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      <title>VARIAÇÃO LINGÚISTICA,ORALIDADE E ESCRITA NA SALA DE AULA by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-04 13:12:40 UTC</pubDate>
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         <title>Mito 2 - Brasileiro não sabe português. /Só em Portugal se fala bem português</title>
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         <description><![CDATA[<div>A afirmação de que o brasileiro não sabe português é carregada de um enorme preconceito linguístico que, infelizmente, é praticado pelos próprios brasileiros. Podemos dizer, no entanto, com exatidão, que o português falado no Brasil é sim gramaticalmente correto. E devemos, sobretudo, desmistificar essa visão de superioridade e de poder da língua do português europeu e desfazer o complexo de inferioridade que permeia a sociedade brasileira.&nbsp;<br><br></div><div>A língua é um instrumento vivo e dinâmico e, embora a língua portuguesa falada no Brasil tenha sido influenciada pelos portugueses europeus, ela foi se adequando a mudanças que são indispensáveis a cada época. Por ser um país enorme e cheio de diversidade cultural, há uma grande necessidade de adaptar o idioma às situações reais de comunicação. Quando os portugueses chegaram ao Brasil já existiam os povos originários com sua língua e cultura. E, além dos portugueses, também chegaram ao Brasil outros povos com suas culturas e particularidades linguísticas, e que também foram agregadas ao idioma que falamos no Brasil. Portanto, não podemos encarar a diversidade linguística do português no Brasil como equívoco ou estranhamento da língua portuguesa, mas sim como uma riqueza cultural e diversidade.&nbsp;<br>Grupo 2: Edivânia, Bianca e Cláudio<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-04 13:41:10 UTC</pubDate>
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         <title>Mito 8 - O domínio da norma culta é um instrumento de ascensão social</title>
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         <description><![CDATA[<div>Segundo Marcos Bagno, o domínio da norma culta seria uma "ilusão". Sustentando sua tese, o autor afirma que, para que essa afirmação seja verídica, seria necessária a construção de uma nova pirâmide social, colocando os professores em um espaço de destaque. Apenas o uso da norma culta não possibilita o crescimento profissional/pessoal de alguém. Para isso, muitas outras questões são necessárias. De acordo com Bagno, a&nbsp; norma culta seria como uma régua social, pois em alguns<br>contextos sociais determina o que é aceitável ou não dentro<br>da comunicação. Para diminuir a desigualdade social,<br>criada através dessa padronização, é importante refletir sobre<br>o entendimento de que o reconhecimento das variações da língua (geográfica e social)<br>é um caminho para a construção de uma sociedade mais justa.<br><br>Vanessa Daniel, Yasmim Sarmento e Yaira Souza.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-04 13:51:04 UTC</pubDate>
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         <title>Mito 1: A língua falada no Brasil apresenta uma unidade surpreendente.</title>
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         <description><![CDATA[<div>A diversidade linguística existente em nosso país é um fenômeno que é justificado pela influência&nbsp; de inúmeros fatores que contribuem para a construção da identidade linguística de cada falante. Pensando nisso, tais fatores podem ser de caráter religioso, político, social, entre muitos outros. Entretanto, um ponto que deve ser observado e, principalmente, discutido, é que em meio a tanta diversidade linguística existe uma língua desprestigiada, que é justamente aquela falada pela maior parte dos brasileiros: a língua que representa a variedade não-padrão. Por esse motivo, podemos afirmar que esses grupos de falantes não são representados nos meios oficiais de comunicação, pois estes meios insistem em usar a norma-padrão. Analisando esse fenômeno no contexto escolar, podemos ver os motivos que contribuem para que determinados falantes sofram preconceito, pois sua língua não está sendo valorizada e representada no espaço escolar.<br><br>Grupo 1: Andressa e Janaína</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-04 13:54:09 UTC</pubDate>
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         <title>Mito 5 - O Lugar onde melhor se fala português  no Brasil é o Maranhão</title>
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         <description><![CDATA[<div>Esse mito foi difundido pelo fato dos maranhenses ainda utilizarem o pronome e as formas verbais clássicas, por ex.: "Tu vais", como herança da colonização portuguesa, ainda muito presente nesse estado.<br>A afirmação de que há um lugar onde se fala mais bonito e correto que o outro é um mito, porque cada região possui suas respectivas características linguísticas. Em qualquer lugar, as pessoas que tiveram mais acesso à educação se expressarão melhor e de acordo com a norma culta.<br>Todas as variedades linguísticas existentes se adequam aos requisitos necessários de comunicação, pois todos os falantes de um mesmo idioma estão inseridos em uma organização de palavras necessárias para se fazer ser entendido.<br>(Lauri, Laurianne e Letícia)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-04 13:55:34 UTC</pubDate>
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         <title>Mito 4: “As pessoas sem instrução falam tudo errado”.</title>
