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      <title>Este livro? SóLIDO! - Ensino Secundário by Goreti Martins</title>
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      <description>Do meu PL para o mundo: textos com espessura!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-13 13:27:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mmartins34</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Durante alguns minutos, entretivemo-nos a organizar listas das nossas palavras preferidas. Diz-me de que palavras gostas, dir-te-ei quem és. Eis as dez mais de Iara:<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Serena,<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Chama,<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Subtil,<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Perfume,<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Alvo,<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Murmurinho,<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Alma,<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Aia,<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Âmbar,<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Cisne.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;De todos estes termos, acho mais interessantes, de um ponto de vista etimológico e semântico, murmurinho, a partir de murmúrio, uma expressiva onomatopeia com que em latim de pretendia reproduzir o redondo rumor do mar; aia (avó, também em latim) e âmbar, mais um vocábulo de raiz árabe. Alma pareceu-me uma escolha previsível. Tenho quase a certeza de que num inquérito planetário uma percentagem significativa de pessoas colocaria a palavra alma, no respetivo idioma, entre as dez da sua preferência. Perfume, chama, subtil, serena ou cisne parecem palavras criadas a pensar em Iara, ou então aconteceu o contrário: a minha antiga aluna foi-se afeiçoando, enquanto crescia, à forma e à doçura delas. Gosto desta palavra: afeiçoar, e do seu duplo sentido: tanto significa desenvolver afeto, como moldar-se. Porque é isto que acontece - quando nos afeiçoamos muito a alguém ou a alguma coisa vamos ganhando pouco a pouco a forma dessa pessoa ou dessa coisa. Um homem e a sua esposa chegam a tornar-se, ao fim de cinquenta anos de vida em comum, tão semelhantes como irmãos. Um cão velho imita a tosse do dono.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Assim como nós criamos as línguas, também as línguas nos criam a nós. Mesmo que não o façamos de forma deliberada, todos tendemos a selecionar palavras que utilizamos com maior frequência, e esse uso forma-nos ou deforma-nos, no corpo e no espírito. (...)"<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<sub>Agualusa, J. E.&nbsp; (2010). </sub><em><sub>Milagrário Pessoal </sub></em><sub>(3ª ed.). Lisboa:</sub><em><sub> </sub></em><sub>Edições D. Quixote, pp.58-59.</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-13 19:58:04 UTC</pubDate>
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         <title>José Saramago e Alberto Caeiro</title>
         <author>mmartins34</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Blimunda foge da água rindo, ele agarra-a pela cintura, ambos caem, qual de baixo, qual de cima, nem parecem pessoas deste século.<br>O burro levanta a cabeça, fitando as orelhas compridas, mas não vê o que nós vemos, apenas um remexer de sombras, as árvores cinzentas, <strong>o mundo de cada um é os olhos que tem</strong>."<br><sub>Saramago, J. (1982). </sub><em><sub>Memorial do Convento</sub></em><sub> (37ª ed.). Lisboa: Caminho, p.283.<br><br><br></sub>"Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do Universo...<br>Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer,<br><strong>Porque eu sou do tamanho do que vejo</strong><br>E não do tamanho da minha altura...<br><br>Nas cidades a vida é mais pequena<br>Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.<br>Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,<br>Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe de todo o céu,<br>Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,<br>E tornam-nos pobres porque a nossa única riqueza é ver."<br><sub>Caeiro, A. (2009). </sub><em><sub>O Guardador de Rebanhos</sub></em><sub>, poema VII. Lisboa: Ática,&nbsp; p. 18.<br><br></sub><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-13 20:16:03 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Aquele especial professor&quot;</title>
         <author>mmartins34</author>
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         <description><![CDATA[<div>"<strong>Mário Dionísio</strong>. Figura pequena. Um peculiar jeito de estar, de cortesia distante, levemente inclinado, queixo apoiado na mão, a outra mão desenhando gestos vagarosos. Voz inconfundível. Exposição oral impecável, preparada, testada. Aulas de Literatura Portuguesa, no Camões.<br>Às vezes, fosse em casa ou em bibliotecas, no confronto dos apontamentos das aulas com outras Histórias da Literatura (designadamente a que as autoridades de então omitiam, Óscar Lopes e António José Saraiva) era-nos evidente a diferença - e dava-nos orgulho: Mário Dionísio não se limitava a reproduzir este ou aquele autor, formava, ele próprio, um pensamento original sobre a matéria em curso. Falava-nos com entusiamo contido da poesia trovadoresca, de Fernão Lopes, do Cancioneiro de Resende, ou da Questão Coimbrã.<br>(...)<br>Ficar-lhe-ei grato para sempre pelas cautelas contra as armadilhas da escrita e pelo amor que me soube incutir da nossa grande literatura."<br><sub>Carvalho, M. (2021). </sub><em><sub>De maneira que é claro</sub></em><sub>. Lisboa: Porto Editora, pp. 144-145.</sub><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-13 20:51:06 UTC</pubDate>
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         <title>Jorge Palma e Mário de Carvalho</title>
         <author>mmartins34</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>"Com certeza que o meu solidário leitor já ouviu falar da angústia, ansiedade, síndrome ou medo da página em branco. Se não ouviu, melhor, porque estes contratempos psicológicos induzem-se facilmente por sugestão. A última coisa que eu desejaria seria inocular angústias em quem não as merece, nem precisa delas para nada.<br>Comece por considerar que a hesitação perante a página em branco é a coisa mais natural do mundo. As pessoas necessitam de respirar, tomar o seu tempo, certificar-se de que está tudo em ordem. "<br>(Vale mesmo a pena ler todo o capítulo 18!)<br><sub>Carvalho, M. (2014). </sub><em><sub>Quem disser o contrário é porque tem razão</sub></em><sub>. Lisboa: Porto Editora, p. 65.</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-14 14:08:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mmartins34</author>
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         <description><![CDATA[<div>"As estrelas são os olhos de quem morreu de amor. Ficam nos contemplando de cima, a mostrar que só o amor concede eternidades."<br><sub>Couto, M. (1994). " O perfume", </sub><em><sub>Estórias Abensonhadas</sub></em><sub>. Lisboa: Caminho, p. 49.</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-15 14:29:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mmartins34</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Leia muito, leia por gosto, leia por curiosidade, leia por desfastio, leia por obrigação, leia por indignação, mas leia, leia, leia de tudo, sem preconceitos nem reservas."<br><sub>Carvalho, M. (2014). </sub><em><sub>Quem disser o contrário é porque tem razão</sub></em><sub>. Lisboa: Porto Editora, p.28.</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-20 08:29:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>driscadotic</author>
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         <description><![CDATA[<div>Este texto foi escrito após a leitura de <em>O Inimigo que vem do Frio, </em>de Garry Kasparov, livro sobre o governo russo e as diferentes políticas estrangeiras. Tendo em conta a situação atual na Ucrânia, o texto surge como um possível retrato do sofrimento vivido em muitas famílias, ainda que tenha também um significado pessoal e metafórico.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 09:46:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>matildelopes1995</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao leitor que se dedica tanto às suas leituras e que lê quando quer e onde quer, encontre a felicidade no livro e, quando não encontrar nada que lhe satisfaça, continue, procure, expanda os seus horizontes, interiorize a leitura, deixe-se levar pela imaginação e faça parte da história que lê. Viaje com elas, descubra mundos e encante o seu coração. Partilhe, conte e reconte e acrescente o que lhe vai na alma. A leitura é intemporal.&nbsp;<br>Matilde Marques&nbsp;<br>11°A<br>N°21</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-29 18:34:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Este autor já me vem "preenchendo" com vários livros da sua autoria, mas este livro marcou-me com uma simples frase: "eu não sou o que eu penso que sou nem aquilo que tu pensas que sou, eu sou aquilo que eu penso que tu pensas que eu sou". A frase fez-me refletir muito sobre mim, tendo em conta aquilo que vivemos com a pandemia!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-29 23:26:04 UTC</pubDate>
