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      <title>Epistemologia 2019 by RACHEL BERNARDES DE LIMA</title>
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      <description>Disciplina do Doutorado . Profº Dr. Vicente Paulo Alves</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-04-17 14:05:35 UTC</pubDate>
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         <title>Empirismo</title>
         <author>rachel_lima</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>David Hume<br></strong><br></div><div>David Hume nasceu na Escócia, em Edimburgo em 1711. Hume pertencia a uma família abastada. Fez bons estudos no colégio de Edimburgo – um dos melhores da Escócia, em seguida transformado em universidade -, cujo professor de “filosofia”, isto é, de física e ciências naturais, Stewart, era um cientista discípulo de Newton. O jovem Hume, que sonha tornar-se homem de letras e filósofo célebre, rapidamente renuncia aos estudos jurídicos e comerciais, passa alguns anos na França, notadamente em La Flèche, onde compõe, aos vinte e três anos, seu <em>Tratado da Natureza Humana</em>, editado em Londres, em 1739. A obra, diz-nos o autor, “já nasceu morta para a imprensa”. Esse fracasso deu a Hume a idéia de escrever livros curtos, brilhantes, acessíveis ao público mundano. Seus<em>Ensaios Morais e Políticos</em> (1742) conhecem vivo sucesso. Hume se esforça por simplificar e vulgarizar a filosofia de seu tratado e publica então os <em>Ensaios Filosóficos sobre o Entendimento Humano</em> (1748), cujo título definitivo surgirá em edição seguinte (1758): <em>Investigação (Inquiry) sobre o Entendimento Humano</em>. A obra obtém sucesso, mas não deixa de inquietar os cristãos, e Hume vê lhe recusarem uma cadeira de filosofia na Universidade de Glasgow. Ele acabará por fazer uma bela carreira na diplomacia. De 1763 a 1765 ele é secretário da Embaixada em Paris e festejado no mundo dos filósofos. Em 1766 ele hospeda Rosseau na Inglaterra, indispondo-se com ele em seguida. Em 1768, ele é Secretário de Estado em Londres. Nesse meio tempo, publicou uma <em>Investigação sobre os Princípios Morais</em>(1751), uma volumosa <em>História da Inglaterra</em> (1754-1759) e uma<em>História Natural da Religião</em> (1757). Somente após sua morte (1776) é que foram publicados, em 1779, seus <em>Diálogos sobre a Religião Natural</em>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-17 14:07:38 UTC</pubDate>
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         <title>David Hume</title>
         <author>rachel_lima</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-04-17 14:16:12 UTC</pubDate>
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         <title>Racionalismo</title>
         <author>rachel_lima</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O <strong>Racionalismo</strong> é uma corrente filosófica baseada nas operações mentais para definir a viabilidade e efetividade das proposições apresentadas.</div><div>Essa corrente surgiu como doutrina no século I antes de Cristo para enfatizar que tudo que é existente é decorrente de uma causa. Muito tempo depois, já na Idade Moderna, os filósofos racionalistas adotaram a matemática como elemento para expandir a ideia de razão e a explicação da realidade. Dentre seus adeptos, destacou-se o francês <a href="https://www.infoescola.com/filosofos/rene-descartes/">René Descartes</a> que elaborou um método baseado na geometria e nas regras do <a href="https://www.infoescola.com/ciencias/metodo-cientifico/">método científico</a>. Suas ideias influenciaram diversos outros intelectuais, como <a href="https://www.infoescola.com/biografias/baruch-spinoza/">Spinoza</a> e <a href="https://www.infoescola.com/biografias/gottfried-leibniz/">Leibniz</a>. Este, por exemplo, desenvolveu o método de cálculo infinitesimal e defendeu o Racionalismo dizendo que algumas ideias e princípios são percebidos pelos nossos sentidos, mas não estão neles as origens. Seus argumentos tinham grande amparo da geometria, da lógica e da aritmética. As elaborações de Descartes também impulsionaram muito o método científico em função das quatro regras que utilizou para elaborar seu método racionalista. As regras diziam que jamais se deveria acolher algo como verdadeiro enquanto não fosse verificado, que era preciso fragmentar as dificuldades para examiná-las mais de perto, que era preciso impor ordem aos pensamentos e, por fim, fazer enumerações e revisões para não correr o risco de omissões.