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      <title>LARGO DA GENTE SERGIPANA by LARGO DA GENTE SERGIPANA</title>
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      <description>Atividade referente à pesquisa de mestrado. Mestrando: Marcos Souza Orientadora: Maria do Socorro | PROFCIAMB/UFS | 
1º C - Colégio Estadual Tobias Barreto</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-20 16:31:56 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Lambe-Sujo e Caboclinhos&nbsp;<br><br>A Manifestação Cultural dos Lambe-Sujo e Caboclinhos.&nbsp;<br>A festividade acontece sempre no segundo domingo do mês de outubro nos municípios de Itaporanga D'Ajuda e Laranjeiras.<br>Os primeiros registros datam de 1930, mas é sabido que já existia antes mesmo da abolição da escravatura. Tudo se inicia em lugares distintos, nas primeiras horas da manhã, quando são armados o quilombo dos negros e a taba dos índios que, tendo sua princesa roubada pelos negros, dão início as estratégias de lutas para libertá-la, enriquecendo sua dramaturgia com cantos, danças e personagens definidos.<br>Os lambe-sujos, cujo nome se deve à tradição de pintar o corpo com carvão pisado e misturado ao cabaú, têm como personagens: o Rei Africano, vestido de calça vermelha, camisa de mangas compridas, colete e coroa; a Princesa, cujo vestido é brilhoso, adornado por um diadema de papelão; os Embaixadores, que guardam o Rei; a Mãe Suzana, trajando uma bata estampada de retalhos, carregando um cesto de palha cheio de panelas e doações da população; o Pai Juá, o guia espiritual dos negros durante a batalha; o Feitor, que se distingue dos demais por usar um colete; os Tocadores e os brincantes, vestidos com calções e gorros vermelhos, tendo na mão seu instrumento de trabalho, a foice. Usam ainda, um cachimbo ou uma chupeta. Já nos Caboclinhos, são constituídos pelos Índios, onde se distingue o chefe, a Princesa, os Embaixadores, os Tocadores e os brincantes; Se vestem com saiotes de penas coloridas e cocar, portando o arco e flechas destinadas à sua defesa, todos passam no corpo roxo-terra misturado com água, para lhes dar um tom avermelhado, os participantes saem pelas ruas cantando e tocando instrumentos musicais como pandeiro, tamborim e reco-reco.<br>O folguedo é a representação da batalha de dois grupos: de um lado os Lambe Sujos, que representam os escravos e do outro os Caboclinhos, representando os índios. Os grupos são compostos por pessoas do sexo masculino, os únicos papéis feminino são da mãe Suzana e a princesa.<br>Os Personagens: Rei africano , Princesa , Embaixadores,&nbsp; Mãe Suzana , Pai Juá , Feitor , os Tocadores e os Brincantes , índios e escravos.<br><br>Grupo: Lavinia Evellyn,Graziele Gomes,Letícia Tavares e Luan Gabriel.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 02:18:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; O Barco&nbsp; de Fogo é um artefato típico&nbsp; na cidade de Estância- SE . &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Produzido de forma artesanal , possui cunho tradicional , sendo atrelado às festas juninas . É considerado um dos elementos mais importantes dos festejos juninos do interior do estado , tendo status de símbolo da identidade cultural da região e patrimônio cultural Sergipano. Por esse motivo, Estância é chamada de " capital brasileira do barco de fogo".<br>&nbsp; &nbsp;O Barco de fogo foi inventado pelo fogueteiro Antônio Francisco da Silva Cardoso, conhecido popularmente como Chico Surdo , por volta do final dos anos 1930.<br>&nbsp; &nbsp;Dia 11 de junho é uma data especial no calendário cultural do estado de Sergipe e em particular,&nbsp; para Estância,&nbsp; cidade que não só respira cultura ,mas que carrega em seu codinome o título de Berço da cultura Sergipana. Essa data celebra o&nbsp; 'Dia do Barco de Fogo' , que foi criado como uma homenagem a Francisco da Silva Cardoso , mais conhecido como Chico Surdo , o inventor do principal símbolo da cidade , que nasceu em 11 de junho de 1907 na Rua Voluntários da Pátria,&nbsp; Bairro Botequim, daí o embasamento para que essa data seja escolhida para comemorar o "Dia do Barco de Fogo".