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      <title>Booknotes Dead Poets Society Book Club by Lidia Bravo</title>
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      <description>Criado com boas vibrações</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-07-19 18:18:44 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias Póstumas de Brás Cubas</title>
         <author>lidiabravodesouza</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um dos meus capítulos favoritos: 24 "Curto, mas alegre"&nbsp;<br>"[...] a franqueza é a primeira virtude de um defunto'.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-19 19:03:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gemagalgani</author>
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         <description><![CDATA[<div>Capítulo 51<br>"Assim, eu, Brás Cubas, descobri uma lei sublime, a lei da equivalência das janelas, e estabeleci que o modo de compensar uma janela fechada é abrir outra, a fim de que a moral possa arejar continuamente a consciência."<br>Sobre fazer uma "boa ação" não pela ação em si, mas para compensar um peso na consciência por outra ação moralmente condenável...</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-22 01:12:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gemagalgani</author>
         <link>https://padlet.com/lidiabravodesouza/xrhrispjcl8tcxe6/wish/1657712004</link>
         <description><![CDATA[<div>Ouvi as horas todas da noite. Usualmente, quando eu perdia o sono, o bater da pêndula fazia-me muito mal; esse tique-taque soturno, vagaroso e seco, parecia dizer a cada golpe que eu ia ter um instante menos de vida.(...) O mais singular é que, se o relógio parava, eu dava-lhe corda, para que ele não deixasse de bater nunca, e eu pudesse contar todos os meus instantes perdidos. Invenções há, que se transformam ou acabam; as mesmas instituições morrem; o relógio é definitivo e perpétuo; o <mark>derradeiro homem, ao despedir-se do sol frio e gasto, há de ter um relógio na algibeira, para saber a hora exata em que morre.</mark> (Capítulo 54)<br><br>Eu nunca tinha pensado em entropia nas vezes anteriores que li esse texto. O último (derradeiro) homem, diante do sol frio e gasto, a olhar no relógio a hora de sua morte, ainda estará se perguntando como reverter a entropia, para que a vida continue?&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-22 01:39:40 UTC</pubDate>
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         <title>E qual seria a grande vantagem da vida?</title>
         <author>gemagalgani</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Esta é a grande vantagem da morte, que, se não deixa boca para rir, também não deixa olhos para chorar..." (Capítulo 71)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-08 01:29:34 UTC</pubDate>
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         <title>Pedagogia do oprimido?</title>
         <author>gemagalgani</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sobre o episódio em que Brás encontra seu antigo escravo Prudêncio, então um homem livre (alforriado), açoitando um escravo (capítulo 68):<br>"Logo que meti mais dentro a faca do raciocínio achei-lhe um miolo gaiato, fino e até profundo. Era um modo que o Prudêncio tinha de se desfazer das pancadas recebidas – transmitindo-as a outro. Eu, em criança, montava-o, punha-lhe um freio na boca, e desancava-o sem compaixão; ele gemia e sofria. Agora, porém, que era livre, dispunha de si mesmo, dos braços, das pernas, podia trabalhar, folgar, dormir, desagrilhoado da antiga condição, agora é que ele se desbancava: comprou um escravo, e ia-lhe pagando, com alto juro, as quantias que de mim recebera. Vejam as sutilezas do maroto!".&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 13:31:52 UTC</pubDate>
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         <title>Desaforo de defunto </title>
         <author>gemagalgani</author>
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         <description><![CDATA[<div>"... o maior defeito deste livro és tu, leitor." (Capítulo 71)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 13:36:21 UTC</pubDate>
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         <title>Propósito da vida</title>
         <author>gemagalgani</author>
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         <description><![CDATA[<div>"É de crer que D. Plácida não falasse ainda quando nasceu, mas se falasse podia dizer aos autores de seus dias: – Aqui estou. Para que me chamastes? E o sacristão e a sacristã naturalmente lhe responderiam: – Chamamos-te para queimar os dedos nos tachos, os olhos na costura, comer mal, ou não comer, andar de um lado para outro, na faina, adoecendo e sarando, com o fim de tornar a adoecer e sarar outra vez, triste agora, logo desesperada, amanhã resignada, mas sempre com as mãos no tacho e os olhos na costura, até acabar um dia na lama ou no hospital; foi para isso que te chamamos, num momento de simpatia." (Capítulo 75)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 13:41:50 UTC</pubDate>
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         <title>Justificando os vícios </title>
