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      <title>Diário de leitura - Contemporânea I 2021.2 by Davi Santos</title>
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      <description>Minhas experiências de leitura como professor em formação.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-30 18:56:48 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-15 23:24:42 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Romance como gênero- O romance é concebível sem o mundo moderno ? Cláudio Magris</title>
         <author>davioliveira4365</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nada melhor do que começar uma jornada no gênero romance do que entendendo como ele nasce.<br>Magris afirma que o romance nasceu junto ao fim da ordem feudal e assim o nascimento da era moderna, até faz um questionamento " Pode-se imaginar o romance sem o mundo moderno? ", e como ele mesmo responde, os dois estão extremamente ligados, a era moderna deu possibilidade para a discriminação do Romance, com os seus best-sellers e a nova concepção de dinheiro, e o Romance teve grande influência&nbsp; &nbsp; na era moderna e no que com ela veio, a TV, as mídias e até na forma de pensar, pois como eu muito acredito a Literatura tem grande parte na forção de um cidadão.<br>Dessa maneira o autor trás em seu texto o livro Dom Quixote, considerado o primeiro romance, no qual faz o uso da metalinguagem, com um personagem que busca uma era que já passou, como a forma de escrita estava, mas daí surge o Romance para encaixar um modelo de escrita a era moderna.<br>&nbsp;Magris escreve que o romance é a representação e manifestação do consumo, dessa forma o gênero literário é burguês, a burguesia produz e consome romances, querendo ou não isso é verdade, visto que com o poder de aquisição das classes baixas, elas vão preferir comprar comida do que ler ou escrever um livro, temos grandes autores e autoras que foram conta isso, e com mundo da tecnologia o acesso a livros, mesmo que pela pirataria, se tornou mais fácil, &nbsp; mas no Brasil tem muito o que correr atrás ainda, onde se ler 2,5 livros por ano, e muito provavelmente mais ou menos 90% sejam romance,&nbsp; é preciso incentivo e a desmitificação da leitura "que tem que ler só clássico"&nbsp;<br>O texto de Magris foi uma ótima experiência, onde trouxe questões que não tinha pensado antes, e por uma perspectiva que gosto muito, a social e filosófica, e mencionando autores que já conheço &nbsp; com Dostoiévski&nbsp; e JoãoGuimarães Rosa</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-30 19:25:18 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 1 - The genre approach Dennis Welder, in The realist novel</title>
         <author>davioliveira4365</author>
         <link>https://padlet.com/davioliveira4365/xrd23gp4x15fwrdx/wish/1705243878</link>
         <description><![CDATA[<div>Entre os dois textos para o primeiro encontro, o de Welder foi o que eu menos me familiarizei.&nbsp;<br>No texto é trazido a discursão sobre o gênero novel, sua origem e definição. Dessa forma, um ponto que me chamou muita atenção foi quando o autor pontua a tendência literária. A primeiro tendência  é a que os gêneros literários são fixos e transcendentes, e a segunda é que os&nbsp;<br>&nbsp;gêneros literários mudam ao longo do tempo e são o produto de processos sociais e históricos particulares. Acho que essas duas tendências podem estar certas, a gêneros que ultrapassam eras, outros que não e alguns sofrem alterações no passar dos tempos, isso depende muito como a sociedade ver aquele gênero.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-30 19:26:02 UTC</pubDate>
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         <title>Ponto de encontro 1</title>
         <author>davioliveira4365</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-25 18:51:24 UTC</pubDate>
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         <title>Uma trilha de Toni Morrison por Toni Morrison</title>
         <author>davioliveira4365</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para entender o projeto literário de Toni Morrison, pensamos ser interessante escutar o que a própria autora tem a nos dizer, então: <em>"Ms. Morrison what can you tell us about your writings?"</em></div><div>Fizemos essa trilha, intitulada <strong>"Toni Morrison por Toni Morrison"</strong>, pensando nessa questão.&nbsp;</div><div>E você, quer entender um pouco mais? Cola em nóix que é sucesso</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-25 18:58:45 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira Sugestão</title>
