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      <title>Computação e sociedade  by Debora Mitsue Okada</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-03-26 22:02:16 UTC</pubDate>
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         <title>Cap 1.</title>
         <author>deboraokada020_</author>
         <link>https://padlet.com/deboraokada020_/xr2schienkvpkpkd/wish/2958915057</link>
         <description><![CDATA[<p>Computação e Multidiscipliniaridade</p><p>    A presença de um disciplina de outras áreas em um curso não garante a multidiscipliniaridade.</p><p>   Relações entre as disciplinas:</p><ul><li><p>Multidiscipliniaridade: ex. disciplinas de Negócios, Engenharia e Matemática podem ser disciplinas específicas de cursos de Computação compartilhadas com outras áreas, mas não há cooperação;</p></li><li><p>Pluridisciplinaridade: surge quando existem os primeiros sinais de cooperação, isso pode tomar a forma de acordos bilaterais simples sobre o uso de instalações de computadores ou permissão para substituir o curso introdutório de programação de computadores por outros cursos de aplicações da Computação em outras áreas;</p></li><li><p>Transdisciplinaridade: surge quando os princípios e práticas de uma disciplina são aplicados a outras disciplinas. Isso pode acontecer com o exemplo da educação em Ciência da Computação em outras disciplinas, mas isso depende das personalidades dos indivíduos e de como distribuir Ciência da Computação em todas as disciplinas envolvidas;</p></li><li><p>Interdisciplinaridade: é distinto porque não há apenas cooperação, mas também coordenação. A coordenação é guiada por um senso de propósito, um objetivo unificador. A oferta eficaz e eficiente da educação em Ciência da Computação é um objetivo unificador que pode fundamentar uma abordagem interdisciplinar.</p></li></ul><p><br/></p><p>Uma das disciplinas presentes na área da computação é linguas estrangeiras, habilidade em se comunicar em grupo e empreendedorismo, este último por estar ligado a inovação;</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Os níveis de formação</p><p><br/></p><p>• Level 0 - Pre-primary education </p><p>• Level 1 - Primary education or first stage of basic education </p><p>• Level 2 - Lower secondary or second stage of basic education </p><p>• Level 3 - (Upper) secondary education </p><p>• Level 4 - Post-secondary non-tertiary education </p><p>• Level 5 - First stage of tertiary education </p><p>• Level 6 - Second stage of tertiary education </p><p><br/></p><p><br/></p><p>Educação superior - Educação terciária, ISCED 5A</p><p>  Duração mínima de 3 anos em tempo integral, não exclusivos de universidades. Nem todos os programas reconhecidos nacionalmente cumprem os critérios para ser classificados como terciários tipo A.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Programas educacionais vocacionais avançados - Terciários tipo B, ISCED 5B</p><p>  Duração mínima de dois anos, mais curtos que o Tipo A, voltados a prática, tecnica e ocupacional.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Qualificação avançada de pesquisa - ISCED 6</p><p>  Título de qualificação em pesquisa avançada, como doutorado. Duração de 3 anos. Dedicados a estudo avançado e pesquisa original.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Programas educacionais pós-secundários não terciários - ISCED 4</p><p>Estes programas se sobrepõem à fronteira entre o secundário superior e a educação pós-secundária na definição internacional.Apesar do seu conteúdo não ser significativamente mais avançado do que os programas secundários superio27 res, eles servem para ampliar o conhecimento adquirido pelos participantes no secundário superior. Os estudantes matriculados tendem a ser mais velhos do que os matriculados no nível secundário superior.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Ensino superior no Brasil</p><p><br/></p><p>Graduação: Um curso de graduação deve apresentar conhecimentos, técnicas e metodologias específicos a uma determinada área de conhecimento. Espera-se que os alunos, ao final do curso, estejam atualizados em sua área profissional e sejam capazes de aplicar os conhecimentos adquiridos em problemas reais.</p><p><br/></p><p>Extensão: O objetivo de um curso de extensão é o de atualizar os alunos em uma área bem limitada e específica do conhecimento. Não é feita nenhuma restrição formal ao nível prévio de formação regular. Usualmente as universidades oferecem tais cursos como atividades extracurriculares.</p><p><br/></p><p>Especialização: tem por objetivo atualizar portadores de diploma de cursos de graduação em uma área restrita do conhecimento. Espera-se que o aluno, ao concluir a especialização, tenha revisado os conhecimentos básicos da área e atingido o nível de conhecimento atual. Um curso de especialização precisa ter, ao menos, 360 horas de aula e o aluno deve apresentar um trabalho de conclusão ou monografia de acordo com a regulamentação do MEC.