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         <description><![CDATA[<div>De acordo com Bagno (1999), a afirmação de que pessoas sem instrução falam "errado" trasnparece um preconceito linguístico que mascara outro tipo de preconceito: o social. Desta forma, o mito é caracterizado também por razões político-sociais.<br><br>Antigamente apenas as classes mais favorecidas tinham acesso aos estudos acadêmicos. Esse fato permanece refletindo nas percepções que as pessoas têm da língua. Apesar de termos evoluído, no que diz respeito à democratização do acesso à educação, tornou-se um estereótipo a ideia de que pessoas de classes sociais marginalizadas (negras, periféricas, do interior, entre outras) são pessoas sem instrução e que não "saber falar" (em referência ao uso da gramática normativa) é reflexo do local social que ocupam.<br><br>Assim, os dialetos não são legitimizados, rebaixando esses sujeitos e desvalidando suas histórias e suas culturas.<br><br>Territórios geográficos específicos costumam ser alvos desse preconceito. É comum as mídias noticiarem fatos envolvendo o preconceito aos estados do nordeste por exemplo.<br><br>Outro ponto interessante que é preciso ressaltar, diz respeito às concepções de edcuação formal, informal e não formal. Gohn (2006) define que os sujeitos participam de diversos processos de socialização em suas comunidades e que esses processos (linguístico, inclusive) auxiliam no desenvolvimento dos conhecimentos.<br><br>A escola é apenas uma instituição formal de ensino e aprendizagem, não sendo a única forma possível de aquisição de conhecimentos. O triângulo escola-gramática-dicionário não precisa ser a única metodologia utilizada para o ensino de língua, os conhecimentos prévios dos alunos são  de importância na construção dos conhecimentos.<br><br>Uma sociedade verdadeiramente democrática precisa considerar que os modos de falar dos diferentes grupos sociais constituem elementos fundamentais da identidade cultural do nosso povo.<br><br>Glaucia Furtado<br>Giovana Almeida<br>Joseildo H. Conceição</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-04 13:57:18 UTC</pubDate>
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         <title>Mito 3: Português é muito difícil.</title>
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         <description><![CDATA[<div>"Português é muito difícil". Muitos alunos reproduzem esse discurso, alegando que não sabem o português direito. Nós, Professores de Língua Portuguesa, não podemos ensiná-los a gramática de forma engessada, é necessário levar em consideração as particularidades e variações de cada estudante. Ademais, todo falante sabe sua língua, é a gramática internalizada, como dizia Chomsky. Portanto, para desfazermos esse mito, então, é preciso rompermos com essa disparidade existente entre a língua que usamos em nosso cotidiano e aquela imposta pela Gramática Preescritiva, empregada em sala de aula. Nenhuma língua deve ser considerada difícil e complexa para seu falante, já que ele a domina.<br><br>•Gabriel Barros <br>• Emilly Jessica<br>•Êmilly Bernardo&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-04 14:02:06 UTC</pubDate>
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         <title>Mito 6: &quot;O certo é falar assim porque se escreve assim.&quot;</title>
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         <description><![CDATA[<div>Um exemplo muito simples para desmistificar essa ideia é a percepção da escrita/pronúncia da palavra “muito”. Se na fala reproduzíssemos apenas o som das letras, teríamos uma pronúncia diferente daquela que conhecemos, com o som nasalizado (muiNto).&nbsp;</div><div><br></div><div>Outro ponto a ser mencionado é que a pronúncia de uma palavra pode mudar em regiões diferentes do mesmo país ou estado, como resultado das diferenças naturais entre os falantes e das forças internas que regem a língua, enquanto a escrita permanece igual.</div><div><br></div><div>Há, ainda, o fato de alguns falantes não saberem escrever e isso não os impede de comunicar suas ideias ou de serem compreendidos. Entretanto, segundo Bagno, o sistema de ensino atua como colaborador da ideia de que a fala deve ser como a escrita, contribuindo, muitas vezes, para a desvalorização da oralidade e supervalorização da norma culta.</div><div><br>Marcia H. Lira&nbsp;<br>Marilene de Souza Moraes<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-04 14:03:33 UTC</pubDate>
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         <title>Mito 7: É preciso saber falar gramática para falar e escrever bem.</title>
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         <description><![CDATA[<div>É possível desmisticar essa falácia perguntando? " O que é falar bem e escrever bem? Porque há os que dominam a gramática prescritiva e falam muito mal, visto irem de terno para a praia. Ou ainda, escreverem sem sabor, mediante os diversos temperos postos na mesa dos dialetos.<br>Escrever bem ultrapassa os limites das normas gramaticais impostas por um grupo dominante vigente, a prática perpassa pelo o entendimento ser entender que o falante tem essa história marcas que serão trazidas para o seu texto .Em suma escrever bem é experienciar as nossas vivência.<br>A desmistificação desse mito pode ser obtida através da conclusão feita por Mário Perini em ‘’Sofrendo a gramática’’ na p.50 dizendo: “... não existe um grão de evidência em favor disso; toda a evidência disponível é em contrário". Afinal, se fosse assim, todos os gramáticos seriam grandes escritores, e os bons escritores seriam especialistas em gramática.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-04 14:04:10 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 1</title>
         <author>angelicapoesia</author>
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         <pubDate>2023-03-18 16:50:40 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 2</title>
         <author>angelicapoesia</author>
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         <pubDate>2023-03-18 16:54:40 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 3</title>
         <author>angelicapoesia</author>
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         <description><![CDATA[<div>A língua portuguesa, enquanto patrimônio identitário nacional, é a maior marca de brasilidade. Dessa forma o texto propõe uma reflexão acerca da língua portuguesa, ressaltando para o leitor a:&nbsp;<br><br><br>a)As variações linguísticas mostram as singularidades e diversidade do que é ser brasileiro.&nbsp;<br><br>&nbsp;<br>b) O idioma deve ser uma língua padronizada.&nbsp;<br><br><br>c) A diversidade linguística não faz parte da nacionalidade brasileira.<br><br><br>d) compreender que uma sociedade só é bem estruturada pela padronização da língua.<br><br><br>e) A pluralidade da língua não é requisito para compor a identidade nacional.&nbsp;<br><br><br>*Alternativa correta* A&nbsp;<br><br><br>*Componentes:*<br><br>Adriele Conceição Braga&nbsp;<br>Olavo dos Santos Furtado<br>Neide Soares&nbsp;<br>Joadson Matias<br>Yasmim Sarmento</div>]]></description>
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         <title>GRUPO 4</title>
         <author>angelicapoesia</author>
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         <title>GRUPO 5</title>
         <author>angelicapoesia</author>
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