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      <title>Meu padlet inteligente by João Maria Simões Anastácio Valério</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-21 07:51:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Foi erguida em 1971, na Praça da Figueira.</p><p>O rei D. João empunha o ceptro, símbolo da autoridade, e o cavalo tem a cabeça baixa, em sinal de obediência.</p><p>As inscrições no pedestal, reforçadas pela presença de dois medalhões representando Nuno Álvares Pereira e João das Regras, tornam também o monumento uma memória da revolução de 1385. A peça foi criada por Leopoldo de Almeida e o pedestal é obra do arquiteto Jorge Segurado.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 08:01:06 UTC</pubDate>
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         <title>As Obras &quot;Os Lusíadas&quot; e &quot;Mensagem&quot;</title>
         <author>ttmendes06</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Os Lusíadas” foi escrito em 1572 por Luís Vaz de Camões e é composto por 10 cantos onde é cantada a descoberta do caminho marítimo para a Índia. Esta obra divide-se em quatro partes (preposição, invocação, dedicatória e narração) e em quatro planos temáticos (plano da viagem, plano da História de Portugal, plano do poeta e plano da mitologia).<br>A “Mensagem” foi publicada em 1934 e foi a única obra publicada por Fernando Pessoa, sendo composta por 44 poemas. O tema dominante da mesma é o passado glorioso de Portugal bem como a sua decadência, estando dividida em 3 partes (o brasão, o mar português e o encoberto).<br>Apesar de serem de séculos diferentes, em ambas as obras, está presente a critica à situação atual do país e apelam por um futuro otimista da nação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 08:04:55 UTC</pubDate>
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         <author>a16683_3</author>
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         <description><![CDATA[<p>Estátua do Adamastor no Miradouro de Santa Catarina</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 08:05:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Mestre Lima de Freitas - Nascido no ano de 1927 e falecido em 1998, foi um artista plástico e ilustrador português que deixou uma marca significativa na arte visual em Portugal através da pintura, cerâmica e ilustrações de livros. Lima de Freitas foi responsável pela criação dos painéis de azulejos produzidos pela Fábrica de Cerâmicas de Constância em 1995-96 presentes na estação do Rossio, em Lisboa. Para além da simbologia , retratam uma parte da história de Portugal. Os murais de azulejos (14 painéis) foram inspirados nos Mitos e Lendas de Lisboa inspirando-se no que falta cumprir numa Nova Era Universal, a do V Império no dizer de Fernando Pessoa ou do Padre António Vieira.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 08:08:06 UTC</pubDate>
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         <title>Poemas D.Sebastião (Na Mensagem)</title>
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         <description><![CDATA[<p>Os quatro poemas referem-se ao rei D. Sebastião, onde desapareceu na batalha de Alcácer-Quibir deixando o reino numa crise. Nos poemas “ D. Sebastião” e “D. Sebastião, rei de Portugal” mostram um D. Sebastião em primeira pessoa, referindo a sua ganância e o seu arrependimento por ter ido à batalha contra o conselho de seus conselheiros.</p><p>Já nos poemas “A última naú” e “O desejado” mostram a reação do povo português à partida de D. Sebastião e ao nascimento de uma nova esperança: o Sebatianismo. A lenda, de D. Sebastião regressar num nevoeiro em tempo de crise.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 08:12:11 UTC</pubDate>
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         <title>Simbolismo do Adamastor/ Mostrengo</title>
         <author>a16683_3</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Adamastor/Mostrengo representa, tanto para Camões como para Pessoa, a personificação do medo do</p><p>desconhecido que os portugueses tiveram de enfrentar para conseguirem prosseguir com os</p><p>descobrimentos de novas terras e povos, e serve também como celebração da coragem do povo</p><p>português, canalizada através da personagem que assume o leme e enfrenta o monstro. Ambos os</p><p>poemas, para além de enaltecerem Portugal e as suas conquistas, servem como um símbolo duradouro da</p><p>resiliência humana e da busca incessante pelo conhecimento, que transcende qualquer dificuldade que</p><p>possa surgir no caminho, onde o homem do leme demonstra não ter medo e representa um povo de</p><p>coragem que tem como objetivo conquistar os mares, tornando se o símbolo&nbsp;do&nbsp;Portugal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 08:12:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Como curiosidade: Em 2016 um turista vandalizou a estatua ao empoleirar-se para tirar uma foto, resultando na sua queda e destruição. A que se encontra exposta à entrada da estação corresponde a uma réplica da estátua estando a original dentro da estação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 08:18:30 UTC</pubDate>