</p><p><br/></p><p>MBA: Mestrado em Administração de Negócios. É considerado uma especialização. As especializações não se submetem à avaliação sistemática da CAPES. Este curso é semelhante ao mestrado acadêmico, mas orientado ao estudo de casos práticos. Destina-se a profissionais que atuam em empresas e que manterão suas atividades durante o curso. Em princípio é um curso terminal e, apesar de ser possível a continuação dos estudos, caso seu interesse seja prosseguir em direção à obtenção de um título de Doutor, é aconselhável a realização de um Mestrado</p><p><br/></p><p>Mestrado: O mestrado acadêmico tem por objetivo alavancar o aluno na pesquisa. Este trabalho caracteriza-se pela busca de referências, métodos e tecnologias atuais e sua aplicação de forma criativa e inovadora. Preparação para a pesquisa e deve ser encarado como uma etapa em direção ao doutorado</p><p><br/></p><p>Doutorado: No doutorado espera-se que o aluno adquira capacidade de pesquisa independente e criativa.Esta capacidade deve ser demonstrada pela criação de novo conhecimento.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>EaD</p><p>Considera-se Educação a Distância (EaD) qualquer forma de execução de atividades de ensino sem que haja a proximidade física e que a comunicação entre o professor e os estudantes seja realizada por meio de algum artefato intermediário tais como: cartas, textos impressos, televisão, telefonia ou ambientes computacionais.</p><p><br/></p><p>Pós- Graduação</p><p>A organização da pós-graduação deve ser baseada nos seguintes elementos e condicionantes: </p><p>• A constante adequação do sistema de formação de recursos humanos pós-graduados no Brasil constitui-se em prioridade para aperfeiçoar a inserção das instituições brasileiras no contexto mundial, estimulando uma cooperação mais estreita destas instituições com as congêneres de outros países; </p><p>• A organização da pós-graduação deve ser entendida como elemento potencializador da aceleração e capacitação do sistema de formação de recursos humanos nas diferentes áreas e níveis de conhecimento; </p><p>• Caracteriza-se a necessidade de criação de novos conhecimentos sob a forma de pesquisa científica, artística ou tecnológica como a base da pós-graduação;</p><p>• É essencial deixar claro que a pós-graduação não deve ser entendida como elemento complementar atuando como prestadora de serviços especializados; </p><p>• A efetiva participação de instituições do setor não acadêmico, com demanda de recursos humanos qualificados através da pós-graduação, depende do estímulo proposto através de política nacional de desenvolvimento. Este estímulo pode ser materializado via políticas fiscais e de incentivo à formação de recursos humanos, entre outras; </p><p>• Com relação à qualificação docente por meio da pós-graduação, devem ser estabelecidas pelas IES (Instituições de Ensino Superior) delimitação de responsabilidades e tarefas associadas a cada nível do plano de carreira, critérios com relação às políticas de admissão através de concursos e incentivos quanto à remuneração.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-17 17:16:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cap 2. A evolução da formação do profissional em computação na pós-graduação</title>
         <author>deboraokada020_</author>
         <link>https://padlet.com/deboraokada020_/xr2schienkvpkpkd/wish/2961448111</link>
         <description><![CDATA[<p>Na primeira fase, programas de pós-graduação tinham que capacitar professores de ensino superior que ofereciam cursos na área da computação.</p><p> </p><p>A Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) contavam com um programa específico de capacitação, o Programa Institucional de Capacitação Docente (PICD). Esse programa possibilitou a formação de um grande contin44 gente de mestres e doutores na computação, além de proporcionar a fixação de recursos humanos qualificados nas instituições emergentes. Posteriormente, esses novos doutores deram início à criação de novos programas de mestrado fora dos centros consolidados.</p><p><br/></p><p>Projeto Desenvolvimento Estratégico em Informática (DESI) em 1991/1992. Dentro desse projeto teve início o programa Temático Multi-Institucional em Ciência da Computação (PROTEM-CC), a Rede Nacional de Pesquisa (RNP) e o Programa SOFTEX. Esses programas possibilitaram a integração dos vários centros de computação no Brasil, além de estimular a parceria dos principais centros com grupos emergentes</p><p><br/></p><p>Além desse programa, outros programas como Programa de Excelência (PRONEX) e os Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT) ajudaram na consolidação da área.</p><p><br/></p><p>Mais especificamente na CAPES, a criação de Mestrados e Doutorados Interinstitucionais viabilizou a capacitação de docentes mais rapidamente, possibilitando com esses programas o trabalho colaborativo entre os centros consolidados e os grupos emergentes.</p><p><br/></p><p>Uma outra estratégia que tem ampliado a colaboração entre programas de pós-graduação é o PROCAD. Esse programa possibilita que um centro consolidado estimule o desenvolvimento de centros emergentes, promovendo a mobilidade de alunos e docentes desses programas.</p><p><br/></p><p>Além disso existe também o doutorado sanduíche que possibilita que alunos de doutorado trabalhem por um período no exterior. Existe também o pós-Doutoramento que ajuda nos laços de pesquisadores no Brasil com o exterior.</p><p><br/></p><p>Hoje a Área conta com 16 programas nos níveis (5, 6 e 7). Os programas nível 7 fazem parte dos primeiros programas que foram criados nas décadas de 70 a 90. Esses programas possuem uma produção científica expressiva em praticamente todas as subáreas da computação. Os programas nível 5 são programas jovens, em torno de 20 anos de criação.</p><p><br/></p><p>Primeiros computadores desenvolvidos no Brasil foram, em muitos casos, TCC. Ex: ITA 1, Zezinho e Pato Feio.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-19 05:42:27 UTC</pubDate>
