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      <title>Diário de Aprendizagem - Mónica Pires by Mónica Pires</title>
      <link>https://padlet.com/monicav_pires/xp45pw6s030g</link>
      <description>MOOC - &quot;Autonomia e Flexibilidade Curricular&quot;</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-20 12:17:36 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-02-22 19:01:48 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Carta de Apresentação</title>
         <author>monicav_pires</author>
         <link>https://padlet.com/monicav_pires/xp45pw6s030g/wish/233220541</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nome: </strong>Mónica Valadão e Pires<br>&nbsp;<br>&nbsp;<strong>Situação profissional atual: </strong>Professora do grupo 500 (Matemática), do quadro da Escola Básica e Secundária Tomás de Borba (ilha Terceira). Atualmente requisitada pela Direção Regional da Educação dos Açores, Direção de Serviços Pedagógicos.<br>&nbsp;<br><strong>Experiência Profissional:<br></strong>Iniciei a minha atividade profissional no ano 2000, lecionando do 7.º ao 12.º ano.<br>&nbsp;<br>&nbsp;<strong>Experiência relacionada com a implementação de projetos inovadores promotores do sucesso escolar: <br></strong>No ano letivo 2016/2017 integrei a equipa de formação e acompanhamento dos docentes da Educação Básica, no âmbito do Prosucesso.<br>&nbsp;No presente ano letivo faço acompanhamento aos professores de Matemática, nas escolas que integram o projeto Apoio + Retenção 0, no âmbito do Prosucesso.</div><div>&nbsp;<br><strong>Motivação para a implementação do projeto Autonomia e Flexibilidade Curricular, em regime de experiência pedagógica:<br></strong>A Educação tem sido palco de grandes mudanças e assume um papel de importância extrema no futuro dos cidadãos. <br>&nbsp;Olhar para a Escola hoje implica uma nova visão da sala de aula e da comunidade. É necessária uma mudança de paradigma e são necessários professores motivados para que haja uma alteração no processo de transmissão das aprendizagens. <br>&nbsp;O projeto Autonomia e Flexibilidade Curricular poderá se o motor dessa mudança.<br>&nbsp;<br><strong>Expectativas sobre o curso de formação: </strong>&nbsp;</div><div>As escolas e os docentes foram desafiados a pensar a escola de outra forma.&nbsp;<br>&nbsp;É necessário questionar práticas, ter ferramentas pedagógicas mais atrativas e envolver os alunos nos processos de decisão.&nbsp;<br>&nbsp;O projeto é interessante porque não há uma “fórmula” igual para todo o país. Este curso permitirá uma enriquecedora troca de experiências entre professores de todo o país.&nbsp;</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-20 12:28:11 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.2 - Os desafios que se colocam à educação</title>
         <author>monicav_pires</author>
         <link>https://padlet.com/monicav_pires/xp45pw6s030g/wish/233228891</link>
         <description><![CDATA[<div>O sonho de todo professor é dar uma aula atrativa para os alunos, com uma boa didática, conquistando a atenção dos educandos e o interesse para a construção de uma aprendizagem significativa. <br><br></div><div>A escola de hoje está mais bonita, mudaram-se os nomes, todavia mantém-se a pedagogia da uniformidade: para todos os alunos, os mesmos ritmos, metodologias e avaliações. <br><br></div><div>É preciso encontrar a melhor forma e os recursos mais eficazes para todos os alunos aprenderem, isto é, para que se produza uma apropriação efetiva dos conhecimentos, capacidades e atitudes que se trabalharam e que permitem desenvolver as competências chave ao longo da escolaridade obrigatória.<br><br></div><div>Ensinar é mais do que transmitir conhecimento, é despertar a curiosidade, é instigar o desejo de ir além do conhecido, é desafiar a pessoa a confiar em si mesma e dar um novo passo em busca de mais, educando para a vida e para novos os relacionamentos.<br><br></div><div>Se a investigação em educação tem vindo desde há anos a apontar para a necessidade do desenvolvimento de competências como a da resolução de problemas e do pensamento crítico e criativo, o que parece ser é a necessidade de os sistemas educativos enfatizarem e implementarem o desenvolvimento dessas competências de forma explícita e intencional, com mudanças deliberadas nos desenhos curriculares e nas propostas para novas práticas pedagógicas.