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      <title>DESCOBERTAS ESPACIAIS by Jack of lanterny</title>
      <link>https://padlet.com/wagnerhenrick2017/0150502052</link>
      <description>trabalho de geografia</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-09-21 22:54:07 UTC</pubDate>
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         <title>WAGNER</title>
         <author>wagnerhenrick2017</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-09-21 23:04:57 UTC</pubDate>
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         <title>NOVO SISTEMA SOLAR COM 7 PLANETAS</title>
         <author>wagnerhenrick2017</author>
         <link>https://padlet.com/wagnerhenrick2017/0150502052/wish/189959999</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde que, há duas semanas, um grupo internacional de cientistas anunciou <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2017/02/22/ciencia/1487783042_037999.html">o descobrimento de um sistema solar com sete planetas como a Terra</a>, tudo o que tínhamos visto eram recriações artísticas e até cartazes promocionais de viagens turísticas imaginárias a esses novos mundos. Agora, a NASA divulgou a imagem real e em movimento da estrela do novo sistema, a Trappist-1, captada graças a seu telescópio espacial Kepler.<br><br></div><div><figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://ep01.epimg.net/elpais/imagenes/2017/03/11/ciencia/1489261247_701245_1489276835_sumario_normal.jpg" width="360" height="450"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure>Até agora só tinhamos visto recriações artísticas como esta. NASA<br><br></div><div><br></div><div>A animação mostra a quantidade de luz detectada por cada ponto, em uma pequena parte da lente a bordo do telescópio espacial Kepler, segundo explicação da própria NASA. Como a estrela daquele sistema está a 40 anos-luz, esses brilhos sutis captados pelo telescópio espacial saíram de lá há quatro décadas, mais ou menos quando o <a href="https://brasil.elpais.com/tag/real_madrid/a">Real Madrid</a> contratava Juanito e Jimmy Carter se mudava para a Casa Branca. Ou, como comentou no <a href="https://twitter.com/tweetsoutloud/status/840374405582610434">Twitter o engenheiro da NASA Bobak Ferdowski,</a> um dos responsáveis pela opração do robô Curiosity em Marte, "é estranho pensar onde estávamos quando a luz começou sua viagem (eu não tinha nem nascido)".<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-21 23:14:11 UTC</pubDate>
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         <title>Especial Cassini: a sonda que explorou Saturno dá seu último adeus</title>
         <author>wagnerhenrick2017</author>
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         <description><![CDATA[<div><figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://img.ibxk.com.br/2017/09/18/um-perto-de-uma-praia-18214644666321.png?w=700&amp;h=393&amp;mode=crop" width="700" height="393"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div><br>A imagem acima é a <a href="https://www.tecmundo.com.br/ciencia/122106-confira-ultima-imagem-feita-sonda-cassini-dela-cair-saturno.htm"><strong>última foto tirada pela sonda Cassini</strong></a> antes de ser desativada. Seu último suspiro. O registro monocromático e simples mostra a superfície de Saturno em seu lado escuro, mas iluminada pela luz refletida pelos famosos anéis.</div><div><br>Tudo isso só é menos misterioso para o ser humano graças aos 13 anos de órbita e muito estudo da espaçonave, que trouxeram luz e nos ensinaram muito sobre os astros que nos circundam, especialmente o Planeta dos Anéis.</div><div><br>Após quase 20 anos de serviços para a comunidade científica do planeta Terra, a missão Cassini-Huygens finalmente foi encerrada pela <a href="http://www.tecmundo.com.br/nasa/"><strong>NASA</strong></a> na sexta-feira (15), com um mergulho da sonda na atmosfera densa de Saturno.</div><div><br>Até o “canto do cisne” da espaçonave foi de uma utilidade imensa para os pesquisadores, pois em seus últimos suspiros, a Cassini ainda foi capaz de enviar informações e imagens inéditas para casa, como a foto acima, que retrata todo o mistério e a aura de vazio do planeta Saturno.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-21 23:16:53 UTC</pubDate>
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         <title>Equipe da NASA termina estadia simulada de 8 meses &#39;em Marte&#39;</title>
         <author>wagnerhenrick2017</author>
         <link>https://padlet.com/wagnerhenrick2017/0150502052/wish/189960421</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Toda a comunicação entre eles era monitorada, incluindo sensores presos ao corpo para avaliar níveis de estresse e sinais vitais. Para deixar a experiência mais realista, toda a comunicação com o “mundo exterior” tinha atraso de vinte minutos para simular o <em>delay</em> sofrido no transporte de informações entre a Terra e Marte.</div><div><br>A NASA investiu US$ 2,5 milhões nesse projeto, vai ajudar a agência a traçar perfis psicológicos adequados para a seleção de astronautas que deve ocorrer nas próximas décadas. Ainda assim, não existe a expectativa de encontrar a equipe perfeita. “Pelo menos nós aprendemos que, mesmo entre as melhores equipes, o conflito vai sempre surgir. Portanto, é importante ter uma tripulação que, tanto como indivíduos quanto como grupo, seja bem resiliente, capaz de observar um conflito e superar isso”, explicou Kim Binsted, um dos líderes do experimento, à <em>Business Insider</em>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-21 23:18:47 UTC</pubDate>
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         <title>SpaceX faz vídeo com todas as aterrissagens explosivas dos seus Falcon 9</title>