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         <title>O Processo (excerto) – Franz Kafka </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mmartins34/xwu41vgdmhdd7ofu/wish/2164962039</link>
         <description><![CDATA[<div><br>“- Josef K.? – perguntou o inspector, possivelmente só com a intenção de desviar para a sua pessoa o olhar distraído de K. Este, com um aceno de cabeça, confirmou.&nbsp;<br><br>– O senhor ficou muito surpreendido com o que se passou esta manhã, não é verdade ? – perguntou o inspetor enquanto mexia com ambas as mãos numas série de objetos (uma vela,fósforos, um livro e uma alfineteira) colocados sobre a mesa, como se tivesse necessidade deles para a audiência.&nbsp;<br><br>– Com certeza&nbsp; – respondeu K., experimentando um sentimento de bem-estar por se encontrar, finalmente, perante uma pessoa sensata com quem podia falar do seu problema.<br><br>&nbsp;– Com certeza que fiquei surpreendido, embora não muito surpreendido.&nbsp;<br><br>– Não ficou muito surpreendido? – exclamou o inspetor, agrupando à volta da vela, que colocará no centro da mesa, os restantes objectos.<br><br>– Possivelmente o senhor não compreendeu o sentido das minhas palavras&nbsp; – prosseguiu K. rapidamente – quero eu dizer... – porém, em vez de continuar, K. olhou &nbsp; à volta procurando uma cadeira. Posso sentar-me, não é verdade? – perguntou.<br>– Não é costume – replicou o inspetor.<br>– Quero eu dizer – continuou desta vez K. sem mais detença – é claro qu fiquei muito surpreendido , mas quandouuma pessoa chega aos trinta anos e durante toda a sua vida teve de se haver sozinho, como é o meu caso, fica endurecida e não liga grande coisa a surpresas; especialmente quando são do género da de hoje.<br><br>– Porquê especialmente quando são da do género da de hoje?<br><br>– Não quero dizer que a considere uma brincadeira, pois a sua organização dá ideia de que se trata duma coisa muito importante. É difícil conceber uma partida na qual participe tanta gente, pois, a ser assim, todos os hóspedes e o senhor também, teriam de entrar nela. É por isso que digo que não se trata de uma brincadeira.&nbsp;<br><br>– Tem toda a razão - retorquiu o inspetor, entretido a contar os fósforos que se encontravam na caixa.&nbsp;<br><br>– No entanto, por outro lado - prosseguiu K., voltando-se ao mesmo tempo para todos os presentes e procurando, debalde, conseguir que os três jovens que examinavam as fotografias lhe prestasse atenção, - o caso não pode ter uma importância por aí além. Chego por conseguinte, à conclusão de que sou acusado e, todavia, não consigo encontrar a mínima falta a que possam lançar mão para me acusar. Mas isto também é de somenos. A questão principal é esta: Por quem sou eu acusado? Qual é a autoridade que dirige este processo? Os senhores são funcionários?&nbsp;<br>Nenhum tem uniforme, a não ser que queira dar esse nome ao fato que aquele senhor enverga - continuou, voltando-se para Franz - mas, na verdade, parece-me mais um trajo de viagem. Exigo, pois, que me respondam claramente a estas perguntas. Estou convencido de que após essa explicação nos poderemos despedir da maneira mais cordial.&nbsp;<br><br>O inspetor entornou a caixa de fósforos por cima da mesa.<br><br>– O senhor labora num grande erro - disse. - Estes senhores e eu temos no seu caso um papel absolutamente secundário. De facto, quase nada sabemos a seu respeito. Poderíamos envergar os mais regulamentares de todos os uniformes, que isso não tornava o seu caso pior. Também não posso afirmar de maneira categórica que o tenham acusado, ou melhor, ignoro-o. O que é verdade é que o senhor está preso; é tudo quanto sei. Talvez os guardas se tenham posto a papaguear coisas diferentes, mas, se assim foi, o que disseram não passa de conversa barata. No entanto, embora eu não responda às perguntas, estou à altura de lhe dar um conselho: pense menos em nós e mais no que lhe irá acontecer; pense mais em si. Além disso, não faça um tal alarido a protestar a sua inocência, pois isso desfaz logo a impressão razoável que o senhor está a causar. Acima de tudo, o senhor devia ser mais moderado nas suas palavras, pois quase tudo quanto disse há pouco, e não passou de meia dúzia de palavras, poderia ter sido tomado como um reflexo do seu comportamento. Além disso, tal atitude está muito longe de o ter favorecido.&nbsp;<br><br>K. Olhou fixamente para o inspetor. Estava, então, como um menino de escola, a receber lições dum sujeito talvez mais novo que ele? Puniam a sua fraqueza com uma repreensão? É que explicações lhe davam acerca dos motivos da sua prisão e de quem estava encarregado de a efectuar? Sentia que uma certa agitação se apossava dele. Pôs-se a andar de um lado para o outro sem que ninguém o impedisse; puxou os punhos da camisa para cima, tacteou o peito, alisou o cabelo e disse, ao passar em frente dos três homens:<br><br>– Não há dúvida que isto é absurdo.”<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-29 23:26:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Texto sobre as primeiras impressões das personagens principais do livro <em>Jogos Perigosos, </em>de Simona Ahrnstedt.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 17:21:53 UTC</pubDate>
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         <title>Mil Vezes Adeus - John Green</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Tentei escutá-la, mas uma sensação inegável tinha despertado em mim. Por um momento, tentei resistir-lhe, mas só por um momento. Tirei o penso rápido e enterrei a unha no calo do meu dedo, abrindo um corte onde o anterior tinha finalmente sarado.<br>Enquanto lavava a mão e voltava a aplicar um penso na ferida na casa de banho, fitei-me ao espelho. Eu seria sempre assim, teria sempre isto dentro de mim. Não havia maneira de o vencer. Nunca mataria o dragão, porque o dragão também era eu. O meu eu e a doença estavam entrelaçados juntos para toda a vida.&nbsp;<br>Estava a pensar no diário de Davis, naquela citação de Frost, &lt;&lt;Em duas palavras posso resumir tudo o que aprendi sobre a vida: ela continua.&gt;&gt;&nbsp;<br>E tu continuas também, quando a corrente está a teu favor e quando não está. Ou, pelo menos, foi o que segredei sem palavras a mim mesma."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 18:13:19 UTC</pubDate>
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         <title>Isto só acontece nos filmes (excerto) - Holly Bourne</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mmartins34/xwu41vgdmhdd7ofu/wish/2165406259</link>
         <description><![CDATA[<div>"O único relacionamento em que precisava de investir neste momento era um comigo mesma. Passar algum tempo comigo. Tentar entender-me e entender por que razão tinha escolhido aqueles relacionamentos. Estava a guardar o meu coração para mim. Porque percebi que, afinal, eu era a única capaz de me dar um final "feliz para sempre"."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 18:19:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Este poema foi escrito após a leitura de <em>Mil Vezes Adeus</em>, da autoria de John Green. Este livro tenta explicar de forma crua o quanto custa superar a perda de alguém próximo, a ansiedade e os problemas mentais e como podem afetar a vida, tanto pessoal como social de qualquer pessoa podendo mesmo acabar por consumi-la.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 18:33:59 UTC</pubDate>
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         <title>A filha do Reich (excerto) - Louise Fein</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Temos andado a estudar a vida de Hitler nos seus tempos de juventude. O anseio de ser artista. Os conflitos com os pais logo na infância - e como, se tudo tivesse sido mais fácil, ele não estaria onde está hoje. A pobreza extrema nos anos 1920, e o julgamento e a prisão por alta traição. Todas estas tribulações, porém, só o tornaram ainda mais forte. A sua demanda em nome do povo alemão parecia impossível, mas ele continuou ainda assim a lutar - e ganhou. Temos todos de ser como o Hitler e lutar, mesmo que isso implique arriscarmos a vida. A visão do rosto dele flutua perante os meus olhos. <em>Ajuda-me. </em>Tem um ar solene, mas de súbito pisca-me um dos olhos azuis. <em>Tens de agir corretamente, minha filha</em>. A voz é firme e sonora. <em>Tens a responsabilidade de ser um líder e mostrar o caminho. Diz ao Tomas que eu também fui contra os desejos dos meus pais. Não mostres fraqueza, Herta. Tens de ser destemida em tudo o que fizeres..."</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 18:35:36 UTC</pubDate>
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         <title>Hábitos de leitura</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Se não tiver tempo para ler, tente ler 10 páginas antes de dormir todos os dias, assim cria um hábito de leitura, adormecerá mais facilmente,... Se não gostar de ler, sempre há livros em formato digital ou livros em áudio que pode ouvir em qualquer lado. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 18:45:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;A maioria das pessoas comuns definirá o mal usando palavras como &quot;mau&quot; ou &quot;errado&quot;, mas pretendo demonstrar-vos que o verdadeiro significado do mal é muito mais profundo e complexo. As pessoas comuns poderão escolher estas definições, mas nenhum de vós é como eles. São extraordinários e, como tal, não precisam de reger as vossas vidas pelos mesmos códigos morais sufocantes. São todos capazes do mal. Qualquer pessoa será. Mas o verdadeiro desafio colocado perante vós será compreender que o mal não será necessariamente mau. O mal precisa de um propósito, de uma determinação para que consigamos o que queremos por quaisquer meios que sejam necessários, precisa de força perante a adversidade, de inteligência num mundo governado pela estupidez.&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 18:55:39 UTC</pubDate>