<br>A partir da <a href="https://www.infoescola.com/idade-moderna/">Idade Moderna</a>, o Racionalismo obteve grande crescimento como corrente filosófica e não se pode desvincular essas ideias das aplicações matemáticas. Tradicionalmente, o Racionalismo era definido pelo raciocínio como operação mental, discursiva e lógica para extrair conclusões. As inovações humanas apresentadas com o advento do <a href="https://www.infoescola.com/movimentos-culturais/renascimento/">Renascimento</a> consolidaram o Racionalismo com o acréscimo de elaborações e verificações matemáticas. Para o Racionalismo, tudo tem uma causa inteligível, mesmo que não possa ser demonstrada empiricamente. O Racionalismo foi importante elemento do mundo Moderno para superar o mundo Medieval, pois privilegia a razão em detrimento das experiências do mundo sensível, ou seja, o método mítico como se tinha acesso ao conhecimento durante a Idade Média. Assim, o Racionalismo é baseado na busca da certeza e da demonstração.</div><div>O Racionalismo se tornou central ao pensamento liberal, que, por sua vez, pretende propor e estabelecer caminhos para alcançar determinados fins em nome do interesse coletivo. Assim, o Racionalismo está na base do planejamento da organização econômica e espacial da reprodução social, abrindo espaço para as soluções racionais de problemas econômicos e/ou urbanos com base em soluções técnicas e eficazes.<br><br>Por <a href="https://www.infoescola.com/autor/antonio-gasparetto-junior/358/"><strong>Antonio Gasparetto Junior</strong></a></div><div>Mestrado em História (UFJF, 2013)<br>Graduação em História (UFJF, 2010)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-17 14:18:02 UTC</pubDate>
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         <title>Criticismo Kantiano</title>
         <author>rachel_lima</author>
         <link>https://padlet.com/rachel_lima/xu1e571rjsxk/wish/352300972</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Vida de Kant Nascido em 22 de abril de 1724 na Alemanha, sempre teve a sua vida voltada aos estudos, sendo pragmático em seu comportamento e atitudes, lecionou geografia e Ciências naturais, ficou conhecido por seus estudos na área de epistemologia, ética e metafisica. Proibido de dar aulas de religião pelo rei da Prússia por causa de suas fortes ideias sobre tal tema Depois da morte do rei, Kant, achou por obrigação publicar seus pensamentos. <br><strong><br>Ideia Crítica</strong><br>As incertezas nas conclusões dadas pela metafísica levaram Kant a desenvolver suas criticas a respeito desta, ou seja, ela não via um base sólida na metafísica. Provocou, o que muitos chamaram de "Revolução Corpenicana" na filosofia, ou seja, assim como Copérnico mostrou que o Sol estava no centro do universo, Kant coloca a própria pessoa, o interior, para chegar ao todo, a teoria, ou seja, mostrando um caminho inverso aquele que estava sendo seguido até então de colocar o mundo como centro do pensamento. Colocando a razão como centro em vez da realidade objetiva. Tratava a sensibilidade que nos dá os objetos pela intuição para chegarmos ao entendimento, que pensa tais objetos nos conceitos. <br><strong><br>Pensamento Filosófico</strong><br>Kant afirmava que a menoridade humana estava ligada a "zona de conforto do homem", na preguiça de pensar, ou seja, o entendimento de suas atitudes é ditado por outras pessoas. Tomava a religião como base para a filosofia moral, ou seja, tinha na religião um aliado para a criação e cumprimento de regras da sociedade. <br><br>Acreditava na melhoria de uma sociedade geração pós geração, ou seja, através da educação via a sociedade ideal com pessoas de bem e caráter, e melhorada a cada geração. <br><strong><br>Solução de Kant: apriorismo </strong><br>Em relação ao racionalismo e empirismo, Kant não desmerecia nenhum dos dois meios para se chegar a uma verdade, ele proporcionou uma nova corrente baseada no equilíbrio entre as duas correntes anteriores. O apriorismo defende que podemos chegar a verdade, conceito, tanto pela inteligência inata, racional, como também pelos sentidos, através da experiência.