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      <title>Visita à UA by Bernardina Medeiros</title>
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      <description>Partilha uma foto que tenhas tirado durante a visita de estudo à Universidade de Aveiro, e inclui uma legenda adequada.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-01-23 16:54:25 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-01-28 18:34:12 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Professor Lourenço - Bombus terrestris</title>
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         <description><![CDATA[<p>Na imagem acima temos um exemplar da espécie<em> Bombus</em> <em>terrestris</em>, também conhecida como abelhão-europeu, observado à lupa num dos laboratórios do Departamento de Biologia. </p><p>É uma das espécies mais importantes de abelhas polinizadoras. Nativa da Europa, Ásia Ocidental e Norte da África, esta abelha social destaca-se pela capacidade de polinizar uma grande variedade de plantas, incluindo cultivos agrícolas como tomates, pimentões e morangos. A sua robustez e habilidade para voar em condições adversas, como temperaturas baixas e ventos fortes, tornam-na uma peça chave nos ecossistemas. Além de beneficiar diretamente a agricultura,&nbsp; a <em>Bombus</em> <em>terrestris</em> contribui para a manutenção da biodiversidade, promovendo a reprodução de plantas silvestres e sustentando cadeias alimentares que dependem delas. Contudo, a sua introdução fora das áreas nativas deve ser feita com cautela, pois pode competir com espécies locais, impactando ecossistemas sensíveis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-24 12:02:31 UTC</pubDate>
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         <title>Eduardo Carmo-Sacarrabos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nesta foto vê-se uma exposição sobre o sacarrabos. O saca-rabos (Herpestes ichneumon) é um dos mamíferos de distribuição mais invulgar na Europa, uma vez que este pequeno carnívoro está restrito ao Sudoeste da Península Ibérica e a habitats de terrenos rochosos com vegetação e campos de cultivo. Este pequeno animal, que não pesa mais do que quatro quilogramas, remonta ao Pliocénico (há 5,3 a 2,6 milhões de anos), na Tanzânia, mas, na Europa, o seu passado é recente. Estes dados suportam a ideia de que o saca-rabos terá sido introduzido pelos ocupantes islâmicos da Península Ibérica.Venerado desde o Antigo Egipto como o “rato dos faraós” devido à sua capacidade de devorar ovos de crocodilo e combater cobras, o saca-rabos foi representado consistentemente na tradição bibliográfica da Antiguidade, merecendo referências regulares como símbolo do Bem contra o Mal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 14:02:23 UTC</pubDate>
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         <title>Dinis - Anemona-do-mar</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p> As anêmonas são cnidários da classe Anthozoa e são facilmente reconhecidas pelos seus tentáculos móveis e pegajosos, que usam para capturar presas e se defender. Esses tentáculos têm células especializadas chamadas cnidócitos, que podem liberar toxinas para imobilizar pequenos peixes e crustáceos, tornando-as predadores eficazes no ecossistema marinho. Normalmente, elas  fixam-se a rochas ou corais, mas podem se mover lentamente quando necessário. Além de sua função como predadoras, desempenham um papel ecológico importante ao servir de abrigo marinho.Webgrafia:Mundo da biodiversidade Site da</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 14:04:53 UTC</pubDate>
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         <title>Guilherme Pais - viúva marrom </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Está espécie é a aranha viúva-marrom, ela é menor e um pouco mais clara quando comparada a outras espécies de aracnídeos. A cor pode variar de marrom a preto e até com alguns tons de cinza. Assim como outras espécies de Latrodectus, como a viúva negra, esta espécie também apresenta uma característica marca de compasso no abdômen, que pode ser de cor laranja ou amarela clara e a usa como sinal de alerta contra seus predadores. Eles têm listras nas pernas. O seu nome científico deve-se ao padrão geométrico preto e branco no lado dorsal de seu abdômen. O saco de ovos dessas aranhas é facilmente reconhecível devido à sua aparência "espinhosa". Eles costumam fazer suas teias em lugares isolados e escuros, inclusive sob trilhos, armários e móveis de rua, por isso são frequentemente vistos perto de seres humanos.</p><p>Está espécie é rara sendo encontrada principalmente na Espanha.</p><p>Webgrafia:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pictureinsect.com/pt/wiki/Latrodectus_geometricus.h">https://pictureinsect.com/pt/wiki/Latrodectus_geometricus.h</a></p><p>tml</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 14:06:58 UTC</pubDate>
