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      <title>Lógica Computacional by </title>
      <link>https://padlet.com/edneiaangelicagomes/xr6uqorr09bcdgfa</link>
      <description>Trabalho apresentado ao curso Tecnologias em Desenvolvimento Web, disciplina Lógica da Computação</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-08 20:31:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>edneiaangelicagomes</author>
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         <description><![CDATA[<div>A lógica é uma área da filosofia que visa estudar a estrutura formal dos enunciados (proposições) e suas regras. Em suma, a lógica serve para se pensar corretamente, sendo assim, uma ferramenta do correto pensar.<br><br></div><div>Lógica tem origem na palavra grega <em>logos</em>, que significa razão, argumentação ou fala. A ideia de falar e argumentar pressupõe que o que está sendo dito possua um sentido para aquele que ouve.<br><br></div><div>Esse sentido fundamenta-se na estrutura lógica, quando algo "tem lógica" quer dizer que faz sentido, é uma argumentação racional.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-08 20:35:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>edneiaangelicagomes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Proposição “vem de propor” que significa submeter à apreciação; requerer um juízo. Trata-se de uma sentença declarativa – algo que será declarado por meio de termos, palavras ou símbolos – e cujo conteúdo poderá ser considerado verdadeiro ou falso.<br><br>Disponível em: &lt;https://docente.ifrn.edu.br/cleonelima/disciplinas/fundamentos-de-programacao-2.8401.1m/fundamentos-de-logica-e-algoritmos-1.8401.1v/apostila-proposicoes-tabelas-verdade-conectivos-logicos#:~:text=O%20conceito%20mais%20elementar%20no,ser%20considerado%20verdadeiro%20ou%20falso.&gt; Acesso em 08/08/2022</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-08 20:40:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>edneiaangelicagomes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Premissa em lógica é um conjunto de uma ou mais de uma sentença declarativa que é acompanhada de uma outra frase declarativa que é a conclusão. A verdade da conclusão é uma consequência lógica das premissas que a antecederam. Portanto, as premissas são as proposições que justificam a conclusão obtida.<br><br></div><div>Toda premissa, pode ser verdadeira ou falsa, bem como a conclusão, não aceitando jamais a ambiguidade. As frases que apresentam uma premissa são referidas como verdadeiras ou falsas (válidas ou inválidas), portanto, devem ser portadoras da verdade.<br><br>Disponível em: &lt;https://www.significados.com.br/premissa/&gt; Acesso em 08/08/2022<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-08 20:43:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>edneiaangelicagomes</author>
         <link>https://padlet.com/edneiaangelicagomes/xr6uqorr09bcdgfa/wish/2256930339</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Um <strong>argumento</strong> pode ser definido como uma afirmação acompanhada de justificativa (argumento retórico) ou como uma justaposição de duas afirmações opostas, argumento e contra-argumento (argumento dialético).<br><br></div><div><br>Na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica">lógica</a> e na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia">filosofia</a> um <strong>argumento</strong> é um conjunto de uma ou mais sentenças declarativas, também conhecidas como proposições, ou ainda, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Premissa">premissas</a>, acompanhadas de uma outra frase declarativa conhecida como <strong>conclusão</strong>.<br><br></div><div><br>Em um argumento dedutivo (válido) o valor-verdade da conclusão é uma consequência lógica necessária das premissas que a antecedem, ou seja, sendo verdadeiras as premissas segue-se que necessariamente será verdadeira a conclusão. Caso alguma(s) premissa(s) não seja(m) verdadeira(s), uma conclusão verdadeira será apenas uma contingência. Também será contingente a verdade de uma conclusão num argumento dedutivo inválido, ou seja, um argumento em que mesmo a veracidade integral das premissas não garante, necessariamente, uma conclusão verdadeira.<br><br></div><div><br>Em argumento indutivo a verdade da conclusão não é garantida pelas premissas, mas apenas indicada pelas premissas. Muitos autores e correntes filosóficas não consideram o argumento indutivo como um tipo válido de argumento e a discussão acerca do estatuto lógico e epistemológico de uma indução desencadeou os debates mais frutíferos da história da filosofia, também conhecido como <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Problema_da_indu%C3%A7%C3%A3o">problema da indução</a>.