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      <title>Povos indígenas no Brasil - 7º ano by Edna Sá</title>
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      <description>Em pleno século XXI a grande maioria dos brasileiros ignora a imensa diversidade de povos indígenas que vivem no país. Estima-se que, na época da chegada dos europeus, fossem mais de 1.000 povos, somando entre 2 e 4 milhões de pessoas. Atualmente encontramos no território brasileiro 279 povos, falantes de mais de 150 línguas diferentes.                                                                                   Escolher um grupo/etnia indígena e pesquisar informações sobre esse grupo.                             </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-07 18:36:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>De acordo com o site do IBGE, os indígenas que vivem nos ambientes urbanos, vivem no litoral</p><p><br/></p><p>Feito por Fabiano Duarte, Gabriel Lemos e Mateus Souza.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 14:36:17 UTC</pubDate>
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         <title>O modo de vida dos povos indígenas no Brasil hoje é diversificado e complexo, resultando de um mix de tradições ancestrais e adaptações a um mundo em constante mudança </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 14:37:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Já nos ambientes rurais os indígenas ficam na região Norte do país</p><p><br/></p><p>Feito por Fabiano Duarte, Gabriel Lemos e Mateus Souza</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 14:38:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><mark>Os indígenas que vivem nas cidades atualmente enfrentam um modo de vida complexo, marcado pela mistura de culturas e tradições indígenas com a vida urbana</mark>. Muitos buscam oportunidades de emprego e melhores condições de vida, mas também podem enfrentar dificuldades como preconceito, pobreza e falta de acesso a serviços básicos. Apesar das dificuldades, os indígenas continuam a manter suas raízes culturais, praticando rituais religiosos, festas e celebrações, além de manter a língua materna e tradições artísticas.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 14:41:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>*POVOS REMANESCENTES EM ALAGOAS*</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>-KARIRI-XOCÓ(Porto Real do Colégio)</p><p>-XUCURU-KARIRI(Palmeiras dos Índios)</p><p>-GERIPANKÓ(Pariconha)</p><p>-DZUBUCUÁ(Porto Real do Colégio)</p><p>-KALANKÓ (Pariconha)</p><p>-KARUAZU(São Sebastião)</p><p>-KARAPOTÓ(Pariconha)</p><p>-KOIUPANKÁ(Inhapi)</p><p>-TINGUI-BOTÓ(Feira Grande)</p><p>-WASSU COCAL(Joaquim Gomes)</p><p><br></p><p><br></p><p>FEITO POR: SOFIA, LIZ, MARIA CECÍLIA </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 14:44:39 UTC</pubDate>
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         <title> </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ednasa191/xnu6mtgjko2huxz4/wish/3442000203</link>
         <description><![CDATA[<p>A taxa de estudo muda muito dependendo da idade</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 14:45:18 UTC</pubDate>
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         <title>Tiago ,angelo, Mesquita</title>
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         <description><![CDATA[<p>É assim a situação de estudo de muitos idigenas</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 14:47:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ednasa191/xnu6mtgjko2huxz4/wish/3442002736</link>
         <description><![CDATA[<p>O Censo Demográfico 2022 apontou que 84,9% (1,0 milhão) das 1,2 milhão de pessoas indígenas de 15 anos ou mais de idade sabiam ler e escrever um bilhete simples, no idioma que conhecem – ou seja, eram consideradas alfabetizadas. Apesar de representar um aumento na comparação com 2010, quando foi de 76,6%, a taxa de alfabetização entre indígenas segue abaixo da média nacional, que foi de 93,00% para esse grupo de idade.</p><p>As informações são do “Censo Demográfico 2022 Indígenas: alfabetização, registros de nascimentos e características dos domicílios, segundo recortes territoriais específicos”, divulgado hoje (04) pelo IBGE. A notícia com os dados sobre saneamento básico, você pode consultar</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Gabriel Mesquita, Tiago e Angelo</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 14:47:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A taxa de analfabetismo dos indígenas, que em 2010 foi de 23,4%, caiu para 15,0% em 2022, contudo, corresponde a mais que o dobro da taxa nacional, que era de 9,6% e foi para 7%. &quot;A queda é ainda mais significativa, e ainda maior, dentro das Terras Indígenas (TIs)&quot;, observa Marta Antunes, coordenadora do Censo de Povos e Comunidades Tradicionais.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ednasa191/xnu6mtgjko2huxz4/wish/3442005237</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p>Mesquita, Tiago e Angelo</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 14:48:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>*POVOS REMANESCENTES EM ALAGOAS*</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ednasa191/xnu6mtgjko2huxz4/wish/3442009872</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 14:51:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Amazônia brasileira é lar de um grande número de povos indígenas isolados, mais do que qualquer outro lugar do mundo. Segundo a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), acredita-se que existam pelo menos 114 grupos de indígenas isolados na parte brasileira da floresta amazônica.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ednasa191/xnu6mtgjko2huxz4/wish/3442010959</link>
