<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Artes- lideranças (de movimentos sociais e políticos). by Júlia Gabriely Santana Pereira</title>
      <link>https://padlet.com/Juliasantana05/xx5wfvs0smx4xxdn</link>
      <description>Criado por: Anna Ritha Figueiredo, Bianca Oliveira, Jade Carvalho, Júlia Santana, Luana Figueiredo e Raíssa Silva.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-06 18:12:05 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-02-08 06:34:35 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>TEREZA DE BENGUELA </title>
         <author>Juliasantana05</author>
         <link>https://padlet.com/Juliasantana05/xx5wfvs0smx4xxdn/wish/1871845904</link>
         <description><![CDATA[<div>Tereza de Benguela foi uma líder quilombola que viveu no século XVIII (com o local de nascimento desconhecido) No vale do Guaporé, no Mato Grosso.&nbsp;<br>Foi casado com José Piolho que chefiava o quilombo do piolho ou Quariterê (atual fronteira entre Mato Grosso e Bolívia).<br>&nbsp;Segundo registro da época, o lugar abrigava mais de 100 pessoas sendo aproximadamente 79 negros e 30 índios, ali também era cultivado algodão e outros tipos de plantações como&nbsp; milho, feijão, banana, entre outros.<br>Tereza de Benguela se tornou líder após seu marido ser morto por soldados.<br>&nbsp;Todos a chamavam de "Rainha Tereza" e sua liderança se destacou com a criação de uma espécie de Parlamento e de um sistema de defesa e sob ela, a comunidade negra e indígena restitui a escravidão por duas décadas.<br>O quilombo Quariterê existiu de 1730 a 1795 e a chefia de Tereza Benguela durou até 1770, quando foi presa e morta pelos soldados.&nbsp;<br>Mesmo com toda essa história, alguns dizem que a verdade é que ela se suicidou após ser capturada por bandeirantes.<br><br>Referências:&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2021/07/27/artigo-rainha-negra-no-pantanal-conheca-a-historia-de-tereza-de-benguela">https://www.brasildefato.com.br/2021/07/27/artigo-rainha-negra-no-pantanal-conheca-a-historia-de-tereza-de-benguela</a><br><a href="https://www.ufrb.edu.br/bibliotecacecult/noticias/220-tereza-de-benguela-a-escrava-que-virou-rainha-e-liderou-um-quilombo-de-negros-e-indios">https://www.ufrb.edu.br/bibliotecacecult/noticias/220-tereza-de-benguela-a-escrava-que-virou-rainha-e-liderou-um-quilombo-de-negros-e-indios</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1442756083/a3b493aecdd6906c55c47dbe6e53b26b/2658A233_282F_4781_8E89_DD9D5356AC82.jpg" />
         <pubDate>2021-11-06 18:16:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Juliasantana05/xx5wfvs0smx4xxdn/wish/1871845904</guid>
      </item>
      <item>
         <title>SÔNIA GUAJAJARA </title>
         <author>Juliasantana05</author>
         <link>https://padlet.com/Juliasantana05/xx5wfvs0smx4xxdn/wish/1871849022</link>
         <description><![CDATA[<div>Sônia Bone de Souza Silva Santos, nome civil de Sônia Bone Guajajara, nascida em 6 de março de 1974 na Terra Indígena Arariboia, Amarante do Maranhão, é uma líder indígena brasileira e política filiada ao Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). Recebeu a ordem do mérito cultural em 2015.<br>&nbsp;No dia 3 de fevereiro de 2018, Sônia Guajajara foi lançada como pré-candidata a vice-presidente da república na chapa encabeçada por Guilherme Buolos, líder do movimento dos Trabalhadores Sem Teto, tornando-se a primeira pré-candidata de origem indígena à presidência da república.&nbsp;<br>Sônia, uma das coordenadoras executivas da Apib, foi intimada pela PF a depor por suposta difamação contra o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em razão da websérie “Maracá”, que aborda violações contra os povos indígenas na pandemia da covid-19.&nbsp;<br>O inquérito foi aberto a pedido da Funai.<br>Sônia Guajajara:</div><div>“A luta que o MTST faz aqui na cidade é a luta que nós fazemos em nossas aldeias pra garantir nosso território, que é nossa morada, nossa casa.”<br><br>Referências:&nbsp; https://g.co/kgs/py9gkQ</div><div><a href="https://www.cartacapital.com.br/politica/sonia-guajajara-pode-deixar-o-psol-para-se-filiar-ao-pt/amp/">https://www.cartacapital.com.br/politica/sonia-guajajara-pode-deixar-o-psol-para-se-filiar-ao-pt/amp/</a></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1442756083/14b3a74334a05d9fce8e56fa40149d42/0C363E5B_8EF0_41F5_AE3E_C54762ECC9BB.jpg" />
         <pubDate>2021-11-06 18:19:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Juliasantana05/xx5wfvs0smx4xxdn/wish/1871849022</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ZUMBI DOS PALMARES </title>