<br><br></div><div><br>Toda premissa, assim como toda conclusão, pode ser apenas verdadeira ou falsa, isto é, há um valor sempre binário que se atribui às sentenças declarativas que tomamos como premissas e conclusões, o chamado valor-verdade, que pode ser 0 ou 1, positivo ou negativo, V ou F. Jamais já uma terceira opção, no que se chama de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_do_terceiro_exclu%C3%ADdo">lei do terceiro excluído</a>, junto com o princípio de identidade e o de não contradição um dos pilares da tríade que alicerça a Lógica Clássica. Tal princípio também é sintetizado na forma de adágio latino, muito usado em narrativas, <em>Tertium non datur</em> (literalmente: "uma terceira opção não é dada", "das duas uma", etc.).<br><br></div><div><br>É muito importante não confundir valor-verdade com validade. Valor-verdade (ser verdadeiro ou falso) é algo que qualquer sentença declarativa possui. "O céu está azul" ou bem é uma declaração verdadeira ou bem é uma declaração falsa. Não existe "meio verdadeiro", nem importa a intensidade (se o céu está muito azul ou levemente azul), se está azul, em algum grau, é verdadeira, e se não está, é falsa.<br><br></div><div><br>Validade refere-se não às sentenças, mas ao argumento. Um argumento dedutivo inválido, por exemplo, isto é, um argumento onde mesmo com premissas verdadeiras não se garanta a verdade da conclusão, pode-se encontrar de forma contingente uma conclusão verdadeira, basta que a sentença declarativa que figura como conclusão seja uma sentença verdadeira.<br><br></div><div><br>E ainda podemos ter uma argumento inválido com todas as premissas e conclusões verdadeiras. Bastam que todas as sentenças declarativas do argumento sejam verdadeiras, mas o encadeamento lógico entre elas não faz qualquer sentido em termos garantir a verdade da conclusão, que é verdadeira apenas por contingência, não por necessidade.<br><br></div><div><br>Tome-se uma argumento dedutivo válido (encadeamento lógico correto entre premissas e conclusão) na forma de um silogismo clássico (premissa maior, premissa menor, conclusão). Caso as duas premissas sejam verdadeiras, necessariamente a conclusão será verdadeira.<br><br></div><div><br>Mas se trocarmos de lugar a conclusão e a premissa menor, temos uma experiência interessante: o argumento torna-se inválido (a verdade das premissas não garante mais a verdade da conclusão), mas continua com todas as suas sentenças verdadeiras, o que mostra que se pode ter um argumento totalmente inválido, mas verdadeiro<br><br></div><div><br>Também podemos ter um argumento válido (encadeamento lógico correto, silogismo perfeito) cuja conclusão não seja necessariamente verdadeira (pode ser verdadeira ou falsa, e se for verdadeira não o é por necessidade), basta que uma das premissas seja falsa, lembrando que se todas as premissas de um argumento válido forem falsas isso não garante conclusão falsa, ou seja, a recíproca da premissa-verdadeira/conclusão-verdadeira não se verifica para premissa-falsa/conclusão-falsa.<br><br></div><div><br>Em função disso, as frases que apresentam um argumento são referidas como sendo verdadeiras ou falsas, e em consequência, são válidas ou são inválidas.<br><br></div><div><br>Alguns autores referem-se à conclusão das premissas usando os termos declaração, frase, afirmação ou proposição.<br><br></div><div><br>A razão para a preocupação com a verdade é <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ontol%C3%B3gica">ontológica</a> quanto ao significado dos termos (proposições) em particular. Seja qual termo for utilizado, toda premissa, bem como a conclusão, deve ser capaz de ser apenas verdadeira ou falsa e nada mais: elas devem ser <em>truthbearers</em> ("portadores de verdade", em português).<br><br>Disponível em: &lt;https://pt.wikipedia.org/wiki/Argumento#:~:text=Na%20l%C3%B3gica%20e%20na%20filosofia,frase%20declarativa%20conhecida%20como%20conclus%C3%A3o.&gt; Acesso em 08/08/2022<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-08 20:45:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>edneiaangelicagomes</author>
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         <description><![CDATA[<div>O silogismo é a estrutura básica de um argumento ou um raciocínio dedutivo, o qual é formado por três proposições que estão interligadas.<br><br></div><div>Na filosofia, o silogismo é parte integrante da lógica aristotélica e está baseado na dedução. Ou seja, parte de afirmações verdadeiras para uma nova afirmação também verdadeira.<br><br></div><div>Aristóteles (384 a.C.-322 a.C.) utilizou esse método nos estudos da argumentação lógica.<br><br></div><div>A teoria do silogismo foi apresentada por ele na sua obra “<em>Analytica Priora</em>” (Analíticos Anteriores).