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         <title>D. Sebastião</title>
         <author>ttmendes06</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>“Os Lusíadas”&nbsp;</strong>são dedicados a D.Sebastião, sendo mencionado na Dedicatória e no Canto X</li><li>Na “<strong>Mensagem</strong>”, D.Sebastião é tratado como um mito através do Sebastionismo.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 08:22:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>monteirogyella</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 08:23:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Importância da Igreja de S. Roque. (Interior: os púlpitos laterais de onde Vieira pregou muitos sermões. Eram célebres as suas vindas a Lisboa. Todos “mandavam lançar um tapete de madrugada ” em S. Roque para o ouvir e reservar lugar. Entre os índios, Vieira era conhecido como “Paiaçu” (=Pai grande). Sempre defendeu os índios, os escravos africanos e os judeus perseguidos pela Inquisição e isso mereceu-lhe perseguições e expulsões do Brasil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 08:23:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 08:24:01 UTC</pubDate>
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         <title>Intertextualidade</title>
         <author>monteirogyella</author>
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         <description><![CDATA[<p>Fernão Lopes retrata D. João, Mestre de Avis, como um homem comum, hesitante e vulnerável, mas também capaz de atos de solidariedade, tornando-o uma figura realista e cativante. Apesar de suas fraquezas, ele demonstra liderança e apoio à população durante o cerco de Lisboa. Já Fernando Pessoa, em "Mensagem", o descreve como um herói exemplar, símbolo de resistência e independência nacional, destacando-se pelo patriotismo, honra e coragem. Em ambas as obras, D. João I é uma figura histórica crucial, marcada pela sua importância na defesa da independência de Portugal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 08:27:13 UTC</pubDate>
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         <title>Intertextualidade com a obra de Saramago “O Ano da Morte de Ricardo Reis”.</title>
         <author>a16683_3</author>
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         <description><![CDATA[<p>“Os velhos encaram com Ricardo Reis, desconfiam daquele rondar em torno da estátua, mais</p><p>convencidos agora ficam de que há mistério neste homem, quem é, que faz, de que vive. Antes de se</p><p>sentarem, estendem na tábua húmida do banco uma serapilheira dobrada, depois, em gestos medidos,</p><p>pausados, de quem não tem pressa, acomodam-se, tossem fragorosamente, o gordo tira do bolso interior</p><p>da samarra um jornal, é o Século dos bodos, sempre compram ao domingo, ora um, ora outro, daqui a uma</p><p>semana será a vez do magro. Ricardo Reis deu segunda e terceira voltas ao Adamastor, percebe que os</p><p>velhos estão impacientes, aquela presença inquieta não os deixa concentrarem-se na leitura das notícias…”</p><p>(p, 192-3, coleção Mil Folhas, Edição do Público).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 08:34:14 UTC</pubDate>
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         <title>As Principais Semelhanças e Diferenças entre as Duas Obras</title>
         <author>ttmendes06</author>
         <link>https://padlet.com/a16683_3/xrj7w1ndetnje0ys/wish/3001484946</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Semelhanças</strong>: Ambas as obras são patrióticas, pois estão relacionadas ao sacrifício voluntário do povo português. Há também nas duas obras a evocação do passado para projetar e idealizar o futuro, sendo que D. Sebastião é visto como herói e salvador.</li><li><strong>Diferenças</strong>: Enquanto n’ Os Lusíadas existe um herói épico, o mesmo que se concretiza através de esforços sobre-humanos, na Mensagem o herói não é físico, mas sim mental. Há o desejo de alcançar um império ideológico e cultura: o Quinto Império.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 08:35:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a16683_3</author>
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         <description><![CDATA[<p>Leitura em frente do Adamastor</p>]]></description>
