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      <title>Doenças Hereditárias Recessivas by Ronnivon Dantas</title>
      <link>https://padlet.com/ronnivondantas/xp20x2ajj55b7rin</link>
      <description>Nessa abordagem iremos descrever diferentes doenças hereditárias recessivas onde são causadas por um par de alterações genéticas, herdadas tanto do pai quanto da mãe. Esse padrão de herança é o mais comum entre as doenças genéticas raras, compreendendo cerca de 45% delas, está relacionada a um gene que não é um gene e cromossomo sexual, ou seja não tem a principio influencia o sexo, e quem manifesta caracterizes em analise e o homozigoto recessivo (aa). pesquisa desenvolvida por Alice Miguel dos Santos, Antonia Silvaneide Souza Soares Dantas, Antonio Alessandro Oliveira Almeida, Antonio Ronnevon Dantas Bandeira, Gessica Maiara Carvelho Brasil, Neila Maria Martins do Vale, Nicole Campelo Maia, Yasmin Papacena Merlim.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-31 21:38:43 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-03-02 21:30:58 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Doenças Hereitárias Recessivas</title>
         <author>ronnivondantas</author>
         <link>https://padlet.com/ronnivondantas/xp20x2ajj55b7rin/wish/2611006700</link>
         <description><![CDATA[<div>As doenças hereditárias recessivas são aquelas que se manifestam quando uma pessoa herda duas cópias alteradas de um gene, uma de cada um dos pais. Isso ocorre porque o gene normal, herdado do outro progenitor, não é capaz de compensar o efeito da cópia alterada. Aqui estão alguns exemplos de doenças hereditárias recessivas:<br><br>Para doenças com esse padrão de herança podemos ter indivíduos com as duas cópias da alteração causadora, e que serão afetados pela doença, e indivíduos com uma única cópia, os chamados <strong>portadores</strong>, que, geralmente, não desenvolvem os sintomas mas podem passar a alteração para os filhos, mantendo o risco da doença na família.</div><ul><li>Se somente o pai ou a mãe é portador, existe 50% de chance do filho receber a alteração e também se tornar portador da doença.</li><li>Se ambos os pais são portadores, existe 50% de chances da criança ser portadora, 25% de chance de ser afetada pela doença, e 25% de chance de não herdar nenhuma alteração.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-31 22:10:58 UTC</pubDate>
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         <title>Fibrose cística</title>
         <author>ronnivondantas</author>
         <link>https://padlet.com/ronnivondantas/xp20x2ajj55b7rin/wish/2611017461</link>
         <description><![CDATA[<div>A fibrose cística é uma doença genética hereditária de caráter recessivo, o que significa que ambos os pais devem transmitir um gene alterado para que a doença se manifeste. Ela afeta principalmente os pulmões, pâncreas, fígado e intestino.<br><br></div><div><br>A doença é causada por mutações no gene CFTR (Cystic Fibrosis Transmembrane Conductance Regulator), que é responsável pela produção de uma proteína que regula o transporte de cloreto nas células. Essa proteína desempenha um papel importante na produção de muco e no equilíbrio do sal no organismo.<br><br></div><div><br>Nas pessoas afetadas pela fibrose cística, as mutações no gene CFTR resultam em uma proteína defeituosa ou ausente, o que leva a um acúmulo de muco espesso e pegajoso nos órgãos afetados. Nos pulmões, esse muco dificulta a eliminação de bactérias e outras partículas, resultando em infecções respiratórias frequentes e progressivas. Além disso, a obstrução do ducto pancreático impede a liberação adequada de enzimas digestivas, prejudicando a digestão e absorção de nutrientes.<br><br></div><div><br>Os sintomas da fibrose cística podem variar em gravidade, mas geralmente incluem tosse persistente, produção excessiva de muco, infecções respiratórias recorrentes, dificuldade para ganhar peso e altura adequados, fezes volumosas e gordurosas, distúrbios do sistema digestivo e baixo crescimento.<br><br></div><div><br>Atualmente, não há cura para a fibrose cística, mas existem tratamentos disponíveis para aliviar os sintomas, prevenir complicações e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Esses tratamentos incluem fisioterapia respiratória, uso de medicamentos para diluir o muco e facilitar a eliminação, antibioticoterapia para tratar infecções, suplementos enzimáticos para auxiliar na digestão e terapia genética para corrigir as mutações no gene CFTR.