<br>&nbsp; &nbsp;O Barco de Fogo está intimamente enraizado dentro da cultura e da paixão dos Sergipanos , fazendo a alegria , embalando sonhos e seduzindo a todos com sua beleza que lhes é peculiar , e que&nbsp; precisa de fato de uma valorização e respeito por ser eminentemente uma obra de arte que pertence não só a Estância, cidade da sua criação, mas a todos os Sergipanos e brasileiros que se veem encantados com a magia desse espetáculo.<br><br>Equipe: Ana Beatriz da Silva Santos e Hadassa Letícia Luduvice Cruz Lima&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 14:48:20 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Costume e tradição do município de Carmópolis. O dia do Bacamarteiros é comemorada no dia 24 de junho, nessa mesma data&nbsp; é dia de São João, o principal feriado das festas juninas.<br>A manifestação cultural dos bacamarteiros, mais propriamente, consiste em um grupo de pessoas, que se reúnem em grupos, troças ou batalhões, sob a chefia de um sargento e o controle geral de um comandante, e realizam uma apresentação performática, com dança, música e muitos tiros de bacamarte(uma arma artesanal, que foi adaptada para o folguedo, uma vez que anteriormente, usava-se chumbo, mas nos festejos nordestinos, é usada a pólvora, porque produz mais barulho e fumaça).<br>Os Bacamarteiros surgiu em um pequeno povoado chamado Rancho, atual Carmópolis, criado por volta de 1780,&nbsp; por os escravos dos canaviais em torno do povoado de Aguada, como um grupo de samba de roda e atiravam com um artesanal conhecido como bacarmate, uma arma de fogo de cano curto e largo, reforçada na coronha.<br>O grupo é composto por mais de 60 participantes entre homens e mulheres.Os homens do Grupo vestem-se com calça&nbsp; e camisa de zuarte, lenço&nbsp; no pescoço e chapéu de palha ou couro, as mulheres vestem-se com chapéu de palha e vestido de chita. Um grupo é formado pelos Atiradores; o Mestre do Apito, que coordena as descargas de tiro; as mulheres cantantes e dançantes do Samba de Coco; o Tirador de Versos ou Coqueiro; e os Tocadores, que se ocupam dos pandeiros, ganzás, reco-recos, onças ou ronqueiras.<br>As mulheres dançam sempre em círculo, enquanto os homens, que ficam atrás, vão disparando tiros de bacamarte, de acordo com o desenrolar da dança.<br><br><br>Grupo: Lavinia Evellyn, Graziele Gomes,Letícia Tavares, Luan Gabriel.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 20:21:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>FOLIA DE REIS<br>A Folia de reis, também chamada de Reisado ou Festa de Santos Reis, é uma festa popular e tradicional brasileira. Trata-se de uma das festas folclóricas mais emblemáticas do país.<br>&nbsp;<br>DATA<br>O Reisado possui um caráter cultural e religioso, e ocorre no período de 24 de dezembro a 6 de janeiro (Dia de Reis ou Dia dos três Reis Magos). <br><br>DESTAQUE<br>No Brasil, a festa é celebrada em diversas regiões do país. Os municípios Sergipanos onde essa tradição destaca-se são: Laranjeiras, Estância, Pirambu, Japaratuba, Japoatã, Itaporanga D’Ajuda, na Barra dos Coqueiros, Moita Bonita, São José de São Miguel do Aleixo, Frei Paulo, Guarujá, São Cristóvão,&nbsp; Santo Amaro das Brotas, Cristinápolis.<br><br>BOI DO REISADO<br>Boi de Reis (ou Boi de Janeiro, Bumba-Meu-Boi etc.) é um dos mais típicos folguedos populares e, em alguns casos, participa do Reisado. A variação de nomes decorre das peculiaridades regionais e depende também da variação de elementos que figuram nas apresentações. Sua origem é portuguesa. Em síntese, é uma apresentação da captura (roubo), morte e ressurreição do Boi.<br><br>CARACTERÍSTICAS E PERSONAGENS<br>A Folia de Reis tem características que não mudam: roupas brilhantes e coloridas, enfeites e músicas. Tradicionalmente é uma festa feita exclusivamente por homens, mas com o passar dos anos, e ao se espalhar por várias cidades, essa tradição foi se perdendo para dar passagem às mulheres que queriam entrar na folia. A composição da organização da festa não muda. É formada pelo mestre, os três reis, os palhaços, o festeiro, o coro e o bandeleiro.