         <author>Juliasantana05</author>
         <link>https://padlet.com/Juliasantana05/xx5wfvs0smx4xxdn/wish/1871855009</link>
         <description><![CDATA[<div>Zumbi dos Palmares foi o líder da resistência negra do Quilombo dos Palmares, localizado ao sul da capitania de Pernambuco, na parte inferior do rio São Francisco, na Serra da Barriga, Alagoas. Nasceu dentro do Quilombo dos Palmares, provavelmente por volta de 1655. Era neto da princesa negra Aqualtune, e sobrinho de Ganga Zumba e Gana Zona, chefe dos mocambos mais importantes do Quilombo, que era constituído por 19 aldeias. Zumbi foi aprisionado pela expedição de Brás da Rocha Cardoso e entregue aos cuidados do Padre Antônio Melo, em Porto Calvo, quando ainda tinha cerca de seis anos. Foi então batizado com o nome “Francisco” e recebeu uma educação esmerada. Aprendeu português e latim, além do catecismo para ser batizado na fé católica. Aos10 anos de idade, já era fluente em português e latim. Aos 15, fugiu e voltou para o Quilombo de Palmares. Símbolo da resistência e luta contra a escravidão, lutou pela liberdade de culto, religião e prática da cultura africana no Brasil colonial. O dia de sua morte, 20 de novembro, é lembrado e comemorado em todo território nacional como o dia da Consciência Negra.</div><div>&nbsp;<br>Referências: https://www.historiadomundo.com.br/idade-moderna/zumbi-dos-palmares.htm<br>&nbsp;https://www.ebiografia.com/zumbi/<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1442756083/b1c9d20fe3f355cf5a54721a8b5b51ee/E71BFB12_6CBE_4427_8074_7E213078F533.jpg" />
         <pubDate>2021-11-06 18:26:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Juliasantana05/xx5wfvs0smx4xxdn/wish/1871855009</guid>
      </item>
      <item>
         <title>MESTRE MOA DE KATENDÊ </title>
         <author>Juliasantana05</author>
         <link>https://padlet.com/Juliasantana05/xx5wfvs0smx4xxdn/wish/1871937738</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Nascido em Salvador em 29 de outubro de 1954, Romualdo Rosário da Costa, conhecido como Mestre Moa do Katendê, foi um dos maiores mestres de capoeira do país e ativista na luta dos direitos do povo negro, sempre lutou contra intolerância, o preconceito, o racismo, além de tentar criar formas mais diversas para unir os povos.</div><div>&nbsp; Mestre Moa do Katendê, iniciou-se na arte da capoeira aos oito anos de idade, na Academia Capoeira de Angola; participou de inúmeros grupos de teatro, música afro e dança.</div><div>&nbsp; Ele era referência na defesa das tradições africanas e percorria o mundo divulgando a arte, além de&nbsp; mestre de capoeira era: compositor, dançarino, percussionista, educador e artesão. Fundou o bloco Afoxé Badauê em 1978, que desfilou pela primeira vez no ano seguinte e se tornou campeão do carnaval na categoria do Afoxé. Em 1995 criou o afoxé “Amigos do Katendê” com o qual viajava o mundo.<br>Mestre Moa de Katendê faleceu em 8 de outubro de 2018, com apenas 63 anos, sendo vítima de um assassinato por conta de uma discussão por política, onde defendeu seu posicionamento.<br><br>Referências:&nbsp;<a href="https://www.palmares.gov.br/?p=52179">https://www.palmares.gov.br/?p=52179</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1442756083/c4d4dcd357b7485574ef6d69432a38ed/1359B4D2_B2E5_4A71_BD4B_F90CFA1388A7.jpg" />
         <pubDate>2021-11-06 20:01:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Juliasantana05/xx5wfvs0smx4xxdn/wish/1871937738</guid>
      </item>
      <item>
         <title>MÃE HILDA JITOLÚ</title>
         <author>Juliasantana05</author>
         <link>https://padlet.com/Juliasantana05/xx5wfvs0smx4xxdn/wish/1871942181</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Mãe Hilda Jitolu, foi líder e fundadora do Acé Jitolu, um Terreiro de tradição Jeje Savalu, do bairro Curuzu, em Salvador, Ela foi mãe, conselheira e tudo mais que coube a ela durante os mais de 50 anos à frente da casa.&nbsp;</div><div>Ao longo dos seus 86 anos de vida, Mãe Hilda desenvolveu um extenso trabalho de conscientização na comunidade negra. &nbsp;</div><div>Mãe Hilda é uma liderança sócio-cultural no Curuzu, uma referência para a comunidade negra e religiosa. Sendo o candomblé o núcleo político mais forte de resistência negra, as religiões de origem africana se recriaram no Brasil e se tornaram uma importante ferramenta para movimento político e cultural negro. Em 06 de agosto de 1952, que Mãe Hilda fundou, com a colaboração de Mãe Tança, o Acé Jitolu. Mãe Hilda transformou assim, sua casa em um templo sagrado, e ao dar esse passo, ganhou novas responsabilidades e assumiu o cargo de maior poder na hierarquia do candomblé.&nbsp;</div><div>Com a missão cumprida, Mãe Hilda foi para o Orum em 19 de setembro de 2009. Descansou após 86 anos de dedicação e luta pela igualdade racial e social.&nbsp;</div><div><br></div><div>Referência: https://correionago.com.br/mulheres-negras-em-acao-de-resistencia-mae-hilda-jitolu-licoes-de-politica-no-ambiente-religioso/</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1442756083/5c51beedf851ef4e05aa7b77609e3f98/CB4A607D_A638_40B5_B623_2AA64B4494FB.jpg" />