<br><br></div><div>As atuais orientações curriculares para a matemática prescrevem um tipo de ensino designado por ensino exploratório. O ensino exploratório adota uma perspetiva dialógica de construção de conhecimento, em que a ênfase é colocada no aluno e nas condições que favoreçam a sua participação, individual e coletiva, numa atividade de inquirição <br><br></div><div>Práticas pedagógicas centradas no aluno e no desenvolvimento das suas competências serão fundamentais.<br><br></div><div>O ensino pela descoberta, trabalho de projeto, resolução de problemas, abordar os conteúdos de cada área do saber associando-os a situações e a problemas presentes no quotidiano da vida do aluno, recorrendo a materiais e recursos diversificados; organizar o ensino prevendo a experimentação de técnicas, instrumentos e formas de trabalho diversificados, promovendo intencionalmente, na sala de aula ou fora dela, atividades de observação; a utilização crítica de fontes de informação diversas e das tecnologias da informação e comunicação; promover de modo sistemático e intencional atividades que permitam ao aluno fazer escolhas, confrontar pontos de vista, resolver problemas e tomar decisões com base em valores; valorizar, na avaliação das aprendizagens do aluno, o trabalho de livre iniciativa, incentivando a intervenção positiva no meio escolar e na comunidade.<br><br></div><div>Todas estas práticas têm um papel preponderante na construção da autonomia dos alunos, assumindo o professor um papel de orientador das aprendizagens dos seus alunos.</div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-20 12:57:54 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.3 – O Perfil dos Alunos e a organização da escola</title>
         <author>monicav_pires</author>
         <link>https://padlet.com/monicav_pires/xp45pw6s030g/wish/233314938</link>
         <description><![CDATA[<div>A um novo perfil de aluno deverão corresponder um novo perfil de escola e um novo perfil de professor.<br><br></div><div>O novo perfil de aluno só fará sentido se ocorrer uma efetiva apropriação das suas linhas de ação pelas escolas. Saber questionar, saber pensar, gerir emoções, negociar conflitos, participar ativamente na comunidade, conjugar conhecimentos, aptidões e atitudes são dimensões que o sistema de ensino não pode descurar.<br><br></div><div>As alterações curriculares e de funcionamento das escolas devem ser graduais, sustentadas e duradouras. <br><br></div><div>Seguem alguns pontos para reflexão:<br><br></div><div>- A instabilidade dos programas, as mudanças nos currículos, provocam instabilidade, a lógica disciplinar é ainda muito acentuada. <br><br></div><div>- Os tempos das aulas e a sua configuração devem ser repensados. <br><br></div><div>- Criação de projetos interdisciplinares, que envolva os alunos em muito trabalho de projeto e educação para a cidadania, trabalhar em equipa. Também é imprescindível que a tecnologia seja acessível aos alunos e professores, todos os dias.<br><br></div><div>- Tempo e apoio aos professores para mudarem a sua forma de trabalhar, além de muita paciência e estabilidade para uma reforma desta magnitude ser implementada e interiorizada.<br><br></div><div>- Criação de equipas pedagógicas, formadas por professores de várias áreas disciplinares, que colaborativamente poderão encontrar soluções criativas para que as aprendizagens dos alunos se tornem motivadoras, significativas e efetivas.<br><br></div><div>- Reunir alunos e professores, frequentemente, para discutir os problemas da escola e da sala de aula, criar uma cultura de estudo entre os professores das diferentes áreas de ensino com a finalidade de discutir cientificamente os problemas educacionais.<br><br></div><div>Não nos devemos esquecer, porém, que as aprendizagens não ocorrem exclusivamente nas salas de aula e não se limitam à educação escolar: a família, o clube desportivo, a igreja, o grupo recreativo, também constituem locais de aprendizagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-20 15:24:41 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.4 – Fórum: Do Perfil dos Alunos à prática pedagógica</title>
         <author>monicav_pires</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-20 15:54:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 2.2 - Tricider: O Perfil dos Alunos e o desenvolvimento de competências</title>
         <author>monicav_pires</author>
         <link>https://padlet.com/monicav_pires/xp45pw6s030g/wish/233339758</link>