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         <title>O Diário de Anne Frank, de Anne Frank</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"<em>É difícil em tempos como estes: ideais, sonhos e esperanças permanecerem dentro de nós, sendo esmagados pela dura realidade. É um milagre eu não ter abandonado todos os meus ideais, eles parecem tão absurdos e impraticáveis. No entanto, eu me apego a eles, porque eu ainda acredito, apesar de tudo, que as pessoas são realmente boas de coração."</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 19:17:21 UTC</pubDate>
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         <title>Orgulho e Preconceito, de Jane Austen</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"<em>É uma verdade universalmente conhecida que um homem solteiro na posse de uma bela fortuna deve estar necessitando de uma esposa."</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 19:17:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 19:37:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Texto inspirado na crónica <em>Carta a Josefa, minha avó</em>, de José Saramago presente na obra <em>Deste Mundo e do Outro</em>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 19:38:51 UTC</pubDate>
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         <title>Crónicas Maldispostas- Pepetela</title>
         <author>driscadotic</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Lembrei-me deste romance por causa do que tem acontecido em partes do mundo, mas em particular na Faixa de Gaza, com os bombardeamentos ditos seletivos mas perfeitamente arbitrários de Israel, pelos quais milhares de inocentes palestinos pereceram, entre os quais muitas crianças. Vimos imagens de total desgraça, um povo atirado para o Inferno, sem esperança de salvação [...] De vez em quando o terrorismo ataca no quintal da fábrica e é um vendaval de lamentos, ameaças furiosas, bombardeamentos de retaliação, criação de alianças espúrias. Curiosamente, os donos das fábricas de terroristas não movem um dedo contra as ditaduras medievais da Arábia Saudita, do Bahrein ou do Qatar. Por também serem fábricas de terroristas? Os semelhantes reconhecem-see protegem-se, é conhecido. E nós temos de aguentar com as imagens de destruições de um lado e do outro e com a selvajaria dos Atos de Terror."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 19:42:05 UTC</pubDate>
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         <title>Leonor Matos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>''Não sei do que hei de falar... Da morte ou do amor? Ou serão eles a mesma coisa... De qual deles devo falar?<br>...Éramos recém-casados. Ainda andávamos de mãos dadas, mesmo que fosse para ir apenas à loja. Sempre juntos. Eu dizia-lhe:«Amo-te» Mas nessa altura não sabia o quanto. Não fazia ideia... Vivíamos na residência coletiva do quartel de bombeiros onde ele trabalhava. No primeiro andar. Havia três jovens casais, partilhávamos todos a cozinha. Em baixo, no rés do chão, guardavam-se os veículos. Veículos vermelhos de combate ao fogo. Era esse o seu trabalho.&nbsp;<br>(...)<br>Certa noite ouvi um barulho. Gritos. Olhei pela janela lá para fora. Ele viu-me. «Fecha os postigos e vai-te deitar. Há um incêndio na central. Já volto»&nbsp;<br>Não vi a explosão propriamente dita. Só as chamas. Tudo irradiava luz... Todo o céu...Uma chama alta. E fuligem. O calor era horrivel. E ele, que não voltva.<br>(...)<br>Quatro horas... Cinco... Seis... Às seis horas, tinhamos de ir a casa dos pais dele. Plantar batatas.<br>(...)&nbsp;<br>Às vezes é como se ouvisse a voz dele... Viva... Nem as fotografias têm o mesmo efeito em mim que aquela voz. Mas ele nunca me chama. Nem em sonhos... Sou eu quem o chama...<br>Sete horas... Às sete horas disseram-me que ele estava no hospital.<br>(...)<br>Os policias gritavam: Não se aproximem das ambulâncias, a escala do contador já não chega psra medir a radiação!&nbsp;<br>Eu não era a única pessoa que ali estava; Todas as mulheres cujos maridos estavam na central naquela noite tinham vindo.<br>(...)<br>Vi-o... Todo inchado, intumescido... Mal se conseguia ver -lhe os olhos...<br>(...)<br>É de noite... De um lado da rua há autocarros, centenas de autocarros - já estavam a preparar a cidade para ser evacuada - , e do outro, centenas de veículos de bombeiros. Vieram de toda a parte .Toda a rua coberta de uma espuma branca. E nós a caminhar sobre ela... A soltar pragas e a chorar.<br>Anúncio pela rádio: a cidade será evacuada por três a cinco dias, que levemos os nossos agasalghos e fatos de treino, vamos ficar a viver na floresta. Em tendas. As pessoas até ficaram contentes : uma excursão de campismo! Vamos celebrar lá o primeiro de maio.<br>(...)&nbsp;<br>Foi mudado para Moscovo.<br>(...)<br>Ele começou a mudar: a cada dia, deparava com uma pessoa diferente... As queimaduras começaram a vir à superficie. Na boca, na lingua, nas faces surgiram no inicio lesões muito pequenas, que depois cresceram... A cor do seu corpo... Azul.... Vermelho... Cinzento-Acastanhado.&nbsp; E tudo aquilo era tão meu, tão querido! É impossivel contá-lo! É impossivel escrevê-lo! E&nbsp; até vivê-lo ... A única coisa que me salvou foi que tudo aconteceu tão depressa, que não houve tempo de pensar, não houve tempo para chorar.<br>(...)<br>Catorze dias é quanto dura a evolução da sindrome aguda da radiação... Em catorze dias uma pessoa morre...<br>(...)<br>«Prometi que te ia mostrar Moscovo. Prometi que te ia dar sempre flores nos feriados...»&nbsp;<br>Voltei-me e vi-o tirar cravos de baixo da almofada. Tinha dado dinheiro à enfermeira , e ela comprara-os .<br>(...)<br>No hospital, sou eu quem lhe pega na mão e não a larga.&nbsp;<br>Noite. Silêncio. Estamos sozinhos. Ele olhou para mim fixamente e, de repente, disse :&nbsp;<br>«Quero tanto ver o nosso filho. Como é que ele é?»<br>«Que nome lhe vamos dar?»<br>«Tu é que decides isso»<br>«Porquê eu se somos dois?»<br>«Nesse caso, se for rapaz, que seja Vássia, se for rapariga, Natacha»<br>«Poquê Vássia? Já tenho um Vássia. Tu! Não preciso de outro» Ainda não fazia ideia de como o amava! Ele... Só ele... Como uma cega! Nem conseguia sentir o leve bater debaixo do meu coração. Embora estivesse&nbsp; de seis meses... Pensava que a minha pequenina estava dentro de mim, que estava protegida. Minha menina...<br>(...)<br>Antes de Chernobyl... Éramos todos tão felizes!<br>Voltei do cemitério, telefonei de imediato ao posto da enfermeira: «Como é que ele está?» « Morreu há quinze minutos» O quê? Estive toda a noite com ele. Ausentei-me apenas por três horas...<br>(...)<br>Dois meses depois, fui a Moscovo. Da estação de comboio diretamente para o cemitério. Até ele! E no cemitério começo a entrar em trabalho de parto. Mal comecei a falar com ele... Chamaram a ambulância. Dei o endereço.&nbsp;<br>Dei à luz duas semanas antes do tempo previsto...<br>Mostraram-me... Uma menina...«Natacha», chamei « O teu papá deu-te o nome de Natacha» Ela parecia saudável. Bracitos, perninhas... Mas sofria de cirrose hepática... No figado... Doença cardiaca congénita ... Quatro horas depois disseram-me que ela tinha morrido... Eu própria a vou enterrar. Ao pé dele...<br>(...)<br>Eu não tinha vontade nenhuma de viver. De noite fico à janela a olhar para o céu. «Vássia, o que hei de fazer? Não quero viver sem ti» De dia, passo por um infantário, detenho-me e fico parada... Não me cansava de olhar para as crianças... Estava a enlouquecer!<br>(...)<br>Tinha vinte e cinco anos... Acabei por encontrar um homem... Contei-lhe tudo... Toda a verdade: tenho um amor, para toda a vida.<br>(...)<br>Dei à luz um rapaz. Andreika. As minhas amigas tentaram dissuadir-me. «Não podes ter um bebé.» E os medicos a assustarem-me:«O seu organismo não vai resistir» Depois... Depois disseram-me que ele não teria um bracinho... O bracinho direito. O aparelho mostrava-o... Ora e então?, pensei. Ensino-o a escrever com a mão esquerda.&nbsp;<br>Mas ele saiu perfeito... Um menino lindo. Já anda na escola e tem boas notas. Agora tenho alguém por quem posso viver e respirar. É a luz da minha vida.<br>Caminhávamos na rua... E eu senti-me a cair... Foi quando tive o primeiro enfarte... Ali, na rua.<br>(...)<br>Voltei a mim no hospital.<br>(...)<br>Ele tambem é doente: passa duas semanas na esola, duas semanas em casa vigiado pelo médico. É assim que vivemos. A temer um pelo outro. E em cada canto - Vássia... As suas fotos... De noite converso longamente com ele... Às vezes, pede-me no sonho: «Mostra-me o nosso miúdo» Eu e o Andreika aparecemos... E ele traz pela mão a filha. Sempre com a filha. BVrinca só com ela...<br>É assim que vivo... No mundo real e irreal ao mesmo tempo... Não sei em qual deles me sinto melhor.<br>(...)<br>As pessoas morrem, mas ninguém realmente lhes perguntou nada. Ninguém nos perguntou pelo que passámos. O que vimos... Ninguém quer ouvir falar de morte. Do que é assustador...<br>Mas eu falei-lhe do amor... Do quanto amei''<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 19:42:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mmartins34/xwu41vgdmhdd7ofu/wish/2165449873</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>É difícil em tempos como estes: ideais, sonhos e esperanças permanecerem dentro de nós, sendo esmagados pela dura realidade. É um milagre eu não ter abandonado todos os meus ideais, eles parecem tão absurdos e impraticáveis. No entanto, eu me apego a eles, porque eu ainda acredito, apesar de tudo, que as pessoas são realmente boas de coração.<br><br></blockquote><div><strong>O Apanhador no Campo de Centeio, de J. D. Salinger<br></strong><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 20:09:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O Rapaz do Caixote de Madeira - Elisabeth B. Leyson e Marilyn J. Harran.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mmartins34/xwu41vgdmhdd7ofu/wish/2165452293</link>