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         <title>Vol.2 Cap9 - Impacto social das novas tecnologias</title>
         <author>deboraokada020_</author>
         <link>https://padlet.com/deboraokada020_/xr2schienkvpkpkd/wish/3023375121</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A internet surgiu durante a Guerra Fria para fins militares</li><li>Atualmente a internet é tão importante que que temos nomes como a "Era da informação", "Sociedade Digital" e "Era digital", para nos referirmos a sociedade atual</li><li>Negócios eletronicos, governo eletronico, são alguns que migraram para a internet.</li><li>Democratização de acesso a informação através da internet. Pessoas do mundo inteiro se conectam e compartilham informações umas com as outras, no entanto, com tanta liberdade, não a compromisso com a verdade e a existência de um paradoxo da relevância do ponto de vista de cada pessoa e o dinamismo da informação.</li><li>Por causa da alta exposição as informações, nem tudo que aparece na internet é a verdade de fato, como uma imagem modificada e replicada tantas vezes que passa a ser a verdade, ou propagandas que aparecem o tempo todo, ou até mesmo as recomendações de conteúdo que faz que haja uma diminuição de procura de idéias diferentes das nossas, apenas nos deparando a ideias parecidas com que a já temos.</li><li>A IA tem diversas aplicações, tais como, raciocinio baseado em casos, algoritmos genéticos, controle autônomo, robótica, sistemas especialistas, sistemas tutoriais inteligentes, redes neurais, sistemas baseados em agentes artificiais, chatbotse e migração de riscos.</li><li>Existem também consequências negativas ao uso da IA, como o desemprego, má distribuição da riqueza, alterações do comportamento humano, possíveis erros cometidos pelas máquinas autônomas, riscos das armas autônomas, incerteza sobre a IA superar a intêligencia humana e complicações na alteração entre humanos e robôs.</li></ul><div>Com o aumento da velocidade em transmitir informações, diversas informações são transmitidas por meio da internet, e por causa disso, hoje em dia somos bombardeados de informações diariamente. Essas informações no entanto, não tem filtro, por isso, mesmo que elas não sejam inteiramente verdade, eles estão disponíveis e o usuário que não tem consciência que aquela informação não é inteiramente verdade, ele vai colocar isso como uma verdade absoluta. Além disso, o bombardeamento de informações também consistem em propagandas que estão a todo momento e em todo lugar nos dias atuais.<br>A inteligência artificial é outro ponto importante na nossa sociedade atual, pois ela trás diversos benefícios, mas também questões sobre seu uso, pois ao mesmo tempo que ela pode ser boa, facilitando nossa vida, ela ainda pode acabar extinguindo diversos serviços hoje feito por humanos, deixando muitos desempregados, ela pode criar arte, mas e quanto aos artistas que tiveram suas artes usadas em seus bancos de dados, eles ganham em cima disso? Eles permitiram isso? Por essa e outras diversas questões, a IA é ainda precisa ser discutida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 15:11:58 UTC</pubDate>
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         <title>Vol.2 Capitulo 10 - Cultura na prática da computação: um desafio para o profissional da sociedade em rede</title>
         <author>deboraokada020_</author>
         <link>https://padlet.com/deboraokada020_/xr2schienkvpkpkd/wish/3030167876</link>
         <description><![CDATA[<p>Sociedade é referida como um conjunto heterogênio de humanos em conjunto com seus papéis instituições, capacidades biológicas, ideias, valores, cultura e formas de organização política e de trabalho.</p><p>Cultura é o subsistema ideacional dentro do sistema social;</p><p>Cultura pode ter vários níveis, como por exemplo, a cultura de um país que abrange uma grande quantidade de indivíduos, por isso é uma cultura mais "comum".</p><p>Com a chegada da tecnologia e da rápida troca de informações, o conceito de socieade em rede proposto, possui as seguintes características:</p><p>	-  A tecnologia age sobre a informação;</p><p>	-  A tecnologia molda a organização em sociedade;</p><p>	- Mesmo com as organizações, instituições e relações sociais sendo processos dinâmicos elas não destroem a estrutura interdependente de rede;</p><p>A cultura digital é um conjunto de práticas, técnicas, atitudes, valores, representações simbólicas e pensamento que se desenvolveram a partir da difusão das TICS;</p><p>Há uma necessidade de reflexão sobre as TICs e como isso afeta a nossa dimensão cultural, para isso diversas questões e reflexões são levantadas para a formação crítica dos profissionais que atual na área da tecnologia;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-17 16:08:43 UTC</pubDate>
