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      <title>Meu padlet fabuloso by Valentina Toth</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-16 09:07:40 UTC</pubDate>
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         <title>Justificação do Título e seu simbolismo </title>
         <author>valentinaleite29</author>
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         <description><![CDATA[<p>A obra tem como título “Ode Triunfal”, visto que é uma composição poética lírica destinada à exaltação de algo (Ode), e que celebra a modernidade e o triunfo da civilização industrializada (Triunfal). </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 09:14:14 UTC</pubDate>
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         <title>Estado espirito do “eu” lírico </title>
         <author>valentinaleite29</author>
         <link>https://padlet.com/valentinaleite29/xxk1y8pv7vyvmimn/wish/3262130253</link>
         <description><![CDATA[<p>O sujeito poético encontra-se num estado febril e delirante (“Tenho febre e escrevo”), cantando acerca do progresso de forma entusiástica. Este sente dor (“À dolorosa luz…”) e exprime a sua fúria (“rangendo os dentes”).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 09:18:17 UTC</pubDate>
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         <title>Ação do sujeito poético </title>
         <author>valentinaleite29</author>
         <link>https://padlet.com/valentinaleite29/xxk1y8pv7vyvmimn/wish/3262133944</link>
         <description><![CDATA[<p>O “eu”, para além de ser engenheiro, é também escritor. O ambiente à sua volta inspira o a escrever agressivamente sobre a beleza da civilização moderna. No entanto, a realidade à sua volta provoca-lhe sensações díspares: aprecia a beleza que o rodeia, porém esta causa-lhe dor e aflição.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 09:21:28 UTC</pubDate>
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         <title>Localização espácio-temporal.</title>
         <author>valentinaleite29</author>
         <link>https://padlet.com/valentinaleite29/xxk1y8pv7vyvmimn/wish/3262136985</link>
         <description><![CDATA[<p>A obra situa-se no inicio do século XX, centrada na civilização industrial. Ao longo do poema, são feitas referências aos progressos, máquinas, fábricas, ruídos e às cidades industriais. O ambiente sonoro é repleto de sons de engrenagens, vapores e motores (“ó rodas, ó engrenagens, r,r,r,r,r,r eterno!”).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 09:24:41 UTC</pubDate>
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         <title>Fusão do “eu” com a máquina </title>
         <author>valentinaleite29</author>
         <link>https://padlet.com/valentinaleite29/xxk1y8pv7vyvmimn/wish/3262139292</link>
         <description><![CDATA[<p>Declara-se o desejo do sujeito poético de se identificar com as realidades tecnológicas contemporâneas, pretendendo associar o ser humano à revolução técnica. O “eu” exprime uma vontade de fazer parte da máquina, transparecendo uma relação erótica e perversa com as máquinas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 09:26:51 UTC</pubDate>
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         <title>Cântico da era moderna e do progresso. </title>
         <author>valentinaleite29</author>
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         <description><![CDATA[<p>O “eu” lírico celebra-se as máquinas, fábricas e a modernidade com um tom exaltado quase religioso (“viva o rei de tudo! O vapor e a eletricidade, o poder humano sobre a matéria!”).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 09:29:08 UTC</pubDate>
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         <title>Fusão de todas as eras no momento presente.</title>
         <author>valentinaleite29</author>
         <link>https://padlet.com/valentinaleite29/xxk1y8pv7vyvmimn/wish/3262147254</link>
         <description><![CDATA[<p>A modernidade é o auge de todas as eras anteriores, representando a evolução humana até o presente caótico e vibrante. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 09:34:38 UTC</pubDate>
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         <title>Fusão de todos os génios nos maquinismos </title>
         <author>valentinaleite29</author>
         <link>https://padlet.com/valentinaleite29/xxk1y8pv7vyvmimn/wish/3262148522</link>
         <description><![CDATA[<p>A ideia de que o progresso é fruto da mente humana que se concretiza em máquinas, fábricas e invenções.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 09:35:57 UTC</pubDate>
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         <title>Universalidade </title>
         <author>valentinaleite29</author>
