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      <title>Portefólio de Literatura Portuguesa by Laura Pereira</title>
      <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9</link>
      <description>Laura Pereira
10ºF</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-09-19 15:52:34 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/283504617</link>
         <description><![CDATA[<div>Chamo-me Laura, tenho 15 anos, vivo numa aldeia perto de Beja, chamada Albernoa.<br><br></div><div>A minha aparência não é algo que me agrada, mas é ela que me torna única.<br><br></div><div>Os meus olhos são castanhos terra, o meu cabelo é curto e liso,e a minha pele é bem clarinha.<br><br></div><div>Sou uma pessoa alegre, extrovertida, por vezes até demais, e não me importo muito com o que os outros pensam de mim.<br><br></div><div>Os meus tempos livres costumam ser bem livres,quando digo isto não tenho a inteção de parecer uma pessoa desinteressante, até porque gostaria de fazer muita coisa que, infelizmente no local onde moro,não é possivel.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-19 15:58:15 UTC</pubDate>
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         <title>Todas as cartas de amor...</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/283515388</link>
         <description><![CDATA[<div>Todas as cartas de amor…<br>Todas as cartas de amor são<br>Ridículas.<br>Não seriam cartas de amor se não fossem<br>Ridículas.<br><br>Também escrevi em meu tempo cartas de amor,<br>Como as outras,<br>Ridículas.<br><br>As cartas de amor, se há amor,<br>Têm de ser<br>Ridículas.<br><br>Mas, afinal,<br>Só as criaturas que nunca escreveram<br>Cartas de amor<br>É que são<br>Ridículas.<br><br>Quem me dera no tempo em que escrevia<br>Sem dar por isso<br>Cartas de amor<br>Ridículas.<br><br>A verdade é que hoje<br>As minhas memórias<br>Dessas cartas de amor<br>É que são<br>Ridículas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-09-19 16:16:11 UTC</pubDate>
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         <title>Portefólio</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Portefólio: </em></strong><em> Um portefólio deverá constituir “uma coleção significativa dos trabalhos do seu autor que ilustram os seus esforços, os seus progressos e as suas realizações”<br>Ao contrário de uma mera compilação de trabalhos, o portefólio visa testemunhar o processo de aprendizagem do seu autor, reunindo elementos que evidenciem a forma como esse processo decorreu.<br></em><br></div><div><em> Elementos a incluir:<br></em><br></div><div>·  <em>Elementos de apresentação do aluno;</em></div><div>. <em>Autobiografia do autor;</em></div><div>·  <em>Critérios de avaliação;</em></div><div>·  <em>Projetos de leitura e escrita;</em></div><div>·  <em>Lista dos textos lidos e trabalhados;</em></div><div>·  <em>Justificação da seleção realizada;</em></div><div>·  <em>Textos de opinião criados sobre a importância e interesse dos textos/obras lidos;</em></div><div>·   <em>Poema criado como resposta criativa a um poema lido;</em></div><div>·   <em>Textos produzidos;</em></div><div>·   <em>Fichas de leitura de obras lidas;</em></div><div>·  <em>Relatórios(de trabalhos práticos, de projetos,de investigações…);</em></div><div>·   <em>Trabalhos diversos;</em></div><div>·   <em>Antologia de poemas;</em></div><div>·  <em>Coleção de fotografias associadas a um texto/obras lido(a) e o registo da razão dessa associação;</em></div><div>·  <em>Registos áudio,vídeo ou software com informações diversas;</em></div><div>·  <em>Fichas de avaliação e de trabalho;</em></div><div>·  <em>Elementos de auto e coavaliação;</em></div><div>.  <em>Textos de reflexão(do aluno, do professor ou do encarregado e educação) sobre o trabalho desenvolvido;</em></div><div>·  <em>Outros documentos/materiais considerados pertinentes e importantes pelo aluno e/ou professor.</em></div><div><em> <br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-02 14:43:04 UTC</pubDate>
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         <title>Poesia Trovadoresca</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>A poesia trovadoresca floresce em Portugal e na Galiza, em Castela, Leão e Aragão, desde finais do século XII até meados do século XIV. O idioma usado por excelência é o galego-português (dialeto falado na Galiza, a norte de Portugal)<br><br> Adaptado de <a href="http://www.japassei.pt/artigo.aspx?lang=pt&amp;id_object=7656">http://www.japassei.pt/artigo.aspx?lang=pt&amp;id_object=7656</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-02 14:50:17 UTC</pubDate>
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         <title>Difusores da Poesia Trovadoresca</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/288174333</link>
         <description><![CDATA[<div>Trovador – compositor (quase sempre fidalgo) da poesia e da música.</div><div> <br>Jogral – executor (geralmente de baixa condição) que vivia do lucro desta arte de cantar </div><div><br></div><div>Soldadeira ou Jogralesa – cantadeira ou dançarina, a soldo, que acompanhava o jogral (era, muitas vezes, de moral duvidosa).</div><div><br></div><div>Segrel – cavaleiro-trovador que andava de corte em corte (era de baixa estirpe e fazia-se acompanhar de um jogral ou substituía-o).</div><div><br></div><div>Menestrel – era, no século XIII, um músico-poeta (por vezes confundia-se com o jogral, só que vivia sob a proteção de um nobre e andava de corte em corte).<br><br>Adaptado de <a href="https://sentirportugus.blogspot.com/2014/09/poesia-trovadoresca-consideracoes-gerais.html">https://sentirportugus.blogspot.com/2014/09/poesia-trovadoresca-consideracoes-gerais.html</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-02 15:00:36 UTC</pubDate>
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         <title>Cancioneiros da Poesia trovadoresca</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong> Cancioneiro da Ajuda: </strong>é assim chamado por ter sido encontrado na Biblioteca do Palácio da Ajuda, em Lisboa. É o mais antigo dos cancioneiros conhecidos.<br><br><strong>• Cancioneiro da Vaticana:</strong> o seu nome deve-se ao facto de ter sido encontrado na Biblioteca do Vaticano. <br><br><strong>• Cancioneiro da Biblioteca Nacional:</strong> atualmente encontra-se na Biblioteca Nacional de Lisboa. É uma cópia italiana de manuscritos anteriores e pertenceu a um humanista italiano.<br><br>Adaptado de <a href="https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/direito/os-cancioneiros-literatura-portuguesa/32159">https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/direito/os-cancioneiros-literatura-portuguesa/32159</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-02 15:06:42 UTC</pubDate>
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         <title>Contextualização da Idade Média</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando falamos em Idade Média, é quase impossível não lembrar daquela antiga definição que costuma designar este período histórico como sendo a “idade das trevas”. Geralmente, este tipo de conceituação pretende atrelar uma perspectiva negativista ao tempo medieval, como sendo uma experiência de pouco valor e que em nada pôde acrescer ao “desenvolvimento” dos homens.<br><br>Adaptado de <a href="https://historiadomundo.uol.com.br/idade-media/">https://historiadomundo.uol.com.br/idade-media/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-03 15:50:22 UTC</pubDate>
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         <title>Música</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-10-03 16:05:16 UTC</pubDate>
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         <title>Estratificação social na Idade Média</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Estratificação social</strong>, no mundo da sociologia, é um conceito que envolve a "classificação das pessoas em grupos com base em condições socioeconómicas comuns; um conjunto relacional das desigualdades com as dimensões económicas, sociais, políticas e Antropológicas". Quando as diferenças levam a um <em>status</em> de poder ou privilégio de alguns grupos em detrimento de outros isso é chamado de estratificação social.É um sistema pelo qual a sociedade classifica categorias de pessoas em uma hierarquia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-03 16:09:16 UTC</pubDate>
