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      <title>A importância do Feedback na EaD. by Sidnei Rocha</title>
      <link>https://padlet.com/sidneirch/xx3mujfcauvlf4yd</link>
      <description>Para dar aulas virtuais</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-01-02 01:55:17 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-01-13 16:58:37 UTC</lastBuildDate>
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         <title>III - Phillips 66</title>
         <author>sidneirch</author>
         <link>https://padlet.com/sidneirch/xx3mujfcauvlf4yd/wish/2431366365</link>
         <description><![CDATA[<div>PHILLIPS 66</div><div><br>Essa técnica consiste na divisão de um grupo grande de alunos em pequenas frações de seis membros, que discutem um assunto durante seis minutos. A técnica se aplica especialmente em ocasiões em que o número de alunos é muito elevado e seria impraticável a discussão em pequenos grupos de tipo normal. Ela é também adequada para casos em que as cadeiras são fixas e não permitem a composição de grupos de trabalho prolongado.<br><br></div><div><br>A técnica é útil para obter informação rápida dos alunos sobre seus interesses, problemas, sugestões e perguntas.<br><br><br></div><div>Como Usar a Técnica</div><div><br>1. Os alunos devem conhecer claramente o objetivo da discussão sucinta e preparar- se para serem concisos e breves em suas intervenções.<br><br></div><div><br>2. A classe é dividida em grupos de seis elementos.<br><br></div><div><br>3. Dar um minuto para cada grupo escolher um líder que ao mesmo tempo faça as vezes de secretário e relator.<br><br></div><div><br>4. Explicar que cada grupo tem seis minutos para discutir o assunto ou formular a pergunta. Se se pretende que os grupinhos respondam a uma pergunta, fazer a pergunta aos grupos verbalmente ou por escrito (no quadro-negro ou folha mimeografada).<br><br></div><div><br>5. No final, o líder ou relator de cada grupinho faz um resumo das perguntas ou respostas, sugerindo a melhor solução representativa, que será apresentada ao grande grupo quando chegar a sua vez.<br>fonte:&nbsp;<a href="http://penta3.ufrgs.br/Flipped/oficina/MetodologiasAtivas/phillips_66.html">Phillips 66 | Referencias (ufrgs.br)</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-02 02:42:03 UTC</pubDate>
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         <title>videos do youtube</title>
         <author>sidneirch</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?time_continue=39&amp;v=HPplgpNTEBY&amp;feature=emb_logo" />
         <pubDate>2023-01-02 02:43:33 UTC</pubDate>
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         <title>Materiais de apoio/consulta</title>
         <author>sidneirch</author>
         <link>https://padlet.com/sidneirch/xx3mujfcauvlf4yd/wish/2431379160</link>
         <description><![CDATA[<div>como usar o ciclo vivencial<br>como usar a CAV em sala de aula?</div><div>Colocar essa metodologia ativa pode parecer complicado, por isso separamos aqui dicas de cada etapa.<br><br></div><ul><li>Vivência (participar da atividade)</li></ul><div>A primeira etapa da CAV consiste na vivência de uma situação por meio de atividades nas quais o participante se engaja.<br><br></div><div>É o fazer da atividade.<br><br></div><div>Quase toda atividade que implica uma autoavaliação e interação interpessoal pode ser usada como estágio de vivência da Aprendizagem Vivencial.<br><br></div><div>Geralmente são utilizados jogos ou dinâmicas que são compostos ou contemplem:<br><br></div><ul><li><br>fabricação de produtos,</li><li><br>criação de objetos de arte,</li><li><br>elaboração de piadas e anedotas,</li><li><br>dramatização interações,</li><li><br>solução de problemas,</li><li><br>feedback,</li><li><br>auto exposição,</li><li><br>fantasia,</li><li><br>escolha,</li><li><br>comunicação não verbal,&nbsp;</li><li><br>redação,</li><li><br>análise de estudos de casos,</li><li><br>negociação,&nbsp;</li><li><br>planejamento,</li><li><br>competição,</li><li><br>confrontação.