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         <title>Vol.2 Capitulo 11 - As cidades do futuro e a computação</title>
         <author>deboraokada020_</author>
         <link>https://padlet.com/deboraokada020_/xr2schienkvpkpkd/wish/3037673819</link>
         <description><![CDATA[<p>Apesar de não existir uma definição que é universalmente aceita sobre cidade inteligente, pode se extrair uma lista de temas que estão presentes nas definições que são feitas: acessibilidade, bem-estar, comunidade, governança, habitabilidade, política, produtividade, prosperidade, sustentabilidade e tecnologia.</p><p>Para anthopoulos os seguintes domínios, fazem parte de uma cidade inteligente:</p><p>- Recursos</p><p>- Infraestrutura Urbana</p><p>- Modo de vida</p><p>- Governo</p><p>- Economia</p><p>- Coerência</p><p>Componentes das Cidades Inteligentes: </p><p>- Serviços Públicos: Transporte, segurança pública, serviços sociais e de saúde, resposta e gestão de emergência e cultura, turismo e recreação.</p><p>- Administração e Gerenciamento da Cidade.</p><p>- Arranjos institucionais.</p><p>- Governança, Engajamento e Colaboração.</p><p>- Capital Humano e Criatividade.</p><p>- Economia do Conhecimento e ambiente Pró-Negócios.</p><p>- Ambiente Construído e Infraestrutura da Cidade.</p><p>- Ambiente Natural e Sustentabilidade Ecológica.</p><p>- TICs e outras tecnologias.</p><p>- Dados e Informação.</p><p>Existem dois tipos de Cidades Inteligentes, aquelas que foram projetos construídos "do zero", como Songdo (Coréia do Sul), Masdar City (Emirados Árabes), PlanIT Valley (Portugal), e aquelas que "incorporaram" as tecnologias em suas rotinas, através de execução de projetos, como Centro de Operação do Rio - COR (Rio de Janeiro, Brasil) e Medellin (Colômbia).</p><p>Seis são as aplicações que uma Cidade Inteligente oferece: Segurança, saúde, água e gestão de resíduos, mobilidade, energia e desenvolvimento econômico.</p><p>Com relação as cidades inteligentes, por serem complexas, existem alguns documentos assinados pelo Brasil com relação a esta temática, como a Instituição do Programa Minha Cidade Inteligente(2016) que tem como objetivo de levar as cidades brasileiras uma rede de fibras óticas, para conectar órgãos públicos  e cidades à internet e com fim de modernizar a gestão municipal e uso dos serviços de governo, outro é a Consulta Pública para o Plano Nacional de Internet das coisas(2017) entre outros.</p><p>A tecnologia é a base da Cidade Inteligente, mas isso também significa que há uma revolução na sociedade que pode mudar a vida das pessoas que vivem nessas cidades e daquelas que nascem nelas, mas ainda que sejam mudanças boas, ainda podem ter coisas ruins, como a inclusão social, que pode acabar negligenciada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-25 15:08:21 UTC</pubDate>
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         <title>Vol. 2 Capitulo 12 - e Democracia</title>
         <author>deboraokada020_</author>
         <link>https://padlet.com/deboraokada020_/xr2schienkvpkpkd/wish/3042435406</link>
         <description><![CDATA[<p>A democracia é a participação popular no que se diz respeito as decisões governamentais.</p><p>Uso de TICs para aumentar a participação popular em decisões governamentais.</p><p>Para Shapiro(2018), internet e democracia pressupõe um acesso universal. Outros requisitos necessários para as TICs para aceitar a e democracia:</p><p>- Soberania da vontade popular;</p><p>- Igualdade de participação entre os cidadãos;</p><p>- Liberdade de expressão permitida dentro dos limites da lei;</p><p>- Transparência;</p><p>- Propriedade e privacidade de dados;</p><p>- Justiça e Responsabilização;</p><p>- Segurança dos dados;</p><p>- Segurança na participação;</p><p>e-Gov: é uma forma do governos usar as TICs para disponibilizar informações e serviços as sociedade.</p><p>e-Participação: é o engajamento dos cidadãos na governança do seu país possibilitadas pelas TICs.</p><p>e Democracia: oferece a oportunidade de criar novos processos e novos relacionamentos entre governantes e governados, abrir o governo para os cidadãos, ajudar a expor trabalhos internos, informações e serviços prestados pelo governo, reconhecer novos canais e formas de</p><p>divulgação de informações, fazer melhor uso das ferramentas como</p><p>meio de aumentar a consciência e participação dos cidadãos, e criar</p><p>capacidades operacionais que melhorem as operações e intercâmbios</p><p>dentro de e entre governos.</p><p>Com o envolvimento público nas questões governamentais, há o aumento da confiança pública nos processos decisórios e no compartilhamento das informações.