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      <title>Inclusão da Pessoa com Deficiência na Escola e na Sociedade by Danielle Ponciano</title>
      <link>https://padlet.com/daniellexboxmd/xx7yv7absddnnkuo</link>
      <description>O Brasil conta com cerca de 18,6 milhões de pessoas com deficiência com 2 anos ou mais — isso representa 8,9% da população dessa faixa etária. Os dados fazem parte de uma pesquisa inédita da PNAD Contínua (2022), lançada pelo IBGE em parceria com o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC). Esse levantamento lança luz sobre as condições de vida, educação e trabalho das pessoas com deficiência no país, ajudando a orientar políticas públicas mais inclusivas.Principais destaques:Perfil populacional:A maioria (10,7 milhões) são mulheres. A região Nordeste teve a maior proporção de pessoas com deficiência (10,3%).Por cor autodeclarada, a presença é maior entre pessoas pretas (9,5%).Educação:A desigualdade educacional é marcante:19,5% das pessoas com deficiência são analfabetas (contra 4,1% da população sem deficiência);63,3% não completaram o ensino fundamental (versus 29,9% entre os sem deficiência);Apenas 7% têm ensino superior (frente a 20,9% entre as pessoas sem deficiência).Trabalho e renda:Apenas 26,6% das pessoas com deficiência estão empregadas — menos da metade da taxa da população sem deficiência (60,7%).Entre os que trabalham, 55% estão na informalidade.A renda média desse grupo é R$ 1.860, enquanto a da população sem deficiência é R$ 2.690 — uma diferença de 30%.A secretária nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Anna Paula Feminella, destacou que a pesquisa é um passo importante para criar políticas públicas baseadas em evidências, mas que ainda há muitos desafios e lacunas, como o conhecimento sobre pessoas com deficiência em situação de rua ou em instituições.O estudo representa um marco histórico: é a primeira vez que dados tão detalhados são reunidos fora de censos e pesquisas de saúde, oferecendo uma visão mais clara da realidade dessa parcela da população brasileira.  https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2023/julho/brasil-tem-18-6-milhoes-de-pessoas-com-deficiencia-indica-pesquisa-divulgada-pelo-ibge-e-mdhc</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-15 20:08:55 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-06-03 03:51:02 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Desafios na inclusão dos alunos com deficiência na escola pública</title>
         <author>selmafreitas1964</author>
         <link>https://padlet.com/daniellexboxmd/xx7yv7absddnnkuo/wish/3453160917</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p> A equipe diretiva precisa estar alinhada nas ações para formar professores, tirar dúvidas e entrar em ação em casos de bullying</p><p><br></p><p>A escola inclusiva é aquela que abre espaço para todas as crianças, incluindo as que apresentam necessidades especiais. As crianças com deficiência têm direito à Educação em escola regular. No convívio com todos os alunos, a criança com deficiência deixa de ser “segregada” e sua acolhida pode contribuir muito para a construção de uma visão inclusiva. Garantir que o processo de inclusão possa fluir da melhor maneira é responsabilidade da equipe diretiva – formada pelo diretor, coordenador pedagógico, orientador e vice-diretor, quando houver – e para isso é importante que tenham conhecimento e condições para aplicá-lo no dia a dia da escola.</p><p>O princípio de inclusão parte dos direitos de todos à Educação, independentemente das diferenças individuais – inspirada nos princípios da Declaração de Salamanca (Unesco, 1994). Está presente na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&amp;view=download&amp;alias=16690-politica-nacional-de-educacao-especial-na-perspectiva-da-educacao-inclusiva-05122014&amp;Itemid=30192">Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva de Educação Inclusiva</a>, de 2008. Os gestores devem saber o que diz a Constituição, mas principalmente conhecer o Plano Nacional de Educação (PNE), que estabelece a obrigatoriedade de pessoas com deficiência e com qualquer necessidade especial de frequentar ambientes educacionais inclusivos.</p><p>“Por ser inovador e diferente em sua concepção da Educação Especial, o Atendimento Educacional Especializado (AEE) tem sido motivo de dúvidas e interpretações”, afirma Maria Teresa Eglés Mantoan, coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diferença (Leped), na Universidade Estadual de Campinas Unicamp). Segundo ela, com a compreensão correta do que é o AEEE e o entendimento dos demais documentos, o gestor tem à sua disposição toda informação necessária para fazer o devido acolhimento ao aluno com deficiência. “O que não se pode fazer é basear esse acolhimento nos conhecimentos anteriores sobre Educação Especial”, diz ela. “Porque aí é como tirar um óculos e colocar outro. É preciso ler com rigor e responsabilidade, ou seja, trocar de óculos”.</p><p><br></p><p>A educadora reforça que “ninguém pode tirar o direito à educação do aluno”. E lamenta que na leitura feita dos documentos de inclusão, muitas vezes a interpretação dada para o termo “adaptações razoáveis” seja entendida como adaptações curriculares. “O documento fala em adaptações no meio físico, na comunicação, na forma de realizar as provas, por exemplo. Se um aluno tem deficiência física ou auditiva, ele pode precisar de um recurso, como uma carteira adaptada ou uma avaliação em braile. Mas não deve ser confundida com adaptação curricular”, diz. Segundo ela, os docentes não precisam imaginar atividades completamente diferentes para o aluno com deficiência, nem tentar simplificar a realização para evitar problemas. “Nós não temos a capacidade de fazer ninguém aprender. Temos que dar liberdade para que o aluno possa aprender e considerar o que ele consegue e o que não tem interesse em aprender. O bom professor considera o ensino igual para todos, mas o aprendizado completamente díspar”.&nbsp;</p><p>Outro ponto que consta da política educacional de inclusão é a criação de salas de recursos multifuncionais, que não pode ser confundida com uma sala qualquer de recursos. As salas multifuncionais são pensadas para complementar ou suplementar a aprendizagem dos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. Mas o que tem pesado, em algumas escolas, é a interpretação de que é preciso laudo médico para que a escola receba o Fundeb em dobro. “Está nas notas técnicas do MEC e Secadi que nenhuma criança precisa de laudo médico para isso. Não é o laudo que vai dizer que uma criança precisa de serviço de Educação Especial e sim o laudo educacional, que é o estudo de caso feito pelo professor AEE. Infelizmente, poucos fazem por desconhecer a política”, diz Maria Teresa.