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      <title>O meu diário de aprendizagem (mural) by </title>
      <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1</link>
      <description>No âmbito da disciplina de Biologia e Geologia criei um mural onde irei colocar uma síntese das minhas aprendizagens.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-10 19:54:50 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-06-14 17:44:23 UTC</lastBuildDate>
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         <title> Notícia:</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/291482189</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>" (...) o planeta tem apenas uma dúzia de anos para evitar um aquecimento global de 1,5 graus celsius em comparação com o período pré-industrial (...)".</blockquote><div>Pessoalmente, embora ache que este aquecimento possa ser travado, <strong><mark>será muito difícil todos os países se unirem e comprometerem a cortar as suas emissões de uma forma "rápida e sem precedentes". </mark></strong>Muitas nações têm governos que ainda acreditam que o aquecimento global não existe e, além disso, o investimento médio anual nos sistemas de energia que têm de ser feito ronda os 2,4 triliões de dólares.<br>Mas a realidade é que o tempo está a escassear e a temperatura média da Terra continua a aumentar.<br>Fonte da notícia:<br><a href="https://www.dn.pt/vida-e-futuro/interior/aquecimento-global-temos-12-anos-para-salvar-o-planeta-9966851.html"><strong><sub>https://www.dn.pt/vida-e-futuro/interior/aquecimento-global</sub></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dn.pt/vida-e-futuro/interior/aquecimento-global-temos-12-anos-para-salvar-o-planeta-9966851.html" />
         <pubDate>2018-10-10 21:01:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(Continuação)</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/291903659</link>
         <description><![CDATA[<div>Pessoalmente, esta imagem choca qualquer pessoa que a vir, pois mostra-nos uma ursa completamente desnutrida que procura desesperadamente por alimento, num pequeno bloco de gelo. <br>No futuro, se nada for feito, <strong><mark>esta será a situação em que se encontrarão todos os ursos</mark></strong>, estando apenas a um passo da sua extinção, o que é deveras preocupante.<br>Esta fotografia mostra-nos mais um exemplo do<mark> </mark><strong><mark>impacto negativo que as ações humanas </mark></strong>têm sobre todos os outros subsistemas terrestres. <br>Fonte da imagem: <br><a href="https://www.pensamentoverde.com.br/meio-ambiente/aquecimento-global-imagem-de-ursa-desnutrida-alerta-sobre-mudancas-climaticas/"><strong><sub>https://www.pensamentoverde.com.br</sub></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://pensamentoverde.com.br/wp-content/uploads/2015/09/aquecimento-global.jpg" />
         <pubDate>2018-10-11 18:32:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sistema Terra e os seus subsistemas </title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/296196476</link>
         <description><![CDATA[<div>A Terra é um<strong><mark> sistema fechado </mark></strong>(realiza trocas de energia como o espaço vizinho, mas as trocas de matéria são consideradas desprezíveis). Este sistema é <strong><mark>composto</mark></strong> (possui quatro subsistemas).<br>Acho que esta imagem representa de forma bem clara, as trocas de energia entre o sistema Terra e o meio envolvente (através do efeito de estufa) e as interações entre os subsistemas terrestres (biosfera, atmosfera, hidrosfera e geosfera). <br>Estes subsistemas são <strong><mark>abertos, logo, são dinâmicos e interdependentes uns dos outros</mark></strong>. Se ocorrer alguma alteração num subsistema, muito provavelmente essa <strong><mark>alteração terá consequências nos outros subsistemas. </mark></strong><br>Essas consequências podem colocar em risco o equilíbrio do sistema Terra.</div><div>Fonte da imagem:</div><div><a href="https://storadeciencias.wordpress.com/ciencias-naturais/7%C2%BA-ano/a-terra-e-os-seus-subsistemas/"><strong><sub>https://storadeciencias.wordpress.com</sub></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="http://storadeciencias.files.wordpress.com/2008/11/subsistemasrelacoesarealeditores.png" />
         <pubDate>2018-10-23 20:58:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aquecimento global, e efeito de estufa, o que são?        Qual é a relação entre eles?      </title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/296220219</link>
         <description><![CDATA[<div>O aquecimento global consiste no <strong><mark>aumento da temperatura média dos oceanos e da atmosfera.</mark></strong><br>Este aumento da temperatura deve-se ao aumento do efeito estufa.<br>O efeito de estufa é um fenómeno natural caracterizado pela <strong><mark>absorção da radiação emitida pelo sol por parte da superfície terrestre. </mark></strong>Sendo posteriormente transformada em calor. Enquanto que a maioria do calor é refletido de novo para o espaço, uma pequena parte deste fica retido na atmosfera (por causa dos GEE). Quanto maior for a concentração de GEE na atmosfera, maior será o calor que ficará retido na atmosfera, provocando uma elevação da temperatura, e vice versa.<br>Por isso, <strong><mark>todas as atividades humanas que incluem a emissão de gases com efeito estufa</mark></strong> (dióxido de carbono, metano...) de forma descontrolada e excessiva,<br><strong><mark>potenciam o aumento do efeito de estufa e consequente aquecimento global.</mark></strong><br>Fonte da imagem:<br><a href="https://image.slidesharecdn.com/infograficoaquecimentoglobal1-141111100228-conversion-gate02/95/infografico-aquecimento-global-1-2-638.jpg?cb=1415701103"><strong><sub>https://image.slidesharecdn.com/infograficoaquecimentoglobal</sub></strong></a><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-23 22:50:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Outras consequências do aquecimento global</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/296342784</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta animação ilustra na perfeição um facto que alguns de nós ainda tentam ignorar: <strong><mark>as calotas polares estão a derreter </mark></strong>(interação entre <strong><mark>atmosfera</mark></strong> e <strong><mark>hidrosfera</mark></strong>).<br>Isto é uma enorme evidência de que o <strong><mark>aquecimento global</mark></strong> não só <strong><mark>existe</mark></strong>, como as suas consequências já são uma realidade para nós.<br>Fonte da animação:<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Aquecimento_global"><strong><sub>https://pt.wikipedia.org/wiki/Aquecimento_global</sub></strong></a><strong><sub><br></sub></strong>Ao longo deste video ocorre a divisão de um iceberg na gronelandia em dois, o que provocou a destruição de toneladas de gelo. Ao ver este vídeo, refleti sobre o impacto que isto pode vir a ter a longo prazo, como a extinção de várias espécies, o aumento do nível das águas do mar, alteração e desestabilização do eixo da Terra...<br><strong><sub><br></sub></strong>Fonte do vídeo:<br><a href="https://youtu.be/hN2sGKVtDX4"><strong><sup>https://youtu.be/hN2sGKVtDX4</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/731cb14b9fa4d1e8601097502cf3e753/Arctic_sea_ice_loss_animation.gif" />
         <pubDate>2018-10-24 09:31:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Em muitas regiões do planeta já são bem visíveis as consequências deste aquecimento...</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/296347709</link>
         <description><![CDATA[<div>Na <strong><mark>Califórnia</mark></strong>, por exemplo, a ocorrência de <strong><mark>fogos florestais </mark></strong>têm vindo a aumentar e piorar ao longo dos últimos anos. <br>O incêndio de Camp Fire é apontado como o mais devastador de sempre.<br>Este fenómeno é uma consequência do <strong><mark>aquecimento global</mark></strong> (que seca a vegetação e o clima), mas este fenómeno também potencia o aumento da temperatura a nível global.<br>Deste modo, os incêndios são o resultado da interação entre a <strong><mark>biosfera</mark></strong> (combustão das plantas que liberta gases-GEE) para a <strong><mark>atmosfera</mark></strong>, e ainda diminuem o número de seres fotossintéticos.<br>Fonte de uma notícia:<br><a href="https://www.publico.pt/2018/11/16/mundo/noticia/calor-ventos-fortes-migracao-pessoas-poderao-estar-origem-incendios-california-1851287"><strong><sup>https://www.publico.pt/2018/11/16/mundo/noticia/calor-ventos-fortes</sup></strong></a><strong><sup><br><br></sup></strong>Através desta notícia, podemos verificar que <strong><mark>as ondas de calor e situações de seca </mark></strong>(interação entre <strong><mark>atmosfera</mark></strong> e<strong><mark> geosfera</mark></strong>)<strong> </strong><strong><mark>são cada vez mais frequentes e intensas</mark></strong> em Portugal, mas não só, no mundo inteiro também. Isto deve-se ao aquecimento global, que promove os climas secos.<br>Assim sendo, a ocorrência de chuvas (interação entre <strong><mark>atmosfera</mark></strong> e <strong><mark>hidrosfera</mark></strong>), diminui.<br>Além disso, estas situações prejudicam a agricultura.</div><blockquote><strong>“Os padrões do que era normal, no que toca à precipitação e variação da temperatura, têm-se estado a alterar”</strong></blockquote><div>Fonte de uma notícia:<strong><sup><br></sup></strong><a href="https://rr.sapo.pt/especial/99957/71-anos-numa-infografia-secas-sao-cada-vez-mais-frequentes-e-intensas"><strong><sup>https://rr.sapo.pt/especial/99957/71-anos-numa-infografia-secas</sup></strong></a><strong><sup><br><br></sup></strong>Aliás, tal  as situações atrás descritas ocorrem mais vezes sendo mais intensas, também noutros fenónomos climáticos extremos como as indundações, chuvas extremas, deslizamentos de terra, furacões, tempestades... <strong><mark>podemos verificar o aumento da sua frequência, tendo a mesma causa: o aquecimento global.</mark></strong><br>Ou seja,  a meu ver, é como se fossem <strong><mark>uma espécie de "padrão"</mark></strong> do que está a acontecer ao nosso planeta.<strong><sup><br></sup></strong>Fonte de uma notícia:<br><a href="https://weather.com/pt-PT/portugal/noticias/news/2018-01-22-fenomenos-meteorologicos-extremos-sao-a-maior-ameaca-para-a"><strong><sup>https://weather.com/pt-PT/portugal/noticias/news/2018-01-22</sup></strong></a><strong><sup><br></sup></strong>Fonte da imagem:<br><a href="http://www.getloupe.com/v/8kv5rpvz"><strong><sup>http://www.getloupe.com/v/8kv5rpvz</sup></strong></a><strong><sup><br></sup></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-24 09:52:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Causas do aquecimento global</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/296613806</link>
         <description><![CDATA[<div>Este video mostra-nos numa fase inicial, o planeta Terra verde e limpo, que possui muitas árvores. Posteriormente, podemos observar que, por ação humana, são construídas indústrias, centrais petrolíferas, prédios, estradas, a produção de gado é aumentada, ocorrem incêndios florestais e desmatamento com frequência, inicia-se a queima de combustíveis fósseis...<br>Posto isto, ocorre o aumento da população em grande escala, (sobre população), que pode levar ao esgotamento dos recursos.<br><strong><mark>Todos os acontecimentos/ações</mark></strong> <strong><mark>são responsáveis direta/indiretamente, pela emissão de GEE, causando a poluição do planeta, o que provoca um aquecimento a nível global. </mark></strong><br>Na minha opinião, o que posso concluir após ver este vídeo, é que nós, seres humanos, estamos a "destruir" o planeta em que habitamos. Um dia, se não forem tomadas medidas rapidamente, o planeta Terra tornar-se-à inabitável para a espécie humana e para todos os outros seres vivos.<br>Fonte do video:<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=uvsyv-7PiCc"><strong><sub>https://www.youtube.com/watch?v=uvsyv-7PiCc</sub></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=uvsyv-7PiCc" />
         <pubDate>2018-10-24 18:10:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/296613806</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Soluções para travar o aquecimento global</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/310064731</link>
         <description><![CDATA[<div>Os governos de várias nações do mundo, em conjunto, criaram medidas/possíveis soluções para travar o aquecimento global.<br>Alguns tratados que merecem destaque são:</div><ul><li><strong><mark>Acordo de Paris</mark></strong></li></ul><div>Visa aplicar <strong><mark>medidas que diminuam as emissões de dióxido de carbono (CO</mark></strong><strong><mark><sub>2</sub></mark></strong><strong><mark>)</mark></strong> de modo a que a subida da temperatura, relativamente ao período pré-industrial, <strong><mark>não ultrapasse os 2ºC, </mark></strong>e a que as consequências do aquecimento global não atinjam níveis catastróficos, nos quais a sobrevivência humana estaria constantemente ameaçada.</div><div>Foi aprovado a 12 de dezembro de 2015, tendo sido assinado, por 195 países.<br>Relativamente à pouco tempo atrás (1 de junho de 2017), o presidente dos EUA, <strong><mark>Donald Trump, avisou que os EUA iriam ser do acordo. </mark></strong>Isto é terrivel, uma vez que este país é dos mais poluidores do mundo.<br>Fonte de uma notícia:<br><a href="https://www.dn.pt/mundo/interior/pontos-essenciais-clima-o-que-interessa-saber-sobre-o-acordo-de-paris-8527065.html"><strong><sup>https://www.dn.pt/mundo/interior/pontos-essenciais-clima-o-que-8527065.html</sup></strong></a><strong><sup><br></sup></strong>Fonte de um video que explica em que consiste este acordo:<strong><sup><br></sup></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=DMGmfforM3g"><strong><sup>https://www.youtube.com/watch?v=DMGmfforM3g</sup></strong></a><br>Atualmente, está a decorrer uma <strong><mark>cimeira do clima na Polónia,</mark></strong>(COP24), na qual os dirigentes de várias nações se reuniram, até ao dia 14 de dezembro. Nesta cimeira pretendem por de vez em prática o que havia sido acordado no acordo de Paris.</div><blockquote><strong>"O consenso científico atual é de que as consequências do aquecimento global estão a ser mais rápidas, mais extensas e muito piores do que se pensou que poderiam vir a ser." (1ª notícia)</strong></blockquote><div>Isto assusta-me pois se os cientistas já pensavam que as consequências do aquecimento global eram devastadoras, então imagine-se nos tempos atuais, <strong><mark>pois já estamos a vivê-las. </mark></strong>E ainda por cima,  as emissões de GEE não estão a diminuir significativamente, ao contrário do que deveria acontecer.<br>Fonte da notícias:<br>1º:<br><a href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/cimeira-do-clima-na-polonia-arranca-domingo.html"><strong><sup>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/cimeira-do-clima-na-polonia</sup></strong></a><strong><sup><br></sup></strong>2º:<strong><sup><br></sup></strong><a href="https://www.publico.pt/2018/12/02/ciencia/noticia/cop24-sao-precisas-acoes-decisivas-aquecimento-global-1853256"><strong><sup>https://www.publico.pt/2018/12/02/ciencia/noticia/cop24-sao-precisas-acoes-decisivas-aquecimento-global-1853256</sup></strong></a><strong><sup><br></sup></strong>Fonte de um site:<strong><sup><br></sup></strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Acordo_de_Paris_(2015)"><strong><sup>https://pt.wikipedia.org/wiki/Acordo_de_Paris_(2015)</sup></strong></a></div><ul><li><strong><mark>Protocolo de Quioto</mark></strong></li></ul><div>Foi assinado no Japão, em dezembro de 1997, com a participação de 192 países.<br>O seu objetivo era que, numa primeira fase, entre entre 2008 e 2012, os países-membros <strong><mark>diminuíssem a emissão de GEE em aproximadamente 5,2% em relação a 1990.</mark></strong><strong> </strong> Os países em desenvolvimento não precisavam de cumprir essas metas, o que já o diferencia do acordo de Paris.<br>Verificou-se posteriormente, que as mudanças ocorridas não foram suficientes.<br>Este protocolo ainda está em vigor, pois ocorreu o estabelecimento de novas metas que deverão ser alcançadas até o ano de 2020.O problema é que poucos países aderiram aos novos objetivos do acordo.<br>Fonte de um site:<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Protocolo_de_Quioto"><strong><sup>https://pt.wikipedia.org/wiki/Protocolo_de_Quioto</sup></strong></a><strong><sup><br></sup></strong>Fonte da imagem:<strong><sup><br></sup></strong><a href="https://alunosonline.uol.com.br/geografia/como-diminuir-poluicao-ar.html"><strong><sup>https://alunosonline.uol.com.br/geografia/como-diminuir-poluicao-ar.html</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://alunosonline.uol.com.br/upload/conteudo_legenda/4612b1f3013fd1e1f912571fbb22b381.jpg" />
         <pubDate>2018-12-01 14:47:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/310064731</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Notícias</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/310087584</link>
         <description><![CDATA[<div>Pessoalmente, estas notícias mostram que <strong><mark>as rochas retratam a história da terra,</mark></strong> pois é através destas que podemos tentar saber mais sobre o seu passado.<br>Também podemos verificar que a partir de informações do presente, podemos interpretar o passado e vice versa.<br><strong><mark>"O presente é a chave do passado".</mark></strong><br>Fontes:<br>1ª:<br><a href="https://observador.pt/2018/09/08/geologia-ajuda-a-explicar-mudancas-associadas-ao-aquecimento-da-terra/"><strong><sup>https://observador.pt/2018/09/08/geologia-ajuda-a-explicar</sup></strong></a><strong><sup><br></sup></strong>2ª:<strong><sup><br></sup></strong><a href="https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/nasa-encontra-material-organico-em-marte-que-pode-ser-evidencia-de-vida-no-passado.ghtml"><strong><sup>https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/nasa-encontra-material</sup></strong></a><strong><sup><br></sup></strong>3ª:<br><a href="https://observador.pt/2017/09/29/a-prova-de-vida-terrestre-mais-antiga-foi-encontrada-em-rochas-no-canada/"><strong><sup>https://observador.pt/2017/09/29/a-prova-de-vida-terrestre-mais-antiga</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-01 18:40:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/310087584</guid>
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      <item>
         <title>Notícia:</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/310092037</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta notícia é referido <strong><mark>mais um sismo que ocorreu nos EUA, Alasca. </mark></strong>Estes tipo de sismos  são muito frequentes, não sendo considerados devastadores pelos seus habitantes, (resultantes do deslizamento lateral entre as placas Norte-americana e a do Pacífico).<br>Fonte:<br><a href="https://observador.pt/2018/11/30/sismo-de-magnitude-70-na-maior-cidade-do-alasca-ha-alerta-de-tsunami/"><strong><sup>https://observador.pt/2018/11/30/sismo-de-magnitude-70-na-maior-cidade</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://observador.pt/2018/11/30/sismo-de-magnitude-70-na-maior-cidade" />
         <pubDate>2018-12-01 19:29:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/310092037</guid>
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         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/310097535</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=6J6X9PsAR5w" />
         <pubDate>2018-12-01 20:18:41 UTC</pubDate>
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         <title>Alguns vídeos</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/310099183</link>
         <description><![CDATA[<div>Em suma, penso que os vídeos abaixo abordam de forma sucinta tudo o que referi nas publicações anteriores.<br>Fontes:<br>1º:<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=G4H1N_yXBiA"><strong><sup>https://www.youtube.com/watch?v=G4H1N_yXBiA</sup></strong></a><strong><sup><br></sup></strong>2º:<strong><sup><br></sup></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=nAuv1R34BHA"><strong><sup>https://www.youtube.com/watch?v=nAuv1R34BHA</sup></strong></a><strong><sup><br></sup></strong>3º:<strong><sup><br></sup></strong><a href="https://youtu.be/Ok8rMT2KCy0"><strong><sup>https://youtu.be/Ok8rMT2KCy0</sup></strong></a><strong><sup><br></sup></strong>Fonte da imagem:<strong><sup><br></sup></strong><a href="https://lh3.googleusercontent.com/4b_FRC2YiQGx_FAy62IxVbUXX_8fIoqvVM2VO_ce3PqGqCI098vEfxByJ3t4YVntNcl0LUTCt1RxqYuHrtTIUVyCaCj8cNy0hw=w300-h294"><strong><sup>https://lh3.googleusercontent.com/4b_FRC2YiQGx_FAy62IxVbUXX</sup></strong></a><strong><sup><br></sup></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://entreluxoelixo.files.wordpress.com/2013/07/planeta-terra.png" />
         <pubDate>2018-12-01 20:38:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/310099183</guid>
      </item>
      <item>
         <title>(continuação)</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312544198</link>
         <description><![CDATA[<div>Contudo, no meu ponto de vista, não são só os chefes de estado, os governos, as organizações não governamentais (ONG), que devem criar e implementar medidas para limitar o aquecimento global. <strong><mark>É obrigação de cada um de nós, fazer a sua parte, tendo um modo de vida mais saudável e amigo do ambiente.</mark></strong> (Diminuir o consumo de carne, usar transportes públicos e andar mais a pé, diminuir as emissões de GEE por parte das indústrias, limpar as florestas, plantar árvores e outras plantas, não praticar queimadas e corte descontrolado de árvores, gastar menos água e luz, usar energias renováveis, reciclar os materiais usados, ser menos consumista...)<br>A Terra é o planeta de todos nós, todas as ações realizadas contam. Se queremos que as coisas mudem, temos que começar a esforçar-nos nesse sentido.<br>Fontes:<br><a href="https://www.pensamentoverde.com.br/meio-ambiente/o-que-podemos-fazer-para-diminuir-poluicao-do-ar-6-dicas-para-preservar-qualidade-do-ar/"><strong><sup>https://www.pensamentoverde.com.br/meio-ambiente/o-que-podemos-fazer-para-diminuir</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 19:06:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312544198</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Discussão dos resultados obtidos</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312563643</link>
         <description><![CDATA[<div>Os resultados obtidos nesta atividade prática<strong><mark> encontram-se longe do que prevíamos, (exceto no caso dos resultados do M3).</mark></strong><br>Isto deve-se provavelmente, a <strong><mark>erros na medição do tempo</mark></strong> que as misturas M2 e M1 demoraram a percorrer os 20 cm, (consequentemente os resultados para a velocidade também estão incorretos) porque este tempo é muito curto, são muito rápidas.<br>No entanto, o que deveria ter acontecido seria o seguinte:<br>A mistura<strong><mark> M3,</mark></strong> a qualquer temperatura, foi distintamente a que <strong><mark>demorou mais tempo a percorrer os 20 cm, e mais lenta.</mark></strong><br>Pelo contrário, a mistura<strong><mark> M2</mark></strong>  foi a que <strong><mark>demorou menos tempo a percorrer os 20 cm, e por isso a mais rápida.</mark></strong><br>Deste modo, a temperatura e a distância são grandezas inversamente proporcionais.<br>Além disso, verificámos que<strong><mark> na mesma mistura</mark></strong>, as que se encontravam <strong><mark>nos tubos aquecidos (50ºC), demoraram menos tempo a percorrer os 20 cm (atigindo uma  maior velocidade), comparativamente às que se encontravam a 5ºC, nas quis aconteceu o oposto.</mark></strong><br>(As misturas foram colocadas à temperatura ambiente para termos uma <strong><mark>base para comparação</mark></strong>).<br>No video a seguir podemos observar duas das misturas a temperaturas diferentes, (M1 ou M2), que demoram pouco tempo a percorrer os 20 cm (rapidamente).</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 22:02:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312563643</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Rochas magmáticas</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312564801</link>
         <description><![CDATA[<div>As rochas magmáticas (ou ígneas) e metamórficas representam,<strong><mark> em termos volumétricos, mais de 90% de todas as rochas da crusta terrestre.</mark></strong><br>A pressões e temperaturas ainda mais elevadas ocorre a fusão dos materiais rochosos obtendo-se o magma (mistura de materiais fundidos, gases e cristais em suspensão, sujeita em profundidade, a altas temperaturas e pressões).<br>O magma pode arrefecer em profundidade ou à superfície, originando rochas magmáticas, consequentemente de dois tipos, (as rochas que encontram em cima, na imagem são de um tipo e as de baixo, são de outro):<br>Fonte da imagem:<br><a href="http://blografiacmpa.blogspot.com/2014/05/formacao-das-rochas-magmaticas.html"><strong><sup>http://blografiacmpa.blogspot.com/2014/05/formacao-das-rochas-magmaticas.html</sup></strong></a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 22:20:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312564801</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Rochas metamórficas</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312565350</link>
         <description><![CDATA[<div>Qualquer rocha pré-existente, se for sujeita a<strong><mark> altas pressões e temperaturas</mark></strong> (entre 200 °C e 800 °C)<strong><mark> pode ficar alterada sem fundir</mark></strong> (se as temperaturas forem superiores 800°C os materiais rochosos entram em fusão, originando-se o magma).<br>Assim sendo, se ocorrer o afundamento de qualquer rocha (entre 10 e 30km de profundidade), o<strong><mark> aumento da pressão e da temperatura,</mark></strong> <strong><mark>desancadeia processos de metamorfismo</mark></strong> (conjunto de transformações mineralógicas, químicas e texturais que ocorrem no estado sólido a uma rocha, nestas condições). Ao longo deste <strong><mark>processo lento, ocorre a recristalização dos minerais,</mark></strong> formando-se novos, mais estáveis nas novas condições de pressão e temperatura.<br>Posteriormente,as rochas metamórficas podem apresentar foliação, se as pressões forem mais elevadas que as temperaturas, tendo <strong><mark>uma textura foliada </mark></strong>(os minerais encontram-se alinhados).<br>Ex: <strong><mark>ardósia, micaxisto, xisto, gnaisse...</mark></strong><br>Quando a temperatura, prevalece sobre a pressão, podemos observar rochas com <strong><mark>uma textura não foliada</mark></strong> (os minerais não se encontram alinhados não <br>apresentando foliação).<br>Ex: <strong><mark>mármore, corneana, quartzito...</mark></strong><br>Nesta imagem podemos observar que qualquer tipo de rocha pode dar origem a uma metamórfica, (incluindo as próprias metamórficas) e podemos observar as suas diferentes texturas.<br>Fonte da imagem:<br><a href="http://espacociencias.com.pt/site/ciencias-7o-ano/rochas-e-minerais/rochas-metamorficas/"><strong><sup>http://espacociencias.com.pt/site/ciencias-7o-ano/rochas-e-minerais/rochas</sup></strong></a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 22:27:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312565350</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Rochas sedimentares</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312565358</link>
