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      <title>Trabalho de Radioatividade by Natália Zaguini de Andrade</title>
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      <description>Publique o seu blogue!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-07-29 19:53:21 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-08-12 14:02:42 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>DESASTRES RADIOATIVOS
</title>
         <author>natalia_z_andrade</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na atividade de hoje teremos o desafio de citar 10 desastres, datas localização, causa(as),consequências e atualizações ( se possível)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-29 19:56:20 UTC</pubDate>
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         <title>Fukushima Daiichi</title>
         <author>natalia_z_andrade</author>
         <link>https://padlet.com/natalia_z_andrade/xw03yv165vyuclmk/wish/3063311615</link>
         <description><![CDATA[<p>Em março de 2011 ocorreu um terrível desatre no nordeste do Japão, por conta de um terremoto de magnitude 9,0 devastou a região e logo em seguida um tsunami acabou atingindo a usina núclear, assim resultando no derretimento de três dos seis reatores nucleares incluindo uma série de falhas no sistema de resfriamento dos reatores</p><p><br/></p><p>Como resultado das inundações dos geradores de emergência os mesmos começaram a superaquecer, levando à fusão do núcleo em três dos seis reatores da usina. Isso resultou na liberação de materiais radioativos para o meio ambiente. Durante esse acidente acabou ocorrendo algumas explosões que foram desencadeadas pela a acumulação de hidrogenio.</p><p><br/></p><p>"Em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/12_de_mar%C3%A7o">12 de março</a> de 2011, no Reator 1. Esta explosão danificou a estrutura do prédio do reator. A segunda explosão aconteceu em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/14_de_mar%C3%A7o">14 de março</a> de 2011, desta vez no Reator 3. Esta explosão foi mais intensa e destruiu parte do prédio do reator. Há indícios de que também foi causada pela acumulação de <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hidrog%C3%AAnio">hidrogênio</a>. Apesar de não ter sofrido uma explosão diretamente relacionada à fusão do núcleo, o Reator 4 enfrentou incêndios em seu prédio devido ao vazamento de hidrogênio do Reator 3. O incêndio não resultou em uma explosão destrutiva." </p><p><br/></p><p>O desastre nuclear de Fukushima teve impactos profundos na indústria nuclear global, gerando preocupações sobre segurança e debates sobre o uso da energia nuclear. O governo japonês e a Tokyo Electric Power Company (TEPCO) estão trabalhando na desativação da usina e descontaminação da área afetada, enfrentando custos elevados e dificuldades financeiras.</p><p><br/></p><p>Em 2012, a Comissão de Investigação Independente constatou que as causas do acidente eram previsíveis e que a TEPCO falhou em cumprir os requisitos de segurança. A Agência Internacional de Energia Atômica também culpou a negligência do Ministério da Economia, Comércio e Indústria do Japão.</p><p><br/></p><p>A TEPCO removeu todo o combustível nuclear das usinas, completando a remoção dos conjuntos de combustível das Unidades 4 e 3 em 2014 e 2021, respectivamente. A remoção das varetas das Unidades 1, 2, 5 e 6 está planejada para até 2031, e a remoção dos restos de combustível fundido das Unidades 1, 2 e 3 até 2040 ou 2050. A descontaminação total levará de 30 a 40 anos.</p><p><br/></p><p>A Zona de Exclusão de Fukushima foi criada em um raio de 20 km ao redor da usina devido aos altos níveis de radiação, resultando na evacuação de milhares de residentes. A zona foi ajustada ao longo dos anos com base nos níveis de radiação e nos esforços de descontaminação. </p><p><br/></p><p>O acidente liberou grandes quantidades de radiação na atmosfera e no Oceano Pacífico. Em 2013, ainda fluíam 30 gigabecquerel de césio-137 para o oceano diariamente. A TEPCO construiu barreiras e usa água para refrigerar os reatores, gerando 400 toneladas de água radioativa por dia. Vazamentos de material radioativo continuaram a ocorrer anos após o desastre.</p><p><br/></p><p>Relatórios da ONU e da Organização Mundial da Saúde não projetaram aumentos significativos em problemas de saúde relacionados à radiação, mas a evacuação teve impactos sociais e psicológicos profundos.</p><p><br/></p><p>O Japão reavaliou sua política energética, reduzindo a dependência de energia nuclear e investindo em fontes renováveis. O descarte de águas residuais tratadas continua a ser controverso, provocando protestos em países vizinhos.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-29 20:22:13 UTC</pubDate>
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         <title>Kyshtym</title>
         <author>natalia_z_andrade</author>