</p><p><br></p><p><strong>O que diz a lei<br></strong>A Lei nº 7.853 estipula a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm">obrigatoriedade de todas as escolas em aceitar matrículas de alunos com deficiência</a> – e transforma em crime a recusa a esse direito. Aprovada em 1989 e regulamentada em 1999, a lei é clara: todas as crianças têm o mesmo direito à educação. Os gestores estaduais e municipais devem organizar sistemas de ensino que sejam voltados à diversidade, firmando e fiscalizando parcerias com instituições especializadas e administram os recursos que vêm do governo federal. Mas é somente um dos documentos que o gestor precisa conhecer. Do ponto de vista educacional, o maior conteúdo está na&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&amp;view=download&amp;alias=16690-politica-nacional-de-educacao-especial-na-perspectiva-da-educacao-inclusiva-05122014&amp;Itemid=30192">Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva de Educação Inclusiva</a>.</p><p><strong>Apoio e recuros do governo<br></strong>O aluno com deficiência tem direito à educação regular na escola, com aulas dadas pelos professores, e atendimento especializado que não é responsabilidade do professor de sala de aula. O estado oferece assistência técnica e financeira. Conforme a deficiência, o estado deve oferecer um cuidador, que nada mais é do que uma pessoa para ajudar a cuidar do aluno. Esse cuidador deve participar das reuniões sobre acompanhamento de aprendizagem. Conforme a jurisdição da escola, o gestor deve procurar a Secretaria estadual ou municipal para suas reivindicações, além de buscar informações junto a organizações não governamentais, associações e universidades.</p><p><strong>Adaptação e previsão de recursos em sala<br></strong>Cabe ao gestor oferecer tempo e espaço para que professores, coordenador e especialistas possam conversar e tirar dúvidas sobre a integração do aluno com deficiência. O coordenador deve estar atento a possíveis alterações no plano político-pedagógico (PPP) e no currículo para contemplar o atendimento à diversidade e materiais pedagógicos necessários ao atendimento, além de prever o uso de projeções, áudio e outros recursos nas atividades.</p><p><strong>Formação da equipe inclusiva<br></strong>O ideal é garantir a formação na própria escola, já que o gestor conhece melhor sua equipe e a comunidade. O gestor pode formar um grupo para levantar as informações relevantes em relação à deficiência dos alunos (junto a organizações e sites oficiais) e compartilhar em reunião. É essencial abrir o diálogo para que professores e funcionários possam tirar dúvidas. Se ficar claro durante as conversas que é necessário orientar melhor algumas pessoas, o gestor pode recorrer a possíveis formações oferecidas pela Secretaria de Educação.</p><p><strong>Conversa e resolução de conflitos em sala<br></strong>Os professores podem conversar com suas turmas sobre a chegada de um aluno com deficiência para reforçar a visão inclusiva. Sendo um estudante com deficiência de locomoção, que talvez precise de uma carteira adaptada, pode-se orientar os alunos como proceder (evitar correrias, empurra-empurra etc). Se o aluno apresentar comportamento agressivo, é importante analisar a origem do problema junto a professores, especialistas e familiares. Caso ocorra um incidente, é importante convidar as famílias para uma conversa. E ao menor indicativo de bullying, a equipe diretiva e os professores podem conversar sobre ações que envolvam todos os alunos para reforçar a formação de valores.</p><p><strong>Qualidade do ensino e da aprendizagem<br></strong>Todas as crianças são capazes de aprender: esse processo é individual e o professor deve estar atento para as necessidades dos alunos. Crianças com deficiência visual e auditiva desenvolvem a linguagem e pensamento conceitual. Alunos com deficiência mental podem enfrentar mais dificuldade no processo de alfabetização, mas são capazes de desenvolver oralidade e reconhecer sinais gráficos. É importante valorizar a diversidade e estimular as crianças a apresentar seu melhor desempenho, sem fazer uso de um único nivelador. A avaliação deve ser feita em relação ao avanço do próprio aluno, sem usar critérios comparativos.</p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://gestaoescolar.org.br/conteudo/1972/desafios-na-inclusao-dos-alunos-com-deficiencia-na-escola-publica">https://gestaoescolar.org.br/conteudo/1972/desafios-na-inclusao-dos-alunos-com-deficiencia-na-escola-publica</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 23:44:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fabianademarques7516</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-16 00:01:57 UTC</pubDate>
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         <title>Trantornos e deficiência psicossocial</title>
         <author>izabellylimadossantos19</author>
         <link>https://padlet.com/daniellexboxmd/xx7yv7absddnnkuo/wish/3453189747</link>
         <description><![CDATA[<p>Na educação especial, o termo "deficiência psicossocial" se refere a condições que afetam o desenvolvimento e a função mental e social, como transtornos mentais, desenvolvimento (incluindo espectro autista) e outras condições que podem impactar a aprendizagem e a participação. Por exemplo, o TDAH, dislexia e discalculia, transtornos motores, psiquiátricos como esquizofrenia e transtornos psicóticos. A deficiência psicossocial pode incluir uma variedade de condições como: Transtorno do espectro autista, caracterizado por dificuldade na comunicação e interação social e comportamento repetitivos Transtornos de Desenvolvimento Intelectual: Deficiências na capacidade de aprender e adaptar-se ao ambiente, afetando habilidades como comunicação, cuidados pessoais, habilidades sociais, etc.Transtornos Mentais: Condições como esquizofrenia, transtorno afetivo bipolar, transtorno depressivo, entre outros, que podem afetar o humor, pensamento e comportamento.Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH): Caracterizado por dificuldade em prestar atenção, hiperatividade e impulsividade.Transtornos Específicos de Aprendizagem: Como dislexia (dificuldade na leitura) e discalculia (dificuldade na matemática).Transtornos Motores: Como dificuldades na coordenação motora, tiques, síndrome de Tourette.