         <description><![CDATA[<div>Este tipo de rocha, embora tenha pouca expressão em termos volumétricos, <strong><mark>representa 75% das rochas existentes na superfície terrestre </mark></strong>(formam-se à superfície da crusta a partir de qualquer rocha pré-existente).<br>A formação das rochas sedimentares divide-se em duas fases: <strong><mark>a sedimentogénese </mark></strong>(formação de sedimentos) e <strong><mark>a diagénese</mark></strong> (a sua consolidação). <br>Na <strong><mark>primeira fase</mark></strong> ocorrem quatro processos: </div><ol><li><strong><mark>a meteorização</mark></strong> (física: desgaste e desagregação, de qualquer rocha pré-existente, transformando-a em partículas cada vez mais pequenas; e química: ocorre a modificação dos minerais das rochas transformando-os noutros produtos).</li><li><strong><mark>a erosão</mark></strong> (remoção das partículas que foram alteradas-sedimentos)</li></ol><div><strong><mark>Nota:</mark></strong> os sedimentos podem ter esta origem, mas também podem ter outras proveniências como veremos mais adiante.<br>   3.<strong><mark> o transporte</mark></strong> (os sedimentos são transportados pelas águas, pelo vento... podendo sofrer um transporte curto-sedimentos mais angulosos, pouco polidos, ou um transporte longo-fragmentos mais arredondados, muito polidos).<br>    4.<strong><mark> a deposição</mark></strong> (deposição dos sedimentos e possivelmente restos de organismos mortos também).</div><div>Na <strong><mark>segunda fase</mark></strong> ocorrem dois processos:</div><ol><li><strong><mark>a compactação</mark></strong> (acumulação dos sedimentos, o que provoca a redução de espaços vazios, a consequente diminuição de volume dos sedimentos e perda de água).</li><li><strong><mark>a cimentação</mark></strong> (união dos sedimentos através de substâncias que se encontravam dissolvidas na água e que precipitaram, formando-se, assim, uma rocha sedimentar coesa). </li></ol><div>As rochas sedimentares podem ser de vários géneros dependendo da <strong><mark>origem dos sedimentos:</mark></strong><br><strong><mark>Detríticas</mark></strong> – originadas a partir da desagregação de rochas pré-existentes e podem ser classificadas em:<br>-<strong><mark>soltas ou não consolidadas</mark></strong> (não ocorreu diagénese) <br>Ex: <strong><mark>balastros, areias, siltes e argilas. </mark></strong><br>-<strong><mark>coesas ou consolidadas </mark></strong><br>Ex: <strong><mark>brechas, conglomerados, arenito, siltitos e argilitos. Quimiogénicas</mark></strong> – resultam da precipitação de substâncias em solução.<br>Ex: <strong><mark>calcários de precipitação, sal-gema e gesso. </mark></strong><br><strong><mark>Biogénicas</mark></strong> – São constituídas por sedimentos de origem biológica.<br>Ex: <strong><mark>calcários conquíferos, calcários recifais e carvões. </mark></strong><br>Esta imagem mostra-nos os três tipos de rochas sedimentares que acabei de referir de uma forma sucinta.<br>Fonte da imagem:<br><a href="https://pt.slideshare.net/catir/rochas-sedimentares-9729214"><strong><sup>https://pt.slideshare.net/catir/rochas-sedimentares-9729214</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 22:27:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312565358</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ciclo das rochas</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312565377</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao contrário do que se pensou durante muitos séculos, <strong><mark>a Terra é um planeta geologicamente ativo, ou seja, está "vivo", (encontra-se em constante transformação).</mark></strong><br>Para chegar a esta conclusão, foi necessário a humanidade perceber que ocorrem alterações  no planeta Terra, só que acontecem<strong><mark> à sua escala </mark></strong>(4600 milhões de anos) e <strong><mark>não à nossa </mark></strong>(130 anos, escala de vida humana elevada).<br>Se refletirmos bem sobre o assunto, acabamos por perceber que as mudanças ocorrem sempre à escala das coisas que nos estamos a referir.<br>Um exemplo:<br>Uma borboleta, ao olhar para um ser humano, para uma árvore, pensaria que eles não, mudam, continuam sempre iguais.<br>O que não é verdade, só que estas mudanças são imperceptíveis à escala da borboleta (pode viver pouco mais de um dia).<br>O mesmo acontece connosco. Ocorrem todos os dias mínimas alterações nas estruturas rochosas da Terra, mas estas podem só ser visíveis passados milhões de anos (não ao longo da nossa existência).<br>Deste modo, podemos concluir que ocorre <strong><mark>a reciclagem contínua das rochas ao longo do tempo geológico (ciclo das rochas). </mark></strong>Aplicamos, assim, um dos princípios básicos da termodinâmica, a Lei de Lavoisier: <strong><mark>"na Natureza, nada se perde, nada se cria, tudo se transforma".<br></mark></strong>Esta imagem ilustra perfeitamente o que acabei de dizer pois, podemos verificar que no passado,  a estrutura rochosa era plana sem fraturas profundas. Só que devido à meteorização e erosão, (processos modeladores que abordaremos mais adiante), da rocha, existe na atualidade um declive acentuado à volta de toda a estrutura rochosa. Podemos observar a presença de água nesse declive que se acumulou no decorrer de chuvas, ao longo do tempo.<strong><mark><br></mark></strong>Fonte da imagem:<strong><mark><br></mark></strong><a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/upload/conteudo/erosao-geologica.jpg"><strong><sup>https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/upload/conteudo/erosao-geologica.jpg</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/upload/conteudo/erosao-geologica.jpg" />
         <pubDate>2018-12-08 22:27:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312565377</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Alguns vídeos</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312565456</link>
         <description><![CDATA[<div>Na minha opinião, estes vídeos exemplificam os vários tipos de rochas e ainda explicam, por meio de palavras, animações, imagens, desenhos, pequenos vídeos, o ciclo das rochas.<br>Fontes:<br>1º:<strong><sup><br></sup></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=KnMc6XIySmE"><strong><sup>https://www.youtube.com/watch?v=KnMc6XIySmE</sup></strong></a><br>2º (este vídeo foi visualizado na aula, mas considerei importante colocá-lo aqui pois explica o ciclo das rochas de uma forma incrível, detalhada e sucinta ao mesmo tempo).<strong><sup><br></sup></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=QAdIgtaJnKc"><strong><sup>https://www.youtube.com/watch?v=QAdIgtaJnKc</sup></strong></a><br>3º:<strong><sup><br></sup></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=mQ9GREmUEzw"><strong><sup>https://www.youtube.com/watch?v=mQ9GREmUEzw</sup></strong></a><br>4º:<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=aM7IFtxa67A"><strong><sup>https://www.youtube.com/watch?v=aM7IFtxa67A</sup></strong></a><strong><sup><br><br></sup></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-08 22:28:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312565456</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Como funciona o ciclo litológico?</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312566553</link>
         <description><![CDATA[<div>Corresponde ao <strong><mark>conjunto de fenómenos geológicos que implicam a progressiva destruição, transformação e formação das rochas.</mark></strong><br>Nesta imagem podemos perceber que todas as rochas se encontram interligadas entre si, ou seja, que um tipo de rocha  qualquer dá origem a outro género de rocha, ou até ao mesmo tipo de rocha.<br>Podemos perceber que nos primórdios do planeta Terra a base deste ciclo foi o magma. Contudo, na atualidade penso que já não há nenhuma base pois este é <strong><mark>um processo cíclico, não têm início nem fim.</mark></strong><br>Fonte da imagem:<br><a href="https://slideplayer.com.br/slide/3242228/"><strong><sup>https://slideplayer.com.br/slide/3242228/</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 22:48:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312566553</guid>
      </item>
      <item>
         <title>E... em Portugal?</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312567872</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta imagem mostra-nos que rochas predominam em certas zonas do país. Podemos concluir que o território português possui <strong><mark>uma grande diversidade de rochas,</mark></strong> pois neste podemos encontrar os três tipos de rocha (sedimentar, metamórfica e magmática).<br>Fonte da imagem:<br><a href="http://turmacontentes.blogspot.com/2013/04/tipos-de-rocha-em-portugal-e-que.html"><strong><sup>http://turmacontentes.blogspot.com/2013/04/tipos-de-rocha-em-portugal</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 23:14:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312567872</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Porquê que não existe uma fossa oceânica ao largo da costa atlântica doterritório continental português?</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312568432</link>
         <description><![CDATA[<div>Para começar, <strong><mark>não existem limites convergentes de placas tectónicas ao longo da costa atlântica do território continental português.</mark></strong><br>Assim sendo, como não há a colisão de placas, podemos concluir não existem zonas onde ocorre subducção de placas e consequentemente, fossas abissais.<br>(a linha laranja corresponde a um limite divergente)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 23:25:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312568432</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312572615</link>
         <description><![CDATA[<div>Podemos observar que o tipo de lava apresentada neste vídeo é <strong><mark>pahoehoe.</mark></strong><br>Fonte da notícia e do video que se encontra nela:<strong><sup><br></sup></strong><a href="https://www.natgeo.pt/viagem-e-aventuras/2017/12/uma-camara-e-engolida-por-lava-mas-continua-filmar"><strong><sup>https://www.natgeo.pt/viagem-e-aventuras/2017/12/uma-camara-e</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.natgeo.pt/viagem-e-aventuras/2017/12/uma-camara-e-engolida-por-lava-mas-continua-filmar" />
         <pubDate>2018-12-09 00:57:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312572615</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Rochas magmáticas intrusivas ou plutónicas</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312615324</link>
         <description><![CDATA[<div>Este tipo de rochas resulta do <strong><mark>arrefecimento lento do magma e posterior solidificação em profundidade</mark></strong> . Devido a ser muito lento, (por vezes demorando milhões de anos), existe tempo para se <strong><mark>formarem e desenvolverem minerais bem definidos e visíveis à "vista desarmada".</mark></strong> Apresentando, assim, após a sua cristalização (completa), uma <strong><mark>textura fanerítica ou granular.</mark></strong><br>Este tipo de rocha aparece à superfície através do movimento das placas litosféricas, ou pelo desgaste das rochas que se encontram à superfície.<br>Alguns exemplos são: <strong><mark>o granito, o gabro, diorito...</mark></strong><br>Nesta rocha (granito), tal como prevíamos, podemos observar os seguintes minerais:<br>O quartzo (mineral de cor clara), o feldspato (beje) e a biotite (negro).<br>Fonte da imagem:<br><a href="https://gsquareinfratechpvtltd.advertroindia.co.in/updates/2018/01/10/BEST+Granite+MANUFACTURER+IN+JAIPUR?year=2018&amp;month=01&amp;date=10&amp;id=BEST+Granite+MANUFACTURER+IN+JAIPUR"><strong><sup>https://gsquareinfratechpvtltd.advertroindia.co.in/updates/2018/01/10/BEST+Granite+MANUFACTURER+IN+JAIPUR?year=2018&amp;month=01&amp;date=10&amp;id</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 11:10:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rochas magmáticas extrusivas ou vulcânicas</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312615374</link>
         <description><![CDATA[<div>Resultam da <strong><mark>ascensão do magma à superfície </mark></strong>(por ex: através de um vulcão).O magma, por conseguinte, <strong><mark>arrefece rapidamente e consolida à superfície. </mark></strong>Este, por ser tão rápido, <strong><mark>impede a formação de minerais ou o seu crescimento</mark></strong>, pelo que os mesmos permanecem microscópicos. Deste modo, os cristais após a solidificação do magma são pouco visíveis a "olho nu", tendo <strong><mark>uma textura afanítica ou agranular, e cristalização incompleta.</mark></strong><br>Alguns exmplos deste tipo de rochas são: <strong><mark>basalto, riólito, andesito...</mark></strong><br>Nesta rocha (basalto) tal como afirmei,não conseguimos observar cristais à vista desarmada.<br>Fonte da imagem:<br><a href="http://www.megatimes.com.br/2015/01/basalto-rocha-ignea-compacta.html"><strong><sup>http://www.megatimes.com.br/2015/01/basalto-rocha-ignea-compacta.html</sup></strong></a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 11:11:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(continuação)</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312648709</link>
         <description><![CDATA[<div>Se o<strong><mark> arrefecimento do magma à superfície for muito brusco, impedirá a formação  de cristais</mark></strong>. Por isso, após solidificação do magma, a rocha não apresentará cristalização, e<strong><mark> terá uma textura vítrea.</mark></strong><br>Ex: nesta imagem podemos ver uma<strong><mark> obsidiana</mark></strong> que não possui minerais tendo uma textura similar à de um vidro.<br>Fonte da imagem:<br><a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Obsidiana"><strong><sup>https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Obsidiana</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/7ff32df68a507e9e2e131af9d4f819a5/200px_ObsidianOregon.jpg" />
         <pubDate>2018-12-09 15:41:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exemplos de formações rochosas em Portugal </title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312736047</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Pico de Ana Ferreira, Porto Santo-Madeira<br></mark></strong>Resultou da atividade vulcânica do passado, que provocou a ascensão de magma à superfície, e consequente arrefecimento rápido do magma, neste caso em camadas de espessura uniforme, ocorrendo a formação de diaclases ( tensões internas que se traduzem em forças que geram planos de fractura) perpendicularmente à superfície de arrefecimento e resultam na formação de colunas prismáticas basálticas, com lados perfeitamente paralelos.<br>Fonte:<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Disjun%C3%A7%C3%A3o_prism%C3%A1tica"><strong><sup>https://pt.wikipedia.org/wiki/Disjun%C3%A7%C3%A3o_prism%C3%A1tica</sup></strong></a><br>Fonte da imagem:<br><a href="https://pixabay.com/pt/desfiladeiro-dos-tubos-de-%C3%B3rg%C3%A3o-518169/"><strong><sup>https://pixabay.com/pt/desfiladeiro-dos-tubos-de-%C3%B3rg%C3%A3o-518169/</sup></strong></a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 23:53:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Formações rochosas mais incríveis no mundo</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312736430</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta notícia indica-nos algumas das <strong><mark>formações rochosas mais espectaculares do mundo</mark></strong> resultantes de processos de desgaste e erosão; de mudanças no nível do mar; da acumulação de sedimentos; de atividade vulcânica; de atividade sísmica.<br>Fonte da notícia:<br><a href="https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/04/150401_vert_earth_paisagens_rochosas_ml"><strong><sup>https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/04/150401_vert_earth_paisagens_rochosas_ml</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/04/150401_vert_earth_paisagens_rochosas_ml" />
         <pubDate>2018-12-09 23:57:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(continuação)</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312747886</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Falésias na Praia  Dona Ana– Algarve<br></mark></strong>As falésias são esculpidas por ação do água do mar que vai desgastando a rocha, provocando a sua erosão. Em Portugal podemos encontrar várias praias com falésias, mas as mais conhecidas são as do Algarve.<br>Fonte da imagem:</div><div><a href="http://seatbythewindow.com/praia-dona-ana-portugal/"><strong><sup>http://seatbythewindow.com/praia-dona-ana-portugal/</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 01:34:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(continuação)</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312748427</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Dunas litorais na praia Cova de Alfarroba-Peniche<br></mark></strong>As dunas são estruturas de areia formadas pelo vento. Podem ser encontradas nos desertos ou nas praias.<br>Fonte da imagem:<br><a href="http://www.cm-peniche.pt/News/newsdetail.aspx?news=07e24e94-b427-45a1-aefc-72d4b677a845"><strong><sup>http://www.cm-peniche.pt=07e24e94-b427-45a1-aefc-72d4b677a845</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 01:38:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(continuação)</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312749905</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Bloco pedunculado de</mark></strong></div><h1><strong><mark> Arez-Alpalhão  </mark></strong>    </h1><h1><strong><mark>(naturtejo Geo.Park)</mark></strong></h1><div><br></div><div>Estas rochas formam-se pela erosão de grandes blocos rochosos por ação do vento, que arrasta consigo areia do local, favorecendo o desgaste.<br>Fonte da imagem:<br><a href="https://www.naturtejo.com/conteudo.php?opt=o-que-visitar&amp;id=75"><strong><sup>https://www.naturtejo.com/conteudo.php?opt=o-que-visitar&amp;id=75</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 01:49:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Sousa</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312756595</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 02:45:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Ciclo das Rochas</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312757629</link>
         <description><![CDATA[<div>Na aula prática de Geologia realizamos uma atividade prática cujo objetivo era <strong><mark>estudar mais aprofundadamente o ciclo das rochas e as rochas envolvidas nele.</mark></strong><br>Seguidamente, observamos 6 tipos de rochas colocadas numa bandeja que nos foi fornecida. Identificámo-las e ao género que pertencem, testamos a reagência de algumas delas com ácido, e ainda contamos a sua história geológica.<br>Na imagem seguinte encontram-se representadas essas rochas:<br>A-Calcário quimiogénico/de precipitação (rocha sedimentar)<br>B-Granito (rocha magmática)<br>C-Gnaisse (rocha metamórfica)<br>D-Mármore (rocha metamórfica)<br>E-Basalto (rocha magmática)<br>F-Arenito (rocha sedimentar)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 02:53:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Efervescência do ácido nas duas amostras</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312757783</link>
         <description><![CDATA[<div>O ácido clorídrico efervesceu nas amostras A e D, calcário quimiogénico/de precipitação (do  carbonato de cálcio, que se encontrava dissolvido na água) (rocha sedimentar quimiogénica) e mármore, (rocha metamórfica) respetivamente.<br>No calcário ocorreu efervescência, libertando dióxido de carbono, verificando assim que é uma rocha carbonatada, que possui carbonato de cálcio (CaCO<sub>2</sub>), na sua composição.<br>O mármore resulta da metamorfização do calcário, por isso também podemos verificar a presença de CaCO<sub>2</sub> neste. Por isso, também faz efervescência com o ácido clorídrico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 02:54:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>História geológica da amostra C</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312759042</link>
         <description><![CDATA[<div>A rocha C é um gnaisse, uma rocha metamórfica, que resulta normalmente do metamorfismo de um granito.<br>É uma rocha que apresenta textura foliada (os seus minerais encontram-se alinhados), por isso tendo um aspeto bandado (bandas claras, alternando com as escuras).<br>Assim, podemos concluir que esta rocha:<br>Primeiramente sofreu afundamento até zonas profundas no interior da Terra e posterior metamorfismo, no qual a ação das pressões prevalece sob a temperatura e a rocha é alterada, ocorrendo recristalização e alinhamento dos seus cristais.<br>Fonte da imagem do gnaisse:<br><a href="https://www.ebah.com.br/content/ABAAAg-YMAB/trabalho-pesquisa-sobre-gnaisse"><strong><sup>https://www.ebah.com.br/content/ABAAAg-YMAB/trabalho-pesquisa-sobre-gnaisse</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 03:03:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>História geológica da amostra F</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312759133</link>
         <description><![CDATA[<div>A rocha F é um arenito, uma rocha sedimentar detrítica, consolidada.<br>Formou-se a partir de meteorização de rochas pré-existentes, e consequente erosão das partículas que foram alteradas (sedimentos-grãos de areia).<br>Seguidamente ocorreu um longo transporte (os sedimentos são arredondados) e a sua deposição.<br>Finalmente, ocorreu compactação e cimentação dos grãos (diagénese), tornando-os assim numa rocha sedimentar coesa, o arenito.<br>Fonte da imagem do arenito:<br><a href="http://www.m-almada.pt/portal/page/portal/AMBIENTE/AMB_NAT_BIO/?amb=0&amp;ambiente_ambiente_bio=12306260&amp;cboui=12306260"><strong><sup>http://www.m-almada.pt/portal/page/portal/AMBIENTE/12306260&amp;cboui=12306260</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 03:04:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tectónica de placas</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312821314</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta é a terceira atividade prática que desenvolvemos no âmbito da disciplina de Biologia e Geologia, sendo referente à Geologia. <br>Esta atividade permitiu-nos perceber melhor esta matéria, observando as várias estruturas geológicas existentes no planeta,(onde existem limites de placas), com o auxilio da plataforma <strong><mark>Google Earth.</mark></strong><br>Irei colocar algumas imagens das estruturas mais notórias que podemos observar.<br>Nas imagens seguintes <strong><mark>podemos observar a divisão do planeta em placas, o que considero muito interessante, pois é uma forma mais interativa de estudarmos. </mark></strong>Assim penso que assimilamos melhor a matéria, pois vemos casos práticos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 09:19:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Arquipélago dos Açores</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312823336</link>
         <description><![CDATA[<div>A localização deste arquipélago é muito curiosa, visto que corresponde ao <strong><mark>conjunto de cristas emersas de montanhas submarinas da dorsal médio-oceânica, originadas a partir da interação entre placas,</mark></strong>(placa Norte-Americana, Euro-Asiática e Africana), correspondendo a  limites divergentes (junção tripla dos Açores). Estas cristas emersas formam as diferentes ilhas, podendo concluir que as ilhas do arquipélago dos Açores são a própria dorsal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 09:26:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Islândia</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312825607</link>
         <description><![CDATA[<div>Por outro lado,<strong><mark> a Islândia é atravessada pelas cadeias montanhosas da dorsal médio-oceânica, </mark></strong>sendo uma zona do globo em que esta passa de submersa a emersa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 09:36:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312825607</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Dorsal médio-oceânica</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312826337</link>