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         <title>Atividades Lúdicas Medievais</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Torneios medievais<br></strong>Os nobres gostavam muito dos torneios medievais. Estes torneios eram espécies de jogos competitivos em que cavaleiros armados se enfrentavam entre si. Montados em cavalos, usando armaduras, lanças e escudos, estes cavaleiros lutavam para demonstram suas habilidades como guerreiro. <br><br><strong>Caça</strong></div><div>A caça de animais selvagens também era uma outra forma de lazer muito valorizada pela nobreza. Montados em cavalos e acompanhados de cães de caça, os nobres entravam nos bosques e florestas para caçarem raposas, coelhos, alces, javalis e outros animais selvagens.<br><br><strong>Festas nos castelos</strong></div><div> Eram comuns as festas realizadas pelos nobres em seus castelos. Momento em que convidavam amigos e parentes para um banquete. Nestas festas, eram comuns a presença de músicos, grupos de teatros, dançarinos, mágicos, etc.<br><br><strong>Lazer dos camponeses (servos)</strong></div><div>Embora tivessem uma vida muito desgastante e sofrida, os servos (camponeses) também conseguiam arrumar tempo para a diversão. A dança e a música eram as principais formas de lazer entre os camponeses na Idade Média. As crianças brincavam de lutas e imitavam os cavaleiros que admiravam com armas de brinquedos feitas de madeira.<br><br>Adaptado de <a href="https://www.suapesquisa.com/idademedia/lazer_idade_media.htm">https://www.suapesquisa.com/idademedia/lazer_idade_media.htm</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-09 14:09:14 UTC</pubDate>
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         <title> A Arte na Idade Média</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/290755784</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Estilo Gótico</strong></div><div> O estilo gótico predominou na Europa no período da Baixa Idade Média (final do século XIII ao XV). As construções (igrejas, mosteiros, castelos e catedrais) seguiram, no geral, algumas características em comum. O formato horizontal foi substituído pelo vertical, opção que fazia com que a construção estivesse mais próxima do céu. Os detalhes e elementos decorativos também foram muitos usados. As paredes passaram a ser mais finas e de aspecto leve. As janelas apareciam em grande quantidade. As torres eram em formato de pirâmides. Os arcos de volta-quebrada e ogivas foram também recursos arquitetónicos utilizados. </div><div> Com relação às esculturas góticas, o realismo prevaleceu. Os escultores buscavam dar um aspecto real e humano às figuras retratadas (anjos, santos e personagens bíblicos).  </div><div> No que toca à pintura, podemos destacar as iluminuras, os vitrais, painéis e afrescos. Embora a temática religiosa ainda prevalecesse, observa-se, no século XV, algumas características do Renascimento: busca do realismo, expressões emotivas e diversidade de cores. <br><br>Adaptado <a href="https://www.suapesquisa.com/artesliteratura/arte_medieval.htm">https://www.suapesquisa.com/artesliteratura/arte_medieval.htm</a> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-09 14:15:43 UTC</pubDate>
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         <title>Catedral de Notre Dame</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>A arte gótica designa uma fase da história da arte ocidental, identificável por características muito próprias de contexto social, político e religioso em conjugação com valores estéticos e filosóficos e que surge como resposta à austeridade do estilo românico</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-09 14:25:16 UTC</pubDate>
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         <title>Madonna em uma igreja</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>A  <strong>pintura gótica</strong>, uma das expressões da arte<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_g%C3%B3tica"> </a>gótica, apareceu apenas em 1200 ou quase 50 anos depois do início da arquitetura  e escultura A transição do romântico  para gótico é bastante imprecisa e não há uma quebra definida, mas pode-se perceber o início de um estilo mais sombrio e emotivo que o do período anterior. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-09 14:35:29 UTC</pubDate>
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         <title>Escultura</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>A  <strong>escultura do Gótico</strong> representa a segunda grande escola internacional de escultura europeia a florescer na Idade Média, entre aproximadamente meados do século XII e do XVI, evoluindo a partir da escultura romântica e dissolvendo-se na escultura do Renascimento e do Maneirismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-09 14:39:56 UTC</pubDate>
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         <title>Vitrais</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-10-09 14:42:36 UTC</pubDate>
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         <title>Iluminura</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Iluminura é um tipo de pintura decorativa aplicada às letras capitulares dos códices de pergaminho medievais. O termo se aplica igualmente ao conjunto de elementos decorativos e representações imagéticas executadas nos manuscritos produzidos principalmente nos conventos e abadias da Idade Média</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-09 14:47:00 UTC</pubDate>
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         <title>Música</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/290787249</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-10-09 14:56:54 UTC</pubDate>
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         <title>Cantiga de amigo</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Constituem a variedade mais importante e original da nossa produção lírica da Idade Média, estas composições que se enquadram na poesia trovadoresca, mas que incluem a particularidade de conferirem estatuto de enunciação à mulher, embora sejam sujeitos masculinos a compô-las.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-16 14:58:44 UTC</pubDate>
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         <title>Subgéneros das cantigas de amigo</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div> • Barcarolas ou marinhas: Ocorrem na presença do mar, que adquire certa personalização ao se lhe dirigir a amiga como seu confidente. <br>Ex: Ondas do mar de Vigo. <br>• Cantigas da peregrinação: A amiga está num santuário, ermita ou capela, lugar de reunião que serve de pretexto para o encontro dos apaixonados. Este contexto é exclusivo da literatura galego-portuguesa. <br>Ex: Eno sagrado em San Simion <br>• Bailada ou bailia: Composições alegres e festivas nas quais se realiza um convite à dança. <br>Ex: Bailemos nós já todas três aí amigas<br> • Alvas, albas ou alvoradas: Faz-se referência ao amanhecer; nas "alvas" provençais os amantes separavam-se após terem pernoitado juntos.<br> Ex: Levad' amigo que dormidas as manhanas frias </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-16 15:02:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/296002733</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Era uma vez uma rapariga, a mais bela das raparigas daquela aldeia.</em></div><div><em>O seu cabelo era escuro como a noite e os seus olhos claros como o céu azul.</em></div><div><em>Perto da sua humilde casa existia uma fonte onde a rapariga ia lavar os seus cabelos.</em></div><div><em>Certo dia um jovem rapaz estava a passar ali perto e avistou aquela bela rapariga.</em></div><div><em>Encantados um com o outro, a rapariga esperava o rapaz todos os dias na fonte. </em></div><div><em>Ao longo do tempo, cada vez mais apaixonados, a rapariga acaba por engravidar e dar á luz de uma menina.</em></div><div><em>A menina acaba por crescer e a juntar-se á mãe na ajuda das tarefas domésticas.</em></div><div><em>O belo jovem, agora já um homem, acaba por falecer devido á peste negra e as duas raparigas, uma já mulher, acabam por mudar de aldeia</em></div><div><em> </em></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-23 15:11:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cantigas Escárnio</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/299095234</link>