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.acessibilidadenotrabalho.org/modulos/visoes-atuais-sobre-a-condicao-da-deficiencia/pessoas-com-deficiencia-psicossocial-transtornos-mentaishttps://www.scielo.br/j/ptp/a/xv3cvMXQbdr67y3C9fpRsvD/">https://www.acessibilidadenotrabalho.org/modulos/visoes-atuais-sobre-a-condicao-da-deficiencia/pessoas-com-deficiencia-psicossocial-transtornos-mentaishttps://www.scielo.br/j/ptp/a/xv3cvMXQbdr67y3C9fpRsvD/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-16 00:10:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fabianademarques7516</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-16 00:12:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>daniellexboxmd</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>6. Decreto nº 7.611/2011</strong></p><p>Esse decreto regulamenta a educação especial, definindo que o atendimento educacional especializado deve ser ofertado de forma complementar ou suplementar ao ensino regular. Ele estabelece que as escolas devem garantir a matrícula dos alunos com deficiência na rede regular de ensino e oferecer apoio necessário para seu desenvolvimento.</p><p><strong>7. Plano Nacional de Educação (PNE) – Lei nº 13.005/2014</strong></p><p>O PNE estabelece metas para a educação brasileira, incluindo a promoção da inclusão escolar. A meta 4 do PNE visa universalizar, para a população de 4 a 17 anos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, o acesso à educação básica e ao atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino, com a garantia de sistema educacional inclusivo.</p><p><strong>A legislação brasileira estabelece um conjunto robusto de normas e diretrizes para garantir a inclusão escolar, assegurando que todos os alunos tenham acesso à educação de qualidade em um ambiente inclusivo. As escolas devem estar preparadas para atender a diversidade de seus alunos, oferecendo currículos adaptados, recursos especializados e formação continuada para seus professores. A inclusão escolar não é apenas uma exigência legal, mas um compromisso com a equidade e a justiça social, promovendo uma sociedade mais inclusiva e igualitária.</strong></p><p><strong>https://kaits.com.br/inclusao-escolar-o-que-a-legislacao-brasileira-exige-das-escolas/</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-16 00:31:33 UTC</pubDate>
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         <title>Comissão aprova incentivo a esportes olímpicos e paralímpicos nas escolas</title>
         <author>selmafreitas1964</author>
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         <description><![CDATA[<p>A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou proposta que prevê apoio do governo federal a estados, ao Distrito Federal e a municípios que incentivem atividades ligadas aos jogos olímpicos e paralímpicos nas escolas. O apoio federal, pela proposta, deverá ser definido em regulamento do Poder Executivo.</p><p>Os programas a serem desenvolvidos pelos entes subnacionais devem ter como princípio:</p><ul><li><p>a cooperatividade entre alunos;</p></li><li><p>a orientações sobre princípios do olimpismo e paralimpismo;</p></li><li><p>regras e prática de modalidades olímpicas e paralímpicas;</p></li><li><p>aulas sobre a participação brasileira em olimpíadas e paralimpíadas; e</p></li><li><p>a oferta de infraestrutura e equipamentos esportivos (olímpicos e paralímpicos) nas escolas.</p></li></ul><p>A proposta estabelece que os alunos que demonstrarem aptidão para determinadas modalidades poderão, em comum acordo com pais e responsáveis, ser encaminhados a programas de treinamento para desenvolvimento de suas habilidades.</p><p><strong>Cooperação</strong><br>Para a implementação dos programas, estados, municípios e Distrito Federal poderão celebrar termos de cooperação com entidades de prática desportiva ou de administração do desporto.</p><p>A proposta original – Projeto de Lei 3735/24, do deputado Augusto Puppio (MDB-AP) – foi aprovada na forma do substitutivo da relatora, deputada Daniela Reinehr (PL-SC), que fez apenas mudanças de redação. “A proposta atende à necessidade de políticas públicas voltadas à inclusão social por meio do esporte, ampliando as possibilidades de formação e desenvolvimento integral para pessoas com deficiência”, disse a relatora.</p><p><strong>Próximas etapas</strong><br>A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Educação; do Esporte; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado</p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1152743-comissao-aprova-incentivo-a-esportes-olimpicos-e-paralimpicos-nas-escolas/">https://www.camara.leg.br/noticias/1152743-comissao-aprova-incentivo-a-esportes-olimpicos-e-paralimpicos-nas-escolas/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-16 00:40:47 UTC</pubDate>
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         <title>O que é cultura surda?</title>
         <author>selmafreitas1964</author>
         <link>https://padlet.com/daniellexboxmd/xx7yv7absddnnkuo/wish/3455371391</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Você sabe o que é cultura surda? O que vem a sua mente quando ouve essa expressão? Você tem alunos, colegas, algum amigo, parente surdos? Ou nunca teve contato mais próximo com uma pessoa surda? No Fique por Dentro dessa semana, vamos trazer algumas informações sobre a cultura surda, abordando elementos com os quais você talvez até já tenha tido contato e outros que você não imaginava.</p><p>A cultura surda engloba possibilidades e elementos próprios da vida dos sujeitos que se reconhecem como surdos, abrangendo não apenas aspectos mais corriqueiros da vida de cada um, mas também o grupo social que constituem. A privação do sentido da audição não inviabiliza a interação linguística, a participação social ou a produção cultural das pessoas surdas. Na verdade, abre possibilidades alternativas para a sua atuação nessas áreas. Ao nos aproximarmos mais da realidade surda, pela vivência e pelo estudo, descobrimos que ela comporta um rico, complexo e instigante conjunto de elementos culturais caracterizados pelas formas alternativas de produção e interação dessas pessoas, alimentados e enriquecidos nas comunidades surdas e, infelizmente, ainda pouco conhecidos entre os ouvintes.</p><p>A seguir, procuramos referir e descrever sucintamente alguns elementos que fazem parte da cultura surda.</p><ul><li><p>Visualidade: a vivência surda é muito visual. A visão é possivelmente o principal sentido de contato com o mundo, de apreensão e significação das informações. Na visualidade se centram, certamente, a maior parte das alternativas planejadas para a pessoa surda, como se observará mais adiante.