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      <title>MITO DA CAVERNA E DIALETICA DE PLANTAO by Guilherme Dos Santos Neri</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-04 22:53:42 UTC</pubDate>
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         <title>COLÉGIO ESTADUAL RAPHAEL SERRAVALLE</title>
         <author>guilhermeneri2</author>
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         <description><![CDATA[<div>ALUNOS: GUILHERME NERI E LAVINIA CARDOSO</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 22:57:50 UTC</pubDate>
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         <title>MITO DA CAVERNA DE PLATÃO</title>
         <author>guilhermeneri2</author>
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         <description><![CDATA[<div>O&nbsp;Mito da Caverna, também conhecido como&nbsp;Alegoria da Caverna, foi escrito por Platão, um dos mais importantes pensadores da história da Filosofia.&nbsp;<br><br>O Mito da Caverna é uma metáfora que sintetiza o dualismo platônico. Por exemplo, a relação entre os conceitos de escuridão e ignorância; luz e conhecimento e, principalmente, a distinção entre aparência e realidade, fundamental para sua teoria do Mundo das Ideias.Foi escrito em forma de diálogo e pode ser lido no livro VII da obra&nbsp;A República,&nbsp;o Mito da Caverna é também uma espécie de homenagem de Platão ao seu mestre, Sócrates.Platão&nbsp;descreve que alguns homens, desde a infância, geração após geração, se encontram aprisionados em uma caverna. Nesse lugar, não conseguem se mover em virtude das correntes que os mantém imobilizados.&nbsp;<br><br>Virados de costas para a entrada da caverna, veem apenas o seu fundo. Atrás deles há uma parede pequena, onde uma fogueira permanece acesa.&nbsp;<br><br>Por ali passam homens transportando coisas, mas como a parede oculta o corpo dos homens, tudo o que os prisioneiros conseguem ver são as sombras desses objetos transportados.&nbsp;<br><br>Essas sombras projetadas no fundo da caverna são compreendidas pelos prisioneiros como sendo todo o que existe no mundo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 22:58:40 UTC</pubDate>
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         <title>DIALÉTICA DE PLATÃO</title>
         <author>guilhermeneri2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tudo começo com a maiêutica socrática.</div><div>Maiêutica, que vem da palavra "mãe", geradora e para Sócrates, que a criou no séc IV a.C., significava o momento do "parto" intelectual, da procura da verdade no interior do homem.&nbsp;</div><div>Pois bem, Platão, o principal discípulo de Sócrates, aperfeiçoou e transformou tal maiêutica, chamando-a de <strong>dialética</strong>.</div><div>A dialética platônica conserva os elementos da maiêutica socrática, a partir da ideia de que o método filosófico é uma contraposição não de opiniões distintas mas de uma única opinião e uma crítica da mesma.</div><div>E que é preciso partir de uma hipótese para só depois melhorar a força das críticas que lhe forem feitas sobre o assunto.</div><div>É partindo de uma hipótese que se pode melhorar a força das críticas sobre o assunto.</div><div>Exemplo: se uma pessoa faz uma afirmação (hipotética, sem confirmação comprovada), até então, é só uma hipótese. E os que estiverem em contato com esta ideia, conhecendo-a no seu contexto, poderão criticá-la com maior propriedade, ao verificar que quem a lançou não aprofundou a verdade dos fatos.</div><div>É a este diálogo, ou o intercâmbio de afirmações e negações que se denomina dialética.</div><div><strong>&nbsp;Princípios e essências filosóficas</strong></div><div>Segundo Platão, a&nbsp; dialética se decompõe&nbsp; em dois momentos.</div><div>Um primeiro consiste na intuição da ideia, e um segundo, no esforço crítico para esclarecer esta intuição sobre a ideia.</div><div>Melhor dizendo, primeiramente, quando nos situamos ante a necessidade de resolver o problema ou quando sentimos essa admiração (que Platão elogia tanto) diante do mistério, quando estamos frente a uma interrogação, a primeira coisa que o nosso espírito faz é jogar-se como uma flecha de intuição que dispara em direção a coisa , em direção ao mistério que se tem ali.</div><div>Porém, essa primeira intuição é "grosseira", insuficiente.</div><div>É preciso mais que a própria intuição, é preciso a designação do caminho por onde iremos em direção à conquista dessa ideia.</div><div>E então constitui-se a dialética propriamente dita em seu segundo momento, quando os esforços sucessivos do espírito para intuir, para ver, contemplar ou teorizar vão se depurando cada vez mais.</div><div>Nessa sucessividade de raciocínio intuitivo é que o ser humano chegará cada vez mais perto da meta que tem , da aproximação maior daquela ideia que se formou a respeito de uma hipótese ou fato.</div><div>lembrando que nunca haverá coincidência absoluta sobre uma ideia, já que esta é algo que se encontra no "mundo do ser", tão diferente do real vivente.</div><div>Neste mundo da realidade vivente os esforços do homem para atingir esta realidade, para chegar a consciência das essências eternas, imóveis e puramente inteligíveis --as ideias-- nunca podem ser perfeitamente bem sucedidos.</div><div><strong>Conclusão</strong></div><div>A dialética platônica se consiste em um debate, um diálogo de duas ideias opostas.&nbsp;</div><div>Para que pensamento e linguagem passem do contraditório a identidade de uma mesma essência é necessário superar esses contraditórios e chegar ao que é sempre idêntico a si mesmo.</div><div>Esta e a tarefada discussão dialética.</div><div><br></div><div>"Boas pessoas não precisam de leis para obrigá-las a agir responsavelmente, enquanto as pessoas ruins encontrarão um modo de contornar as leis"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 23:03:30 UTC</pubDate>
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