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         <description><![CDATA[<p>Álvaro de campos não fala apenas de uma cultura ou localidade, ele celebra o progresso em escala global, vendo a modernidade como um fenómeno universal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 09:37:52 UTC</pubDate>
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         <title>Nova Conceção de Beleza</title>
         <author>valentinaleite29</author>
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         <description><![CDATA[<p>Valoriza-se a beleza da civilização moderna, contrariamente à beleza de aristotélica tradicional. A beleza relaciona-se agora com conceitos de força, dinamismo, excesso e modernidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 09:45:43 UTC</pubDate>
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         <title>Simultaneidade e exacerbação sensoriais </title>
         <author>valentinaleite29</author>
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         <description><![CDATA[<p>A presença de todos os sentidos é uma forma de conhecer totalmente a dinâmica da vida moderna. A intensidade e sincronismo da mesma permitem uma maior capacidade de captação sensitiva, já que esta é caracterizada pela sua efemeridade e segmentação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 09:48:49 UTC</pubDate>
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         <title>Presença dos cinco sentidos </title>
         <author>valentinaleite29</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os sentidos intervém no estado alucinógeno do “eu”, sendo estes um meio de captação das sensações provocadas pelas máquinas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 09:52:46 UTC</pubDate>
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         <title>Identificação dos momentos disfóricos</title>
         <author>valentinaleite29</author>
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         <description><![CDATA[<p>Dos versos 49 a 57, podemos verificar um momento de quebra disfórica no poema, visto que a energia do sujeito poético diminui drasticamente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 09:54:21 UTC</pubDate>
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         <title>Temas abordados </title>
         <author>valentinaleite29</author>
         <link>https://padlet.com/valentinaleite29/xxk1y8pv7vyvmimn/wish/3262170610</link>
         <description><![CDATA[<p>Os termas abordados ao longo do poema consistem na: rotina diária e dimensão do mistério do mundo, o descontentamento da classe operária, a inevitabilidade da morte e a nostalgia da infância. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 09:57:40 UTC</pubDate>
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         <title>Simbolismo associado a esses momentos </title>
         <author>valentinaleite29</author>
         <link>https://padlet.com/valentinaleite29/xxk1y8pv7vyvmimn/wish/3262174348</link>
         <description><![CDATA[<p>Os momentos disfóricos representam o retorno do “eu” lírico à realidade, uma rotina monótona e igual, a incapacidade de atingir a verdadeira dimensão do mistério do mundo, o outro lado do progresso industrial e as condições precárias de vida dos trabalhadores e a evasão para a infância perdida. Estes momentos incluem reflexões pessoais que demonstram a incapacidade do sujeito poético de se integrar no tempo em que se refere, refugiando se no passado e fazendo observações pessimistas que antecipam a seguinte fase da sua poesia: fase intimista.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 10:00:56 UTC</pubDate>
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         <title>Interpretação e simbolismo do último verso </title>
         <author>valentinaleite29</author>
         <link>https://padlet.com/valentinaleite29/xxk1y8pv7vyvmimn/wish/3266116461</link>
         <description><![CDATA[<p>O último verso da <em>"Ode Triunfal"</em> (“Ah, não ser eu toda a gente e toda a parte!”) mostra o desejo de Álvaro de Campos de ultrapassar os limites de si mesmo e ser tudo ao mesmo tempo. Representa a insatisfação de não conseguir alcançar o mundo inteiro e a frustração com os limites da vida, refletindo o dilema humano entre querer tudo e não poder alcançar isso.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-18 09:19:04 UTC</pubDate>
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         <title>Relação da introdução com a conclusão </title>
         <author>valentinaleite29</author>
         <link>https://padlet.com/valentinaleite29/xxk1y8pv7vyvmimn/wish/3266124123</link>
         <description><![CDATA[<p>A introdução da <em>"Ode Triunfal"</em> mostra o entusiasmo do eu lírico pela modernidade, pelas máquinas e pelo progresso. No entanto, o verso final, <strong>"</strong>Ah, não ser eu toda a gente e toda a parte!", revela a sua frustração por não conseguir fazer parte de tudo o que exalta. A conclusão contrasta com o início, passando de entusiasmo para uma angústia, mostrando o conflito entre o desejo de ser tudo e os limites da vida humana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-18 09:26:09 UTC</pubDate>