         <author>davioliveira4365</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esta entrevista de 1987 possui a duração de 14 minutos (quase 15, hahaha) e está disponível no YouTube. Ah, você pode ativar&nbsp; as legendas automáticas em inglês e também traduzi-las automaticamente... Não é uma legenda perfeita, mas é o que temos para hoje. Bom para treinar vossos digníssimos listenings! ❤️</div><div>O foco do vídeo é o lançamento de Beloved. Morrison inicia a entrevista lendo de forma belíssima um trecho do romance, e contando um pouco da inspiração para escrevê-lo. Você conhece o nome Margaret Garner? Sabia que a leitura de Morrison sobre Garner em um artigo foi o que levou ela a escrever Beloved? Sabia que antes de ser escritora, Morrison foi editora da Random House e auxiliou na propagação de escritores negros?&nbsp;</div><div><br></div><div>"(...) slavery is so intricate, so immense and so long and so unprecedent that you can’t let the slavery be the story, the plot and we know what that story is and it’s predictable (...) The center of it becomes the institution and not the people. So, if you focus on the characters and their interior life it’s like putting the authority back into the hands of the slave (...)"</div><div><br></div><div>"(...) a escravidão é tão intrincada, tão imensa e tão longa e tão inédita que você não pode deixar a escravidão ser a história, o enredo e nós sabemos o que é essa história e é previsível (...) O centro disso se torna a instituição e não o povo. Então, se você focar nos personagens e em sua vida interior é como colocar a autoridade de volta nas mãos do escravo (...)" - Tradução nossa</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=2jxN3oTSD34" />
         <pubDate>2021-10-09 17:43:37 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda Sugestão</title>
         <author>davioliveira4365</author>
         <link>https://padlet.com/davioliveira4365/xrd23gp4x15fwrdx/wish/1804536271</link>
         <description><![CDATA[<div>Saímos de 1987 e entramos em 2019, ano em que Toni Morrison faleceu…</div><div>Este é um vídeo que se assemelha ao vídeo anterior no que se refere às legendas. Aqui temos um compilado curtinho com apenas 2 minutos (e um pouquinho), feito pelo Guardian News de falas dela sobre raça e racismo em entrevistas. Consideramos um vídeo muito importante para poder entender o posicionamento articulado da autora sobre esse complexo tema. Assistam!</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=15MMmgwl1V4" />
         <pubDate>2021-10-09 20:30:01 UTC</pubDate>
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         <title>Terceira Sugestão</title>
         <author>davioliveira4365</author>
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         <description><![CDATA[<div>The Nobel Prize in Literature 1993 was awarded to Toni Morrison "who in novels characterized by visionary force and poetic import, gives life to an essential aspect of American reality."</div><div><br></div><div>(O Prêmio Nobel de Literatura de 1993 foi concedido a Toni Morrison "que, em romances caracterizados por uma força visionária e importância poética, dá vida a um aspecto essencial da realidade americana.") - Tradução nossa</div><div><br></div><div>Essas palavras podem ser caracterizadas como uma justificativa da entrega do Prêmio Nobel de Literatura à Toni Morrison e é com elas que vamos pular para quem nos interessa no babado todo: a autora e seu discurso.</div><div>&nbsp;</div><div>Destacamos o trecho presente em 25:48 a 30:34 do áudio. O link encontra-se aqui: <a href="https://www.nobelprize.org/prizes/literature/1993/morrison/lecture/">https://www.nobelprize.org/prizes/literature/1993/morrison/lecture/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-09 20:44:03 UTC</pubDate>
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         <title>Quarta Sugestão</title>
         <author>davioliveira4365</author>