         <description><![CDATA[<div>"Sou um sobrevivente improvável do Holocausto. Tinha muito contra mim e</div><div>quase nada a meu favor. Era apenas um rapazito; não tinha ligações; não tinha</div><div>aptidões. Mas tive a meu favor um fator que superou tudo o resto: Oskar</div><div>Schindler achava que a minha vida tinha valor. Achava que valia a pena eu ser</div><div>salvo, mesmo quando o facto de me dar uma oportunidade de viver punha a</div><div>sua própria vida em perigo. Agora é a minha vez de fazer o que puder por ele,</div><div>de falar sobre o Oskar Schindler que conheci."<br>Rodrigo Lourenço Nº20 11ºB</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 20:15:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mmartins34/xwu41vgdmhdd7ofu/wish/2165454965</link>
         <description><![CDATA[<div>"Choveu durante quatro anos, onze meses e dois dias.<br><br></div><div>Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o Coronel Aureliano Buendía havia de recordar aquela tarde remota em que seu pai o levou para conhecer o gelo. Macondo era então uma aldeia de vinte casas de barro e taquara, cons­truídas à margem de um rio de águas diá­fanas que se precipitavam por um lei­to de pedras polidas, brancas e enor­mes como ovos pré-históricos. O mundo era tão recente que muitas coisas careciam de nome e para mencioná-las se precisava apontar com o dedo."<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 20:23:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Isto Acaba Aqui, de Colleen Hoover</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Ciclos existem porque é doloroso acabar com eles. Interromper um padrão familiar é algo que requer uma quantidade astronómica de sofrimento e de coragem. Às vezes, parece mais fácil simplesmente continuar nos mesmos círculos familiares em vez de enfrentar o medo de saltar e talvez não fazer uma boa aterragem.&nbsp;<br><br></div><div>A minha mãe passou por isso.<br><br></div><div>Eu passei por isso.<br><br></div><div>Mas nem morta deixarei que a minha filha passe por isso.<br><br></div><div>Dou-lhe um beijo na testa e faço-lhe uma promessa. - Isto para connosco. É assim que acaba”</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 20:52:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mmartins34/xwu41vgdmhdd7ofu/wish/2165467190</link>
         <description><![CDATA[<div>"Nunca tires conclusões precipitadas. Não assumas. Confere. A chamada "verdade óbvia" não existe. Tens que ser tu a juntar os factos. Até reunires os factos estás apenas a juntar informação." - Sherlock Homes<br>Apesar deste conselho não ser dado diretamente ao leitor, penso que cabe a cada um dar uso a este conhecimento na sua vida.<br><br>Mateus Alves n°15 11°B</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 20:56:06 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Branco</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mmartins34/xwu41vgdmhdd7ofu/wish/2165473632</link>
         <description><![CDATA[<div>"Quando saímos do metro, estamos numa Paris completamente diferente das anteriores, mas devo dizer que não vemos castelo nenhum, nem vermelho nem de outra cor qualquer. <br>As ruas são estreitas, como as do Quartier Latin, mas são menos poéticas. Das portadas das lojas sai um som intenso de música com batuques, e a confusão de cheiros é tal que o meu nariz não sabe para que lado se há de virar primeiro: se para o cheiro a caril que sai das pastelarias, se para o odor ferroso a sangue que provém das gigantescas carcaças de animais que são transportadas pelas ruas, se para o exótico cheiro doce do fumo do incenso, para o fumo dos carros e das motorizadas, ou para o odor ubíquo a café. (...) <br>Nós somos os únicos turistas que por ali se avistam, e as pessoas olham para nós, não propriamente com um ar ameaçador, mas com curiosidade, como se estivéssemos perdidos."<br><br>Excerto de <em>Apenas um dia</em> - Gayle Forman<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 21:12:43 UTC</pubDate>
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         <title>Tudo o que nunca fomos - Alice Kellen</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"-Leah, a vida tem de ser sentida. Sempre.<br>&nbsp;- E se aquilo que sentimos nem sempre for bom?<br>Estávamos sentadas nos degraus do alpendre das traseiras de casa e a minha mãe estava a fazer-me uma trança, lentamente, cruzando as madeixas de cabelo entre os seus dedos.<br> -Podes enganar-te e cometer milhares de erros, os humanos são assim, fazem asneiras, mas para isso existe também o arrependimento, temos de saber dizer "desculpa" quando é preciso. Mas, querida, ouve bem, sabes qual é a parte mais triste de não se fazer uma coisa por cobardia? É que, com o passar do tempo, quando fores pensar nisso, já só podes pedir desculpa a ti mesma por não te teres atrevido a ser corajosa. E às vezes é mais complicado uma pessoa fazer as pazes consigo mesma do que com os outros."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 21:26:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Se um dia te dissesse o quanto te adoro<br>Se um dia te dissesse o quanto te procurei<br>Ou o quanto que agora te quero<br>Não saberia dizê-lo<br><br>Se um dia também tu me quiseres embalar<br>E no meu peito abraçar o espaço<br>Onde é em mim o teu lugar<br>Deixa-me primeiro dizer-te...<br>Que no teu já encontrei há muito<br>Onde quero ficar!"&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 21:27:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pensa Como Um Monge -Jay Shetty &quot;𝙋𝙖𝙧𝙖 𝙖 𝙢𝙞𝙣𝙝𝙖 𝙢𝙪𝙡𝙝𝙚𝙧 , 𝙦𝙪𝙚 𝙚́ 𝙢𝙚𝙡𝙝𝙤𝙧 𝙢𝙤𝙣𝙟𝙖 𝙙𝙤 𝙦𝙪𝙚 𝙚𝙪 𝙖𝙡𝙜𝙪𝙢𝙖 𝙫𝙚𝙯 𝙨𝙚𝙧𝙚𝙞 𝙢𝙤𝙣𝙜𝙚.&quot;</title>
         <author>tagcarrilho</author>
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         <description><![CDATA[<div>"𝙃𝙖𝙫𝙚𝙧𝙖́ 𝙖𝙡𝙜𝙪𝙚́𝙢 𝙢𝙚𝙡𝙝𝙤𝙧 𝙙𝙤 𝙦𝙪𝙚 𝙪𝙢 𝙢𝙤𝙣𝙜𝙚 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙤 𝙖𝙟𝙪𝙙𝙖𝙧 𝙖 𝙚𝙣𝙘𝙤𝙣𝙩𝙧𝙖𝙧 𝙤 𝙨𝙞𝙜𝙣𝙞𝙛𝙞𝙘𝙖𝙙𝙤 𝙙𝙚 𝙫𝙞𝙫𝙚𝙧? 𝘼 𝙚𝙭𝙥𝙚𝙧𝙞𝙚̂𝙣𝙘𝙞𝙖 𝙚 𝙖 𝙨𝙖𝙗𝙚𝙙𝙤𝙧𝙞𝙖 𝙙𝙚 𝙅𝙖𝙮 𝙨𝙖̃𝙤 𝙫𝙖𝙡𝙞𝙤𝙨𝙖𝙨 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙦𝙪𝙖𝙡𝙦𝙪𝙚𝙧 𝙥𝙚𝙨𝙨𝙤𝙖 𝙦𝙪𝙚 𝙦𝙪𝙚𝙞𝙧𝙖 𝙩𝙞𝙧𝙖𝙧 𝙢𝙖𝙞𝙨 𝙥𝙖𝙧𝙩𝙞𝙙𝙤 𝙙𝙖 𝙫𝙞𝙙𝙖 𝙖 𝙖𝙡𝙘𝙖𝙣𝙘̧𝙖𝙧 𝙩𝙤𝙙𝙤 𝙤 𝙨𝙚𝙪 𝙥𝙤𝙩𝙚𝙣𝙘𝙞𝙖𝙡 (...).<br>(...)𝙏𝙚𝙣𝙩𝙖𝙢𝙤𝙨 𝙚𝙨𝙩𝙖𝙧 𝙖̀ 𝙖𝙡𝙩𝙪𝙧𝙖 𝙙𝙤 𝙦𝙪𝙚 𝙥𝙚𝙣𝙨𝙖𝙢𝙤𝙨 𝙦𝙪𝙚 𝙤𝙨 𝙤𝙪𝙩𝙧𝙤𝙨 𝙥𝙚𝙣𝙨𝙖𝙢 𝙙𝙚 𝙣𝙤́𝙨, 𝙢𝙚𝙨𝙢𝙤 𝙖̀ 𝙘𝙪𝙨𝙩𝙖 𝙙𝙤𝙨 𝙣𝙤𝙨𝙨𝙤𝙨 𝙫𝙖𝙡𝙤𝙧𝙚𝙨."<br><br>A negatividade é contagiosa&nbsp;<br>"𝙏𝙤𝙙𝙤𝙨 𝙣𝙤́𝙨 𝙨𝙤𝙢𝙤𝙨 𝙨𝙚𝙧𝙚𝙨 𝙨𝙤𝙘𝙞𝙖𝙞𝙨 𝙦𝙪𝙚 𝙖𝙡𝙘𝙖𝙣𝙘̧𝙖𝙢𝙤𝙨 𝙤 𝙦𝙪𝙚 𝙢𝙖𝙞𝙨 𝙦𝙪𝙚𝙧𝙚𝙢𝙤𝙨 𝙣𝙖 𝙫𝙞𝙙𝙖 - 𝙥𝙖𝙯, 𝙖𝙢𝙤𝙧 𝙚 𝙘𝙤𝙢𝙥𝙧𝙚𝙚𝙣𝙨𝙖̃𝙤 - 𝙖 𝙥𝙖𝙧𝙩𝙞𝙧 𝙙𝙤 𝙜𝙧𝙪𝙥𝙤 𝙦𝙪𝙚 𝙧𝙚𝙪𝙣𝙞𝙢𝙤𝙨 𝙖̀ 𝙣𝙤𝙨𝙨𝙖 𝙫𝙤𝙡𝙩𝙖. 𝙊 𝙣𝙤𝙨𝙨𝙤 𝙘𝙚́𝙧𝙚𝙗𝙧𝙤 𝙖𝙟𝙪𝙨𝙩𝙖-𝙨𝙚 𝙖𝙪𝙩𝙤𝙢𝙖𝙩𝙞𝙘𝙖𝙢𝙚𝙣𝙩𝙚 𝙩𝙖𝙣𝙩𝙤 𝙖̀ 𝙝𝙖𝙧𝙢𝙤𝙣𝙞𝙖, 𝙘𝙤𝙢𝙤 𝙖̀ 𝙙𝙞𝙨𝙘𝙤𝙧𝙙𝙖̂𝙣𝙘𝙞𝙖. 𝙅𝙖́ 𝙛𝙖𝙡𝙖́𝙢𝙤𝙨 𝙨𝙤𝙗𝙧𝙚 𝙘𝙤𝙢𝙤 𝙩𝙚𝙣𝙩𝙖𝙢𝙤𝙨 𝙞𝙣𝙘𝙤𝙣𝙨𝙘𝙞𝙚𝙣𝙩𝙚𝙢𝙚𝙣𝙩𝙚 𝙖𝙜𝙧𝙖𝙙𝙖𝙧 𝙖𝙤𝙨 𝙤𝙪𝙩𝙧𝙤𝙨. 𝙉𝙖 𝙫𝙚𝙧𝙙𝙖𝙙𝙚, 𝙩𝙖𝙢𝙗𝙚́𝙢 𝙙𝙚𝙨𝙚𝙟𝙖𝙢𝙤𝙨 𝙘𝙤𝙣𝙘𝙤𝙧𝙙𝙖𝙧 𝙘𝙤𝙢 𝙤𝙨 𝙤𝙪𝙩𝙧𝙤𝙨. 𝘼𝙡𝙜𝙪𝙣𝙨 𝙚𝙨𝙩𝙪𝙙𝙤𝙨 𝙧𝙚𝙖𝙡𝙞𝙯𝙖𝙙𝙤𝙨 𝙩𝙚̂𝙢 𝙘𝙤𝙢𝙥𝙧𝙤𝙫𝙖𝙙𝙤 𝙦𝙪𝙚 𝙖 𝙢𝙖𝙞𝙤𝙧𝙞𝙖 𝙙𝙤𝙨 𝙨𝙚𝙧𝙚𝙨 𝙝𝙪𝙢𝙖𝙣𝙤𝙨 𝙫𝙖𝙡𝙤𝙧𝙞𝙯𝙖 𝙙𝙚 𝙩𝙖𝙡 𝙛𝙤𝙧𝙢𝙖 𝙖 𝙘𝙤𝙣𝙛𝙤𝙧𝙢𝙞𝙙𝙖𝙙𝙚 𝙨𝙤𝙘𝙞𝙖𝙡 𝙦𝙪𝙚 𝙘𝙝𝙚𝙜𝙖 𝙢𝙚𝙨𝙢𝙤 𝙖 𝙖𝙡𝙩𝙚𝙧𝙖𝙧 𝙖𝙨 𝙨𝙪𝙖𝙨 𝙥𝙧𝙤́𝙥𝙧𝙞𝙖𝙨 𝙧𝙚𝙨𝙥𝙤𝙨𝙩𝙖𝙨 - 𝙞𝙣𝙘𝙡𝙪𝙨𝙞𝙫𝙚 𝙖𝙨 𝙨𝙪𝙖𝙨 𝙥𝙚𝙧𝙘𝙚𝙘̧𝙤̃𝙚𝙨 - 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙨𝙚 𝙖𝙡𝙞𝙣𝙝𝙖𝙧𝙚𝙢 𝙘𝙤𝙢 𝙤 𝙜𝙧𝙪𝙥𝙤, 𝙢𝙚𝙨𝙢𝙤 𝙦𝙪𝙖𝙣𝙙𝙤 𝙤 𝙜𝙧𝙪𝙥𝙤 𝙚𝙨𝙩𝙖́ 𝙢𝙖𝙣𝙞𝙛𝙚𝙨𝙩𝙖𝙢𝙚𝙣𝙩𝙚 𝙚𝙧𝙧𝙖𝙙𝙤."</div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 21:31:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Eu fui guarda-costas de Hitler, Nicolas Bourcier </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Eu não tinha nada a ver com a política. Apenas fiz o meu dever correctamente. Hitler era uma pessoa completamente normal e um chefe maravilhoso - nunca autoritário." </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 21:50:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>franciscojbr16</author>
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         <description><![CDATA[<div>Este texto foi inspirado no livro "Diário inventado de um menino já crescido" de José Fanha.&nbsp;O livro é constituído por vários pequenos textos que mostram a vida na perspetiva de uma criança.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 21:57:42 UTC</pubDate>
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         <title>Louco Perdido- Aguiar Auri</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mmartins34/xwu41vgdmhdd7ofu/wish/2165494213</link>