         <description><![CDATA[<div>Nas cantigas de escárnio os autores faziam sátiras de maneira indireta, fazendo o uso de duplo sentido e não fazia menção direta a pessoa satirizada, isto é, o nome dessa pessoa não aparecia na cantiga.</div><div>As cantigas de escárnio eram cheias de ambiguidades, trocadilhos e jogos de palavras, onde se destacam a ironia e o sarcasmo nas obras dos autores.<br><br>Adaptado de: <a href="http://cultura.culturamix.com/curiosidades/cantigas-de-escarnio-e-maldizer">http://cultura.culturamix.com/curiosidades/cantigas-de-escarnio-e-maldizer</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 17:20:45 UTC</pubDate>
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         <title>Cantigas de Maldizer</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/304406374</link>
         <description><![CDATA[<div>Nas cantigas de maldizer, os autores faziam criticas diretas, e nessas sátiras chegavam a fazer uso de palavrões e agressões verbalizadas. As cantigas de maldizer são mais agressivas.</div><div>Nas cantigas de maldizer era usada uma linguagem extremamente pesada e chula, e muitas vezes eram abordados temas como: prostituição, adultério, imoralidade dos religiosos e outros assuntos.</div><div>Nesse tipo de cantiga, o nome da pessoa que era satirizada poderia aparecer de maneira explicita e não acontece o uso de duplo sentido.<br><br>Adaptado de:<a href="http://cultura.culturamix.com/curiosidades/cantigas-de-escarnio-e-maldizer">http://cultura.culturamix.com/curiosidades/cantigas-de-escarnio-e-maldizer</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-14 16:54:13 UTC</pubDate>
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         <title>Cantiga de Maldizer</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/304409930</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Marinha, o teu folgar<br>tenho eu por desacertado,<br>e ando maravilhado<br>de te não ver rebentar;<br>pois tapo com esta minha<br>boca, a tua boca, Marinha;<br>e com este nariz meu,<br>tapo eu, Marinha, o teu;</em></div><div><em>com as mãos tapo as orelhas,<br>os olhos e as sobrancelhas,<br>tapo-te ao primeiro sono;<br>com a minha piça o teu cono;<br>e como o não faz nenhum,<br>com os colhões te tapo o cu.<br>E não rebentas, Marinha? </em></div><div>Autor: Afonso Eanes de Coton</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-14 16:59:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cantiga Escárnio</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Ai, dona fea, foste-vos queixar<br>que vos nunca louv[o] em meu cantar;<br>mais ora quero fazer um cantar<br>em que vos loarei toda via;<br>e vedes como vos quero loar:<br>dona fea, velha e sandia!…</em></div><div><em>Autor: João Garcia de Guilhade</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-14 17:00:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Livros de Linhagens</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/306393618</link>
         <description><![CDATA[<div>Os <em>Livros de Linhagens</em>, a que no século XVI se deu também o nome de <em>Nobiliários</em>, são quatro obras escritas durante a Idade Média onde se descreve a genealogia das principais famílias nobres no reino. O primeiro, também chamado <em>Livro Velho</em> e o quarto, conhecido como <em>Nobiliário do Conde D. Pedro de Barcelos</em>,</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 15:27:53 UTC</pubDate>
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         <title>Livros de Linhagens</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/306394980</link>
         <description><![CDATA[<div>LIVRO VELHO<br>LENDA DE GAIA<br>BATALHA DO SALADO<br>PROLOGO</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 15:30:36 UTC</pubDate>
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         <title>Definição de Híbrido</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/306407895</link>
         <description><![CDATA[<div>Palavra que é formada por elementos de línguas diferentes ou o que resulta da junção de coisas diferentes</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 15:56:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Biografia de Fernão Lopes</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/310932602</link>
         <description><![CDATA[<div>Fernão Lopes (1380-1460) foi escrivão e cronista-mor do Reino de Portugal. Por mais de 20 anos, registou a memória do povo e do reino desde a primeira dinastia (Borgonha) até o reinado de D. João I (Avis). Foi considerado o maior cronista histórico de Portugal</div><div>Fernão Lopes nasceu em Lisboa, Portugal, por volta de 1380. De origem humilde, nada se sabe sobre sua formação intelectual, mas é conhecido o seu percurso profissional.<br><br>Adaptado de <a href="https://www.ebiografia.com/fernao_lopes/">https://www.ebiografia.com/fernao_lopes/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-04 15:14:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Bibliografia de Fernão Lopes</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Atribui-se a Fernão Lopes a autoria das seguintes crônicas:<strong> Crônica de D. Pedro I</strong>, <strong>Crônica de D. Fernando</strong> (1436) e <strong>Crônica de D. João I </strong>(1443) (primeira e segunda parte). É também reconhecida pela maioria dos estudiosos, como de autoria de Fernão Lopes, a “<strong>Crônica de 1419</strong>” um conjunto de narrativas sobre os sete primeiros reis de Portugal.<br><br>Adaptado de <a href="https://www.ebiografia.com/fernao_lopes/">https://www.ebiografia.com/fernao_lopes/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-04 15:24:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fontes consultadas por Fernão Lopes</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/310945799</link>
         <description><![CDATA[<div>As fontes de carácter documental consultadas por Fernão Lopes foram: práticas e sermões (textos de tratados e convenções), procurações, correspondência epistolar particular e oficial (diplomas de chancelerias reais), "<em>bitafes antigos</em>" (letreiros de sepulturas), "<em>podres escripturas</em>", actas das Cortes, bulas (procurações e certificados) entre outros.<br><br>Adaptado de <a href="http://www.citi.pt/cultura/historia/historiadores/fernao_lopes/fontes.html">http://www.citi.pt/cultura/historia/historiadores/fernao_lopes/fontes.html</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-04 15:31:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Crise de 1383-85</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/310950463</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A <strong>Crise de 1383–1385</strong> foi um período de guerra<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_civil"> </a>civil na História<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_de_Portugal"> </a>de , também conhecido como <strong><em>Interregno</em></strong>, uma vez que não existia rei no poder. A crise começou com a morte do rei Fernando de Portugal, que não gerou herdeiros masculinos.<br>Apesar de as Cortes de Coimbra terem escolhido, em 1385, um novo rei, João I de Portugal, o rei João I de<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_I_de_Castela"> </a>Castela não desistiu de tentar conquistar um novo reino para si e invadiu Portugal. O exército castelhano era muito mais numeroso mas, mesmo assim, foi derrotado na batalha de Aljubarrota graças à tática inventada naquela altura, à qual deram o nome de "tática do quadrado" . Os exércitos portugueses foram comandados, mais uma vez, por Nuno Álvares Pereira, nomeado por D. João I de Portugal "Condestável do Reino".<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-04 15:38:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Crónica D.João I</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/310968238</link>