         <description><![CDATA[<div>Na imagem abaixo podemos observar a <strong><mark>dorsal médio-oceânica,</mark></strong> uma enorme cadeia montanhosa submarina, (tendo uma forma linear alinhada, geralmente, a meio dos oceanos), com altitudes variáveis, (podendo elevar-se até 3000m) que se estende nos oceanos e Atlântico e Ártico (esta foto foi tirada numa zona do oceano Atlântico atravessada pela dorsal),<strong><mark> podendo dar origem, por vezes, a arquipélagos de ilhas, como o arquipélago dos Açores. </mark></strong><br>Na zona central da dorsal encontra-se uma<strong><mark> fratura profunda, uma linha de rifte, </mark></strong>(corresponde a um limite divergente entre as placas, ocorrendo afastamento das mesmas, devido a ascensão e arrefecimento de magma nas zonas fronteiriças, onde se formam novos materiais rochosos-nova litosfera)<br><strong><mark>Encontra-se perpendicularmente fissurada por falhas transformantes </mark></strong> (correspondem a limites transformantes, em que as placas deslizam lateralmente uma em relação à outra).</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 09:40:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Teoria da deriva continental</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312834529</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta teoria foi criada por <strong><mark>Alfred Weneger em 1912.</mark></strong><br>Ele descartava com esta teoria, o conceito do <strong><mark>fixismo</mark></strong> dos continentes, ou seja, que a posição que os continentes ocupam na atualidade é a mesma que ocupam desde os primórdios da formação da Terra.<br>Portanto, defendia uma ideia de <strong><mark>mobilismo </mark></strong>continental, ou seja, que a posição que os continentes ocupam nos dias atuais é diferente da posição que ocupavam no passado e que ocuparão no futuro. <br>Deste modo, afirmava que há cerca de 225 M.a., apenas existia um supercontinente, <strong><mark>(Pangeia),</mark></strong> rodeado por um único oceano <strong><mark>(Pantalassa).</mark></strong> Tendo se fragmentado há 180 M.a., em dois continentes (<strong><mark>Laurásia,</mark></strong> a norte, e <strong><mark>Gonduana</mark></strong>, a sul). Estes há 70 M.a. começaram a afastar-se.<br>Ele tinha vários argumentos para sustentar a sua teoria:</div><ul><li><strong><mark> Argumentos Morfológicos: </mark></strong>Existe complementaridade entre as costas da África e da América do Sul pois encaixam se fossem peças de um puzzle e atualmente estão separadas . </li><li><strong><mark>Argumentos Geológicos:</mark></strong> Podemos encontrar rochas com a mesma idade e as mesmas deformações em certas regiões de continentes, que, atualmente, estão separados, como na África e América do Sul.</li><li><strong><mark>Argumentos Paleogeográficos e Paleoclimáticos:</mark></strong>                     É possível encontrar marcas de glaciação  em todos os continentes do Hemisfério Sul (climas quentes); e podemos verificar a existência de depósitos de carvão (que revelam a existência de climas quentes e húmidos no <br>momento da sua formação) em locais no hemisfério Norte, (atualmente têm climas polares, como a Noruega). </li><li><strong><mark>Argumentos Paleontológicos:</mark></strong>         Presença do mesmo tipo de fósseis em regiões que nos dias de hoje estão muito distantes e possuem condições ambientais muito diferentes.</li></ul><div>Esta teoria foi fortemente criticada e desvalorizada pela comunidade científica da época, pois <strong><mark>não era exemplificado o mecanismo que provocava o movimento dos continentes.</mark></strong><br>Assim sendo, a teoria da Deriva Continental foi abandonada, até que<strong><mark> surgiu a Teoria da Tectonica de Placas.</mark></strong><br>Esta imagem e o vídeo a seguir ilustram a separação do continentes.<br>Fonte da imagem:<br><a href="http://gracieteoliveira.pbworks.com/w/page/45782019/Teoria%20da%20Deriva%20dos%20Continentes"><strong><sup>http://gracieteoliveira.pbworks.com/w/page/45782019/Teoria%20da%20Deriva%20dos%20Continentes</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 10:06:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipos de limites existentes  entre as placas litosféricas</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312835178</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos limites de placas (zonas fronteiriças nas quais as placas entram em contacto umas com as outras) registam-se<strong><mark> movimentos relativos entre elas muito intensos e rápidos, que envolvem grandes quantidades de energia.</mark></strong><br>Existem três tipos de limites:</div><ul><li><strong><mark>Limites divergentes ou construtivos</mark></strong></li></ul><div>Este tipo de limites normalmente aparece associado à <strong><mark>dorsal médio-atlântica </mark></strong>(no seu centro encontra-se uma depressão profunda-<strong><mark>rifte,</mark></strong> a partir do qual acontece uma divergência das placas). Nos locais em que se encontra presente este tipo de limite ocorre a ascensão, posterior arrefecimento e solidificação de magma nas zonas fronteiriças das placas, através do rifte. Isto provoca <strong><mark>o afastamento das mesmas, e o magma que ascendeu irá dar origem a novos materiais rochosos</mark></strong> (nova litosfera oceânica).<br>Por isso, a existência de limites divergentes permite explicar a <strong><mark>expansão dos fundos oceânicos.</mark></strong> <br>Assim sendo, as rochas da crusta oceânica são <strong><mark>tanto mais recentes quanto mais próximas se encontrarem do rifte.</mark></strong></div><ul><li><strong><mark>Limites convergentes ou destrutivos</mark></strong></li></ul><div>Este tipo de limite encontra-se  muitas vezes associado <strong><mark>a zonas de subducção e a fossas abissais.</mark></strong><br>Nestes limites, os movimentos relativos entre duas placas resultam numa<strong><mark> colisão entre ambas</mark></strong> o que implica o <strong><mark>afundamento da zona fronteiriça da placa mais densa por baixo da outra,</mark></strong> com  a deformação ou fusão dos materiais rochosos, (fenómenos de metamorfismo ou magmatismo). Posto isto, nestes limites <strong><mark>ocorre a destruição de litosfera.</mark></strong><br>Pode acontecer:</div><ol><li><strong><mark>a colisão entre uma placa continental e uma placa oceânica,</mark></strong> verificando-se a destruição desta (mais densa), que mergulha no manto por debaixo da placa continental (subducção).  Ocorre o levantamento da zona fronteiriça da placa continental devido ao afundamento da placa oceânica por debaixo desta, o que provoca a sua <strong><mark>deformação e consequente formação de cadeias montanhosas.</mark></strong></li><li><strong><mark> a colisão entre duas placas continentais</mark></strong> formando-se <strong><mark>cadeias montanhosas</mark></strong> (não existe fossa nem zona de subducção).</li><li><strong><mark> a colisão entre duas placas oceânicas,</mark></strong> de densidades idênticas, formando-se <strong><mark>arcos insulares de ilhas de origem vulcânica. </mark></strong></li></ol><ul><li><strong><mark>Limites transformantes ou conservativos</mark></strong></li></ul><div>Este tipo de limite encontra-se associado à existência<strong><mark> de falhas transformantes.</mark></strong><br>Nos limites transformantes, as placas tectónicas <strong><mark>deslizam lateralmente uma em relação à outra, não ocorrendo perdas nem acréscimos de materiais rochosos.</mark></strong><br>Assim, diz-se que as zonas fronteiriças destes limites são <strong><mark>conservativos.<br></mark></strong>Este vídeo explica o três tipos de placas, dá exemplos e ainda fala sobre as suas implicações.<strong><mark><br></mark></strong>Fontes de um vídeo:<strong><mark><br></mark></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=PldlFA0YW_U"><strong><sup>https://www.youtube.com/watch?v=PldlFA0YW_U</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=PldlFA0YW_U" />
         <pubDate>2018-12-10 10:09:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Notícia sobre a falha de Santo André:</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312836094</link>
         <description><![CDATA[<div>Na<strong><mark> falha de Santo André, </mark></strong>localizada nos EUA, Califórnia, está a ocorrer <strong><mark>a acumulação de quantidades de energia cada vez maiores ao longo do tempo </mark></strong>(está a acumular energia há 300 anos, em alguns pontos).<br>Quando<strong><mark> essa energia for libertada</mark></strong> será catastrófico e inevitável, <strong><mark>ocorrerá um sismo com uma magnitude elevada que arrasará com tudo.</mark></strong><br><strong><mark>Até já existe um filme, "San Andreas", baseado nesta situação.</mark></strong></div><blockquote>"As chances de terremotos violentos são grandes que até já viraram roteiro de cinema, pensando na provável catástrofe."</blockquote><div>Fonte:<br><a href="https://climatologiageografica.com/alerta-grande-falha-de-san-andreas-da-sinais-de-iminente-catastrofe/"><strong><sup>https://climatologiageografica.com/alerta-grande-falha-de-san-andreas-da-sinais-de-iminente-catastrofe/</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 10:12:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Notícia:</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312836314</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta noticia preocupa-me, pois penso que<strong><mark> Portugal não está preparado para a ocorrência de um sismo de magnitude tão elevada.</mark></strong> Acho que milhares de pessoas morreriam só pela falta de instrução, sensibilização e planeamento em relação a isto.</div><blockquote>"Portugal poder sofrer a qualquer momento um sismo e um tsunami semelhantes aos que aconteceram em Itália, há meses, e no Japão, há algum tempo, alertam especialistas em sismos.</blockquote><div>Fonte:<br><a href="https://www.impala.pt/noticias/sismo-portugal-matara-pessoas/"><strong><sup>https://www.impala.pt/noticias/sismo-portugal-matara-pessoas/</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 10:13:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fossa abissal das Marianas</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312841308</link>
         <description><![CDATA[<div>É a<strong><mark> região mais profunda dos oceanos,</mark></strong> tendo 11000 m de profundidade. <strong><mark>Corresponde a uma zona de subducção</mark></strong> na qual a placa do Pacifico colide e posteriormente, embora ambas as placas tenham a mesma densidade, a placa oceânica é mais antiga, por isso, mergulha sob a Placa das Filipinas (placa oceânica mais recente)-(exemplo referido no ponto 3 dos limites convergentes).<br>Podemos observar a consequente <strong><mark>formação de arcos insulares de ilhas. </mark></strong>Nesta fossa abissal (e em todas as outras), <strong><mark>ocorre a destruição da litosfera formada nos riftes. </mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 10:30:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312843787</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 10:37:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312844384</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 10:39:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Arco insular de ilhas do Japão</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312846019</link>
         <description><![CDATA[<div>O arquipélago do Japão <strong><mark>faz parte de um arco insular de ilhas </mark></strong>que resulta da interação entre as placas do Pacífico, das Filipinas e Euro-asiática, formando diferentes zonas de subducção, e fossas abissais.-(exemplo referido no ponto 3 dos limites convergentes).<br>Esta intensa atividade tectónica é <strong><mark>geradora de grande número de sismos, alguns de máxima intensidade. </mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 10:44:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cadeia montanhosa dos Himalaias</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312846870</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>O monte Everst é a estrutura geológica com maior altitude do planeta</mark></strong>, (8800m).</div><div>O monte Everst pertence aos Himalaias.<br>Como não existem zonas de subducção e fossas entre as placas continentais,<strong><mark> a colisão entre as placas Euroasiática e Indo-australiana apenas provoca a deformação das zonas fronteiriças de ambas as placas devido ao aumento da pressão. </mark></strong></div><div>Assim, originam-se cadeias montanhosas (Himalaias)-(exemplo referido no ponto 2 dos limites convergentes).</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 10:47:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cordilheira dos Andes</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312847722</link>
         <description><![CDATA[<div>Podemos verificar<strong><mark> uma certa assimetria, </mark></strong>no continente sul-americano, pois<strong><mark> possui altas cordilheiras montanhosas,</mark></strong>(6900m), <strong><mark>no seu extremo ocidental </mark></strong>(Andes) e <strong><mark>planícies nas zonas central e oriental. </mark></strong>Isto deve-se <strong><mark>à existência de uma zona de subducção no extremo ocidental,</mark></strong> resultado da colisão entre as placas de Nazca  e Sul-americana (a placa oceânica, de Nazca, como é mais densa, mergulha sob a placa continental, menos densa).  <br>Seguidamente, devido a isto, ocorre<strong><mark> o levantamento da zona fronteiriça  da placa Sul-Americana</mark></strong> (extremo ocidental), ocorrendo a sua deformação e <strong><mark>formação das cordilheiras andinas.</mark></strong><br>Assim é explicada<strong><mark> a inexistência de tais estruturas geológicas no extremo oriental do continente</mark></strong> (ausência de limites convergentes de placas). -(exemplo que é referido no ponto 1 dos limites convergentes).</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 10:50:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vale de rifte africano</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312848723</link>
         <description><![CDATA[<div> O Vale do Rifte africano está associado à <strong><mark>abertura de uma nova bacia em resultado da separação das placas Africana e Arábica. </mark></strong><br>Posto isto, é um processo de rifting no qual o material mantélico encontra a base da litosfera continental e diverge para ambos os lados provocando o estiramento da litosfera e e progressivo adelgaçamento até à <strong><mark>formação de um rifte continental.</mark></strong><br>Devido a este, o chamado <strong><mark>“corno de África” pode vir a separar-se do restante continente africano</mark></strong> através de um mar que poderá vir a ser um prolongamento do atual Mar Vermelho. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 10:53:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Falha de Santo André</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/312849180</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>É uma falha geológica que se prolonga por cerca de 1290 km através da Califórnia, EUA. </mark></strong>A falha transformante de Santo André indica a presença de um limite transformante entre a Placa do Pacífico e a Placa Norte-americana. <br>No futuro, devido  ocorrência de sismos de magnitude muito levada,<strong><mark> a Califórnia poderá desligar-se definitivamente do continente americano. </mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 10:54:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Teoria da Tectónica de Placas</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313115768</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta teoria aceita os pressupostos da teoria da Deriva dos continentes.<br>Contudo, nesta teoria afirma-se que <strong><mark>os continentes não se movem, mas sim as placas, </mark></strong>(em que a litosfera se encontra fragmentada), <strong><mark>sobre as quais estes assentam.</mark></strong><br>Estas placas podem ser denominadas de <strong><mark>placas tectónicas ou litosféricas</mark></strong>, pois encontram-se na litosfera (crusta rígida-continental e oceânica, e parte superior do manto sólido).<br>Assim sendo, <strong><mark>movimentam-se sobre a astenosfera</mark></strong> (parte superior do manto plástico-facilmente deformável e os materiais rochosos encontram-se parcialmente em fusão).<br>Sendo <strong><mark>o motor que as faz mover, as correntes de convecção</mark></strong> (fluxos de materiais de elevada plasticidade gerados pelo calor interno da Terra).<br>Isto funciona do seguinte modo:<br>Os materiais aquecidos em profundidade, perdem densidade e ascendem a zonas mais superficiais, tornam-se plásticos e movimentam-se por baixo da litosfera. Quando arrefecem, ganham densidade, e voltam a mergulhar nas profundezas do interior da Terra. <br>Esta imagem mostra todas as placas nas quais a Terra se encontra dividida e os seus tipos.<br>Fonte da imagem:<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tect%C3%B3nica_de_placas"><strong><sup>https://pt.wikipedia.org/wiki/Tect%C3%B3nica_de_placas</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 19:07:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313115768</guid>
      </item>
      <item>
         <title>(continuação)</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313134131</link>
         <description><![CDATA[<div>Fonte:<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=yRQNhNymTHw"><strong><sup>https://www.youtube.com/watch?v=yRQNhNymTHw</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=yRQNhNymTHw" />
         <pubDate>2018-12-10 19:37:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(continuação)</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313136167</link>
         <description><![CDATA[<div>Penso que este vídeo<strong><mark> resume perfeitamente</mark></strong> as teorias da deriva continental e da tectónica de placas; também os tipos de limites das placas litosféricas (divergente, convergente, e transformantes).<br>Ainda fornece exemplos de cada tipo de limite.<br>Fonte:<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=P3FhtxeDaz4"><strong><sup>https://www.youtube.com/watch?v=P3FhtxeDaz4</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=P3FhtxeDaz4" />
         <pubDate>2018-12-10 19:41:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Clara Teixeira</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313145434</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 19:57:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Belmira Miranda</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313148706</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 20:02:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(continuação)</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313185224</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta animação mostra o que está a decorrer no vale de rifte africano.<br>Fonte:<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=tvaQJUKzq9I"><strong><sup>https://www.youtube.com/watch?v=tvaQJUKzq9I</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 21:37:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fluxos de Lava</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313218107</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta quarta atividade prática que desenvolvemos no âmbito da disciplina, decidimos abordar a seguinte temática:<strong> </strong><strong><mark>vulcanismo.</mark></strong><br>Mais especificamente,<strong><mark> os fluxos de lava, </mark></strong>pois avaliamos como os diferentes tipos de lavas (viscosas/fluidas) se comportam perante a mudança da temperatura. <br><strong><mark>Material utilizado na atividade:</mark></strong></div><ul><li>Água;</li><li>Mel (usado com o propósito de simular o comportamento das lavas, devido à sua elevada viscosidade);</li><li>Gobelés;</li><li>Tabuleiro;</li><li>Régua;</li><li>Cronómetro;</li><li>Lamparina;</li><li>Cubos de gelo.</li></ul><div><strong><mark>Procedimento:</mark></strong></div><ol><li>Utilizando os gobelés, preparamos três misturas (cada grupo preparou uma mistura), com diferentes composições:                        M1: 30% de água+70% de mel, <strong><mark>(simula as lavasintermédias)</mark></strong>;                       M2: 50% de água+50% de mel,<strong><mark> (simula as lavas básicas)</mark></strong>; M3: 100% de mel<strong><mark> (simula as lavas ácidas)</mark></strong>.</li><li>A seguir, dividimos cada uma das misturas preparadas por três tubos de ensaio, numerados de 1 a 9.</li><li>Tubos 1,4 e 7 (sendo as misturas M1, M2 e M3 respetivamente, o que ocorre nos outros também)-colocados a 5ºC;                        Tubos 2,5 e 8-mantidos à temperatura ambiente (22ºC);                                           Tubos 3,6 e 9-aquecidos até 50ºC.</li><li>Posteriormente, observamos e registámos o tempo que cada mistura demora a percorrer 20 cm num tabuleiro inclinado, a temperaturas distintas. Também calculámos a sua velocidade (Distância-20 cm a dividir pelo tempo decorrido).</li><li>Discussão dos resultados obtidos.</li></ol><div>     </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 00:36:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipos de manifestações vulcânicas</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313612598</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem <strong><mark>dois tipos de manifestações vulcânicas, </mark></strong>que iremos tratar detalhadamente a seguir: </div><ul><li>Primárias; </li><li>Secundárias.</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-11 20:19:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313612598</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Manifestações vulcânicas primárias</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313612869</link>
         <description><![CDATA[<div>Dentro das manifestações vulcânicas primárias, ainda podemos observar <strong><mark>a divisão em dois tipos de vulcanismo:</mark></strong></div><ul><li>Vulcanismo central;</li><li>Vulcanismo fissural.</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-11 20:20:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vulcanismo central</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313613152</link>
         <description><![CDATA[<div>O aparelho vulcânico característico deste tipo de vulcanismo é <strong><mark>um vulcão.</mark></strong><br>Este é normalmente, constituído pelo menos por um cone vulcânico, por uma chaminé vulcânica, uma cratera e uma câmara magmática.<br><strong><mark>Nesta figura podemos observar a representação de um vulcão:</mark></strong><br>1-gases<br>2-cratera vulcânica<br>3-chaminé vulcânica<br>4-cone secundário/adventício<br>5-magma<br>6-câmara magmática<br>7-lava<br>8-cone vulcânico<br>9-rochas encaixantes (são responsáveis por delimitar as câmaras magmáticas, que podem comunicar entre si).<br>Fonte da imagem:<br><a href="https://pt.slideshare.net/SofiaCristinaRibeiro/actividade-vculcnica-7-ano"><strong><sup>https://pt.slideshare.net/SofiaCristinaRibeiro/actividade-vculcnica-7-ano</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/d08dee7656a1fa8d9482fea071bab9c2/actividade_vculcnica_7_ano_10_638_LI.jpg" />
         <pubDate>2018-12-11 20:21:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Formação de uma caldeira </title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313613695</link>
         <description><![CDATA[<div>As altas pressões originam a ascensão do magma, o que provoca uma erupção vulcânica.<br>Deste modo, ao longo das erupções vulcânicas, a câmara magmática vai sendo esvaziada.<br>Por isso, o aparelho vulcânico fica instável, sendo que a câmara magmática deixa de ser capaz de sustentar as camadas superiores.<br>Isto pode conduzir ao colapso do teto da câmara magmática. Neste caso, então,<strong><mark> forma-se uma caldeira (depressão grosseiramente circular)</mark></strong>, à superfície, tendo obrigatoriamente, no mínimo, 1 km de diâmetro. Esta pode acumular água proveniente das chuvas e formar <strong><mark>lagoas.</mark></strong><br>Alguns exemplos desta estrutura são:<br>-A lagoa das sete cidades/das furnas/do fogo, na ilha de S.Miguel (Açores).<br>Fonte da imagem (da lagoa das sete cidades):<br><a href="https://www.visitazores.com/en/the-azores/places-to-visit/protected-landscape-of-the-sete-cidades-lake"><strong><sup>https://www.visitazores.com/en/the-azores/places-to-visit/protected-landscape-of-the-sete-cidades-lake</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/c2e3a3c9f854797ebd56668c1f3b88f7/sete_cidades_0.jpg" />
         <pubDate>2018-12-11 20:22:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vulcanismo fissural</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313614108</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste tipo de vulcanismo, as erupções ocorrem <strong><mark>ao longo de fendas alongadas, </mark></strong>frequentemente, por vários quilómetros.<br>Os materiais expelidos nestas, preenchem assim,<strong><mark> vales profundos ou de relevo muito acidentado, formando vastos planaltos de acumulação vulcânica.</mark></strong><br>A primeira imagem explica este tipo de vulcanismo, dando-nos informações complementares.<br>A segunda é um exemplo da ocorrência de erupções vulcânicas no vulcanismo fissural.<br>Fontes das imagens:<br><a href="https://mybrainsociety.blogspot.com/2015/12/tipos-de-vulcoes.html"><strong><sup>https://mybrainsociety.blogspot.com/2015/12/tipos-de-vulcoes.html</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 20:23:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipos de lava</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313614653</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Com base na sua percentagem de sílica,(SiO</mark></strong><strong><mark><sub>2</sub></mark></strong><strong><mark>)</mark></strong> podemos classificar as lavas em: <strong><mark>básica, intermédia e ácida.</mark></strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-11 20:23:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipos de atividade vulcânica</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313614899</link>
         <description><![CDATA[<div>As características dos magmas, e por consequência das lavas, <strong><mark>condicionam o tipo de atividade vulcânica</mark></strong> que, assim, pode ser efusiva, explosiva ou mista.<br>A imagem seguinte exemplifica algumas características de cada tipo de atividade, que irei enunciar a seguir.<br>Fonte da imagem:<br><a href="http://vulcoes42.blogspot.com/2014/03/tipos-de-atividade-vulcanica-o-tipo-de.html"><strong><sup>http://vulcoes42.blogspot.com/2014/03/tipos-de-atividade-vulcanica-o-tipo-de.html</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/07910526eaaa782ab1e2da5da35113d2/erupcoes_vulcanicas.png" />