         <description><![CDATA[<div>"A vida perde o seu rumo ao virar de cada esquina. Perde-se, por exemplo, sempre que a impureza de alma exige que o homem recue da sua vontade, perdendo a coragem e a capacidade de vociferar o que quer que seja. Acontece também quando este surge preso à sua massa gris, prendendo-se a mórbidas e apocalípticos mementos que a sua imensa tristeza cria internamente, acelerando sinapses e criando uma imensidade de neurotransmissores, capazes de transmitir entre si a mensagem mais alertante de todas: preciso de clarividência. Porém, por detrás de qualquer Homem, há quem o suporte, quem o acarinhe, quem, embora por vezes distante, por querer espaço (ou querer experienciar a vida com outra perspectiva, para depois de aperceber que essa visão não chega aos calcanhares de uma vida a dois), o ame mais do que ninguém, o bajule sem pedido e o admire sem que o homem se aperceba bem porquê. Amar é assim, é trazer ao mundo uma criação conjunta. Embora nenhum conto o diga, não há amores perfeitos, as pessoas não são puzzles, e tampouco são feitas à medida umas para outras. Assim, o Amor nem sempre é Feliz, às vezes é Impaciente, Ansioso, Desapontado ou Envergonhado. Os pais não contam aos filhos essa parte, mas ela existe. Aliás, qualquer casal que diga que esteve sempre feliz é mentiroso compulsivo, e a relação nada tem de estável. O verdadeiro Amor, não aquele plastificado, coberto com fantasias e espelhos, para que a realidade fique ofuscada ao público, esse genuíno anjo é assim. Mas, mais do que tudo isso, é acordar e adormecer sorridente (ou preocupado), pois há alguém, mais bela que qualquer outra pessoa no mundo que nos promete a sua transparência e carinho, verídicas promessas se há confiança. Quando se ama a sério, amam-se óculos, narizes, sorrisos, timidez, humildade, temperamentos, tristezas. Ama-se a dedicação, o empenho, as dúvidas e os amores. Ama-se sem saber justificar aquilo que sente. Porque, aquilo que se sente é, na verdade, amar-te assim, perdidamente.</div><div>É impressionante como o amor muda a pessoa, a pessoa muda a vida, a vida muda os outros e os outros mudam o mundo. Aquele frenético e empolgante monstro, aquele que com os seus sensatos e serenos olhos hipnotiza qualquer vivalma. Aquela gigante bola saltitona verde e azul, que por vezes insiste em aparecer esbranquiçada perante aqueles que a ousam observar do espaço (talvez por estarem lá, ou por se encontrarem no desconforto de uma cadeira de escritório) ganha outra cor, uma cor angélica, que obriga o mero mortal a ganhar uma imortalidade de alma, tudo por causa do Cúpido, que teimou em juntar duas mentes, criando um ambiente distinto de qualquer outro nas suas vidas. O sorriso da cara metade faz derreter a outra, faz um sorriso destruído reconstruir-se. Aquele monstro, apelidado de "Amor" é distinto de todos os outros. É meigo, é teimoso, é feliz na sua tristeza e infeliz na sua felicidade. É paciente, sincero e leal. É humilde e obriga a sorrir. Mas quem serve o monstro, quem o vê como seu senhor, ganha mais do que aquilo que perde, por se sentir amado também."</div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 22:10:25 UTC</pubDate>
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         <title>O Quinto Filho, de Doris Lessing</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Sentiria ele o olhar dela como qualquer humano? Ele às vezes olhava para ela enquanto ela olhava para ele, não muitas vezes, mas acontecia os seus olhos encontrarem-se. Ela punha então nesse olhar todas as especulações, todas as perguntas, toda a sua necessidade, toda a paixão de saber mais acerca dele, a quem, afinal dado à luz e transportara durante oito meses, embora isso quase a tivesse matado, mas ele não entendia as perguntas que ele fazia. Indiferente e vago, desviava o olhar e os seus olhos fixavam-se nos rostos dos seus iguais. E via... o quê?<br>Lembrar-se-ia de que ela, a sua mãe (mas que significava isso para ele?), o encontrara naquele local e o levara para casa? E encontrara uma pobre criatura, meio morta, metida num colete de forças? Saberia que pelo facto de ela o ter ido buscar aquela casa se esvaziara e toda a gente se fora, deixando-a sozinha?"<br>Samuel Agostinho nº23</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 22:12:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>driscadotic</author>
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         <description><![CDATA[<div>Este texto não pertence a um livro, nem foi escrito por mim. Porém, sendo uma dedicatória ao meu avô, acaba por ser um excerto que leio várias vezes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 22:15:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Foi sem querer que te quis&quot;, de Raul Minh&#39;Alma</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mmartins34/xwu41vgdmhdd7ofu/wish/2165498312</link>
         <description><![CDATA[<div><sub>"-A Beatriz acredita no destino?&nbsp;</sub></div><div><sub>&nbsp; -Acho que já acreditei mais. Ou talvez não saiba o significado exato dessa palavra. Mas porque me pergunta isso?&nbsp;</sub></div><div><sub>&nbsp; &nbsp;-Quando falo em destino é no sentido de nada acontecer por acaso. Sabe, o universo, a vida ou o destino, como lhe quiser chamar, faz-nos cruzar com determinadas pessoas e situações para que nós possamos criar conhecimento, experiência, forças e defesas para corrigir falhas, preencher lacunas e ultrapassar obstáculos. Isto acontece com toda a gente, quer queiram quer não, quer acreditem ou não. Aquilo que nos diferencia uns dos outros é a capacidade de cada um aprender, perceber, aceitar e evoluir. E só há uma direção para a qual podemos evoluir, que é na direção do amor. Tudo o que não seja nesta direção é regressão. E a negação só atrasa o nosso crescimento pessoal e espiritual. O universo está constantemente a dar-nos pistas, indicações, empurrões. </sub><em><sub>Fez uma pausa e olhou-me com atenção.</sub></em><sub> Está a conseguir acompanhar?</sub><em><sub>"</sub></em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 22:23:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mulherzinhas, Louisa May Alcott</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"(...) ambos aprendiam que a beleza, a juventude, a boa sorte e até mesmo o amor não podem evitar a preocupação e a dor, a perda e o sofrimento, mesmo entre os mais abençoados, porque: Em cada vida deve cair alguma chuva, Alguns dias devem ser sombrios, tristes e monótonos."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 22:37:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lá, onde o vento chora - Delia Owen</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;"Talvez ele a encarasse como uma criança pequena, mas sabia orientar-se no pantanal e poderia ensiná-la.<br>&nbsp;O pai não tinha carro. Usava o barco para pescar, para ir à cidade, e para navegar pelo pântano até ao Swamp Guinea, um bar e salão de poker decrépito, ligado a terra firme por um frágil passadiço, por entre taboas. O bar de paredes toscas, de madeira, e telhado de zinco prolongava-se de acrescento em acrescento, com o chão a diferentes níveis, consoante a altura dos finos pilares de tijolo que o elevavam acima do pântano. Fosse para ir lá ou a outro sítio qualquer o pai usava sempre o barco, e só muito raramente caminhava. Porque haveria de lho emprestar?&nbsp;<br>Provavelmente, deixava os irmãos usá-lo quando não precisava dele, para que eles trouxessem peixe para o jantar. Kya não tinha interesse na pesca, mas talvez pudesse negociar outra coisa qualquer, se essa fosse a única forma de o convencer. Talvez cozinhar ou fazer mais alguma coisa em casa, até que a mãe voltasse."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-01 10:02:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mmartins34/xwu41vgdmhdd7ofu/wish/2165732121</link>
         <description><![CDATA[<div>"Nunca se deve confiar numa pessoa cujos livros se encontram alinhados e em perfeito estado de conservação ou, ainda pior, numa pessoa que vira as capas dos livros para a frente. Quem assim procede não é um leitor. É um exibicionista. "Vejam como eu tenho um refinado gosto literário. Vejam os meus livros famosos que tenho, e que com certeza nunca li". Um leitor quebra as lombadas, manuseia as páginas, absorve cada palavra, cada nuance. Pode não se conseguir avaliar um livro pela capa, mas pode-se com certeza julgar o seu possuidor."<br>Leonor Casteleira nº14</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-01 11:43:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Louco Perdido- Aguiar Auri</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mmartins34/xwu41vgdmhdd7ofu/wish/2165815683</link>