<br>&nbsp; &nbsp; • Festeiro - pessoa que promove a folia;<br>&nbsp; &nbsp; • Os três reis magos - Baltasar, Belchior e Gaspar;<br>&nbsp; &nbsp; • Palhaços - os animadores da festa, fazem piruetas, danças, brincadeiras;<br>&nbsp; &nbsp; • Mestre ou embaixador – quem se propõe a organizar a folia;<br>&nbsp; &nbsp; • Coro - pessoas que cantam as músicas e falam as entoações ligadas a religião católica. São seis pessoas, que cantam e tocam instrumentos;<br>&nbsp; &nbsp; • Bandeleiro ou alferes da bandeira – seria o porta-bandeira da folia.<br><br>ORIGEM<br>O Reisado nasceu no Egito, como festa de adoração a Festa Sol Invencível. Os foliões fazem uma procissão, indo de casa em casa para receber presentes e dinheiro. Essa parte da festa foi integrada ao passar dos anos. Os católicos a explicam como sendo o período da andada dos reis até a visita para Jesus.<br>&nbsp;<br>Fontes:<br>https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/religiao/folia-de-reis<br><br>https://www.encontroteca.com.br/grupo/boi-de-reis<br><br>http://www.museudagentesergipana.com.br/wps/wcm/connect/Museu%20da%20Gente%20Sergipana/inicio/largo-da-gente-sergipana/esculturas/reisado/reisado<br><br>https://www.todamateria.com.br/folia-de-reis/<br><br>___<br>Equipe:<br><strong>Maria Eduarda Santos, Maria Eduarda Santos Alves, Cleislaine de Jesus Ferreira e Myslaine Santana Santos.<br></strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 23:39:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>maria0000070258</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tem origem latino americana, podendo ser encontrada em diversos estados do Brasil.</div><div>A festa surgiu em Portugal e é realizada desde o século XIII. No Brasil, a devoção começou no início do século XVIII, inicialmente no interior das igrejas dedicadas a São Gonçalo. Atualmente, o cenário mais comum é uma espécie de barracão, chamado de ramada, coberto de palha de babaçu e tendo à frente um altar com imagens católicas.</div><div>Em Sergipe, existem grupos do folguedo nos municípios de Itaporanga D’Ajuda, Laranjeiras, Pinhão, Poço Verde, Riachão do Dantas, São Cristóvão e Simão Dias. Trata-se de uma dança ritual, com registros na Bahia datados de 1718, destinada inicialmente para pagamentos de promessas feita a São Gonçalo. Mas além da devoção, existem algumas lendas envolvendo a história do santo, sendo uma delas a de que antes de se tornar frade franciscano, ele foi marinheiro e resgatava mulheres do pecado. Desta forma, o folguedo tem como chefe do grupo o Patrão, vestido como marinheiro. Na cidade de Laranjeiras, a imagem do santo é carregada dentro de um barquinho pela única mulher do grupo, a Mariposa. Os brincantes são exclusivamente homens e usam sobre a calça, saias coloridas e longas, blusas rendadas e xale enfeitado com fitas de várias cores. Na cabeça, um lenço branco adornado com fita vermelha. Pulseiras, colares e brincos finalizam o figurino, remetendo um aspecto feminino ao grupo, relembrando as mulheres salvas pelo santo. Mesmo se tratando de uma devoção a um santo português, o folguedo apresenta no louvor a forte presença africana, observada na música, na dança – embaladas por instrumentos de corda e percussão - e em palavras do dialeto africano inseridas nas letras.</div><div><br></div><div>Fontes:</div><div>https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Dan%C3%A7a_de_S%C3%A3o_Gon%C3%A7alo<br><br></div><div>https://www.se.gov.br/noticias/governo/conheca-as-manifestacoes-culturais-do-largo-da-gente-sergipana</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-03 10:56:59 UTC</pubDate>