         <description><![CDATA[<div>A <em>Crónica de D. João I</em> foi escrita por Fernão Lopes, por volta de 1450, e constitui, após as crónicas de <em>D. Pedro</em> e de <em>D. Fernando</em>, a terceira e mais perfeita das três grandes crónicas compostas pelo primeiro cronista régio. <br><br>A <em>Crónica </em>espelha narrativamente uma das imagens míticas da nossa história: o momento da plena fusão entre as pulsões populares e a elite cavaleiresca vitoriosa de Aljubarrota, refundando o Estado e consolidando a independência face a Castela. Neste sentido, a descrição dos movimentos da arraia miúda aquando da morte de D. Fernando concorrem com a defesa das teses jurídicas de João das Regras nas Cortes de Coimbra sobre a legitimidade do mestre de Aviz para ascender ao trono, como se, com exceção da antiga nobreza em que a I Dinastia se cristalizara, Portugal pulsasse a um só coração em direção a um só futuro. O que nos atrai hoje nesta crónica de Fernão Lopes é menos a história real e mais a chama e o resplendor desta tão bem sucedida união nacional entre mesteirai, burgueses e nobres sob a direção de um só chefe político (D. João) e um só chefe militar (D. Nuno Álvares Pereira).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-04 16:03:49 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Crónica de el-rei D. Pedro I</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/313431885</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong><em>Crónica de el-rei D. Pedro I</em></strong>, ou <strong><em>Crónica de D. Pedro</em></strong>, é um registo histórico do género crónica escrito por Fernão Lopes, abarcando o período de tempo correspondente ao reinado de D. Pedro I de Portugal de cognome o <em>Justiceiro</em>, ou o <em>Cruel</em>, que decorreu entre 1357 e 1367.<br><br></div><div>A <em>Crónica de D. Pedro I</em> está dividida em quarenta e quatro capítulos sendo iniciada por um Prólogo. Dos inúmeros temas tratados ao longo da Crónica destacam-se a <em>Justiça</em> a que dedicou o Prólogo e seis capítulos,<sup> </sup>a organização do <em>Estado</em> e as decisões do rei,<sup> </sup><em>Inês de Castro</em> a que dedicou seis capítulos, relatando em especial a declaração de D. Pedro sobre o seu casamento com Inês, a perseguição aos seus assassinos e a descrição da trasladação dos restos mortais de Inês de Coimbra para Alcobaça, um capítulo dedicado a <em>D. João I</em>, filho bastardo de D. Pedro e futuro rei, e ainda o <em>Reino de Castela</em> ao qual dedica dezasseis dos capítulos, tratando-se neste caso de decisões ou empreendimentos do rei D. Pedro I de Castela, sobrinho do homónimo rei português, e para cuja história Fernão Lopes deve ter tido acesso às <em>Crónicas</em> sobre a mesma época do cronista castelhano Pedro López de Ayala.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 15:10:02 UTC</pubDate>
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         <title>A Lenda de Pedro e Inês</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/313434223</link>
         <description><![CDATA[<div>O romance mais marcante da história de Portugal aconteceu no século XIV. A “<strong>Lenda de Pedro e Inês</strong>” é conhecida até hoje como o conto de “Romeu e Julieta” lusitano – com a diferença de que os protagonistas desse trágico relato realmente existiram. Atualmente, os lugares onde se passaram os principais fatos da história tornaram-se pontos turísticos muito procurados. É um roteiro obrigatório para aqueles que visitam a região do Centro de Portugal.<br><br></div><div>O príncipe <strong>D. Pedro I</strong> de Portugal se apaixonou perdidamente por <strong>Inês de Castro</strong>, dama de companhia de sua esposa com quem teve um casamento arranjado. Os dois viveram um intenso romance proibido por um tempo e o pai de D. Pedro, o rei D. Afonso IV, era contra essa relação. O rei chegou ao ponto de exilar Inês e expulsá-la da corte, mas após a morte de Constança, esposa de Pedro, os dois se sentiram livres para viver sua história de amor, e acredita-se que acabaram se casando em segredo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 15:13:40 UTC</pubDate>
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         <title>Pedro e Inês</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 15:20:31 UTC</pubDate>
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         <title>Pedro e Inês Filme</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Joana de Verona e Diogo Amaral</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 15:23:28 UTC</pubDate>
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         <title>Opinião</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/313443757</link>
         <description><![CDATA[<div>Tive algumas dificuldades na pesquisa da informação mas, foi um trabalho bastante interessante que me deu cultura geral sobre o nosso país.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 15:29:39 UTC</pubDate>
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         <title>Vida e Obra de Gil Vicente </title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/317976465</link>
         <description><![CDATA[<div>Poeta e dramaturgo português, Gil Vicente é considerado por muitos estudiosos o pioneiro no teatro de Portugal, chamando-o de “Pai do teatro português”. Ficou famoso por a sua obra chamada “A Farsa de Inês Pereira”, e também foi autor de “Auto da Barca do Inferno”. As obras do poeta marcam a fase histórica da passagem da Idade Média para o Renascimento (século XVI). Por falta de documentos, muitos factos da sua vida são cercados por dúvidas, como o próprio local e ano de nascimento, mas alguns estudos recentes afirmam que há grandes possibilidades de o autor ter nascido na cidade de Guimarães, em Portugal, no ano de 1466 e falecido em 1536, pois foi a partir deste ano que deixaram de encontrar qualquer referência ao seu nome nos documentos da época, além de ter parado de escrever durante esse tempo também. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-07 17:21:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Características do texto dramático</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/317977612</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>texto dramático</strong>, criado pelo <strong>dramaturgo</strong>, é um tipo de texto que se destina para ser representado. </div><div>Pode ser escrito em prosa ou em verso e as falas das personagens são introduzidas pelo discurso direto. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-07 17:23:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estrutura Externa </title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/317978285</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Estrutura Externa</strong> </div><div>O texto dramático divide-se em <strong>ATOS</strong> e CENAS: </div><div>O <strong>atos</strong> correspondem a períodos da ação marcados pela mudança de cenário e delimitados pela subida e descida do pano. </div><div>As <strong>cenas</strong>, que são subdivisões dos atos, assinaladas pela entrada ou saída de personagens. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-07 17:24:38 UTC</pubDate>
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         <title>Estrutura interna </title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/317980582</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A estrutura interna divide-se em três momentos:</strong> </div><div><strong><em>Exposição</em></strong>: é a introdução </div><div><strong><em>Conflito</em></strong>: sucessão de acontecimentos, passando por um momento máximo de tensão dramática, o clímax. </div><div><strong><em>Desenlace</em></strong>: parte final que corresponde ao desfecho feliz ou infeliz da ação dramática </div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-07 17:28:14 UTC</pubDate>
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         <title>Texto</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/319195433</link>
