<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Filosofia 10*A by Celina</title>
      <link>https://padlet.com/celinamachado0520/xnizxe6zmavi</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-10-26 21:35:05 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2018-06-08 22:08:38 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Dossier Temático </title>
         <author>celinamachado0520</author>
         <link>https://padlet.com/celinamachado0520/xnizxe6zmavi/wish/208374544</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong><em>O que é a filosofia?</em></strong><em><br></em><br>A<strong> filosofia consiste em um estudo de problemas relacionados com uma existência, com uma verdade, com os valores estéticos e morais, com o pensamento e a linguagem. Filosofia é uma palavra grega que significa "amor à sabedoria".</strong><br><br> <br><strong><em>Uma lenda de Pitágoras</em></strong><br><br><strong>O que é que alguém quer dizer é uma realidade de um "philo shopos", ou seja, um amante da sabedoria. <br>&nbsp;Esta situação trouxe uma ideia aproximada da definição de um filósofo.</strong><br> <br><br><strong><em>Definição de filósofo</em></strong><br><br><strong>Pessoa que ocupa uma filosofia, por considerá-la princípio do conhecimento, como teoria do saber, como norma de vida para determinar uma hierarquia dos valores. <br>Filósofo significa pensador.</strong><br><br><br><strong><em>Quem aborda filosóficas?</em></strong><strong> </strong>&nbsp; <strong><br><br>Qualquer indivíduo que reflete sobre a vida e o mundo pode colocar uma questão filosófica. </strong><br><br><br><strong><em>Porque estudamos filosofia?</em></strong><br><br>A<strong> filosofia é tipicamente dedicada a um respondedor que faz questões fundamentais. Assim, é um ser educado para pensar nas mais básicas suposições em relação ao problema que enfrentamos, seja ele qual for. <br> Essa habilidade pode ser crucial em diversas situações da nossa vida.</strong><br><br><br><strong><em>Método da filosofia</em></strong><br><br><strong>Todo o método, é filosofia em outras disciplinas, tem como finalidade formular afirmações, previsões e explicações, e não há especificações de filosofia, descobrir meios de obter uma revisão mais eficaz sobre o eu, o outro e o mundo. <br>&nbsp;Existem vários tipos de problemas que podem ser totalmente ineficazes para solucionar outros conjuntos.</strong><br><br><br><strong><em>Atitude crítica</em></strong><br><br><strong>Para reflexão sobre os nossos problemas filosóficos precisos de uma crítica. Quando estamos a discutir um problema filosófico é importante que estejamos abertos à discussão das nossas ideias, e abertos também da mesma maneira que a revista dos outros, por isso é importante que saibamos fundamentalmente o nosso ponto de vista identificando claramente como razões em que nos baseamos para dizer tal coisa. <br>Os problemas assim exigem uma discussão de ideias que, por vezes, implicam que ponhamos de lado nos nossos pensamentos em determinados aspetos (uma pessoa em que tenha que perguntar se Deus existe, quando vai discutir o problema da existência de Deus com outras deve- Não é um preconceito sobre estes tentando preocupar-se em justificar apenas como nossas ideias e não impô-los aos outros.<br><br></strong><strong><em><br>&nbsp; Ação Humana</em></strong><strong><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; </strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>São vários os temas sobre os quais a filosofia se debruça, um deles é a "Ação Humana". A Ação Humana é todo o comportamento humano que altera a realidade de forma intencional, consciente e voluntária, ou seja, são atos que o Homem controla e é uma ação porque implica liberdade. Quem pratica uma ação denomina-se "agente" e quem sofre a ação denomina-se "recetor".<br>&nbsp; Os elementos que constituem uma ação são, a vontade, a intenção, a deliberação, a decisão, a execução, a ordenação e o fim.&nbsp;<br>Existe uma diferença entre uma ação e um acontecimento.