         <author>gemagalgani</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Se não fossem os meus amores, provavelmente D. Plácida acabaria como tantas outras criaturas humanas; donde se poderia deduzir que o <mark>vício é muitas vezes o estrume da virtude</mark>. O que não impede que a virtude seja uma flor cheirosa e sã." (Capítulo 76)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 13:45:23 UTC</pubDate>
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         <title>LIGEIA</title>
         <author>lidiabravodesouza</author>
         <link>https://padlet.com/lidiabravodesouza/xrhrispjcl8tcxe6/wish/2203069277</link>
         <description><![CDATA[<div>[...] Contudo, nem assim poderia definir tal sentimento, analisá-lo ou sequer apercebê-lo com nitidez. Reconheci-o por vezes, repito, na investigação de uma vinha em rápido crescimento, na contemplação de uma falena, de uma borboleta, de uma crisálida, de um curso de água. Senti-o no oceano; senti-o na queda de um meteoro; senti-o nos olhares das pessoas extremamente idosas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 18:09:05 UTC</pubDate>
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         <title>LIGÉIA (Edgar Allan Poe) </title>
         <author>lidiabravodesouza</author>
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         <description><![CDATA[<div>retirado do livro de Joseph Glanvill:<br>«E existe ali a vontade, que não morre. Quem conhece os mistérios da vontade, ou o seu vigor? Porque Deus não é mais que uma suprema vontade que penetra todas as coisas por natureza da sua intencionalidade. O homem não se entrega aos anjos, nem totalmente à morte, a não ser pela fraqueza da sua débil vontade.»&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 18:11:57 UTC</pubDate>
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         <title>Ligéia - Edgar Allan Poe</title>
         <author>lidiabravodesouza</author>
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         <description><![CDATA[<div>As palavras são impotentes para transmitir uma ideia que seja da ferocidade da resistência com que ela se debateu contra as Trevas. Gemi de angústia ante o espectáculo deplorável. Por mais que eu a consolasse e argumentasse com ela, na intensidade do seu furioso desejo de viver de viver, apenas de viver -, quer a consolação quer a argumentação eram totalmente inúteis. Todavia, só no último instante, no meio das mais convulsivas torturas do seu espírito forte, foi abalada a placidez exterior da sua atitude. A voz tornou-se-lhe mais suave, mais profunda, ainda que eu não sentisse desejo de deter-me no estranho significado das palavras que ela calmamente pronunciava.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 19:03:12 UTC</pubDate>
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         <title>Ligeia (Edgar Allan Poe)</title>
         <author>lidiabravodesouza</author>
         <link>https://padlet.com/lidiabravodesouza/xrhrispjcl8tcxe6/wish/2203092258</link>
         <description><![CDATA[<div>A meio da noite em que deixou a vida, chamando-me peremptoriamente para junto de si, mandou-me repetir-lhe determinados versos que ela própria compusera não muitos dias antes. Obedeci-lhe. Eram estes:</div><blockquote><br><em>Olhai! É noite de récita<br>Nos solitários anos derradeiros!<br>Uma turba de anjos alados, ornados<br>De véus e em pranto mergulhados<br>Enche a plateia, a fim de assistir<br>A uma peça de ânsias e temores<br>Enquanto a orquestra sussurra, entrecortada,<br>A música das esferas.</em></blockquote><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 19:08:50 UTC</pubDate>
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         <title>O Pequeno Príncipe</title>
         <author>lidiabravodesouza</author>
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         <description><![CDATA[<div>Autor: Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944)<br><em>[...]Foi assim que eu deixei de lado , com seis anos de idade, o que poderia vir a ser uma magnífica carreira de pintor. (p.10)</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-25 17:22:31 UTC</pubDate>
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         <title>O acendedor de lampiões</title>
         <author>lidiabravodesouza</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Aquele foi o único que encontrei que poderia se tornar meu amigo. Mas seu planeta é tão pequeno que não teria lugar para dois..."(p.52)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-25 17:33:20 UTC</pubDate>
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         <title>O que significa &quot;cativar&quot;? O que é &quot;ritual&#39;?</title>
         <author>lidiabravodesouza</author>
         <link>https://padlet.com/lidiabravodesouza/xrhrispjcl8tcxe6/wish/2230382114</link>