</p></li><li><p>Linguístico: as línguas de sinais, de características visuoespaciais, são as línguas naturais para as pessoas surdas. A língua de sinais é tão complexa quanto qualquer outra. Não se trata de uma versão em sinais de uma língua oral como o português, nem de simples gestos ou mímica, embora estes possam ser usados quando ainda não se sabe a língua de sinais, mas de um sistema complexo, com regras próprias. Em salas de aula, eventos públicos ou mesmo na televisão, deve ser feita a tradução entre a língua oral e a de sinais por um intérprete.</p></li><li><p>Família: ligada ao nascimento de filhos surdos em lares ouvintes e de filhos ouvintes em lares surdos, ou mesmo de filhos surdos em lares surdos. Nesse âmbito, muitas questões ligadas à aceitação, à superproteção, à concepção sobre a surdez são discutidas.</p></li><li><p>Comunidade surda: composta por surdos e por ouvintes militantes da causa, como professores, familiares, intérpretes, amigos, entre outros.</p></li><li><p>Associações e organizações: centros cuja importância se manifesta, por exemplo, na possibilidade de o surdo interagir com outras pessoas surdas, o que favorece a construção da sua identidade, a possibilidade de aprender a língua de sinais, as lutas sociais do segmento, por vezes, abraçadas nessas organizações, etc.</p></li><li><p>Literatura surda: arte que abarca produções literárias em língua de sinais e produzidas por pessoas surdas.</p></li><li><p>Artes visuais: que englobam o teatro surdo e as artes plásticas.</p></li><li><p>Criações e transformações materiais: exemplificadas pelas soluções alternativas para as pessoas surdas, como campainhas luminosas, telefones adaptados (Telecommunications device for the deaf - TDDs), dispositivos de vibração (relógios, celulares) em substituição ao despertador, etc.</p></li></ul><p>Posteriormente, falaremos mais detidamente sobre cada um destes elementos e sobre a inclusão da pessoa surda. Convidamos você desde já a estudar mais sobre a cultura surda e principalmente a interagir com os surdos, intérpretes, familiares e amigos de surdos do seu campus, do seu bairro, da igreja ou de qualquer outro círculo social que você frequenta.</p><p>Fique por dentro!</p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ifpb.edu.br/assuntos/fique-por-dentro/o-que-e-cultura-surda">https://www.ifpb.edu.br/assuntos/fique-por-dentro/o-que-e-cultura-surda</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-18 00:19:55 UTC</pubDate>
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         <title>Os sistemas educacionais como apoio aos alunos PCD</title>
         <author>selmafreitas1964</author>
         <link>https://padlet.com/daniellexboxmd/xx7yv7absddnnkuo/wish/3455387051</link>
         <description><![CDATA[<p>promover a produção de materiais em diferentes formatos, como braille, libras, audiolivros e recursos visuais, garantindo que todos os alunos tenham acesso aos conteúdos de forma equitativa.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Acessibilidade Universal</strong></p><p>As escolas devem ser ambientes físicos acessíveis a todos os alunos, sem barreiras que impeçam a locomoção e a participação nas atividades. Os sistemas educacionais podem investir na adaptação da infraestrutura das escolas, incluindo rampas, elevadores, banheiros adaptados e outros recursos que facilitem o acesso e a circulação dos alunos com necessidades especiais.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Apoio Individualizado</strong>&nbsp;</p><p>Cada aluno com necessidades especiais possui características e desafios únicos. Os sistemas educacionais podem oferecer serviços de apoio individualizado, como acompanhamento psicopedagógico, terapia ocupacional, fisioterapia e outros serviços especializados, garantindo que cada aluno receba o suporte necessário para o seu desenvolvimento pleno.&nbsp;</p><p>Ao investir nessas ações, os sistemas educacionais podem garantir que todos os alunos, com suas individualidades e necessidades, tenham acesso a uma educação de qualidade, construindo um futuro mais inclusivo e promissor para todos.&nbsp;</p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.jacad.com.br/blog/sistemas-educacionais-e-necessidades-especiais/">https://www.jacad.com.br/blog/sistemas-educacionais-e-necessidades-especiais/</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-18 01:08:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O que é Deficiência Sensorial </title>
         <author>daniellexboxmd</author>
         <link>https://padlet.com/daniellexboxmd/xx7yv7absddnnkuo/wish/3455942678</link>
         <description><![CDATA[<p>A inclusão de pessoas com deficiência sensorial nas empresas, ajuda a criar um ambiente mais saudável que preze pela equidade formal e material. Assim, essa é uma mudança crucial que com este artigo, você vai saber como aplicar.</p><p><br></p><p>O que é deficiência sensorial?</p><p>A deficiência sensorial é a perda total ou parcial de sentidos da visão, audição, olfato, paladar e tato. Além disso, as pessoas podem nascer com ela ou adquirir no decorrer da vida.</p><p><br></p><p>Por que incluir pessoas com deficiência sensorial nas empresas?</p><p>Ao incluir pessoas com deficiência sensorial nas empresas, você promove a diversidade e a inclusão. Ou seja, ajuda a criar um mundo mais justo e igual para todos. Além disso, há diversas outras vantagens, como:</p><p><br></p><p>tem acesso a talentos incríveis;</p><p>incentiva a inovação;</p><p>cria um ambiente plural.</p><p>A lei 8.213/91 prevê a inclusão de pessoas com deficiência no local de trabalho. Assim, trata-se de uma obrigação, que quando não cumprida, pode trazer problemas jurídicos. </p><p><br></p><p>O fato de ser algo obrigatório é secundário. Isso porque, na prática, essa ação traz tantos prós que ela deve ser uma vontade natural da empresa. </p><p>https://iigual.com.br/blog/deficiencia-sensorial/</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-18 19:35:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Esportes Adaptados nas Escolas</title>
         <author>selmafreitas1964</author>