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         <description><![CDATA[<div>Primeiro de tudooo, este texto é traduzido em língua portuguesa pela Companhia das Letras (passe o zóio na imagem) e tem apenas 9 páginas. Então, derde preguiça e vá ler! Hahaha</div><div><br></div><div>O capítulo 5 do livro “A Origem dos Outros” (The Origin Of Others), intitulado "Narrar o outro" (Narrating the Other), é importante para entender um pouco mais sobre Beloved e, consequentemente, a escrita da autora.</div><div><br></div><div>Lembram que no primeiro vídeo ficamos sabendo que Morrison foi editora da Random House e responsável pela propagação de escritores negros? Neste capítulo ela inicia falando sobre isso, inclusive cita alguns dos nomes: Toni Cade Bambara, Angela Davis, Garyl Jones, Huey Newton, etc.</div><div><br></div><div>Lembram do nome Margaret Garner? Pelo vídeo sabemos que ela foi a inspiração de Morrison escrever Beloved, aqui já temos detalhes de como isso aconteceu.</div><div><br></div><div>Sobre Beloved, Toni diz: "Minha narrativa é sobre o compreensível versus o ato selvagem de assassinar uma criança (...) Quis me apoiar inteiramente na minha própria imaginação. Meu principal interesse era compreender a incapacidade da sogra de condenar a nora por assassinato."</div><div><br></div><div>"Imaginando qual poderia ser enfim sua resposta, concluí que a única pessoa com o direito inquestionável de julgar era a própria criança morta, que batizei com a única palavra que sua mãe poderia ter se dado ao luxo de mandar gravar em seu túmulo, Beloved (contestando a tradução, coloquei o nome original - Mariana, kkkkk)."</div><div><br></div><div>"Por mais fascinante que seja a história da verdadeira Margaret Garner, o elemento central do romance é a menina assassinada. Imaginá-la foi para mim a alma e a matéria da arte."</div><div><br></div><div>"A ficção narrativa proporciona uma selva controlada, uma oportunidade de ser e de se tornar o Outro. O estrangeiro. Com empatia, clareza e o risco de uma autoinvestigação. Nessa experiência muitas vezes repetida, para mim, autora, a menina Beloved, aquela que assombra, é a essência do Outro. Clamando, eternamente clamando por um beijo.</div><div><br></div><div>- As traduções dos trechos são da Companhia das Letras</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-09 21:57:06 UTC</pubDate>
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         <title>Considerações</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/davioliveira4365/xrd23gp4x15fwrdx/wish/1898024220</link>
         <description><![CDATA[<div>Percorrer essa trilhas e os outros materiais para a seleção da trilha, foi mais que desestabilizador,&nbsp; pensar e repensar no que Morrison falou/escreveu e ainda ligar e repensar o texto literário que eu&nbsp; havia lido: "Isso sobre a ligação entre mãe e filha, e sobre dar voz a pessoas negras está lá em Deus Ajude Essa Criança?", eu lembro que está, acho que foi o ponto que mais me marcaram na leitura foram esses, e talvez a partir dessa trilhas eu tenha munda um pouco a minha visão sobre o livro, eu tinha uma visão mais centrada na cor de pele da protagonista,&nbsp; mas agora acho que o centro não é só isso, e memoria e rememoria também, e principalmente sobre dar um rumo a vida após tempos difíceis. Acho que essa trilha também vai me dar um novo olhar nas próximas leitura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-17 21:33:01 UTC</pubDate>
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         <title>Recitatif</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma nova entrada</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-17 22:20:39 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira leitura</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Talvez essa foi uma das minhas leitura mais (temos Beloved ainda), me gerou uma grande estranheza principalmente pela falta dos verbos dicendi, assim fiquei todo perdido, não as sabia vezes que estava falando,&nbsp; do que estava falando e quando estava falando, e ainda mais pelo vocabulário, tinha palavras do cotidiano e muito específicas, como por exemplo&nbsp; Slacks. Essa minha primeira leitura foi em "brunnh" toda de vez, com isso no fim fiquei: "certo e agora? entendi quase nada", nessa minha primeira leitura achei que faltava muita informação, e que minha hipótese era que o textos era que o texto era sobre duas meninas órfãs</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-17 22:35:49 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda leitura</title>
         <author>davioliveira4365</author>
         <link>https://padlet.com/davioliveira4365/xrd23gp4x15fwrdx/wish/1898115943</link>
         <description><![CDATA[<div>Na segunda leitura fiz uma leitura mais atenta, pesquisei vocabulário, fiquei relendo partes até ficar mais clara e foi mapeando. Nessa leitura fiquei mais atendo ao que foi falado no encontro com o Gole, o dito e o não dito, e partindo disso já comecei a ver o que o texto não era tão sem informação como eu achava, começando pelo primeiro paragrafo onde Twyla sobre sua chegada ao orfanato, onde ela não diz diretamente, mas fala que já tinha passado em outros orfanatos. &nbsp;<br>Outro ponto na segunda leitura foi encontra a resposta da seguinte pergunta: "qual das duas meninas é negra?", terminei a leitura sem saber, e assim minha hipótese nessa leitura foi que o conto é sobre a evolução de duas meninas independente da raça</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-17 22:53:36 UTC</pubDate>