         <description><![CDATA[<div>Num mundo cada vez mais globalizado, é clara a necessidade de preparar os alunos de hoje (e também os de amanhã), para os desafios que os mesmos vão encontrar nas empresas.&nbsp;<br><br></div><div>Ao saírem das escolas e universidades, os desafios que os jovens profissionais encontram crescem a cada dia, e se eles não tiverem contato com estas competências, a possibilidade de inserção no mercado de trabalho será mais difícil.&nbsp;<br><br></div><div>É necessário garantir a todos os jovens que concluem a escolaridade obrigatória, o conjunto de competências entendidas como uma interligação entre conhecimentos, capacidades, atitudes e valores, que os torna aptos a investir permanentemente perante os desafios sociais, económicos e tecnológicos do mundo atual.<br><br></div><div>O Perfil do Aluno dá resposta aos desafios colocados pela sociedade contemporânea, na medida em que nos indica o caminho a seguir e para o qual devem convergir todas as aprendizagens. Ele promove a adoção de uma abordagem pedagógica interdisciplinar, promove condições formativas e organizacionais para que as metodologias de ação se orientem para práticas pedagógicas e didáticas adequadas às finalidades enunciadas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-20 16:01:08 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.6 - Submissão e revisão por pares: Construção de um Mapa de Ideias</title>
         <author>monicav_pires</author>
         <link>https://padlet.com/monicav_pires/xp45pw6s030g/wish/233342209</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://popplet.com/app/#/4539798">http://popplet.com/app/#/4539798</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-20 16:04:35 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.2. Tricider: Relevância da aprendizagem significativa</title>
         <author>monicav_pires</author>
         <link>https://padlet.com/monicav_pires/xp45pw6s030g/wish/233343310</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;"É importante que os alunos realizem aprendizagens significativas."</strong></div><div>Não é a quantidade de informações que interessa, mas a construção partilhada de conhecimentos, a partir do que estas informações representam para o aluno.&nbsp;<br><br></div><div>Compreender que os conteúdos da sala de aula ganham vida no mundo real é a chave para uma aprendizagem significativa.<br><br></div><div>Muitos alunos desanimam com os estudos por não conseguirem perceber as relações entre as disciplinas que vivenciam na sala de aula e com o mundo fora dela.&nbsp;<br><br></div><div><br>A associação entre os conteúdos apresentados e trabalhados na sala de aula com as situações do dia a dia, além de dar significado ao que se está a estudar, motiva os alunos para que se apliquem mais.</div><div><br>Quando eles conseguem perceber e entender para que servem os conhecimentos que muitas vezes ficam desbotados em sala de aula, as aprendizagens tornam-se mais atrativas e úteis.&nbsp;</div><div><br>Que professor nunca se deparou com alunos que questionam o porquê de estudar esta ou aquela matéria e que não lhe encontram nenhuma utilidade na sua vida.</div><div><br>&nbsp;</div><div>Com a evolução das tecnologias, hoje em dia conteúdos dos mais diversos ficam a disposição de todos em jornais, internet e diversos meios. Os professores não são os únicos detentores do conhecimento, mas eles, sim, têm a oportunidade e, porque não dizer, o privilégio de ensinar a forma como os conhecimentos podem ser aplicados e com isso desenvolver competências nos seus alunos.&nbsp;<br><br></div><div>Para despertar essa vontade de saber mais, um dos recursos poderá ser iniciar as abordagens contextualizando o conteúdo através de uma situação real, e só depois sistematizar o conteúdo que o aluno já usou.&nbsp;<br><br></div><div>Os conteúdos também não devem ser oferecidos aos alunos de forma acabada, mas na forma de problemas, cujas relações devem ser descobertas e construídas pelo aluno, que precisa reorganizar o material, adaptando-o à sua estrutura cognitiva prévia, para descobrir as relações, leis ou conceitos que precisará.&nbsp;<br><br></div><div>Os laboratórios de Matemática são ambientes em que se pode agregar a Matemática a materiais concretos e manipulativos, curiosidades, livros e softwares educacionais.&nbsp;<br><br></div><div>O trabalho de projeto, onde o aluno aprende a propor o encaminhamento e desenvolvimento de uma determi­nada situação, partindo de uma análise diagnóstica, indicando os objetivos a serem atingidos e as etapas de reali­zação do projeto.<br><br></div><div>Estudar um problema em grupo, colaborando, ouvindo as contribuições dos colegas, debatendo e discutindo os vários aspetos do tema em estudo, relacionando-os com seus conhecimentos e suas experiências, ampliando o seu universo intelectual, de tal forma que, no fim do trabalho cada participante possa ter avançado e apren­dido mais em relação ao tema do que se tivesse estudado sozinho.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-20 16:06:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>monicav_pires</author>