&nbsp;</li></ul><div>&nbsp;<br><br></div><div>Estas atividades podem ser realizadas em duplas, trios, pequenos grupos, ou grandes grupos.<br><br></div><div>O que se objetiva nessa fase</div><div>O objetivo é uma aprendizagem indutiva.<br><br></div><div>Isso porque ocorre por meio da descoberta, onde o que exatamente será aprendido não pode ser especificado de antemão.<br><br></div><div>E, dessa forma, nesta fase priorize atividades que possam desenvolver uma base comum de dados para a discussão que se fará em seguida.<br><br></div><div>O aluno precisa descobrir os dados construindo.<br><br></div><div>Por isso, descreva os objetivos das atividades desta etapa com verbos de ação.<br><br></div><div>Por exemplo,&nbsp; “explorar”, “examinar”, “estudar”, “identificar”, “vivenciar”,“analisar”.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-02 03:20:52 UTC</pubDate>
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         <title>integrantes do Grupos</title>
         <author>sidneirch</author>
         <link>https://padlet.com/sidneirch/xx3mujfcauvlf4yd/wish/2432923676</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Sidnei Bonfim da Rocha<br>Maria Olivia S. Ferreira</em><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-03 22:27:45 UTC</pubDate>
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         <title>IV - Ciclo de aprendizagem Vivencial</title>
         <author>sidneirch</author>
         <link>https://padlet.com/sidneirch/xx3mujfcauvlf4yd/wish/2432998633</link>
         <description><![CDATA[<div>O ciclo de aprendizagem vivencial, popularmente conhecido como CAV, é um modelo de condução e desenvolvimento que prioriza a experiência.<br>Dessa forma, a&nbsp; aprendizagem vivencial acontece quando uma pessoa se envolve numa atividade, consegue analisar criticamente, extrair algum “insight” útil dessa análise e aplicar seus resultados.</div><div>Assim, de maneira mais simples, é um “processo indutivo”, porque parte da simples observação.</div><div>Por isso, a grande vantagem do CAV é possibilitar a percepção do que se pode fazer com os conhecimentos adquiridos.</div><div>O foco consciente da experiência, que é selecionado e formado pelo nível pessoal de desenvolvimento real, é refinado e diferenciado na zona de desenvolvimento proximal, apropriando-se dela e a transformando.</div><div>Isso significa que, essa <a href="https://pontodidatica.com.br/metodologias-ativas-teorias/">metodologia ativa</a> utiliza a vivência para consolidar as novas informações.<br>Dessa forma, a teoria da aprendizagem vivencial está alicerçada nas obras de Lewin, <a href="https://amzn.to/2S99so2">Dewey</a> e <a href="https://amzn.to/2WxTTpg">Piaget</a>.<br>E, por isso, concebe a aprendizagem como um processo.</div><div>E não em termos dos resultados obtidos na forma de acúmulo de conhecimentos ou respostas a estímulos.<br>As competências na CAV</div><div>Os elementos de uma competência são as atitudes, conhecimentos e habilidades necessários para realizar uma atividade.<br>Assim, a construção de novos conhecimentos, habilidades ou atitudes exige que o aprendiz desenvolva quatro diferentes capacidades: experiência concreta (EC), observação reflexiva (OR), concepção abstrata (CA) e experimentação ativa (EA).<br>Isto é, o aprendiz cumpre um ciclo onde ele deve inicialmente ser capaz de envolver a si mesmo em novas experiências (EC).<br>A seguir, ele deve ser capaz de refletir sobre essas experiências (OR).<br><br></div><div>A partir disto, o aprendiz deve ser capaz de criar conceitos que integrem suas observações de forma lógica em teorias (CA).<br><br></div><div>Por fim, ele deve ser capaz de usar estas teorias para tomar decisões e resolver problemas (EA).<br><br></div><div>Do ponto de vista da dinâmica do processo de aprendizagem,&nbsp; o ciclo se caracteriza por uma espiral na medida que o conhecimento é um processo contínuo de integração de experiências e conceitos (<a href="https://www.researchgate.net/profile/David_Kolb/publication/242475919_An_organizational_development_approach_to_consulting_-_sloan_management_review/links/569578a508ae820ff074c15c/An-organizational-development-approach-to-consulting-sloan-management-review.pdf">Kolb,1984</a>).<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-04 01:09:57 UTC</pubDate>