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         <title>Terceira leitura</title>
         <author>davioliveira4365</author>
         <link>https://padlet.com/davioliveira4365/xrd23gp4x15fwrdx/wish/1898143262</link>
         <description><![CDATA[<div>Nessa terceira leitura me atentei a palavra "mother", que aparece 40 vezes no texto, e para a fases da vida das meninas. O primeiro ponto sobre é que o palavra "Mother" aparece um maior quantidade na primeira fase na última, na primeira fase quando ainda temos aparição as Mães das meninas, e na última quando elas passam a estar&nbsp; no lugar de mães, o segundo ponto é que não aparece outra palavras com o sentido de mãe, que sejam mais carinhoos e menos formais que "Mother", como "mommy", assim mostrando um distanciamentos das meninas com suas mães, talvez um sentimento de rancor por ter deixado elas no orfanato. Terceiro ponto, rancor esse pelas mães que podem ter sido passados para Maggie, onde as duas viam coisas diferentes nelas, como uma achava que ela era negra e a outra não, e também presenciaram (ou não) de cenas que eram prejudiciais a Maggie e não reportaram, e houve uma "bloqueio" que as duas não se lembravam bem o que acontece com Maggie, e assim o conto finaliza " What the hell happened to Maggie?", deixando em aberto que as duas podem ter feito algo com Maggie.<br>Assim minha hipótese nessa leitura foi: o texto é sobre a formação de mães que independente da raça partiram de mesmo lugar, o orfanato, e que tiveram a ausência das mães, tiveram a falta da ancestralidade e falta da passagem de conhecimento e de referencia, e o que essa ausência na infância refletiram nelas ?<br>Talvez&nbsp; tenha ficado muito grande essa hipótese, veremos se as meninas me ajudaram a melhoras essa hipótese? https://docs.google.com/document/d/1NbIyBzoU-kdSiev-J0P5eR54YdAdbKonOVoo5EvUmc0/edit?usp=sharing</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-17 23:21:21 UTC</pubDate>
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         <title>Beloved</title>
         <author>davioliveira4365</author>
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         <description><![CDATA[<div>O tão esperado ( e talvez temido)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-17 23:27:04 UTC</pubDate>
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         <title>Capitulo 1</title>
         <author>davioliveira4365</author>
         <link>https://padlet.com/davioliveira4365/xrd23gp4x15fwrdx/wish/1898273400</link>
         <description><![CDATA[<div>124 was... Logo de inicio Morrison nos joga um monte de informações,&nbsp; Baby Suggs e seus filhos, Sethe e seus filhos, e outros personagens, nos passas cenários e acontecimentos, a fazendo onde foram escravizada a família, a fuga deles e o 124. Foram muitas informações, tive até que ler novamente o inicio, por que estava perdido, sem tirar o fato que eu me perdi mais para a frente.&nbsp;<br>Nesse capitulo uns dos pontos que mais em chamaram a atenção foi a chegada de Paul D "o último homem do Doce Lar", ele já chega na página 7 do livros, trazendo a tona o passado, e fazendo perguntas do passado que ele não fez parte e logo se aconchega nos braços de Sethe, e temos ali uma impressão que ele chegou para agregar á família,&nbsp; mas logo temos dois acontecimentos, mais uma aparição da bebê fantasma e a volta dela dos mortos, será que foi a presença dele que motivou ela a isso naquele momento?<br>Assim como em Recitatif temos a ausência masculina, mas não uma ausência completa, temos Paul D e os outros na memória e remomória. Também temos uma Mãe "órfã de filha", que é assombrada pela essa filha e as memorias, e acontecimentos, do fato dos filhos terem a deixado e ter ficado somente Denver, duas figuras femininas.<br><br>Esse conto é bem grande, tem muita coisa, não sei se organizarei tudo, mas voltamos a primeira tentativa.&nbsp;<br>Temo o senhor Garner, dono dos escravos, de onde a família saiu, uma figura que me gerou muitas intrigas, deixou a Baby Suggs ser comprada, tinha muitas fugas na sua fazenda, e o principal, a forma que ele travas os escravos " meus negros são homens", não deixava de ser um dono de escrava, coisa horrível, mas fiquei com a pulga atrás da orelha, e a se sensibilizar por ele, "será que é o início de algo?", mas aí ele morre :|.<br><br><br><br>Para finalizar por momento o capitulo 1, "I was talking about time. It's so hard for me to believe in it. Some things go. Pass on. Some things just stay. I used to think it was my rememory" pg. 36, aqui Sethe fala sobre rememória, seria daí a minha hipótese de leitura?<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-18 00:58:53 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 2</title>