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         <title>Taieiras</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A taieira é uma dança folclórica de origem africana ligada ao culto nagô, as taieiras são grupos formados em sua maioria por mulheres que se apresentam em festejos de seus santos de devoção e também em festivais de cultura e encontros folclóricos da região. Elas se apresentam em louvor a Nossa senhora do Rosário e a São Benedito. Trata-se de uma dança cortejo com intenção religiosa, o grupo se caracteriza nos trajes vermelho e branco, com laços e fitas coloridos, chapéus brancos enfeitados com fitas e flores vermelhas e nas mãos as varetas feitas de madeira. Essa manifestação popular resiste de forma bastante expressiva em alguns municípios sergipanos, como laranjeiras e São Cristóvão.<br>A dança tem uma coreografia simples e sincronizada pela música e pela batida das varetas, que cadencia o ritmo nos chamados combates, quando cruzando ou girando em um movimento chamado de meia lua, demostra uma grande beleza estética. São destacados os grupos dos municípios de Japaratuba, Lagarto e Laranjeiras.<br><br><strong>Alunas: Vivian, Trícia e Vitória </strong><br><br>Fontes: <a href="https://www.museudagentesergipana.com.br/wps/wcm/connect/Museu%20da%20Gente%20Sergipana/inicio/largo-da-gente-sergipana/esculturas/taieira/taieira">https://www.museudagentesergipana.com.br/wps/wcm/connect/Museu%20da%20Gente%20Sergipana/inicio/largo-da-gente-sergipana/esculturas/taieira/taieira</a><br><br><br><a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Taieiras">https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Taieiras</a><br><br><br><a href="https://amp.visiteobrasil.com.br/nordeste/sergipe/folclore/conheca/taineira">https://amp.visiteobrasil.com.br/nordeste/sergipe/folclore/conheca/taineira</a><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-03 23:13:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>A história do Parafuso remete ao período colonial, no cenário dos engenhos, onde escravos sonhavam com a liberdade nos quilombos, para escapar do sofrimento. Os escravos em fuga, usavam as anáguas das sinhás, roubadas dos quaradouros, para camuflar o corpo, colocavam várias anáguas, umas sobre as outras, desde o pescoço. No rosto, usavam um pintura com tabatinga, compondo o disfarce final com um chapéu em formato de cone, igualmente branco. Assim, nas noites de lua se arriscavam pelos canaviais despertando o imaginário popular que consideravam ver visagens ou almas do outro mundo.<br><br>O que foi um movimento de resistência à escravatura se tornou um folguedo de grande beleza, característico do município de Lagarto.<br><br>Fonte: https://www.museudagentesergipana.com.br/wps/wcm/connect/Museu%20da%20Gente%20Sergipana/inicio/largo-da-gente-sergipana/esculturas/parafuso/parafuso</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 15:21:55 UTC</pubDate>
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         <title>Cacumbi</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Provavelmente, o Cacumbi resulta da evolução e junção de elementos de outras danças e folguedos. Encontrado em vários municípios brasileiros, recebendo diferentes identificações dependendo da região, como variantes de congos e congadas: Ticumbi, Quicumbi ou Cucumbi. Em sua origem, remete a uma luta entre um rei negro e um chefe caboclo, sempre vencida pelo rei. O grupo é constituído apenas por homens, que se apresenta para louvar São Benedito e Nossa Senhora do Rosário, vestidos de calça branca e camisa amarela. Trazem ainda um chapéu decorado com fitas coloridas e espelhos. O ritmo forte do batuque fala de sua origem, hoje resumida em uma série de volteios, na formação de dois cordões e em círculos contínuos voltando sempre às fileiras, no centro dos quais atuam o Mestre e o Contramestre, distintos dos demais componentes do grupo por usarem a camisa azul. A coreografia, embora simples, é muito vigorosa nos movimentos, retomando a feição guerreira que o gerou tão forte, com a força do batuque que impulsiona os movimentos que exigem preparo físico. Abaixados ou de pé, cruzando pernas, o rigor da dança está presente no ritmo marcado pelo tambor acompanhado do corror, da onça, do ganzá, do pandeiro, do reco-reco e do tamborim, tocados por todos os brincantes.<br><br>Meu São Benedito<br><br>É que venho lhe pedir<br><br>Eu quero que o Senhor abençoe<br><br>A força do meu Cacumbi.