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      <title>Análise e diagnóstico clínico - Caso Border Collie by Alice Queiroz</title>
      <link>https://padlet.com/aliceqmatos/xn5lrchfxywyuch8</link>
      <description>Diagnóstico e análise clínica e crítica do quadro relatado, referente à espécie canina da raça Border Collie.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-11-08 15:24:45 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-11-10 04:42:19 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Primeiras disposições e pré-diagnóstico</title>
         <author>aliceqmatos</author>
         <link>https://padlet.com/aliceqmatos/xn5lrchfxywyuch8/wish/2377626098</link>
         <description><![CDATA[<div>Em uma clínica veterinária, foi atendida uma cadela da raça Border Collie. Foi relatada a presença dos seguintes sintomas: apatia, cansaço, inapetência, tosse frequente ao realizar atividades físicas e letargia para executar as mesmas. Houve perda de peso significativa e aumento da circunferência abdominal.&nbsp;<br>A cadela possui em seu histórico de vacinação apenas a vacina antirrábica.&nbsp;<br>Acerca da lista de exames, constam as seguintes solicitações: hemograma; teste rápido SNAP® 4Dx® Plus; radiografia de tórax; ecocardiograma; e ultrassom abdominal. &nbsp;<br>Dado o exposto, a suspeita é de que a cadela encontra-se com Dirofilariose, doença que é popularmente chamada de "verme do coração".</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-09 23:08:41 UTC</pubDate>
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         <title>Dirofilariose - ciclo de vida e propagação</title>
         <author>aliceqmatos</author>
         <link>https://padlet.com/aliceqmatos/xn5lrchfxywyuch8/wish/2377706532</link>
         <description><![CDATA[<div>A dirofilariose canina, também conhecida como cardiopatia parasitária e/ou verme do coração, é uma doença causada pelo parasita nematoide Dirofilaria immitis. É transmitida por meio da picada de mosquito (gêneros Aedes, Anopheles, Culex e Mansonia), cujo hospedeiro definitivo são os canídeos, mas pode acometer outras espécies animais e humanos, apesar de ser raro, é uma zoonose emergente.<br>As microfilárias (larvas de estágio 1 - L1)<em> </em>distribuem-se pela circulação, sendo ingeridas por mosquitos ao se alimentarem no animal. O mosquito passa a ser o hospedeiro intermediário e, dentro dele, as larvas irão se desenvolver e tornarem-se infectantes (estágio L3).&nbsp;<br>Quando estes mosquitos se alimentam em outro animal, as larvas são introduzidas em seu organismo, onde passam a se desenvolver e migram para o coração. Ao chegar no tecido subcutâneo, se transforma em L4 e, posteriormente, em L5 (adultos). Os parasitos jovens atingem o sistema cardiovascular migrando através das artérias pulmonares periféricas dos lobos caudais do animal. Uma nova geração de larvas L1 só será detectada no sangue periférico após um período de cinco a seis meses pós-infestação, o que é indicativo da presença de vermes adultos (fêmeas e machos) no coração. Os vermes adultos são encontrados principalmente no ventrículo direito do coração, nas artérias pulmonares e ocasionalmente na veia cava caudal, na veia hepática e nas veias coronárias.&nbsp;<br>Após um período de 6 a 8 meses, as fêmeas irão liberar mais microfilárias no organismo periférico do animal.&nbsp;<br><br>Vídeo ilustrativo da transmissão da dirofilariose:&nbsp;<br>https://www.youtube.com/watch?v=N_VItcL4iCg</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-10 00:39:00 UTC</pubDate>
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         <title>Sinais clínicos e diagnóstico</title>
         <author>aliceqmatos</author>
         <link>https://padlet.com/aliceqmatos/xn5lrchfxywyuch8/wish/2377818205</link>
         <description><![CDATA[<div>A dirofilariose é uma doença de evolução crônica e a manifestação clínica assim como sua gravidade estão relacionadas diretamente com a quantidade de vermes albergados pelo portador e com a resposta do hospedeiro.&nbsp;<br>As manifestações clínicas podem ser classificadas em duas formas: cardiopulmonar e hepática. A forma cardiopulmonar ocorre pelo acometimento dos pulmões e coração, e os sintomas cardiorrespiratórios (tosse, dispneia, intolerância ao exercício e síncope) são os mais frequentes. Já a forma hepática da doença, mais conhecida como síndrome da veia cava, ocorre pela maior presença do parasito no ventrículo direito, causando uma insuficiência cardíaca congestiva, e os sintomas mais relatados são distensão abdominal, intolerância ao exercício e síncopes. Ao exame físico, podem-se evidenciar perda de peso, reforço da 2a bulha, insuficiência da valva tricúspide e ritmo de galope. Em caso de insuficiência cardíaca direita, observa-se distensão e pulsação da veia jugular, além de distensão abdominal e hepatoesplenomegalia.&nbsp;<br>Para a conclusão do diagnóstico, são necessários exames complementares como os que foram previamente solicitados ao Border Collie à que se trata este caso.<br>Considerando todas as evidências e o estudo e análise minuciosos de todas as disposições apresentadas e exames pedidos, conclui-se o diagnóstico da doença do paciente em dirofilariose.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-10 02:05:41 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento e prevenção da doença</title>