         <description><![CDATA[<p>A decisão desses indígenas de não manter contato com outros povos e com não-indígenas é possivelmente resultado de violentos encontros do passado e da contínua invasão e destruição de sua floresta.</p><p><br></p><p>Por exemplo, os indígenas isolados que hoje vivem no estado do Acre são provavelmente sobreviventes do ciclo da borracha, quando muitos indígenas foram escravizados e mortos.</p><p><br></p><p>É provável que os sobreviventes escaparam, fugindo até os rios. Memórias das atrocidades que seus antepassados viveram ainda podem estar presente.</p><p><br></p><p>Sabe-se muito pouco sobre esses povos. O que sabemos é que eles desejam permanecer isolados: eles já dispararam flechas contra invasores e até mesmo contra aviões; ou simplesmente evitam o contato se escondendo nas profundezas da floresta.</p><p><br></p><p>Feito por Fabiano Duarte, Gabriel Lemos, Mateus Souza.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.survivalbrasil.org/povos/isolados-brasil">https://www.survivalbrasil.org/povos/isolados-brasil</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 14:52:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>📹</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>SOFIA,LIZ E MARIA CECIL</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 14:54:59 UTC</pubDate>
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         <title>Censo 2022: mais da metade da população indígena vive nas cidades</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ednasa191/xnu6mtgjko2huxz4/wish/3442016285</link>
         <description><![CDATA[<p>Editoria: IBGE | Luiz Bello | Arte: Claudia Ferreira</p><p>19/12/2024 10h00 | Atualizado em 19/12/2024 10h31</p><p>Destaques</p><p>Em 2022, cerca de 53,97% (ou 914.746 pessoas) da população indígena residiam em áreas urbanas, enquanto 46,03% (ou 780.090 indígenas) moravam em áreas rurais. Já em 2010, os indígenas em áreas urbanas eram 324.834 (ou 36,22%) enquanto 572.083 (ou 63,78%) viviam em áreas rurais. De 2010 para 2022, a população indígena em áreas urbanas cresceu 181,6%, ou um ganho de mais 589.912 pessoas.</p><p>As variações da população indígena urbana, de 2010 para 2022, não se devem apenas a componentes demográficas ou deslocamentos entre áreas urbanas e rurais, mas também a uma melhor captação da população indígena pelo Censo 2022, inclusive em áreas urbanas.</p><p>A idade mediana da população indígena urbana fora de terras indígenas é de 32 anos. Já a população indígena rural dentro de terras indígenas tem idade mediana de 18 anos.</p><p>Entre os indígenas, a população masculina supera a feminina em vários recortes, chegando a 106,65 homens para cada 100 mulheres em áreas rurais fora de terras indígenas. Mas em áreas urbanas fora de terras indígenas, a razão de sexo dos indígenas (89,37 homens para cada 100 mulheres) é menor que a da população urbana do país (91,97 homens para cada 100 mulheres).</p><p>De 2010 a 2022, o analfabetismo entre os indígenas teve reduções significativas. Houve queda de 8,35 pontos percentuais na taxa de analfabetismo das pessoas indígenas e de 11,5 pontos percentuais na taxa de analfabetismo entre pessoas indígenas que residem dentro de Terras Indígenas. No entanto, essas taxas (15,05% e 20,8%, respectivamente) ainda estão acima da média da população do país (7,0%). As maiores reduções das taxas de analfabetismo ocorreram entre a população indígena residindo em áreas rurais.</p><p>Mesmo em áreas urbanas, o acesso da população indígena aos serviços de saneamento é inferior ao da média da população do país. Enquanto 97,28% da população urbana do país morava em domicílios com água canalizada até dentro do domicílio e proveniente de rede geral de distribuição, poço, fonte, nascente ou mina, entre os indígenas residindo em áreas urbanas esse percentual era de 86,67%.</p><p>Entre os indígenas residindo em áreas urbanas fora de terras indígenas, o nível de precariedade no acesso à água é 3,7 vezes superior (10,08%) ao da população urbana do país (2,72%).</p><p>Cerca de 83,05% da população urbana do país reside em domicílios conectados à rede geral ou pluvial de esgoto, ou com fossa séptica ou fossa filtro. No entanto, apenas 59,24% da população indígena residindo em áreas urbanas e fora das terras indígenas tinham acesso a esse tipo de saneamento básico em 2022.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 14:56:13 UTC</pubDate>
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         <title>Daniel Mundukuru (Povo Mundukuru)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ednasa191/xnu6mtgjko2huxz4/wish/3442017232</link>
         <description><![CDATA[<p> Daniel Munduruku é um escritor, professor, educador e ativista indígena que defende os direitos dos povos indígenas</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 14:56:56 UTC</pubDate>
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         <title>Referências indígenas na atualidade</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Ailton Krenak</strong> (Povo Krenak)</p><p><br/></p><p>Líder indígena, ambientalista, pesquisador e escritor, Krenak tem se destacado na defesa dos povos indígenas e do meio ambiente. Sua literatura segue a mesma linha, e tem recebido elogios dos principais críticos literários brasileiros da atualidade. Em 2020, foi <a rel="noopener" href="https://www.hypeness.com.br/2020/09/lider-indigena-ailton-krenak-e-eleito-intelectual-do-ano-na-era-das-mentiras-que-destroem-o-meio-ambiente/"><em>eleito o intelectual do ano</em></a> pela União Brasileira de Escritores.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 14:57:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 14:58:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ednasa191/xnu6mtgjko2huxz4/wish/3442019749</link>
