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      <title>As Línguas dos Povos Originários do Brasil by Aline Sousa</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-15 22:12:36 UTC</pubDate>
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         <title>Diversidade de Línguas Indígenas</title>
         <author>alinnesousa222</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Apesar de que não exista dados totalmente precisos, os estudiosos em geral concordam com a hipótese de que na atualidade são ainda faladas no Brasil cerca de 180 línguas indígenas;&nbsp;<br>- Estima-se que com a chegada dos portugueses houve perda de 1000 línguas, o que representa 85% das línguas existentes no território brasileiro no século XVI;<br>- As 180 línguas se dividem por cinco grandes grupos - Tronco Tupi, Tronco Macro-Jê, Família Karib, Família Aruak, Família Pano; existindo ainda nove outras famílias menores e dez Isolados lingüísticos;&nbsp;<br>- Dez outras línguas indígenas são classificadas como isoladas, isto é, constituem tipos linguísticos únicos: Tikuna, Irantxe/ Münkü, Trumai, Máku, Aikana, Arikapu, Jabuti, Kanoê e Koaiá ou Kwaza;&nbsp;<br>- Apenas 25 povos têm mais de cinco mil falantes de línguas indígenas: Apurinã, Ashaninka, Baniwa, Baré , Chiquitano, Guajajara, Guarani( Ñandeva, Kaiowá, Mbya), Galibi do Oiapoque, Ingarikó, Huni Kuin, Kubeo, Kulina, Kaingang, Mebêngôkre, Macuxi, Munduruku, Sateré Mawé, Taurepang, Terena, Ticuna, Timbira, Tukano, Wapichana, Xavante, Yanomami, e Ye'kwana.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-15 22:28:10 UTC</pubDate>
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         <title>Troncos Linguísticos </title>
         <author>alinnesousa222</author>
         <link>https://padlet.com/alinnesousa222/xlr0bbs22bmopjbd/wish/1679622606</link>
         <description><![CDATA[<div>- Existe 160 línguas Indígenas no Brasil, umas são mais semelhantes entre si do que outras, revelando origens comuns e processos de diversificação ocorridas ao longo do tempo;<br>- Trocos linguístico é a língua que tem uma mesma origem, a família linguística por sua vez, possuí a mesma origem mas a forma com que é usada é diferente;&nbsp;<br>- As línguas indígenas no Brasil, por sua vez, há dois grandes troncos - Tupi e Macro-Jê - e 19 famílias linguísticas que não apresentam graus de semelhanças suficientes para que possam ser agrupadas em troncos;&nbsp;<br>- Há, também, famílias de apenas uma língua, às vezes denominadas “línguas isoladas”, por não se revelarem parecidas com nenhuma outra língua conhecida.&nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-15 22:29:14 UTC</pubDate>
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         <title>Multilinguismo </title>
         <author>alinnesousa222</author>
         <link>https://padlet.com/alinnesousa222/xlr0bbs22bmopjbd/wish/1679622929</link>
         <description><![CDATA[<div>- Muitos indígenas falam ou entendem mais de uma língua. Em algumas comunidades, falar várias línguas é comum. Esse fenômeno é conhecido como <strong>multilinguismo;</strong><br>- É possível nos depararmos numa mesma aldeia, com indivíduos que só falam a língua indígena, com outras que só falam a língua portuguesa e outras ainda que são bilíngues ou multilingues;<br>- A diferença linguística não é, geralmente impedimento para que os povos indígenas bse relacionem e casem entre si, troque coisas, façam festas e tenham aulas juntos;<br>- Existe os Indios da família linguístico Tukano, localizados em grande parte ao longo do rio Uaupés. Esse povos são tipicamente multilíngues, e não inclui somente línguas da família Tukano. Envolve também, em muitos casos, idiomas das famílias Aruak e Maku, assim como a Língua Geral Amazônica ou Nheengatu, o Português e o Espanhol;&nbsp;<br>- Os habitantes do Rio Negro, costumam falar de três a cinco línguas, ou mesmo mais, havendo poliglotas que dominam de oito a dez idiomas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-15 22:30:07 UTC</pubDate>
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         <title>Língua Geral</title>
         <author>alinnesousa222</author>
         <link>https://padlet.com/alinnesousa222/xlr0bbs22bmopjbd/wish/1679628763</link>
         <description><![CDATA[<div>- No século XVI, a língua Tupi passou a ser aprendida pelos português, chamada de Brasílica, passando a ser falada por quase toda a população que integrava o sistema colonial brasileiro;<br>- No período do século XVII, essa língua já bastante modificada pelo uso corrente de índios missionários e não-índios. Passou a ser conhecida pelo nome Língua Geral;<br>- Duas Línguas Gerais no Brasil-Colônial:<br><strong>&nbsp;• Língua Geral Paulista</strong><br>A Língua Geral Paulista teve sua origem na língua dos índios Tupi de São Vicente e do alto rio Tietê, a qual diferencia um pouco da dos Tupinambá. No século XVII, era falada pelos exploradores dos sertões conhecidos como bandeirantes. Por intermédio deles, a Língua Geral paulista penetrou em áreas jamais alcançadas pelos índios tupi-guarani, influenciando a linguagem corriqueira de brasileiros;<br><strong>• Língua Geral Amazônica</strong><br>Essa segunda Língua Geral desenvolveu-se inicialmente no Maranhão e no Pará, a partir do Tupinambá, nos séculos XVII e XVIII. Até o século XIX, ela foi veículo da catequese e da ação social e política portuguesa e luso-brasileira. Desde o final do século XIX, a Língua Geral amazônica passou a ser conhecida, também, pelo nome Nheengatu (ie’engatú = “língua boa”).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-15 22:48:38 UTC</pubDate>