         <author>davioliveira4365</author>
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         <description><![CDATA[<div>124 was... Temos a saída de Paul D da 124 após ocorridos com Sethe a menina da varanda, o sentimento de inquietação de de não pertencimento no 124, e o que seria o estopim que é o motivo da morte de Beloved, contada por Stamp Paid, uma interferência que resultou no tão esperado momento, que foi Sethe reconhecer sua filha, ela fala que se não fosse Paul D ela teria a reconhecido de primeira, ela fala como se tivesse parido ela novamente. Sim, Paul D estava lá, comia lá, dormia lá, transava com ela, mas o que impediu ela de reconhecer ela, a simples presença masculina o qual ela tinha afeto? Ou por que era uma figura do passado?<br>Temos vários delatores no livro, Paul D fala que o marido de Sethe viu o que aconteceu com ela, acho que no momento da fuga, e ele não fez nada, e Sethe fala que doía muito ao lembrar disso, e entrava em luta com as outras coisa que ela tinha que pensar, talvez seja esse um dos motivos dela não ter reconhecido a filha?<br>Nesse capítulo temos uma certa organização do segundo e a resposta d algumas duvidas, que é a chegada de Baby Suggs no 124 e a fuga de Sethe, temos mais detalhes.&nbsp;<br>Mas voltando a Amada, tive uma quebra de expectativa, mesmo não ter pensado em nenhuma, só não era algo que esperava, que o jeito que Amada começou a tratar Sethe, o que ante tinha uma admiração, carinho&nbsp; e interesse(ela fazia muita pergunta sobre o passado), virou vingança talvez?<br>Sethe estava completamente admirada por Amada, largou o emprego para ficar com ela, e fez tudo por ela e nada era suficiente para Amada, enquanto Amada engordava, Sethe emagrecia, parecia que Amada começou a sugar a vida de Sethe. Mas por que Amada se mostrou assim depois que Paul D saiu da casa  eque Sethe soube que ela era filha dela? Sethe já tinha antes disso um carinho por ela.<br><br><br>Minha hipótese até aqui acho que seria que o texto é sobre seguir a vida após a escravidão, mas sem esquecer do passado , seria talvez o que Morrison falou sobre passar historias para que o próximos não comecem do zero.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-18 02:10:20 UTC</pubDate>
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         <title>Impressões preliminares</title>
         <author>davioliveira4365</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-18 02:11:50 UTC</pubDate>
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         <title>Ponto de Encontro II- Hipótese de leitura</title>
         <author>davioliveira4365</author>
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         <description><![CDATA[<h1>Bate-papo Pesquisa em Literatura com Fábio Durão&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=52lJIJdDV98">Bate-papo Pesquisa em Literatura com Fábio Durão - YouTube</a></h1><div>&nbsp;Metodologia de pesquisa em literatura / Fabio Akcelrud Durão&nbsp;<br>&nbsp;DURÃO, Fabio Akcelrud. Metodologia de pesquisa em literatura (Teoria literária). Parábola.&nbsp;<br>&nbsp;Reflexões sobre a metodologia de pesquisa nos Estudos literários Fabio Akcelrud DURÃO (UNICAMP )<br>&nbsp;<br><br>Em Reflexões sobre a Metodologia de Pesquisa nos estudos Literários, teve um trecho que me chamou muita a atenção "as obras literárias só existem quando lidas, quando inseridas em um ato", o que me fez pensar bastante, e concordo com Durão, uma obra só existe quando é "usada".&nbsp;<br>Na LIVE Durão fala que a Universidade é o lugar mais importante para a literatura, é um dos lugares que a literatura é lida, discutida e dada importância, mas para mim a literatura não tem só um lugar importante, acho que é onde tiver alguém para lê-la e lutar por ela é importante não só a Universidade.&nbsp;<br>Mas voltando ao foco, para Durão a Hipótese de leitura parte de uma interpretação, mas vai além, não é somente a descrição do objeto, é preciso acrescentar algo ao texto, produzir conhecimento.<br><br>Nesses 4 materiais Durão discute muitas coisas que entornam a literatura, a leitura, interpretação, pesquisa e o que é literatura, acima foram só alguns pontos que eu realmente consegui me segurar, não tive muita dificuldade em lê-lo mas preciso de mais leituras para ter mais propriedade</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-18 02:15:25 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 3</title>