         <description><![CDATA[<div>"A vida perde o seu rumo ao virar de cada esquina. Perde-se, por exemplo, sempre que a impureza de alma exige que o homem recue da sua vontade, perdendo a coragem e a capacidade de vociferar o que quer que seja. Acontece também quando este surge preso à sua massa gris, prendendo-se a mórbidas e apocalípticos mementos que a sua imensa tristeza cria internamente, acelerando sinapses e criando uma imensidade de neurotransmissores, capazes de transmitir entre si a mensagem mais alertante de todas: preciso de clarividência. Porém, por detrás de qualquer Homem, há quem o suporte, quem o acarinhe, quem, embora por vezes distante, por querer espaço (ou querer experienciar a vida com outra perspectiva, para depois de aperceber que essa visão não chega aos calcanhares de uma vida a dois), o ame mais do que ninguém, o bajule sem pedido e o admire sem que o homem se aperceba bem porquê. Amar é assim, é trazer ao mundo uma criação conjunta. Embora nenhum conto o diga, não há amores perfeitos, as pessoas não são puzzles, e tampouco são feitas à medida umas para outras. Assim, o Amor nem sempre é Feliz, às vezes é Impaciente, Ansioso, Desapontado ou Envergonhado. Os pais não contam aos filhos essa parte, mas ela existe. Aliás, qualquer casal que diga que esteve sempre feliz é mentiroso compulsivo, e a relação nada tem de estável. O verdadeiro Amor, não aquele plastificado, coberto com fantasias e espelhos, para que a realidade fique ofuscada ao público, esse genuíno anjo é assim. Mas, mais do que tudo isso, é acordar e adormecer sorridente (ou preocupado), pois há alguém, mais bela que qualquer outra pessoa no mundo que nos promete a sua transparência e carinho, verídicas promessas se há confiança. Quando se ama a sério, amam-se óculos, narizes, sorrisos, timidez, humildade, temperamentos, tristezas. Ama-se a dedicação, o empenho, as dúvidas e os amores. Ama-se sem saber justificar aquilo que sente. Porque, aquilo que se sente é, na verdade, amar-te assim, perdidamente.</div><div>É impressionante como o amor muda a pessoa, a pessoa muda a vida, a vida muda os outros e os outros mudam o mundo. Aquele frenético e empolgante monstro, aquele que com os seus sensatos e serenos olhos hipnotiza qualquer vivalma. Aquela gigante bola saltitona verde e azul, que por vezes insiste em aparecer esbranquiçada perante aqueles que a ousam observar do espaço (talvez por estarem lá, ou por se encontrarem no desconforto de uma cadeira de escritório) ganha outra cor, uma cor angélica, que obriga o mero mortal a ganhar uma imortalidade de alma, tudo por causa do Cúpido, que teimou em juntar duas mentes, criando um ambiente distinto de qualquer outro nas suas vidas. O sorriso da cara metade faz derreter a outra, faz um sorriso destruído reconstruir-se. Aquele monstro, apelidado de "Amor" é distinto de todos os outros. É meigo, é teimoso, é feliz na sua tristeza e infeliz na sua felicidade. É paciente, sincero e leal. É humilde e obriga a sorrir. Mas quem serve o monstro, quem o vê como seu senhor, ganha mais do que aquilo que perde, por se sentir amado também."</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-01 14:44:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>mmartins34</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Havia um índice muito desarrumado. Ao procurar uma meia desemparelhada, encontrou uma antiga carta de amor, enterneceu-se, e concluiu que ser desarrumado também tinha as suas vantagens."<br><sub>Bértholo, J. (2012). </sub><em><sub>Havia.</sub></em><sub> Lisboa: Caminho, pp. 8 e 12.</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-01 15:22:33 UTC</pubDate>
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         <title>Levaram Annie Thorne - C.J. Tudor</title>
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         <description><![CDATA[<div>Capítulo 33&nbsp;<br>"Ele tem-se safado bem. É o que se costuma dizer quando se vê alguém que alardeia riqueza e êxito, não é? Em geral é uma casa grande, um fato caro e um automóvel novo e reluzente.<br>É estranha a maneira como avaliamos as coisas. Como se a capacidade para comprar uma casa grande ou a maneira de consumir mais gasolina nos engarrafamentos de trânsito fossem a suprema expressão do êxito dos nossos escassos anos sobre este planeta. Apesar de todos os progressos, ainda continuamos a avaliar as pessoas em termos de tijolos, tecidos e cavalos de potência."<br>Leonor Casteleira nº14</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-01 15:25:56 UTC</pubDate>
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         <title>O Principezinho - Antoine de Saint-Exupéry</title>
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         <description><![CDATA[<div>"E foi então que apareceu a raposa:<br>– Bom dia, disse a raposa.<br>– Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.<br>– Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...<br>– Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita...<br>– Sou uma raposa, disse a raposa.<br>– Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste...<br>– Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.<br>– Ah! desculpa, disse o principezinho.<br>Após uma reflexão, acrescentou:<br>– Que quer dizer "cativar"?<br>– Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?<br>– Procuro os homens, disse o principezinho. Que quer dizer "cativar"?<br>– Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam. É bem incômodo! Criam galinhas também. É a única coisa interessante que eles fazem. Tu procuras galinhas?<br>– Não, disse o principezinho. Eu procuro amigos. Que quer dizer "cativar"?<br>– É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços".<br>– Criar laços?<br>– Exatamente, disse a raposa. Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...<br>– Começo a compreender, disse o principezinho. Existe uma flor... Eu creio que ela me cativou...<br>– É possível, disse a raposa. Vê-se tanta coisa na Terra..."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-01 21:35:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Alguns miúdos ficam felizes quando recebem uma consola de jogos. James Choke tinha todas asa consolas, jogos e assessórios. Tinha um PC, um leitor MP3, um telemóvel NOKIA, um televisor de ecrã gigante e um gravador de DVD no quarto. Não tinha cuidado com nada. Se alguma coisa se estragasse recebia outra igual. Tinha também oito pares de sapatilhas Nike, um skate topo de gama e uma bicicleta de corrida que custara seiscentas libras. Quando o quarto dele estava desarrumado, parecia que uma bomba tinha explodido dentro da Toys'R'US."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-02 13:19:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A mensagem presente no livro “O Grande Gatsby” é marcante e mostra-nos que nem sempre o dinheiro nos pode dar aquilo que realmente precisamos, como a felicidade e a concretização dos nossos maiores sonhos. Aborda temas fortes como a solidão de Gatsby que, mesmo estando rodeado de pessoas extravagantes nas suas festas, realizadas na sua mansão, estas festas nunca lhe trouxeram aquilo que Gatsby realmente queria, um verdadeiro companheiro em quem pudesse confiar.<br><br>N*1</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-06 16:28:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>“A incompreensão gera desconfiança.”<br>“Aquilo que realmente importa é aquilo em que acreditas.”<br>“Fé é a aceitação daquilo que imaginamos ser verdade, mas que não podemos provar.”</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 18:19:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Há um novo inimigo entre nós: O pânico.                                                    A debilidade generalizada da coragem, conhecida por cansaço da guerra, abriu as portas ao contágio.                                              Os derrotistas são os aliados da doença.&quot;                                               </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 20:20:06 UTC</pubDate>
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         <title>Psicopatas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>«Não existe um tipo ou "perfil" de psicopata único. Dentro das duas amplas categorias que englobam, por um lado, o psicopata integrado e, por outro, o não integrado ou criminoso, encontramos diversos modos de ser psicopata, ainda que possamos observar em todos eles um denominador comum mínimo relativamente a traços ou qualidade de tipo emocional e relacional.»&nbsp;<br>"Psicopatas", de Vicente Garrido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-17 20:26:55 UTC</pubDate>
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         <title>Os Sete Maridos de Evelyn Hugo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"A Evelyn tem os lábios comprimidos numa linha direita, e os olhos totalmente focados em mim. Mas reparo, enquanto espera que eu fale, que o seu peito sobe e desce a um ritmo rápido. Está nervosa. Não está tão confiante como tenta mostrar. Afinal, ela é atriz. Nesta altura, eu já deveria saber que a Evelyn não demonstra exatamente aquilo que está a pensar.&nbsp;<br>Portanto, faço-lhe a pergunta de uma forma que lhe deixa margem de manobra para me dizer apenas aquilo que estiver disposta a confessar.<br>- Quem foi o amor da sua vida?<br>A Evelyn olha-me nos olhos, e consigo perceber que precisa de um empurrãozinho.<br>-Está tudo bem, Evelyn. A sério.<br>É um assunto muito importante. Mas está tudo bem. O mundo hoje é muito diferente do que era na altura. Embora eu tenha de admitir que ainda não é totalmente seguro.<br>Mesmo assim.<br>Ela pode dizê-lo.<br>Ela pode dizê-lo a mim.<br>Ela pode admiti-lo, livremente. Agora. Aqui.<br>-Evelyn, quem foi o seu grande amor? Pode dizer-me.<br>A Evelyn olha pela janela, inspira fundo e, depois, diz:<br>-A Celia St. James. - A sala fica em silêncio, enquanto a Evelyn se permite ouvir as suas próprias palavras. Mas, a seguir, sorri, um sorriso radioso, aberto e profundamente sincero. Começa a rir-se sozinha e, depois, volta a concentrar-se em mim. - Aquilo que sinto é que passei toda a minha vida a amá-la."<br><br>Edna Gomes nº5</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 11:02:23 UTC</pubDate>
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         <title>Fanatismo - Florbela Espanca</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Minh'alma, de sonhar-te, anda perdida.<br>Meus olhos andam cegos de te ver!<br>Não és sequer razão do meu viver!<br>Pois que tu és já toda a minha vida!<br><br>Não vejo nada, assim enlouquecida...<br>Passo no mundo, meu Amor, a ler<br>No misterioso livro do teu ser<br>A mesma história tantas vezes lida!<br><br>"Tudo no mundo é frágil, tudo passa..."<br>Quando me dizem isto, toda a graça<br>Duma boca divina fala em mim!<br><br>E, olhos postos em ti, digo de rastos:<br>"Ah! Podem voar mundos morrer astros,<br>Que tu és como Deus: Princípio e Fim!"<br><br>Edna Gomes nº5</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 11:07:46 UTC</pubDate>