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         <pubDate>2018-02-20 16:21:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>monicav_pires</author>
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         <title></title>
         <author>monicav_pires</author>
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         <pubDate>2018-02-20 16:26:50 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa E.1 - Partilha do Diário de Aprendizagem</title>
         <author>monicav_pires</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-20 16:52:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>monicav_pires</author>
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         <pubDate>2018-02-20 16:57:29 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.2 - Comentários a duas respostas</title>
         <author>monicav_pires</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>1.º - </strong>De facto, em muitas escolas ainda se privilegia a quantidade em detrimento da qualidade do trabalho dos alunos. Em muitas escolas ainda não é trabalhado o pensamento crítico, a criatividade, a colaboração e a comunicação. O ensino de hoje em dia não proporciona às crianças o que o mundo espera delas. A referência a um perfil não visa qualquer tentativa uniformizadora, mas sim criar um quadro de referência que pressuponha a liberdade, a responsabilidade, a valorização do trabalho, a consciência de si próprio, a inserção familiar e comunitária e a participação na sociedade que nos rodeia.<br><br><strong>2.º - </strong>Mais exercícios, mais repetição e mais testes podem até resultar numa nota maior, mas não prepararão o aluno de forma integral e, muito menos, darão conta de desenvolver todas as competências que ele necessita para enfrentar os desafios do século 21. Enquanto o mundo abre espaço e cobra que os jovens sejam protagonistas de seu próprio desenvolvimento, o ensino tradicional ainda responde com modelos criados para atender demandas antigas. A realidade é que o ser humano é definitivamente complexo e, para desenvolvê-lo de maneira completa, é necessário incorporar estratégias de aprendizagem mais flexíveis e abrangentes.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-21 14:04:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>monicav_pires</author>
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         <pubDate>2018-02-21 14:09:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>monicav_pires</author>
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         <pubDate>2018-02-21 14:51:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>monicav_pires</author>
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         <pubDate>2018-02-21 16:35:32 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.2 - Comentários a duas respostas</title>
         <author>monicav_pires</author>
         <link>https://padlet.com/monicav_pires/xp45pw6s030g/wish/233836770</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1.º - </strong>É preciso desconstruir este referencial de conhecimento para recriá-lo de modo assertivo e adequado às novas realidades.&nbsp;</div><div>O professor deve “desarrumar” aquilo que durante anos sempre esteve bem “arrumadinho” na escola como: professor ensina algo inquestionável, aluno aprende e reproduz exatamente como aprendeu.</div><div>&nbsp;Temos de ensinar de forma que os nossos alunos aprendam para além dos muros da Escola!<br><strong>2.º -&nbsp;</strong>É preciso ter em conta&nbsp; que uma aprendizagem significativa não se relaciona apenas a aspetos cognitivos dos sujeitos envolvidos no processo. Ela&nbsp; está também intimamente relacionada com as suas referências pessoais, sociais e afetivas. Por isso, a aprendizagem não ocorre da mesma forma e no mesmo momento para todos. Interferem nesse processo as diferenças individuais, o perfil de cada um, as diversas maneiras que as pessoas têm para aprender.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-21 16:36:02 UTC</pubDate>
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         <author>monicav_pires</author>
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         <pubDate>2018-02-21 17:16:27 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.4 - Criação de novas disciplinas</title>