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         <title>I - Aprendizagem Baseado em Problemas</title>
         <author>sidneirch</author>
         <link>https://padlet.com/sidneirch/xx3mujfcauvlf4yd/wish/2433005651</link>
         <description><![CDATA[<div>A Aprendizagem Baseada em Problemas, também conhecida pelo termo em inglês <em>Problem Based Learning</em> (PBL), é uma proposta pedagógica voltada para a <a href="https://blog.saraivaeducacao.com.br/aprendizagem-significativa/">aprendizagem significativa</a> baseada na solução de problemas.<br><br></div><div>Porém, é importante destacar que o objetivo principal dessa metodologia não é simplesmente resolver um problema, e sim que ela seja utilizada como base para identificar os temas de aprendizagem para o estudo dos alunos, de maneira individual ou em grupos.<br><br></div><div>Nela, os alunos passam a assumir responsabilidade e confiança e precisam desenvolver a habilidade de dar e receber críticas orientadas pelo professor para a melhoria do desempenho.<br><br></div><div>Logo, a aquisição de conhecimento está relacionada à forma como eles aprendem sobre seu próprio processo de aprendizagem. Os conhecimentos se integram ao problema e não são adquiridos de maneira isolada ou fragmentada. Os estudantes passam a observar o próprio avanço no desenvolvimento de suas habilidades e <a href="https://blog.saraivaeducacao.com.br/ensino-por-competencias-na-educacao-profissional/">competências</a>.<br><br></div><div>Quando surgiu a Aprendizagem Baseada em Problemas?</div><div>O surgimento da Aprendizagem Baseada em Problemas se deu ao final da década de 60, com sua aplicação nas universidades McMaster, no Canadá, e Maastrich, na Holanda.<br><br></div><div>A base para a sua formulação seguiu os conceitos do psicólogo americano Jerome Seymour Bruner e do filósofo John Dewey.<br><br></div><div>Bruner afirmava que a educação deveria colocar os estudantes em contato com os problemas, de modo a incentivar a discussão de temas e a busca de soluções. A essa proposta se deu o nome de <em>Learning by Discovery</em> ou Aprendizagem pela Descoberta.<br><br></div><div>Dewey, por sua vez, defendia a ideia de que a educação precisa se basear na reconstrução da experiência. Ou seja, o contato com a realidade que irá possibilitar o crescimento e a motivação para a aprendizagem.<br><br></div><div>Embora tais ideias tenham inspirado a ABP, antes houve uma experiência embrionária na Harvard Business School, que em seguida foi recriada na escola médica de MacMaster.<br><br></div><div>Assim, a proposta foi disseminada em outras universidades e desenvolvida de forma mais significativa pela Universidade de Maastrich. A experiência realizada na instituição contribuiu bastante para a formação da base empírica dos princípios defendidos pela Aprendizagem Baseada em Problemas.<br><br></div><div>No Brasil, a ABP faz parte de propostas e debates pedagógicos há pouco tempo. Alguns de seus conceitos já permeavam os <a href="http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro01.pdf"><strong>Parâmetros Curriculares Nacionais</strong></a> publicados em 1997 e também foram utilizados para nortear exames oficiais, como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).<br><br></div><div>Contudo, a introdução dessa abordagem no país aconteceu por meio de algumas IES. Primeiramente, a ABP foi adotada na Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA) e na Universidade Estadual de Londrina (UEL).<br><br></div><div>Depois dessa introdução, outras IES adotaram a metodologia, inclusive em áreas diferentes da saúde. Isso aconteceu pois a abordagem foi bem vista quanto à formação profissional, visto que ela dá ênfase em como os estudantes podem aplicar os conhecimentos disponíveis para a solução de situações que acontecem no exercício da profissão.<br><br>Fonte:&nbsp;<a href="https://blog.saraivaeducacao.com.br/aprendizagem-baseada-em-problemas/">Aprendizagem Baseada em Problemas: o que é e como desenvolver (saraivaeducacao.com.br)</a><br><br></div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-04 01:20:03 UTC</pubDate>