         <pubDate>2018-12-11 20:24:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fenómenos associados à atividade efusiva                    (a forma como as lavas básicas solidificam) </title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313615657</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>A solidificação das lavas básicas assume diferentes formas.</mark></strong><br>Podem ser:</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-11 20:26:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fenómenos associados à atividade explosiva</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313616521</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Domos os cúpulas:</mark></strong> resultam da solidificação da lava na cratera, que assume a sua forma arredondada.<br>Fonte da imagem:<br><a href="https://commons.wikimedia.org/wiki/File:MSH06_aerial_crater_from_north_high_angle_09-12-06.jpg"><strong><sup>https://commons.wikimedia.org/wiki/File:MSH06_aerial_crater_from_north_high_angle_09-12-06.jpg</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 20:27:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Manifestações vulcânicas secundárias</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313617770</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem várias <strong><mark>manifestações vulcânicas secundárias.</mark></strong><br>Algumas delas são:</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-11 20:30:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O &quot;Anel de Fogo&quot; </title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313619244</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta designação refere-se ao facto de que<strong><mark> a maioria da atividade vulcânica do planeta ocorre na fronteira da placa do pacífico com outras placas continentais ou oceânicas, reunindo-se assim, nesta zona, a maior concentração mundial de vulcões. </mark></strong>Também podemos encontrá-los no oceano Atlântico, no mar Mediterrâneo e em África.<br>Esta imagem mostra-nos a localização geológica dos vulcões mais importantes e podemos verificar o que afirmei anteriormente.<br>Fonte da imagem:<br><a href="http://jardimgeologico.blogspot.com/2016/01/o-anel-de-fogo-do-pacifico.html"><strong><sup>http://jardimgeologico.blogspot.com/2016/01/o-anel-de-fogo-do-pacifico.html</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 20:33:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipos de vulcanismo em função da localização tectónica</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313619867</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem três tipos de vulcanismo em função da localização tectónica:<br><strong><mark>Vulcanismo de subducção:</mark></strong><br>Este vulcanismo ocorre em locais onde existem <strong><mark>limites convergentes </mark></strong>(zonas de subducção e consequentemente, fossas). <strong><mark>As erupções têm carácter explosivo e representa cerca de 80% dos vulcões ativos.</mark></strong><br><strong><mark>Vulcanismo de vale de rifte:</mark></strong><br>Ocorrem em locais onde existem <strong><mark>limites divergentes</mark></strong> (riftes). <strong><mark>A sua atividade vulcânica é do tipo efusiva ou mista e representa cerca de 15% dos vulcões ativos.</mark></strong><br><strong><mark>Vulcanismo intraplaca: </mark></strong><br>Este tipo de vulcanismo explica a <strong><mark>existência de ilhas no interior de placas oceânicas e de alguns vulcões isolados no interior dos continentes.</mark></strong><br>Isto ocorre do seguinte modo: O material rochoso do manto, sobreaquecido por transferência de calor do núcleo, ascende sobre a forma de colunas designadas <strong><mark>plumas térmicas.</mark></strong> Durante a sua ascensão, a rocha sobreaquecida pode fundir, originando magma. No local onde estas plumas atingem a superfície da geosfera forma-se <strong><mark>um ponto quente, ou hotspot, </mark></strong>com atividade vulcânica.<br><strong><mark>Estes hotspots são fixos,</mark></strong> pelo que, conjugado com o movimento da placa oceânica (afastamento das placas devido à presença de um limite divergente),<strong><mark> pode originar a formação de vulcões em cadeia. </mark></strong>Neste tipo de vulcanismo <strong><mark>ocorre atividade efusiva ou mista, e representa 5% dos vulcões ativos.</mark></strong><br>Na primeira imagem observamos um esquema que exemplifica o vulcanismo intraplaca.<br>Fonte de imagens:<br>1º:<br><a href="https://pt.slideshare.net/essg/ap-2-vulcanismo"><strong><sup>https://pt.slideshare.net/essg/ap-2-vulcanismo</sup></strong></a><br>2º:<br><a href="https://slideplayer.com.br/slide/10243448/"><strong><sup>https://slideplayer.com.br/slide/10243448/</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/88178462745ef44112e586a81b6a1a5f/ap_2_vulcanismo_36_638.jpg" />
         <pubDate>2018-12-11 20:34:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313619867</guid>
      </item>
      <item>
         <title>E em Portugal?</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313620518</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong><mark>Vulcanismo primário</mark></strong></li></ul><div><strong><mark>-O arquipélago da Madeira </mark></strong>apenas apresenta evidências de vulcanismo extinto (não há registos de atividade vulcânica e o aparelho vulcânico encontra-se quase completamente erodido).<br>Há indícios de vulcanismo antigo na Madeira como:<br>O cone vulcânico da senhora da piedade (ilha da Madeira), o Pico Ruivo...<br><strong><mark>-O arquipélago dos Açores</mark></strong>, pelo contrário, possui vulcanismo ativo, (os vulcões ativos-26, entram em erupção com alguma frequência, ou entraram em erupção recentemente). <br>Alguns exemplos de vulcões ativos são:<br>O vulcão dos Capelinhos (Faial), que referimos anteriormente, o , o vulcão do Pico (Pico) têm atividade efusiva, vulcão Santa Bárbara (Terceira) têm atividade mista, vulcão água de pau (Fogo) situado em S. Miguel, têm atividade mista ...<br><strong><mark>-Em Portugal Continental</mark></strong>, apenas há evidências de vulcanismo antigo nas regiões do Algarve, Alentejo, Centro e Lisboa.<br>Algumas dessas evidências são:<br>disjunção colunar de rochas basálticas (Penedo de Lexim, Mafra), formação Prismática de basalto (Portela da Teira, Rio Maior)...</div><ul><li><strong><mark>Vulcanismo secundário</mark></strong></li></ul><div><strong><mark>-No arquipélago da Madeira</mark></strong>, existe vulcanismo secundário.<br><strong><mark>-No arquipélago dos Açores</mark></strong>, também existem manifestações de vulcanismo secundário (fumarolas, nascentes termais e géiseres).<br><strong><mark>-Em Portugal Continental</mark></strong>, apenas podemos observar a existência de nascentes termais.</div><div>Fonte de uma lista de vulcões de Portugal:<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_vulc%C3%B5es_de_Portugal"><strong><sup>https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_vulc%C3%B5es_de_Portugal</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_vulc%C3%B5es_de_Portugal" />
         <pubDate>2018-12-11 20:36:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Previsão e prevenção da atividade vulcânica</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313621278</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Não é possível evitar-mos a ocorrência de uma erupção vulcânica, mas podemos, na maioria das vezes, calcular a probabilidade de tal acontecer, num intervalo de tempo relativamente curto. </mark></strong>Assim, é possível prevenir este acontecimento, procedendo-se à evacuação atempada das populações, salvando muitas vidas humanas. <br>Certas ações como<strong><mark> a monitorização do vulcão,</mark></strong> <strong><mark>a elaboração de cartas de risco </mark></strong>com base no conhecimento da sua história eruptiva,<strong><mark> a formação e sensibilização das populações, a preparação de planos de emergência</mark></strong>, ajudam a minimizar os efeitos nefastos de uma erupção vulcânica.<br>Neste site podemos observar medidas de previsão e prevenção mais especificas para cada ocorrência.<br>Fonte de um site:<br><strong><sup> </sup></strong><a href="https://portfolio-eli.webnode.pt/news/minimiza%C3%A7%C3%A3o%20de%20riscos%20vulc%C3%A2nicos%20-%20previs%C3%A3o%20e%20preven%C3%A7%C3%A3o/"><strong><sup>https://portfolio-eli.webnode.pt/news/minimiza%C3%A7%C3%A3o%20de%20riscos%20vulc%C3%A2nicos%20%20previs%C3%A3o%20e%20preven%C3%A7%C3%A3o/</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-11 20:38:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313646130</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 21:55:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lava básica</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313648147</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Têm baixo teor de sílica</mark></strong> (inferior ou igual a 50%). Assim sendo, apresenta<strong><mark> temperaturas muito elevadas </mark></strong>(1100ºC a 1200ºC),<strong><mark> fração volátil reduzida e uma baixa viscosidade, sendo muito fluidas.</mark></strong><br>Fonte da imagem:<br><a href="http://www.dicearco.it/scatti_A.asp?id=2"><sup>http://www.dicearco.it/scatti_A.asp?id=2</sup></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 22:02:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lava intermédia</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313648183</link>
         <description><![CDATA[<div>Tal como nos indica o seu nome, possui<strong><mark> características intermédias entre as lavas básicas e ácidas.</mark></strong><br>(50% a 70% de teor de sílica).</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-11 22:02:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lava ácida</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313648201</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Verifica-se um alto teor de sílica </mark></strong>(superior a 70%). Deste modo, possui<strong><mark> temperaturas pouco elevadas </mark></strong>(800ºC a 1000ºC),<strong><mark> fração volátil significativa e elevada viscosidade, não sendo fluidas.</mark></strong><br>Fonte da imagem:<br><a href="https://igorantunes.wordpress.com/2012/02/03/magma/"><strong><sup>https://igorantunes.wordpress.com/2012/02/03/magma/</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 22:02:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mariana Mendes</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313654755</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet.com/marianaoliveiramendes2003/Mariana_mendes2003" />
         <pubDate>2018-12-11 22:33:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade efusiva</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313656964</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Envolve lavas básicas</mark></strong>, ou seja, que fluem com facilidade. Assim, são capazes de formar<strong><mark> mantos de lava </mark></strong>(se as zonas que estas atingem forem planas), <strong><mark>ou correntes/"rios" de lava</mark></strong> (caso exista um declive acentuado) com <strong><mark>muitos quilómetros de extensão</mark></strong>.<br> <strong><mark>A libertação de gases é fácil </mark></strong>(pouca capacidade para os reter), e<strong><mark> a erupção é calma.</mark></strong> Deste modo, <strong><mark>não ocorre projeção violenta de materiais a partir da cratera. </mark></strong><br><strong><mark>O cone vulcânico é largo, baixo, com vertentes suaves.</mark></strong><br>Estes videos mostram-nos um exemplo muito conhecido de um vulcão que têm atividade efusiva, Kilauea, no Havai. Aliás a sua última erupção foi recentemente.<br>Fonte dos videos:<br>1º:<br><a href="https://www.youtube.com/watch?time_continue=13&amp;v=gmqN9m8HWY0"><strong><sup>https://www.youtube.com/watch?time_continue=13&amp;v=gmqN9m8HWY0</sup></strong></a><strong><sup><br></sup></strong>2º:<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=6J6X9PsAR5w"><strong><sup>https://www.youtube.com/watch?v=6J6X9PsAR5w</sup></strong></a><strong><sup><br></sup></strong>3º:<strong><sup><br></sup></strong><a href="http://g1.globo.com/mundo/videos/v/erupcao-do-vulcao-kilauea-no-havai-preocupa-geologistas/6750008/"><strong><sup>http://g1.globo.com/mundo/videos/v/erupcao-do-vulcao-kilauea-no-havai-preocupa-geologistas/6750008/</sup></strong></a><strong><sup><br></sup></strong>De uma notícia: (sobre a entrada em erupção deste vulcão).<br><a href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/erupcao-kilauea-havai-entrou-em-a-ao-um-dos-maiores-vulcoes-do-mundo-.html"><strong><sup>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/erupcao-kilauea-havai-entrou-em-a-ao-um-dos-maiores-vulcoes-do-mundo-.html</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?time_continue=13&amp;v=gmqN9m8HWY0" />
         <pubDate>2018-12-11 22:46:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313656964</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade mista</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313656988</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste tipo de atividade<strong><mark> existem períodos de erupções explosivas violentas </mark></strong>(emitem lavas ácidas e piroclastos)<strong><mark> que alternam com períodos efusivos,</mark></strong> (emissão de lavas fluidas),<strong><mark> mais calmos.</mark></strong> <br><strong><mark>A ocorrência de fases explosivas deve-se à entrada de água na chaminé ou na câmara magmática.</mark></strong><br>Deste modo, a água, devido às altas temperaturas existentes, vaporiza-se originando vapor de água. O que provoca um aumento da pressão interior dos gases, causando uma erupção explosiva.<br>Um exemplo deste tipo de atividade é <strong><mark>o vulcão dos Capelinhos</mark></strong>, localizado no arquipélago dos Açores, mais precisamente na ilha do faial.<br>O video seguinte mostra-nos a ocorrência de uma fase explosiva na atividade deste vulcão.<br>Fonte:<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=UeuGVjVE3Ak"><strong><sup>https://www.youtube.com/watch?v=UeuGVjVE3Ak</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=UeuGVjVE3Ak" />
         <pubDate>2018-12-11 22:46:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade explosiva</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313657042</link>
         <description><![CDATA[<div>Este tipo de atividade envolve <strong><mark>lavas ácidas. </mark></strong>Por isso, <strong><mark>são muito viscosas</mark></strong> (fluem com dificuldade, não formando escoadas nem mantos de lava) e <strong><mark>impedem a libertação de gases (grande capacidade para os reter). </mark></strong>Esta lava <strong><mark>solidifica na cratera ou nas suas proximidades. O cone vulcânico é alto, com vertentes íngremes. </mark></strong><br>Deste modo, as erupções vulcânicas são<strong><mark> muito violentas, com projeção de materiais vulcânicos </mark></strong>(piroclastos-são tanto menores quanto maior for a pressão dos gases, ou seja, quanto mais explosiva for a erupção) <strong><mark>e formação de nuvens ardentes.</mark></strong><br>Esta imagem é do vulcão Santa Helena, dos EUA. <br>Fonte da imagem:<br><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Ejecta"><strong><sup>https://en.wikipedia.org/wiki/Ejecta</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/1dea0b24745bf3e863a19ee9d91deb0b/220px_MSH80_st_helens_eruption_plume_07_22_80.jpg" />
         <pubDate>2018-12-11 22:46:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313664093</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="http://g1.globo.com/mundo/videos/v/erupcao-do-vulcao-kilauea-no-havai-preocupa-geologistas/6750008/" />
         <pubDate>2018-12-11 23:31:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lavas encordoadas ou pahoehoe</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313664919</link>
         <description><![CDATA[<div>São <strong><mark>muito fluidas, formando "rios" de lava que se deslocam a grande velocidade. </mark></strong>A progressão destas escoadas é feita à custa do contínuo rompimento da superfície arrefecida por novas massas de lava, conferindo-lhe <strong><mark>um aspeto de cordas amontoadas.</mark></strong> <br>Fonte da imagem:<br><a href="http://spsleao.blogspot.com/2017/01/exercicio-de-identificacao-sobre.html"><strong><sup>http://spsleao.blogspot.com/2017/01/exercicio-de-identificacao-sobre.html</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 23:38:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313664919</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lavas escoriáceas ou aa</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313665091</link>
         <description><![CDATA[<div> Sendo <strong><mark>menos fluidas que as pahoehoe, progridem mais lentamente no terreno.</mark></strong> Uma vez arrefecidas, apresentam um aspeto áspero e fragmentado devido à perda rápida de gases e ao arrastamento de blocos já solidificados. <br>Nesta imagem podemos observar a lava escoriácea a avançar sobre a lava encordoada.<br>Fonte da imagem:<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lava"><strong><sup>https://pt.wikipedia.org/wiki/Lava</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/ed2439fc1348e47c95858b6e88700d3b/250px_Aa_large.jpg" />
         <pubDate>2018-12-11 23:40:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lavas em almofada ou pillow lava</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313665316</link>
         <description><![CDATA[<div>São<strong><mark> lavas fluidas que arrefecem rapidamente em contacto com a água solidificando em formas esféricas, bolbosas ou tubulares </mark></strong>(entre outras) de dimensões variáveis. <br>Fonte da imagem:<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lava_em_almofada"><strong><sup>https://pt.wikipedia.org/wiki/Lava_em_almofada</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/c60f2715d5f1c6a6489caaad047e5e3d/250px_Pillow_lava_at_Oamaru.jpg" />
         <pubDate>2018-12-11 23:42:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313665316</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313675355</link>
         <description><![CDATA[<div>O video a seguir representado demonstra erupções de carácter explosivo<strong><mark> do vulcão Krakatoa, um dos vulcões mais famosos e perigosos do planeta. </mark></strong>Penso que é violentíssimo e assustador.<br>Fonte:<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Uh6sheyQmKI"><strong><sup>https://www.youtube.com/watch?v=Uh6sheyQmKI</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=Uh6sheyQmKI" />
         <pubDate>2018-12-12 00:58:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313675355</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313678875</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Agulhas vulcânicas:</mark></strong> se ocorrer a solidificação da lava na chaminé vulcânica.<br>Fonte da imagem:<br><a href="https://pt.wikivoyage.org/wiki/Serra_Fluminense"><strong><sup>https://pt.wikivoyage.org/wiki/Serra_Fluminense</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/d5b4efb4706bc17ff425abbc69c62eae/325px_Teresopolis_Agulha_do_Diabo.jpg" />
         <pubDate>2018-12-12 01:21:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313678875</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313679254</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Nuvem ardente: </mark></strong>formam-se quando ocorre uma erupção  que é muitíssimo explosiva, sendo fluxos de gases e cinzas incandescentes que se deslocam velozmente pelas encostas, junto ao solo, arrasando e devastando tudo por onde passam. <br>Fonte da imagem:<br><a href="http://carlos.franquinho.info/2008/04/o-monte-de-santa-helena/"><strong><sup>http://carlos.franquinho.info/2008/04/o-monte-de-santa-helena/</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/0578d42321f4dd0781c36558b41bb6f2/JLM_NatGeo_Mount_St_Helens_1980_May_18.jpg" />
         <pubDate>2018-12-12 01:22:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313679254</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fumarolas</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313792568</link>
         <description><![CDATA[<div>Emissões de gases, geralmente vapor de água, através de fissuras existentes no solo. Podem ser ricos em enxofre, (sulfataras), ou em dióxido de carbono, (mofetas).<br>Fonte de um vídeo:<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=YuV8f6l55HA"><strong><sup>https://www.youtube.com/watch?v=YuV8f6l55HA</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=YuV8f6l55HA" />
         <pubDate>2018-12-12 12:00:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313792568</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nascentes termais</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313793102</link>
         <description><![CDATA[<div>Fontes de água subterrâneas, sobreaquecidas, ricas em sais minerais.<br>Fonte de uma imagem::<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vulcanismo_secund%C3%A1rio"><strong><sup>https://pt.wikipedia.org/wiki/Vulcanismo_secund%C3%A1rio</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/ef6665bd036de11bee5ebea676fec31f/Thermal_hot_spring__1_.jpg" />
         <pubDate>2018-12-12 12:02:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Géiseres</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313793258</link>
         <description><![CDATA[<div>Repuxos intermitentes de água em ebulição, observados através de fraturas no solo.<br>Fonte de uma imagem::<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vulcanismo_secund%C3%A1rio"><strong><sup>https://pt.wikipedia.org/wiki/Vulcanismo_secund%C3%A1rio</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/5337f0b725c7b48ac2e0c5a280e1ec99/Old_Faithful_Geyser_15.jpg" />
         <pubDate>2018-12-12 12:02:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313793258</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313984527</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta imagem podemos <strong><mark>observar casos práticos das manifestações vulcânicas que acabei de referir.</mark></strong><br>Sendo a sua classificação em:<br>Vulcanismo de subducção-A (entre placas oceânicas) e A (entre uma placa oceânica e uma continental)<br>Vulcanismo de vale de rifte-B <br>Vulcanismo intraplaca-D (oceânico) e C (continental).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/03b8c78ef9357364722e97f17de416ee/C___Vulcanismo_associado_a_sistema_de_rifts__Intraplaca_continental_.jpg" />
         <pubDate>2018-12-12 18:29:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/313984527</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/314003639</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>"<em>Cientistas apontam que o catastrófico terramoto “Big One” pode estar para breve, podendo matar milhares de pessoas pelo caminho". </em></blockquote><div>Esta notícia assusta-me pois se o terramoto "Big One"(magnitude 9 que ocorreria na Califórnia) acontecer, penso que <strong><mark>será devastador e várias pessoas morrerão.</mark></strong><br>Também acho que esta notícia demonstra que a ocorrência intensa de erupções vulcânicas pode servir como "aviso" para sismos catastróficos.</div><div>Fonte da notícia:<br><a href="https://surftotal.com/noticias/internacionais/item/14190-anel-de-fogo-do-pacifico-regista-70-terramotos-em-apenas-48-horas"><strong><sup>https://surftotal.com/noticias/internacionais/item/14190-anel-de-fogo-do-pacifico</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://surftotal.com/noticias/internacionais/item/14190-anel-de-fogo-do-pacifico-regista-70-terramotos-em-apenas-48-horas" />
         <pubDate>2018-12-12 19:06:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/314003639</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Notícias</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/314065197</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta notícia verificamos que as erupções vulcânicas <strong><mark>podem "parar" temporariamente cidades e vidas.</mark></strong> Pessoalmente, ainda bem que existem medidas de evacuação e prevenção senão as consequências destas catástrofes naturais seriam <strong><mark>terríficas.</mark></strong><br>Fonte:<br><a href="https://24.sapo.pt/noticias/internacional/artigo/aeroporto-de-bali-indonesia-encerrado-temporariamente-devido-a-erupcao-vulcanica_24436697.html"><strong><sup>https://24.sapo.pt/noticias/internacional/artigo/aeroporto-de-bali-indonesia_24436697.html</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://24.sapo.pt/noticias/internacional/artigo/aeroporto-de-bali-indonesia-encerrado-temporariamente-devido-a-erupcao-vulcanica_24436697.html" />
         <pubDate>2018-12-12 21:42:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/314065197</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Notícias</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/314069129</link>
         <description><![CDATA[<div>A meu ver é <strong><mark>muito triste observar que morrem milhares de pessoas anualmente devido a erupções vulcânicas.</mark></strong><br>Fonte da notícia:<br><a href="https://www.terra.com.br/noticias/quantas-pessoas-morrem-em-erupcoes-de-vulcoes-anualmente,9c9597ad7d53f28a0377f24e58255365tvxik3pr.html"><strong><sup>https://www.terra.com.br/noticias/quantas-pessoas-morrem-em-erupcoes-de-,9c9597ad7d53f28a0377f24e58255365tvxik3pr.html</sup></strong></a><strong><sup><br></sup></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.terra.com.br/noticias/quantas-pessoas-morrem-em-erupcoes-de-vulcoes-anualmente,9c9597ad7d53f28a0377f24e58255365tvxik3pr.html" />
         <pubDate>2018-12-12 21:59:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/314069129</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conclusão retirada da atividade</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/314077784</link>
         <description><![CDATA[<div>Assim, podemos concluir que<strong><mark> as alterações na temperatura afetam a fluidez/viscosidade das lavas, por isso modificando o tempo que demoram para percorrer uma certa distância e consequentemente a sua velocidade.</mark></strong><br>Posto isto, podemos verificar que existem dois tipos de variáveis nesta atividade prática:</div><ul><li><strong><mark>Variável independente: </mark></strong>temperatura.</li><li><strong><mark>Variáveis dependentes: </mark></strong>viscosidade/fluidez, tempo e velocidade de escorrência.</li></ul><div>Em suma, verificámos que<strong><mark> um magma mais quente</mark></strong> possui <strong><mark>menor viscosidade</mark></strong>, é <strong><mark>mais fluido</mark></strong>, logo possui <strong><mark>maior capacidade de escorrência </mark></strong>e <strong><mark>liberta gases com facilidade</mark></strong> (não têm capacidade para os reter). Este origina <strong><mark>atividade efusiva.</mark></strong> Contrariamente a <strong><mark>um magma frio</mark></strong>, que é <strong><mark>mais viscoso</mark></strong>, <strong><mark>fluindo com dificuldade</mark></strong>, logo possuindo <strong><mark>menor capacidade de escorrência </mark></strong>e <strong><mark>consegue reter os gases</mark></strong>. Este origina<strong><mark> atividade explosiva.</mark></strong><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-12 22:40:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/314077784</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mistura M3 a 5ºC</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/314095082</link>
         <description><![CDATA[<div>Aqui podemos registar que<strong><mark> o tempo</mark></strong> que demorou a percorrer os 20 cm foi 210 segundos (3,30 minutos), sendo<strong><mark> o maior</mark></strong> e a sua <strong><mark>velocidade</mark></strong> foi 0,095 cm/s, sendo <strong><mark>a menor.</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-13 00:54:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mistura M3 a 50ºC</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/314095191</link>
         <description><![CDATA[<div>Registou-se que demorou 38,8 segundos a percorrer os 20 cm, e a sua velocidade foi 0,52 cm/s.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/be023bbab8410e5d095966d9e06f642f/My_Movie38_8.wlmp" />
         <pubDate>2018-12-13 00:55:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Microscópio e células eucarióticas</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/338369671</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta foi a primeira atividade prática que realizamos no âmbito da disciplina na parte referente à <strong><mark>Biologia.</mark></strong> Por este motivo, analisamos primeiramente o <strong><mark>microscópio ótico composto</mark></strong> com atenção, o que nos <strong><mark>permitiu conhecê-lo e assim, as suas características.</mark></strong><br>Posteriormente, observamos ao microscópio <strong><mark>uma letra de jornal, (F),</mark></strong> e <strong><mark>dois fios de cabelo</mark></strong>, sendo um <strong><mark>mais claro (loiro), e outro mais escuro.</mark></strong><br>E, por fim, ainda podemos visualizar no microscópio <strong><mark>células de epiderme interior das túnicas de cebola </mark></strong>(células eucarióticas vegetais) e depois, <strong><mark>células do epitélio lingual </mark></strong>(células eucarióticas animais).<br>Fonte da imagem:<br><strong><sup>http://biologiaanagarcia.blogspot.com/2016/04/praticas-experimentais-de-biologia-1.html</sup></strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/36f3b65b82b95b5cab6c05ea8f6b06b7/teoria_e_pr_tica.jpg" />