         <description><![CDATA[<div>É algo que já se perdeu no tempo de tão esquecido- disse a raposa. Significa 'criar laços"...<br>Eu não sou para ti senão uma raposa semelhante a cem mil outras raposas. Mas se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Tu serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo. [...] O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram nada. E isso é triste! Mas tu tens cabelos&nbsp; cor de ouro. Então será maravilhoso quando tu me tiveres cativado. O trigo que é dourado, fará que eu me recorde de ti. E eu amarei o som do vento no trigal...<br>- Não se conhece as coisas que não se cativa- disse a raposa.<br>- Se tu vens, por exemplo, às quatro horas da tarde desde as três eu começarei a ser feliz.<br>O QUE É RITUAL?<br>É também algo muito esquecido - disse a raposa. É o que faz&nbsp; que um dia seja diferente dos outros dias, uma hora das outras horas.<br>"O ESSENCIAL É INVISÍVEL AOS OLHOS" - o segredo muito simples: não se vê bem senão com o coração.<br>' Tu te tornas responsável por tudo aquilo que cativas...os homens se esqueceram dessa verdade. (p.74)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-25 17:46:22 UTC</pubDate>
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         <title>Frases de Antoine de Saint-Exupéry</title>
         <author>lidiabravodesouza</author>
         <link>https://padlet.com/lidiabravodesouza/xrhrispjcl8tcxe6/wish/2230395747</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><br></div><blockquote><br>O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem.<br><br><br>Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção.<br><br><br>Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.<br><br><br>Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos.<br><br><br>Os homens compram tudo pronto nas lojas... Mas como não há lojas de amigos, os homens não têm amigos.<br><br><br>O verdadeiro homem mede a sua força quando se defronta com o obstáculo.<br><br></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-25 18:48:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O Velho e o Mar  - 24/09/2022</title>
         <author>lidiabravodesouza</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ernest Hemingway<br>&nbsp;-- Obrigado -- disse o velho. Era demasiado simples ele, para ficar-se a pensar ao atingir a humildade. Mas sabia que atingira e sabia que não era desgraça e não acarretava perda do amor-próprio autêntico.&nbsp;<br><br>" -- Anima-te, meu velho -- disse o rapaz. -- Lembra-te de que estamos em Setembro. "<br><br>&nbsp;-- E o melhor pescador és tu. -- Não. Sei de outros melhores. -- *Qué va* -- disse o rapaz. -- Há muitos pescadores bons e alguns dos grandes. Mas tu és só tu. -- Obrigado, alegras-me muito. Espero que não apareça por aí um peixe tão grande que nos desminta a ambos. -- Não há tal peixe, se ainda és tão forte como dizes.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-24 16:16:20 UTC</pubDate>
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         <title>Em outubro tem....</title>
         <author>lidiabravodesouza</author>
         <link>https://padlet.com/lidiabravodesouza/xrhrispjcl8tcxe6/wish/2335399407</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-10-11 14:28:41 UTC</pubDate>
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         <title>Sob a capa vermelha, de Mariana Vitória </title>
         <author>gemagalgani</author>
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         <description><![CDATA[<div>Gostei de como a narrativa fica envolvente a partir do momento em que a história se desenvolve em Gizamyr (nunca tenho certeza de como grafar os nomes!).&nbsp;<br>Mas a autora matou personagens demais na minha opinião. Nem os reencontros esperados aconteceram... &nbsp;<br>Estou sob o impacto do fim da leitura ainda, chateada com algumas expectativas frustradas, confusa com algumas partes - por que os reis usurpadores mandaram soldados para resgatar Mirah se conspiraram para tomar o poder dela no passado? Os gizamyrianos vencem a guerra e só comemoram, ninguém se importa com a morte de Mirah (além da princesa), nem a mãe dela?&nbsp;<br>Sei lá, ainda preciso assimilar e entender melhor as intenções da autora, as mensagens que quis passar.&nbsp;<br>É uma história que aborda temas importantes, como amor, ambição, intrigas, vaidades, política, sentido da vida, crenças, manipulação, mitos, renúncias, desejos, imposições sociais...&nbsp;<br>Lembrei, mais uma vez, do livro "Intermitências da&nbsp; &nbsp;<br>morte ", do Saramago, porque as pessoas temem tanto a morte, mas ela é necessária, por isso Viira não suportou o peso da imortalidade e o ato de misericórdia de Norina foi tirar a vida da rainha.&nbsp;<br>Queria uma cena em que os mortos desse livro se reencontrassem...</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-21 15:08:42 UTC</pubDate>
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         <title>Sob a capa vermelha, de Mariana Vitória</title>
         <author>anacaroline4394</author>