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         <description><![CDATA[<p>O desastre de Kyshtym aconteceu em 29 de setembro de 1957, em Kyshtym, uma cidade na região dos Montes Urais, na Rússia. Esse incidente foi causado por uma falha no sistema de resfriamento de um tanque de armazenamento de resíduos nucleares na instalação de Mayak. A falha levou a uma explosão química que liberou uma grande quantidade de material radioativo na atmosfera.</p><p><br/></p><p>As consequências do desastre foram graves. A explosão liberou cerca de 70 a 80 toneladas de material radioativo, criando uma nuvem que se espalhou por centenas de quilômetros. Cerca de 10 mil pessoas foram evacuadas das áreas mais contaminadas, mas isso só aconteceu uma semana depois do incidente devido ao sigilo militar em torno do complexo de Mayak. Grandes áreas de terra, incluindo rios e solos agrícolas, foram contaminadas, e a região mais afetada ficou conhecida como "Trilha da Radiação". Os residentes sofreram de doenças relacionadas à radiação, como câncer e problemas de saúde a longo prazo, e a taxa de mortalidade aumentou significativamente nas áreas mais afetadas.</p><p><br/></p><p>Atualizações sobre o desastre de Kyshtym mostram que o governo soviético manteve o acidente em segredo por muitos anos, com informações sendo divulgadas internacionalmente apenas na década de 1980. Esforços de descontaminação foram realizados nas décadas seguintes, mas a área ainda apresenta níveis elevados de radiação em alguns pontos, e algumas áreas permanecem inabitáveis. O desastre é considerado um dos piores acidentes nucleares da história, embora menos conhecido que Chernobyl e Fukushima, destacando os perigos do manejo inadequado de resíduos nucleares e a importância de sistemas de segurança robustos.</p><p><br/></p><p>Mesmo após tantas décadas, o impacto de Kyshtym ainda é sentido, e o desastre serve como um lembrete das consequências devastadoras que podem resultar da negligência na gestão de materiais nucleares.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-29 20:26:01 UTC</pubDate>
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         <title>Windscale</title>
         <author>natalia_z_andrade</author>
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         <description><![CDATA[<p>O desastre de Windscale aconteceu em 10 de outubro de 1957, em Windscale (hoje conhecido como Sellafield), na costa oeste da Inglaterra. Esse acidente foi causado por um incêndio em um dos reatores nucleares da usina. O incêndio começou durante um processo de aquecimento destinado a liberar gases radioativos acumulados no reator. Infelizmente, o processo saiu de controle, e o reator pegou fogo, liberando radiação na atmosfera.</p><p><br/></p><p>As consequências do desastre de Windscale foram significativas. A radiação liberada incluiu iodo-131, que contaminou o leite de vaca na região. Para evitar maiores problemas de saúde, cerca de 500 quilômetros quadrados de terras agrícolas tiveram a produção de leite interrompida e todo o leite foi destruído. Estima-se que houve um aumento nos casos de câncer de tireoide devido à exposição ao iodo radioativo, embora o número exato de casos seja difícil de determinar.</p><p><br/></p><p>Quanto às atualizações, o governo britânico inicialmente minimizou a gravidade do incidente, mas posteriormente reconheceu a gravidade do desastre. Medidas de limpeza e contenção foram implementadas, e a área passou por extensos processos de descontaminação. A usina de Windscale foi renomeada para Sellafield, e as operações nucleares continuaram, mas com melhorias significativas nos protocolos de segurança.</p><p>Hoje, o desastre de Windscale é lembrado como um dos primeiros grandes acidentes nucleares da história. Ele destacou a necessidade de maior transparência e melhores práticas de segurança na indústria nuclear. As lições aprendidas com Windscale ajudaram a moldar as regulamentações nucleares em todo o mundo, tornando a energia nuclear mais segura para as futuras gerações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-29 20:30:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lucens</title>
         <author>natalia_z_andrade</author>
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         <description><![CDATA[<p>A usina nuclear de Lucens, na Suíça, foi inaugurada em 1962 com grandes ambições. Além de produzir energia, o plano era desenvolver um reator de fabricação nacional e realizar experimentos com energia nuclear. No entanto, esses planos foram drasticamente interrompidos em 21 de janeiro de 1969, quando um desastre ocorreu na cavidade do reator.</p><p><br></p><p>Tudo começou com um estouro em um tubo de pressão, que gerou uma oscilação de energia e causou uma explosão no reator. Felizmente, ninguém ficou ferido. Um dos membros da equipe, que estava programado para trabalhar no reator na época, foi encontrado são e salvo. A usina tinha um projeto subterrâneo que ajudou a impedir que o desastre afetasse gravemente as pessoas e o meio ambiente.</p><p><br></p><p>Apesar disso, a gravidade do acidente foi alta, sendo registrada como nível 5 em uma escala de 7. A concentração de gás de resfriamento vazado atrás da porta da cavidade do reator era letal e a radioatividade estava tão alta que os instrumentos de medição não conseguiam registrá-la. A caverna do reator não estava completamente selada, e a radioatividade acabou se espalhando até a sala de controle, que ficava a 100 metros de distância. A equipe que estava desligando a turbina na caverna da máquina mais próxima foi exposta à radiação. Para piorar, os chuveiros de descontaminação estavam fora de ordem, então os trabalhadores tiveram que usar uma instalação temporária sem água quente.