         <author>monicav_pires</author>
         <link>https://padlet.com/monicav_pires/xp45pw6s030g/wish/234283241</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>&nbsp;Uma vez que a gestão do currículo, feita pelas escolas, não tem de ter uma lógica semanal, ou seja, o tempo de autonomia curricular atribuído às escolas é calculado com base na carga horária anual estabelecida, eu optei por criar uma semana dedicada à realização de atividades envolvendo a Matemática.<br><br></div><div><strong>Este projeto foi dinamizado, no ano letivo 2016/2017, numa escola dos Açores.<br></strong><br></div><div><strong>Nome: Campo Pedagógico “Isto (também) é Matemática!”<br></strong><br></div><div><strong>Áreas disciplinares envolvidas: </strong>Matemática, Educação Física, Educação Visual e Tecnológica, Ciências Naturais e Música. É possível envolver mais disciplinas.<strong><br></strong><br></div><div><strong>Anos de escolaridade: </strong>5.º e 6.º anos de escolaridade.<br><br></div><div><strong>Motivação para a criação da nova disciplina: </strong>A motivação primordial para a criação deste campo pedagógico foi promover o gosto pela Matemática, mediante a realização de um conjunto de atividades de carácter lúdico, sempre que possível em espaço aberto e em contacto com a natureza.&nbsp;<br><br></div><div>As atividades programadas são, na sua maioria, direcionadas para a aquisição de aprendizagens formais e informais de diversa natureza, cuidadosamente selecionadas e preparadas para os alunos envolvidos.<br><br></div><div><strong>Principais estratégias para a sua implementação: </strong>O plano contempla atividades de diversos tipos – atividades de carácter motor em contacto com a natureza, jogos didáticos, explorações geométricas em ambientes interativos dinâmicos ou com utilização de materiais manipulativos.&nbsp;<br><br></div><div>A formação para a cidadania estará sempre presente, nomeadamente, no desenvolvimento das próprias atividades (espírito de grupo, interajuda, cooperação, respeito pelas regras, colegas, professores, funcionários e demais intervenientes), no contacto com elementos de diversas entidades locais (autarquia, vigilantes da natureza, bombeiros e comércio local) e na promoção de hábitos de vida saudável. &nbsp;<br><br></div><div>As atividades decorrerão durante uma semana (de 2ª a 6ª feira), das 9h00 às 17h30, com pausas para lanche no período do meio da manhã e a meio da tarde (30 minutos cada) e o período de almoço (1h 30 minutos).&nbsp;<br><br></div><div>O campo será devidamente documentado, em registo fotográfico e fílmico.<br><br></div><div>Estas são exemplo de algumas atividades que se podem desenvolver:&nbsp;<br><br></div><div>- Atividade de Quebra-gelo “A Torre mais alta”<br><br></div><div>Trata-se de uma tarefa quebra-gelo, atividade para estimular as interações e a interajuda para alcançar um objetivo comum.<br><br></div><div>Cada grupo recebe 1 ou 2 pacotes de esparguete e alguns sacos de marshmallows. O objetivo é construir com o material fornecido, uma estrutura que se mantenha sem qualquer tipo de apoio.<br><br></div><div>- “Caça ao Tesouro”<br><br></div><div>Esta atividade consiste numa prova pedestre de orientação urbana, para equipas, as quais têm que realizar um percurso, circular, e ao qual estão associadas perguntas ou tarefas Matemáticas a desenvolver em cada um dos pontos de passagem, marcados com uma baliza e um alicate de orientação.<br><br></div><div>- “Jogos Matemáticos” – Mini Campeonato<br><br></div><div>O jogo é um tipo de atividade que alia raciocínio, estratégia e reflexão com desafio e competição de uma forma lúdica muito rica. Apontada como uma experiência de aprendizagem propícia ao desenvolvimento de estratégias cognitivas, resolução de problemas e raciocínio matemático.<br><br></div><div>- “Jogos Tradicionais/ Tratamento Estatístico”<br><br></div><div>Realização, em grupo, dos seguintes jogos tradicionais: Jogo do estica, Boccia e corrida de sacos de batatas.<br><br></div><div>Em cada “estação” há um professor (de Matemática) responsável por fazer os registos, para posterior tratamento estatístico, e um professor de Educação Física, que coordena a “estação”.<br><br></div><div>A segunda parte desta atividade consiste no tratamento estatístico dos dados recolhidos pelos alunos.<br><br></div><div>- “Percurso Orientado”<br><br></div><div>A atividade consiste na realização de um percurso orientado, utilizando um trilho pedestre assinalado e devidamente marcado.