<br><br>O diagnóstico da fibrose cística envolve uma combinação de histórico clínico, exames físicos, testes de função pulmonar e testes genéticos. Aqui está uma visão geral dos principais métodos de diagnóstico utilizados:<br><br></div><ol><li>Triagem neonatal: A fibrose cística é rotineiramente incluída nos programas de triagem neonatal em muitos países. Um teste simples é realizado a partir de uma amostra de sangue do recém-nascido para detectar possíveis sinais da doença. Se o teste de triagem indicar resultados positivos, são necessários testes adicionais para confirmar o diagnóstico.</li><li>Teste do suor: O teste do suor é considerado o "padrão ouro" para o diagnóstico da fibrose cística. Nesse teste, uma pequena quantidade de suor é coletada em uma área específica da pele (geralmente no braço) e analisada para verificar a concentração de cloreto. Valores elevados de cloreto indicam um diagnóstico positivo para fibrose cística.</li><li>Testes genéticos: A análise do DNA pode ser realizada para identificar mutações no gene CFTR. Isso é feito através de um exame de sangue ou, mais comumente, coletando uma amostra de células da boca ou do nariz. A identificação de duas mutações no gene CFTR confirma o diagnóstico de fibrose cística.</li><li>Exames de imagem: Radiografias de tórax e tomografias computadorizadas (TC) podem ser usadas para avaliar o estado dos pulmões e dos órgãos afetados pela fibrose cística, como o pâncreas.</li><li>Testes de função pulmonar: Esses testes medem a capacidade pulmonar e a função respiratória. Os mais comuns são a espirometria, em que o paciente realiza várias respirações forçadas em um dispositivo, e a gasometria arterial, que analisa os níveis de oxigênio e dióxido de carbono no sangue arterial.</li></ol><div><br>É importante ressaltar que o diagnóstico da fibrose cística é geralmente feito na infância ou até mesmo no período neonatal, devido à inclusão nos programas de triagem. No entanto, em casos mais leves ou atípicos, o diagnóstico pode ser feito mais tarde, na adolescência ou até mesmo na idade adulta, com base em sintomas clínicos e exames adicionais.</div><div><br><br></div><div>A fibrose cística requer uma abordagem multidisciplinar, envolvendo profissionais de saúde, como médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas e psicólogos, para oferecer cuidados abrangentes e personalizados aos pacientes. Os avanços na pesquisa genética e no desenvolvimento de terapias estão trazendo esperança para o tratamento e o manejo da fibrose cística, visando melhorar a qualidade e a expectativa de vida dos indivíduos afetados pela doença.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-31 22:34:36 UTC</pubDate>
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         <title>Anemia falciforme</title>
         <author>ronnivondantas</author>
         <link>https://padlet.com/ronnivondantas/xp20x2ajj55b7rin/wish/2611017531</link>
         <description><![CDATA[<div>A anemia falciforme é uma doença hereditária do sangue que afeta principalmente pessoas de origem africana, embora também possa ocorrer em outras populações. É caracterizada por uma alteração nos glóbulos vermelhos, que adquirem uma forma anormal em formato de foice, chamada de hemácias falciformes.<br><br></div><div><br>Essa deformação das hemácias causa vários problemas, incluindo obstrução dos vasos sanguíneos, redução do transporte de oxigênio para os tecidos e maior fragilidade das células, resultando em anemia crônica. A anemia falciforme também pode causar episódios de dor intensa, conhecidos como crises falciformes, que ocorrem quando as hemácias falciformes bloqueiam o fluxo sanguíneo para os órgãos.<br><br></div><div><br>Os sintomas da anemia falciforme variam de leves a graves e podem incluir fadiga, palidez, icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos), dor nas articulações, infecções frequentes, retardo no crescimento em crianças, úlceras nas pernas e danos aos órgãos devido à falta de oxigênio.