         <description><![CDATA[<div>   O pior dia da minha vida aconteceu no dia 10 junho 1944.<br>   Chamo-me Maria, tenho 16 anos e vivo numa pequena aldeia chamada Oradour-sur-Glane, em França. </div><div>A minha mãe chamava-se Simone e o meu pai Denis.Não tenho irmãos,mas tenho um rato,que é quase a mesma coisa, penso eu.</div><div>  Lembro-me quando a minha mãe me levava para o trabalho, onde eu fazia roupas para o Raúl, o meu “irmão” rato.Ela era costureira e, para ser sincera, tudo o que ela fazia era perfeito.</div><div>Já o meu pai era agricultor, era incrível como ele era brilhante, toda a gente o adorava. Eu, na verdade, amava-o.</div><div>Nem consigo acreditar que tudo acabou num só segundo.</div><div>Todas, as manhãs a minha me acordava com a sua doce voz, mas, naquela manhã, o silêncio alastrou-se por cada canto da casa. O meu pai costumava sair bem cedo,por isso não estranhei,mas, naquele dia parecia que nada ia dar certo.</div><div>Vesti-me,rapidamente, e fui ao mercado para ver se alguém sabia dela.</div><div>Na praça, estavam a empilhar corpos e um deles era a minha mãe.É algo que nunca irei esquecer. Aqueles soldados não eram “humanos”  , eles não sentiram nada quando mataram aquelas pessoas,via-se nos seus olhos, que tudo era um vazio escuro e frio.</div><div>Queimaram os corpos como se fossem livros velhos que já ninguém lê. Fiquei completamente congelada e sem reação.Fugi para casa e estou escondida no sotão com o Raúl.</div><div>Quanto ao meu pai desde o acontecido. Acredito que lhe fizeram o mesmo pecado que ás outras pessoas todas na praça.</div><div>Hoje é dia 12 de julho e sinto-me sozinho,decidindo escrever para mim como forma de quebrar a barreira do meu sofrimento e da minha solidão.</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-10 12:48:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Estrutura da Farsa de Inês Pereira</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/321640723</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta é uma das peças  mais bem estruturadas de Gil:<br><strong>Exposição:</strong> O monólogo inicial de Inês e o diálogo com mãe em que se apresentam as características  da jovem e os seus objetivos.<br><strong>Conflito:</strong> Desde a chegada de Lianor Vaz  até ao casamento com Pêro Marques.<br><strong>Desenlace:</strong> A partir do casamento com Pêro Marques até ao final, que concretiza o tema da peça e o provérbio que a determinou.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-17 12:42:41 UTC</pubDate>
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         <title>Personagens da Farsa de Inês Pereira</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/321647378</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Inês Pereira: </strong>jovem esperta que se aborrece com o trabalho doméstico. Deseja ter liberdade e se divertir. Sonha casar-se com um marido que queira também aproveitar a vida. Principal personagem da peça. Moça bonita, solteira, pequena-burguesa.<br><strong>Mãe de Inês: </strong>mulher de boa condição económica, que sonha casar Inês com um homem de posses. É a típica dona de casa pequeno-burguesa e provinciana</div><div><strong>Leonor Vaz: </strong>fofoqueira, encarregava-se normalmente em arranjar casamentos e encontros amorosos</div><div><strong>Pêro Marques: </strong>primeiro pretendente de Inês rejeitado por ser grosseiro e simplório, apesar da boa condição financeira. Foi seu segundo marido.<br><strong>Latão </strong>e <strong>Vidal: </strong>judeus casamenteiros, assim como Leonor. Os judeus casamenteiros são muito parecidos, têm as mesmas características, na verdade são o mesmo repartido em dois.</div><div><strong>Brás da Mata: </strong>escudeiro, índole má, primeiro marido de Inês. Interesseiro e dissimulado é a representação da esperteza das classes superiores. É um nobre empobrecido que não perde o orgulho e pretende aproveitar-se economicamente de Inês através do dote.</div><div><strong>Moço: </strong>criado de Brás. Pobre coitado, explorado por um amo infame.</div><div><strong>Ermitão: </strong>antigo pretendente de Inês e amante depois de seu casamento com Pêro.</div><div><strong>Fernando </strong>e <strong>Luzia: </strong>amigos e vizinhos da mãe de Inês.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-17 13:03:16 UTC</pubDate>
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         <title>A Poesia Palaciana</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/326227803</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>poesia palaciana </strong>foi desenvolvida a partir do século XV dentro do movimento literário denominado Humanismo.</div><div>Recebeu esse nome pois ela era produzida nos palácios e estava destinada aos nobres. Ou seja, tinham o intuito de entreter os membros da Corte.</div><div>Os principais temas explorados pela poesia palaciana eram: costumes da corte, temas religiosos, satíricos, líricos e heroicos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-31 12:13:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Principais Caraterísticas da Poesia Palaciana</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/326231878</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Ausência de instrumentos musicais</li><li>Separação entre poesia e música</li><li>Presença de redondilhas (5 ou 7 sílabas poéticas)</li><li>Uso de figuras de linguagem</li><li>Presença de idealismo e sensualidade</li><li>Métrica, ritmo e expressividade</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-31 12:29:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Há variados tipos de poesias palacianas, como por exemplo: </title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/326235831</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Poesias com temas satíricos</li><li>Poemas religiosos </li><li>Poesias didáticas</li><li>Poemas épicos </li><li>Poesias dramáticas</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-31 12:43:33 UTC</pubDate>
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         <title>Renascimento em Portugal</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/326238369</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar da dinâmica que se fez sentir na sociedade portuguesa a partir do século XV, do impacto dos Descobrimentos na mudança das mentalidades e da contratação de humanistas estrangeiros por parte de monarcas portugueses a partir do reinado de D. Afonso V, o Renascimento chegou tardiamente ao nosso país.<br>Somente no reinado de D. João III se constituíram edifícios marcadamente renascentistas, como a Igreja de Nossa Senhora da Graça em Évora, a Misericórdia de Beja, as sés de Miranda do Douro, Leiria e Portalegre e um dos claustros do Convento de Cristo em Tomar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-31 12:53:23 UTC</pubDate>
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         <title>Renascimento na Europa</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/326239389</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O Renascimento</strong> foi um <strong>movimento cultural</strong>, <strong>económico</strong> e<strong> político </strong>que surgiu na Itália do século XIV, consolidou-se no século XV e estendeu-se até o século XVII por toda a Europa.</div><div>Inspirado nos valores da <strong>Antiguidade Clássica </strong>e gerado pelas modificações estruturais da sociedade, resultou na reformulação total da vida medieval, dando início à <strong>Idade Moderna</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-31 12:57:10 UTC</pubDate>
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         <title>Humanismo</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/326620242</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>Humanismo</strong> foi um movimento intelectual iniciado na Itália no século XV com o Renascimento e difundido pela Europa, rompendo com a forte influência da Igreja e do pensamento religioso da Idade Média. O teocentrismo (Deus como centro de tudo) cede lugar ao <strong>antropocentrismo</strong>, passando o homem a ser o centro de interesse</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-01 10:19:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O que é o Humanismo?</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/326621449</link>
         <description><![CDATA[<div>Num sentido amplo, humanismo significa <strong>valorizar o ser humano</strong> e a condição humana acima de tudo. Está relacionado com <strong>generosidade, compaixão e preocupação</strong> em valorizar os atributos e realizações humanas.<br>O humanismo procura o melhor nos seres humanos sem se servir da religião, oferecendo novas formas de reflexão sobre as artes, as ciências e a política. Além disso, o movimento revolucionou o campo cultural e marcou a <strong>transição entre a Idade Média </strong>e a<strong> Idade Moderna</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-01 10:24:24 UTC</pubDate>