         <link>https://padlet.com/daniellexboxmd/xx7yv7absddnnkuo/wish/3465053668</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Incluir alunos com deficiência em atividades físicas pode ser um desafio para muitos educadores, mas é essencial para promover uma educação verdadeiramente inclusiva.</strong></p><p><strong>Esportes adaptados nas escolas oferecem uma oportunidade única para que todos os alunos, independentemente de suas limitações físicas ou cognitivas, possam participar de atividades físicas de maneira significativa e segura.</strong></p><p><strong>Neste artigo, vamos explorar como educadores podem implementar esportes adaptados em suas instituições, contando com o suporte de assessorias especializadas como a Rent a Pro, a maior assessoria esportiva para escolas e condomínios do país.</strong></p><p><strong>1. O que é Inclusão Esportiva?</strong></p><p><strong>Inclusão esportiva é a prática de garantir que todas as crianças, incluindo as com PCD, tenham a oportunidade de participar de atividades físicas. Este conceito é fundamental para promover um ambiente escolar justo e acolhedor.</strong></p><p><strong>Apesar dos desafios, é possível criar um espaço onde todas as crianças se sintam confortáveis e engajadas nas atividades esportivas.</strong></p><p><strong>Importância dos Esportes Adaptados nas Escolas</strong></p><p><strong>Os esportes adaptados são fundamentais para a inclusão escolar.</strong></p><p><strong>Eles permitem que alunos com deficiência, autismo ou Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) participem ativamente das aulas de educação física, desenvolvendo habilidades motoras, sociais e emocionais.</strong></p><p><strong>Além disso, a prática regular de atividades físicas é essencial para a saúde e bem-estar de todos os alunos, e garantir que todos tenham acesso a essas atividades é uma responsabilidade que as escolas não podem negligenciar.</strong></p><p><strong>A inclusão por meio dos esportes adaptados vai além da simples modificação das regras ou equipamentos.</strong></p><p><strong>Trata-se de criar um ambiente em que cada aluno se sinta valorizado e capaz de contribuir. Isso promove a autoestima, o trabalho em equipe e a socialização, habilidades que são essenciais tanto dentro quanto fora da escola.</strong></p><p><strong>Como Implementar Esportes Adaptados nas Escolas</strong></p><p><strong>Implementar esportes adaptados nas escolas requer planejamento e a disposição para aprender e adaptar-se às necessidades dos alunos.</strong></p><p><strong>Aqui estão algumas estratégias que podem ajudar os educadores a começar:</strong></p><p><strong>1. Avaliação das Necessidades dos Alunos</strong></p><p><strong>O primeiro passo para implementar esportes adaptados é entender as necessidades específicas dos alunos. Isso inclui conversar com os alunos, seus pais e profissionais de saúde para identificar quais adaptações são necessárias.</strong></p><p><strong>Por exemplo, alunos com deficiência física podem precisar de equipamentos específicos, enquanto alunos com TDAH podem se beneficiar de atividades que ajudem a canalizar sua energia de maneira produtiva.</strong></p><p><br/></p><p><strong>2. Formação e Capacitação dos Educadores</strong></p><p><strong>Para que os esportes adaptados sejam eficazes, os educadores precisam estar bem informados sobre as melhores práticas para ensinar alunos com deficiência.</strong></p><p><strong>Programas de capacitação oferecidos por empresas como a Rent a Pro podem ser extremamente úteis.</strong></p><p><strong>Essa assessoria esportiva para escolas oferece treinamento especializado que ajuda os educadores a desenvolver planos de aula inclusivos e a adaptar as atividades físicas de acordo com as capacidades de cada aluno.</strong></p><p><strong>3. Escolha de Atividades Apropriadas</strong></p><p><strong>Nem todos os esportes são adequados para todos os alunos, mas há uma ampla variedade de atividades físicas que podem ser adaptadas para atender às necessidades dos estudantes com deficiência ou transtornos.</strong></p><p><strong>Por exemplo, atividades como o basquete em cadeira de rodas, bocha adaptada ou natação podem ser incluídas no currículo esportivo da escola.</strong></p><p><strong>É importante que essas atividades sejam escolhidas de acordo com as capacidades dos alunos e que sejam promovidas de forma inclusiva.</strong></p><p><strong>4. Utilização de Equipamentos Adaptados</strong></p><p><strong>O uso de equipamentos adaptados é fundamental para a inclusão de todos os alunos nas atividades esportivas.</strong></p><p><strong>Cadeiras de rodas esportivas, bolas com sons ou raquetes com cabos mais longos são exemplos de equipamentos que podem ser usados para adaptar esportes tradicionais.</strong></p><p><strong>Além disso, a Rent a Pro pode fornecer orientação sobre quais equipamentos são mais apropriados e como utilizá-los de maneira eficaz.</strong></p><p><strong>5. Criação de Um Ambiente Inclusivo</strong></p><p><strong>A inclusão começa com a criação de um ambiente acolhedor e respeitoso. É importante que todos os alunos, não apenas aqueles com deficiência, sejam incentivados a aceitar e apoiar seus colegas. Promover a empatia e a compreensão entre os alunos é essencial para o sucesso dos esportes adaptados.</strong></p><p><strong>O Papel da Rent a Pro na Implementação dos Esportes Adaptados</strong></p><p><strong>A Rent a Pro se destaca como a maior assessoria esportiva para escolas e condomínios do Brasil, oferecendo suporte especializado para a implementação de esportes adaptados.</strong></p><p><strong>Com sua vasta experiência e equipe qualificada, a Rent a Pro auxilia na criação de programas de atividades físicas que atendem às necessidades de todos os alunos, garantindo que ninguém fique de fora.</strong></p><p><strong>Além disso, a Rent a Pro oferece assessoria esportiva infantil, ajudando as escolas a desenvolver programas inclusivos desde os primeiros anos escolares.</strong></p><p><strong>A presença de profissionais experientes facilita a adaptação das atividades e o desenvolvimento de estratégias que promovem a inclusão e o bem-estar de todos os alunos.</strong></p><p><strong>Benefícios dos Esportes Adaptados para Alunos com Autismo e TDAH</strong></p><p><strong>Para alunos com autismo ou TDAH, os esportes adaptados oferecem uma série de benefícios adicionais.</strong></p><p><strong>As atividades físicas podem ajudar a melhorar a concentração, reduzir a ansiedade e proporcionar um meio de expressão que muitas vezes não é encontrado em outras áreas do currículo escolar.</strong></p><p><strong>Além disso, o envolvimento em esportes adaptados pode ajudar esses alunos a desenvolver habilidades sociais e melhorar suas interações com os colegas.</strong></p><p><strong>Conclusão</strong></p><p><strong>Os esportes adaptados são uma ferramenta poderosa para promover a inclusão nas escolas.</strong></p><p><strong>Com o apoio de assessorias esportivas especializadas como a Rent a Pro, os educadores podem implementar programas que atendam às necessidades de todos os alunos, independentemente de suas capacidades físicas ou cognitivas.</strong></p><p><strong>A inclusão não é apenas uma questão de justiça, mas também de criar um ambiente escolar onde todos os alunos possam prosperar.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 15:27:50 UTC</pubDate>