&nbsp;<br>O acontecimento é algo que ocorre, situado no espaço e no tempo, uma trovoada e um exemplo de um acontecimento. As ações são acontecimentos mas nem todos os acontecimentos são ações. As ações são o resultado de agirmos para fazer qualquer coisa, por exemplo ao levantarmo nos de uma cadeira estamos a agir. Existe dois tipos de ações as básicas e as não básicas. As básicas são as efetuadas diretamente e intencionalmente e as não básicas são aquelas que para serem efetuadas precisam de varias ações básicas a decorrerem.<br>&nbsp; &nbsp;Como já referi para ser feita uma ação o indivíduo comete de livre vontade e com plena consciência de que é aquilo que faz, ou seja, isto implica a posse de liberdade. Mas existe uma grande diferença entre o conceito de liberdade e o conceito de libertinagem. Liberdade significa o direito de agir segundo o seu livre arbítrio de acordo com uma atitude que não prejudique a outra pessoa, (existe também uma relação entre liberdade e responsabilidade, ou seja, a pessoa é responsável pelo grau a que leva a sua liberdade nas suas ações ).<br>&nbsp;Libertinagem é o abuso da liberdade, uma pessoa que exerce libertinagem é alguém devasso, dissoluto, impio, insubordinado e que não é submisso.&nbsp;<br><br>&nbsp; &nbsp; Os atos voluntários são ações que fazemos de forma consciente, ou seja, com plena noção de que estamos a executar, como por exemplo, ir para uma praia, estudar, entre outros. Por outro lado, os atos involuntários que são os movimentos que realizamos independentes da nossa vontade, pode ser dividido em duas categorias: ato involuntário e consciente, e em ato involuntário e inconsciente.&nbsp;<br>O ato involuntário e consciente é quando não há controle sobre o que fazemos nem temos ideia de que estamos a fazer, por exemplo, respirar, transpirar, entre outros. O ato involuntário e inconsciente é o oposto, isto é, temos controle sobre o que fazemos e temos ideia de que estamos a fazer, por exemplo, sonhar, ressonar, entre outros.<br>&nbsp; &nbsp;Para fazermos uma ação temos de ter um motivo, mas por vezes o que temos é um móbil, visto que são dois conceitos com significados distintos. Um motivo é o que é capaz de mover a vontade que temos de agir e um móbil é o impulso da sensibilidade que nem sempre é consciente.<br>&nbsp; &nbsp;A deliberação antecede sempre a decisão, isto é a deliberação é a reflexão sobre a decisão. Uma decisão é a escolha de uma alternativa em função das razões e motivações.<br>&nbsp; &nbsp;Para que uma pessoa não exercite libertinagem, a sua liberdade tem de ser controlada e condicionada, para isso existe condicionantes da ação humana. As circunstâncias da ação são divisões em três partes: condições físicas-biológicas, psicológicas e históricas-culturais (fatores de caráter culturais, históricos, económicos, sociais, tecnológicos, científicos, religiosos, entre outros.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;A existência de condicionantes da ação não impede que continue a haver livre-arbítrio.<br>&nbsp; &nbsp;O livre-arbítrio não é um conceito mau de se adotar mas por vezes pode se tornar um problema quando não existe uma certeza se toda aquela liberdade humana em termos de possibilidade de escolha, quando aparecerá outras opções que tem mais força do que esta pode ou não anulá-la. Para termos respostas não existe livre-arbítrio, o que implica uma total desresponsabilidade do agente; contabilistas (defende que há liberdade e responsabilidade na esfera humana e pode ser livre e simultaneamente determinado); libertistas (defende muito o livre-arbítrio e a responsabilidade humana considerando o agente na medida racional e deliberativa de decidir as coisas).<br><br>'' É o que posso expressar dizendo que o homem está condenado a ser livre. Condenado porque não se criou a si mesmo, e como, no entanto, é livre, uma vez que foi lançado no mundo, é responsável por tudo o que faz. '' - Satre.<br><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;AUTO-AVALIAÇÃO (2PERÍODO)&nbsp;<br><br>&nbsp; &nbsp;Eu, Celina Machado, aluna do 10ano, numero 6, acho que para nota de avaliação do 2Periodo na disciplina de filosofia mereço uma 14.