         <author>aliceqmatos</author>
         <link>https://padlet.com/aliceqmatos/xn5lrchfxywyuch8/wish/2377963418</link>
         <description><![CDATA[<div>Os tratamentos adulticidas possuem muitos efeitos adversos, incluindo risco a saúde dos animais, principalmente devido às embolias geradas pelos vermes mortos, e devem ser utilizados somente quando o cão apresentar condições físicas adequadas. Uma boa anamnese e um detalhado exame físico serão extremamente importantes para se pensar em um protocolo de tratamento para o paciente.&nbsp;<br>O tratamento adulticida consiste na utilização de compostos orgânicos arsenicais com o objetivo de eliminar os vermes adultos em cães infectados.&nbsp;<br>A maioria dos pacientes são internados durante a administração de adulticidas. As atividades físicas são restritas por quatro à seis semanas para reduzir as graves e possíveis sequelas provocadas após a morte dos vermes. Oxigenoterapia, heparina, corticóides, anti-tussígenos, broncodilatadores, fluidoterapia, ácido acetilsalicílico, são medidas medicamentosas que podem ser usadas para combater os efeitos adversos causados pelo tratamento adulticida.&nbsp;<br>Há também o método de remoção cirúrgica dos vermes. A escolha deste método se dá em casos onde há uma concentração massiva de vermes adultos, principalmente na veia cava e no átrio direito do coração, colocando em grande risco a vida do animal.&nbsp;<br>Um método novo e alternativo de tratamento adulticida é a remoção dos vermes adultos através de cirurgia percutânea. Este método foi avaliado como menos invasivo, mais seguro e com maior flexibilidade no acesso ao coração e artérias pulmonares. Mesmo após a remoção dos vermes pela cirurgia percutânea, recomenda-se a administração do adulticida, para uma garantia a mais da eliminação dos vermes.&nbsp;<br>O método microfilaricida tem como objetivo a rápida eliminação das microfilárias da circulação sanguínea do portador. Pode ser utilizada como pós-tratamento adulticida ou como tratamento profilático.<br>As dificuldades do tratamento levam à valorização da opção prevenção. Atualmente, formulações de medicamentos orais e de uso tópico encontram-se disponíveis no mercado, sendo necessário seu uso mensal, principalmente em cães situados em áreas endêmicas. É importante ressaltar que essas medicações não são eficazes contra as formas adultas do parasita e devem ser administradas em cães acima de seis semanas de idade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-10 04:07:33 UTC</pubDate>
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         <title>Atitudes essenciais</title>
         <author>aliceqmatos</author>
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         <description><![CDATA[<div>É de extrema importância que o tutor vacine o animal de acordo com o estipulado pelo médico veterinário, respeitando as datas e quantidade de doses que devem ser administradas, a fim de prevenir que outras enfermidades venham a acometer o animal e/ou agravar o quadro presente. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-10 04:27:20 UTC</pubDate>
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         <title>Referências</title>
         <author>aliceqmatos</author>
         <link>https://padlet.com/aliceqmatos/xn5lrchfxywyuch8/wish/2377990862</link>
         <description><![CDATA[<div>Referências de cunho informativo para a construção dos tópicos do mural:&nbsp;<br>https://www.vetsmart.com.br/cg/estudo/13155/entenda-a-dirofilariose-canina<br>https://arquivo.fmu.br/prodisc/medvet/cci.pdf<br>https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/vigilancia_em_saude/controle_de_zoonoses/lab_zoonoses/index.php?p=5564#:~:text=A%20dirofilariose%20acomete%20c%C3%A3es%20e,de%20descri%C3%A7%C3%B5es%20de%20parasitismo%20humano.<br>https://www.idexx.com.br/pt-br/veterinary/snap-tests/snap-4dx-plus-test/<br><br>As referências das imagens de cunho ilustrativo seguem abaixo de cada uma delas, em formato de legenda.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-10 04:33:46 UTC</pubDate>
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