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         <title>INES reabre prédio do Serviço de Educação Infantil após grande reforma</title>
         <author>selmafreitas1964</author>
         <link>https://padlet.com/daniellexboxmd/xx7yv7absddnnkuo/wish/3474298232</link>
         <description><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES) reabriu neste mês o prédio do Serviço de Educação Infantil (Sedin) para o início do ano letivo de 2025, após mais de um ano de reformas estruturais no local. Inacessíveis há cerca de cinco anos, as oito salas de aula, pátio, parquinho e outros espaços do edifício anexo passaram a receber, na semana do dia 13 de maio, alunos e profissionais da educação infantil do Colégio de Aplicação (CAp/INES), que até então ocupavam temporariamente o pavilhão Saul Borges Carneiro.</p><p>Telhado começou a ser reformado em 2023</p><p>A primeira etapa das intervenções, em 2023, contemplou a reforma completa do telhado do Sedin, que carecia de reparos imediatos. No ano seguinte, as melhorias se estenderam à parte interna e à área de recreação e práticas esportivas, incluindo a piscina, com modernização de todo o sistema elétrico e hidráulico. Com a obra, o setor ganhou também fraldário, lactário, novos sanitários e locais de banho, além da infraestrutura necessária para a futura instalação de plataforma elevatória entre o térreo e o segundo pavimento, para garantir acessibilidade a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. </p><p>Àreas externas e internas no Sedin já estão funcionando</p><p>O trabalho contou com a participação da equipe de Engenharia do INES e o apoio da Coordenação de Suporte Técnico, sob a gerência do assessor da Direção-Geral Mário Cesar dos Santos e do diretor do Departamento de Planejamento e Administração do INES, Alvanei Viana. "Nós, gestores, sonhamos com um Serviço de Educação Infantil transformador, para que mães, pais e responsáveis possam trazer seus filhos pequenos com a certeza de que estarão bem cuidados e seguros. E é isso que esse novo espaço vai proporcionar, um ambiente de cuidado e aprendizado moderno, adequado para as crianças surdas", afirma Alvanei. Estão em andamento, ainda, <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="external-link" href="https://www.gov.br/ines/pt-br/central-de-conteudos/noticias/reformas-de-predio-anexo-e-ginasio-do-ines-devem-ser-concluidas-este-ano-outras-obras-sao-previstas">obras em outros setores do CAp/INES</a>.&nbsp; </p><p>&nbsp;fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/ines/pt-br/central-de-conteudos/noticias/ines-reabre-predio-do-servico-de-educacao-infantil-apos-grande-reforma">https://www.gov.br/ines/pt-br/central-de-conteudos/noticias/ines-reabre-predio-do-servico-de-educacao-infantil-apos-grande-reforma</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/3845593000/e495a8d34850c6b7ffe9bba83f01869e/bee32622_5c33_4327_91ac_23cccc2c7a33.jpeg" />
         <pubDate>2025-05-31 01:19:47 UTC</pubDate>
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         <title>INES promove rodas de conversa para responsáveis de alunos surdos do Colégio de Aplicação
</title>
         <author>selmafreitas1964</author>
         <link>https://padlet.com/daniellexboxmd/xx7yv7absddnnkuo/wish/3474300375</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;O Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES) está promovendo semanalmente, às <strong>quintas-feiras</strong>, das 8h30 às 10h30, uma <strong>roda de conversa com as famílias </strong>dos alunos da educação básica. Pais, mães e responsáveis de estudantes surdos matriculados no Colégio de Aplicação (CAp/INES) estão convidados a participar dos encontros, que têm como objetivo fortalecer o apoio entre a família e a escola, proporcionando um espaço para trocar experiências, aprender e compartilhar histórias com outras famílias que também convivem com crianças e jovens surdos. A primeira roda de conversa de 2025 está marcada para o dia 29 de maio, na Divisão de Qualificação e Encaminhamento Profissional (Diepro) do INES.</p><p>Idealizado e coordenado pela professora de Libras Márcia Cristina Paulo, o projeto acontece desde março de 2024 e é uma parceria da Diepro com a Divisão Socio-Psicopedagógica (Disop), do Departamento de Educação Básica do instituto. A cada semana, uma equipe formada por servidoras que atuam nesses setores recebem profissionais e outras pessoas da comunidade surda para conversar com as famílias sobre diferentes temas de interesse dos pais e responsáveis.</p><p>Confira ao lado <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="external-link" href="https://youtu.be/dOs1LZAudFA">o vídeo de convite aos pais</a> produzido pela Diepro e pela equipe do projeto, com interpretação em Libras.</p><p>fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/ines/pt-br/central-de-conteudos/noticias/ines-promove-rodas-de-conversa-para-responsaveis-de-alunos-surdos">https://www.gov.br/ines/pt-br/central-de-conteudos/noticias/ines-promove-rodas-de-conversa-para-responsaveis-de-alunos-surdos</a></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 01:25:32 UTC</pubDate>
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         <title>INES regulamenta empréstimo de tablets para alunos da graduação</title>
         <author>selmafreitas1964</author>
         <link>https://padlet.com/daniellexboxmd/xx7yv7absddnnkuo/wish/3474301471</link>
         <description><![CDATA[<p>O Departamento de Educação Superior (DESU) do Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES) regulamentou como política estudantil o empréstimo de tablets para alunos da graduação com matrícula ativa. Estudantes de licenciatura em Pedagogia Bilíngue, tanto da modalidade presencial quanto da EaD, já podem pegar os dispositivos para acompanhamento das aulas e suporte durante as atividades acadêmicas, enquanto durar seu vínculo com o curso. Após a publicação da portaria de regulamentação, a entrega dos tablets começou a ser realizada pelo departamento na última semana, a partir do dia 19 de maio.</p><p>Alunos da graduação já estão recebendo os tablets</p><p>Para a diretora do DESU, Elizabeth Serra, essa política de assistência estudantil garante acessibilidade tecnológica aos discentes e é fundamental para os estudos e a permanência no curso: "Essa foi uma iniciativa que surgiu em 2021, pela necessidade do ensino remoto durante a pandemia. Através do diagnóstico situacional dos nossos alunos, foi comprovado que a maioria não possui computadores em casa", afirma a diretora, destacando que, agora, a possibilidade de adquirir os tablets por empréstimo é aberta a cada ano, com o ingresso de alunos nas turmas de graduação. </p><p>fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/ines/pt-br/central-de-conteudos/noticias/ines-regulamenta-emprestimo-de-tablets-para-alunos-da-graduacao">https://www.gov.br/ines/pt-br/central-de-conteudos/noticias/ines-regulamenta-emprestimo-de-tablets-para-alunos-da-graduacao</a></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 01:28:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>IBGE registra dificuldade de acesso à educação para pessoas com deficiência; 1 em cada 5 PCDs é analfabeta no Brasil</title>