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         <title>Painel “Pessoa e o caminho da serpente ”</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Esta obra foi criada por Júlio Pomar, um renomado artista português, e é parte de um conjunto de painéis que decoram a estação, inaugurados em 1994. O significado do painel é diversificado e pode ser interpretado de diversas maneiras: como homenagem a Fernando Pessoa (o título "Pessoa" faz uma referência direta ao famoso poeta português Fernando Pessoa), simbologia da serpente, a serpente é um símbolo com muitos significados culturais e literários. Na obra de Júlio Pomar, a serpente pode representar sabedoria, transformação, ciclo de vida e morte, ou até tentação e conhecimento proibido, caminho e busca (O "caminho da serpente" pode sugerir uma jornada complexa, refletindo a trajetória humana em busca de conhecimento, identidade e compreensão).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 08:40:44 UTC</pubDate>
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         <title>Leitura do poema &quot;O Mostrengo&quot; de Fernando Pessoa (Mensagem)</title>
         <author>a16683_3</author>
         <link>https://padlet.com/a16683_3/xrj7w1ndetnje0ys/wish/3001495147</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O MOSTRENGO</strong></p><p>O&nbsp;<strong>mostrengo que está no fim do mar<br>Na noite de breu ergueu-se a voar;<br>À roda da nau voou três vezes,<br>Voou três vezes a chiar,<br>E disse: «Quem é que ousou entrar<br>Nas minhas cavernas que não desvendo,<br>Meus tetos negros do fim do mundo?»<br>E o homem do leme disse, tremendo:<br>«El-Rei D. João Segundo!»</strong></p><p>«De quem são as velas onde me roço?<br>De quem as quilhas que vejo e ouço?»<br>Disse o mostrengo, e rodou três vezes,<br>Três vezes rodou imundo e grosso,</p><p>«Quem vem poder o que só eu posso,<br>Que moro onde nunca ninguém me visse<br>E escorro os medos do mar sem fundo?»<br>E o homem do leme tremeu, e disse:<br>«El-Rei D. João Segundo!»</p><p>Três vezes do leme as mãos ergueu,<br>Três vezes ao leme as reprendeu,<br>E disse no fim de tremer três vezes:<br>«Aqui ao leme sou mais do que eu:<br>Sou um Povo que quer o mar que é teu;<br>E mais que o mostrengo, que me a alma teme<br>E roda nas trevas do fim do mundo;<br>Manda a vontade, que me ata ao leme,<br>De El-Rei D. João Segundo!»</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 08:43:57 UTC</pubDate>
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         <title>Painel “D. Sebastião, o Encoberto”</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O painel de azulejo “D. Sebastião: O Encoberto" na estação do Rossio, em Lisboa, é uma obra que evoca a figura histórica de D. Sebastião, o rei de Portugal desaparecido na Batalha de Alcácer-Quibir em 1578, é uma figura rodeada de mistério e lenda. Após o seu desaparecimento, surgiu o mito do "Sebastianismo", a crença de que D. Sebastião voltaria em um dia de nevoeiro para salvar Portugal em um momento de grande necessidade. Este painel faz parte da rica tradição artística portuguesa de azulejaria e tem um significado profundo na cultura e história de Portugal.&nbsp;</p>]]></description>
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         <title></title>
         <author>monteirogyella</author>
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         <description><![CDATA[<p>Capitulo CXV das</p><p>crónicas de Dom João I</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 07:48:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>monteirogyella</author>
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         <description><![CDATA[<p>Poema da "Mensagem" e " Dom João I" Capitulo CXXXXVIII</p>]]></description>
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         <title>Leitura do poema: O Desejado</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://arquivopessoa.net/textos/98">http://arquivopessoa.net/textos/98</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 07:49:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Citação das 3 Primeiras Estâncias da Obra &quot;Os Lusíadas&quot;</title>
         <author>ttmendes06</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>"As armas e os barões assinalados,<br>Que da ocidental praia Lusitana,<br>Por mares nunca de antes navegados,<br>Passaram ainda além da Taprobana,<br>Em perigos e guerras esforçados,<br>Mais do que prometia a força humana,<br>E entre gente remota edificaram<br>Novo Reino, que tanto sublimaram;<br><br><br>E também as memórias gloriosas<br>Daqueles Reis, que foram dilatando<br>A Fé, o Império, e as terras viciosas<br>De África e de Ásia andaram devastando;<br>E aqueles, que por obras valerosas<br>Se vão da lei da morte libertando;<br>Cantando espalharei por toda parte,<br>Se a tanto me ajudar o engenho e arte.<br><br><br>Cessem do sábio Grego e do Troiano<br>As navegações grandes que fizeram;<br>Cale-se de Alexandro e de Trajano<br>A fama das vitórias que tiveram;<br>Que eu canto o peito ilustre Lusitano,<br>A quem Neptuno e Marte obedeceram:<br>Cesse tudo o que a Musa antígua canta,<br>Que outro valor mais alto se alevanta."</blockquote>]]></description>