         <pubDate>2021-11-06 20:07:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Juliasantana05/xx5wfvs0smx4xxdn/wish/1871942181</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ANTÔNIO BISPO DOS SANTOS </title>
         <author>Juliasantana05</author>
         <link>https://padlet.com/Juliasantana05/xx5wfvs0smx4xxdn/wish/1872102467</link>
         <description><![CDATA[<div>É lavrador, formado por mestras e mestres de ofícios, morador do Quilombo do Saco-Curtume<br>(São João do Piauí, PI).<br>Ativista político e militante de grande expressão no movimento social quilombola e nos movimentos de luta pela terra, Nêgo Bispo é atualmente membro da Coordenação Estadual das Comunidades Quilombolas do Piauí (CECOQ/PI) e da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ).<br>Possui ensino fundamental completo e faz parte da primeira geração da família da sua mãe que teve acesso à alfabetização.<br>Tem um grande gosto pela escrita poética, pois desde muito cedo precisou desenvolver sua habilidade de traduzir para a linguagem escrita das cartas os sentimentos as sabedorias e as vivências de seus parentes e vizinhos.<br>Poeta, escritor e intelectual que prefere ser chamado de relator de saberes, é autor de inúmeros artigos e poemas, bem dos livros Quilombos, modos e significados (2007);<br>e Colonização, Quilombos: modos e significados (2015).<br>&nbsp;<br>Referências:&nbsp;<a href="https://www.culturgest.pt/pt/programacao/dificil-arte-da-confluencia/">https://www.culturgest.pt/pt/programacao/dificil-arte-da-confluencia/</a><br><a href="https://www.publico.pt/2020/10/28/culturaipsilon/noticia/antonio-bispo-santos-contracolonizar-contrariar-nao-sentir-dor-esperam-sinta-1936929/amp">https://www.publico.pt/2020/10/28/culturaipsilon/noticia/antonio-bispo-santos-contracolonizar-contrariar-nao-sentir-dor-esperam-sinta-1936929/amp</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1442999618/a2db5c2ff1f1b88dfac9d5fe3a4429d4/43BC11EE_76E3_4942_869F_3BEE40A681CB.jpg" />
         <pubDate>2021-11-07 00:08:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Juliasantana05/xx5wfvs0smx4xxdn/wish/1872102467</guid>
      </item>
      <item>
         <title>MÃE STELLA DE OXÓSSI</title>
         <author>Juliasantana05</author>
         <link>https://padlet.com/Juliasantana05/xx5wfvs0smx4xxdn/wish/1902331432</link>
         <description><![CDATA[<div>“Sabedoria não tem cor e não pertence a nenhuma raça específica”<br>Maria Stella de Azevedo Santos, Mãe Stella de Oxóssi, Odé Kayode nascida no dia 2 de maio de 1925 em Salvador, foi uma das mais importantes Ialorixás do candomblé da Bahia, líder no Ilê Axé Opô Afonjá. Atuante tanto em sua comunidade como nas entidades representativas da tradição africana, realizou um incansável trabalho para preservar o patrimônio religioso e cultural que lhe foi confiado por Xangô, dono do Axé, e por todos os orixás. Como Ode, seu pai protetor, Mãe Stella esteve sempre alerta buscando novos caminhos para o povo do Orixá.<br>Em 1983, lançou o brado contra o sincretismo, desvinculando de vez o Candomblé da igreja Católica e firmando-o como religião. Ela também participou da III Conferência mundial de tradição dos Orixás e Cultura, em 1986, na cidade de Nova Iorque.&nbsp;<br>Aos 88 anos e com sete livros editados, foi eleita por unanimidade para academia de letras da Bahia.<br>Mãe Stella faleceu no dia 27 de dezembro de 2018, vítima de uma infecção.<br><br>Referências: https://mapeamentocultural.ufba.br/historico/maria-stella-de-azevedo-santos<br>https://www.al.ba.gov.br/midia-center/noticias/1656</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1442756083/24ec6290794a2cbe94b9a3f84b0d65d2/E479B683_2779_49EB_A14B_FA327D1ADA7B.jpg" />
         <pubDate>2021-11-19 15:25:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Juliasantana05/xx5wfvs0smx4xxdn/wish/1902331432</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