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         <title>Classicismo</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/326622264</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>Classicismo </strong>corresponde a um movimento artístico cultural que ocorreu durante o período do Renascimento (a partir do século XV) na Europa.</div><div>O nome do movimento que marca o fim da Idade Média e o início da Idade Moderna, faz referência aos modelos clássicos (greco-romano).</div><div>No campo da literatura, Classicismo é o nome dado aos estilos literários que vigoravam no século XVI, na época do Renascimento. Por isso, a produção desse período também é chamada de <em>Literatura Renascentista</em>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-01 10:27:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Classicismo</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/326624341</link>
         <description><![CDATA[<div><em>O Nascimento de Vénus </em>(1484-1486)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-01 10:36:45 UTC</pubDate>
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         <title>Humanismo</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/326624862</link>
         <description><![CDATA[<div>Homem vitruviano, Leonardo da Vinci (1490)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-01 10:38:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Apreciação crítica</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Mona Lisa</em></strong> é um óleo sobre madeira pintado pelo renascentista italiano Leonardo da Vinci entre os anos 1503 e 1506. Esta obra que representa uma mulher misteriosa tornou-se, ao longo dos séculos, no retrato mais famoso da História da Arte ocidental. Um dos aspetos que chama mais  atenção na pintura é o <strong>equilíbrio entre o humano e o natural,</strong>pela forma como a ondulação dos cabelos da mulher parece refletir nas águas do rio atrás dela. A harmonia entre os elementos parece ser simbolizada pelo sorriso de Mona Lisa. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-01 10:48:15 UTC</pubDate>
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         <title>Renascimento</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/326627712</link>
         <description><![CDATA[<div>Mona lisa, de Leonardo da Vinci (1503-1506)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-01 10:49:20 UTC</pubDate>
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         <title>Vida e Obra de Camões</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/326631540</link>
         <description><![CDATA[<div>Luís de Camões (1524-1580) foi um poeta português. Autor do poema "Os Lusíadas", uma das obras mais importantes da literatura portuguesa, que celebra os feitos marítimos e os guerreiros de Portugal. É o maior representante do Classicismo Português.<br>Luís Vaz de Camões nasceu em Lisboa, Portugal, por volta de 1524.Em 1537, D. João III transfere a Universidade de Lisboa para Coimbra e assim Camões inicia o curso de Teologia. Em 1544, com 20 anos, deixa as aulas de teologia e entra no curso de filosofia. Em 1556 Camões parte para Macau onde começa a viver numa gruta e onde continua os seus escritos.É  aqui que Camões terá escrito uma grande parte da obra <strong>Os Lusíadas. </strong>Em abril de 1570 Camões volta a Lisboa e, em 1 580 acaba<strong> </strong>por morrer numa casa de Santana em Lisboa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-01 11:04:34 UTC</pubDate>
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         <title>Luís Vaz de Camões</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/326635815</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-01 11:23:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Na lírica camoniana coexistem o velho e o novo, o tradicional e o renascentista.&quot;</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/340972310</link>
         <description><![CDATA[<div>Em Camões, a tradição do lirismo peninsular coexistiu com a estética clássica renascentista e o maneirismo que marcaram o seu tempo. Juntamente com a poesia trovadoresca, surge uma poesia cujos modelos formais (" medida nova") e a temática  revelam a cultura humanística e clássica do autor, que soube encontrar em Platão, Petrarca ou Dante um mentor ou um mestre para o caminho que trilhou e explorou com sabedoria, com entusiasmo e com a paixão do seu temperamento.  A cantar o amor sublime ou a relação mais fútil, o poeta soube, como poucos, definir-se e definir a alma humana, oferecendo-nos a sua experiência de vida ou o mundo no seu desconcerto, com os seus problemas sociais e morais e a eterna questão do mal que aflige a Humanidade. Os temas da sua lírica são vastos e variados, indo da análise da sua vida interior à caracterização da realidade do seu tempo ou à busca do dimensionamento do homem universal.<br>Na lírica camoniana , a maioria das composições adotam a medida nova que o Renascimento pôs em voga e alguns dos géneros absurdo, referido ora a aspetos sociais e morais, ora a um sentido mais profundo, metafísico, que engloba toda a existência. Temos ainda composições de temática religiosa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-13 16:44:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Amor é fogo que arde sem se ver</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/342917795</link>
         <description><![CDATA[<div>Amor é fogo que arde sem se ver,<br>é ferida que dói, e não se sente;<br>é um contentamento descontente,<br>é dor que desatina sem doer.<br><br>É um não querer mais que bem querer;<br>é um andar solitário entre a gente;<br>é nunca contentar-se de contente;<br>é um cuidar que ganha em se perder.<br><br>É querer estar preso por vontade;<br>é servir a quem vence, o vencedor;<br>é ter com quem nos mata, lealdade.<br><br>Mas como causar pode seu favor<br>nos corações humanos amizade,<br>se tão contrário a si é o mesmo Amor?</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-19 15:26:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Análise</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/342920056</link>
         <description><![CDATA[<div>1ª estrofe: Amor é sofrimento<br><br>2ª estrofe: Amor é um ato de se desprender<br><br>3ª estrofe: Amor é doação<br><br>4º estrofe: amor é opinião contraditória à comum<br><br>Neste poema, Camões procurou conceituar a natureza contraditória do amor.</div><div>O poema de Camões é um soneto italiano. O soneto é uma forma fixa de poesia que consiste em quatro estrofes: os dois primeiros com quatro versos (quartetos) e os últimos com três versos (tercetos). A estrutura costuma ser a mesma. Começa com a apresentação de um tema, que passa a ser desenvolvido, e, geralmente no último verso, contém uma conclusão que esclarece o tema.<br>Nas primeiras onze estrofes podemos observar uma cesura na sexta sílaba poética. A cesura é uma pausa rítmica no meio da estrofe. O poema possui um esquema rímico clássico, formado por ABBA, ABBA, CDC, DCD. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-19 15:30:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-21 12:24:30 UTC</pubDate>
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         <title>Análise</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/343736511</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tema do poema</strong>: Amor ,a mulher amada e a natureza, pois tudo o que ele vê fá-lo recordar a sua amada , como por exemplo o campo.<br><br><strong>Assunto do poema</strong>: A visão da natureza pelo sujeito poético ,depende então da presença ou ausência da mulher amada, pois se a amada estiver presente ele provavelmente não a comparava com os campos e com tudo o que visse , mas como ela não esta presente ,tudo á sua volta faz com que ele a recorde.<br>Neste poema Camoes , estabelece a comparação entre a natureza e os olhos da sua amada , relaciona a natureza com o seu amor. <br> <br>No mote , o sujeito poético mostra-se apaixonado , pois a natureza o faz lembrar a sua amada.<br>Na primeira volta: o sujeito poéticomostra-se saudoso , pois vive das lembranças da sua amada.<br>Na segunda volta ,sente se incompreendido, porque o gado come as ervas sem dar importância , ao passo que ele ao olhar para as ervas recorda os brilho dos olhos da amada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-21 12:27:17 UTC</pubDate>