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         <title>Painel “S.Vicente em Lisboa”</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O painel de azulejos provavelmente retrata São Vicente em um contexto que sublinha a sua importância para Lisboa e a devoção da cidade ao santo.São Vicente foi um mártir cristão do século IV, cuja lenda está fortemente ligada a Lisboa. Segundo a tradição, as suas relíquias foram trazidas para a cidade em 1173, acompanhadas por dois corvos. Esses corvos, juntamente com a imagem do santo, tornaram-se símbolos importantes de Lisboa, presentes no brasão da cidade.Assim, o painel celebra a figura do santo padroeiro, destacando a sua proteção e a sua ligação histórica e simbólica com Lisboa.&nbsp;</div>]]></description>
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         <title>Leitura do poema: A última nau</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://arquivopessoa.net/textos/87">http://arquivopessoa.net/textos/87</a></p>]]></description>
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         <title>Leitura do poema: Primeiro, D. Sebastião</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://arquivopessoa.net/textos/95">http://arquivopessoa.net/textos/95</a></p>]]></description>
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         <title>Leitura do poema: D. Sebastião, rei de Portugal</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://arquivopessoa.net/textos/187">http://arquivopessoa.net/textos/187</a></p>]]></description>
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         <title></title>
         <author>a26638</author>
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      <item>
         <title>O Quinto Império em Pessoa na obra Mensagem</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Fernando Pessoa, na obra Mensagem, anuncia um novo império civilizacional, que, como Vieira, acredita</p><p>ser o português. Antevê um império que se encontra para além do material. No poema “Quinto Império”,</p><p>afirma” Grécia, Roma, Cristandade,/ Europa – os quatro se vão / para onde vai toda a idade./ quem vem</p><p>viver a verdade/ Que morreu D. Sebastião?” O futuro de Portugal é sermos tudo”. Desde o tempo das</p><p>descobertas, com o conhecimento de novos mundos, que colocam Portugal como referência obrigatória,</p><p>sempre houve uma crença de perenidade e de missão civilizadora. Daí Fernando Pessoa, como o fizera</p><p>Vieira, procurar atestar a sua grandiosidade e o valor simbólico do seu papel na civilização ocidental,</p><p>acreditando no mito do Quinto Império. Ao longo da Mensagem, sobretudo na terceira parte, Pessoa</p><p>sente-se investido no cargo de anunciador de um império que não precisa de ser material, mas</p><p>civilizacional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 07:59:34 UTC</pubDate>
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         <title>Praça de Luís Vaz de Camões</title>
         <author>ttmendes06</author>
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         <title>Impressões da visita de estudo:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A nossa visita de estudo por Lisboa foi uma oportunidade única de explorar uma cidade que harmoniza o antigo e o novo, proporcionando aprendizagens valiosas em diversas áreas do nosso conhecimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 08:08:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <author></author>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <title>Estação do Rossio</title>
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         <title>Ponto de vista pessoal sobre a visita de estudo.</title>
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         <description><![CDATA[<p>Durante esta visita de estudo, tivemos a oportunidade de descobrir os cantos à cidade, bem como testemunhar a beleza que a cidade de Lisboa nos oferece ao andar pelos lugares mais emblemáticos da nossa capital enquando aproveitávamos a companhia dos nossos amigos e colegas. No entanto, para além de descobrir a cidade, tivemos a oportunidade de passar pelos locais referenciados na literatura portuguesa de forma a aumentar o nosso conhecimento sobre as obras estudadas durante os anos. Assim, consideramos que esta foi uma experiência que vale a pena repetir no futuro.</p><p><br></p><p>Simão Cunha N°21</p><p>Tiago Ferreira N°23</p><p>Tiago Mendes N°25</p><p>Tomás André N°26</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 08:22:21 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Conclusão </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>De forma geral, achamos que esta visita foi bastante interessante, pois permitiu uma interação entre os conteúdos lecionados nas aulas e a cidade em que estudamos e vivemos, criando assim uma ponte entre as obras estudadas e a nossa vida diária. Gostámos particularmente de estudar a paragem que nos foi atribuída, o Miradouro de Santa Catarina, pois é um símbolo da coragem portuguesa e dos grandes feitos do nosso Povo, para além da vista deslumbrante da cidade e do Rio Tejo que se via do Miradouro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 08:23:50 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2024-05-23 08:24:42 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2024-05-23 08:24:51 UTC</pubDate>