<br><br>A diferença dos timbres enriquece os cantos, mas o apito só é usado pelo Mestre e pelo Contramestre, para sinalizar o início ou o término dos cantos ou marcações rítmicas e lhes dá autoridade de chefia. Costumam se apresentar nas procissões de Bom Jesus dos Navegantes e no dia dos Santos Reis. Existem grupos nos municípios de Itaporanga D’Ajuda, Japaratuba, Lagarto, Laranjeiras, Maruim e Riachuelo.<br><br>Site:museudagentesergipana<br>Aluno: Marcos Felipe Gomes de Melo</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-22 09:27:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Cacumbi</strong>, Quicubi, Catumbi e Ticumbi, <strong>são</strong> nomes dados a diferentes folguedos afro- brasileiros que têm os Reis Congos e o louvor a <strong>São</strong> Benedito e Nossa Senhora do Rosário em comum, uma variante das congadas.<br><br>ALUNO:Valdson da Silva Santos&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-22 14:45:10 UTC</pubDate>
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         <title>https://youtu.be/8ZGJvdfSlAw</title>
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         <pubDate>2021-11-22 16:29:54 UTC</pubDate>
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         <title>Provavelmente o Cacumbi resulta da evolução e junção de elementos de outras danças e folguedos. Encontrado em vários municípios brasileiros, recebendo diferentes identificações dependendo da região, como variantes de congos e congadas: Ticumbi, Quicumbi ou Cucumbi. Em sua origem, remete a uma luta entre um rei negro e um chefe caboclo, sempre vencida pelo rei. O grupo é constituído apenas por homens, que se apresenta para louvar São Benedito e Nossa Senhora do Rosário, vestidos de calça branca e camisa amarela. Trazem ainda um chapéu decorado com fitas coloridas e espelhos. O ritmo forte do batuque fala de sua origem, hoje resumida em uma série de volteios, na formação de dois cordões e em círculos contínuos voltando sempre às fileiras, no centro dos quais atuam o Mestre e o Contramestre, distintos dos demais componentes do grupo por usarem a camisa azul. A coreografia, embora simples, é muito vigorosa nos movimentos, retomando a feição guerreira que o gerou tão forte, com a força do batuque que impulsiona os movimentos que exigem preparo físico. Abaixados ou de pé, cruzando pernas, o rigor da dança está presente no ritmo marcado pelo tambor acompanhado do corror, da onça, do ganzá, do pandeiro, do reco-reco e do tamborim, tocados por todos os brincantes.Meu São BeneditoÉ que venho lhe pedirEu quero que o Senhor abençoeA força do meu Cacumbi.A diferença dos timbres enriquece os cantos, mas o apito só é usado pelo Mestre e pelo Contramestre, para sinalizar o início ou o término dos cantos ou marcações rítmicas e lhes dá autoridade de chefia. Costumam se apresentar nas procissões de Bom Jesus dos Navegantes e no dia dos Santos Reis. Existem grupos nos municípios de Itaporanga D’Ajuda, Japaratuba, Lagarto, Laranjeiras, Maruim e Riachuelo. Atualmente os Cacumbis não apresentam características temáticas, é antes, uma manifestação coreográfica, embora mantenham a louvação a São Benedito e a Nossa Senhora do Rosário. Alguns grupos se destacam entre os Cacumbis sergipanos: o de Mestre Deca de Laranjeiras, o do Mestre Juarez de Itaporanga D’Ajuda e o do Mestre Nêgo de Japaratuba. </title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-22 16:34:04 UTC</pubDate>
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         <title>https://youtu.be/Ro5fIiM4cx8</title>