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         <title>Bruno Regala Miscanthus Sinesis</title>
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         <description><![CDATA[<p>Nesta foto acima podemos observar uma espécie chamada Miscanthus Sinesis nas salinas de Aveiro.</p><p><strong>Características importantes</strong></p><p>Tolerância a fatores adversos: 0°C a -5°C, 5°C a 0°C, inferiores a -5°C.</p><p>Zonas climáticas: Temperadas.</p><p>Humidade do solo: Húmido.</p><p><br></p><p>É uma gramínea compacta, formadora de touças de folhas compridas, retas e arqueadas de cor verde, com nervuras brancas. Deslumbrante pelas suas abundantes flores plumosas púrpuras que se evidenciam no final do verão. À medida que amadurecem, alteram-se, delicadamente, para prata.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 14:12:54 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Larraz- A Tecedeira de funil doméstica </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A Tecedeira de funil doméstica, também conhecida como aranha do mato, é uma espécie que pode chegar de até 6 a 12 mm de comprimento. Tem uma aparência geral peluda e pálida de cor creme, castanha ou amarelada.</p><p>As aranhas jovens eclodem do saco de ovos e atingem maturidade no espaço de um ano.</p><p>Podem ser encontradas em caves e cantos escuros podendo ser classificada como animal lucífugo tendo como orientação fototaxia negativa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 14:14:37 UTC</pubDate>
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         <title>Constança Sousa- Pyrrhocoris apterus</title>
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         <description><![CDATA[<p>  A espécie também conhecida como percevejo-da-tília ou percevejo-do-fogo, trata-se de um hemípetro com cerca de 8 a 10 mm de comprimento. A forte coloração vermelho e o padrão de ornamentações pretas, tal como a coloração  do abdómen, são características distintivas  da espécie. </p><p>  Encontram-se frequentemente em plantas da família das Malaváceas, a sua fonte de alimento mais recorrente. Habitam em ecossitemas terrestres. </p><p>  Em Portugal continental têm uma distribuição bastante ampla, do norte ao sul do território nacional, tanto no interior como no litoral. Podem ser encontrados na:</p><ul><li><p>Reserva Natural do Estuário do Sado;</p></li><li><p>Parque Nacional da Peneda-Gerês;</p></li><li><p>Parque Natural de Montesinho.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 14:14:40 UTC</pubDate>
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         <title>Pantala flavences — Constança Salvadorinho </title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 14:14:42 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Beatriz Lopes- Coccinella septempunctata</title>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Na imagem a cima podemos localizar uma das várias espécies de joaninhas a <em>coccinella septempunctata</em><strong><em>.</em></strong></p><p>Esta joaninha tem corpo arredondado com cerca de 6 mm de comprimento, cabeça negra com duas manchas amarelas. Os ovos são amarelos e depositados em pequenos grupos. Habita em vegetação herbácea, arbustiva ou arbórea. Surgem em Março/Abril, sendo que, ao aproximar-se o período frio, protagonizam um fenómeno de agregação (induzido por ferino as de agregação) que as leva a aglutinarem-se em locais abrigados, onde hibernam. Espécie originária da Europa e da Ásia, que em Portugal continental se distribui por todo o território.Esta foi localizada a 13/05/2018 na lousã Portugal e foi colhida por Filipa  Vieira.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 14:19:23 UTC</pubDate>