         <author>davioliveira4365</author>
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         <description><![CDATA[<div>124 was... acho que agora com uma boas historias para contar. Penso em continuar falando de Sethe e Amada, a relação delas mudou da "água para o vinho", não esperava o modo que a Amada começou a tratar a mãe, Amada que tratava a mãe com tanta devoção e interesse passou a tratar como uma "escrava", sua mãe tinha que suprir todos s seus desejos e ela fazia de bom grado, não fazia mais nada, era "como se ela&nbsp; perdido a cabeça como a vovó Suggs, e era como Amada tivesse se vingando, Amanda estava engordando, enquanto Sethe emagrecia, isso me deu a sensação que Amada estava sugando a vida de Sethe, tomar o lugar dela no mudo dos vivos. Sethe estava em completa devoção à Amada o que Danver buscar um emprego e "vazando" a historia do que estava acontecendo dentro do 124, além de que o Stamp Paid ter falado para o Paul D também (e dizem que as mulheres são muito fofoqueiras), no que culminou na investida das varias mulheres contra um "diabo", o que fez a Amada&nbsp; "desaparecer", de forma muito pacífica, dado o histórico eu esperava que ela ia pelo arrancar um braço de alguém.<br>Após isso, a narrado que Paul D olha para a casa e surpreendente ela não retribui o olhar, nesse momento uma pulguinha que estava atrás da minha cresceu, " será que essa aparição era a própria casa? a Amada que apareceu era&nbsp; uma materialização da casa?" foi uma impressão que tive, Amada apareceu na casa, o que saiu foi para encontrar Sethe no caminho do trabalho, fica o questionamento.&nbsp;<br><br>Minha hipótese de leitura aqui é: Amada é uma representação do passado, ela chega junto com alguém do passado,  mas chega sem que a maioria a reconheça, e o estado que Sethe ficou era como se ela tivesse entrado em depressão, Amada é a representação de um passado do qual não se pode mudar, o passado que não fica no passado se torna um mal, a não ser quando esse passado é um aprendizado. ps. acho que viajei, mas é isso :)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 16:37:40 UTC</pubDate>
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         <title>Considerações</title>
         <author>davioliveira4365</author>
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         <description><![CDATA[<div>Entrar nessa obra pela trilha do golinho, o conto&nbsp; e por Deus Ajude essa Criança, ajudou a entender pontos importantes e a reconhecer que eles tem centralidade no texto, que é Raça, Memória e Relação maternal, e entender que o texto eram sobre vozes, para leitores e principalmente leitoras negras, historias essas de Morrison que não são sobre o Negro oprimido e em sofrimento, são negras que tem centralidade no texto e em suas histórias,&nbsp; pessoas negras que fazem parte de um corpo, e que me fez relacionar principalmente Beloved um trecho&nbsp; do artigo "O CORPO COLONIAL E AS POLÍTICAS E POÉTICAS DA DIÁSPORA PARA COMPREENDER AS MOBILIZAÇÕES AFRO-LATINO-AMERICANAS" de Laura Cecilia López publicado em 2015 "De um lado, trata-se da incorporação das estruturas sociais com continuidade no tempo (tais como o racismo, a pobreza, a violência). De outro, é a incorporação da memória dos sofrimentos, das desconfianças do passado. A vida e o corpo são também constituídos pelas memórias e as narrativas, elas inscrevem o sentido do que é vivido simultaneamente nos corpos e nas palavras (Fassin, 2012). Como afirmam Saillant e Genest (2012, p. 28), “quando se fala de corporeidade não se trata de limitar seu alcance a uma relação espaço-temporal, restrita a um lugar e a uma época, mas de captar as múltiplas mediações da ‘história feita corpo’” , em Beloved podemos ver tudo isso, incorporação e continuidade das estruturas sociais, com a escravidão e pós-escravidão,&nbsp; e umas das incorporação das memorias de sofrimento é a própria Beloved, e de fato, na obra não se limita a espaço e época, o texto até brinca com a idas e vindas dos espaços e tempos, fazendo-o ficar confuso. Dessa forma, minha hipótese é: "Beloved é sobre, ou parte, da corporeidade Negra, com suas marcas sociais e históricas", talvez isso ficou muito abrangente, como eu não vou acabar em uma leitura, fica para as próximas, buscar mais sustentação dessa hipótese e outras tantas perguntas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-04 01:59:23 UTC</pubDate>
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