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         <title>II - Tempestade Mental (brainstorming)</title>
         <author>sidneirch</author>
         <link>https://padlet.com/sidneirch/xx3mujfcauvlf4yd/wish/2433021412</link>
         <description><![CDATA[<div>3 ferramentas virtuais gratuitas para brainstorming</div><div>Brainstorming</div><div>O brainstorming é uma ótima maneira de reunir e criar ideias com a sua equipe. Com o avanço da tecnologia, é possível tornar o brainstorming uma ferramenta virtal,&nbsp; facilitando a coleta de idéias e estimulando a criatividade remotamente.&nbsp; Assim, pouco importa se as ferramentas são tão básicas quanto um documento do Google Documents compartilhado com os colegas ou tão sofisticadas quanto um quadro de comunicações feito sob encomenda, importante é como esse recurso é aplicado dentro do ambiente de trabalho.<br><br></div><div>IdeaBoardz</div><div><a href="http://www.ideaboardz.com/">O IdeaBoardz</a> é uma ferramenta que permite configurar um quadro virtual e convidar colaboradores. Além disso, permite criar seções para as diferentes áreas para as quais você deseja coletar ideias. Em seguida, é possível utilizar esse espaço virtual para colar blocos auto-adesivos (os famosos post-its).<br><br></div><div>Existe também a função de votação, que permite que os participantes deem um “gostei” nas ideias que apoiam. Isso pode ajudar a decidir quais ideias seguir ou como priorizar os próximos passos. É possível também classificar os favoritos pelo maior número de votos, visualizar seções diferentes ou filtrar ideias usando a pesquisa de palavras-chave. No final, é só exportar a placa para armazenar facilmente as ideias para mais tarde quando forem utiliza-las<br><br></div><div>Google Documents</div><div>O <a href="https://docs.google.com/document/u/0/">Google Documents</a> pode parecer uma ferramenta simples de compartilhamento de arquivos e controle de versão. Porém, ele também é uma poderosa ferramenta simples de brainstorming. Quanto mais a sua equipe estiver familiarizada com esse recurso, mais fácil será para iniciar.<br><br></div><div><br></div><div>Os passos para utilizar são bastante simples. Basta criar um novo documento e compartilhá-lo com os membros da sua equipe (não esqueça de fornecer as permissões para que todos possam editar o documento). Após isso, é só começar a utilizar o espaço como um quadro de ideias. Todos podem adicionar as suas ideias separadamente e depois inserir no documento ou podem fazer isso em tempo real para que uma ideia inspire as outras a surgirem. É possível ver quem está escrevendo e deixar comentários nas ideias um dos outros. Uma forma simples, mas poderosa de criar um ambiente de colaboração.<br><br></div><div>Realtime Board</div><div>O <a href="https://realtimeboard.com/">Realtime Board</a> é um espaço colaborativo online onde você pode preencher um quadro brando utilizando notas de post-it virtuais. Além de poder começar com uma página em branco, é possível usar um modelo já definido para estruturar seu projeto. Adicione arquivos, imagens e documentos variados, para então transformá-lo em uma apresentação ou exportá-lo para um PDF. A versão gratuita infelizmente possui algumas limitações.<br><br></div><div><br></div><div>Fonte: tallyfy.com<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-04 01:36:40 UTC</pubDate>
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