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         <title>Beatriz Restivo-Zygoptera</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A Zygoptera é um inseto da ordem Odonata conhecidas como donzelinhas e alfinete.Quando pousados mantém as asas juntas e paralelas ao comprimento do corpo,diferente das libélulas,que as mantém perpendiculares ao <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://corpo.As">corpo.As</a> donzelinhas têm dois pares de asas bastante semelhantes,ambos com a base estreita,os seus olhossão separados e o seu corpo é mais delicado do que o das libélulas.</p><p>Alimentam-se de qualquer inseto que consigam capturar,como pequenos peixes,girinos e pequenos camarões.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 14:19:32 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Inês - Aranhas </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Os aracnídeos são um grande grupo de invertebrados, constituído por escorpiões, opiliões, ácaros, carrapatos, e as aranhas.</p><p>Existem cerca de 35.000 espécies das mesmas em todo o mundo. Podem ser terrestre ou aquáticas. E apenas de 20 a 30 espécies são perigosas para o Homem.</p><p>A palavra aranha vem do termo latim araneus, aranea.</p><p>As aranhas são animais carnívoros, e excelentes predadores. A sua técnica para matar as presas passa pelo uso de um veneno (que pode mudar de espécie para espécie), injetando-o no animal e matando-o. </p><p>As aranhas são normalmente encontradas em residências, telhados, cantos de paredes ou próximo delas, em lugares onde há lixos, entulhos ou restos de construção.</p><p>Para concluir a imagem representa uma aranha vista através de uma 'lupa'. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 14:20:28 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Francisca - Sterna dougalli</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na imagem acima, temos uma fotografia (de Samuel Patinha) da espécie "Sterna dougalli". Esta está exposta na Exposição " Biodiversidade - Olhares que falam" do deparatamento de biologia da Universidade de Aveiro.</p><p>A espécie " Sterna dougalli", mais conhecida por "Garajau-rosado", tem plumagem clara e cauda forcada.</p><p>Em Portugal, o Garajau-rosado, nidifica apenas, com regularidade no arquipélago dos Açores, a distribuição da espécie é muito ampla, nas nove ilhas dos Açores. Mas também , nidifica, embora com alguma regularidade, no arquipélago da Madeira.</p><p>Pertence à ordem dos "CHARADRIIFORMES", e à família "Laridae".</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 14:22:55 UTC</pubDate>
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         <title>Gustavo Mendes n9 8F </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>A espécie acima é uma Isca-do-Lodo cujo o nome científico é (Hediste Diversicolor).</p><p> Este costuma habitar em águas salgadas e salobras em zonas lodosas e arenosas do estuário e normalmente é pescada no Mar Atlântico Nordeste, Centro-Oeste, no mar Mediterrâneo e mar Negro nas Águas Interiores da Europa e no Oceano Índico Oeste.</p><p>Foi descoberta por Müller em 1776 e normalmente é usado como isca.</p><p>Os adultos podem atingir 6-12cm de comprimento.</p><p>A Isca-do-Lodo alimenta-se de pequenas partículas suspensas em sedimentos de fitoplâncton também de algas e pequenos animais bentónicos.</p><p>Em suma a Isca-do-Lodo é muito útil para iscas mas não me parece que sejam muito cruciais para os ecossistemas </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 14:23:33 UTC</pubDate>
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         <title>Leonor Ferreira Gonepteryx Cleopatra</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Gonepteryx Cleopatra trata-se de una borboleta de tamanho médio, que se destaca por suas asas amarelas - alaranjadas, e a face interior das mesmas de cor amarelo - esverdeado.</p><p>Além disso, as asas apresentam um comprimento entre os 50 60cm e exibem nervuras evidentes. Para conseguir distinguir um macho de uma fêmea, podemos por exemplo observar as asas, em que, os machos costumam ter uma mancha grande laranja. A parte inferior do corpo é esverdeada enquanto a superior tende a ser ruiva. Podemos encontrar esta borboleta em diferentes habitats, como por exemplo no Parque Natural de serra de S. mamede.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 14:29:26 UTC</pubDate>