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         <title>Vieira e o Quinto Império</title>
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         <description><![CDATA[<p>A referência ao Quinto Império surge na Bíblia e torna-se mito nas várias interpretações ao longo dos</p><p>tempos. Em Portugal, Bandarra (1500?-1556), Vieira (1608 – 1697) e Fernando Pessoa (1888- 1935)</p><p>reformulam o mito.</p><p>Camões defendia a ideia de que Portugal, como povo marítimo, seria o catalisador desse império, que seria</p><p>um império espiritual e universal. Este império seria marcado por um governo justo, guiado pelos</p><p>princípios cristãos, e simbolizaria uma era de paz e prosperidade.</p><p>4</p><p>Padre António Vieira acreditava que depois dos impérios anteriores (da Babilónia, da Pérsia, da Grécia e de</p><p>Roma) chegaria o Império Universal Cristão, o Quinto Império português, liderado pelo rei de Portugal.</p><p>Através de um reinado temporal e espiritual, levaria a fé cristã para todo o mundo e promoveria a paz e a</p><p>felicidade por um período de mil anos de abastança, a chamada Idade do Ouro, que resultaria no fim dos</p><p>tempos. A visão do Quinto Império para Vieira transcendeu o âmbito literário, tornando-se uma esperança</p><p>espiritual e uma chamada à transformação moral e social.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 08:25:34 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2024-05-23 08:26:02 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2024-05-23 08:26:13 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Esta teoria influenciou Portugal de diversas maneiras: através do orgulho patriótico, o povo português</p><p>achava que era o escolhido para um destino especial, fazendo então com que os portugueses agissem</p><p>como uma nação com um propósito; através da política - Fazia-se mais a ligação política e espiritual, isto é,</p><p>tentava-se integrar na política aspetos cristãos, como foi o caso de Padre António Vieira que tentava</p><p>advogar por um governo justo e piedoso. Os portugueses tornaram-se mais motivados pensando que eram</p><p>os escolhidos e houve também um desenvolvimento nas artes, pois tiravam inspiração da teoria do Quinto</p><p>Império. Ao longo do tempo, essa ideia tornou-se um marco histórico para os portugueses e moldou a</p><p>maneira como os mesmos viam o passado, o presente e o futuro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 08:27:07 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2024-05-23 08:27:43 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho Realizado por:</title>
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         <description><![CDATA[<p>Diogo Fernandes Nº11 Mariana Pinto Nº17</p><p>João Cabanas Nº26 João Valerio Nº27</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 08:29:41 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho realizado por:</title>
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         <description><![CDATA[<p>Afonso Bastos</p><p>Ana Daniela</p><p>Leonor Ferreira</p><p>Tiago Vidal</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 08:33:51 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho realizado por:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Catarina Lima, nº7</p><p>Catiliane Marques, nº8</p><p>Gyella Monteiro, nº13</p><p>Pedro Damásio, nº18</p><p><br></p><p>Disciplina de Português e Matemática</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 08:42:39 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões da visita</title>
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         <description><![CDATA[<p>Na visita de estudo, andámos pelas ruas da baixa de Lisboa, visitando locais públicos muito importantes na cultura Portuguesa. A visita permitiu ter um melhor entendimento desses locais públicos e possibilitou perceber melhor a história e referências culturais do nosso país. Referências nas obras de Saramago, Eça, e o "tema" da visita, Mensagem de Fernando Pessoa estão presentes por toda abaixa pombalina, porém escondida para quem não percebe. Esta visita foi muito importante para o conhecimento e melhor entendimento da cultura do nosso país.</p><p>David nº9</p><p>Dinis nº10</p><p>João Bernardo nº15</p><p>Vítor nº29</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 08:46:51 UTC</pubDate>
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         <title>Realizado por:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Carolina Bastos n°6, Gabriel Baptista n°12, Inês mendes n°14, Gabriela nobre n°4.-12°2</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 07:51:14 UTC</pubDate>
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