</p><p>Há muitas aplicações, softwares e ferramentas para auxiliar a implantação de processos e-democráticos. Essas ferramentas de participação podem ser informativas, para discussão pública, consulta pública, e-petição, e-campanha, e-votação ou e-discurso.Quando informativas, podem ser para busca de informações/serviços ou ofertando informações/serviços. A interação pode</p><p>ser anônima ou identificada. As ferramentas podem estar atreladas</p><p>ao poder executivo, judiciário, legislativo ou aos cidadãos.</p><p>Há diversos desafios para o uso das TICs na democracia, tais como a tecnologia, organização, entre vários outros. As redes sociais permitem a formação de comunidades virtuais</p><p>(CV), as quais agregam valor às interações humanas na construção</p><p>de conhecimentos</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-01 14:31:24 UTC</pubDate>
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Vol. 2 Capitulo 13 -  Informática na educação</title>
         <author>deboraokada020_</author>
         <link>https://padlet.com/deboraokada020_/xr2schienkvpkpkd/wish/3042435641</link>
         <description><![CDATA[<p>Teorias de aprendizagem: </p><p>	- Behaviorismo:  tem embasamento positivista circunscrito em comportamentos</p><p>observáveis e que possam ser mensuráveis. Watson (1930) colocava que todo comportamento é um produto</p><p>da aprendizagem que foi gerado através de reflexos condicionados,</p><p>assim o ambiente era fator fundamental do aprendizado.</p><p>	- Construtivismo: As teorias construtivistas de ensino-aprendizagem percebe a</p><p>construção de novos conhecimentos a partir da adaptação de conhecimentos prévios a novas situações.</p><p>	- Cognitivismo: Diz Moreira (1982, p. 3) “a psicologia cognitiva preocupa-se com o processo de compreensão, transformação, armazenamento e utilização</p><p>das informações, envolvida no plano da cognição.” Para Moreira também, as aprendizagem significativa se refere a  um processo por meio do qual uma nova informação relaciona-se com um aspecto especificamente relevante da estrutura de conhecimento do indivíduo, ou seja, este processo envolve a interação da nova informação com uma estrutura de conhecimento específica, a qual Ausubel define como conceito subsunçor existentes na estrutura cognitiva do indivíduo.</p><p>	- Interacionalismo: propõe que nenhum conhecimento seja construído pelo indivíduo sozinho, mas que ocorra pelas interações da pessoa com o grupo. Sobre o aprendizado, Gomes diz: Vygotsky argumentou que o aprendizado não é necessariamente precedido do desenvolvimento de bases</p><p>psicológicas para tanto, mas se desenvolve em interação contínua; e que o aprendizado de um determinado assunto influencia o desenvolvimento do indivíduo além dos limites daquele assunto. Outro ponto para o qual Vygotsky chamou a atenção é o de que cada situação de aprendizagem pressupõe a existência de uma história. Assim o aluno entra na escola possuindo um conjunto de conhecimentos - não é uma “tabula rasa”.</p><p>	- Conectivismo: teoria da aprendizagem que reconhece que mudanças na sociedade da era digital são fatores determinantes para alterações nos ambientes instrucionais.</p><p>A informática na educação se iniciou pelo interesse dos educadores brasileiros e universidades motivados por algo que ja vinha ocorrendo na França e Estados Unidos.</p><p>Nas últimas décadas, o Brasil manteve políticas contínuas de fomento e manutenção de uma rede de emissoras de TV educativas. Apenas a Associação Brasileira das Emissoras Públicas, Educativas e</p><p>Culturais (ABEPEC), entidade brasileira de direito privado sem fins lucrativos, reúne 21 emissoras de televisão emissoras de caráter educativo e cultural.</p><p>O Ministério da Educação (MEC), em parceria com os governos estaduais e municipais, promoveu a utilização de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) em nossas escolas por meio do Programa</p><p>Nacional de Tecnologia Educacional (Proinfo Integrado) (BIELSCHO155 WSKY, 2009). Este programa foi realizado no âmbito do PDE – Plano Nacional de Desenvolvimento da Educação de 2007 (MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, 2007). O planejamento do Proinfo Integrado partiu de uma visão sistêmica da implantação de TICs nas escolas, e enfatiza-se o regime de parceria, envolvendo o MEC e as secretarias estaduais e municipais. Foram coordenadas ações para a implementação das TICs em escolas públicas, divididas em três grupos: infraestrutura, capacitação, e produção de conteúdos digitais.</p><p>Cada produto de software deve ser distribuído associado a uma declaração explícita, emitida por seu criador, dos direitos que lhe são outorgados (NUNES, 2013; NUNES et al., 2013). Esse conjunto de direitos compõem as licenças de uso. Há dois grandes grupos de produtos com relação aos tipos de licenças de uso: proprietários e livres.</p><p>A política pública mundial tem como desafio a formação de professores em detrimento de fortes investimentos em tecnologias.