<br><br>Disponível em: &lt;https://www.todamateria.com.br/silogismo/&gt; Acesso em 08/08/2022</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-08 20:47:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>edneiaangelicagomes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma falácia lógica é uma afirmação que pode parecer à primeira vista verdadeira, mas, depois de aplicar as regras da lógica, não é. Falácias lógicas muitas vezes podem ser tentativas de enganar as pessoas e fazê-las acreditar em algo que não é necessariamente verdade.<br><br>Se você usa uma falácia lógica, desacredita-se ao parecer desonesto ou tolo. Você não quer ser vítima de uma falácia lógica, pois as conclusões falsas podem fazer com que você tome decisões que você mais tarde se arrepende.<br><br>Defender-se de falácias lógicas requer estar ciente dos tipos mais comuns e saber como evitá-los. Nós vamos olhar para alguns destes próximos.<br><br>Disponível em: &lt;https://www.fm2s.com.br/o-que-sao-falacias-logicas-o-que-fazer-para-evita-las/&gt; Acesso em 08/08/2022</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-08 20:49:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>edneiaangelicagomes</author>
         <link>https://padlet.com/edneiaangelicagomes/xr6uqorr09bcdgfa/wish/2256933568</link>
         <description><![CDATA[<div>Inferência é a ação e o efeito de inferir (deduzir algo, tirar uma conclusão de outra coisa, conduzir a um resultado). A inferência surge a partir de uma avaliação mental entre distintas expressões que, ao serem relacionadas como abstrações, permitem traçar uma implicação lógica.<br><br><br>Ao partirmos de hipóteses ou argumentos, é possível inferirmos uma conclusão (podendo ser verdadeira ou falsa). Por exemplo: “Ainda não recebi a confirmação oficial por parte da empresa, aquilo que te digo é apenas uma inferência minha”, “Cada vez que joga a seleção, a Mariana falta ao trabalho: a minha inferência é que, amanhã, vamos estar sozinhos no escritório”, “Não nos podemos guiar por inferências. Temos, sim, de aguardar que os factos sejam confirmados antes de tomarmos uma decisão”.<br><br>O silogismo é uma forma essencial de inferência. Trata-se de uma forma de raciocínio dedutivo formada por duas proposições (premissas) e uma conclusão. Esta conclusão é a inferência que se deduz necessariamente das duas premissas.<br><br><br>A veracidade da conclusão dependerá das regras que regulam a relação entre as premissas comparadas. A garantia de verdade do novo juízo é a lógica, que deverá estabelecer distintas classificações das premissas.<br><br>Nem todas as inferências oferecem conclusões verdadeiras. É possível afirmar que todos os cães são animais peludos de quatro patas, mas não se pode inferir que todos os animais peludos que tenham quatro patas sejam cães.<br><br>Um exemplo de inferência que oferece uma conclusão verdadeira seria: “todos os homens possuem olhos, sendo que Pedro é um homem, por tanto, Pedro é um homem”. A esse processo conhecemos como processo dedutivo, onde, a partir de uma informação chegamos a uma dedução.<br><br>Vejamos outros exemplos onde temos premissas falsas que podem levar a uma conclusão falsa, por exemplo: “todas as roupas são de seda, uma toalha é de seda, logo uma toalha é uma roupa”.<br><br>Cabe aqui dizer que podemos ter inferências válidas ainda que as premissas usadas sejam falsas e que também podemos uma inferência falsa mesmo que as premissas sejam verdadeiras.<br><br>Aqui um exemplo com forma falsa e que leva a uma conclusão falsa: “todas as pessoas altas tocam guitarra, como Marcelo é alto, então Marcelo é um guitarrista”.<br><br>Temos também aquela que é conhecida como inferência imediata, a qual se traduz numa conclusão obtida por meio de apenas uma proposição ou mesmo afirmação. Um exemplo dela seria: “todos os pássaros tem asas”, sendo assim, temos a inferência imediata de que não existem pássaros sem asas.<br><br>Esse tipo de inferência é direta, logo, se tivermos um outro enunciado como: “nem todos os pássaros tem asas”, logo podemos concluir que ele se trata de algo falso. E isso nos ajuda a identificar quando uma preposição não é verdadeira, ou seja, se a primeira preposição é verdadeira, então a segunda (nesse exemplo) se torna automaticamente falsa.<br><br>Algumas palavras usadas como sinônimo de inferência são: consequência, conclusão, implicação, entre outras.<br><br><br>As inferências costumam produzir-se a partir de uma análise de características e de probabilidades. Se alguém fizer referencia a um animal de quatro patas, peludo e que abana a cauda, pode-se inferir que o mais certo é que se esteja a referir a um cão.<br><br>Disponível em: &lt;https://conceito.de/inferencia&gt; Acesso em 08/08/2022</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-08 20:52:19 UTC</pubDate>
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