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         <link>https://padlet.com/largodagentesergipana1c/xuq4kfaonfabxgqs/wish/1906686223</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-22 17:46:19 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A <em>talheira</em>, denominação antiga do folguedo, já fazia suas apresentações na Vila de Nossa Senhora da Purificação e Santo Amaro, na Bahia, em festejos importantes como nas comemorações pela celebração do casamento de Dona Maria I com Dom Pedro III, de Portugal e Algarves, realizado em junho de 1760. O som do tambor e dos ganzás, chamados de <em>querequeché</em>, anunciam a chegada das Taieiras. De forte influência africana, ligada ao culto nagô, se apresenta em louvor à Nossa Senhora do Rosário e a São Benedito, santos protetores dos negros. Sendo uma dança-cortejo de intenção religiosa, estão presentes nas festas dos seus Santos de devoção, no Natal, para louvar o Menino Jesus, no Ano Novo e no dia dos Santos Reis, quando a rainha das Taieiras é laureada, com a coroa de Nossa Senhora do Rosário, pousada sobre sua cabeça, pelo Padre, durante a missa. Terminada a cerimônia, as Taieiras saem da Igreja, sem dar as costas para o altar, passando o cortejo para as ruas. Integram o folguedo, as Taieiras que usam trajes com blusa vermelha e saia branca, adornadas por laços de fitas coloridos, e chapéus brancos igualmente enfeitados com fitas e flores vermelhas, levando nas mãos as varetas, feitas de madeira, forradas com papel colorido e encimadas com flores, ou ainda pequenas cestas enfeitadas com fitas e flores; o Ministro, que acompanha de perto o Rei; a Rainha, chamada Perpétua, que veste um traje diferenciado e carrega manto e coroa dourada ou prateada feita com papelão e papel laminado; as Guias, que lideram os cordões e usam a mesma indumentária das Taieiras, diferenciada por uma fita que cruza o peito; as Lacraias, brincantes que seguram a sombrinha para a Rainha, com trajes iguais as Taieiras; os Capacetes, meninos que guardam o Rei; e o Figural ou Patrão, que toca o tambor. O grupo, dividido em dois cordões dançam e cantam.&nbsp;<br><br>Aluno:&nbsp; RAFAEL DOS SANTOS PEREIRA&nbsp;<br><br>Fonte:&nbsp;<br>https://www.museudagentesergipana.com.br/wps/wcm/connect/Museu%20da%20Gente%20Sergipana/inicio/largo-da-gente-sergipana/esculturas/taieira/taieira</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-22 18:49:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;o Cacumbi resulta da evolução e junção de elementos de outras danças e folguedos. Encontrado em vários municípios brasileiros, recebendo diferentes identificações dependendo da região. Em sua origem, remete a uma luta entre um rei negro e um chefe caboclo, sempre vencida pelo rei. O grupo é constituído apenas por homens, que se apresenta para louvar São Benedito e Nossa Senhora do Rosário, vestidos de calça branca e camisa amarela. Trazem ainda um chapéu decorado com fitas coloridas e espelhos.<br><br>o Ritmo forte do batuque fala de sua origem, hoje resumida em uma série de volteios, na formação de dois cordões e em círculos contínuos voltando sempre às fileiras, no centro dos quais atuam o Mestre e o Contramestre, distintos dos demais componentes do grupo por usarem a camisa azul.&nbsp;<br>Abaixados ou de pé, cruzando pernas, o rigor da dança está presente no ritmo marcado pelo tambor acompanhado do corror, da onça, do ganzá, do pandeiro, do reco-reco e do tamborim, tocados por todos os brincantes.<br><br>Em busca de mais informações, assista: https://www.youtube.com/watch?v=mFkN3F1TqfY<br><br>Fonte da pesquisa:&nbsp;<br>https://www.museudagentesergipana.com.br/wps/wcm/connect/Museu%20da%20Gente%20Sergipana/inicio/largo-da-gente-sergipana/esculturas/cacumbi/cacumbi<br><br>Grupo: Clara Stephanny, Geovana Andrade e Luíza Vitória&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-22 22:10:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>O traço cultural negro e indígena fundamenta o folguedo que traz uma dramaturgia forte com presença de lutas, traições, combates e embaixadas, como uma verdadeira ópera popular que acontece por todo o dia, desde muito cedo, acordando a cidade no mês de outubro. Os primeiros registros datam de 1930, mas é sabido que já existia antes mesmo da abolição da escravatura. Tudo se inicia em lugares distintos, nas primeiras horas da manhã, quando são armados o quilombo dos negros e a taba dos índios que, tendo sua princesa roubada pelos negros, dão início as estratégias de lutas para libertá-la, enriquecendo sua dramaturgia com cantos, danças e personagens definidos.<br><br>Tava capinando<br><br>A princesa me chamou<br><br>Alevanta, nego<br><br>Cativeiro acabou.