</p><p>Mudanças culturais vem acontecendo entre os estudantes, que difere do sistema educacional.Essas mudanças estão relacionadas às gírias e estilos das gerações anteriores, mas principalmente relacionadas a esta geração ter crescido com as novas tecnologias, os assim chamados de ‘nativos digitais’, o que não acontecia anteriormente (com os ‘imigrantes digitais’). Essas mudanças aumentam ainda mais a ruptura e interação entre os professores (nitidamente imigrantes digitais) e os estudantes. </p><p>Para tentar solucionar o problema, algumas tendências e alternativas são apontadas:Os Recursos Educacionais Abertos (REA) é movimento de comunidade internacional impulsionado pela Internet que tem como objetivo promover o acesso, uso e reuso de bens educacionais. Metodologias Ativas</p><p>de Aprendizagem, caracterizadas por um processo onde o foco principal está no estudante como agente principal responsável pela sua aprendizagem, comprometendo-se com seu aprendizado. Learning cities, aprendizado móvel, ubíquo e inteligente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-01 14:31:47 UTC</pubDate>
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         <title>Vol. 2 Capitulo 14 -  Sustentabilidade e computação</title>
         <author>deboraokada020_</author>
         <link>https://padlet.com/deboraokada020_/xr2schienkvpkpkd/wish/3042452645</link>
         <description><![CDATA[<p>Sustentabilidade é um termo que se refere à prática de consumir mas garantir que futuramente não falte nada, relacionado com soluções que não degradem o meio ambiente. A sustentabilidade está relacionada também a aspectos sociais e econômicos. Os aspectos</p><p>sociais estão relacionados com os direitos humanos, respeito às diferenças, e disseminação de valores que respaldem a continuidade da vida em sociedade nas gerações futuras. As questões econômicas, por sua vez, colocam o foco no desenvolvimento de soluções que sejam financeiramente viáveis, gerem lucro e apoiem a distribuição de renda.</p><p>Os três pilares da sustentabilidade são: social, ambiental e econômico.</p><p>Na computação há iniciativas como a TI verde, tendência voltada para a redução do impacto dos recursos tecnológicos no meio ambiente.</p><p>Casas inteligentes usam dispositivos que reaproveitam a agua ou usam energia limpa que não agride o meio ambiente. Dispositivos com selo Procel, indicam que aquele dispositivo é mais eficiente e que não gasta grandes quantidades de energia de forma desnecessária. As normas ISO também buscam por um desenvolvimento sustentável.</p><p>Para convidar a comunidade da computação em repensar suas práticas, para que sejam mais sustentáveis, o primeiro desafio da área foi lançado, chamado: “Futuro, Cidades Inteligentes</p><p>e Sustentabilidade”.</p><p>Há muitos softwares que ainda não seguem o "software verde" e por isso ainda há uma dificuldade para os softwares terem mais qualidades e serem sustentáveis. Três são as dimensões de sustentabilidade do software: sustentabilidade humana, sustentabilidade econômica e sustentabilidade ambiental. Além das três dimensões conhecidas, Calero et al. (2017) relatam que a TI neste contexto pode ser dividida em Verde Por e Verde No Software, e que tal classificação depende do papel específico que o</p><p>software desempenha.</p><p>A Sustentabilidade no design são trabalhos com enfoque em questões sociais, econômicas e ambientais aplicadas na concepção, desenvolvimento e práticas de avaliação da IHC. </p><p>Para avaliar se a solução computacional é sustentável, algumas diretrizes são seguidas pelos profissionais, sendo elas divididas entre os pilares sociais, ambientais e econômicos.</p><p>Pilar Social: </p><p>	- Incentivar o comportamento ético e o respeito aos seres-humanos;</p><p>	- Criar interface de usuário acessíveis;</p><p>	- Reduzir incidentes que impliquem em responsabilidade civil;</p><p>Pilar Ambiental:</p><p>	- Utilizar-se de energias consideradas “limpas”;</p><p>	- Escolher materiais adequados na confecção das soluções computacionais;</p><p>	- Reduzir emissão de gases na atmosfera;</p><p>Pilar Econômico:</p><p>	- Aprimorar o controle de custos e ter práticas leais de operação;</p><p>	- Estabelecer políticas de salários justos compatíveis com o mercado de TI;</p><p>	- Melhorar relação das empresas de tecnologia com o governo;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-01 15:00:08 UTC</pubDate>
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         <title>Vol.2 Capitulo 15 - Acessibilidade</title>
         <author>deboraokada020_</author>
         <link>https://padlet.com/deboraokada020_/xr2schienkvpkpkd/wish/3042513117</link>
