, influencia, as vezes mais outras menos, na formação de cada um e cada uma.<br>A sociedade ainda não vê o cinema como fonte de conhecimento. É valorizado, mas não por ele mesmo, e sim pelo conteúdo que se deseja desenvolver a partir ou por meio dele. Precisamos aprender a ver filmes para, então, criticá-los,avaliá-los e valorizá-los. </div><pre>“O cinema é um instrumento precioso, por exemplo, para ensinar o respeito aos valores, crenças e visões de mundo que orientam as práticas dos diferentes grupos sociais que integram as sociedades complexas.” (DUARTE, 2009, p. 73)</pre><div>Assim como outras formas de arte, só temos a ganhar utilizando-se dela. Como é bastante visto em escolas, filmes são utilizados meramente como passatempos, objetos de lazer, às vezes até meios de disfarçar a falta de vontade de dar aula e os espaços de tempos entre um horário e outro durante a jornada escolar. Isso tudo reforça a ideia de desvalorização do cinema e leva adiante essa ideia, indo para as casas e famílias das crianças.<br>Assim, se perde a função do cinema de levar as crianças a ter contato com a diversidade, em todas as possíveis formas, sendo o cinema uma importante maneira de reflexão, dado o poder de atração e o potencial criativo.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-23 05:01:31 UTC</pubDate>
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         <title>CAPÍTULO VI - FILMES COMO OBJETO DE PESQUISAS NA EDUCAÇÃO</title>
         <author>profealiceflores</author>
         <link>https://padlet.com/anafarias0404/xyhv1n0p2nyu/wish/262912965</link>
         <description><![CDATA[<pre>“Para se fazer análise descritiva de filmes é preciso, então, cruzar os diferentes sistemas de significação dos filmes com os elementos de significação que estão presentes nas culturas em que eles são vistos e produzidos, ou seja, procura-se identificar e descrever o(s) significado(s) de narrativas fílmicas no contexto social de que elas participam. [...] Análises desse tipo são sempre parciais e provisórias, pois deixam em aberto a possibilidade de haver outras interpretações.” (DUARTE, 2009, p.86)</pre><div>É preciso pesquisar e estudar todo um contexto, tanto dos filmes quanto do lugar onde se está inserido, para se fazer uma análise descritiva. É interessante de se pensar essa ideia sendo aplicada em uma sala de aula, não havendo oportunidade de assistir filmes só por assistir, mas sim havendo reflexão e discussão, além de identificação com a realidade vigente.</div><pre>“Se por um lado, o grande apelo popular e a riqueza de significados fazem dos filmes um campo fértil e interessante de investigação, por outro, acabam impondo restrições ao desenvolvimento de trabalhos desse tipo. É impossível abarcar um número muito grande de filmes, pois isso compromete a análise. Então, é necessário fazer uma seleção prévia, o que implica a definição de um entre muito critérios possíveis de seleção.”(DUARTE, 2009, p.87)</pre><div>Reforçando a ideia de que não podemos apenas levar um filme para dentro da sala de aula por termos gostado dele. Levar o cinema para a escola requer pesquisa e estudo, requer assistir criticamente a vários filmes de vários gêneros, para então selecionar um ou outro. Isso se aplica também a outros assuntos escolares, que entram dentro do planejamento, como livros literários.</div><pre>“Mary Dalton lista, descreve e organiza, a partir dos filmes que vê, os valores que estão presentes na versão hollywoodiana do que seja o „bom‟ professor e a „boa‟ professora, construindo quadros de valores consistentes com o que ela identifica/interpreta como sendo as características mais marcantes das representações deles que aparecem nos diferentes filmes: valores estéticos, valores políticos e valores éticos de professores/as e do currículo escolar.” (DUARTE, 2009, p.88)</pre><div>A pesquisadora cria um perfil (ou perfis)da imagem do professor e da professora de acordo com o que é proposto pela indústria cinematográfica, que é o que chega às pessoas espectadoras.</div><ul><li>Nota-se a importância do cinema na vida das pessoas, das sociedades e das diferentes culturas de diferentes povos e de diferentes épocas.</li><li>A formação do professor e da professora pode ser influenciada por filmes assistidos, em diferentes contextos, dada a análise e a reflexão acerca das estratégias de ensino e dos perfis de profissionais da área da educação.</li><li>Assim, também podemos ter contato com diferentes significados de infância, e de pontos de vista relativos às mais diversas coisas.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-23 05:02:12 UTC</pubDate>
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         <title>CURIOSIDADE: QUAL O PRIMEIRO FILME DO CINEMA?</title>
         <author>profealiceflores</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-05-23 05:06:17 UTC</pubDate>
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         <title>SUGESTÃO DE LEITURA E ESTUDO - CINEMA E EDUCAÇÃO: UM CAMINHO METODOLÓGICO</title>
         <author>profealiceflores</author>
         <link>https://padlet.com/anafarias0404/xyhv1n0p2nyu/wish/262913777</link>
         <description><![CDATA[<div>Este texto apresenta uma descrição analítica da experiência de uma pesquisadora em educação, Professora Dra. Elí Henn Fabris, que utilizou textos fílmicos em suas pesquisas. Nesse exercício, explicitam-se as condições atuais da relação entre cinema e educação e pesquisa em educação e a aproximação com duas filmografias (a hollywoodiana e a brasileira). Mostra-se a produtividade da articulação entre Estudos Culturais e os estudos foucaultianos em uma análise “visual crítica”. Comentam-se as principais pesquisas e estudos que ajudaram a tecer a trama metodológica apresentada e se descreve o <em>making of</em> das investigações. O processo que, didaticamente, se denomina como metodologia de pesquisa será o foco deste artigo, mostrando também o sistema de significações.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-23 05:11:51 UTC</pubDate>
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         <title>INSPIRAÇÃO:</title>
         <author>profealiceflores</author>
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         <description><![CDATA[<div>LIVRO E CINEMA SÃO ALIADOS EM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://portal.mec.gov.br/component/tags/tag/34902" />
         <pubDate>2018-05-23 05:24:18 UTC</pubDate>
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         <title>Referências Bibliográficas</title>
         <author>anafarias0404</author>
         <link>https://padlet.com/anafarias0404/xyhv1n0p2nyu/wish/263022271</link>
         <description><![CDATA[<div><br>DUARTE, Rosália. <strong>Cinema &amp; Educação.</strong>Belo Horizonte: Editora Autêntica, 2009, 3ª ed. 104 p. (Temas &amp; Educação, 3).<br>FABRIS, Elí Terezinha Henn. Cinema e educação: um caminho metodológico. In.: Revista Educação e Realidade[online], Porto Alegre, v.33, n.1,p. 117-134, jan-jun/2008. Disponível em: http://seer.ufrgs.br/educacaoerealidade/article/view/6690/4003&gt;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-23 13:33:53 UTC</pubDate>
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