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      <title>Articulação Teórica - Projeto Integrador by Celso Junior</title>
      <link>https://padlet.com/CelsoL_Junior/xmubcnoh08yq151s</link>
      <description>Investigação temática [redação argumentativa articulando: Problema – Teoria] apresentando de maneira sistemática, a saber:


a) Problema investigado e a área de investigação;
b) Identificar os componentes curriculares [mínimo 2] que foram utilizados para pensar o problema, como também as bibliografias escolhidas;
c) Redação [obrigatório o uso da ABNT na redação: Arial, 12 – Espaço 1,5 entre linhas – Utilização correta das Fontes e citações diretas ou indiretas – Formatação parágrafos] 

mín: 3 laudas - máx: 5 laudas. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-27 18:00:09 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-02-09 05:16:38 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>A Filosofia na busca pela verdade</title>
         <author>pedrinhodimas</author>
         <link>https://padlet.com/CelsoL_Junior/xmubcnoh08yq151s/wish/2164453747</link>
         <description><![CDATA[<div>Com base na categorização das respostas; feita anteriormente, conclui-se que o foco principal dos entrevistados foi a busca da verdade absoluta encontrada no divino, isso implica que durante toda a história da filosofia, ao qual definimos como as diversas formas de questionamento, buscamos, necessariamente e essencialmente, o criador de tudo. A causa primeira de todas as coisas. A “divindade” que gerou tudo e todos. Para isto, apoiados nas teorias dos filósofos pré-socráticos que, sem muitos recursos e apenas com técnicas de observação da natureza, conseguiram esboçar esquemas e teses sobre qual seria o princípio de tudo, arché, relacionar suas teorias com o conceito da verdade, aqui definido como crença.&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;Entre os filósofos pesquisados, com ênfase para a filosofia antiga, traçamos um paralelo entre a razão e a religião, apresentando pontos importantes sobre a concepção filosófica da criação do Universo, o criador, o ordenador, em busca de responder a questão principal: O que é a verdade?&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;“Se você exige só obediência, então você juntará em volta de si mesmo somente tolos”. Empédocles&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;Neste sentido, a filosofia que está sempre em constante mudança, por seu senso crítico, investigador e não dogmático, relacionar as diversas concepções sobre a origem do universo, e apresentar suas verdades, suas ideologias, e a partir disto, compreender a diversificação do sentido da palavra verdade para cada ser humano, pois, como diz Sócrates “... a verdade não está com os homens, mas entre os homens.”&nbsp;<br>Como exemplo disto, temos a religião Dionisíaca, que parte dos escritos do mito de Dionísio, Deus da alegria e da fertilidade, que, passando por uma reforma e juntamente com a Teogonia de Hesíodo, surge então o Orfismo, outra religião da época, mais precisamente, uma seita, com rituais, sendo que, o foco central dela é, o homem com duas naturezas, o corpo e alma, conferido pelos Titãs e por Dionísio, respectivamente.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Portanto, levando em consideração, todos os argumentos de vários filósofos aqui apresentados, em comparação ao Orfismo e outras religiões gregas da época, tentaremos trazer uma resposta concreta sobre a questão da verdade, afinal de contas, esse é o ponto principal que buscamos, e provavelmente muitos depois de nós continuarão a buscar.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Na Teogonia de Hesíodo é cognoscível seu teor mitológico, porém com base em algumas situações que ocorriam na Sociedade como: trapaças, roubos e adultério. Tentando de certa forma, explicar através da imagem dos deuses a realidade. O mito de forma genealógica explixa toda uma descendência criacionista do homem, desiginando-o para o conhecimento de alguns conceito que fazem parte de sua realidade, como: o amor, ódio, sexualidade, justiça, bem e mal.&nbsp; No entanto, não podemos considerar esta obra como algo filosófico devido não “esmiuçar”, nem investigar os acontecimentos, ele apenas vai “jogando” suas teorias e não as explica.&nbsp;</div><div>Diferente disso, a filosofia visa o alcance da verdade através do pensamento racional, ou seja, usar a razão a fim de compreender e explicar as coisas de forma verossímil e clara (pelo menos deveria ser). Em contrapartida, segundo Junito de Souza em sua obra sobre Mitologia Grega, os Pré-Socráticos tentaram desmistificar o mito em nome da razão.