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         <title>Louva deus  (Mantis religiosa) mateus</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p> Mantis religiosa é uma espécie carnívora que come outros pequenos invertebrados. </p><p>Durante sua reprodução a fêmea costuma matar o macho durante a cópula e servem lhe de alimento.</p><p>O estado de conservação desta espécie é pouco preocupante.</p><p>Os louva Deus voam, mas costumam ficar camuflados na vegetação com o objetivo de caçar com suas patas anteriores prêenseis  adornada de espinhos que fixam o animal. Existem mais de 2mil espécies diferentes. Seu papel ecológico é altamente benéfica no arboreto, já que eles agem como reguladores de outras espécies e controlam o ambiente de forma natural.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 14:58:27 UTC</pubDate>
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         <title>Salvador - Pararge aegeria</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/bernardinamedeiros2002/xv3ubrgq26b2ragm/wish/3307173110</link>
         <description><![CDATA[<p>A Pararge aegeria é uma borboleta conhecida por borboleta-malhadinha encontrada dentro e na proximidade das florestas de grande parte da Europa. As duas formas estão integradas uma a outra. Essa espécie também é encontrada no norte de África e na Ilha da Madeira. Apresenta comportamento territorial – o macho persegue outras borboletas que cruzem o seu espaço e raramente abandona o seu posto de observação. Apesar de frequentar áreas com pouca exposição solar, também pode ser encontrada em corredores com mais claridade.  Ocupa diversos habitats parques e jardins. Alimenta-se, maioritariamente de lagartas desta espécie. Os machos são territoriais e prevalecem num mesmo território aguerridamente. Quando uma fêmea passa na proximidade ambos iniciam um voo típico de atração. Os ovos são depositados pela fêmea nas plantas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 15:09:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tiago- Gamo juvenil</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p> O gamo é um cervídeo que possui uma dimensão intermédia entre o veado e o corço. Nos machos a complexidade e o tamanho das hastes vão aumentando durante o crescimento do indivíduo (jovens de 1 ou 2 anos: denominam-se de varetos – 5 a 13 cm de comprimento; adultos de 3 ou mais anos: hastes palmadas – 50 a 70 cm comprimento e 7 e 20 cm largura. Em Portugal são muitas as pessoas que têm gamos nos seus quintais, quintas e herdades, no entanto existem sempre fugas das vedações dos cercados (por vezes intencionais e por mão humana) e os animais saem naturalmente, dispersando-se pelo território nacional. Assim sendo, apenas se sabe que ocorre em pequenos núcleos populacionais, como por exemplo, na zona de Pinheiro e Palma, próximo de Alcácer do Sal, e Coruche, e que, como foi referido, nos últimos anos tem sido introduzido em zonas de caça (vedadas), como por exemplo, na Tapada Nacional de Mafra e na Tapada Nacional de Vila Viçosa. Zonas de pinhal ou de montado, intercaladas por matagais, em terreno livre ou localizadas dentro dos cercados. Em Portugal, nas últimas décadas, as populações de gamo são frequentemente mantidas em áreas vedadas em sobredensidade. O gamo é um reprodutor sazonal e o início deanual do seu estado reprodutivo é controlado pelo fotoperíodo decrescente. Têm apenas uma ninhada por ano, o macho é fértil a partir dos 7-14 meses e a fêmea aos 16.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 15:14:24 UTC</pubDate>
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         <title>Ricardo Neves - Mosca doméstica</title>
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         <description><![CDATA[<p>A mosca doméstica (<em>Musca domestica</em>), comum em habitações humanas, tem entre 1 e 1,5 cm de envergadura. Alimenta-se e pousa em lixos e alimentos em decomposição, tornando-se um vetor de agentes patogénicos. É altamente prolífica, podendo uma fêmea depositar até 1.500 ovos ao longo de 12 posturas.</p><p><br></p><p>Além desta, outras espécies convivem com humanos e animais domésticos. A mosca possui olhos facetados vermelhos, duas antenas e uma tromba extensível para sugar alimentos. No tórax, apresenta um par de asas membranosas e balanceiros para equilíbrio no voo. O abdómen é composto por cinco segmentos.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 15:14:26 UTC</pubDate>
