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      <title>Psicologia B: Eu com os outros by </title>
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      <description>As relações precoces - Introdução</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-03-05 12:52:00 UTC</pubDate>
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         <title>Aula do dia 5 de Março</title>
         <author>sandra00galandim</author>
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         <description><![CDATA[<div>Este tipo de atividade é diferente do que estamos habituados a fazer, acho muito interessante e mais apelativo, no entanto ainda estou a aprender como funciona!! 😊</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-05 13:14:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sandra00galandim</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-08 10:56:00 UTC</pubDate>
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         <title>Relações precoces e prematuridade</title>
         <author>sandra00galandim</author>
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         <description><![CDATA[<div>📌O bebé quando nasce é um ser humano inacabado (prematuro), o que faz com que após o nascimento dependa dos cuidados dos adultos para sobreviver.<br>📌O bebé quando nasce vêm disposto a estipular uma relação afetiva com os adultos que tratam dele, relação essa que é precoce e consiste na relação recíproca que engloba o conjunto de comportamentos que nos primeiros tempos são fundamentais para estabelecer a ligação afetiva entre o bebé e o seu cuidador.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-08 10:59:50 UTC</pubDate>
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         <title>Vinculação</title>
         <author>sandra00galandim</author>
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         <description><![CDATA[<div>▪Entende-se por vinculação o laço recíproco que se estabelece entre a criança e outra pessoa (figura de vinculação) a quem a criança se dirige para encontrar sustento, apoio e proteção.<br>▪ Vinculação é também uma necessidade básica e inata, no entanto, para o recém-nascido é um processo de aprendizagem que se fortalece progressivamente, como resultado de uma relação recíproca.<br>▪ É extremamente importante para o desenvolvimento da criança, pois é a vinculação que torna possível a exploração do mundo e a construção da sensação de segurança!</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-08 11:00:30 UTC</pubDate>
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         <title>Características da relação de vinculação</title>
         <author>sandra00galandim</author>
         <link>https://padlet.com/sandra00galandim/xnut6waj7iq9/wish/239585201</link>
         <description><![CDATA[<div>✴ <strong>As relações de Vinculação: </strong>apresentam 4 características que as diferenciam das outras relações sociais, são elas:<br>▶ A noção da base de segurança;<br>▶ A procura da proximidade;<br>▶ O comportamento de refúgio;<br>▶A angústia e o protesto face à separação involuntária.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-08 11:01:08 UTC</pubDate>
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         <title>Spitz</title>
         <author>sandra00galandim</author>
         <link>https://padlet.com/sandra00galandim/xnut6waj7iq9/wish/239585325</link>
         <description><![CDATA[<div>📌René desenvolveu estudos experimentais sobre as trocas emocionais entre a mãe e a criança e estudou o resultado que a ausência de uma relação materna pode trazer às crianças.<br>📌Este psicanalista diagnosticou 2 patologias:<br>▶ <strong>Depressão Anaclítica</strong>- Apartir dos 6 meses de idade, é a consequência da privação afetiva parcial.<br>- Caracterizada por sintomas como a atonia afetiva, inércia motora, pobreza interativa e desorganização psicomotora.<br>▶ <strong>Síndrome Do Hospitalismo</strong>- Durante os primeiros 18 meses, resulta da privação afetiva total e duradoura.<br>- Atraso global do desenvolvimento, sentimentos de abandono, desamparo e medo são alguns dos sintomas.<br>- Este síndrome é composto por 3°fases:<br>▫ <strong>1°Mês</strong>➡ A criança abandonada chora e procura conforto junto das outras pessoas. <br>▫ <strong>2°Mês</strong>➡ O lamento e o gemido ultrapassam o choro, a criança perde peso e o desenvolvimento psicomotor é interrompido.<br>▫<strong> 3°Mês</strong>➡ A criança evita o contacto humano e a atividade motora, sofre de insónias e marasmos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-08 11:01:35 UTC</pubDate>
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         <title>Bowlby</title>
         <author>sandra00galandim</author>