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         <title>Contribuição linguística ao português brasileiro</title>
         <author>alinnesousa222</author>
         <link>https://padlet.com/alinnesousa222/xlr0bbs22bmopjbd/wish/1680307516</link>
         <description><![CDATA[<div>- A herança linguística Tupi na língua portuguesa, defende a importância de se ensiná-la, com o objetivo de contribuir para as discussões a respeito da diversidade linguística nacional e o ensino de línguas;&nbsp;<br>- Uma das mais marcantes contribuições Tupi para a formação da identidade linguística brasileira está em palavras híbridas, que se formaram ao longo destes cinco séculos, cuja base é um elemento Tupi, que possui fortes relações como outras manifestações socioculturais: música, dança, culinária, etc. Apresentamos apenas três casos paradigmáticos:<br>• O primeiro é constituído por substantivos compostos em que pelo menos um dos lexemas é originário do Tupi e o(s) outro(s) do Português e/ou outras línguas;<br>• O segundo caso diz respeito a substantivos cujos lexemas são todos Tupi ao passo que os morfemas derivacionais e flexionais são do Português;&nbsp;<br>• No terceiro caso, opera-se o processo inverso: a um lexema do Português, já oriundo de outra língua, soma-se um afixo de origem Tupi.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-16 12:09:03 UTC</pubDate>
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         <title>Distribuição espacial das línguas Indígenas</title>
         <author>alinnesousa222</author>
         <link>https://padlet.com/alinnesousa222/xlr0bbs22bmopjbd/wish/1680572940</link>
         <description><![CDATA[<div>- De acordo com os dados coletados pelo Censo 2010, o IBGE elaborou mapas e tabelas mostrando a distribuição espacial das 896 mil pessoas que se declararam ou se consideraram indígenas e, ainda, enumerando as 305 etnias encontradas pelos recenseadores em 2010;&nbsp;<br>- Os mapas e tabelas mostraram que 36,2% das pessoas que se declararam indígenas viviam nas cidades e os outros 63,8%, em áreas rurais. Dentre estes últimos, 517 mil (ou 57,7% do total) moravam em terras oficialmente reconhecidas como indígenas;&nbsp;<br>- O Censo Demográfico 2010 identificou, tanto nas terras indígenas quanto fora delas, 305 etnias e 274 línguas indígenas, que superaram as estimativas iniciais da FUNAI;<br>- O Censo Demográfico 2010 também constatou que, entre a população indígena com cinco anos ou mais de idade, 37,4% falavam uma língua indígena e 17,5% não falavam português. Esses percentuais aumentam, respectivamente, para 57,3% e 28,8% entre aqueles que viviam em terras indígenas;&nbsp;<br>- A taxa de alfabetização dos indígenas com 15 anos ou mais de idade está abaixo da média nacional (90,4%). Nas terras indígenas, 32,3% ainda são analfabetos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-16 15:11:47 UTC</pubDate>
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         <title>Referências </title>
         <author>alinnesousa222</author>
         <link>https://padlet.com/alinnesousa222/xlr0bbs22bmopjbd/wish/1680624188</link>
         <description><![CDATA[<div>Seki, Lucy. A linguística indígena no Brasil. Scielo Brazil, 1999. Disponível em: &lt;https://www.scielo.br/j/delta/a/5GfsKZSJxXQhXNWFV6vWN8j/?lang=pt&gt;. Acesso em: 16/08/2021<br><br>LÍNGUAS. Povos Indígenas no Brasil, 2019. Disponível em: &lt;https://pib.socioambiental.org/pt/Línguas&gt;. Acesso em: 16/08/2021<br><br>MULTILINGUISMO. Mirim Povos Indígenas no Brasil. [s.d.] Disponível em: &lt;https://mirim.org/pt-br/linguas-indigenas/multilinguismo&gt;.&nbsp;Acesso em: 16/08/2021<br><br>Agência IBGE Notícias, 2013. IBGE mapeia a população indígena. Disponível em: &lt;https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/14389-asi-ibge-mapeia-a-populacao-indigena&gt;. Acesso em: 16/08/2021.<br><br>Goiás, M.L.S, Martins, A.M.S. O TUPI ANTIGO NO PORTUGUÊS: ALGUMAS QUESTÕES SOBRE HISTÓRIA, IDENTIDADE E ENSINO DE LINGUAGEM. Scielo Brazil, 2019. Disponível em: &lt;https://www.scielo.br/j/tla/a/GyD9BQTZ4bnvqSF4t6LnMdm/?lang=pt&gt;.&nbsp;Acesso em: 16/08/2021</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-16 15:41:56 UTC</pubDate>
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