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      <title>Segunda Geração do Romantismo - Ultrarromântica by Rayssa Yalen</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-06-20 20:21:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A segunda geração do Romantismo brasileiro é denominada ultrarromântica ou byroniana. Fortemente influenciada por autores europeus como Goethe e Byron, os escritores desse grupo produziram obras com certo tom pessimista e depressivo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 10:38:59 UTC</pubDate>
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         <title>A Lagartixa</title>
         <author>thamymagalhaesrodrigues</author>
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         <description><![CDATA[<div>A lagartixa ao sol ardente vive<br>E fazendo verão o corpo espicha:<br>O clarão de teus olhos me dá vida,<br>Tu és o sol e eu sou a lagartixa.<br><br>Amo-te como o vinho e como o sono,<br>Tu és meu copo e amoroso leito...<br>Mas teu néctar de amor jamais se esgota,<br>Travesseiro não há como teu peito.<br><br>Posso agora viver: para coroas<br>Não preciso no prado colher flores;<br>Engrinaldo melhor a minha fronte<br>Nas rosas mais gentis de teus amores<br><br>Vale todo um harém a minha bela,<br>Em fazer-me ditoso ela capricha...<br>Vivo ao sol de seus olhos namorados,<br>Como ao sol de verão a lagartixa.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; (Álvares de Azevedo)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 10:40:29 UTC</pubDate>
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         <title>LEMBRANÇA DE MORRER</title>
         <author>vitoriaarkel</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando em meu peito rebentar-se a fibra,<br>Que o espírito enlaça à dor vivente,<br>Não derramem por mim nenhuma lágrima<br>Em pálpebra demente.E nem desfolhem na matéria impura<br>A flor do vale que adormece ao vento:<br>Não quero que uma nota de alegria<br>Se cale por meu triste passamento.Eu deixo a vida como deixa o tédio<br>Do deserto, o poento caminheiro,<br>... Como as horas de um longo pesadelo<br>Que se desfaz ao dobre de um sineiro;Como o desterro de minh’alma errante,<br>Onde fogo insensato a consumia:<br>Só levo uma saudade... é desses tempos<br>Que amorosa ilusão embelecia.Só levo uma saudade... é dessas sombras<br>Que eu sentia velar nas noites minhas...<br>De ti, ó minha mãe, pobre coitada,<br>Que por minha tristeza te definhas!De meu pai... de meus únicos amigos,<br>Pouco - bem poucos... e que não zombavam<br>Quando, em noites de febre endoudecido,<br>Minhas pálidas crenças duvidavam. |&nbsp; Se uma lágrima as pálpebras me inunda,<br>Se um suspiro nos seios treme ainda,<br>É pela virgem que sonhei... que nunca<br>Aos lábios me encostou a face linda!Só tu à mocidade sonhadora<br>Do pálido poeta deste flores...<br>Se viveu, foi por ti! e de esperança<br>De na vida gozar de teus amores.Beijarei a verdade santa e nua,<br>Verei cristalizar-se o sonho amigo...<br>Ó minha virgem dos errantes sonhos,<br>Filha do céu, eu vou amar contigo!Descansem o meu leito solitário<br>Na floresta dos homens esquecida,<br>À sombra de uma cruz, e escrevam nela:<br>Foi poeta - sonhou - e amou na vida.Sombras do vale, noites da montanha<br>Que minha alma cantou e amava tanto,<br>Protegei o meu corpo abandonado,<br>E no silêncio derramai-lhe canto!Mas quando preludia ave d’aurora<br>E quando à meia-noite o céu repousa,<br>Arvoredos do bosque, abri os ramos...<br>Deixai a lua pratear-me a lousa!(Álvares de Azevedo)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 10:41:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rafaelasouza4</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Egocentrismo&nbsp;</strong></li><li><strong>Sentimentalismo</strong> <strong>exagerado</strong></li><li><strong>Forte tom depressivo</strong></li><li><strong>Tendência a fugas da realidade</strong></li><li><strong>Gosto pelo delírio e pelo macabro</strong></li><li><strong>Ironia romântica</strong></li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 10:47:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rayssapaiva</author>
         <link>https://padlet.com/rayssapaiva/xucwbfjm4hp5kglt/wish/1535034509</link>
         <description><![CDATA[<div>O contexto histórico do Romantismo é o <strong>período</strong> entre os <strong>séculos</strong> <strong>XVIII</strong> e <strong>XIX</strong> que compõe o processo de <strong>ascensão</strong> da <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiag/surgimento-burguesia.htm"><strong>burguesia</strong></a> como classe dominante na sociedade. Em específico, uma parcela significativa da <strong>juventude</strong> do século XIX encantou-se com a literatura ultrarromântica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 10:47:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rayssapaiva</author>
         <link>https://padlet.com/rayssapaiva/xucwbfjm4hp5kglt/wish/1535041752</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O <em>Spleen</em> é um termo em inglês muito utilizado na literatura romântica, que significa o tédio, a insatisfação, o desencanto e a melancolia, características marcantes dessa fase.</li><li>Os principais autores da segunda geração romântica portuguesa são: Camilo Castelo Branco (1825-1890) e Soares Passos (1826-1860).</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 10:51:31 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Manuel Antônio Álvares de Azevedo (1831-1852)<br><br>Casimiro José Marques de Abreu (1837-1860)<br><br>Luís Nicolau Fagundes Varella (1841-1875)<br><br>Luís José Junqueira Freire (1832-1855)<br><br>Pedro Luziense de Bittencourt Calasans (1837-1874)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 10:53:42 UTC</pubDate>
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