<br><br></div><div>O percurso a realizar tem uma distância aproximada de 7km e uma duração estimada de 2h30m.<br><br></div><div>A cada grupo será entregue uma cópia do mapa com o percurso. No mapa serão assinalados pontos de passagem/paragem.<br><br></div><div>Caberá ao grupo seguinte, escolher o caminho a seguir, em função da observação do mapa. Propõe-se que ao longo do percurso os alunos, em grupos, observem a paisagem que os rodeia, tentando relacionar sempre com conceitos Matemáticos.<br><br></div><div>- “Refeição Saudável”<br><br></div><div>Com esta atividade pretende-se que os alunos, em equipas de 4/5 elementos preparem uma refeição saudável (cada equipa irá preparar um alimento diferente).<br><br></div><div>Esta preparação envolverá uma leitura atenta da receita para a divisão das tarefas entre os elementos do grupo, o planeamento das quantidades necessárias para o número de pessoas em questão, a aquisição dos produtos (que poderá ser feita numa pequena “mercearia” na escola) e, finalmente, a confeção.<br><br></div><div>- “Um Passeio na Caldeira”&nbsp;<br><br></div><div>Consiste num percurso pedestre tranquilo e descontraído na Caldeira, num ótica de educação ambiental, cujo objetivo é proporcionar às crianças o contacto direto com os aspetos relevantes da paisagem, da geologia, da flora e da fauna, com destaque para eventuais endemismos, consciencializando-os para a sua preservação e o respeito que a natureza merece.<br><br></div><div>- “Construções com o Geogebra”<br><br></div><div>Pretende-se que os alunos utilizem programa de geometria dinâmica Geogebra para realizar construções geométricas divertidas, com a utilização de pontos, retas, segmentos de reta, polígonos etc., façam medição de perímetros e áreas e reconheçam algumas propriedades geométricas envolvendo ângulos e polígonos.<br><br></div><div>- Realização de jogos de computador que envolvem conceitos matemáticos.<br><br></div><div><strong>Critérios de avaliação: </strong>Grelhas de observação a preencher por alunos e pelo professor; Participação; Empenho; Criatividade; Responsabilidade; Comportamento; Pontualidade; Assiduidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-22 15:38:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 4.3. Relato de uma prática de diferenciação pedagógica</title>
         <author>monicav_pires</author>
         <link>https://padlet.com/monicav_pires/xp45pw6s030g/wish/235317631</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>“Esperar que os alunos de uma mesma turma atinjam os mesmos objetivos, com o mesmo ritmo de trabalho, através das mesmas atividades, sob uma mesma metodologia de ensino, apesar da diversidade de características pessoais, estilos de aprendizagem e conhecimentos prévios, é uma esperança vã, pela improbabilidade de se conseguir.”<br><br></div><div>A conquista da autonomia deve ser também um dos objetivos essenciais do desenvolvimento educativo, sendo para isso importante reforçar o tempo dedicado ao trabalho e à realização de aprendizagens efetivas na escola.<br><br></div><div>Uma prática que pode ser central na implementação de estratégias de pedagogia diferenciada (a nível dos processos), e no desenvolvimento da autonomia e da responsabilidade, é a utilização do <strong>Plano Individual de Trabalho</strong>. Para além de diversificar o trabalho do aluno, envolve-o nas decisões, ajudando-o a tomar consciência de que é o autor das suas aprendizagens.<br><br></div><div>O PIT deverá ser usado como complemento no processo de aprendizagem; não em fase inicial da aprendizagem, mas para treinar, sistematizar conceitos explorados na aula ou para os aplicar em contextos variados. Esta prática de diferenciação pedagógica pode ser utilizada com alunos dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e ensino secundário.<br><br></div><div>Algumas potencialidades do PIT são:<br>- O aluno escolhe a ordem de realização das tarefas e pode selecioná-las, se o professor hierarquizar previamente as tarefas (umas, obrigatórias e as restantes, facultativas);</div><div>- Cada aluno pode trabalhar ao seu ritmo, explorando o seu potencial, sem ser travado por um ritmo de trabalho médio, imposto pelo professor à turma toda;</div><div>- Promove, no aluno, a autorregulação do seu processo de aprendizagem;</div><div>- Liberta o professor do papel de condutor da turma, para acompanhar os alunos com dificuldade.<br><br></div><div>No PIT, os alunos são desafiados a reagir aos desafios que lhe são colocados e às dificuldades que vão surgindo. Espera-se também que realizem a sua autoavaliação sobre os níveis de compreensão e aprendizagem atingidos, e que façam um balanço final das aprendizagens realizadas.