<br><br></div><div><br>O diagnóstico da anemia falciforme é geralmente feito através de testes de triagem neonatal, que identificam a presença do gene da hemoglobina S (HbS) responsável pela doença. Testes confirmatórios, como a eletroforese de hemoglobina, são realizados para confirmar o diagnóstico e identificar o tipo específico de anemia falciforme.<br><br></div><div><br>O tratamento da anemia falciforme é multidisciplinar e visa aliviar os sintomas, prevenir complicações e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Pode incluir o uso de medicamentos para aliviar a dor e prevenir infecções, transfusões de sangue para tratar anemia grave, suplementação de ácido fólico, administração de hidroxiureia para reduzir a frequência das crises falciformes, entre outros.<br><br></div><div><br>A prevenção de complicações e o acompanhamento regular são fundamentais para o manejo da anemia falciforme. Isso envolve a adoção de um estilo de vida saudável, vacinação adequada, monitoramento do estado de saúde, prevenção de crises falciformes desencadeadas por desidratação, infecções ou baixa oxigenação, além de aconselhamento genético para famílias em risco.<br><br></div><div><br>A pesquisa científica está em andamento para desenvolver terapias mais avançadas, como terapia gênica e transplante de células-tronco, que podem oferecer esperança de cura para a anemia falciforme no futuro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-31 22:34:47 UTC</pubDate>
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         <title>Doença de Tay-Sachs</title>
         <author>ronnivondantas</author>
         <link>https://padlet.com/ronnivondantas/xp20x2ajj55b7rin/wish/2611017603</link>
         <description><![CDATA[<div>A doença de Tay-Sachs é uma doença genética hereditária rara que afeta principalmente o sistema nervoso central. É caracterizada pela deficiência ou ausência da enzima hexosaminidase A (Hex A), que é responsável pela quebra de um tipo de gordura chamada gangliosídeo GM2. Como resultado, ocorre o acúmulo progressivo de gangliosídeo GM2 nas células nervosas, levando à degeneração progressiva do sistema nervoso.<br><br></div><div><br>A doença de Tay-Sachs é mais comum em comunidades judaicas ashkenazi, embora também possa afetar pessoas de outras origens étnicas. Geralmente, os sintomas começam a se manifestar nos primeiros meses de vida.<br><br></div><div><br>Os sintomas mais comuns incluem perda progressiva da função neurológica, deterioração cognitiva, retardo no desenvolvimento motor, problemas de visão, dificuldades de alimentação, convulsões, espasticidade muscular e perda da audição. À medida que a doença progride, os pacientes perdem a capacidade de engolir, movimentar-se e, eventualmente, tornam-se completamente dependentes de cuidados.<br><br></div><div><br>Não há cura para a doença de Tay-Sachs. O tratamento visa aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Isso pode envolver a administração de medicamentos para controlar convulsões, terapias de suporte para melhorar a alimentação e a mobilidade, além de cuidados de apoio, como fisioterapia, terapia ocupacional e assistência nutricional.<br><br></div><div><br>O diagnóstico da doença de Tay-Sachs é geralmente feito por meio de testes genéticos para detectar mutações específicas no gene HEXA, que codifica a enzima Hex A. A triagem pré-natal e a triagem pré-implantação são importantes para identificar portadores do gene e casais em risco de terem filhos com a doença.<br><br></div><div><br>Devido à natureza grave e progressiva da doença de Tay-Sachs, o aconselhamento genético é essencial para orientar as famílias sobre os riscos, opções de teste e planejamento familiar.<br><br></div><div><br>A pesquisa genética e o desenvolvimento de terapias experimentais estão em andamento para tentar encontrar tratamentos eficazes para a doença de Tay-Sachs. No entanto, até o momento, o suporte médico e a atenção paliativa são as principais abordagens disponíveis para melhorar a qualidade de vida dos pacientes e suas famílias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-31 22:34:58 UTC</pubDate>
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         <title>Doença de Gaucher</title>
         <author>ronnivondantas</author>
         <link>https://padlet.com/ronnivondantas/xp20x2ajj55b7rin/wish/2611017673</link>