</div><div>&nbsp;</div><div>Foi observado também, que apesar da filosofia se tratar de algo voltado para a racionalidade, foi um longo processo para que os textos de caráter mitológico se desprendessem totalmente das obras dos filósofos antigos, isso justifica-se devido o caráter fortemente religioso da época e a cultura.&nbsp;</div><div>Portanto, a história de filosofia quando visa-se a segregação do mito com ela, ocorreu de forma lenta e gradual, como se estivesse purificando-se de explicações que não tinham como base o uso da investigação filosófica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-29 15:02:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/CelsoL_Junior/xmubcnoh08yq151s/wish/2164453747</guid>
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         <title>Pluralistas e Físicos Ecléticos</title>
         <author>mateusgarciapalma</author>
         <link>https://padlet.com/CelsoL_Junior/xmubcnoh08yq151s/wish/2172026702</link>
         <description><![CDATA[<div>Podemos citar ademais, Empédocles, outro filósofo antigo, que defende a tese de que temos um criador, do qual nascemos, e quando morrermos, voltaremos a ele. Eis uma de suas frases “Do não existente, nada pode nascer, e nada pode desaparecer no nada absoluto”.<br><br></div><div>Compreendendo Deus como alguma divindade, um criador, no sentido de que todos acreditam em algo, ciência ou religião, no caso de Empédocles, ele tem uma visão pluralista, ao qual, coloca os quatro elementos da natureza como sempre existentes. Água, ar, fogo e terra. Todos em constante transformação, já que, ele apresenta o amor e o ódio, unindo e separando, respectivamente, os elementos, e dessa forma, criando todo o universo.&nbsp;<br><br></div><div>Ele também defende a metempsicosis, transmigração das almas, ao qual apenas alguns poderiam escapar da reencarnação, os bardos, médicos, príncipes e videntes, e como ele era médico e príncipe, acreditava que era um Deus, e que tudo estava cheio de deuses, já que, tudo deriva dos quatro elementos que são divinos.<br><br></div><div>A verdade ao longo da história se mostrou bastante flexível as mais variadas estruturas de poder de suas épocas, ou a interesses predominantes de um tempo. A verdade não tem um único e unanime enfoca. Vemos este contraste no Orfismo, que também acredita na metempsicosis, porém como forma de purificação através da religião. É praticando os rituais durante a vida, que somos purificados para poder encontrar a paz, e dessa forma, não reencarnar novamente.<br><br></div><div>Em uma outra vertente, os físicos ecléticos, principalmente Leucipo e Demócrito, colocaram o átomo como arché. Mais precisamente Demócrito, com base no experimento mental, percebeu que ao dividir uma madeira várias vezes, não se pode chegar ao nada, já que, toda matéria tem uma dimensão. Portanto, ele conclui que a última partícula encontrada é o átomo, ao qual é o princípio, indivisível, de todas as matérias.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-05 20:14:28 UTC</pubDate>
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         <title>A Verdade de Platão</title>
         <author>CelsoL_Junior</author>
         <link>https://padlet.com/CelsoL_Junior/xmubcnoh08yq151s/wish/2172056736</link>
         <description><![CDATA[<div>Com os levantamentos feitos através das respostas dos entrevistados; o destaque da verdade é total. Após dialogarmos sobre a verdade para os pré-socráticos, sofistas e para Sócrates; temos agora de adentrar na verdade Platônica.</div><div>Platão nos revela em sua Alegoria da Caverna que a verdade está muito além do imaginário, das sombras e dos reflexos; ela habita o mundo insensível e só pode ser acessada através da luz do Bem; este que por sua vez pode ser interpretado como Deus, uma vez que o Bem chega num estado de absolutismo divino. O Bem está acima de tudo, inclusive das formas e das ideias. O Bem é o que cria e fomenta base para as demais coisas, não há nada além do Bem para Platão, e portanto a verdade por ser algo inteligível; só é atingida através dele. Sendo assim, aquele que vê e desfruta da verdade absoluta, observa o mundo através do Bem, tem sua alma iluminada por ele. Logo, todo que é detentor de verdade absoluta, possui conexão com o divino.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-05 20:48:10 UTC</pubDate>
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         <title>Sofistas, Sócrates e Socráticos</title>