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         <title>Verdes são os campos</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Verdes são os campos,<br>De cor de limão:<br>Assim são os olhos<br>Do meu coração.<br><br>Campo, que te estendes<br>Com verdura bela;<br>Ovelhas, que nela<br>Vosso pasto tendes,<br>De ervas vos mantendes<br>Que traz o Verão,<br>E eu das lembranças<br>Do meu coração.<br><br>Gados que pasceis<br>Com contentamento,<br>Vosso mantimento<br>Não no entendereis;<br>Isso que comeis<br>Não são ervas, não:<br>São graças dos olhos<br>Do meu coração.<br><br>Luís de Camões</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-21 12:50:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,</div><div>Muda-se o ser, muda-se a confiança;</div><div>Todo o mundo é composto de mudança,</div><div>Tomando sempre novas qualidades.</div><div><br></div><div>Continuamente vemos novidades,</div><div>Diferentes em tudo da esperança;</div><div>Do mal ficam as mágoas na lembrança,</div><div>E do bem, se algum houve, as saudades.</div><div><br></div><div><strong>O tempo cobre o chão de verde manto,</strong></div><div><strong>Que já coberto foi de neve fria,</strong></div><div><strong>E em mim converte em choro o doce canto.</strong></div><div><br></div><div>E, afora este mudar-se cada dia,</div><div>Outra mudança faz de mor espanto:</div><div>Que não se muda já como soía.</div><div><br><br></div><div>Luís de Camões</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-21 13:03:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Análise</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/345302886</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tema:</strong> reflexão sobre a questão da <strong>mudança.<br><br>Assunto do poema: </strong>para justificar a ideia, é usado o recurso a palavras da família de <strong>mudar.</strong></div><div>O texto constrói-se com base nesta ideia, reforçada por outras que apontam na mesma direção, "novas" e "novidades".</div><div>Aliada a esta mesma ideia está a da passagem do <strong>Tempo</strong>, igualmente muito importante em Camões, à qual ninguém escapa e de que são todos vítimas. Mesmo as estações do ano estão sujeitas à passagem deste <strong>Tempo</strong>.<br>O esquema rimático apresenta a seguinte distribuição: ABBA ABBA CDC</div><div>DCD. Como se percebe, nos quartetos, as rimas A são intercaladas (interpoladas ou opostas), na medida em que são os extremos do quarteto, enquanto as rimas B são emparelhadas, nos tercetos, as rimas C e D são cruzadas .</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-26 15:06:29 UTC</pubDate>
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         <title>Arte plástica no Renascimento</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/345320006</link>
         <description><![CDATA[<div>As obras de arte do Renascimento retratavam uma nova maneira de ver o mundo terreno e de relacionar com ele. A <strong><em>valorização da vida</em></strong> neste mundo, <strong><em>a nacionalidade</em></strong> que surgia ligada às necessidades da burguesia levavam a um estudo da natureza, tentando entender o seu funcionamento, e também um desejo de retrata-las nas obras de arte. Isso já era feito na Baixa Idade Média pelo <strong><em>estilo gótico</em></strong>. Mas a expressão artística do Renascimento era um retrato do dinamismo da época: as figuras das artes plásticas movem-se mais livremente, com <strong><em>naturalidade de expressão, </em></strong><em>com</em><strong><em> elegância</em></strong><em> e</em><strong><em> ritmo</em></strong>, contrastando com a arte medieval, mais solene, rústica e simbólica.</div><div>As primeiras manifestações do Renascimento nas artes plásticas são detectadas por alguns especialistas já no <strong><em>século XIV</em></strong> (<em>1300 a 1399</em>), por isso esse período ficou conhecido como <strong><em>Trecento</em></strong>. Com a presença de traços medievais a arte do período tinha base naturalista. Os artistas dessa época baseavam-se na realidade para produzir pinturas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-26 15:35:34 UTC</pubDate>
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         <title>Madona do Cravo</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Leonardo da Vinci, cerca de 1475, Renascimento</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-26 15:43:50 UTC</pubDate>
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         <title>A Criação de Adão</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Michelangelo, por volta de 1511, Renascimento</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-26 15:45:37 UTC</pubDate>
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         <title>Análise</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Tema</strong>: Desconcerto do mundo<br><br><strong>Assunto do poema</strong>: No poema o sujeito poético relata como sempre vira pessoas boas passarem por situações de dificuldade, enquanto pessoas “más”, conseguiam dar se bem na vida.O sujeito poético aparenta pensar que, os bons nunca serão felizes por terem consciência do que é certo ou errado a se fazer, já os maus, como não importam se com as consequências, conseguem o que querem, da forma que for preciso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-26 15:55:14 UTC</pubDate>
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         <title>Ao desconcerto do mundo</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os bons vi sempre passar<br>No Mundo graves tormentos;<br>E pera mais me espantar,<br>Os maus vi sempre nadar<br>Em mar de contentamentos.<br>Cuidando alcançar assim<br>O bem tão mal ordenado,<br>Fui mau, mas fui castigado.<br>Assim que, só pera mim,<br>Anda o Mundo concertado.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-02 14:27:32 UTC</pubDate>
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         <title>As Viagens na literatura do séc. XVI</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-05-02 11:50:42 UTC</pubDate>
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         <title>Peregrinação</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 15:07:46 UTC</pubDate>
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         <title>Vida e obra</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Bocage </strong>foi um poeta português do período neoclássico e um dos precursores do Romantismo em Portugal. Foi considerado um dos mais importantes poetas e sonetistas portugueses do século XVIII. Junto aos poetas Camões e Antero de Quental, Bocage forma o trio dos maiores sonetistas líricos da literatura portuguesa.<br>Já dizia o próprio poeta: “<em>Rasga meus versos. Crê na eternidade</em>”. A obra de Bocage está repleta de lirismo, erotismo, individualismo e sátiras com uma linguagem neoclássica, ou seja, clara, abreviada, correta. Os temas mais explorados são: bucólicos, pastoris e da mitologia clássica.<br>Algumas de suas obras:</div><ul><li>Morte de D. Ignez de Castro</li><li>O Triunfo da Religião</li><li>A Pavorosa Ilusão</li></ul><div><br>Adaptado de <a href="https://www.todamateria.com.br/vida-e-obocage/">https://www.todamateria.com.br/vida-e-obocage/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-21 14:11:25 UTC</pubDate>
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         <title>Neoclassicismo</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>O neoclassicismo foi um movimento artístico surgido na Europa por volta de 1750, que durou até meados do século XIX. Este movimento teve como objetivo principal resgatar os valores estéticos e culturais das civilizações da Antiguidade Clássica (Grécia e Roma).<br>Algumas das características eram a valorização de temas e padrões estéticos da arte clássica antiga. Heróis e seres da mitologia grega, por exemplo, foram temas recorrentes nas pinturas e esculturas neoclássicas, a forte influência das ideias filosóficas do iluminismo, principalmente as ligadas à razão e na pintura, o uso de cores frias e a valorização da perspectiva.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-21 14:19:37 UTC</pubDate>