</p><p><br></p><p>O governo suíço abriu um inquérito sobre o incidente, e um relatório foi publicado dez anos depois. A conclusão foi que não houve grande negligência por parte dos responsáveis da usina. A causa do acidente foi atribuída à corrosão em um tubo de pressão, provocada pela umidade.</p><p><br></p><p>Essa tragédia encerrou as operações da usina de Lucens e serviu como uma lição importante sobre os riscos e desafios associados à energia nuclear. Mesmo com as precauções tomadas, a natureza imprevisível e perigosa da tecnologia nuclear ficou evidente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-29 20:36:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Chernobyl mexicano</title>
         <author>natalia_z_andrade</author>
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         <description><![CDATA[<p>O termo “Chernobyl mexicano” faz referência a um grave acidente nuclear ocorrido no México em 1983, especificamente na cidade de Ciudad Juárez. Esse incidente não atingiu a magnitude do desastre de Chernobyl, que aconteceu na Ucrânia em 1986, mas teve um impacto significativo e é frequentemente mencionado devido à gravidade dos eventos.</p><p><br/></p><p>O acidente envolveu um equipamento de radioterapia contendo cobalto-60, um isótopo radioativo. Durante um processo de desmontagem, o equipamento foi manipulado inadequadamente, resultando na liberação do material radioativo. A falta de medidas de segurança adequadas e o manejo impróprio do equipamento levaram ao vazamento do cobalto-60, que contaminou a área ao redor de Ciudad Juárez.</p><p><br/></p><p>O vazamento provocou uma exposição significativa à radiação para as pessoas próximas, resultando em graves problemas de saúde e até mesmo em mortes. A resposta ao incidente envolveu a evacuação da área afetada, esforços de descontaminação e tratamento dos afetados. O evento destacou a necessidade urgente de melhorar os protocolos de segurança e manejo de materiais radioativos.</p><p><br/></p><p>Como consequência, o acidente levou a uma revisão das práticas e regulamentações de segurança nuclear no México e em outros países. As lições aprendidas ajudaram a moldar políticas mais rigorosas para o uso e descarte de materiais radioativos, com o objetivo de evitar futuros acidentes semelhantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-30 10:49:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Xcel Energy</title>
         <author>natalia_z_andrade</author>
         <link>https://padlet.com/natalia_z_andrade/xw03yv165vyuclmk/wish/3063815461</link>
         <description><![CDATA[<p>Em julho de 2024, um incidente grave foi revelado em uma usina nuclear dos Estados Unidos, causando preocupação sobre segurança e transparência nas operações nucleares. O vazamento radioativo, que ocorreu meses antes da divulgação, envolveu a liberação de material radioativo na usina, e os detalhes só foram tornados públicos recentemente após uma investigação.</p><p>O acidente ocorreu em uma usina nuclear localizada em um estado dos EUA, que foi mantida em sigilo por questões de segurança. A causa do vazamento foi uma falha técnica no sistema de contenção de resíduos radioativos. Combinada com erros humanos e deficiências nos procedimentos de manutenção, essa falha resultou na liberação de pequenas quantidades de material radioativo no ambiente.</p><p><br/></p><p>Inicialmente, o impacto para a comunidade ao redor não foi imediatamente visível. No entanto, a exposição prolongada, mesmo em níveis baixos, pode ter implicações para a saúde a longo prazo. A gravidade do vazamento só foi conhecida após meses de investigação, que revelou o problema por meio de uma auditoria interna e uma investigação conduzida por órgãos reguladores.</p><p><br/></p><p>Com a revelação do vazamento, as autoridades tomaram medidas para remediar a situação. Essas medidas incluíram a implementação de correções na usina, o fortalecimento dos protocolos de segurança e a realização de análises ambientais para monitorar a contaminação. Embora não tenha havido um alerta imediato para a população, a revelação do acidente gerou preocupações sobre a transparência das informações e a gestão de crises nucleares. As comunidades locais pediram mais informações e garantias de que incidentes semelhantes não ocorreriam novamente.</p><p><br/></p><p>O episódio destacou a necessidade de maior transparência nas operações nucleares e a importância de relatar rapidamente quaisquer problemas para evitar desinformação e desconfiança pública. Também sublinhou a necessidade de uma supervisão mais rigorosa e de práticas robustas de monitoramento para garantir a segurança e a integridade das instalações nucleares. Além disso, a resposta ao incidente mostrou a importância de ter planos de emergência eficazes e uma comunicação clara com o público para lidar com crises e mitigar os impactos.</p><p><br/></p><p>Este incidente reflete a complexidade e os riscos associados ao gerenciamento de energia nuclear e reforça a necessidade de vigilância contínua e aprimoramento das práticas de segurança para proteger a saúde pública e o meio ambiente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-30 10:56:00 UTC</pubDate>