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         <title>TomásLima_Mariposa Bichana</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Mariposa</strong>-<strong>bichana</strong> (Cerura vinula) - Picture Insect. Cerura vinula tem uma envergadura de 58 a 75 mm, sendo os machos um pouco menores que as fêmeas. Eles têm as margens de asas brancas ou cinza amareladas, com linhas escuras. A parte de trás das asas é levemente cinza nos machos e quase transparente nas fêmeas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 15:17:47 UTC</pubDate>
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         <title>Victória Muga- Borboleta Almirante-vermelho</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A<em> Vanessa atalanta</em>, mais conhecida como borboleta Almirante-vermelho, pode ser observada ao longo de todo ano (à excessão de dezembro e janeiro), em orlas de florestas e campos agrícolas (mais específicamente o Parque da Lavandeira ou o Parque Botânico do Castelo). É uma espécie migratória, da família dos Ninfalídeos e como é possivel ver na imagem, é muito pequena, medindo cerca de 60 mm. Quanto à reprodução, ao longo do ano são criadas 3 gerações de borboletas. Quando nascem, são ainda lagartas e usam as urzes como planta hospedeira. Alimentam-se de néctar de flores.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 15:19:45 UTC</pubDate>
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         <title>Rafael Antunes (vulpes vulpes)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na imagem acima encontramos um exemplar da espécie vulpes vulpes, também conhecida como raposa-vermelha. A raposa é uma das duas espécies de canídeos silvestres que ocorre em Portugal. A espécie é facilmente reconhecida pelo seu focinho pontiagudo e orelhas proeminentes. Apresenta uma pelagem castanho-avermelhada no dorso que contrasta com a coloração branca do ventre, contudo a cor da pelagem pode ser bastante variável. A maturidade sexual ocorre habitualmente no primeiro ano de vida, porém em zonas com elevada densidade populacional pode ocorrer mais tarde. É uma espécie omnívora e oportunista que tende a alimentar-se dos recursos mais abundantes no seu território. A raposa é o carnívoro com maior distribuição mundial. A par disto é também a espécie mais criada em cativeiro em todo o mundo para a produção de peles.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 15:20:10 UTC</pubDate>
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         <title>Pedro Firmeza - Quercus Robur</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na imagem acima conseguimos observar uma foto do <em>Quecus robur que conseguimos encontrar </em>Originária da Europa e muito característica da flora portuguesa, o carvalho-alvarinho é uma das espécies com maior área natural de expansão no continente europeu e um dos representantes da vegetação secular de Portugal, correspondendo o seu habitat a matas em clima temperado, com maior influência climática atlântica. Dominante em carvalhais ou acompanhante em bosques caducifólios, pinhais abertos e matas. Em locais húmidos, solos profundos e frescos em substratos ácidos, em regiões de clima temperado tem alguns nomes comuns como  Carvalho-roble etc..</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 15:20:56 UTC</pubDate>
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         <title>Rafael Santos - Drossera rotundifolia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><em>Drossera rotundifolia</em> é uma espécie de planta carnívora encontrada em Portugal na Serra da Freita em Arouca.</p><p>Esta espécie possui folhas pegajosas que servem para apanhar insetos para a sua alimentação.</p><p>É uma plantade folha perene. Quanto à floração é uma planta de dia longo.</p><p>Esta espécie mede cerca de 10 a 15 cm de diâmetro.</p><p>Esta planta tem fins medicinais como antibacteriano, antiespasmolítico, antitússico e muitos outros fins.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 15:21:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Maria Venâncio - Abelha</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/bernardinamedeiros2002/xv3ubrgq26b2ragm/wish/3307194112</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta foto encontramos uma abelha 🐝 que tem como nome científico <em>Anthophila.</em></p><p>É conhecida por ter o papel da polinização.  Pertencem à ordem <em>Hymenoptera</em> (família de insetos) e são aparentados das vespas e das formigas.</p><p>   Existem mais de 25000 espécies de abelhas conhecidas em sete famílias biológicas reconhecidas, e são encontradas em todos os continentes menos na Antártida.</p><p> Só recolhem o pólen em flores polinizadas por insetos. Estas abelhas são importantes para o equilíbrio ambiental e alimentam-se de néctar e pólen.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 15:22:19 UTC</pubDate>