         <description><![CDATA[<div>A doença de Gaucher é uma doença genética rara e hereditária pertencente ao grupo das doenças lisossômicas de armazenamento. É caracterizada por deficiência da enzima glicocerebrosidase, que resulta no acúmulo de uma substância gordurosa chamada glicocerebrosídeo nas células do sistema retículo-endotelial, como células do fígado, baço, ossos e medula óssea.<br><br></div><div><br>Existem três tipos principais de doença de Gaucher, que variam em termos de gravidade e sintomas:<br><br></div><ol><li>Tipo 1: É a forma mais comum e não envolve o sistema nervoso central. Os sintomas podem variar desde hepatomegalia (aumento do fígado), esplenomegalia (aumento do baço), anemia, plaquetopenia (baixa contagem de plaquetas) e ossos fragilizados até manifestações mais leves.</li><li>Tipo 2: É uma forma mais rara e grave da doença de Gaucher. Envolve o sistema nervoso central e geralmente se manifesta em bebês durante os primeiros meses de vida. Os sintomas incluem degeneração cerebral progressiva, problemas neurológicos graves e diminuição da expectativa de vida.</li><li>Tipo 3: Também envolve o sistema nervoso central, mas é menos grave do que o tipo 2. Os sintomas podem variar desde distúrbios neurológicos progressivos até formas mais leves sem envolvimento neurológico.</li></ol><div><br>O diagnóstico da doença de Gaucher é geralmente realizado por meio de exames de sangue para medir a atividade da enzima glicocerebrosidase e análise genética para identificar mutações no gene GBA, responsável pela produção dessa enzima.<br><br></div><div><br>O tratamento da doença de Gaucher envolve a terapia de reposição enzimática, na qual a enzima glicocerebrosidase ausente ou deficiente é administrada ao paciente por infusão intravenosa. Isso ajuda a reduzir o acúmulo de glicocerebrosídeo e a diminuir os sintomas da doença.<br><br></div><div><br>Além disso, podem ser utilizados outros tratamentos para controlar sintomas específicos, como medicações para reduzir o tamanho do baço ou tratamento cirúrgico para corrigir problemas ósseos.<br><br></div><div><br>O acompanhamento médico regular e a coordenação de uma equipe multidisciplinar são importantes para o manejo adequado da doença de Gaucher, com o objetivo de controlar os sintomas, prevenir complicações e melhorar a qualidade de vida do paciente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-31 22:35:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Fenilcetonúria</title>
         <author>ronnivondantas</author>
         <link>https://padlet.com/ronnivondantas/xp20x2ajj55b7rin/wish/2611017746</link>
         <description><![CDATA[<div>A fenilcetonúria (PKU) é um distúrbio metabólico hereditário em que o organismo é incapaz de metabolizar adequadamente o aminoácido fenilalanina. A doença é causada por mutações no gene PAH (Phenylalanine Hydroxylase), que é responsável pela produção da enzima fenilalanina hidroxilase.<br><br></div><div><br>Em pessoas afetadas pela fenilcetonúria, a falta ou deficiência da enzima fenilalanina hidroxilase leva ao acúmulo de fenilalanina no sangue e nos tecidos. A fenilalanina é encontrada em alimentos ricos em proteínas, como carne, laticínios, ovos e legumes.<br><br></div><div><br>O acúmulo de fenilalanina pode levar a danos cerebrais irreversíveis se não for tratado precocemente. Portanto, o diagnóstico precoce é fundamental. A fenilcetonúria é geralmente detectada por meio de testes de triagem neonatal, em que uma pequena amostra de sangue é coletada do recém-nascido e analisada quanto aos níveis de fenilalanina.<br><br></div><div><br>O tratamento principal para a fenilcetonúria envolve uma dieta restrita em fenilalanina. Os pacientes devem evitar alimentos ricos em proteínas e seguir uma dieta especial baixa em fenilalanina. Em alguns casos, suplementos especiais contendo aminoácidos essenciais podem ser prescritos para garantir a ingestão adequada de nutrientes.<br><br></div><div><br>É importante que os pacientes com fenilcetonúria sigam a dieta restrita ao longo da vida para prevenir danos cerebrais. Caso contrário, a fenilalanina acumulada pode causar atraso mental, problemas de comportamento, distúrbios do sono e outros sintomas neurológicos.<br><br></div><div><br>Além da dieta, a monitorização regular dos níveis de fenilalanina no sangue é necessária para ajustar a dieta e garantir que os níveis se mantenham dentro da faixa segura.