         <pubDate>2019-03-06 13:53:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/339610615</link>
         <description><![CDATA[<div>No 10° ano, em<strong><mark> biologia</mark></strong>, os conteúdos abordados de forma sintetizada neste <strong><mark>padlet</mark></strong> serão: <br>Lince Ibérico e biosfera (trabalho de pesquisa); microscópio e células eucarióticas; osmose...<br>Fonte da imagem:<br><sup>www.istockphoto.com</sup></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/a9a876e52e6d6a52c0ab6be0de169f96/istockphoto_851442300_1024x1024.jpg" />
         <pubDate>2019-03-09 22:53:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/339610615</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Qual era o objetivo da realização desta pesquisa?</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/339660987</link>
         <description><![CDATA[<div>No inicio do <strong><mark>2º Período</mark></strong>, para marcar o inicio do estudo da Biologia, o professor propôs-nos a realização de um trabalho sobre o<strong><mark> Lince Ibérico</mark></strong>. Posto isto, tendo em consideração a divisão dos grupos pelos<strong><mark> dois turnos </mark></strong>(três em cada turno), realizamos um sorteio na aula de turnos para saber quem iria ficar com um dos <strong><mark>três temas</mark></strong> possíveis de serem trabalhados.<br>Estes temas são:<br>Tema 1 – Caracterização do lince-ibérico e seu posicionamento na hierarquia biológica e na estrutura do ecossistema.<br><strong><mark>Tema 2 </mark></strong>– Análise e interpretação dos fatores que conduziram o lince-ibérico à beira da extinção.<br>Tema 3 – Esforços de conservação em curso, com identificação de locais, projetos, práticas e resultados obtidos bem como limitações e ameaças ao futuro da espécie.<br>Ao meu grupo foi sorteado<strong><mark> o tema 2.</mark></strong><br>Após a realização desta pesquisa, elaborámos<strong><mark> um resumo de toda a informação pertinente que recolhemos a partir desta.</mark></strong><br>Deste modo, fizemos este trabalho com a finalidade de tornar o estudo desta 1ª parte da biologia mais <strong><mark>interativo, criativo e interessante.</mark></strong><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-10 11:38:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/339660987</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aspetos gerais sobre o Lince-ibérico</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/339665889</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong><mark>lince-ibérico</mark></strong> (nome científico: <strong><mark>Lynx pardinus</mark></strong>), é uma espécie de mamífero da <strong><mark>família Felidae</mark></strong> e <strong><mark>género Lynx.</mark></strong><br>Esta espécie, somente existe na <strong><mark>Península Ibérica</mark></strong> e encontra-se <strong><mark>em vias de extinção</mark></strong>.<br>Assim sendo, isto deve-se á ocorrência de <strong><mark>desequilíbrios no seu ecossistema </mark></strong>(conjunto de seres vivos, de espécies diferentes, que habitam a mesma região e estabelecem relações entre si-(comunidade biótica) e o ambiente físico e químico que a rodeia, incluindo as relações entre ambos).<br>O <strong><mark>ecossistema</mark></strong> do Lince Ibérico é o <strong><mark>bosque mediterrânico</mark></strong>, que inclui todas as especificidades que este necessita para<strong><mark> a sua sobrevivência.</mark></strong><br>Fonte da imagem:<br><strong><sup>https://www.donanareservas.com/es/la-poblacion-de-lince-iberico-sigue-creciendo/</sup></strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/5c14a5d040d75e14b64df2f706798948/post_lince_iberico.jpg" />
         <pubDate>2019-03-10 12:26:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/339665889</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A &quot;quase extinção&quot; do Lince-ibérico</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/339678449</link>
         <description><![CDATA[<div>Como podemos verificar pela observação do <strong><mark>gráfico </mark></strong>e das <strong><mark>duas imagens</mark></strong> que nos demonstram a distribuição do lince-Ibérico em <strong><mark>1980 e 2003</mark></strong> respetivamente, a espécie de <strong><mark>lince-ibérico diminuiu 80% nos últimos vinte anos. </mark></strong><br>Segundo o <strong><mark>gráfico</mark></strong>, é estimado que <strong><mark>existia em 1960 cerca de 5000 indivíduos</mark></strong>, cerca de <strong><mark>400 em 2000</mark></strong>, <strong><mark>menos de 200 em 2002,</mark></strong> e <strong><mark>possivelmente menos de 100 em Março de 2005. </mark></strong><br>A partir das<strong><mark> duas outras imagens,  podemos verificar o mesmo. </mark></strong>Os linces ibéricos tinham <strong><mark>uma distribuição muito mais elevada em 1980 do que em 2003</mark></strong>, sendo que neste ano<strong><mark> a distribuição geográfica da espécie era escassa, encontrando-se muito próxima da sua extinção</mark></strong>.<br>Fonte das três imagens:</div><div><strong><sup>https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince-ibérico</sup></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-10 14:19:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/339678449</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/339680001</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-10 14:31:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/339680001</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/339680071</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/bd5ddbdb16e00cac8af8d2a8c4c94558/Mapa_distribuicao_lynx_pardinus_2003.png" />
         <pubDate>2019-03-10 14:31:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/339680071</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Porquê que o Lince-ibérico foi classificado como &quot;criticamente ameaçado&quot;?          Influência humana</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344501116</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong><mark>Lince Ibérico</mark></strong> é uma espécie num estado de<br><strong><mark>grande vulnerabilidade</mark></strong>.<br>Isto deve-se, essencialmente, a <strong><mark>dois fatores principais</mark></strong>. Um deles é a <strong><mark>regressão da sua principal presa</mark></strong> (o coelho-bravo-75% da sua dieta), tendo sido afetado por <strong><mark>doenças virais</mark></strong>. Uma dessas doenças, a mixomatose, espalhou-se na Península Ibérica depois de um médico a ter introduzido intencionalmente na França, em 1952. Como o<strong><mark> Lince alimenta-se quase exclusivamente destes animais</mark></strong>, tornou-se <strong><mark>muito dependente das flutuações do número de coelhos</mark></strong>, (o coelho bravo e o Lince Ibérico são <strong><mark>espécies interdependentes</mark></strong>). O outro fator é uma <strong><mark>grande consequência da ação humana</mark></strong>: <strong><mark>a destruição e a deterioração do seu habitat, </mark></strong>devido ao abatimento de árvores para a construção de<br>estradas e barragens, aos fogos florestais, e ao  sobrepastoreio. Além disso, outro problema é a  substituição dos matagais e bosques mediterrânicos pelas plantações de espécies florestais exóticas (eucalipto, pinheiro-bravo...) destinadas à produção florestal intensiva, campos de monoculuras intensivas e extensas pastagens. Deste modo, isto <strong><mark>afeta imenso o Lince pois é uma espécie muito seletiva,</mark></strong> que prefere habitar zonas temperadas de bosque mediterrânico, onde a presença humana seja <strong><mark>pouca </mark></strong>ou <strong><mark>nenhuma</mark></strong>, isto é, bosques do Centro e Sul da Península Ibérica.  Embora com <strong><mark>menor importância</mark></strong>, existem <strong><mark>outros fatores que contribuíram para a diminuição do Lince-ibérico</mark></strong>, como atropelamentos acidentais (supomos), nas estradas junto ao seu habitat; práticas ilegais, tais como a caça por emboscada, o furtivismo e o uso de venenos por parte do Homem; a perturbação humana nas áreas de reprodução; falta de informação; e o aquecimento global, (existe devido à ação humana) que provoca a desertificação.<br>Na imagem podemos observar um Lince a consumir um coelho bravo.<br>Fontes:<br>1ª imagem:<br><strong><sup>http://linceemportugal.blogspot.com/p/info-lince-iberico.html<br></sup></strong>2ª imagem:<strong><sup><br>http://areasprotegidas.icnf.pt/lince/index.php/lince-iberico/caracteriza-especie/habitat<br></sup></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/17e9ebf2aa6bbe9ff2c185e27d732b4b/IMGP3714__1_.jpg" />
         <pubDate>2019-03-23 22:32:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344501116</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Situação atual </title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344506035</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar dos <strong><mark>esforços contínuos</mark></strong>,<br>por parte de <strong><mark>Portugal, Espanha<br>e não só</mark></strong>, o Lince Ibérico<br><strong><mark>continua numa situação crítica,<br></mark></strong>mesmo assim a situação<strong><mark> parece<br>ser reversível</mark></strong>, uma vez que a<br>criação em cativeiro <strong><mark>está a dar<br>certo.</mark></strong><br><strong><mark>Estima-se que atualmente<br>existem 550 linces ibéricos na<br>Natureza.<br></mark></strong>Fonte da imagem:<br><strong><sup>https://www.publico.pt/lince-iberico</sup></strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/aabdfe1b96e02121ac46b5a3940fbf47/1332561.jpg" />
         <pubDate>2019-03-24 00:03:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344506035</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Lince ibérico – o Felino Mais Ameaçado do Mundo&quot;</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344507055</link>
         <description><![CDATA[<div>Pessoalmente, esta notícia é <strong><mark>preocupante </mark></strong>pois demonstra como nós, seres humanos, por pura irresponsabilidade, deixamos chegar esta espécie ao <strong><mark>"limiar da extinção". </mark></strong></div><blockquote>"Estas duas populações estão isoladas entre si o que ainda as torna mais vulneráveis".</blockquote><div>A meu ver, espero que continuem <strong><mark>a insistir na junção das duas populações </mark></strong>de Lince-ibérico que se encontram separadas, pois assim, <strong><mark>poderia aumentar a diversidade genética </mark></strong>desta espécie, cuja diversidade genética (variedade de genes que existem para uma determinada característica) é<strong><mark> pobre.</mark></strong></div><div>Fonte da notícia: <strong><sup><br>https://www.natureza-portugal.org</sup></strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.natureza-portugal.org/o_nosso_planeta/especies/top_5_das_especies_de_portugal___as_cinco_especies_mais_ameacadas_e_emblematicas_de_portugal/lince_iberico___o_felino_mais_ameacado_do_mundo/" />
         <pubDate>2019-03-24 00:26:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344507929</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta é uma imagem do habitat do lince, o bosque mediterrâneo.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/bf919fdf5204b2029b4af7d4904b738d/habitat_5__1_.jpg" />
         <pubDate>2019-03-24 00:44:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344507929</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Lince ibérico encontrado morto em Espanha com 300 chumbos de caçadeira&quot;</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344508292</link>
         <description><![CDATA[<div>Primeiramente, esta notícia é completamente devastadora, pois ficamos a pensar que matar um lince é terrível, mas matar um com 300 tiros? É ridículo. Estas pessoas não possuem humanidade, pois isso não é possível para realizarem um ato destes.</div><blockquote>"Acontecimentos como este são dramáticos para o esforço de dois países (Portugal e Espanha) e 22 parceiros".</blockquote><div>E, ainda ignoram os esforços conjuntos de dois países para evitar a todo o custo a extinção desta espécie.<br>Fonte da notícia:<br><strong><sup>https://www.dn.pt/vida-e-futuro/interior/lince-iberico-encontrado-morto-de-cacadeira-10382633.html</sup></strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dn.pt/vida-e-futuro/interior/lince-iberico-encontrado-morto-em-espanha-com-300-chumbos-de-cacadeira-10382633.html" />
         <pubDate>2019-03-24 00:52:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344508292</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Microscópio ótico composto e a sua constituição</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344574173</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem <strong><mark>dois tipos</mark></strong> de microscópios óticos compostos: </div><ul><li><strong><mark>Microscópio monocular </mark></strong>(um "olho"-ocular).</li></ul><div>Fonte da imagem:<br><strong><sup>http://www.medicalexpo.com/pt/prod/motic-europe/product-69458-799345.html</sup></strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/8b31cb3e03c9f4e038168fe80813d270/113211_12928440_1_.jpg" />
         <pubDate>2019-03-24 16:17:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344574173</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344575937</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong><mark>Microscópio binocular</mark></strong> (dois "olhos"-oculares).</li></ul><div>Fonte da imagem:<br><strong><sup>http://www.medicalexpo.com/pt/prod/motic-europe/product-69458-508346.html</sup></strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/d10f64f1fe6dceca9b484fecdf2f528f/69458_3291841.jpg" />
         <pubDate>2019-03-24 16:32:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344575937</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344587993</link>
         <description><![CDATA[<div>O microscópio ótico composto possui <strong><mark>duas</mark></strong> partes distintas: a <strong><mark>parte ótica </mark></strong>e a <strong><mark>parte mecânica.</mark></strong><br>A<strong><mark> parte ótica</mark></strong> é constituída por:</div><ul><li><strong><mark>a ocular</mark></strong> (torna a imagem fornecida pela objetiva maior-ampliação, <strong><mark>10x</mark></strong>);</li><li><strong><mark>as objetivas</mark></strong> (permitem ampliar a imagem do objecto 4x,(vermelha), 10x, (amarela), 40x, (azul)). O <strong><mark>poder de ampliação da imagem</mark></strong> é calculado pela <strong><mark>multiplicação do poder da objetiva pelo poder da ocular.</mark></strong></li><li><strong><mark>o condensador</mark></strong> (condensa a luz numa área que está iluminada, distribuindo-a);</li><li><strong><mark>o diafragma</mark></strong> (controla a quantidade de luz);</li><li><strong><mark>fonte de luz</mark></strong> (lâmpada).</li></ul><div>A <strong><mark>parte mecânica,</mark></strong> por sua vez, possui os seguintes constituintes:</div><ul><li><strong><mark>tubo ou canhão</mark></strong> (onde se insere a ocular);</li><li><strong><mark>revólver</mark></strong> (ao rodá-lo podemos trocar rapidamente de <strong><mark>objetiva</mark></strong>);</li><li><strong><mark>mesa ou platina</mark></strong> (onde se fixa a lâmina a ser observada) e <strong><mark>pinças</mark></strong> (ajudam à fixação da preparação);</li><li><strong><mark>parafusos,</mark></strong> (sendo que o <strong><mark>parafuso macrométrico</mark></strong> faz movimentos de grande amplitude na platina e o <strong><mark>parafuso micrométrico </mark></strong>realiza movimentos de focagem da imagem, impercetíveis);</li><li><strong><mark>braço</mark></strong> (dá estrutura ao microscópio, segurando os outros componentes);</li><li><strong><mark>pé ou base</mark></strong> (onde se aplicam todas as outras partes constituintes do microscópio).</li></ul><div>Devemos pegar no microscópio com <strong><mark>uma mão na base e a outra no braço.</mark></strong><br>Nota:<strong><mark> não confundir o microscópio com uma lupa</mark></strong> pois esta é usada para observar objetos opacos e o microscópio e utilizado para visualizar objetos transparentes.<br>Fonte da imagem de um microscópio óptico composto monocular:<br><strong><sup>https://www.slideshare.net/Pelosiro/ppt1-38387821/2?smtNoRedir=1</sup></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-24 18:05:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344587993</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Video sobre o Lince-ibérico</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344602864</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu considero este vídeo interessante pois demonstra-nos um pouco da vida do Lince conjugando vários momentos cruciais, num curto período de tempo, o que não é fácil.<br>Fonte:<br><strong><sup>https://www.youtube.com/watch?v=lPIwtVAs3Aw</sup></strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=lPIwtVAs3Aw" />
         <pubDate>2019-03-24 19:57:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344602864</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Observação de uma letra de jornal, (F), ao microscópio </title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344607153</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Material:</mark></strong></div><ul><li>jornal;</li><li>tesoura;</li><li>conta-gotas;</li><li>pinça;</li><li>microscópio ótico;</li><li>lâminas e lamelas;</li><li>água destilada.</li></ul><div><strong><mark>Procedimento:</mark></strong><br>Primeiramente, após recortamos a letra F de um jornal, colocámos sobre uma lâmina uma gota de água destilada e a letra de jornal virada na nossa direção. A seguir, cubrimos a preparação com a lamela a 45 graus, tendo o cuidado de a deixar <strong><mark>cair lentamente sobre o F com o intuito de não formar bolhas. </mark></strong>Posteriormente, observamos a preparação temporária ao microscópio. Por fim, <strong><mark>movemos  a lâmina para cima e para baixo, para a direita e para a esquerda, de modo a observarmos as várias posições da letra de jornal, (F).</mark></strong><br>Mais tarde, ocorreu a discussão dos resultados obtidos.<br><br>Ampliação total da letra de jornal do vídeo:<br>4x10=40x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-24 20:27:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344607153</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Discussão de resultados obtidos </title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344615282</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta parte da atividade, vimos que <strong><mark>quanto mais movimentarmos e ampliarmos a preparação que contém a letra de jornal, mais detalhes e características da imagem podemos visualizar, </mark></strong>porque a vemos muito mais pormenorizada. Assim sendo, quando a imagem está bastante ampliada, já nem visualizamos a letra na totalidade e é possível ver as fibras do papel, na tinta preta da letra F. <br>Também observamos que quando <strong><mark>movemos a lamina para baixo, é possível vemos a imagem no microscópio a mover-se para cima e vice versa; e quando movemos a lamina para a esquerda, verificamos que a imagem no microscópio, se move para a direita, e vice versa.</mark></strong><br><br>Ampliação total da letra de jornal:<br>4x10=40x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-24 21:22:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344615282</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344621074</link>
         <description><![CDATA[<div>Ampliação total da letra de jornal:<br>10x10=100x</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/0fd109041c1303bbb2ecd2bf8103dde9/53053619_395694384574982_4265068838946603008_n__1_.jpg" />
         <pubDate>2019-03-24 22:04:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344621074</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344621119</link>
         <description><![CDATA[<div>Ampliação total da letra de jornal:<br>40x10=400x</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/e772b5df80c1d22b73c6c2a52512b705/52426803_350258979157190_4382116095151046656_n__1_.jpg" />
         <pubDate>2019-03-24 22:05:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão retirada desta parte da atividade</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344622502</link>
         <description><![CDATA[<div>Deste modo, a partir desta parte da atividade posso concluir que a imagem observada ao microscópio possui<strong><mark> três características:</mark></strong> <strong><mark>é invertida, simétrica e ampliada. </mark></strong>Além disso,  a imagem está orientada e também se desloca no sentido contrário ao real.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-24 22:16:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/344622502</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346670712</link>
         <description><![CDATA[<div>No 10° ano, em <strong><mark>geologia</mark></strong>, os conteúdos abordados de forma sintetizada neste <strong><mark>padlet</mark></strong> serão: interações de subsistemas terrestres; ciclo das rochas/litológico; tectónica de placas; vulcanismo-fluxos de lava; visita de estudo a Peniche.<br>Fonte da imagem: <br><sub>https://st2.depositphotos.com/2454953/10564/i/950/depositphotos_105643122-5.jpg</sub></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/ebd7c9ea29e3832f7d83f0c966ec4c8d/depositphotos_105643122_stock_photo_geology_word_cloud_concept_5.jpg" />
         <pubDate>2019-03-29 18:30:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346670712</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Observação de dois fios de cabelo ao microscópio</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346674038</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Material:</mark></strong></div><ul><li>tesoura;</li><li>conta-gotas;</li><li>pinça;</li><li>microscópio ótico;</li><li>lâminas e lamelas;</li><li>água destilada;</li><li>dois fios de cabelo, (um mais claro (loiro), e outro mais escuro).</li></ul><div><strong><mark>Procedimento:<br></mark></strong>Primeiramente, recortá-mos <strong><mark>dois fios de cabelo, de cores diferentes. </mark></strong><br>Posteriormente, colocámos sobre a lâmina uma gota de água destilada e estes <strong><mark>dois fios, estando cruzados um sob o outro.</mark></strong><br>Depois cubrimos a preparação com a lamela.<br>A seguir, observámo-la ao microscópio ótico, focando-a com a objetiva de menor ampliação (começamos sempre a observar com esta). Verificamos <strong><mark>se conseguimos focar, simultaneamente, e com a mesma nitidez, os dois fios de cabelo cruzados.</mark></strong><br>Por fim, <strong><mark>tentar fazer a mesma operação de focagem</mark></strong> de ambos os fios cruzados com as objetivas seguintes, que possuam maior poder ampliador.<br>Mais tarde, ocorreu a discussão dos resultados obtidos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-29 18:41:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346674038</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346785836</link>
         <description><![CDATA[<div>Na minha opinião várias das características que as células têm são interessantes e curiosas.<br><strong><mark>A maioria das células são muito pequenas, sendo fascinante e engraçado até certo ponto o facto de que sem elas, não era possível a nossa existência.</mark></strong></div><blockquote>"Toda matéria viva é constituída de pequenas estruturas, denominadas de células. A definição mais comum de células diz que elas são as “unidades básicas da vida”.  É um tanto quanto injusto defini-las assim, pois o termo “básica” remete àquela imagem do ensino médio: uma simples bolsa aquosa com enzimas e alguns compartimentos em seu interior, aparentemente entediante e relativamente simples."</blockquote><div> Fontes:<br><strong><sup>http://profissaobiotec.com.br/10-fatos-curiosos-sobre-as-celulas/</sup></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 15:11:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Beatriz Macedo</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346814962</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 19:58:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Discussão dos resultados obtidos</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346826254</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir da observação dos<strong><mark> dois fios de cabelo cruzados </mark></strong>um sobre o outro, sendo um deles mais claro (loiro), e outro mais escuro, vimos que <strong><mark>apenas podemos visualizar o fio que se encontra por cima focado, e o fio que se encontra por baixo desfocado.</mark></strong> <strong><mark>Ao focarmos o fio que está em baixo o que está em cima ficará desfocado.</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 21:43:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão retirada desta parte da atividade</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346826935</link>
         <description><![CDATA[<div>Assim sendo, foi possível concluir que estamos <strong><mark>a ver os dois fios de cabelo cruzados num só plano, e os fios de cabelo encontram-se em planos diferentes.<br></mark></strong>Deste modo, <strong><mark>só conseguimos focar um fio de cabelo num plano enquanto que o o outro está desfocado, (está no outro plano), não sendo possível ver todas as características ao microscópio focadas. </mark></strong><br>Posto isto, a focar um fio, desfocando o outro, estamos a <strong><mark>alterar a profundidade de campo.</mark></strong><br>Por isso, foi possível perceber que um objeto possui<strong><mark> três dimensões, é 3D</mark></strong>, (comprimento, largura e profundidade).</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 21:54:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346828501</link>
         <description><![CDATA[<div>Ampliação total:<br>4x10=40x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 22:16:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346828545</link>
         <description><![CDATA[<div>Ampliação total:<br>10x10=100x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 22:16:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346828551</link>