<br>&nbsp; &nbsp;Neste Período, o meu comportamento melhorou, porque concordei e separei-me da minha colega, desta forma, passando as aulas sozinha numa secretaria fez com que não só o meu comportamento melhorasse, como também o meu ritmo de trabalho, consigo adiantar mais fichas de leitura nas aulas agora do que adiantava no 1Periodo .<br>&nbsp; &nbsp;Neste Período, o primeiro trabalho proposto, foi fazer um texto sobre a "Ação Humana" , fiz-lo e coloquei-o&nbsp; no Padlet, pois era uma das instruções dadas pelo docente, Eliseu Pacheco, no fim de fazer o meu trabalho tomei a iniciativa de colocar no final uma frase da autoria de um famoso filosofo. A frase obviamente estava relacionada com o tema.<br>&nbsp;No decorrer de algumas aulas o docente ditou excertos do caderno de atividades, a meio de uma aula tive de sair para comparecer a uma consulta, depois pedi o restante ditado a um colega e passei para o caderno diário em casa, o que demonstra responsabilidade. Também do caderno de atividades o docente mandou fazer duas fichas formativas, fiz-as e entreguei-as no dia proposto.<br>&nbsp; Para alem de por no padlet o texto da ação humana, acrescentar fichas de leitura, também criei um compartimento só para as "fichas formativas", onde ponho os enunciados, a minha resoluçao e a respetiva correçao.&nbsp;<br>&nbsp;Ja coloquei titulos nos compartimentos do padlet de forma a ter tudo mais organizado. É importante ter tudo muito bem organizado e numa linguagem clara, mas tambem usando por vezes vocábulos filósofos, tentei fazer isto ao decorrer deste 2Periodo.<br>&nbsp;Para o 3Periodo eu pretendo continuar com o meu empenho para superar-me e acabar o ano letivo com o meu objetivo de media de 16.<br><br><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A Teoria da Justiça de John Rawls<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; (trabalho do 3periodo)<br><br>&nbsp; Neste trabalho vou apresentar a Teoria da Justiça do filósofo John Rawls.<br>John Rawls nasceu em Baltimore no dia 21 de março de 1921 e faleceu em Lexington no dia 24 de novembro de 2002, com cerca de 81 anos de idade. John Rawls foi um professor de filosofia politica na universidade de Harvard, autor de uma teoria da justiça em 1971 (teoria que vou apresentar ao longo deste trabalho escrito), libertinismo politico em 1993 e o direito dos povos em 1999, neste mesmo ano de 1999, ganhou John Rawls ganhou foi premiado com a medalha Nacional de Humanidades.&nbsp;<br>&nbsp;A obra de John Rawls é essencialmente uma reflexão sobre os domíneos da ética e da teoria politica.&nbsp;<br>&nbsp;A teoria da justiça de John Rawls é uma das obras de teoria politica mais importante do século XX.&nbsp;<br>&nbsp;Vou passar a enumerar casos de injustiça presentes na sociedade, há crianças vendidas por pais extremamente pobres a quem tem dinheiro e falta de escrúpulos para as comprar, pessoas cujo rendimento nao lhes permite fazer mais do que uma refeição por dia, jovens que nao tem a menor possibilidade de adquirir a escolaridade básica, ou entao por exemplo, pessoas que estao/foram presas por terem defendido as suas ideias que foi o caso do conhecido por todos Nelson Mandela. Este ultimo exemplo leva-nos a pensar que terroristas estao incluídos nessa injustiça, mas nao, porque as pessoas so devem ser tratados iguais se nao prejudicarem a sociedade.&nbsp;<br>&nbsp;Perante casos desses casos desses sentimos que as nossas intuições morais de justiça nao sao respeitadas. Surge assim a pergunta: Como é possivel uma sociedade justa? Este problema pode ter formulações mais precisas. Uma delas é a seguinte: Como deve uma sociedade distribuir os seus bens? Qual é a maneira eticamente correta de o fazer? Trata se do problema da justiça distributiva. A pergunta que o formula é a seguinte, "Quais sao os princípios mais gerais que regulam a justiça distributiva?", a teoria da justiça de John Rawls é a resposta a essa pergunta.