<br><br>Os lambe-sujos, cujo nome se deve à tradição de pintar o corpo com carvão pisado e misturado ao cabaú, têm como personagens: o Rei Africano, vestido de calça vermelha, camisa de mangas compridas, colete e coroa; a Princesa, cujo vestido é brilhoso, adornado por um diadema de papelão; os Embaixadores, que guardam o Rei; a Mãe Suzana, trajando uma bata estampada de retalhos, carregando um cesto de palha cheio de panelas e doações da população; o Pai Juá, o guia espiritual dos negros durante a batalha; o Feitor, que se distingue dos demais por usar um colete; os Tocadores e os brincantes, vestidos com calções e gorros vermelhos, tendo na mão seu instrumento de trabalho, a foice. Usam ainda, um cachimbo ou uma chupeta. Já nos caboclinhos, são constituídos pelos Índios, onde se distingue o chefe, a Princesa, os Embaixadores, os Tocadores e os brincantes. Se vestem com saiotes de penas coloridas e cocar, portando o arco e flechas destinadas à sua defesa. Todos passam no corpo roxo-terra misturado com água, para lhes dar um tom avermelhado. Com o roubo da Princesa, as embaixadas acontecem. Os negros se recusam a entregar a Princesa e a se render, o que provoca a realização do momento mais importante do folguedo, que é o combate. A luta entre os dois grupos, segundo alguns pesquisadores, relembra a destruição dos quilombos pelos capitães do mato. Os caboclinhos saem vencedores, salvando sua Princesa, levando os negros acorrentados pela cidade. Para comprar a liberdade dos negros, Mãe Suzana, recolhe doações da população. Cantos, danças e lutas compõe a dramaturgia do folguedo, que tem grande beleza estética. Como o batuque é um traço musical presente, tanto entre os africanos como entre os indígenas, os cantos são marcados pela força do seu ritmo sincopado.<br><br>Samba, nego,<br><br>Branco não vem cá.<br><br>Se vier, pau<br><br>Há de levar.<br><br>A estrutura dramática apresenta ações que acontecem em dois espaços distintos: o dos negros, o quilombo e dos indígenas, a taba. Há ainda um terceiro ambiente, geralmente uma praça, o espaço aberto onde o combate acontece. No final, vencedores e vencidos se integram com a música, a bebida e a batucada, pois, seguindo a tradição, uma autoridade pede aos caboclinhos que libertem os negros, no que é atendido, instalando a alegria na cidade. Ninguém que assiste sua apresentação está livre de sair sujo de vermelho ou preto, porque faz parte do espírito da brincadeira. É característico dos municípios de Itaporanga D’Ajuda e Laranjeiras.<br>O&nbsp;esmolado, realizado no sábado, é o primeiro momento do ritual do folguedo, quando um cortejo de lambe-sujos percorre as ruas históricas de Laranjeiras, para arrecadar, entre os comerciantes e a população, os alimentos para o almoço do dia seguinte. No domingo, os cortejos dos lambe-sujos e dos&nbsp;caboclinhos&nbsp;percorrem a cidade até o embate final na praça.<br><br>Link do documentário abaixo 👇🏻👇🏻<br>https://youtu.be/WS37TNiZ8n4<br>• Referências<br>https://www.museudagentesergipana.com.br/wps/wcm/connect/Museu%20da%20Gente%20Sergipana/inicio/largo-da-gente-sergipana/esculturas/lambe-sujo-caboclinho/lambe-sujo-caboclinho<br><br>Aluno: Matheus Ezequiel dos Santos<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-22 22:22:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O Cacumbi resulta da evolução e junção de elementos de outras danças e folguedos. Encontrado em vários municípios brasileiros, recebendo diferentes identificações dependendo da região. Em sua origem, remete a uma luta entre um rei negro e um chefe caboclo, sempre vencida pelo rei. O grupo é constituído apenas por homens, que se apresenta para louvar São Benedito e Nossa Senhora do Rosário, vestidos de calça branca e camisa amarela. Trazem ainda um chapéu decorado com fitas coloridas e espelhos.<br><br>o Ritmo forte do batuque fala de sua origem, hoje resumida em uma série de volteios, na formação de dois cordões e em círculos contínuos voltando sempre às fileiras, no centro dos quais atuam o Mestre e o Contramestre, distintos dos demais componentes do grupo por usarem a camisa azul.