         <description><![CDATA[<div>Na primeira imagem, podemos observar o que acabamos por concluir, pois<strong><mark> o fio de cabelo mais claro está focado, e, por isso, o mais escuro está desfocado.</mark></strong><br>Na segunda imagem observamos o oposto: <strong><mark>o fio de cabelo mais escuro está focado, e, assim, o mais claro está desfocado.</mark></strong><br>Ampliação total de ambas as imagens:<br>40x10=400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 22:16:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346829004</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 22:25:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação de células eucarióticas vegetais e animais ao microscópio</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346831545</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta última parte da atividade prática, observámos dois tipos de células eucarióticas: <strong><mark>células eucarióticas animais e células eucarióticas vegetais, tendo como objetivo o seu reconhecimento e diferenciação.</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 23:09:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1ª fase: Observação de células eucarióticas vegetais</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346832354</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>I-Células de epiderme interior das túnicas de cebolas (células eucarióticas vegetais)<br></strong><br><strong><mark>Material:</mark></strong></div><ul><li>microscópio ótico;</li><li>lâminas e lamelas;</li><li>pinça;</li><li>bisturi;</li><li>azul de metileno;</li><li>água iodada;</li><li>vermelho-neutro;</li><li>epiderme interior das túnicas de cebola.</li></ul><div><strong><mark>Procedimento:</mark></strong></div><ol><li>Coloque sobre três lâminas distintas, respetivamente, uma gota de azul de metileno, uma gota de água iodada e uma gota de vermelho-neutro;</li><li>Com o auxílio da pinça, destaque um fragmento de epiderme da face côncava de uma túnica de cebola, (película muito fina para não existir sobreposição de células);</li><li>Com o bisturi, divida o fragmento em pequenas porções (cerca de 5mm), colocando cada uma delas bem estendida sobre o corante, que se encontra em cada uma das lâminas;</li><li>Cubra lentamente as três preparações com as lamelas e observe-as ao microscópio;</li><li>Discussão dos resultados obtidos. </li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 23:21:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Discussão dos resultados obtidos</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346845866</link>
         <description><![CDATA[<div>Na 1ªfase desta parte da atividade podemos <strong><mark>reconhecer uma célula vegetal,</mark></strong> distinguido-a perfeitamente de uma célula animal.<br>E, na 2ªfase desta parte da atividade, podemos<strong><mark> reconhecer uma célula animal,</mark></strong> que também distinguimos de uma célula vegetal. Isto ocorreu através da sua observação ao microscópio ótico composto, no qual <strong><mark>podemos visualizar os diferentes efeitos causados pelo uso de distintos corantes nos dois tipos de células. </mark></strong>Deste modo, observamos características diferenciadas destas células como<strong><mark> vacúolos (dimensões) e localização do núcleo, o facto de não existir parede celular.</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 03:08:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células do epitélio da cebola usando vermelho-neutro</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346847173</link>
         <description><![CDATA[<div>Ampliação total:<br>4x10=40x</div>]]></description>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346847285</link>
         <description><![CDATA[<div>Ampliação total:<br>10x10=100x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 03:37:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346847378</link>
         <description><![CDATA[<div>Ampliação total:<br>40x10=400x</div>]]></description>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células do epitélio da cebola usando água iodada</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346847448</link>
         <description><![CDATA[<div>Ampliação total:<br>4x10=40x</div>]]></description>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346847658</link>
         <description><![CDATA[<div>Ampliação total:<br>40x10=400x</div>]]></description>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346847673</link>
         <description><![CDATA[<div>Ampliação total:<br>10x10=100x</div>]]></description>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células do epitélio da cebola usando azul de metileno</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346847778</link>
         <description><![CDATA[<div>Ampliação total:<br>40x10=400x</div>]]></description>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346847821</link>
         <description><![CDATA[<div>Ampliação total:<br>10x10=100x</div>]]></description>
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      </item>
      <item>
         <title>2ª fase: Observação de células eucarióticas animais</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346847914</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>II-Células do epitélio lingual (células animais)<br></strong><br><strong><mark>Material:</mark></strong></div><ul><li>microscópio ótico;</li><li>lâminas e lamelas;</li><li>pinça;</li><li>palito;</li><li>azul de metileno;</li><li>epitélio lingual.</li></ul><div><strong><mark>Procedimento:</mark></strong></div><ol><li>Coloque uma gota azul de metileno numa lâmina;</li><li>Com um palito, raspe levemente a superfície dorsal da língua, colocando  o produto obtido sobre a gota de corante;</li><li>Cubra com a lamela e observe ao microscópio;</li><li>Discussão dos resultados obtidos</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 03:50:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão retirada desta última parte da atividade</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346848370</link>
         <description><![CDATA[<div>Através da realização desta última parte da atividade prática podemos concluir que no caso das <strong><mark>células do epitélio da cebola, cada corante permitiu-nos fazer uma observação com diferentes pontos de vista. </mark></strong>O <strong><mark>azul de metileno</mark></strong> permitiu-nos a observação de <strong><mark>núcleos</mark></strong>; com o uso da<strong><mark> água iodada</mark></strong> podemos observar  <strong><mark>a membrana celular, a parede celular e também os núcleos</mark></strong>; com o <strong><mark>vermelho-neutro</mark></strong> foi possível visualizar <strong><mark>vacúolos.</mark></strong> <br>Assim, concluímos que na <strong><mark>célula eucariótica vegetal, o núcleo encontra-se na zona periférica </mark></strong>devido à existência de vacúolos de grandes dimensões e <strong><mark>têm geometria.</mark></strong><br>No caso das células do <strong><mark>epitélio lingual apenas foi usado o azul de metileno,</mark></strong> que nos permitiu a observação de<strong><mark> núcleos.</mark></strong><br>Não foram usados os outros dois corantes, uma vez que <strong><mark>a célula animal não possui vacúolos de grandes dimensões</mark></strong>, e por isso, o <strong><mark>o núcleo localiza-se na zona central.</mark></strong> A célula animal<strong><mark> também não têm parede celular, sendo que a sua membrana esteja dobrada. </mark></strong>Não têm geometria e possuem formas irregulares, disformes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 03:58:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células do epitélio lingual usando azul de metileno</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346848457</link>
         <description><![CDATA[<div>Ampliação total:<br>10x10=100x</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/63de4f35678494b5dd7990049fb24a19/55826980_561430960931634_8843201945792413696_n.jpg" />
         <pubDate>2019-03-31 04:00:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346848509</link>
         <description><![CDATA[<div>Ampliação total:<br>40x10=400x</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/36739137f929bedac4fe95b8714e5592/55807351_414242696054595_5427262297477218304_n__1_.jpg" />
         <pubDate>2019-03-31 04:01:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346852933</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia<strong><mark> 8 de março de 2019</mark></strong>, os alunos do curso de CT participaram numa visita de estudo<strong><mark> a Peniche.</mark></strong><br>Posto isto, esta foi realizada com o intuito de <strong><mark>compreender e consolidar melhor os conteúdos aprendidos da parte de geologia da disciplina.</mark></strong><br>Assim, tivemos <strong><mark>oportunidade de aplicar os nossos conhecimentos</mark></strong> analisando e encontrando fósseis, obtendo inúmeras informações sobre a sua génese e o local onde ocorreu, descrever paisagens geológicas e ainda as principais rochas existentes nos locais visitados.<br>Para isso, foi-nos fornecido um <strong><mark>guia da saída de campo,</mark></strong> como material de suporte.<br>Então, sem mais demoras, vamos lá falar um pouco sobre esta fantástica visita a Peniche, que é uma reflexão do passado da Terra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 05:09:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Locais visitados</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346854040</link>
         <description><![CDATA[<div>Nós na vista de estudo visitamos <strong><mark>uma série de locais sem igual:</mark></strong></div><ul><li>Praia da Consolação;</li><li>Cabo Carvoeiro;</li><li>Remédios;</li><li>Ponta do Trovão e Praia do Abalo;</li><li>Papôa;</li><li>Baleal.</li></ul><div>As <strong><mark>principais rochas que podemos encontrar,</mark></strong> de uma forma mais geral, neste local são:</div><ul><li>Granitos, (rocha magmática plutónica);</li><li>Micaxistos, (rocha metamórfica);</li><li>Gnaisses, (rocha metamórfica);</li><li>Calcários (rocha sedimentar) e outras rochas carbonatadas.</li></ul><div>Posteriormente, irei colocar fotos de todos os locais, mas <strong><mark>só irei abordar um</mark></strong> (diferente do das minhas colegas de grupo), de forma mais aprofundada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 05:37:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Crinoides Pentacrinus penichensis (observada nos Remédios)</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346854887</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 05:55:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346854983</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 05:58:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346855223</link>
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         <pubDate>2019-03-31 06:04:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cabo carvoeiro</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346855331</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 06:07:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346855539</link>
         <description><![CDATA[<div>Fóssil de amonite, observado na Ponta do Trovão e Praia do Abalo</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 06:12:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346855655</link>
         <description><![CDATA[<div>Fóssil de belemite (longitudinal), observado na Ponta do Trovão e Praia do Abalo</div>]]></description>
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      </item>
      <item>
         <title>Ponta do Trovão e Praia do Abalo</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346855842</link>
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      </item>
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         <title>Papôa</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346856317</link>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346856574</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346856587</link>
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         <pubDate>2019-03-31 06:31:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346856633</link>
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      </item>
      <item>
         <title>Baleal</title>
         <author>catarina_dias410</author>
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         <pubDate>2019-03-31 06:37:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346856922</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 06:38:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Praia da Consolação</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346857424</link>
         <description><![CDATA[<div>O local que decidi abordar de forma mais detalhada foi <strong><mark>a Praia da Consolação, </mark></strong>devido à sua impotência, e pelo facto de ter vários fósseis, o que para mim é completamente fascinante.<br>As<strong><mark> condições ambientais</mark></strong> no momento em que a visitamos foram: </div><ul><li>Pluviosidade: ausente;</li><li>Nebulosidade: pouca;</li><li>Vento: moderado;</li><li>Maré: a subir.</li></ul><div>Podemos observar as seguintes <strong><mark>rochas sedimentares:</mark></strong></div><ul><li>Grés ou arenito;</li><li>Argilito;</li><li>Marga;</li><li>Calcário.</li></ul><div> <strong><mark>A Praia da Consolação </mark></strong>situa-se no litoral a sul de Peniche. Nas arribas deste local encontra-se um empilhamento de sedimentos do <strong><mark>Jurássico superior</mark></strong>, com mais de 150 M.a. (Kimeridjiano), sendo uma das <strong><mark>principais áreas de estudo deste período geológico em Portugal.</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 06:48:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346859088</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346859145</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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      </item>
      <item>
         <title>Descrição da paisagem geológica</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346859221</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta paisagem podemos observar a existência de <strong><mark>arribas expostas à erosão marinha</mark></strong>, e, que por isso, se encontram um pouco instáveis.<br>As <strong><mark>arribas sedimentares são formadas, na base, por estratos argilosos, de cor cinzenta ou amarelada, sem fósseis, alternando com estratos margosos, ricos em fósseis</mark></strong>, (devido à existência no passado de seres vivos que habitavam esta zona no Jurássico), sendo <strong><mark>mais calcários (fácies marinha) na parte inferior e mais arenosos na parte superior (fácies continental).</mark></strong><br>Posto isto, foi possível nós verificarmos a existência de uma grande diversidade de fósseis nesta zona, tais como: <strong><mark>fósseis de coral;  ouriço-do-mar; bivalve; gastrópode; ostreídeo; e rudista.</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 07:10:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346859948</link>
         <description><![CDATA[<div>Fóssil de coral (colonial), correspondente à letra F.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 07:26:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346860075</link>
         <description><![CDATA[<div>Fóssil de coral (polipeiro), correspondente à letra B.<br>(As letras pertencem ao guia de saída de campo que referi anteriormente, à tarefa 9 do mesmo).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/ff2c29158690486b7ce15d57afbf55bf/53899622_395482167701244_2864291665110106112_n.jpg" />
         <pubDate>2019-03-31 07:29:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346860336</link>
         <description><![CDATA[<div>Fósseis de bivalves, correspondentes a letra D</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 07:33:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346860413</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 07:35:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346860439</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 07:36:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346860460</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 07:36:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346860485</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 07:37:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346860553</link>
         <description><![CDATA[<div>Vários tipos de fósseis numa só foto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 07:38:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346860709</link>
         <description><![CDATA[<div>Fóssil de ostreídeo, correspondente à letra G.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 07:41:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346860890</link>
         <description><![CDATA[<div>Fóssil de coral (colonial), correspondente à letra H.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 07:44:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346860991</link>
         <description><![CDATA[<div>Fóssil de rudista, correspondente à letra I.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 07:46:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346861523</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 07:54:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão pessoal</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346862358</link>
         <description><![CDATA[<div>A meu ver, esta visita de estudo foi inesquecível, pois tivemos a oportunidade <strong><mark>de aplicar o que aprendemos em Geologia num contexto real,</mark></strong> o que é <strong><mark>muito mais interessante e produtivo do que estar a realizar exercícios para treinar a matéria</mark></strong>. Além disso, podemos<strong><mark> divertirmos um bocado e interagir uns com os outros. </mark></strong>Também<strong><mark> desenvolvemos as nossas aptidões para trabalhar em equipa, </mark></strong>pois tivemos que trabalhar com os grupos do laboratório, ajudando-nos uns aos outros com um objetivo comum.<br>Embora <strong><mark>Peniche seja um pouco distante, </mark></strong>compensou totalmente irmos lá, têm um <strong><mark>património geológico inigualável.</mark></strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-31 08:08:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A célula</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346864600</link>
         <description><![CDATA[<div>A célula é a <strong><mark>unidade estrutural e funcional de todos os seres vivos. Sem células</mark></strong>, nós pura e simplesmente <strong><mark>não estaríamos cá.</mark></strong><br>Novas células só podem ser formadas a partir de células preexistentes. A célula é <strong><mark>a unidade de reprodução, de desenvolvimento e de hereditariedade de todos os seres vivos. </mark></strong><br>Assim sendo, as células caracterizam-se por uma <strong><mark>grande diversidade morfológica e funcional. </mark></strong><br>Deste modo, <strong><mark>existem dois tipos de seres:</mark></strong></div><ul><li><strong><mark>os seres unicelulares</mark></strong> (são constituídos apenas por uma célula);</li><li><strong><mark>os seres pluricelulares</mark></strong> (são constituídos por várias células, que têm a capacidade de se associar entre si e formar mais células).<strong><mark> Estes podem apresentar muitos milhares de milhões de células.</mark></strong></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-31 08:41:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células eucarióticas e procarióticas          Diferenças                               </title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346865179</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Os seres podem ser incluídos em duas grandes categorias:</mark></strong> <strong><mark>seres procariontes</mark></strong> (possuem células procarióticas), e <strong><mark>seres eucariontes </mark></strong>(possuem células eucarióticas). <br><br><strong><mark>Diferenças entre células procarióticas e eucarióticas<br></mark></strong><br><strong><mark>Células procarióticas:</mark></strong></div><ul><li><strong><mark> São células muito simples e de dimensões reduzidas;</mark></strong> </li><li><strong><mark> Não possuem um núcleo organizado</mark></strong> (por falta de invólucro nuclear), pelo que <strong><mark>o DNA</mark></strong> (polímero de nucleótidos) <strong><mark>encontra-se disperso pelo citoplasma e constitui o nucleoide;</mark></strong> </li><li> Possui um<strong><mark> número reduzido de organelos,</mark></strong> sendo o citoplasma totalmente desprovido de organelos membranares (sistema endomembranar); </li><li>Possui um <strong><mark>citoplasma rico em ribossomas; </mark></strong></li><li><strong><mark>Exteriormente à membrana plasmática a maioria das células procarióticas tem uma complexa parede celular</mark></strong> que protege a célula e a ajuda a manter a sua forma; </li><li> <strong><mark>Todos os organismos constituídos por células procarióticas são unicelulares e designam-se por seres procariontes;</mark></strong></li><li>Alguns procariontes apresentam uma<strong><mark> cápsula a rodear a parede celular</mark></strong>, que também tem uma função protetora; </li><li>Alguns procariontes <strong><mark>apresentam na superfície prolongamentos chamados pili e flagelo; </mark></strong></li><li> Os exemplos mais comuns deste tipo de organismos são <strong><mark>as bactérias (e as cianobactérias). </mark></strong></li></ul><div><strong><mark>Células eucarióticas:</mark></strong></div><ul><li> <strong><mark>Células complexas; </mark></strong></li><li><strong><mark>Possuem um núcleo individualizado por um invólucro nuclear,</mark></strong> no interior do qual se encontra<strong><mark> o material genético</mark></strong> (várias moléculas de DNA associadas a proteínas); </li><li>Possuem um<strong><mark> elevado número de organelos membranares</mark></strong> (delimitados por membranas), ou seja,<strong><mark> possuem um sistema endomembranar;</mark></strong> </li><li><strong><mark>Os organismos que são constituídos por células eucarióticas dizem-se seres eucariontes; </mark></strong></li><li><strong><mark>Os seres eucariontes podem ser unicelulares ou multicelulares</mark></strong> (ou pluricelulares); </li><li>As células eucarióticas podem ser <strong><mark>células animais ou células vegetais. </mark></strong></li></ul><div><br>Nesta imagem podemos observar a legenda de uma <mark>célula procariótica e de uma célula eucariótica,</mark> o que demonstra, de um modo obvio, as suas diferenças.<br>Fonte da imagem:<br><a href="https://cellcode.us/quotes/vs-vegetal-celula-animal-celula.html"><strong><sup>https://cellcode.us/quotes/vs-vegetal-celula-animal-celula.html</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/ad2022de8bc0cdd8a46437452aef76c0/c_lulas.png" />
         <pubDate>2019-03-31 08:50:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346865179</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346866486</link>
         <description><![CDATA[<div>Pessoalmente este video <strong><mark>explica muito bem as diferenças entre as células procarióticas e eucarióticas.</mark></strong><br>Fonte do video:<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=iFYfP_r6VQ4"><strong><sup>https://www.youtube.com/watch?v=iFYfP_r6VQ4</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=iFYfP_r6VQ4" />
         <pubDate>2019-03-31 09:10:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346866486</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Células eucarióticas vegetais e células eucarióticas animais</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346867354</link>
         <description><![CDATA[<div> As<strong><mark> células eucarióticas animais e vegetais</mark></strong> apresentam algumas diferenças a nível estrutural. Contudo, em ambos os tipos se observam <strong><mark>três constituintes fundamentais:</mark></strong> membrana celular/membrana citoplasmática/plasmalema/ /membrana plasmática; citoplasma; e núcleo. <br><br><strong><mark>Membrana celular:</mark></strong>  delimita a célula, estabelecendo a fronteira entre o meio intracelular (interno) e o meio extracelular (externo). Constitui uma barreira seletiva, através da qual regula o fluxo de materiais e energia entre a célula e o seu meio envolvente, não sendo totalmente impermeável. Além disso, é muito sensível a estímulos do meio.<br><strong><mark>Citoplasma:</mark></strong>  espaço entre o núcleo e a membrana celular, preenchido por uma massa semifluida (hialoplasma) que sustenta diversos organelos.<br><strong><mark>Núcleo: </mark></strong>  delimitado por um invólucro membranar e poroso, está rodeado pelo citoplasma. No interior do núcleo encontra-se armazenado o material genético, o DNA, que coordena toda a atividade celular. <br><br><strong><mark>Principais diferenças entre as células animais e as células vegetais </mark></strong><br><strong><mark>Célula vegetal: </mark></strong></div><ul><li><strong><mark>possui parede celular</mark></strong>, (confere rigidez, suporte e proteção à célula vegetal);</li><li><strong><mark>cloroplastos</mark></strong> (são essenciais para a ocorrência da fotossíntese, (processo em que ocorre a transformação de matéria inorgânica em matéria orgânica), sem eles este processo não ocorreria);</li><li><strong><mark>vacúolos de grandes dimensões</mark></strong> (armazenamento de água e outras substâncias, intervém na regulação do fluxo de água e iões entre o interior e o exterior da célula)</li><li><strong><mark>apresentam maiores dimensões do que a célula animal.</mark></strong></li></ul><div><strong><mark>Célula animal:</mark></strong></div><ul><li><strong><mark>não tem parede celular;</mark></strong></li><li><strong><mark>não tem cloroplastos;</mark></strong></li><li><strong><mark>se tiver vacúolos, são de pequenas dimensões;</mark></strong></li><li><strong><mark>são mais pequenas;</mark></strong></li><li><strong><mark>possuem centríolos</mark></strong> (intervém na divisão celular, sendo responsáveis pelo crescimento);</li><li><strong><mark>possuem lisossomas </mark></strong>(vesículas esféricas de pequenas dimensões, que contém no seu interior enzimas digestivas (hidrolases), intervém na digestão intracelular).</li></ul><div>Posto isto, as células eucarióticas vegetais e animais ainda têm outros constituintes, que são comuns às duas células:</div><ul><li><strong><mark>ribossomas:</mark></strong> participam no processo de síntese de proteínas;</li><li><strong><mark>retículo endoplasmático:</mark></strong><strong> </strong>síntese e transporte de proteínas (RER, denomina-se assim pois possui ribossomas, conferindo-lhe um aspetoi rugoso), síntese de lípidos e hormonas (REL, denomina-se assim pois não possui ribossomas);</li><li><strong><mark>complexo de Golgi:</mark></strong> intervém na secreção de substâncias, no caso da célula eucariótica animal, forma lisossomas;</li><li><strong><mark>mitocôndria:</mark></strong> acolhe a maior parte do processo de respiração aeróbia; produção de ATP;</li><li><strong><mark>citosqueleto:</mark></strong> manutenção da forma da célula à custa de uma rede de fibras intercruzadas.</li></ul><div><br>Esta imagem <strong><mark>representa uma célula eucariótica animal e uma célula eucariótica vegetal, </mark></strong>legendadas e as suas respetivas diferenças.<br>Fonte da imagem:<br><a href="http://www.netxplica.com/exercicios/bio10/celulas.htm"><strong><sup>http://www.netxplica.com/exercicios/bio10/celulas.htm</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/bc2bef201dcad8557d682a0cb0638577/celulas_animal_vegetal_2.png" />