         <description><![CDATA[<p>Conceito de Acessibilidade está ligado ao conceito de deficiência.</p><p>De acordo com a OMS, a deficiência se define como:</p><p>A deficiência faz parte da condição humana. Quase todas as pessoas terão uma deficiência temporária ou permanente em algum momento de suas vidas, e aqueles que sobreviverem ao envelhecimento enfrentarão dificuldades cada vez maiores com a funcionalidade de seus corpos. (OMS, 2012)</p><p>Atualmente, deficiência se define como a pessoa que tem impedimentos a longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com diversas barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdades de condições com as demais pessoas.</p><p>Acessibilidade é uma conquista da luta de pessoas com deficiência por seus direitos. Acessibilidade é tão importante para o exercício dos direitos da pessoa com deficiência quanto a não-discriminação e a igualdade das oportunidades. De acordo com a legislação brasileira a acessibilidade se define como: a possibilidade e condição de alcance para utilização,</p><p>com segurança e autonomia, de espaços, mobiliários,</p><p>equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e</p><p>tecnologias, bem como de outros serviços e instalações abertos ao público, de uso público ou privados de uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida. (BRASIL, 2015)</p><p>Há dois aspectos da acessibilidade que são destacados: artefato produzido por design e utilização com segurança e autonomia.</p><p>A primeira Lei brasileira que trata do tema de acessibilidade é a lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida e dá outras providências. Sua regulamentação pelo Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004 (BRASIL, 2004) teve um importante impacto na acessibilidade digital, por identificar a existência de barreiras nas comunicações e informações,</p><p>reconhecendo que o espaço digital também precisava ser acessível.</p><p>Lei Brasileira de Inclusão (LBI) estabeleceu medidas no sentido de adaptar o ordenamento jurídico brasileiro às disposições da Convenção da ONU. Entre outras providências, a lei garantiu a capacidade civil às pessoas com deficiência (por exemplo, de decidirem por si se casarem e terem filhos);</p><p>No LBI existem as seguintes barreiras:</p><p> - Urbanística, são aquelas existentes nas vias e nos espaços públicos e privados abertos ao público ou de uso coletivo.</p><p> - Transportes, as que existem nos meios de transportes.</p><p> - Atitudianas, atitudes ou comportamentos que impeçam ou prejudiquem a participação social da pessoa com deficiência em igualdade de condições e oportunidades com as demais pessoas.</p><p> - Comunicações e na informação, “qualquer entrave, obstáculo, atitude ou comportamento que dificulte ou impossibilite a expressão ou o recebimento de mensagens e de informações por intermédio de sistemas de comunicação e de tecnologia da informação.</p><p> - Tecnológicas, dificultam ou impedem o acesso da pessoa com deficiência às tecnologias.</p><p>Para se remover essas barreiras usam duas estratégias, o design universal, concepção de produtos, ambientes, programas e serviços a serem usados por todas as pessoas, sem necessidade de adaptação ou de projeto específico, incluindo os recursos de tecnologia assistiva e a personalização, o design é adaptável às características dos indivíduos e assim, manifesta-se diferentemente ao reconhecerem o usuário e suas características.</p><p>Para WAI, acessibilidade na web significa que pessoas com deficiência consigam perceber, compreender, navegar, interagir e contribuir com a Web.</p><p>Quanto a dispositivos móveis, apesar de seu constante avanço é necessário que ele seja capaz de ser usado por todas as pessoas, sendo as com diferentes tipos de deficiência, exigindo diferentes aproximações, para com o aparelho.</p><p>A tecnologia assistiva (TA), se refere a produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que promovem a funcionalidade relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida, visando, então, sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-01 16:55:06 UTC</pubDate>
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         <title>Vol. 2 Capitulo 16 - Lixo eletrônico: consequências e possibilidades sustentáveis</title>
         <author>deboraokada020_</author>
         <link>https://padlet.com/deboraokada020_/xr2schienkvpkpkd/wish/3042518247</link>
         <description><![CDATA[<p>Lixo eletrônico, segundo a Step Initiative (2014) se refere a todos os itens de equipamentos eletroeletrônicos (e suas peças), descartados por seus proprietários como resíduos sem a intenção de reutilização. </p><p>Um dos problemas que existem quanto ao lixo eletrônico é sua eliminação, pois esta é uma das formas de poluição que mais crescem no mundo. Já que seus componentes podem ser muito tóxicos para a natureza.</p><p>Agência Internacional de Pesquisa do Câncer têm uma classificação para substâncias carcinogênicas ou capacidades de provocar câncer no organismo:</p><p>- Grupo 1 - Carcinogênico para humanos;</p><p>- Grupo 2A - Provável carcinogênico;</p><p>- Grupo 2B - Possível carcinogênico;</p><p>- Grupo 3 - Não classificável como carcinogênico;</p><p>- Grupo 4 - Provável não carcinogênico.</p><p>Para resolver este problema, existem algumas alternativas, sendo elas a reciclagem, doação, novas funções e logística reversa.</p><p>Sendo a reciclagem uma das melhores, ela tem 3 passos: coleta, desmontagem/pré-processamento e refinação, que pode ser dividida em cinco etapas: coleta do material, desmontagem e separação dos componentes, moagem, armazenamento e destinação.</p><p>Logística reversa, consiste em devolver o produto ao fabricante para que ele dê um fim correto à esse produto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-01 17:08:31 UTC</pubDate>