         <author>selmafreitas1964</author>
         <link>https://padlet.com/daniellexboxmd/xx7yv7absddnnkuo/wish/3474308671</link>
         <description><![CDATA[<p>Os brasileiros com deficiência são mais de 14 milhões - 7% da população. O Brasil tem 2,4 milhões de pessoas diagnosticadas com transtorno do espectro autista.</p><p>Por Jornal Nacional</p><p>23/05/2025 20h53 Atualizado há 6 dias</p><p>O Censo do IBGE detectou que pessoas com deficiência têm pouco acesso à educação</p><p>O Censo do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/ibge/">IBGE</a> detectou que pessoas com deficiência têm menos acesso à educação.</p><p>São 30 cadeiras e uma delas tem rodas. Isso não deveria fazer nenhuma diferença na escola, mas Maria Eduarda da Cunha sabe que não é bem assim.</p><p><br/></p><blockquote><p>“Na escola antiga tinha um elevador e, volta e meia, quebrava. Era antigo, e eu tinha que ficar lá em cima porque não podiam ficar descendo pela escada”, conta.</p></blockquote><p><br/></p><p>Os brasileiros com deficiência são mais de 14 milhões - 7% da população. A maioria tem deficiência visual. Mais de 5 milhões têm deficiência de mobilidade. Pela primeira vez no Censo, o IBGE perguntou sobre autismo. O Brasil tem 2,4 milhões de pessoas diagnosticadas com transtorno do espectro autista.</p><p>Maria Eduarda quer ser psicóloga e, desde 2024, estuda em uma arena olímpica e paralímpica que foi transformada para receber alunos. Lá, ela tem liberdade e autonomia. Imagine quantas psicólogas deixaram de se formar porque encontraram uma barreira no caminho. Quantas pessoas deixam de estudar e de se realizar por falta de acesso às escolas. Os números do Censo mostram o quanto o Brasil perde por não entender que, nessa troca, os dois lados da mesa saem ganhando.</p><p>A maioria dos brasileiros com deficiência não termina o ensino fundamental. Os números do analfabetismo são ainda mais gritantes. Uma em cada cinco pessoas com deficiência não tem direito a aprender a ler e escrever. Essa taxa é quatro vezes maior do que entre as pessoas sem deficiência.</p><p><br/></p><blockquote><p>"Não existe solução mágica. A gente está falando de ampliação do repertório de professores, de exploração desses novos recursos tecnológicos e de um planejamento que diversifique as estratégias em sala de aula. Esses fatores levam tempo, mas dão resultado”, afirma Rodrigo Hübner Mendes, diretor do Instituto Rodrigo Mendes.</p></blockquote><p><br/></p><p>A escola e a família ensinam Maria Eduarda que as imposições da vida não impedem escolhas:</p><p><br/></p><blockquote><p>"Meu pai fala muito isso comigo, que a minha deficiência não vai me impedir, porque grande parte dos trabalhos hoje em dia está sendo tudo sentado. Você não vê mais muitos especialistas em pé”, diz a estudante.</p></blockquote><p><br/></p><p>Estudantes ficam sentados. Mas estar na primeira fila foi uma escolha dela.</p><p>IBGE registra dificuldade de acesso à educação para pessoas com deficiência; 1 em cada 5 PCDs é analfabeto no Brasil — Foto: Reprodução/TV Globo</p><p>fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2025/05/23/ibge-registra-dificuldade-de-acesso-a-educacao-para-pessoas-com-deficiencia-1-em-cada-5-pcds-e-analfabeto-no-brasil.ghtml">https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2025/05/23/ibge-registra-dificuldade-de-acesso-a-educacao-para-pessoas-com-deficiencia-1-em-cada-5-pcds-e-analfabeto-no-brasil.ghtml</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-31 01:45:09 UTC</pubDate>
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         <title>Novo símbolo de acessibilidade | Uma mudança necessária para a inclusão real</title>
         <author>selmafreitas1964</author>
         <link>https://padlet.com/daniellexboxmd/xx7yv7absddnnkuo/wish/3475103413</link>
         <description><![CDATA[<p>Acessibilidade em pauta, conheça o novo símbolo e saiba como se adaptar à nova realidade!</p><p><br/></p><p><br/></p><p>O <strong>Senado Federal</strong> aprovou, recentemente, o uso de um novo símbolo de acessibilidade em substituição ao tradicional ícone da cadeira de rodas. Essa medida, que segue para análise da Câmara dos Deputados, representa um passo significativo rumo à inclusão de pessoas com diferentes tipos de deficiência. A proposta está no Projeto de Lei (PL) 2.199/2022, relatado pelo senador Romário Faria, e prevê a aplicação obrigatória do novo símbolo em faixas de circulação, pisos táteis (direcionais e de alerta), além de mapas e maquetes táteis.</p><p>Índice de Conteúdo</p><ol><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.futuraim.com.br/blog/novo-simbolo-de-acessibilidade-uma-mudanca-necessaria-para-a-inclusao-real?srsltid=AfmBOooqf6DZ5--P5MzvS3hpO2-7F_8PYEXXGfbMdfdKxJS6fn2MAdDi#A%20evolu%C3%A7%C3%A3o%20da%20acessibilidade:%20por%20que%20o%20novo%20s%C3%ADmbolo%20importa?">A evolução da acessibilidade: por que o novo símbolo importa?</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.futuraim.com.br/blog/novo-simbolo-de-acessibilidade-uma-mudanca-necessaria-para-a-inclusao-real?srsltid=AfmBOooqf6DZ5--P5MzvS3hpO2-7F_8PYEXXGfbMdfdKxJS6fn2MAdDi#Impactos%20para%20estabelecimentos%20p%C3%BAblicos%20e%20privados">Impactos para estabelecimentos públicos e privados</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.futuraim.com.br/blog/novo-simbolo-de-acessibilidade-uma-mudanca-necessaria-para-a-inclusao-real?srsltid=AfmBOooqf6DZ5--P5MzvS3hpO2-7F_8PYEXXGfbMdfdKxJS6fn2MAdDi#A%20import%C3%A2ncia%20da%20comunica%C3%A7%C3%A3o%20visual%20na%20acessibilidade">A importância da comunicação visual na acessibilidade</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.futuraim.com.br/blog/novo-simbolo-de-acessibilidade-uma-mudanca-necessaria-para-a-inclusao-real?srsltid=AfmBOooqf6DZ5--P5MzvS3hpO2-7F_8PYEXXGfbMdfdKxJS6fn2MAdDi#Adequa%C3%A7%C3%A3o%20como%20diferencial%20competitivo">Adequação como diferencial competitivo</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.futuraim.com.br/blog/novo-simbolo-de-acessibilidade-uma-mudanca-necessaria-para-a-inclusao-real?srsltid=AfmBOooqf6DZ5--P5MzvS3hpO2-7F_8PYEXXGfbMdfdKxJS6fn2MAdDi#Como%20implementar%20as%20mudan%C3%A7as?">Como implementar as mudanças?