         <pubDate>2019-03-31 09:20:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Então, o que é a osmose?</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346871429</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong><mark>osmose é definida como sendo um tipo de difusão simples, só que relacionada com as moléculas de água.</mark></strong><br>Posto isto, <strong><mark>em vez de serem as moléculas de soluto a deslocar-se, são as moléculas de água que se deslocam, </mark></strong>pois a membrana é permeável à água e pouco permeável ou impermeável ao soluto.<br>Deste modo, se sabemos que a <strong><mark>osmose é um tipo de difusão simples, logo, é um transporte não mediado e passivo. </mark></strong>Se não ocorrem gastos de energia por parte da célula, sabemos que este transporte<strong><mark> ocorre a favor do gradiente de concentração de quantidade de moléculas de água.</mark></strong><br>Por isso,<strong><mark> o fluxo de água ocorre do meio hipotónico</mark></strong> (possui menor concentração de soluto, logo, maior quantidade de moléculas de água-é mais diluído) <strong><mark>para um meio hipertónico</mark></strong> (possui maior concentração de soluto, logo, menor quantidade de moléculas de água-é mais concentrado). <br>Assim sendo, <strong><mark>quanto maior a diferença de concentração (de soluto) entre dois meios maior é a velocidade osmótica.</mark></strong> <strong><mark>À medida que a diferença de concentração vai diminuindo também a velocidade osmótica diminui, acabando por estabilizar quando os dois meios se tornam isotónicos</mark></strong> (a partir deste momento o fluxo de água é igual nos dois sentidos-as entradas e saídas de água são equivalentes). Além disso, <strong><mark>a pressão necessária para contrabalançar a tendência da água se mover de uma solução hipotónica</mark></strong> (com elevada quantidade de moléculas de água) <strong><mark>para uma solução hipertónica </mark></strong>(com baixa quantidade de moléculas de água) <strong><mark>designa-se por Pressão Osmótica.</mark></strong> Logo,<strong><mark> a</mark></strong> <strong><mark>pressão osmótica é elevada em meios hipertónicos e baixa em meios hipotónicos.</mark></strong><br><br>Este video, a meu ver, explica muito bem, o que é a osmose.<br>Fonte do vídeo:<br><a href="https://pt.khanacademy.org/science/biology/membranes-and-transport/diffusion-and-osmosis/v/osmosis"><sup>https://pt.khanacademy.org/science/biology/membranes-and-transport/diffusion-and-osmosis/v/osmosis</sup></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 10:22:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346871429</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O que é a difusão simples?</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346871797</link>
         <description><![CDATA[<div>O processo de<strong><mark> difusão simples </mark></strong>é considerado um <strong><mark>transporte não mediado </mark></strong>(as substâncias atravessam a membrana sem a intervenção específica de moléculas transportadoras) <strong><mark>e transporte passivo</mark></strong> (não acarreta gastos de energia por parte da célula, uma vez que ocorre a favor do gradiente de concentração). <br>Neste processo, como <strong><mark>o transporte é a favor do gradiente de concentração,</mark></strong> dizemos que<strong><mark> as moléculas de soluto deslocam-se do meio hipertónico </mark></strong>(possui maior concentração de soluto), <strong><mark>para o meio hipotónico</mark></strong> (possui menor concentração de soluto). <strong><mark>Isto para que os dois meios fiquem isotónicos,</mark></strong> (ambos os meios têm igual concentração de soluto).<br>Assim sendo, <mark>a v</mark><strong><mark>elocidade de movimentação do soluto é diretamente proporcional à diferença de concentração entre os dois meios. </mark></strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-31 10:27:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346872010</link>
         <description><![CDATA[<div>Para entendermos o que é a osmose temos que perceber outros conceitos primeiro.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-31 10:29:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Transportes transmembranares</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346872991</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>A membrana plasmática é uma estrutura que separa o meio intracelular do meio extracelular, permitindo a passagem de diversas substâncias nos dois sentidos. </mark></strong>Esta passagem, contudo, não ocorre de igual forma para todas as substâncias.<br><strong><mark>A membrana apresenta maior permeabilidade para umas substâncias do que para outras, sendo mesmo impermeável a alguns compostos. </mark></strong>Esta <strong><mark>permeabilidade seletiva</mark></strong> está espelhada na diferente composição dos fluidos intracelular e extracelular e pode variar conforme as substâncias. A passagem de substâncias através da membrana pode ocorrer através de vários mecanismos e <strong><mark>está dependente, entre outros fatores, da configuração molecular dessas substâncias.</mark></strong><br><br>Nesta imagem, podemos observar <strong><mark>uma representação da estrutura da membrana celular, através da qual ocorrem estes transportes para a passagem de substâncias.</mark></strong><br>Posto isto, este modelo<strong><mark> (Modelo do Mosaico Fluído), </mark></strong>para a estrutura da membrana plasmática foi proposto e aceite por<strong><mark> Singer e Nicholson, em 1972. </mark></strong>Segundo este modelo, a membrana é constituída por uma <strong><mark>bicamada fosfolipídica,</mark></strong> (<strong><mark>os fosfolípidos são moléculas anfipáticas</mark></strong>-possuem uma estremidade hidrofílica voltada para o exterior  de ambos os lados da bicamada, e uma extremidade hidrofóbica que se situa frente a frente com a outra extremidade hidrofóbica). Nesta,  <strong><mark>inserem-se proteínas intrínsecas (ou integradas) e proteínas extrínsecas (ou periféricas).</mark></strong> <strong><mark>No caso das células eucarióticas animais, o colestrol surge entre as moléculas de fosfolípidos.</mark></strong><br>Fontes:<br><a href="https://pt.slideshare.net/SousaFabio/transportes-transmembranares"><strong><sup>https://pt.slideshare.net/SousaFabio/transportes-transmembranares</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 10:42:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346879204</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta segunda atividade prática que realizamos no âmbito da disciplina na parte referente à biologia foi feita com o<strong><mark> intuito de observar o que acontece aos vacúolos das células que se encontram num fragmento da epiderme superior das pétalas vermelhas de uma camélia quando estas são colocadas em água destilada,</mark></strong> (meio exterior hipotónico), <strong><mark>quando são colocadas numa solução aquosa de NaCl a 12%</mark></strong>, (meio exterior hipertónico), e <strong><mark>quando colocamos água destilada num fragmento da epiderme superior da pétala que foi colocada numa solução aquosa de NaCl a 12%.</mark></strong><br>Basicamente, pretendia-se <strong><mark>observar os efeitos da osmose num contexto real.</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 12:00:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Osmose em células de Camélia</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346880688</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Material:</mark></strong></div><ul><li>microscópio ótico;</li><li>lâminas e lamelas;</li><li>espátula;</li><li>balança;</li><li>pinça;</li><li>proveta;</li><li>agulha de dissecção;</li><li>lápis vermelho;</li><li>conta-gotas;</li><li>papel de filtro;</li><li>água destilada;</li><li>pétalas vermelhas de camélia.</li></ul><div><strong><mark>Procedimento:</mark></strong></div><ol><li>Encher uma proveta com água destilada;</li><li>Noutra proveta colocar 12g de NaCl, com uma espátula, que medimos numa balança;</li><li>Colocar água destilada nessa outra proveta, até 100ml e misturar até formar a solução aquosa de NaCl a 12%;</li><li>Com o auxílio da pinça, destacámos dois fragmentos da epiderme superior das pétalas;</li><li>Preparámos duas lâminas, às quais chamamos de A e de B;</li><li>Na lâmina A, colocámos um dos fragmentos da epiderme da pétala numa gota de água destilada, cobrindo-o com uma lamela;</li><li> Na lâmina B, colocámos o outro fragmento de epiderme numa gota de solução aquosa de cloreto de sódio (NaCl) a 12%, cobrindo-o lentamente com uma lamela;</li><li>Observámos as duas preparações ao microscópio e desenhámos o que observámos;</li><li>Com o conta-gotas, colocámos uma gota de água destilada num dos bordos da lamela da lâmina B. No bordo oposto da lamela, absorvemos o meio de montagem, de forma a substituirmos a solução de cloreto de sódio pela de água destilada;</li><li>Observamos, novamente, a lâmina B ao microscópio e desenhamos as alterações que se foram verificando;</li><li>Discussão dos resultados obtidos.</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 12:19:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Discussão dos resultados obtidos e posteriores conclusões </title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346882686</link>
         <description><![CDATA[<div>Nós, ao realizarmos a experiência notamos que<strong><mark> existem diferenças distintas nos tamanhos dos vacúolos das lâminas A e B</mark></strong>. <br>Na lâmina A, podemos observar que <strong><mark>o volume dos vacúolos pertencentes às células do fragmento de epiderme da pétala da Camélia, aumentam, pois o meio extracelular </mark></strong>(água destilada), <strong><mark>é hipotónico</mark></strong> (meio onde a concentração de soluto é baixa), <strong><mark>relativamente ao meio intracelular </mark></strong>(hipertónico- meio onde a concentração de soluto é mais elevada). Assim sendo, como o fluxo de água é do meio hipotónico para o meio hipertónico, <strong><mark>a água irá entrar na célula,</mark></strong> o que provoca um aumento do volume dos vacúolos, que comprimem o citoplasma e o núcleo contra a parede celular, exercendo uma pressão contra esta, que, por sua vez, oferece resistência a essa pressão <strong><mark>(pressão de parede/pressão de turgescência).</mark></strong><br>Quando isto acontece, dizemos que a célula ficou <strong><mark>túrgida.</mark></strong><br>Posto isto, podemos visualizar os vacúolos com uma<strong><mark> cor muito clara </mark></strong>pois devido à entrada de água nestes, existe uma<strong><mark> menor concentração dos pigmentos. </mark></strong>Ocorrem <strong><mark>mais entradas do que saídas de água da célula. </mark></strong><br>Por outro lado,<strong><mark> na lâmina B,</mark></strong> podemos observar que <strong><mark>o volume dos vacúolos pertencentes às células do fragmento de epiderme da pétala da Camélia, diminuem, </mark></strong>pois <strong><mark>o meio intracelular é hipotónico relativamente ao meio extracelular </mark></strong>(solução aquosa de cloreto de sódio a 12%),<strong><mark> que é hipertónico. </mark></strong>Deste modo, <strong><mark>a água irá sair da célula,</mark></strong> o que provoca uma diminuição no volume dos vacúolos, e com que o citoplasma se desprenda parcialmente da parede celular. Neste momento diz-se que a célula se encontra <strong><mark>plasmolisada.</mark></strong> Posto isto, podemos visualizar os vacúolos com uma<strong><mark> cor mais escura</mark></strong>, pois, devido à saída de água destes, existe uma <strong><mark>maior concentração dos pigmentos</mark></strong>. Ocorrem <strong><mark>mais saídas do que entradas de água da célula. </mark></strong><br>Por fim, <strong><mark>na lâmina B, ao colocarmos uma gota de água destilada num dos bordos da lamela desta lâmina, </mark></strong>podemos observar que na margem do tecido onde a água destilada chegou mais rapidamente,<strong><mark> o volume dos vacúolos aumentou, a concentração de pigmentos diminuiu</mark></strong> e, por isso, estes vacúolos encontram-se mais claros do que os que estão no centro do tecido (nesse local não dá para observar tão bem esta ocorrência). <strong><mark>As trocas entre os dois meios equilibraram-se e, por isso, a concentração de soluto também é igual nos dois meios, denominando-se de isotónicos.<br>A célula está num estado normal.</mark></strong><br><br>A imagem reflete tudo o que acabei de escrever.<br>Fonte da imagem:<br><a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/osmose.htm"><strong><sup>https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/osmose.htm</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 12:41:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lâmina A </title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346884951</link>
         <description><![CDATA[<div>Imagem real do fragmento da epiderme superior das pétalas que foi colocado numa gota de água destilada.<br>Ampliação total:<br>40x10=400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 12:59:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346885451</link>
         <description><![CDATA[<div>Desenho do mesmo</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 13:04:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lâmina B </title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346885864</link>
         <description><![CDATA[<div>Imagem real do fragmento da epiderme superior das pétalas que foi colocado numa gota de uma solução aquosa de cloreto de sódio a 12%.<br>Ampliação total:<br>4x10=40x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 13:08:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346885967</link>
         <description><![CDATA[<div>Ampliação total:<br>10x10=100x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 13:09:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346885989</link>
         <description><![CDATA[<div>Ampliação total:<br>40x10=400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 13:09:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346886039</link>
         <description><![CDATA[<div>Desenho do mesmo</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 13:10:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346886039</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lâmina B, após acrescentar uma gota de água destilada </title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346886814</link>
         <description><![CDATA[<div>Imagem real do fragmento da epiderme superior das pétalas que foi colocado numa gota de uma solução aquosa de cloreto de sódio a 12% e posteriormente, colocámos água destilada.<br>Ampliação total:<br>10x10=100x</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/5b19dc21a2bd352b4eb39c7602672db5/54390852_2344690895853894_6239487174891274240_n.jpg" />
         <pubDate>2019-03-31 13:18:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346887062</link>
         <description><![CDATA[<div>Ampliação total:<br>40x10=400x</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/70e45d4c60348d602b90ab5534cdf99c/54462321_630255547425405_4144613977164349440_n.jpg" />
         <pubDate>2019-03-31 13:20:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346887062</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346887194</link>
         <description><![CDATA[<div>Desenho do mesmo</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/51d512128fe16d17cb4971404c6ac929/54435917_280748192867573_6166311781254823936_n__1_.jpg" />
         <pubDate>2019-03-31 13:21:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346887194</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reflexão sobre a atividade</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346892533</link>
         <description><![CDATA[<div>Graças a esta atividade, <strong><mark>compreendo muito melhor esta matéria e além disso, ao aplicá-la, fiquei a perceber como a osmose é um processo importantíssimo.</mark></strong> Não tinha noção que assim fosse até realizar esta atividade.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-31 14:09:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/346892533</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366466210</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>««««««</strong></div><div>Para entendermos a atividade prática que se segue (na coluna ao lado), temos que perceber outros conceitos teóricos primeiro.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-06-08 06:54:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366466210</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Trocas gasosas nas plantas</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366466267</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>As plantas</mark></strong>, (seres pluricelulares complexos), realizam uma série de diversas <strong><mark>funções metabólicas</mark></strong>, como a <strong><mark>respiração</mark></strong> (ocorre obtenção de oxigénio (O<sub>2</sub>) para as células, e a remoção de dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>) das mesmas), a <strong><mark>fotossíntese</mark></strong> (ocorre a utilização de CO<sub>2</sub> proveniente do meio ambiente neste processo, e a libertação de O<sub>2</sub> proveniente da fotólise da água (H<sub>2</sub>O)), e a <strong><mark>transpiração</mark></strong> (na qual ocorre a evaporação de água sob a forma de vapor pelas folhas da planta), que são <strong><mark>indispensáveis à sua sobrevivência.</mark></strong><br>Estas funções estão assim, associadas a <strong><mark>trocas gasosas</mark></strong>.<br>Fonte da imagem:<br><a href="http://www.geocities.ws/ctv10ano/imagem20.html"><strong><sup>http://www.geocities.ws/ctv10ano/imagem20.html</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/7beaf854ecd5433b3a2b596309640cde/estomas2.jpg" />
         <pubDate>2019-06-08 06:55:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366466267</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366468113</link>
         <description><![CDATA[<div>Na minha opinião, nesta notícia é possível perceber que embora nas últimas décadas, nós, seres humanos, tenhamos aumentado (e muito!) o conhecimento sobre o nosso planeta, <strong><mark>alguns dados podem não estar totalmente comprovados ou ser apenas teorias.</mark></strong> Assim sendo,<strong><mark> é possível todos os dias, fazermos novas descobertas científicas. </mark></strong><br>Esta descoberta foi muito importante, pois<strong><mark> as plantas tiveram e ainda têm e terão um papel fundamental no passado mas também no presente e no futuro, por isso, é importante ter um vasto conhecimento sobre as mesmas.</mark></strong></div><blockquote>"as plantas podem ter surgido muito antes do fóssil de vegetal mais antigo já encontrado, com 420 milhões de anos de idade".</blockquote><div><br>Fonte da notícia: <br><a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2018/02/plantas-surgiram-na-terra-muito-antes-do-que-se-imaginava-sugere-estudo.html"><strong><sup>https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2018/02/plantas-surgiram-na-</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2018/02/plantas-surgiram-na-terra-muito-antes-do-que-se-imaginava-sugere-estudo.html" />
         <pubDate>2019-06-08 07:39:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366468113</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366468314</link>
         <description><![CDATA[<div>Pessoalmente, este vídeo é espetacular, pois <strong><mark>em apenas 1 minuto, apresenta de uma forma bem sintetizada o que são as trocas gasosas nas plantas,</mark></strong> e, ainda nos adverte para <strong><mark>a importância das mesmas no nosso planeta.</mark></strong><br>Nunca tinha pensado que realmente, ao dormir num local fechado onde se encontra uma planta, ela também iria gastar o O<sub>2</sub> existente no ar e libertar CO<sub>2</sub>.<sub>  </sub><br>Fonte do vídeo: <br><a href="http://videos.sapo.mz/0Vrzz1udkPydPZzFzMK8"><strong><sup>http://videos.sapo.mz/0Vrzz1udkPydPZzFzMK8</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="http://videos.sapo.mz/0Vrzz1udkPydPZzFzMK8" />
         <pubDate>2019-06-08 07:45:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366468314</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366470784</link>
         <description><![CDATA[<div>A meu ver, neste vídeo é <strong><mark>explicado de uma forma muito organizada a estrutura e as funções importantíssimas de um estoma, bem como os fatores que influenciam o mecanismo de abertura e o fecho dos estomas.</mark></strong><br>Fonte do vídeo:<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=IlmgFYmbAUg"><strong><sup>https://www.youtube.com/watch?v=IlmgFYmbAUg</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=IlmgFYmbAUg" />
         <pubDate>2019-06-08 08:46:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366470784</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estrutura e constituição dos estomas</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366473643</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>As plantas</mark></strong> apresentam, essencialmente na <strong><mark>epiderme das folhas, estruturas com pequenos orifícios de abertura controlada, os estomas, sendo apenas vísiveis ao microcópio.</mark></strong><br>É através destes que ocorrem as <strong><mark>trocas gasosas entre a planta e o meio externo,</mark></strong> permitindo que se processem com eficiência, e os estomas são responsáveis por <strong><mark>controlar a quantidade de gases absorvidos e libertados.</mark></strong><br>Posto isto, na 1ª imagem podemos observar <strong><mark>a localização dos estomas. </mark></strong><br>Enquanto que, na 2ª imagem, é nos mostrado de forma mais detalhada <strong><mark>a estrutura e constituição dos estomas. </mark></strong><br>Deste modo, verificamos que os <strong><mark>estomas</mark></strong> são constituídos por uma abertura, <strong><mark>o ostíolo</mark></strong>, que se encontra <strong><mark>delimitado por duas células-guarda</mark></strong> (ou<strong><mark> células estomáticas</mark></strong>), que <strong><mark>possuem núcleo e cloroplastos. </mark></strong>Estas estão rodeadas pelas <strong><mark>células de companhia, </mark></strong>(ou <strong><mark>células epidérmicas</mark></strong>).<br>Fontes das imagens:<br>1ª:<br><a href="https://edu.glogster.com/glog/12-protocolo-observao-abertura-e-fecho-estomas/2221b8ltvco"><strong><sup>https://edu.glogster.com/glog/12-protocolo-observao-abertura-e-fecho-estomas/2221b8ltvco</sup></strong></a><strong><sup><br></sup></strong>2ª: <a href="https://biologiaparaavida.com/2018/02/05/estomatos/"><strong><sup>https://biologiaparaavida.com/2018/02/05/estomatos/</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-08 09:37:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366473643</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Processo de abertura e fecho dos estomas</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366475925</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>A abertura e o fecho dos estomas controla as trocas gasosas entre a planta e o meio externo.</mark></strong> Este mecanismo está relacionado com o<strong><mark> estado de turgescência ou de plasmólise das células-guarda. </mark></strong><br>Isto ocorre porque as          células-guarda são <strong><mark>estruturalmente diferentes das restantes células epidérmicas onde se localizam.</mark></strong> Tal como referi anteriormente, possuem <strong><mark>cloroplastos</mark></strong> e, além disso,<strong><mark> a sua parede celular não apresenta sempre a mesma espessura,</mark></strong> uma vez que é<strong><mark> mais espessa junto do ostíolo </mark></strong>e <strong><mark>menos espessa junto das células de companhia. </mark></strong>Então, as zonas mais finas da parede celular das células-guarda são mais elásticas, e, por isso, como <strong><mark>esta zona se deforma mais facilmente do que a região mais espessa</mark></strong>, isto permite-lhes <strong><mark> reagir de forma diferente à pressão de turgescência e, desta forma, abrir ou fechar.</mark></strong><br>Então:</div><ul><li>Se<strong><mark> entrar água para as </mark></strong>       <strong><mark>células-guarda, por osmose, </mark></strong>estas <strong><mark>aumentam de volume </mark></strong>e, consequentemente, ficam <strong><mark>túrgidas.</mark></strong> Isto irá provocar um aumento da pressão exercida sobre a parede celular que limita o ostíolo <strong><mark>(aumento da pressão de turgescência).</mark></strong> Devido às diferenças de espessura da parede celular das células-guarda, (já referidas antes), <strong><mark>as zonas mais finas desta irão distender-se mais do que a parede celular mais espessa,</mark></strong> (junto ao ostíolo), o que provoca<strong><mark> a abertura dos estomas.</mark></strong></li><li>Se <strong><mark>sair água das</mark></strong>            <strong><mark>células-guarda, por osmose,</mark></strong> estas <strong><mark>diminuem de volume</mark></strong> e, consequentemente, regressam à sua forma original, ficando <strong><mark>plasmolisadas.</mark></strong> Isto irá provocar uma diminuição da pressão exercida sobre a parede celular que limita o ostíolo<strong><mark> (diminuição da pressão de turgescência),</mark></strong> o que leva posteriormente à <strong><mark>aproximação das</mark></strong>          <strong><mark>células-guarda e fecho dos estomas.</mark></strong></li></ul><div>Esta imagem representa <strong><mark>dois estomas, um aberto e outro fechado</mark></strong>, pelos quais podemos comprovar tudo o que escrevi sobre esta temática, bem como as diferenças entre estes estomas.</div><div>Fonte da imagem:<br><a href="http://marianavcruz.blogspot.com/2013/06/transformacao-e-utilizacao-de-energia_11.html"><strong><sup>http://marianavcruz.blogspot.com/2013/06/transformacao-e-utilizacao-de-</sup></strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-08 10:18:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366475925</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366479946</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/c761ccb429b663cbe9c01e776a228eb3/est.png" />