         <description><![CDATA[<p>Em pleno século XXI a grande maioria dos brasileiros ignora a imensa diversidade de povos indígenas que vivem no país. Estima-se que, na época da chegada dos europeus, fossem mais de 1.000 povos, somando entre 2 e 4 milhões de pessoas. Atualmente encontramos no território brasileiro <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pib.socioambiental.org/pt/Quadro_Geral_dos_Povos">279 povos</a>, falantes de mais de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pib.socioambiental.org/pt/L%C3%ADnguas">150 línguas</a>diferentes.Em pleno século XXI a grande maioria dos brasileiros ignora a imensa diversidade de povos indígenas que vivem no país. Estima-se que, na época da chegada dos europeus, fossem mais de 1.000 povos, somando entre 2 e 4 milhões de pessoas. Atualmente encontramos no território brasileiro <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pib.socioambiental.org/pt/Quadro_Geral_dos_Povos">279 povos</a>, falantes de mais de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pib.socioambiental.org/pt/L%C3%ADnguas">150 línguas</a>diferentes.Em pleno século XXI a grande maioria dos brasileiros ignora a imensa diversidade de povos indígenas que vivem no país. Estima-se que, na época da chegada dos europeus, fossem mais de 1.000 povos, somando entre 2 e 4 milhões de pessoas. Atualmente encontramos no território brasileiro <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pib.socioambiental.org/pt/Quadro_Geral_dos_Povos">279 povos</a>, falantes de mais de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pib.socioambiental.org/pt/L%C3%ADnguas">150 línguas</a>diferentes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 14:58:23 UTC</pubDate>
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         <title>Indígena nas cidades urbanas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A questão dos indígenas em contextos urbanos é extremamente invisível e apagada perante a sociedade, inclusive no movimento indígena tradicional. Porém, indígena é indígena em qualquer lugar, inclusive nas cidades. Hoje, a maioria dos centros urbanos acima de 50 mil habitantes têm indígenas, e essa é uma realidade que se perpetua desde o começo de nossa história. Afinal, não foi a aldeia que chegou na cidade, mas a cidade que chegou na aldeia.&nbsp;</p><p>Essa é uma realidade que não se aplica somente ao Brasil. Existem inúmeros exemplos de povos indígenas em cidades do mundo, como os Sàmi na Noruega e Finlândia, os Ainu em Tóquio e outras cidades japonesas, os Aymaras em La Paz e outras cidades bolivianas, os Maori na Nova Zelândia e ilhas próximas, os Sioux e Navajo em Nova York… O fato é que as cidades nunca deixaram de ter indígenas, especialmente as capitais e as maiores. A diferença é que ao longo dos anos muitos vieram como migrantes.&nbsp;</p><p>Até o fim do século XIX, pode-se considerar três categorias de migração indígena: os povos horticultores, ou seja, grupos que eram mais fixos no território e plantavam; povos coletores, ou grupos indígenas mais nômades; e por fim, os invisíveis que tratamos nesse texto, indígenas que migraram para a cidade em busca de trabalho ou outra atividade e não se identificaram como indígenas ou não foram identificados como tais.</p><p>Já entre o final do século XIX e este século XXI o aspecto migratório começa a ter muitas variáveis. Fugas de invasões de terras ou de violência, busca de trabalho, estudo, tratamento de saúde e melhores condições de vida se tornaram também motivações para a migração. Por volta de 1940, essa migração intensifica-se especialmente por causa da enorme industrialização e constante remoção de comunidades.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 14:58:33 UTC</pubDate>
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         <title>TICUNAS</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><em>O maior grupo da Amazônia são os ticunas, a cultura é caracterizada pela sua língua, artesanato, pintura corporal, danças e músicas, rituais, alimentação, organização social, organização cultural e religião.</em></p><p><em>Eles vivem na divisa com Peru e Colômbia e ficam no rio Solimões.</em></p><p><br/></p><p><em>Eles usam máscaras que representam a força de seu povo que a tanto tempo resiste contra aqueles que tentam apagar sua identidade.</em></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 14:59:37 UTC</pubDate>
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         <title>Etnias existentes no Brasil - 7º ano A</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ednasa191/xnu6mtgjko2huxz4/wish/3442022241</link>
         <description><![CDATA[<p>Ashaninka</p><p><br></p><p>Localização e população</p><ul><li><p>A grande maioria dos Ashaninka vive no Peru. Os grupos situados hoje em território brasileiro são também provenientes do Peru</p></li><li><p>A área de ocupação dos Ashaninka estende-se por um vasto território, desde a região do alto Juruáne da margem direita do Rio Envira, em terras brasileiras.</p></li></ul><p>Nome é língua</p><ul><li><p>os Ashaninka pertecem a família Aruak</p></li><li><p>os Ashaninka são mais conhecidos pelo termo Campa ou Kampa.</p><p><br/></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 15:00:09 UTC</pubDate>
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