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         <title>Acidente com Irídio-192 em São Paulo</title>
         <author>natalia_z_andrade</author>
         <link>https://padlet.com/natalia_z_andrade/xw03yv165vyuclmk/wish/3073232036</link>
         <description><![CDATA[<p>Em janeiro de 1997, um incidente envolvendo irídio-192 aconteceu em São Paulo, em uma área de reciclagem de resíduos. Um cilindro contendo irídio-192, um material radioativo usado em radiografias industriais, foi encontrado em um local de reciclagem. O cilindro estava danificado e liberou substâncias radioativas.</p><p>Como resultado, houve uma pequena contaminação da área ao redor e exposição a algumas pessoas. Felizmente, as autoridades agiram rapidamente para controlar a situação. Elas realizaram uma operação de limpeza e garantiram que o material radioativo fosse recuperado e removido.</p><p>Esse incidente mostrou que era necessário melhorar o controle e a regulamentação de materiais radioativos no Brasil. Desde então, as medidas de segurança foram reforçadas para evitar problemas semelhantes no futuro.</p><p><br/></p><p>( não achei imagens )</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-12 13:48:07 UTC</pubDate>
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         <title>Cia Cid</title>
         <author>natalia_z_andrade</author>
         <link>https://padlet.com/natalia_z_andrade/xw03yv165vyuclmk/wish/3073236852</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 1º de novembro de 1999, ocorreu um grave acidente em Tubarão, Santa Catarina, envolvendo a Cia. Cid. O problema aconteceu quando um reservatório de resíduos químicos da empresa, que continha ácido sulfúrico, rompeu. O ácido sulfúrico é um produto químico muito perigoso.</p><p><br/></p><p>Com o rompimento, o ácido vazou e contaminou o solo e a água ao redor. Isso prejudicou o meio ambiente, matando plantas e animais da área. Embora não tenha havido mortes humanas diretas relatadas, a contaminação pode ter causado danos à saúde.</p><p><br/></p><p>Após o acidente, a empresa e as autoridades trabalharam para limpar e controlar a contaminação. O incidente mostrou a necessidade de melhorar a segurança e o controle em operações que lidam com produtos químicos perigosos, levando a uma revisão das práticas e regulamentações na indústria para evitar futuros acidentes semelhantes.</p><p><br/></p><p>O acidente de Tubarão destacou a necessidade de melhores práticas e controles na indústria de mineração, especialmente em relação ao manejo de produtos químicos perigosos. Após o incidente, houve um impulso para reforçar as regulamentações e melhorar a segurança em operações semelhantes para evitar futuros acidentes. A empresa Cia. Cid e outras na indústria foram submetidas a revisões e auditorias para garantir conformidade com normas ambientais mais rigorosas. </p><p><br/></p><p>( não achei imagens )</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-12 13:53:05 UTC</pubDate>
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         <title>Césio-137 Goiânia</title>
         <author>natalia_z_andrade</author>
         <link>https://padlet.com/natalia_z_andrade/xw03yv165vyuclmk/wish/3073240103</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 13 de setembro de 1987, Goiânia, Goiás, foi palco de um grave acidente radioativo. O problema começou quando um cilindro contendo césio-137, uma substância altamente radioativa usada em equipamentos de radioterapia, foi encontrado em um prédio abandonado de um hospital. O cilindro, que havia sido deixado após a desativação de um aparelho de radioterapia, estava enferrujado e danificado.</p><p><br/></p><p>O césio-137 foi manuseado por pessoas que não tinham conhecimento dos perigos envolvidos, e o pó radioativo acabou sendo espalhado. Muitas pessoas levaram o material contaminado para suas casas, o que resultou em uma extensa contaminação da área ao redor.</p><p><br/></p><p>O acidente teve sérias consequências: quatro pessoas morreram devido à exposição à radiação, e muitas outras sofreram graves problemas de saúde, como queimaduras por radiação e câncer. A contaminação afetou várias áreas de Goiânia, levando à evacuação de muitas pessoas e a uma grande operação de descontaminação. Casas e áreas contaminadas foram limpas ou até mesmo demolidas para remover os resíduos radioativos.</p><p><br/></p><p>Após o acidente, o Brasil implementou novas regulamentações e medidas de segurança para o manejo de materiais radioativos. A tragédia destacou a necessidade de maior controle e treinamento para prevenir futuros incidentes, resultando em um sistema mais rigoroso e seguro para lidar com substâncias perigosas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-12 13:56:21 UTC</pubDate>
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