<br><br></div><div>Ao preencherem o seu plano, os alunos estabelecem um contrato, assumindo o compromisso de realizar individualmente, em pares ou com o apoio do professor, algumas das atividades sugeridas, como por exemplo: leituras complementares, fichas de treino sobre diferentes conteúdos do programa, fichas corretivas, trabalhos de pesquisa, etc.. <br><br></div><div>Enquanto os alunos trabalham autonomamente, no seu plano, o professor pode apoiar individualmente, e de forma mais sistemática, outros alunos com dificuldades. Este apoio deve acordado previamente entre o professor e os alunos em causa, quer por solicitação dos próprios interessados, quer por proposta do professor, inscrita previamente no plano. Pode combinar-se que, quando o professor está com um aluno individualmente, os restantes, caso tenham alguma dúvida, devem tentar esclarecê-la junto de outro colega ou então optar por realizar outra atividade do PIT, deixando para mais tarde aquela onde há dificuldades.<br><br></div><div>Para este modelo de organização, os professores devem organizar e/ou produzir materiais, instrumentos de trabalho, roteiros de estudo, etc., que permitiam a autonomia dos alunos durante o tempo de estudo na sala de aula.<br><br></div><div>No fim de cada plano de trabalho, a turma reflete coletivamente sobre o trabalho realizado e planeia um novo ciclo de atividades.<br><br></div><div>Durante o período de implementação do PIT, o feedback do professor (oral ou escrito) ao aluno, é essencial. É um elemento chave na avaliação formativa, talvez o mais poderoso mediador para melhorar o desempenho. <br><br></div><div>O feedback deve apontar pistas de ação futura, de forma que a partir delas o aluno saiba como prosseguir; incentivar o aluno a reanalisar a sua resposta; não incluir a correção do erro, no sentido de dar ao próprio a possibilidade de ser ele mesmo a identifica-lo e a alterá-lo de forma a permitir que aconteça uma aprendizagem mais duradoura; identificar o que já está bem feito, no sentido não só de dar autoconfiança, como igualmente permitir que aquele saber seja conscientemente reconhecido. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-26 13:04:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/monicav_pires/xp45pw6s030g/wish/235317631</guid>
      </item>
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         <title>Tarefa 4.4.  Análise crítica de um modelo pedagógico</title>
         <author>monicav_pires</author>
         <link>https://padlet.com/monicav_pires/xp45pw6s030g/wish/239098209</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>Considera que o modelo apresentado pode responder aos desafios lançados às escolas pelo Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular?<br></strong><br></div><div>Sim, considero que este modelo responde aos grandes desafios do Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular. Tal como no PAFC, em que se pretende promover aprendizagens efetivas e significativas, com conhecimentos consolidados, também, no modelo pedagógico em uso no Institut Les Vinyes, a conjugação de tempos de trabalho disciplinar com tempos de trabalho por projeto surge para dar sentido ao conhecimento e às aprendizagens.<br><br></div><div>O modelo pedagógico apresentado defende que os alunos não aprendem de forma compartimentada e fragmentada, mas sim de um modo integrado e articulado. Por isso, é fundamental que, para além de uma lógica de trabalho disciplinar, haja também um forte investimento em trabalho por projeto, dado que é este trabalho que permite dar sentido às aprendizagens disciplinares.&nbsp;<br><br></div><div>Tal como se prevê no Projeto de Autonomia e Flexibilidade, também este modelo destaca a importância da natureza transdisciplinar das aprendizagens, da mobilização de literacias diversas, de múltiplas competências, teóricas e práticas, promovendo o conhecimento científico, a curiosidade intelectual, o espírito crítico e interventivo, a criatividade e o trabalho colaborativo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-07 12:20:17 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4.6 - Submissão e revisão por pares: Planificação de um DAC</title>
         <author>monicav_pires</author>
         <link>https://padlet.com/monicav_pires/xp45pw6s030g/wish/239098387</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/256035231/d0c2b7da13294512759544454eeddcc6/Tarefa_4_6.pdf" />