<br><br>Por: <em>DREYER SOUZA COSTA<br>In: Portal da Educação</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-17 14:22:15 UTC</pubDate>
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         <title>Ceticismo</title>
         <author>rachel_lima</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>Ceticismo</strong> é uma corrente filosófica fundada pelo filósofo grego Pirro (318-272 a.C.), caracterizada, essencialmente, por duvidar de todos os fenômenos que rodeiam o ser humano.</div><div><strong>O que é?</strong></div><div>A palavra ceticismo vem do grego “<em>sképsis</em>” que significa “exame, investigação”.</div><div>Atualmente, a palavra designa aquelas pessoas que duvidam de tudo e não acreditam em nada.</div><div>Podemos afirmar que o ceticismo:</div><ul><li>defende que a felicidade consiste em não julgar coisa alguma;</li><li>mantém uma postura de neutral em todas as questões;</li><li>questiona tudo o que lhe é apresentado;</li><li>não admite a existência de dogmas, fenômenos religiosos ou metafísicos.</li></ul><div>Portanto, se estivermos dispostos a aceitá-lo, alcançaremos a afasia, que consiste em não emitir opiniões sobre qualquer tema.</div><div>Em seguida, entramos no estado de ataraxia (despreocupação) e somente assim, poderemos viver a felicidade.<br><strong>Origem</strong></div><div>Pirro de Élida era um filósofo que acompanhou o rei Alexandre, o Grande em suas expedições pelo Oriente.</div><div>Nesta viagem, ele encontra várias culturas e sistemas políticos muito diferentes dos costumes gregos. Por isso, começa a duvidar porque observa que aquilo que era justo numa sociedade era injusto em outra.<br>Assim ele vai declarar que viver bem, para os céticos, é viver sem emitir juízos ou seja na “<em>epoché</em>”.</div><div>Como muitos filósofos de sua época, Pirro não deixou nenhum escrito e não fundou nenhuma escola. As informações que dispomos sobre seu pensamento são encontradas em fragmentos de obras daqueles que eram considerados discípulos do filósofo.</div><div><strong>Ceticismo Filosófico</strong></div><div>O ceticismo filosófico de Pirro teve origem no <a href="https://www.todamateria.com.br/periodo-helenistico-helenismo/">helenismo</a> e se expandiu como a “Nova Academia”. No século XVIII essa ideia seria em parte recuperada pelos filósofos <a href="https://www.todamateria.com.br/michel-de-montaigne/">Montaigne</a> e <a href="https://www.todamateria.com.br/david-hume/">David Hume</a>.</div><div>O texto de Arístocles (séc. II), reproduzido na obra “Preparação Evangélica”, de Eusébio de Cesareia (265?- 339) resume este princípio filosófico:</div><blockquote><em><br>Aquele que quiser ser feliz deve considerar três pontos: em primeiro lugar, o que são as coisas em si mesmas? Depois, que disposições devemos ter em relação a elas? Por fim, o que nos resultará dessas disposições?<br></em><br><em><br>As coisas não têm diferença entre si, e são igualmente incertas e indiscerníveis. Por isso, nossas sensações e nossos juízos não nos ensinam o verdadeiro nem o falso.<br></em><br><em><br>Por conseguinte, não devemos nos fiar nos sentimentos nem na razão, mas permanecer sem opinião, sem nos inclinarmos para um lado ou para o outro, impassíveis.<br></em><br></blockquote><div>Por Juliana Bezerra<br>In: Toda Matéria</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-17 14:28:29 UTC</pubDate>
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