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         <title>Estrutura externa</title>
         <author>valentinaleite29</author>
         <link>https://padlet.com/valentinaleite29/xxk1y8pv7vyvmimn/wish/3266132528</link>
         <description><![CDATA[<p>Classificação da composição poética: é uma ode, logo é um poema lírico de tom exaltado que tem como objetivo celebrar a modernidade e a industrialização.</p><p>Classificação estrófica: a composição é irregular, visto que o tamanho e número de versos vai mudando, não seguindo uma estrutura fixa.</p><p>Classificação da métrica: métrica livre que reflete o tom dinâmico e moderno da poesia futurista.</p><p>Classificação rimática: rima livre e muitas vezes ausente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-18 09:33:51 UTC</pubDate>
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         <title>Diferentes registos da língua </title>
         <author>valentinaleite29</author>
         <link>https://padlet.com/valentinaleite29/xxk1y8pv7vyvmimn/wish/3266135809</link>
         <description><![CDATA[<p>A linguagem é coloquial, visto que mistura termos do dia a dia com termos técnicos, ligados à era industrial. Para além disso, são utilizadas palavras estrangeiras, refletindo a influência cultural. Na poesia de Alvaro de Campos podemos observar um tom exclamativo e hiperbólico, transparecendo o entusiasmo febril do “eu” lírico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-18 09:37:15 UTC</pubDate>
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         <title>Inovação Poética </title>
         <author>valentinaleite29</author>
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         <description><![CDATA[<p>Álvaro de Campos é influenciado pelo movimento futurista, rompendo com a tradição da lírica clássica. O poema apresenta versos livres e ritmos irregulares, explicitando uma sucessão de acontecimentos fragmentados e caóticas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-18 09:38:48 UTC</pubDate>
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         <title>Estrutura Rítmica </title>
         <author>valentinaleite29</author>
         <link>https://padlet.com/valentinaleite29/xxk1y8pv7vyvmimn/wish/3266139069</link>
         <description><![CDATA[<p>A Ode apresenta versos extensos que criam um fluxo narrativo, que imita o ritmo apressado da vida industrial refletindo o espirito da era moderna.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-18 09:40:53 UTC</pubDate>
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         <title>Recursos Expressivos </title>
         <author>valentinaleite29</author>
         <link>https://padlet.com/valentinaleite29/xxk1y8pv7vyvmimn/wish/3266141542</link>
         <description><![CDATA[<p>Apóstrofe - “<em>“Ó rodas, ó engrenagens, r-r-r-r-r-r-r eterno!”</em>”</p><p>Anáfora - “<em>Ah, poder ser tu, sendo eu!</em></p><p><em>Ah, poder ser tu, sendo todos!”</em></p><p><em>Aliteração- “chaminés, montanhas, gesticulando, invisíveis, capitais!”</em></p><p><em>Metáfora - “Os meus sentidos são um crepitar de fogueiras.”</em></p><p>Enumeração-<em>“O ferro, o fogo, o vapor, o esforço!”</em></p><p><em>Graduação- “Grito, esperneio, rolo, espumo.”</em></p><p><em>Onomatopeia-“R-r-r-r-r-r-r eterno!”</em> (som das engrenagens).</p><p>Interjeição-<em>“Ah!”</em> (usado frequentemente no poema para demonstrar exaltação).</p><p>Sinestesia-<em>“Vejo com os ouvidos, ouço com os olhos.”</em></p><p><em>Neologismo- “r-r-r-r-r eterno”</em></p><p><em>Pontuação- trans,mite o ritmo frenético da modernidade “ah, pode ser tu, ser todos os vossos motores, ser a velocidade louca de tudo isso, a eletricidade, os nervos febris do maquinismo!”</em></p><p><em>Empréstimo- “o estômago da locomotiva” (“locomotiva” é um empréstimo linguístico de origem inglesa adaptada ao português, típico da era industrial).</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-18 09:43:03 UTC</pubDate>
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         <title>Obra de Arte </title>
         <author>valentinaleite29</author>
         <link>https://padlet.com/valentinaleite29/xxk1y8pv7vyvmimn/wish/3266147361</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta pintura a óleo foi realizada por J. M. William Turner em 1844 e está exposta na National Gallery de Londres.</p><p>Escolhemos esta obra visto que representa uma linha ferroviária, uma invenção que nasceu na revolução industrial, remetendo ao progresso e modernismo Para além disso, a velocidade do comboio assemelha-se à velocidade da era futurista a que o “eu” se refere</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-18 09:48:47 UTC</pubDate>
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