</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.futuraim.com.br/blog/novo-simbolo-de-acessibilidade-uma-mudanca-necessaria-para-a-inclusao-real?srsltid=AfmBOooqf6DZ5--P5MzvS3hpO2-7F_8PYEXXGfbMdfdKxJS6fn2MAdDi#Impressos%20e%20materiais%20que%20n%C3%A3o%20podem%20faltar">Impressos e materiais que não podem faltar</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.futuraim.com.br/blog/novo-simbolo-de-acessibilidade-uma-mudanca-necessaria-para-a-inclusao-real?srsltid=AfmBOooqf6DZ5--P5MzvS3hpO2-7F_8PYEXXGfbMdfdKxJS6fn2MAdDi#A%20mudan%C3%A7a%20%C3%A9%20agora">A mudança é agora</a></p></li></ol><p>Mas por que essa mudança é tão importante? E como os estabelecimentos, públicos e privados, podem se adaptar a essa nova exigência? Nesta matéria, vamos explorar a importância dessa atualização, a necessidade de adaptação de novos empreendimentos e quais materiais gráficos e impressos são indispensáveis nesse processo.</p><p>A evolução da acessibilidade: por que o novo símbolo importa?</p><p>O símbolo antigo, uma cadeira de rodas em perfil, tornou-se reconhecível em todo o mundo. No entanto, sua representação visual acaba por limitar o conceito de deficiência às pessoas com deficiência motora. Criado pelas Nações Unidas em 2015, o novo símbolo busca representar todos os tipos de deficiência: física, visual, auditiva, intelectual, psicossocial e múltiplas.</p><p>Esse <strong>novo simbolo de acessibilidade</strong> a identidade visual é mais abstrata e universal. Seu design traz formas humanas simplificadas, com foco na harmonia, na inclusão e na igualdade. Não se trata apenas de comunicar acessibilidade física, mas também de garantir o direito de ir e vir, de se comunicar, de acessar informações, ambientes e serviços com autonomia e dignidade.</p><p>O reconhecimento desse símbolo pela legislação brasileira é mais do que uma questão de design: é uma ação concreta de representatividade e de fortalecimento da cidadania.</p><p>Impactos para estabelecimentos públicos e privados</p><p>A aprovação do <strong>novo símbolo de acessibilidade</strong> implica em mudanças reais na sinalização de ambientes e estruturas. Novas obras e empreendimentos deverão estar atualizados com a legislação, incluindo o uso do novo ícone em:</p><ul><li><p>Faixas de circulação acessíveis;</p></li><li><p>Pisos táteis direcionais e de alerta;</p></li><li><p>Mapas e maquetes táteis;</p></li><li><p>Placas informativas e de sinalização;</p></li><li><p>Materiais de orientação e acessibilidade.</p></li></ul><p>Os estabelecimentos já existentes também devem iniciar um plano de adaptação, respeitando as normas da ABNT e garantindo que os recursos gráficos e físicos estejam alinhados ao conceito de acessibilidade universal.</p><p>A importância da comunicação visual na acessibilidade</p><p>Quando falamos de acessibilidade, muitas vezes pensamos apenas em rampas e elevadores. No entanto, a comunicação visual acessível é uma peça-chave para garantir autonomia e segurança a todas as pessoas.</p><p>A substituição do símbolo antigo pelo novo deve estar presente em diversos materiais gráficos e impressos, especialmente em espaços públicos, centros comerciais, escolas, hospitais, eventos e estabelecimentos privados com grande fluxo de pessoas. Entre os itens mais relevantes, destacamos:</p><p><strong>1. Placas de sinalização acessível</strong></p><ul><li><p>Placas com o novo símbolo e escrita em braile;</p></li><li><p>Sinalizações direcionais para banheiros, elevadores, escadas e saídas;</p></li><li><p>Placas informativas com contraste adequado, cores acessíveis e tipografia legível.</p></li></ul><p><br> <br></p><p><strong>2. Mapas e maquetes táteis</strong></p><p>Esses elementos auxiliam pessoas com deficiência visual a compreenderem o espaço e se localizarem. Devem conter:</p><ul><li><p>Relevo e texturas diferenciadas;</p></li><li><p>Escrita em braile;</p></li><li><p>Indicação clara de rotas acessíveis com o novo símbolo.</p></li></ul><p><strong>3. Pisos táteis personalizados</strong></p><p>O piso tátil é obrigatório em locais de uso coletivo. A nova regulamentação exige que ele incorpore o novo símbolo quando houver indicação de acessibilidade.</p><p><strong>4. Adesivos e etiquetas</strong></p><ul><li><p>Adesivos com o novo símbolo em vitrines, entradas acessíveis e vidros de segurança;</p></li><li><p>Etiquetas informativas para produtos e instruções de uso em braile e com pictogramas acessíveis.</p></li></ul><p><br> <br></p><p><strong>5. Materiais gráficos informativos</strong></p><ul><li><p>Cartilhas de orientação para colaboradores e visitantes;</p></li><li><p>Informativos sobre rotas acessíveis, serviços disponíveis e canais de atendimento inclusivos.</p></li></ul><p><strong>6. Comunicação impressa acessível</strong></p><ul><li><p>Impressos em fonte ampliada para pessoas com baixa visão;</p></li><li><p>Conteúdo com linguagem simples e objetiva, adequado para pessoas com deficiência intelectual.</p></li></ul><p><strong>A acessibilidade é um direito. Garantir esse direito é dever de todos.</strong></p><p><strong>fonte:</strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.futuraim.com.br/blog/novo-simbolo-de-acessibilidade-uma-mudanca-necessaria-para-a-inclusao-real?srsltid=AfmBOooqf6DZ5--P5MzvS3hpO2-7F_8PYEXXGfbMdfdKxJS6fn2MAdDi"><strong>https://www.futuraim.com.br/blog/novo-simbolo-de-acessibilidade-uma-mudanca-necessaria-para-a-inclusao-real?srsltid=AfmBOooqf6DZ5--P5MzvS3hpO2-7F_8PYEXXGfbMdfdKxJS6fn2MAdDi</strong></a></p><p><br/></p>]]></description>
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         <title>VOLEIBOL SENTADO COMO JOGAR NA ESCOLA - UM ESPORTE PARA TODOS</title>
         <author>selmafreitas1964</author>
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         <title>Exemplos: Vidas Campeãs. Evelyn Oliveira - Bocha Paralímpica SESI</title>
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         <title>Tênis em cadeira de rodas - Regras e classes</title>
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         <title>Nação Solidária - Futebol em cadeira de Rodas</title>
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         <title>Olimpíadas dos Surdos? Descubra como são as Surdolimpíadas em Libras [Vôlei Brasil x México]</title>
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         <title>Educação inclusiva | Incluir na escola |  Importância da interação dos estudantes surdos</title>
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