&nbsp;<br>Abaixados ou de pé, cruzando pernas, o rigor da dança está presente no ritmo marcado pelo tambor acompanhado do corror, da onça, do ganzá, do pandeiro, do reco-reco e do tamborim, tocados por todos os brincantes.<br><br>Em busca de mais informações, assista:<br>https://www.youtube.com/watch?v=mFkN3F1TqfY<br><br>Fonte da pesquisa: https://www.museudagentesergipana.com.br/wps/wcm/connect/Museu%20da%20Gente%20Sergipana/inicio/largo-da-gente-sergipana/esculturas/cacumbi/cacumbi<br><br>Grupo: Clara Stephanny, Geovana Andrade e Luíza Vitória</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-23 00:07:04 UTC</pubDate>
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         <title>Sergival - Boi do Reisado</title>
         <author>maria0000070258</author>
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         <description><![CDATA[<div>Referência: https://youtu.be/iCOlja2cpOA<br><br>&nbsp;Grupo: Maria Eduarda e Myslaine&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-23 00:22:26 UTC</pubDate>
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         <title>Dança de São Gonçalo | Mussuca-SE</title>
         <author>maria0000070258</author>
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         <description><![CDATA[<div>Referência: https://youtu.be/2-Bu15EDbL4&nbsp;<br>Equipe: Maria Eduarda Santos e Myslaine</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=2-Bu15EDbL4" />
         <pubDate>2021-11-23 00:27:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>largodagentesergipana1c</author>
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         <description><![CDATA[<div>A luta entre cristãos e mouros revela os fundamentos do folguedo, originado nas antigas tradições ibéricas e inspirado em romances que narravam aventuras marítimas de embarcações como a nau Catarineta. No Brasil, a depender da região, recebe nomes variados como Barca, Marujada, Fandango, Chegança de Marujos, Chegança de Mouros, Mourama ou simplesmente Chegança. A presença dos mouros por séculos na Península Ibérica deixou marcas profundas na cultura, na linguagem, nos cantos e nas danças populares que dali se espalharam pelas colônias americanas. Os sinais dessas contribuições estão presentes nas várias manifestações folclóricas, sendo a Chegança uma das mais representativas. O folguedo se apresenta dividido em dois grupos cujo enredo, marcado pela dramaticidade, revive o conflito religioso e social entre cristãos e mouros. As embaixadas se encerram com a derrota dos mouros, que são batizados pelos cristãos. Em Sergipe, os brincantes marujos já se apresentavam na velha capital São Cristóvão com grande pompa à frente da Igreja de Nossa Senhora do Rosário, com dois navios de madeira sobre rodas, revestidos de tecidos. Os cristãos saiam da Igreja Nossa Senhora da Vitória, a Matriz da cidade, e a sumaca dos mouros partia da Igreja dos Capuchinhos, na praça do Carmo. Quando o sino do Rosário tocava, era o sinal para que de cada lugar, os dois grupos saíssem para a encenação com seus cantos e embaixadas, narrando a aventura no mar, onde não faltavam tempestades, traições, brigas internas, batalhas e o batismo dos mouros infiéis, derrotados pelos cristãos. A mesma riqueza de detalhes tinha a Chegança de Zé do Pão em Aracaju, nos idos da década de cinquenta do século passado. Um grande barco era montado no parque Teófilo Dantas, junto à Catedral, durante os festejos natalinos, igualmente construída com madeira e tecido, além de um mastro gigante onde o gajeiro subia e podia dizer bem alto:</div><div><em>Alvíssaras meu comandante</em></div><div><em>Alvíssaras meu general</em></div><div><em>Eis que vejo terras de Espanha</em></div><div><em>Areias de Portugal!<br><br>Fonte:<br>https://www.museudagentesergipana.com.br/wps/wcm/connect/Museu%20da%20Gente%20Sergipana/inicio/largo-da-gente-sergipana/esculturas/cheganca/cheganca</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-11 18:40:42 UTC</pubDate>
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