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         <title>A rapariga no comboio</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>“Está desesperado. Inundado pelo terror e pela adrenalina, preparo-me para o pior. Abro a boca para gritar, mas é demasiado tarde, ele arrasta-me para dentro de casa e fecha a porta com estrondo atrás de mim.”<br><br>Leonor Carreira<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 19:54:22 UTC</pubDate>
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         <title>As minhas asas, já quebradas, hão de se reconstruir- Aguiar Auri</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"As minhas asas, já quebradas, hão de se reconstruir.<br>Passo a passo, o dia nasce soalheiro&nbsp;<br>Tenra paixão ameaça surgir&nbsp;<br>Neste destino de que sou herdeiro.&nbsp;<br><br>Velhas são já minhas jovens asas<br>Muitos voos fizeram por aí<br>Naveguei todas as praças&nbsp;<br>E todas me levam até ti.<br><br>Minhas asas são tua criação,&nbsp;<br>Das tuas pérolas castanhas<br>E ergue-se esta sensação,<br>Cesse já a minha rouquidão,<br>Voarei acima das montanhas!<br><br>Enternece-me com o teu sorriso,<br>Permite-me a leveza do teu aroma.<br>Em sossego, jamais indeciso,<br>Ofélia minha, ofereces-me o paraíso?" &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-02 17:18:51 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;José e Pilar&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Mendes espera que quem assistir ao seu documentário "sinta que conheceu este casal, estas duas pessoas brilhantes, de uma forma íntima". E acrescentou: "Pilar é uma personagem fantástica, que merece um filme só para ela". Rodado ao longo de três anos, "José &amp; Pilar" começa quando Saramago, já com a saúde debilitada, terminava de escrever "A viagem do elefante".&nbsp; "O filme começa no processo de escrita desse romance e termina no momento do seu lançamento, dois anos depois". Mendes chegou a duvidar que o escritor terminasse o livro, mas ele ainda teve energia para escrever outro em seguida, "Caim". Descreve Saramago como uma pessoa doce. "Algumas pessoas dizem que não, mas ele era muito humilde, apesar do Nobel e do Prêmio Camões". Ao falar sobre a morte do escritor, o cineasta aproveitou para criticar o atual governo português: "O nosso presidente, que é um 🤬, não foi ao enterro de Saramago". E concluiu: "O meu filme não é só sobre o Saramago, é sobre os dias de hoje, sobre como encaramos a vida".<br>Miguel Gonçalves Mendes foi o realizador deste filme, natural da Covilhã, um gênio do cinema, que me dava na cabeça aos cinco anos por não saber quem era Saramago e que entre muitas outras coisas é meu primo.<br><br>Sara Marques, 11ºA</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-02 21:15:33 UTC</pubDate>
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         <title>Eça de Queiroz</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Para mim, um dos motivos de&nbsp; interesse d'<em>Os</em> <em>Maias</em> é este, percebermos, através da sua leitura que<br> a realidade da altura que é a mesma de hoje, que, por sinal, continua péssima.<br><br>Sara Marques, 11ºA<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-02 21:25:53 UTC</pubDate>
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         <title>Orgulho e Preconceito</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Sara Marques, 11ºA</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-02 21:47:14 UTC</pubDate>
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         <title>Wuthering Heights</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mmartins34/xwu41vgdmhdd7ofu/wish/2209463414</link>
         <description><![CDATA[<div>“He’s more myself than I am. Whatever our souls are made of, his and mine are the same.” <br>“Be with me always - take any form - drive me mad! only do not leave me in this abyss, where I cannot find you! Oh, God! it is unutterable! I can not live without my life! I can not live without my soul!”<br><br><strong>Emily Brontë, </strong><a href="https://www.goodreads.com/work/quotes/1565818"><strong>Wuthering Heights</strong></a><br><br>Sara Marques, 11ºA</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-02 21:54:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Apresentação </title>
         <author>gui82005</author>
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         <description><![CDATA[<div>Soube hoje que tinha de escrever<br>Ao longo do ano um diário...<br>Como é que o irei escrever<br>se só este livro li e os poemas de Cesário?!<br><br>Calma, stora, também prestei atenção <br>àquele lamechas romance<br>intitulado de "Amor de Perdiçao".<br><br>Não, não foi em vão <br>que decidi escrever estas obras <br>ao menos animo a turma<br>ao contrário do "Horas mortas".<br><br>Por Maria não chorei.<br>Os jantares não me fizeram rir.<br>Eles que amem, que eu não amei.<br>Da toca e do ramalhete queria era sair.<br><br>Não me deem um sermão <br>Que disso já estou farto<br>32 páginas de Padre Vieira<br>Deixaram-me exausto.<br><br>Não me olhe com esse olhar voraz <br>ainda nem falei do "Ao gás".<br>Das poucas obras que gostei<br>e na qual já me inspirei.<br><br>E assim termino esta apresentação <br>Espero que tenham gostado <br>E tenham um ótimo verão.<br><br><em>Guilherme Gonçalves n°10</em><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 08:23:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Amor</title>
         <author>gui82005</author>
         <link>https://padlet.com/mmartins34/xwu41vgdmhdd7ofu/wish/2209966277</link>
         <description><![CDATA[<div>Mas o que é isto?<br>Pesadelo ou uma maldição?&nbsp;<br>Ou será uma prisão?<br><br>Estarei eu preso a este labirinto<br>a que muitos chamam de amor???&nbsp;<br>A cada escolha que faço sinto mais dor<br><br>Por favor!<br>Não quero ter mais esta dor!&nbsp;<br>A cada tentativa uma desilusão<br>Qualquer dia fico sem coração...<br><br>Mas então...<br>Terei eu alguma vez tido ingratidão&nbsp;<br>Para me sentir espezinhado no chão&nbsp;<br>E consumindo por esta emoção...<br><br><em>Guilherme&nbsp;Gonçalves n°10</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 08:25:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sentimentos</title>
         <author>gui82005</author>
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         <description><![CDATA[<div>Porque tem de ser assim?!&nbsp;<br>um sofrimento sem fim<br>chegou tão rápido<br>que nem o pressenti<br><br>Sinto-me tão cansado,<br>mas é melhor ficar calado<br>não me vão entender<br>e irão dizer que sou exagerado.<br><br>Ou então irão rir-se de mim<br>como se fosse engraçado<br>ver-me perturbado e desamparado...</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 08:26:33 UTC</pubDate>
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         <title>Livro</title>
         <author>gui82005</author>
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         <description><![CDATA[<div>Este livro...<br>Como isto me mudou...<br>Parei de me prender nos problemas<br>E o meu mundo avançou.<br><br>Incrível, não tenho outra palavra<br>Parece que te dá forças do nada<br>E te ergue deixando toda a gente admirada.<br><br>Amadureci, fez-me crescer<br>E percebi que eu próprio me impedi...<br>Impedi-me de quê perguntam vocês&nbsp;<br>Impedi-me de viver.<br><br>Impedi-me de sonhar<br>Impedi-me de amar<br>Impedi-me de chorar<br>Impedi-me... de tudo até desabar...<br><br>Fiquei sem chão,<br>Estava consumido pela solidão...<br>Solidão essa que eu criei<br>Porque agi e nem sequer pensei.<br><br>Mas e então?!<br>Vou ficar aqui à espera do perdão?!<br>Não, não irei ser fraco<br>Irei arcar com as consequências de cada ato<br><br>Seguir em frente e ignorar o passado?&nbsp;<br>Parece-me uma boa escolha para um fracassado<br>Por isso não! Foi ele que me fez abrir os olhos<br>Se não fosse isso não seria o que sou hoje<br>E não estaria aqui expondo tudo aos molhos.<br><br>Gosto de escrever?!&nbsp;<br>Nem por isso,<br>Simplesmente gosto da arte de rimar com sentido<br>Uma forma de expor tudo o que aqui está contido.<br><br><em>Guilherme&nbsp;Gonçalves n°10</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 08:27:58 UTC</pubDate>
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         <title>A Guerra dos Tronos - George R.R Martin</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>“A mente é a minha arma. Meu irmão tem a sua espada, O Rei Robert, o seu martelo de guerra, e eu tenho a minha mente... e uma mente necessita de livros da mesma forma que uma espada necessita de uma pedra de amolar se quisermos que se mantenha afiada.”</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-05 21:41:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mmartins34</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-10-13 08:28:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>E se o modo como vivemos estivesse programado para nos deixar infelizes? Toda a sociedade de consumo assenta na ideia de nos criar o desejo de ter o último modelo, em vez de nos contentarmos com o que temos; somos encorajados a sairmos de nós e a querermos outras vidas: uma receita quase infalível para a infelicidade.<br><br>Os índices de stress e ansiedade estão a subir. Estamos cada vez mais ligados uns aos outros e, no entanto, cada vez mais isolados.<br><br>Como manter o equilíbrio num planeta que nos enlouquece?<br>Como preservar a humanidade numa era tão obsessivamente tecnológica?&nbsp;<br>Como ser feliz quando somos incentivados a cultivar a ansiedade?</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-22 11:48:23 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Patrik Svensson, <em>O Envagelho das Enguias, </em>p. 20<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ricardo Araújo Pereira, <em>A doença o Sofrimento e a Morte Entram Num Bar,</em> página 23</div>]]></description>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Stephen King , The Shining<br>Manuel Canhoto n°10<br>12°B</div>]]></description>