&nbsp;<br>&nbsp;A teoria de Rawls, constitui em grande parte numa reaçao ao utilitarismo clássico. De acordo com esta teoria, se uma açao maximiza a felicidade, nao importa se a felicidade é distributiva de maneira igual ou desigual. Grandes desníveis entre ricos e pobres parecem em principio justificados. Mas na pratica o utilitarismo prefere uma distribuição mais igual, assim se uma família ganha 5 mil euros, o bem estar da família rica nao diminuirá se 500 euros do seu rendimento forem transferidos para uma família pobre, mas o bem estar da família pobre aumentara substancialmente. Isto compreende-se porque, a partir de certa altura, a utilidade marginal do dinheiro diminui á medida que este aumenta. Chama-se de "utilidade marginal" ao beneficio comparativo que se obtém de algo, por oposição ao beneficio inicial.<br>&nbsp; Deste modo, uma determinada quantidade de riqueza produzira mais felicidade do que infelicidade se for retirada aos ricos para dar aos pobres. Tudo isto parece muito sensato, mas deixa Rawls insatisfeito.&nbsp;<br>&nbsp;Ainda que o utilitarismo conduza a juízos corretos acerca da igualdade, Rawls pensa que o utilitarismo comete o erro da nao atribuir valor instrumental. Isto quer dizer que a igualdade nao é boa em si, é boa apenas porque produz a maior felicidade total. Por consequência, o ponto de partida de Rawls terá de ser bastante diferente. Rawls parte entao de uma concepção geral de justiça que se baseia na seguinte ideia: todos os bens sociais primários como a liberdade, oportunidades, riquezas, rendimento e as bases sociais da auto-estima, devem ser distribuídos de maneira igual por todos.<br>&nbsp; Mas se dar mais dinheiro a uma pessoa do que a outra promove mais os interesses de ambas do que simplesmente dar-lhes a mesma quantidade de dinheiro, entao uma consideração igualitária dos interesses nao proíbe essa desigualdade.<br>&nbsp; As desigualdades serao proibidas se diminuírem a nossa parte de bens socias primários. Se aplicarmos este raciocinio aos menos favorecidos, estes ficam com a possibilidade de impedir as desigualdades que sacrificam e nao promovem os seus interesses.&nbsp;<br>&nbsp;Mas esta concepção geral ainda nao é uma teoria da justiça. A razão é que a ideia em que se baseia nao impede a existência de conflitos entre varios bens sociais distributivos. Por exemplo, se uma sociedade garantir um determinado rendimento a desempregados que tenham uma escolaridade baixa, criara uma desigualdade de oportunidades se ao mesmo tempo nao permitir a essas pessoas a possibilidade de completarem a escolaridade básica. Ha neste caso um conflito entre dois bens sociais, o rendimento e a desigualdade de oportunidades.<br>&nbsp; Assim, a concepção geral de justiça de John Rawls deixa estes problemas por resolver. Sera entao indispensável um sistema e prioridades que justifique a opçao por um dos bens em conflitos. E nesse caso, se escolhermos um bem em detrimento de outro, é porque temos uma razão forte para considerar um dos bens mais prioritário do que o outro. Nesse sentido, Rawls divide a sua concepção geral em tres princípios: principio de liberdade igual, principio da diferença e o principio da oportunidade justa.&nbsp;<br>&nbsp; No principio da liberdade igual a sociedade deve assegurar a máxima liberdade para cada pessoa compatível com uma liberdade igual para todos os outros. No principio da diferença, a sociedade deve promover a distribuição da riqueza de igual forma, exceto se a existência de desigualdades económicas e sociais gerar o maior beneficio para os menos favorecido. O principio da oportunidade justa, as desigualdades económicas e sociais devem estar ligadas a postos e posições acessíveis a todos em condições de justa igualdade de oportunidades.&nbsp;<br>&nbsp;Estes tres princípios formam a concepção de justiça de John Rawls. Mas por si so estes princípios nao resolvem conflitos como os que já mencionei. Para ter uma espécie de guia nas nossas escolhas, é preciso estabelecer uma ordem de prioridades entre os princípios. Assim, o principio da liberdade igual tem prioridade sobre os outros dois princípios e o principio de oportunidade justa tem prioridade sobre o principio da diferença. Em cada um dos princípios mantém-se a ideia de distribuição justa. Assim, uma desigualdade de liberdade, oportunidade ou rendimento será permitida se beneficiar os menos favorecidos. Isto faz de John Rawls um liberal com preocupações igualitárias.