         <author>wagnerhenrick2017</author>
         <link>https://padlet.com/wagnerhenrick2017/0150502052/wish/189960604</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-09-21 23:20:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>wagnerhenrick2017</author>
         <link>https://padlet.com/wagnerhenrick2017/0150502052/wish/190408922</link>
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         <pubDate>2017-09-23 14:18:59 UTC</pubDate>
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         <title>meu universo</title>
         <author>wagnerhenrick2017</author>
         <link>https://padlet.com/wagnerhenrick2017/0150502052/wish/190409633</link>
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         <pubDate>2017-09-23 14:23:01 UTC</pubDate>
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         <title>lixo espacial</title>
         <author>wagnerhenrick2017</author>
         <link>https://padlet.com/wagnerhenrick2017/0150502052/wish/190410094</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O que é</strong></div><div><br>Também chamados de detritos espaciais, são objetos artificiais que não possuem mais utilidade e estão na órbita da Terra. Estes objetos formam uma espécie de nuvem sobre o planeta. Possuem tamanhos e pesos variados (de gramas até toneladas). Ficam orbitando nosso planeta a uma velocidade de aproximadamente 35 mil km/h.</div><div><br><strong>Exemplos de lixo espacial:</strong></div><div><br>- Detritos e componentes (elétricos e eletrônicos) de satélites;</div><div><br>- Restos de foguetes espaciais;</div><div><br>- Ferramentas perdidas pelos astronautas;</div><div><br>- Partículas de tinta;</div><div><br>- Combustíveis;</div><div><br><strong>Problemas gerados pela poluição espacial</strong></div><div><br>Um dos problemas é o choque entre estes detritos e satélites (previsão do tempo, transmissão de dados, etc.) que estão em funcionamento. A colisão com estes detritos pode danificar estes equipamentos ou até deixa-los inativos, aumentando ainda mais o lixo espacial.</div><div><br>Muitos destes detritos pequenos caem no planeta, porém acabam queimando antes de tocar o solo. Os maiores podem atravessar a atmosfera terrestre e atingir o solo, causando estragos ou até mortes. Porém, neste último caso, felizmente, as chances são extremamente reduzidas.</div><div><br>Outro problema apontado por especialistas é com relação ao futuro. Dentro de algumas décadas, se a quantidade de lixo espacial continuar a crescer, ficará praticamente inviável enviar e manter satélites na órbita terrestre.</div><div><br><strong>Curiosidades</strong></div><div><br>- De acordo com relatório da NASA (National Aeronautics and Space Administration) divulgado em 2008, existem cerca de 17 mil detritos espaciais com medida acima de 10 cm, 200 mil entre 1 e 10 cm e milhões de fragmentos com menos de 1 cm. Atualmente estes números devem ter aumentado.</div><div><br>- Todo satélite entra em órbita com um prazo, ou seja, um tempo útil de funcionamento. Quando param de funcionar são simplesmente abandonados no espaço e viram lixo espacial.</div><div><br>- Em julho de 1979, a estação espacial desativada Skylab caiu no planeta Terra. Pesando cerca de 70 toneladas, partiu em vários pedaços ao entrar na atmosfera terrestre. Por sorte, estes fragmentos, muitos de grande porte, caíram no Oceano Índico e regiões desabitadas da Austrália. O fato gerou grande preocupação no mundo todo, pois não se sabia em que local o objeto cairia.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-23 14:26:03 UTC</pubDate>
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         <title>NASA anuncia descobertas sobre oceanos em outros planetas</title>
         <author>wagnerhenrick2017</author>
         <link>https://padlet.com/wagnerhenrick2017/0150502052/wish/190410676</link>
         <description><![CDATA[<div>Com base em novos resultados alcançados pela sonda<br><br></div><div> <a href="http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/04/sonda-cassini-se-prepara-para-voo-de-despedida.html"><strong>Cassini</strong></a> e pelo telescópio <a href="http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2016/07/9-imagens-maravilhosas-captadas-pelo-hubble.html"><strong>Hubble</strong></a>, a <a href="http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2015/08/nasa-saiba-mais-sobre-agencia-espacial-americana.html"><strong>NASA</strong></a> anunciará o que sabe de novo sobre <strong>oceanos</strong> em outros planetas do nosso Sistema Solar em conferência marcada para esta quinta-feira, 13 de abril, às 15h (horário de Brasília).</div><div>O evento será realizado na sede da NASA em Washington e transmitido online para o mundo todo <a href="https://www.nasa.gov/press-release/nasa-to-reveal-new-discoveries-in-news-conference-on-oceans-beyond-earth"><strong>no seu site oficial</strong></a>. Acompanhe a cobertura pela GALILEU. Os pesquisadores também aceitarão responder perguntas do público enviadas em inglês pela hashtag #AskNASA.<br><br></div><div>Os estudos que a agência espacial desenvolve para encontrar água fora da Terra são um caminho para tentar descobrir vida extraterrestre. As novidades que vão ser apresentadas, dizem os cientistas, determinarão o futuro da exploração desses oceanos, principalmente com a missão <strong>Europa Clipper</strong>, a ser lançada a partir de 2020. <a href="http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2015/08/7-passos-para-descobrir-existencia-de-vida-alienigena.html"><strong>Conheça aqui</strong></a> como está sendo planejada a nova missão e quais são os principais passos na busca por vida fora do nosso planeta.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-23 14:29:11 UTC</pubDate>
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