         <pubDate>2018-03-07 12:21:00 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.2 – Reflexão sobre critérios de avaliação</title>
         <author>monicav_pires</author>
         <link>https://padlet.com/monicav_pires/xp45pw6s030g/wish/249270949</link>
         <description><![CDATA[<div>O principal objetivo da avaliação é promover a aprendizagem dos alunos e informar os professores para a tomada de decisões sobre o processo de ensino. Assim, a avaliação deve permitir ao aluno ser um elemento ativo, reflexivo e responsável pela sua aprendizagem e ao professor providenciar meios e oportunidades facilitadoras dessa aprendizagem, propondo, para isso, aos alunos um conjunto de tarefas, de natureza e extensão variáveis, individuais ou de grupo, que, no seu conjunto, reflitam equilibradamente as finalidades do currículo. <br><br></div><div>·      O documento é muito vago relativamente ao tipo de instrumentos que podem/devem ser utilizados para avaliar cada um dos domínios.<br><br></div><div>O conceito de avaliação contínua pressupõe que a mesma represente a evolução dos conhecimentos adquiridos pelos alunos ao longo de todo o ano letivo. A sua operacionalização só se consegue através da utilização diversificada de instrumentos de avaliação.<br><br></div><div>As tarefas de ensino e aprendizagem devem, sempre que possível, coincidir com as tarefas e atividades de avaliação, representando o tempo empregue na sua execução um benefício para a aprendizagem. A evolução da aprendizagem deve privilegiar a resolução de problemas ou atividades de pesquisa, para além da memorização e repetição.<br><br></div><div>·      O documento não destaca a importância do papel do aluno no processo de ensino e aprendizagem.<br><br></div><div>Os resultados da avaliação do aluno destinam-se a informar o mesmo, o professor, os encarregados de educação e a escola sobre o seu progresso nos diferentes domínios da aprendizagem. Uma avaliação transparente envolve a partilha de responsabilidades pelos alunos, pelos professores e pelos encarregados de educação. <br><br></div><div>·      O documento não refere a importância da avaliação formativa e apenas incide sobre o domínio dos conhecimentos e competências.<br><br></div><div>Sendo a avaliação contínua, esta deverá refletir o trabalho desenvolvido ao longo do ano, dando a justa valorização à evolução que tenha sido observada. A “avaliação contínua” é aquela que acompanha o processo ensino-aprendizagem de uma forma regular e pode ser considerada como uma forma de recolher informação, formal ou informal, para ajustar o planeamento e respetivo processo de ensino-aprendizagem.<br><br></div><div>A avaliação formativa é a principal modalidade de avaliação, assumindo um caráter contínuo e sistemático, tendo em vista a regulação do processo de ensino-aprendizagem. Para o efeito, ela deve recorrer a uma enorme diversidade de instrumentos de recolha de informação, em função da natureza das aprendizagens e dos contextos em que ocorrem. A avaliação formativa fornece, ao professor, ao aluno, ao encarregado de educação e aos restantes intervenientes, informação sobre o desenvolvimento das aprendizagens e das competências dos alunos, de forma a permitir a revisão e melhoria dos processos de trabalho. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 15:35:14 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.3 – Relação entre o que se pretende avaliar e as tarefas de avaliação</title>
         <author>monicav_pires</author>
         <link>https://padlet.com/monicav_pires/xp45pw6s030g/wish/254137392</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-22 13:55:01 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.4 – Avaliação em DAC</title>
         <author>monicav_pires</author>
         <link>https://padlet.com/monicav_pires/xp45pw6s030g/wish/254150440</link>
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         <pubDate>2018-04-22 16:03:32 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6.3 – Reflexão sobre a implementação da Cidadania e Desenvolvimento na escola</title>
         <author>monicav_pires</author>
         <link>https://padlet.com/monicav_pires/xp45pw6s030g/wish/254151301</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-22 16:11:05 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6.6 – Planificação de uma atividade</title>
         <author>monicav_pires</author>
         <link>https://padlet.com/monicav_pires/xp45pw6s030g/wish/254156315</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-22 16:55:40 UTC</pubDate>
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