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         <title>O Intruso </title>
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         <description><![CDATA[<div>Tiago Riscado 12ºB</div>]]></description>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A.S. Byatt , <em>Ragnarok: O Fim dos Deuses,&nbsp;</em>p. 17</div>]]></description>
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         <title>Economia Narrativa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Afonso Franco, nº1 12ºB<br><br></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Sally Rooney, <em>Pessoas Normais</em>, p.&nbsp;199.</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>F. Scott Fitzgerald,&nbsp;<em>O estranho caso de Benjamim Button, pp.24-25</em></div>]]></description>
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      <item>
         <title>“A Lídia, porém, era aquele coração aberto a quantos lhe batiam à porta. Como uma terra de semeadura em pousio, dizia a todas as sementes que deixassem apenas chegar a primavera... Não havia maldade nem cálculo nas promessas que fazia. Diante de cada solicitação masculina, sentia-se como que chamada a dar contas da sua íntima natureza de mulher. E todos podiam pedir-lhas com igual autoridade, justamente porque não amara ainda nenhum a valer. Limpo, o seu corpo estava destinado a pertencer a um daqueles pobres obcecados, que andavam à sua volta como lobos à volta de uma ovelha. A um deles teria de se entregar, mais dia, menos dia. Mas a qual?- Tu é que sabes. Se fosse comigo, escolhia o mais jeitoso e mandava os outros à tábua. Sarilhos desses é que não! - repetia a Violante, apavorada com tanta carta e tanto enredo. - Vê lá!- Deixe correr, que ainda bota, ti Violante. Uma carta custa apenas o selo e o papel.- Parece-te! Pode custar muita lágrima. Não estiques a corda demais...Boas palavras, realmente. Pena é que não tivessem eco nos ouvidos da Lídia. Por mais que quisesse, não conseguia decidir-se por nenhum.” </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Duarte Santos nº6 12B</div>]]></description>
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         <title>O Estranho Caso de Benjamim Button</title>
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         <description><![CDATA[<div>Rodrigo Soares 12B</div>]]></description>
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         <title>O Grande Gatsby</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Matilde&nbsp;Marques n°21 12°A</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Afonso Gomes 12°B<br>Antoine de Saint-Exupéry,&nbsp;<em>Piloto de Guerra, p. 105/106</em></div>]]></description>
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         <description><![CDATA[<div>Teolinda Gersão, <em>A árvore das palavras,</em> p.232</div>]]></description>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Elisabeth Gifford, <em>Os meninos de Varsóvia, </em>p.18</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>leonorfelizardo25</author>
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         <description><![CDATA[<div>Charles Dickens,&nbsp;<em>Oliver Twist&nbsp;<br></em>Leonor Felizardo 12°A</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Sou egoísta", de Matilde Almeida</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Leitura de um excerto de "Maria do Ahú", conto de José Régio.</div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>leonorcasteleira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um Crime no Expresso do Oriente<br>Agatha Christie&nbsp; (p. 51) </div>]]></description>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Scott Cawthon e Kira Breed-Wrisley, <em>Olhos de Prata, </em>pp.65-66.</div>]]></description>
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         <description><![CDATA[<div>Francisco Bessa 12ºA<br>Leitura de um excerto de "O Falador", de Mario Vargas Llosa</div>]]></description>
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         <description><![CDATA[<div>Leitura de um excerto do livro “Pessoas Normais” de Sally Rooney.<br>Carlota Pais, 12°A</div>]]></description>
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         <author>alaracanario</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <description><![CDATA[<div>Sayaka Murata, <em>Uma Questão De Conveniência, pp.42-43</em></div>]]></description>
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         <description><![CDATA[<div>Gabriel García Márquez, <em>Cem anos de solidão</em>, pp. 58-60</div>]]></description>
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         <description><![CDATA[<div><em>Um crime no expresso do oriente, </em> realizado por Kenneth. Branagh</div>]]></description>
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         <title>O mundo à beira de um ataque de nervos - Matt Haig</title>
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         <description><![CDATA[<div>Apontamentos de uma praia<br><br>Olá.<br>Sou uma praia.<br>Fui criada pelas ondas e marés.<br>Sou feita de rochas erodidas.<br>Moro perto do mar.<br>Ando por cá desde há milhões de anos.<br>Já existia quando surgiu a vida.<br>E tenho uma coisa para vos dizer.<br><br>Não quero saber dos vossos corpos.<br><br>Sou uma praia.<br>Estou literalmente nas tintas.<br>O vosso índice de massa corporal é-me completamente indiferente.<br>Não fico impressionada com os vossos músculos abdominais bem definidos.<br>Sou alheia a tudo isso.<br>Vocês fazem parte de uma de entre as 200 mil gerações de seres humanos.&nbsp;<br>Conheci-as a todas.<br>Também irei ver todas as gerações que se seguirão à vossa.<br>Mas, desculpem, não serão tantas como antes.<br>Consigo escutar as coisas que o mar me sussurra.<br>(O mar odeia-vos. Os envenenadores. É assim que ele vos chama, de forma um pouco melodramática. Mas é isso que o mar representa para vocês. Um gigantesco drama.)<br>Tenho ainda outra coisa para vos dizer.<br>As outras pessoas que estão na praia também não querem saber dos vossos corpos.<br>A sério que não.<br>Limitam-se a olhar para o mar; ou, então estão obcecadas com a sua própria aparência.<br>E mesmo que até estejam a pensar em vocês, que é que isso interessa? Porque é que os humanos dão tanta importância às opiniões dos outros?<br>Porque não fazem como eu? Deixem essas preocupações todas na água. Aceitem-se como são.<br>Sejam vocês mesmos.<br>Sejam praias.<br><br><br><br>Uma ode às redes sociais<br><br>Quando na Internet a raiva se arrasta<br>Tentando outra presa prender<br>Chegou a altura de dizer basta&nbsp;<br>Pegar num livro e começar a ler&nbsp;<br><br>Edna Gomes 12ºA nº5</div>]]></description>
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         <description><![CDATA[<div>Miguel Torga, Contos da Montanha, p. 25</div>]]></description>
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         <description><![CDATA[<div>Angie Thomas, O ódio que semeias, pp. 139</div>]]></description>
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         <description><![CDATA[<div>Matt Haig, O mundo à beira de um ataque de nervos, pp.15-16</div>]]></description>
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         <description><![CDATA[<div>Maurice Leblanc, <em>Arsène Lupin: o cavalheiro ladrão,</em> pp. 14-15</div>]]></description>
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         <description><![CDATA[<div>Paulo Coelho, O Alquimista, p. 35.</div>]]></description>
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         <description><![CDATA[<div>Isabel Allende,&nbsp;<em>Longa pétala de mar, pp.&nbsp;</em>12/13<br><br></div>]]></description>
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         <description><![CDATA[<div>Ricardo Araújo Pereira, <em>Mixórdia de Temáticas, Série Lobato,&nbsp;</em>pp. 140-141</div>]]></description>
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         <description><![CDATA[<div>O Estudo em vermelho de Conan Doyle</div>]]></description>
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         <description><![CDATA[<div><em>O Prodígio,</em> realizado por Sebastián Lelio.</div>]]></description>
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         <description><![CDATA[<div>Tiago Carrilho 12ºA<br>Leitura de um excerto da obra de Agatha Christie "<em>A Festa das Bruxas"</em>&nbsp;(pp.16-17)</div>]]></description>
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         <description><![CDATA[<div>Marion Zimmer Bradley, <em>As Brumas de Avalon - A Senhora da Magia</em>, p.140.</div>]]></description>
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