         <pubDate>2019-06-08 11:30:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366479946</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fatores condicionantes do mecanismo de abertura e fecho dos estomas</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366490938</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>O estado de turgescência das células estomáticas é que determina o grau de abertura dos estomas.</mark></strong> Assim sendo, as variações na turgescência podem ser provocadas <strong><mark>por vários fatores,</mark></strong> que são os seguintes:</div><ul><li><strong><mark>A concentração de iões nas células-guarda, </mark></strong>(sobretudo do ião potássio,<strong><mark> K</mark></strong><strong><mark><sup>+</sup></mark></strong>), que <strong><mark>entra nas células-guarda por transporte ativo,</mark></strong> e, por isso, a <strong><mark>elevada concentração deste no interior das células estomáticas</mark></strong> (meio hipertónico, em relação às células que as rodeiam), faz com que <strong><mark>a água passe por osmose das células de companhia para as       células-guarda,</mark></strong> levando à sua <strong><mark>turgescência</mark></strong> e posterior <strong><mark>abertura do estoma. </mark></strong>Enquanto esta situação se mantiver, <strong><mark>as células-guarda permanecem túrgidas e o estoma aberto. </mark></strong>Contudo, quando <strong><mark>o transporte ativo para, os iões K</mark></strong><strong><mark><sup>+ </sup></mark></strong><strong><mark>saem das células estomáticas por difusão, </mark></strong>ocorre uma <strong><mark>diminuição da sua concentração no interior das mesmas </mark></strong>(o meio torna-se hipotónico, em relação às células que rodeiam as células-guarda), o que faz com que <strong><mark>a água passe por osmose das células estomáticas para as células de companhia.</mark></strong> Em consequência, as células <strong><mark>perdem turgescência e o estoma fecha-se.</mark></strong></li><li><strong><mark>a intensidade luminosa; </mark></strong></li><li><strong><mark>a concentração de CO</mark></strong><strong><mark><sub>2</sub></mark></strong><strong><mark>, e o pH, </mark></strong>que se relacionam com a <strong><mark>intensidade de luz e a fotossíntese. </mark></strong>(Iremos falar de um modo mais aprofundado destes fatores externos, na atividade prática que realizamos para aplicarmos os nossos conhecimentos sobre esta matéria).</li><li><strong><mark>a temperatura do ar,</mark></strong> (Quanto <strong><mark>maior a temperatura do ar, mais rápida é a transpiração</mark></strong> por parte das folhas, pelo que <strong><mark>mais rápida é a entrada de água,</mark></strong> a partir do xilema, <strong><mark>para as células-guarda,</mark></strong> que se encontram hipertónicas em relação ao meio, o que provoca a sua <strong><mark>turgescência e a abertura dos estomas</mark></strong>).</li><li><strong><mark> a quantidade de água disponível no solo,</mark></strong> (Existindo <strong><mark>muita água disponível no solo, os estomas abrem. </mark></strong>Pelo contrário, com <strong><mark>escassez de água no solo, </mark></strong>as células estomáticas ficam hipertónicas mas, assim, <strong><mark>não ganham água nem ficam túrgidas</mark></strong>, e, por isso, os <strong><mark>estomas permanecem fechados</mark></strong>). </li><li><strong><mark>a humidade do ar, </mark></strong>(Neste caso, quanto<strong><mark> menor for a humidade do ar,</mark></strong> (ou seja, quanto mais seco for o ar), <strong><mark>maior será a transpiração, </mark></strong>pois mantém-se um <strong><mark>gradiente de concentração entre o ar atmosférico e a folha. </mark></strong>A água passa continuamente para as células-guarda, que ficam <strong><mark>túrgidas, provocando a abertura do estoma</mark></strong>). </li><li><strong><mark>o vento,</mark></strong> (Se for <strong><mark>fraco e moderado, arrasta as partículas de água resultantes da transpiração, baixando a humidade junto das células-guarda, </mark></strong>mantendo deste modo, (como já foi referido antes), um gradiente de concentração entre as folhas e a atmosfera. <strong><mark>A água sai novamente das células, e é novamente arrastada pelo vento, </mark></strong>o que <strong><mark>aumenta a transpiração da planta. </mark></strong>Mas, <strong><mark>se o vento for muito forte, a transpiração diminui, pois ocorre o fecho dos estomas devido a uma perda de água excessiva</mark></strong>).</li></ul><div>Fonte da imagem:<br><a href="http://cienciasdavidaedaterra25.blogspot.com/2012/03/abertura-e-fecho-dos-estomas.html"><strong><sup>http://cienciasdavidaedaterra25.blogspot.com/2012/03/abertura-e-fecho-dos-</sup></strong></a><strong><sup><br></sup></strong>Esta imagem demontra perfeitamente o que escrevi relativamente à <strong><mark>concentração de iões nas células-guarda.</mark></strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/09776d674e773597c0ae65fb2d53024a/estomas_.jpg" />
         <pubDate>2019-06-08 14:42:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366490938</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366510524</link>
         <description><![CDATA[<div>No 3º Período, foi nos proposta a realização da <strong><mark>terceira atividade prática no âmbito da disciplina na parte referente à biologia. </mark></strong><br>Posto isto, nesta atividade observamos <strong><mark>estomas ao microscópio ótico,</mark></strong> com vista a retirarmos conclusões sobre a sua <strong><mark>estrutura e funcionamento. </mark></strong>Assim sendo, retiramos<strong><mark> películas da epiderme de folhas verdes frescas provenientes de uma planta chamada tradescantia,</mark></strong> sendo também conhecida como a <strong><mark>erva da fortuna.</mark></strong><br>Deste modo, os <strong><mark>objetivos </mark></strong>a atingir com esta atividade prática são os seguintes:</div><ul><li><strong><mark>Observar a estrutura dos estomas;</mark></strong></li><li><strong><mark>Comparar a quantidade de estomas nas faces superior e inferior das folhas;</mark></strong></li><li><strong><mark> Observar a influência da luz na abertura e fecho dos estomas;</mark></strong></li><li><strong><mark>Observar também a influência da salinidade na abertura e fecho dos estomas.</mark></strong></li></ul><div>Fonte de uma imagem da planta tradescantia:<br><a href="https://www.aspca.org/pet-care/animal-poison-control/toxic-and-non-toxic-plants/wandering-jew"><strong><sup>https://www.aspca.org/pet-care/animal-poison-control/toxic-and-non-toxic-</sup></strong></a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322923239/20f4e9e10d94c1ab50241897dd575eb5/wandering_jew_facebook.jpg" />
         <pubDate>2019-06-08 19:28:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366510524</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Observação de estomas</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366516065</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Material:</mark></strong></div><ul><li>Folhas verdes frescas de <strong><mark>Tradescantia,</mark></strong> (ou erva da fortuna);</li><li>Pinça;</li><li>Bisturi;</li><li>Conta-gotas;</li><li>Lâminas;</li><li>Lamelas;</li><li>Papel de filtro;</li><li>Água destilada, (<strong><mark>meio hipotónico</mark></strong>);</li><li>Solução de cloreto de sódio a 12%, (<strong><mark>meio hipertónico</mark></strong>);</li><li>Soro fisiológico, (<strong><mark>meio isotónico</mark></strong>- foi usado de modo a preservarmos as condições naturais do meio externo); </li><li>Microscópio ótico;</li><li>Candeeiro de mesa. </li></ul><div><strong><mark>Procedimento:</mark></strong></div><ol><li> Colocámos<strong><mark> duas folhas</mark></strong> de <strong><mark>Tradescantia </mark></strong>debaixo da<strong><mark> luz direta de um candeeiro </mark></strong>durante alguns minutos (e evitámos uma exposição prolongada ao calor).</li><li>Colocámos outras <strong><mark>duas folhas</mark></strong> de <strong><mark>Tradescantia</mark></strong> no <strong><mark>escuro </mark></strong>pelo menos durante 30 minutos.</li><li>Fizemos, com um<strong><mark> bisturi,</mark></strong> um golpe <strong><mark>na epiderme inferior</mark></strong> <strong><mark>de uma folha</mark></strong> que esteve <strong><mark>exposta à luz.</mark></strong></li><li>A partir deste golpe destacámos, com uma pinça, <strong><mark>uma película de espessura reduzida da epiderme da folha.</mark></strong></li><li>Colocámos a<strong><mark> película sobre uma lâmina </mark></strong>com uma <strong><mark>gota de soro fisiológico, </mark></strong>de tal forma que a epiderme ficasse completamente distendida.</li><li><strong><mark>Cobrimos</mark></strong> a preparação com uma <strong><mark>lamela.</mark></strong></li><li>Observámos a preparação ao microscópio, <strong><mark>usando uma ocular de 10x e a objetiva de 10x. </mark></strong></li><li><strong><mark>Desenhámos e legendámos</mark></strong> um estoma e algumas células da epiderme circundante.</li><li><strong><mark>Contámos o número de estomas</mark></strong> que se encontravam no campo de visão. Repetimos o procedimento nas outras duas áreas da preparação. Registámos as observações.</li><li>Repetimos os procedimentos <strong><mark>3.</mark></strong> a <strong><mark>9.,</mark></strong> mas com <strong><mark>a epiderme superior da folha. </mark></strong></li><li>Repetimos os procedimentos <strong><mark>3.</mark></strong> a<strong><mark> 8.,</mark></strong> utilizando <strong><mark>uma folha que esteve às escuras. </mark></strong></li><li>Repetimos os procedimentos <strong><mark>3.</mark></strong> a <strong><mark>8., </mark></strong>utilizando<strong><mark> água destilada</mark></strong> como meio de montagem.</li><li>Repetimos os procedimentos <strong><mark>3.</mark></strong> a <strong><mark>8.,</mark></strong> utilizando <strong><mark>solução de cloreto de sódio, (NaCl), a 12%, </mark></strong>como meio de montagem. </li></ol><div><strong><mark>Nota:</mark></strong> Nos procedimentos <strong><mark>12. </mark></strong>e <strong><mark>13., </mark></strong>as películas têm que ser provenientes da mesma folha.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-08 21:05:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Registo dos resultados obtidos:</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366539969</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-06-09 07:29:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1ª Fotografias</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366540307</link>
         <description><![CDATA[<div>Imagem real, observada ao microscópio ótico, da <strong><mark>epiderme superior</mark></strong> de uma folha de tradescantia, que foi colocada em contacto com uma <strong><mark>gota de soro fisiológico,</mark></strong> (meio de montagem isotónico).<br>Ampliação total:<br>10x10=100x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 07:41:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4ª Fotografias</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366541473</link>
         <description><![CDATA[<div>Imagem real, observada ao microscópio ótico, da <strong><mark>epiderme inferior</mark></strong> de uma folha de tradescantia, que <strong><mark>esteve na obscuridade, </mark></strong>que foi colocada em contacto com <strong><mark>uma gota de soro fisiológico, </mark></strong>(meio de montagem isotónico).<br>Ampliação total:<br>10x10=100x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 08:14:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2º Fotografia</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366541951</link>
         <description><![CDATA[<div>Imagem real, observada ao microscópio ótico, da <strong><mark>epiderme inferior</mark></strong> de uma folha de tradescantia, que foi colocada em contacto com uma<strong><mark> gota de soro fisiológico, </mark></strong>(meio de montagem isotónico).<br>Ampliação total:<br>10x10=100x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 08:27:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3º Desenho</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366542174</link>
         <description><![CDATA[<div>Desenho da abertura de estomas da <strong><mark>epiderme da página inferior</mark></strong> de folha de Tradescantia, <strong><mark>sujeita à obscuridade,</mark></strong> que foi colocada em contacto com<strong><mark> uma gota de soro fisiológico</mark></strong>, (meio de montagem isotónico).<br>Ampliação total:<br>10x40=400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 08:31:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3ª Fotografias</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366542778</link>
         <description><![CDATA[<div>Imagem real, observada ao microscópio ótico, da <strong><mark>epiderme inferior</mark></strong> de uma folha de tradescantia, que<strong><mark> esteve exposta à luz, </mark></strong>que foi colocada em contacto com uma <strong><mark>gota de soro fisiológico</mark></strong>, (meio de montagem isotónico).<br>Ampliação total:<br>10x10=100x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 08:44:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2º Desenho</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366543013</link>
         <description><![CDATA[<div>Desenho da abertura de estomas da <strong><mark>epiderme da página inferior</mark></strong> de folha de Tradescantia, <strong><mark>sujeita à luminosidade,</mark></strong> que foi colocada em contacto com uma <strong><mark>gota de soro fisiológico,</mark></strong> (meio de montagem isotónico).<br>Ampliação total:<br>10x40=400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 08:50:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>6ª Fotografias</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366543132</link>
         <description><![CDATA[<div>Imagem real, observada ao microscópio ótico, da <strong><mark>epiderme inferior </mark></strong>de uma folha de tradescantia, que foi colocada em contacto com a<strong><mark> solução de cloreto de sódio a 12%, </mark></strong>(meio de montagem hipertónico).<br>Ampliação total:<br>10x10=100x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 08:53:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>5º Desenho</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366543692</link>
         <description><![CDATA[<div>Desenho da abertura de estomas da <strong><mark>epiderme da página inferior </mark></strong>de folha de Tradescantia, que foi colocada em contacto com a <strong><mark>solução de cloreto de sódio a 12%, </mark></strong>(meio de montagem hipertónico).<br>Ampliação total:<br>10x40=400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 09:07:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4º Desenho</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366544159</link>
         <description><![CDATA[<div>Desenho da abertura de estomas da <strong><mark>epiderme da página inferior </mark></strong>de folha de Tradescantia, que foi colocada em contacto com <strong><mark>água destilada, </mark></strong>(meio de montagem hipotónico).<br>Ampliação total:<br>10x40=400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 09:15:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>5ª Fotografia</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366549711</link>
         <description><![CDATA[<div>Imagem real, observada ao microscópio ótico, da <strong><mark>epiderme inferior</mark></strong> de uma folha de tradescantia, que foi colocada em contacto com <strong><mark>água destilada,</mark></strong> (meio de montagem hipotónico).<br>Ampliação total:<br>10x40=400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 11:04:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1º Desenho</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366549823</link>
         <description><![CDATA[<div>Desenho da abertura de estomas da <strong><mark>epiderme superior </mark></strong>de uma folha de Tradescantia, que foi colocada em contacto com uma <strong><mark>gota de soro fisiológico</mark></strong>, (meio de montagem isotónico).<br>Ampliação total:<br>10x40=400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 11:06:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366550459</link>
         <description><![CDATA[<div>(A mesma imagem real, com outra ampliação)<br>Ampliação total:<br>10x40=400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 11:21:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366550775</link>
         <description><![CDATA[<div>(A mesma imagem real, com outra ampliação)<br>Ampliação total:<br>10x40=400x</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322583804/d5568bb7ea008442552b17db227481bd/A_40X10__3_.jpg" />
         <pubDate>2019-06-09 11:29:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366551021</link>
         <description><![CDATA[<div>(A mesma imagem real, com outra ampliação)<br>Ampliação total:<br>10x40=400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 11:35:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366551028</link>
         <description><![CDATA[<div>(A mesma imagem real, com outra ampliação)<br>Ampliação total:<br>10x40=400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 11:35:07 UTC</pubDate>
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         <title>Discusão dos resultados obtidos</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366551590</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta atividade prática pode ser dividida em<strong><mark> 3 partes, </mark></strong>de modo a atingirmos os <strong><mark>objetivos </mark></strong>que são o propósito da realização desta atividade. <br><br></div><div><strong><mark>Na 1ª parte, </mark></strong>observamos ao microscópio ótico <strong><mark>as faces superior, </mark></strong>(1ª fotografia e 1º desenho), <strong><mark>e inferior </mark></strong>(2ª fotografia), <strong><mark>das folhas, </mark></strong>para <strong><mark>compararmos a quantidade de estomas existente entre as mesmas.</mark></strong></div><div>Nós realizamos <strong><mark>a contagem do número de estomas em ambas as faces, em mais do que uma área da folha. </mark></strong>Isto deve-se ao facto de que,<strong><mark> a distribuição dos estomas na folha não é homogénea,</mark></strong> pelo que restringir a contagem a apenas a uma área pode não traduzir <strong><mark>o número médio real de estomas. </mark></strong>Observámos que, na tradescantia, numa ampliação total de <strong><mark>100x, </mark></strong>o <strong><mark>número de estomas da página inferior,</mark></strong> (nesta conseguimos contar aproximadamente 35 estomas), é <strong><mark>muito superior ao da página superior, </mark></strong>(nesta existe um número de estomas muito reduzido, sendo que nem sequer conseguimos observar algum). </div><div>Assim sendo, esta <strong><mark>diferença do número de estomas nas páginas superior e inferior da folha é explicada da seguinte maneira:</mark></strong><mark> </mark>    -Um<strong><mark> menor número de estomas nas páginas superiores implica uma menor exposição aos fatores climatéricos,</mark></strong> como o calor, o vento ou a chuva, facilitando <strong><mark>o controlo da transpiração e das trocas gasosas</mark></strong> pelos estomas. </div><div>Deste modo, verificamos que a <strong><mark>taxa de transpiração será proporcional ao número de estomas.</mark></strong><br><br><strong><mark>Na 2ª parte, </mark></strong>observamos ao microscópio ótico, os estomas da <strong><mark>epiderme da página inferior </mark></strong>de uma folha de tradescantia, que <strong><mark>esteve exposta à luz, </mark></strong>(3ª fotografia e 2º desenho) e fizemos o mesmo noutra folha desta planta que<strong><mark> esteve às escuras,</mark></strong> (4ª fotografia e 3º desenho). Fizemos isto para<strong><mark> testar a influência da luz na abertura e fecho dos estomas </mark></strong>e obtivemos os seguintes resultados que iremos interpretar:<br>- <strong><mark>A exposição à luz provoca a abertura dos estomas. Na obscuridade, os estomas fecham.</mark></strong><br>Isto ocorre pois quanto <strong><mark>maior for a energia luminosa </mark></strong>absorvida pela clorofila<strong><mark> maior é a taxa de fotossíntética, </mark></strong>o que provoca uma <strong><mark>diminuição da concentração de CO</mark></strong><strong><mark><sub>2</sub></mark></strong><strong><mark> </mark></strong>intracelular. Deste modo, <strong><mark>durante o dia, as células de guarda tem menores concentrações de CO</mark></strong><strong><mark><sub>2</sub></mark></strong><strong><mark>,</mark></strong> logo também possuem uma <strong><mark>menor concentração de ácido carbónico (H</mark></strong><strong><mark><sub>2</sub></mark></strong><strong><mark>CO</mark></strong><strong><mark><sub>3</sub></mark></strong><strong><mark>), </mark></strong>o que leva a uma diminuição da acidez intracelular <strong><mark>(pH torna-se elevado). </mark></strong>O aumento do pH favorece a <strong><mark>ocorrência do desdobramento do amido, </mark></strong>(não é um soluto, sendo <strong><mark>insolúvel</mark></strong>), <strong><mark>em glicose</mark></strong>, (é um <strong><mark>soluto</mark></strong>). À medida que a concentração de <strong><mark>glicose no interior da célula aumenta ela torna-se hipertónica </mark></strong>(maior concentração de soluto), <strong><mark>relativamente ao meio externo e a pressão osmótica aumenta </mark></strong>o que causa <strong><mark>a entrada de água,</mark></strong> posterior <strong><mark>turgescência e a abertura dos estomas. </mark></strong>Na obscuridade, o processo é completamente inverso. Como <strong><mark>não há a incidência de luz, a fotossíntese não ocorre. </mark></strong>Por isso, <strong><mark>o pH da célula diminui,</mark></strong> (torna-se ácido), devido ao <strong><mark>aumento do CO</mark></strong><strong><mark><sub>2</sub></mark></strong><strong><mark>, a glicose é convertida em amido,</mark></strong> e, assim, a célula fica com uma <strong><mark>menor pressão osmótica, a água sai causando plasmólise e fecho dos estomas. </mark></strong><br><br><strong><mark>Na 3ª e última parte,</mark></strong> observamos ao microscópio ótico, os estomas da<strong><mark> epiderme da página inferior de uma folha de tradescantia,</mark></strong> que foi colocada em contacto <strong><mark>com água destilada</mark></strong>, (5ª fotografia e 4º desenho), e procedemos à realização do mesmo noutra folha desta planta, só que esta foi colocada em contacto com a <strong><mark>solução de cloreto de sódio a 12%,</mark></strong> (6ª fotografia e 5º desenho). Fizemos isto para testar <strong><mark>a influência da salinidade na abertura e fecho dos estomas </mark></strong>e obtivemos os seguintes resultados que iremos interpretar:<br>- Quando um fragmento da epiderme foi colocada num<strong><mark> meio de montagem hipotónico,</mark></strong> (água destilada),<strong><mark> as células-guarda encontram-se hipertónicas </mark></strong>(possuem uma elevada concentração de soluto), <strong><mark>ganham água por osmose, e, </mark></strong>consequentemente, aumentam de volume,<strong><mark> ficam túrgidas e dilatam. </mark></strong>Posto isto, ocorre um <strong><mark>aumento da pressão de turgescência</mark></strong> e assim, como as paredes celulares das células-guarda junto às células vizinhas são menos espessas, sendo mais elásticas,<strong><mark> distendem-se mais com o aumento do volume da célula, do que as paredes que delimitam o ostíolo, provocando a abertura deste. </mark></strong><br>Quando um fragmento da epiderme foi colocada num <strong><mark>meio de montagem hipertónico, </mark></strong>(solução de cloreto de sódio, (NaCl), a 12%), <strong><mark>as células-guarda encontram-se hipotónicas </mark></strong>(possuem uma baixa concentração de soluto), <strong><mark>perdem água por osmose, </mark></strong>e, como <strong><mark>diminuem de volume, ficam plasmolisadas.</mark></strong> Deste modo, a <strong><mark>pressão de turgescência diminui, </mark></strong>o que leva à aproximação das células-guarda, (voltam à sua posição original), e<strong><mark> o estoma fecha. </mark></strong><br><br>Fonte da imagem:<br><a href="https://www.infoescola.com/citologia/estomatos/"><strong><sup>https://www.infoescola.com/citologia/estomatos/</sup></strong></a><br>Esta é uma imagem real, de estomas observados ao microscópio, que se encontra legendada mostrando-nos assim, a estrutura e constituição dos estomas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 11:49:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366551590</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conclusão retirada da atividade</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366559946</link>
         <description><![CDATA[<div>Considero que <strong><mark>esta atividade prática foi um sucesso, </mark></strong>pois <strong><mark>atingimos os objetivos propostos no início da mesma, </mark></strong>na medida em que as conclusões obtidas respondem a esses objetivos.<br>Então, agora <strong><mark>já conheço a estrutura e constituição dos estomas, </mark></strong>devido à sua observação ao longo de toda esta atividade. Também <strong><mark>percebi o funcionamento do mecanismo de abertura e fecho dos estomas, e os fatores que o podem influenciar, </mark></strong>ou seja, concluí que, <strong><mark>quando a planta se encontra exposta à luz ou/e rodeada por um meio hipotónico, </mark></strong>(água destilada), <strong><mark>os estomas abrem e, pelo contrário, quando a planta está na obscuridade ou/e rodeada por um meio hipertónico,</mark></strong> (água salgada),<strong><mark> os estomas fecham.</mark></strong><br>Além disso, outra conclusão que retirei desta atividade foi que,<strong><mark> na página inferior da folha, o número de estomas existentes é superior aos da página superior da folha, </mark></strong>devido ao facto de, como<strong><mark> a página superior da folha se encontra mais exposta aos fatores climatéricos</mark></strong> do que a pagina inferior, têm menos estomas do que esta para se minimizarem as perdas de água através da transpiração.<br><br>Fonte de uma imagem:<br><a href="http://ciencias6eb23padredonaciano.blogspot.com/2011/05/trocas-gasosas-nas-plantas.html"><strong><sup>http://ciencias6eb23padredonaciano.blogspot.com/2011/05/trocas-gasosas-nas-plantas.html</sup></strong></a><br>Nesta imagem é possível ver a localização e  a estrutura dos estomas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 14:20:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366559946</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reflexão sobre a atividade</title>
         <author>catarina_dias410</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_dias410/xya0kbk9ncj1/wish/366560001</link>
         <description><![CDATA[<div>Pessoalmente, devido a esta atividade <strong><mark>consegui ampliar os meus conhecimentos sobre esta temática, </mark></strong>pois<strong><mark> aplicámos os conteúdos dados nas aulas em situações reais,</mark></strong> o que para mim é muito mais produtivo e cativante, <strong><mark>desenvolvendo a nossa capacidade de raciocinar e reagir perante os problemas. </mark></strong>Se, por exemplo, errarmos na realização da atividade, devemos ter a autonomia de perceber por nossa conta e risco, onde é que isso aconteceu, o que nos irá dar uma <strong><mark>maior confiança acerca desta matéria.</mark></strong><br>Assim sendo, esta atividade ajudou-me<strong><mark> a captar com uma melhor eficácia todo o processo de abertura e fecho dos estomas, os fatores que o condicionam, e as razões pelo qual ocorre desta maneira e não de outra.</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 14:20:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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