         <author>vreversi</author>
         <link>https://padlet.com/CelsoL_Junior/xmubcnoh08yq151s/wish/2172239699</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Sofistas eram estrangeiros que ensinavam oratória e retórica aos que quisessem aprender, a fim de tornar seus argumentos mais fortes, pois no contexto democrático em que viviam, quem tivesse melhor oratória e convencesse mais pessoas, era mais ouvido e, portanto, os sofistas não se preocupavam com a veracidade do argumento. Para eles, o sábio não era quem conhecia a verdade, mas quem prova suas convicções.<br>Entre os Sofistas, temos Protágoras de Abdera que afirmava que o homem era a medida de todas as coisas e Górgias de Leontini, que afirmava que nada poderia ser conhecido, nem comunicado e nem compreendido.<br>Com relação à Sócrates, ele defendia que podemos encontrar a verdade se nos afastarmos das ilusões dos sentidos, usando somente a razão; que através de seu método dialético (composto por ironia e maiêutica) era possível chegar à verdade.<br>Nos Socráticos, temos discípulos de Sócrates que se especificaram em uma de suas teorias, por exemplo, Antístenes de Atenas, o qual se especifica na virtude, que para ele era o autodomínio e autossuficiência, pegando o prazer como desnecessário; outro que podemos citar é Aristipo de Cirene, o qual também foca no prazer, mas que para ele é o que dá sentido à vida; e por fim, Euclides de Megara, que se especifica na questão referente ao Bem e ao Uno e que se tornam centro de suas reflexões filosóficas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-06 00:58:26 UTC</pubDate>
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         <title>Os Pitagóricos e Xenófanes</title>
         <author>pedrinhodimas</author>
         <link>https://padlet.com/CelsoL_Junior/xmubcnoh08yq151s/wish/2172354840</link>
         <description><![CDATA[<div>Pitágoras nasceu em Samos, ilha localizada na costa da Ásia menor por volta de 530 a.C. Ele foi orientado por Tales de Mileto, algo que influenciará muito em sua filosofia. Pitágoras fundou uma comunidade semirreligiosa, ou como é conhecido também “Escola Pitagórica” cuja fé professava que a alma não morria com o corpo, mas migrava para um lugar diferente, para um animal ou para um ser humano. Ele dizia ter entrado em combate durante um cerco em Troia, alguns séculos anteriores a sua existência. Essa transmigração da alma, é conhecida como metempsicose, é como se a alma tivesse uma culpa originária e fosse mudando de corpo após a morte a fim de purificar-se, Pitágoras foi o primeiro a fortalecer essa doutrina.<br><br></div><div>A Escola Pitagórica, era formada por um grupo de homens e mulheres de nações diversas e condições financeira diferentes umas das outras, eles trabalhavam em equipe e por isso, eram diferentes dos filósofos de até então. Eles acreditavam que fossem os números o princípio de tudo, foi a partir deles que tudo começou. Além do mais, para os Pitagóricos os números faziam parte de tudo, ou seja, as coisas possuem características matemáticas que estão de forma intrínseca em suas essências.<br><br></div><div>Após a morte de Pitágoras, em 570 a.C nasce Xenófanes, filósofo responsável por conceber uma nova concepção de Deus. Ele crítica veementemente as formas de antropomorfização do divino. Segundo Xenófanes, não é possível que Deus possua traços humanos. De acordo com sua teoria, se os animais tivessem como conceber um Deus, eles o representariam como um animal semelhante à eles, se os Etíope tivessem que representar a divindade deles, eles representa-lo-íam conforme as características de sua cultura.<br><br></div><div>Para Xenófanes, Deus “tudo vê, tudo pensa, tudo ouve”, Deus não faz esforço e faz tudo vibrar e “permanece sempre no mesmo lugar sem se mover de modo algum, pois não lhe é próprio andar ora em um lugar, ora em outro”, ou seja, um Deus perfeito, absoluto e imutável. De acordo com Xenófanes o princípio é a terra: “Pois tudo vem da terra e na terra tudo termina”.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-06 03:14:32 UTC</pubDate>
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         <title>Monistas - Tales de Mileto, Anaximandro, Anaxímenes e Heráclito de Éfeso.</title>
         <author>lfpassis18</author>
         <link>https://padlet.com/CelsoL_Junior/xmubcnoh08yq151s/wish/2172383650</link>