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         <title>Vol.3 Capitulo 17 - Direitos Autorais, Licenças e patentes</title>
         <author>deboraokada020_</author>
         <link>https://padlet.com/deboraokada020_/xr2schienkvpkpkd/wish/3042598087</link>
         <description><![CDATA[<p>Direito autoral, garantia que a exploração comercial da obra dependia da autorização do criador.</p><p>Patente, incentiva o inventor a publicar os detalhes do seu invento em troca do direito exclusivo de explorá-lo.</p><p>Direitos autorais e patentes tem um limite de tempo, depois disso eles entram em domínio público, varia de país para país este tempo.</p><p>O objetivo das leis de direitos autorais é proteger os direitos do autor e, portanto, é preciso definir (1) quais são esses direitos e (2) a quais tipos de obras a proteção se refere. Nos dois aspectos, a legislação é bastante abrangente:</p><p>Direitos patrimoniais: cabe ao autor o direito exclusivo de utilizar, fruir e dispor da obra literária, artística ou científica.</p><p>Ao que é protegido: “são obras intelectuais protegidas as criações do espírito, expressas por qualquer meio ou fixadas em qualquer suporte.</p><p>A licença é a permissão de uso: o autor permite ao licenciado fazer algum uso específico da obra</p><p>como, por exemplo, exibir um filme em um único cinema durante um período limitado de tempo.</p><p>A cessão é similar a uma venda: o autor transfere os direitos patrimoniais sobre sua obra para outra pessoa de forma definitiva. A maioria dos contratos para a exploração da obra são acordos de licenciamento parcial e exclusivo.</p><p>Mesmo que na internet seja possível ver muitos códigos ou trechos sem referência ao autor,sejam tratados como livres, na verdade seu uso é ilegal. Os termos de licenciamento podem ser negociados entre o autor e o licenciado, mas isso não é frequente.</p><p>Existem alguns tipos de licença, venda de cópias, onde o comprador compra uma cópia física do programa, contrato de assinatura, onde se paga um valor mensal ou anual para usar o programa, outro modelo é a distribuição gratuita mas pedindo que o usuário pague caso o usuário ache o programa útil. Outro muito comum é aqueles que incluem anúncios, ou existem aqueles que só tem metade da funcionalidade do programa de forma gratuita. Por fim, tem aqueles que é gratuito mas pedem a coleta de informações pessoais.</p><p>Existem o software livre, que os termos de licenciamento não impõem nenhuma restrição ao seu uso e impõem muitas poucas restrições à sua redistribuição, inclusive com modificações.</p><p>Licença livre não pode discriminar qualquer pessoa ou grupo de pessoas nem o uso para um campo de trabalho específico, e deve permitir a criação de versões modificadas e trabalhos derivados.</p><p>Creative Commons é uma família de licenças que são diferentes entre si.</p><p>Um dos problemas dos direitos autorais é seu tempo de proteção que aumenta cada vez mais, o que acaba ultrapassando o tempo de validade daquela obra, mais especificamente na parte tecnológica.</p><p>Quanto as patentes existem quatro problemas principais:</p><p>- Em muitos casos a patente não é um invento totalmente original, dependendo de outras patentes.</p><p>- O mecanismo depende de um órgão governamental e seus técnicos para avaliar as patentes, isso pode custar muito e demorar anos.</p><p> - Há muitos incentivos para as empresas e países aumentarem o número de patentes, fazendo com que muitas sejam irrelevantes.</p><p> - Assim como os direitos autorais o tempo de proteção vem aumentando cada vez mais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-01 20:32:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vol.3 Capitulo 18 - Software Livre</title>
         <author>deboraokada020_</author>
         <link>https://padlet.com/deboraokada020_/xr2schienkvpkpkd/wish/3042601572</link>
         <description><![CDATA[<p>Para ser considerado software livre, um projeto de software precisa ser licenciado por (pelo menos) uma licença reconhecida por uma entidade promotora, como por exemplo a Open Source Initiative (OSI), assim evita-se a proliferação de licenças que são incompatíveis. </p><p>Um software livre, permite que as pessoas possam fazer alterações no código do programa e acrescentar mais coisas, assim, eles contribuem com o software fazendo suas próprias modificações e depois disponibilizando-as. As pessoas costumam participar disso com o objetivo de aprender.</p><p>Existem muitos tipos de contribuição além do código fonte, como traduzir  a documentação ou fazer um relatórios de erros. A ideia de software livre está ligada à forma de compartilhar e utilizar conhecimento, formando uma comunidade em torno de um produto que pode ser consumido livremente. </p><p>Pode-se resumir esse benefício como democratização do conhecimento, que pode ser visto como base para todos os outros benefícios do software livre.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-01 20:43:11 UTC</pubDate>
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