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         <title>Sofia Baran - Pararge Aegeria</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Este exemplar de uma fêmea da espécie <strong><em>Pararge aegeria</em></strong> é uma borboleta, mais conhecida como borboleta-malhadinha. Os machos tendem a ser ligeiramente menores do que as fêmeas.Além disso, é  possível distinguir os machos das fêmeas pelas suas asas com tom castanho-acinzentado, enquanto as fêmeas têm marcações mais proeminentes e brilhantes do que os machos. </p><p>Esta espécie também é encontrada no Norte de África e na Ilha da Madeira.</p><p>É uma borboleta irrequieta, que parece estar a voar de forma agitada, pois trata-se de uma espécie muito territorial, que não gosta de abandonar o seu habitat. Prefere locais sombrios, como matos densos e florestas, onde se disfarça na penumbra. Pode também ser observada em jardins. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 15:22:36 UTC</pubDate>
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         <title>Sofia Ribeiro-Anacridium Aegyptium </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na imagem acima temos um exemplar do</p><p>Anacridium Aegyptium mais conhecido por Gafanhoto-do-Egipto observado à lupa num dos laboratórios do Departamento de Biologia.</p><p>É uma das espécies da origem Nativa, sudeste da Europa, oeste da Ásia e norte de África. Insecto relativamente grande, sendo a fêmea maior do que o macho, em média, 20 a 30cm. O corpo pode ter tons de castanho, cinzento e/ou amarelo e os olhos são caracteristicamente riscados. As antenas são curtas e robustas. O primeiro segmento do tórax tem forma de telhado, com pintas brancas e uma quilha dorsal laranja a todo o comprimento, cruzada por três estrias transversais. As patas traseiras possuem os fémures alaranjados por baixo, manchas pretas no topo e tíbias azuladas. Os espinhos das tibias traseiras são brancos, com a ponta preta. As asas são bastante longas.</p><p>O habitat onde este animal habita Árvores, sebes, arbustos e vinhas em zonas secas e quentes, áreas urbanas, parques e jardins.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 15:23:35 UTC</pubDate>
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         <title>Javali-euroasiatico    Miguel Moreira </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/bernardinamedeiros2002/xv3ubrgq26b2ragm/wish/3307198578</link>
         <description><![CDATA[<p>Na imagem acima vemos um javali-euroasiatico também conhecido por javardo, porco-bravo, porco-monteiro entre outros. O nome científico é Sus scrofa. É um animal nativo da Europa, Ásia, Ilhas Suide e situa-se em todo o país.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 15:24:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Matilde santos - perdiz do mar </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/bernardinamedeiros2002/xv3ubrgq26b2ragm/wish/3307199166</link>
         <description><![CDATA[<p>A imagem acima mostra o Glareola pranticola,</p><p>OU mais conhecido por perdiz do mar.</p><p>E uma ave límicola de formas e cores pouco habituais. Apresenta a barriga branca, o peito e a garganta escuros, as asas pontiagudas e escuras, se vi contudo vermelhas na face inferior e a faca bifurcada. Tem um comprimento de 24 a 28&nbsp;cm e é muito diferente das outras limícolas, fazendo lembrar uma andorinha gigante. Encontrado principalmente em rochas em rios de fluxo rápido. Como nidificante, esta espécie distribui-se de forma fragmentada pelo sul da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Europa">Europa</a>. Nidifica em colónias dispersas, geralmente nas imediações de zonas húmidas. É uma ave migradora, que inverna na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/%C3%81frica_subsariana">África subsariana</a>. Gosto de viver em zonas húmidas perto de áreas abertas amplas, como arrozais, albufeiras, lezírias e salinas. Reproduzo-me em áreas agrícolas cultivadas.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-28 15:25:11 UTC</pubDate>
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