         <link>https://padlet.com/sandra00galandim/xnut6waj7iq9/wish/239585596</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;✴Bowlby ficou conhecido pela sua teoria da vinculação precoce, experiência que o tornou sensível às consequências da privação dos cuidados maternos.<br>✴<strong>Ansiedade da Separação:</strong><br>Esta patologia foi diagnosticada com base em alguns sintomas:<br><strong>1° Protesto</strong> - O bebé chora e chama;<br><strong>2° Desespero </strong>- O bebé sente dor causada pela perda ou afastamento da figura de vinculação.<br><strong>3° Desvinculação</strong>- A criança evita a relação com as outras pessoas, é uma necessidade de defesa.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-08 11:02:29 UTC</pubDate>
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         <title>Ainsworth</title>
         <author>sandra00galandim</author>
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         <description><![CDATA[<div>✴ Mary constatou o papel ativo da criança na relação de vinculação e a capacidade dos bebés para discriminar e hierarquizar as diversas figuras de vinculação.<br>✴ A experiência "situação estranha" desta psicóloga permitiu avaliar os aspetos da tipologia da vinculação:<br>➡<strong>Vinculação Segura</strong>- Na presença da figura de vinculação a criança brinca e é amigável com o estranho.<br>-Quando a figura de vinculação se ausenta a criança protesta a sua saída, quando volta a criança procura conforto.<br>➡ <strong>Vinculação Insegura</strong>- Durante toda a experiência a criança revela ansiedade.<br>-Ao separar-se da figura de vinculação fica inconsolável, quando a volta a encontrar mostra grande aproximação.<br>➡ <strong>Situação Evitante</strong>- A criança não altera o seu comportamento tanto na partida como na chegada da figura de vinculação, apenas reprime os sentimentos e a necessidade de vinculação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-08 11:03:25 UTC</pubDate>
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         <title>Harlow</title>
         <author>sandra00galandim</author>
         <link>https://padlet.com/sandra00galandim/xnut6waj7iq9/wish/239585924</link>
         <description><![CDATA[<div>✴<strong>Síndrome de Isolamento:</strong><br>▪ Harlow intitulou síndrome de isolamento ao conjunto de perturbações originadas pela privação social.<br>▪Este psicólogo verificou que ao isolar as crias nos primeiros meses de vida, elas revelavam comportamentos socioafetivos perturbados quando colocadas em interação com indivíduos da mesma espécie, esta experiência mostrou-nos a necessidade inata do conforto de contacto.<br>▪ Verificou-se também que em privações totais durante os 3, 6, e 12 primeiros meses de vida, as consequências desta patologia são gradualmente mais graves.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-08 11:03:42 UTC</pubDate>
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         <title>Harlow e as experiências com primatas</title>
         <author>sandra00galandim</author>
         <link>https://padlet.com/sandra00galandim/xnut6waj7iq9/wish/251068836</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1°Experiência:</strong>&nbsp;</div><div>A 1°experiência consistia em avaliar o comportamento do macaquinho em termos da alimentação. Reparámos que o macaquinho recorre à mãe de arame para se alimentar, passando o resto do tempo abraçado/agarrado à mãe de pano, tentando encontrar alguma segurança e conforto.<br>Nesta experiência está notório que o que cria a vinculação é maioritariamente o conforto e a segurança!<br><strong>2°Experiência: </strong><br>Esta experiência consistia em colocar o macaquinho junto das duas mães, a de pano e de arame, e ver a sua reação ao ser assustado por um bonequinho assustador.<br>Reparámos que, ao ser assustado o macaquinho recorre à mãe de pano, aquela que lhe dá conforto, e não à mãe de arame que o alimenta, pois ao ser assustado o macaquinho corre para a mãe à procura de proteção, recorre aquela que estabelece contacto consigo.<br><strong>3°Experiência: </strong><br>Na 3°Experiência, o macaquinho é colocado dentro de uma sala onde estão espalhados vários brinquedos! Inicialmente, ao ser deixado sozinho na sala o macaquinho fica assustado e não explora nada, apenas se aproxima do brinquedo que lhe parece menos assustador. Ainda nesta experiência colocaram a mãe de arame dentro da sala para testar a reação do macaquinho, reparámos que o macaquinho ignora a mãe de arame e continua refugiado junto do brinquedo que lhe parece inofensivo. Na última parte desta experiência, colocam a mãe de pano dentro da sala, verifica-se que o macaquinho corre para a mãe de pano para o proteger dos brinquedos assustadores, ao ser reconfortado pela mãe de pano, o macaquinho consegue ser autónomo para explorar a sala.&nbsp;<br>Conclui-se assim, que o macaquinho consegue explorar o interior da sala, devido à mãe de pano o fazer sentir protegido, em segurança e confortável.</div>]]></description>
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