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         <title>Pré romantismo</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>O pré romantismo foi uma época literária caracterizada pelo surgimento de manifestações que viriam a caracterizar o movimento romântico (por exemplo: o fatalismo; a busca do isolamento.), sendo, desta forma,considerada de preparação para a corrente artística que se avizinhava.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-21 14:37:19 UTC</pubDate>
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         <title>As temáticas de Bocage</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>As suas temáticas são o Amor, o Ciumes, a Morte, Deus, a Liberdade, o seu próprio Eu, a Crítica e o Destino.Todos estes temas se interligam num conjunto maior todo ele conotado com um fortíssimo sentido de fatalismo característico dos seus sentimentos pessoais, um turbilhão de aspirações vagas e indefinidas que o fizeram oscilar entre situações extremas: o conflito entre o racionalismo e a fé católica; o conflito entre os seus instintos boémios e o seu ideal moral; e finalmente, o conflito entre a estética do arcadismo e o seu temperamento profundamente romântico.  <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-06 11:34:15 UTC</pubDate>
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         <title>Magro, de olhos azuis, carão moreno, </title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/366078238</link>
         <description><![CDATA[<div>Magro, de olhos azuis, carão moreno, </div><div> Bem servido de pés, meão na altura, </div><div> Triste de facha, o mesmo de figura, </div><div> Nariz alto no meio, e não pequeno; </div><div> </div><div> Incapaz de assistir num só terreno, </div><div> Mais propenso ao furor do que à ternura, </div><div> Bebendo em níveas mãos por taça escura </div><div> De zelos infernais letal veneno; </div><div><br></div><div> Devoto incensador de mil deidades </div><div> (Digo, de moças mil) num só momento, </div><div> E somente no altar amando os frades; </div><div> </div><div> Eis Bocage, em quem luz algum talento; </div><div> Saíram dele mesmo estas verdades </div><div> Num dia em que se achou mais pachorrento</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-06 11:35:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O Juramento dos Horácios</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>por Jacques-Louis David,1784</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-06 11:39:19 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do poema</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>O poema trata-se de um autorretrato feito por Bocage. <br> Na primeira parte do poema, constituído pelas primeiras três estrofes, o sujeito poético faz a sua caracterização física e psicológica. A descrição física é feita na primeira quadra já a psicológica é feita na última quadra e no primeiro terceto. No último terceto, Bocage revela a sua identidade e mostra ao leitor em que circunstâncias escreveu ele o poema. Neste poema, encontram-se também elementos neoclássicos como o soneto ou algumas expressões alatinadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-06 11:42:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Recursos expressivos</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/366079901</link>
         <description><![CDATA[<div>Bem servido de pés" - 2º verso é uma perífrase tal como  Triste de facha, o  mesmo de figura no verso 3.<br> <br> "Nariz no alto meio, e não pequeno" é um pleonasmo presente no último verso.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-06 11:44:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Olha, Marília, as flautas dos pastores</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olha, Marília, as flautas dos pastores<br> Que bem que soam, como estão cadentes!<br> Olha o Tejo a sorrir-se! Olha, não sentes<br> Os Zéfiros brincar por entre as flores?<br> <br> Vê como ali beijando-se os Amores<br> Incitam nossos ósculos ardentes!<br> Ei-las de planta em planta as inocentes,<br> As vagas borboletas de mil cores.<br> <br> Naquele arbusto o rouxinol suspira,<br> Ora nas folhas a abelhinha pára,<br> Ora nos ares sussurrando gira.<br> <br> Que alegre campo!<br>Que manhã tão clara!<br> Mas ah! Tudo o que vês, se eu não te vira,<br> Mais tristeza que a noite me causara<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-06 11:45:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Análise do poema</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>O amor neste poema está alegre, o eu-lírico está satisfeito em amar Marília e deseja aproveitar a manhã com ela: “Vê como ali, beijando-se, os Amores/Incitam nossos ósculos ardentes!”. <br> O poema é arrumado em soneto, marcado pelas regras: catorze versos distribuídos em dois quartetos e dois tercetos. Esse rigor sempre exige do poeta uma certa habilidade literária.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-06 11:47:30 UTC</pubDate>
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         <title>Já Bocage não sou!... À cova escura </title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Já Bocage não sou!... À cova escura <br> Meu estro vai parar desfeito em vento... <br> Eu aos Céus ultrajei! O meu tormento <br> Leve me torne sempre a terra dura; <br> <br> Conheço agora já quão vã figura, <br> Em prosa e verso fez meu louco intento: <br> Musa!... Tivera algum merecimento <br> Se um raio da razão seguisse pura. <br> <br> Eu me arrependo; a língua quasi fria <br> Brade em alto pregão à mocidade, <br> Que atrás do som fantástico corria: <br> <br> Outro Aretino fui... a santidade <br> Manchei!... Oh! Se me creste, gente ímpia, <br> Rasga meus versos, crê na eternidade!. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-06 11:51:44 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do poema</title>
         <author>lauraagpereira</author>
         <link>https://padlet.com/lauraagpereira/xqfm69t6iqx9/wish/366082645</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema divide-se em 2 partes.<br>  A primeira parte mostra um soneto que remete para uma vida plena de vivências e em que o sujeito poético estrutura as suas ideias apontando para um passado caracterizado por um conjunto de erros cometidos e em que faz um apelo ao futuro. <br> A segunda parte mostra uma <strong>c</strong>onfissão do arrependimento que leva o s.p. a dirigir-se à mocidade para que rasgue os seus versos e acredite na eternidade e uma vez que não se considera um modelo para ninguém.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-06 11:57:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-06-06 12:01:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aspetos positivos da utilização do padlet: </div><div>    1-   É uma maneira mais prática de adquirir e guardar conhecimentos para nós e para outras pessoas que tenham os mesmos interesses;</div><div> </div><div>    2-  Maneira prática de organizar informação.</div><div> </div><div>Aspetos negativos da utilização do padlet:</div><div>      1.  Um pouco lento e dificil de organizar;</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-11 15:06:25 UTC</pubDate>
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         <title>Peregrinação</title>
         <author>lauraagpereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>No século XVI Fernão Mendes Pinto percorreu o Oriente, interdito aos ocidentais até aí. De regresso contou as suas aventuras, num relato que muitos consideraram fantasia. Hoje é consensual o valor histórico e literário do testemunho desta "Peregrinação".</div><div>No livro, o autor narra a sua vida, de aventuras e desventuras, e as suas viagens pelo Oriente, ao longo de 21 anos, em relatos  com descrições muito pormenorizadas dos povos, das línguas e das terras por onde passou e onde revela admiração e fascínio pela grandiosidade dessas civilizações.</div><div>No Ocidente da época ninguém acreditava que o Oriente fosse assim tão rico e tão diferente quanto a tradições culturais. O autor é acusado por muitos de exagero, tendo ficado célebre o dito popular «Fernão, Mentes? Minto!». Contudo, é hoje indiscutível o valor do seu testemunho, escrito com elementos verídicos e de ficção.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-12 16:11:04 UTC</pubDate>
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