<br>&nbsp;As liberdades básicas a que John Rawls da atenção sao os direitos civis e políticos reconhecidos nas democracias liberais, como a liberdade de expressao, o direito á justiça e á mobilidade, o direito de votar e de ser candidato a cargos publico. A parte mais disputável da teoria de John Rawls é a que diz respeito á exigência de distribuição justa de recursos económicos. Uma vez resolvido o problema de direitos e liberdades básicas na sociedade democrática liberal, o grande problema com que a sociedade se depara é de saber como devem ser distribuídos os recursos económicos, trata-se do problema da justiça distributiva. Como essa exigência de distribuição justa é expressa pelo principio da diferença, serão submetidos á nossa avaliação critica, Rawls apresenta dois argumentos em defesa desse principio. John Rawls apresenta dois argumentos a favor do principio de diferença, o argumento intuitivo da igualdade de oportunidades e o argumento do contato social hipotético. O argumento de intuitivo da igualdade de oportunidade, apela á nossa intuição de que o destino das pessoas deve depender das suas escolhas e nao das circunstancias em que por acaso elas se encontram. O argumento do contato social hipotético, apela quando o individuo nao conhece o seu lugar na sociedade, o seu estatuto social, os seus gostos pessoais e as suas características psicológicas, a sua sorte na distribuição dos talentos naturais ( como a inteligência, beleza, força...).<br>&nbsp;A teoria de Rawls nao compensa as desigualdades naturais, a concepção comum de igualdade de oportunidade nao limita a influencia dos talentos naturais. John Rawls tenta resolver essa falha através do principio de diferença. Assim, os mais talentosos nao merecem ter um rendimento maior e so o tem se com isso beneficiarem os menos favorecidos. John Rawls define os menos favorecidos como aqueles que tem menos bens sociais primários. Mas talvez John Rawls nao tenha resolvido o problema e a sua teoria da justiça deixe ainda demasiado para a influencia das desigualdades naturais. E nesse caso o destino das pessoas continuam a ser influenciados por fatores arbitrários. Imaginamos agora dois indivíduos na mesma posição inicial de igualdade: tem a mesma liberdade, recursos e oportunidades. Umas delas tem o azar de contrair uma doença grave, cronica e incapacitante. Esta desvantagem natural implica custos na ordem dos dos 200 euros por mes para a medicação e equipamentos. O que oferece a teoria Rawls a esta pessoa?<br>&nbsp; &nbsp;Como esta pessoa tem os mesmos bens sociais que a outra e os menos favorecidos sao definitivamente definidos por em termos de bens sociais primários, a teoria de John Rawls nao preve a possibilidade de a compensar. Sobre as desigualdades naturais, apenas é dito que os mais agradeciados em talentos pela natureza podem ter um rendimento maior se com isso beneficiarem os menos favorecidos. O principio da diferença assegura os mesmos bens sociais primários a esta pessoa doente. A critica á concepção dominante de igualdade de oportunidades devia ter levado John Rawls ao principio de que as desigualdades naturais, tal como as sociais, devem ser compensadas.<br>&nbsp;John Rawls ficou conhecido por dizer a seguinte frase: " los principios de la justicia se escogem tras un velo de ignorancia".&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>&nbsp;&nbsp;</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-18 14:33:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/celinamachado0520/xnizxe6zmavi/wish/208374544</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>celinamachado0520</author>
         <link>https://padlet.com/celinamachado0520/xnizxe6zmavi/wish/208379442</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-11-18 15:30:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/celinamachado0520/xnizxe6zmavi/wish/208379442</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