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         <description><![CDATA[<div>O livro demorou um pouco pra me prender, o que é normal já que em livros de fantasia geralmente tem muitos nomes e isso faz com que a gente leve um tempo para entrar mesmo na história e entender o que está acontecendo.&nbsp;<br>Aos poucos o livro me envolveu bastante, e me fez criar altas expectativas com o final. A história inteira rondou sobre um amor entre mãe e filha, mas no final, elas nem se reencontraram! Na minha opinião, não teve lógica a Nor decidir ficar viva pq ela até pouco tempo atrás nem considerava que os gizamyrianos eram o seu povo, do nada virou a chavinha e ela preferiu lutar por um povo que ela mal conhecia do que reencontrar com a mãe que foi o motivo dela ter lutado tudo o que lutou?<br>Outra coisa também é o Rolthan, ele passou grande parte do livro atrás do Blayve, ansiando esse reencontro, e os dois morrem? Mariana, pq vc fez tamanho absurdo?? 😭 Confesso que eu gostaria bem mais se tivesse acontecido o que a gente tinha falado no encontro, como teoria: o Blayve ser um dos soldados que o Rolthan iria ter que lutar pela liberdade, seria um plot e tantooo!<br>Outro personagem sem lógica pra mim foi o Ralf, eu não imaginava que realmente fosse ter indícios de um romance entre ele e a Nor, ele surgiu meio do nada e não teve um desenvolvimento. Como tínhamos dado uma olhada nas redes sociais da autora, esperávamos um livro com romance lgbt, mas o Rolthan e o Blayve não ficaram juntos pq morreram, a Nor que era personagem principal acabou gostando do Ralf, e fora isso, a única menção foi as esposas da Raínha. Eu esperava algo bem maior nessa temática.&nbsp;<br>A rainha também foi uma personagem que pra mim foi muito bem desenvolvida, uma personagem complexa, cheia de coisas a se descobrir, a encontrar, e no final ela parecia uma maníaca de novela, a própria Nazaré de "Senhora do Destino", alguém falava um "a" e ela "HAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHA", osh, filha, tá doida? Ria de tudo, eu heinnn?! Esperava um final melhor pra ela!<br>Pra mim o final foi extremamente corrido! Por fim, apoio que criemos finais alternativos pro livro, para conhecermos outras possibilidades e vermos qual mais agradaria!</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-21 19:07:08 UTC</pubDate>
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         <title>Sob a Capa Vermelha (Mariana Vitória)</title>
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         <description><![CDATA[<div>Quase 400 páginas um livro que resolve todos os seus problemas matando seus personagens importantes e trazendo uma solução que, no fundo, não resolve os problemas. O livro começou legal e até eu que não sou adepta a livros de fantasia estava gostando, mas a medida que ia chegando ao fim mudou seu tom para uma coisa que não condizia com o que trazia no começo.</div><div>E eu não teria problemas com isso se o livro já tivesse mostrado sutilmente essa mudança ao longo da narrativa, mas ao invés disso Mariana Vitória estava muito mais preocupada em nos fazer entender a visão de mundo de uma garota que passou a vida inteira presa, ou então, com um personagem que não era bem o que parecia e tinha sentimentos por um Indomado, ou ainda, sobre uma garota que parecia ter tudo que alguém poderia querer e que estava no ápice da sua vida, mas o que mais queria não tinha, que era a atenção e o amor de mãe.</div><div>Aliás, esse é um dos pontos que me deixou chateada. O livro dá a entender diversas vezes que o foco principal dele é o amor de mãe, inclusive na dedicatória, e os sacrifícios que elas fazem por nós e o que nós fazemos por elas, só que em determinado momento isso simplesmente deixa de ser importante e, na verdade, diversas coisas que antes pareciam essenciais simplesmente deixam de ser, como se a autora não soubesse muito bem como terminar o livro usando os elementos do começo.</div><div>O “final” dele é com a vitória dos gizamyrianos, mas convenhamos: onde a morte de uma rainha milenar, que era considerada uma divindade, é a solução para todos os problemas? Não é tão simples assim! Não é porque ela morreu que os targorianos vão deixar de acreditar nela e nos 12 Deuses. Ou vão deixar de achar que os “indomados” são criaturas bestiais que merecem apenas a morte sendo que no passado todos eram indomados, e do outro lado não é muito diferente também, o povo de Gizamyr é machista, racista, xenofóbico e tem uma estrutura patriarcal predominante. A Norina arriscou a sanidade mental dela por um povo que até poucas páginas atrás ela não considerava como seu, e ai do nada ela vem com uma conversa de “essa é a minha pátria, eu sou uma princesa e bla bla bla”? Aliás essa cena é um ótimo exemplo de poder do protagonista, porque a gente passa boa parte do livro entendendo que a Nor nunca aprendeu a controlar o lobo, que ela não sabe usar os dons a sua vontade e que por ela já estar “velha” isso não seria mais possível, porém isso não parece fazer diferença no final, pois ela num momento de fragilidade, em que a sua mãe morreu, ela decide TORTURAR uma pessoa que vive a séculos com as suas piores memórias. (GAROTA VOCÊ É BURRA OU SE FAZ????)</div><div>E isso é só um dos exemplos, eu nem vou falar sobre a “grande guerra” que durou um dia, ou sobre o Ralf ser um redflag que usou a Norina para suceder ao trono. Eu só acho engraçado que a autora vive promovendo o livro como uma fantasia com representatividade LGBTQIA+ e quando você vê, todos os personagens queer morreram e a protagonista terminou com um garoto aleatório que tratou ela minimamente bem.</div><div>Enfim, é isso. Não estou falando essas coisas porque o livro é nacional, se fosse gringo eu falaria mal do mesmo jeito. A escrita não me cativou muito e, como podem perceber, achei o final decepcionante (o que é uma pena, pois por um tempo eu realmente gostei do livro).</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-24 13:37:01 UTC</pubDate>
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