<br><br><br>O diagnóstico da fenilcetonúria (PKU) geralmente é feito por meio do teste de triagem neonatal, também conhecido como teste do pezinho. Esse teste é realizado em recém-nascidos, geralmente entre o 2º e o 7º dia de vida, e envolve a coleta de algumas gotas de sangue do calcanhar do bebê.<br><br></div><div><br>O teste do pezinho mede os níveis de fenilalanina no sangue do recém-nascido. Valores elevados de fenilalanina indicam a possibilidade de fenilcetonúria. Caso o resultado do teste seja positivo, são necessários testes adicionais para confirmar o diagnóstico.<br><br></div><div><br>Os testes de confirmação envolvem a medição dos níveis de fenilalanina no sangue em momentos específicos após a alimentação do bebê. Normalmente, são realizadas três ou mais coletas de sangue em intervalos de tempo diferentes para avaliar os níveis de fenilalanina e confirmar o diagnóstico.<br><br></div><div><br>Além dos testes de sangue, também é possível realizar testes genéticos para identificar mutações no gene PAH, responsável pela produção da enzima fenilalanina hidroxilase. Esses testes podem ser úteis para confirmar o diagnóstico em casos de resultados inconclusivos nos testes de sangue ou para identificar portadores assintomáticos da fenilcetonúria em famílias com histórico da doença.<br><br></div><div><br>É importante que o diagnóstico da fenilcetonúria seja feito o mais cedo possível, pois o tratamento adequado, por meio de uma dieta restrita em fenilalanina, deve ser iniciado precocemente para prevenir danos cerebrais. Os programas de triagem neonatal são fundamentais para identificar a fenilcetonúria logo nos primeiros dias de vida e garantir um início de tratamento adequado.</div><div><br><br></div><div><br>Embora não haja cura para a fenilcetonúria, com o diagnóstico precoce e o tratamento adequado, os indivíduos afetados podem levar uma vida saudável e produtiva. O acompanhamento médico regular, a adesão à dieta restrita e o suporte de uma equipe multidisciplinar são essenciais para o manejo eficaz da fenilcetonúria.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-31 22:35:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Referencias</title>
         <author>ronnivondantas</author>
         <link>https://padlet.com/ronnivondantas/xp20x2ajj55b7rin/wish/2611030243</link>
         <description><![CDATA[<div>https://blog.mendelics.com.br/padrao-de-heranca-genetica/#:~:text=As%20doen%C3%A7as%20de%20padr%C3%A3o%20de,compreendendo%20cerca%20de%2045%25%20delas.<br>https://bvsms.saude.gov.br/fibrose-cistica/#:~:text=Fibrose%20C%C3%ADstica%20(FC)%2C%20tamb%C3%A9m,grave%20mais%20comum%20da%20inf%C3%A2ncia.<br>Livro: a_cinco_passos_de_você<br>https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/sangue/pntn/fenilcetonuria-pku#:~:text=A%20Fenilceton%C3%BAria%20%C3%A9%20um%20dos,excre%C3%A7%C3%A3o%20urin%C3%A1ria%20de%20%C3%81cido%20Fenilpir%C3%BAvico.<br>http://www.saude.mt.gov.br/hemocentro/pagina/83/doencao-de-gaucher#:~:text=Hemocentro-,Doen%C3%A7a%20de%20Gaucher,e%2012%20em%20Mato%20Grosso.<br>https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/pediatria/disfun%C3%A7%C3%B5es-metab%C3%B3licas-heredit%C3%A1rias/doen%C3%A7a-de-tay-sachs-e-doen%C3%A7a-de-sandhoff<br>https://saude.rs.gov.br/anemia-falciforme#:~:text=A%20anemia%20falciforme%20%C3%A9%20uma,vem%20o%20nome%20da%20doen%C3%A7a.<br>Livro: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/anvisa/diagnostico.pdf<br>relato de caso:https://www.scielo.br/j/rbof/a/xGSSQLdPBYyvHbwkNgvbytf/#:~:text=Tay%2DSachs%20%C3%A9%20uma%20doen%C3%A7a,)%2C%20principalmente%20no%20tecido%20neuronal.<br>https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/doencagaucher.pdf<br><br>https://www.nupad.medicina.ufmg.br/topicos-em-saude/fenilcetonuria/#:~:text=A%20fenilceton%C3%BAria%20(PKU)%20%C3%A9%20uma,em%20outro%20amino%C3%A1cido%20chamado%20tirosina.<br>https://saudecelulahumana.blogspot.com/2018/08/fenilcetonuria-pku.html?view=flipcard<br>https://blog.mendelics.com.br/https-blog-mendelics-com-br-anemia-falciforme/<br>https://brasilescola.uol.com.br/biologia/doenca-tay-sachs.htm<br>https://testedabochechinha.com.br/doenca-de-gaucher/<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-31 23:03:02 UTC</pubDate>
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