         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp;Conhecido como pai da filosofia grega e de toda a filosofia Ocidental, Tales de Mileto foi pelo que se sabe, o primeiro a pensar na pergunta: "qual é a causa última, o princípio supremo de todas as coisas?". Pois, para Tales, em tudo se notava a presença de terra, fogo, água e ar. Portanto, para Tales, a verdade ou natureza(physis) de todas as coisas é a água, porque quando densa se transformaria em terra; quando aquecida, se tornaria vapor e se a voltasse resfriar, voltaria no estado líquido, e assim, repetindo o ciclo. Por fim, com esse movimento eterno ia se desenvolvendo novas formas e as coisas existentes.&nbsp;<br><br>&nbsp;Para Anaximandro, o princípio não pode ser os quatro elementos definidos por Tales, visto que o princípio deve ser pensado em coisas não determinadas, não como o fogo, a água, o ar e a terra, mas sim nas coisas indeterminadas(Ápeiron). Também diz que as causas primeiras estão no ilimitado, sendo ele (Anaximandro) o primeiro a dar o nome de "princípio". O princípio não era nenhum dos chamados quatro elementos, mas sim outra natureza infinita, de onde se desenvolve os mundos e céus e o que neles existem. Afirma também que a essência ou o ilimitado são os contrários, ou seja, o quente e o frio, o suco e o úmido etc.&nbsp;<br><br>&nbsp;O princípio(Arché) defendido por Anaxímenes é o ar. Dele provém todos os outros elementos por conseguinte, todas as coisas. Tanto para Anaxímenes quanto para os antigos, o ar tinha muita importância, assim sendo para eles o ar quente a alma e o espírito. O substrato era uma substância ilimitada, como para Anaximandro, porém determinada, ou seja, o ar. A escolha de Anaxímenes pelo ar parece motivado por três razões. Em primeiro lugar, verificando que o ar é essencial para o homem e para os outros seres vivos. Em segundo lugar, pela observação de que do ar(céu) caem o fogo(raios) e a água(chuva) e que para o céu sobem as exalações. Por fim, pela consideração de que o ar se serve melhor que qualquer coisa, o filósofo pensa como o princípio capaz de gerar tudo.<br><br> Pouquíssimos fragmentos nos restam de Heráclito de Éfeso. Para ele, diferente de Anaximandro, Anaxímenes e Tales, o mundo, o homem e as coisas estão sempre em estado de transformação, e assim como um rio, para Heráclito ninguém entra nele duas vezes. O filósofo pensa também que o transformar-se tem sua causa e obedece uma lei, e essa causa só pode ser homogênea. Por isso, para Heráclito, o princípio é o fogo. E desse fogo existem os movimentos descendente e ascendente. No movimento descendente, o fogo condensa-se e se forma ar, terra e água, já no ascendente, esses elementos se rarefazem e voltam a ser fogo. Existe a lei que regula os movimentos ascendente e descendente, que causa harmonia e ordem nas coisas, essa lei é o logos(razão universal). Mas esse logos não é algo transcendente, e sim imanente, uma lei intrínseca nas coisas que para ele é o Deus único. Também defende a ideia do transformar-se a harmonia das coisas contrárias, como o quente e o frio, o dia e a noite, a vida e a morte. Portanto, para Heráclito, nem todos os homens conseguem descobrir essa harmonia. Consegue somente quem segue a vida da razão. Existe dois instrumentos para chegar ao conhecimento da verdade, a sensação e a razão. Por fim, considerou a primeira não digna de fé, fazendo então da razão o instrumento da verdade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-06 03:58:35 UTC</pubDate>
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         <title>Eleatas</title>
         <author>gustavosm4</author>
         <link>https://padlet.com/CelsoL_Junior/xmubcnoh08yq151s/wish/2172962082</link>
         <description><![CDATA[<div>A escola eleática fundada por Parmênides, dos quais são representantes Zenão e Melisso, é marcado por não procurar uma explicação da realidade, baseada da natureza. Eram mais abstratas e podemos ver nelas o primeiro sopro de uma lógica e de uma metafísica.<br><br></div><div>Seus pensadores defendiam a existência de uma realidade única, por isso ficaram conhecidos também como <strong>monistas</strong>, em oposição ao <strong>mobilismo</strong> (de <strong>Heráclito</strong>, principalmente, que acreditava na existência da pluralidade do real).<br><br></div><div>Para Parmênides, a verdade, está estreitamente ligada à percussão; o caminho da percussão, de fato, “segue” a verdade. A realidade para eles era única, imóvel, eterna, imutável, sem princípio ou fim, contínua e indivisível.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-06 14:21:18 UTC</pubDate>
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