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      <title>MINHA VIVÊNCIA DE AVALIAÇÃO by JORGE WILSON DA CONCEICAO</title>
      <link>https://padlet.com/jorgewilson1/xlnd98akqjg1wwco</link>
      <description>RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA COM AVALIAÇÃO NA ESCOLA.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-07-02 22:13:25 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias de Avaliações Marcantes
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Lembro-me de duas avaliações que me marcaram profundamente, cada uma de um jeito diferente. Aos 10 anos, tive uma prova de Português sobre sinônimos e antônimos. Fiquei animada e consegui responder corretamente a maioria das questões. Recebi uma boa nota e me senti orgulhosa, o que me motivou a continuar estudando com dedicação.</p><p><br/></p><p>Anos depois, na faculdade, vivi uma experiência bem diferente na disciplina de Libras. Era uma prova oral, em que precisávamos responder utilizando sinais. Muitos sinais, como dias da semana, meses e cores, praticávamos em todas as aulas, então era fácil responder. Porém, algumas perguntas eram sobre sinais que constavam apenas em um livro que recebemos para estudar, sem prática em sala de aula. Na hora da prova, o professor selecionou perguntas fáceis para alguns colegas, mas me perguntou sinais complicados que só estavam no livro. Se fossem perguntas sobre cores, dias da semana ou meses, eu saberia responder com facilidade. Senti-me muito injustiçada, pois grande parte da turma conseguiu boa avaliação, enquanto eu fui prejudicada. Essa experiência me mostrou como critérios de avaliação podem afetar a percepção de justiça e a confiança no próprio aprendizado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 00:41:23 UTC</pubDate>
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         <title>Sapato👞 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Eu estava na EMEI, acredito que tinha 4 ou 5 anos, me lembro de entrar na escola, subir as escadas coloridas e chegar na sala, onde tinha mesas redondas e pequenas cadeiras. </p><p>Em uma roda de aula, a professora (que não me lembro do seu nome ou rosto) havia colocado algumas palavras com letra bastão na lousa, e tínhamos que tentar ler e ganhar o prêmio.</p><p>Acredito que a professora buscava avaliar a participação, a consciência fonológica e o nosso nível de alfabetização.</p><p>A palavra que eu escolhi, provavelmente por começar com a letra inicial do meu nome, a primeira palavra que eu li foi:“sapato”.</p><p>É uma memória que me traz alegria e emoção e o começo da minha alfabetização, pois desde que me reconheço como ser humano, eu amo ler e, desde então, não parei mais.</p><p>Depois de acertar a palavra, a professora me parabenizou e eu recebi meu prêmio: uma cartela de figurinhas adesivas de joaninhas. E então guardei para que pudesse mostrar aos meus pais o prêmio que eu recebi por mérito.</p><p>Sabrina Lemos </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 00:41:47 UTC</pubDate>
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         <title>Tampinhas 🌿♻️</title>
         <author>mayarab180</author>
         <link>https://padlet.com/jorgewilson1/xlnd98akqjg1wwco/wish/3546850117</link>
         <description><![CDATA[<p>No prezinho, quando eu tinha uns 4 ou 5 anos, nós estávamos fazendo uma atividade de reciclagem. A professora Angélica solicitou que guardássemos as tampinhas das garrafas para que depois todos juntassem, e quem tivesse mais ia ganhar alguma coisa, não me lembro o quê.</p><p>Eu fiquei muito empenhada e passei o mês juntando todas as tampinhas que podia. Pedi para todo mundo que eu conhecia guardar, porque eu queria ganhar o que ela tinha oferecido. No dia da entrega, a professora fez com que nós colocássemos as tampinhas, uma a uma, em um balde e contássemos em voz alta na frente da turma. Eu acredito que, além da atividade em si, ela estava avaliando nossa capacidade de contar, de falar em público, não sei. Eu tinha muitas tampinhas e, em um momento, ela disse que eu poderia contar na minha cabeça. Com isso, comecei a depositar as tampinhas, mas eu não sabia contar depois do cem. Então, quando chegou ao cem, eu só jogava as tampinhas e havia parado de contar.</p><p>Ao fim de todas as minhas tampinhas, ela perguntou quantas foram e eu não sabia a resposta. Disse que mais de cem, e ela perguntou se eu não tinha contado como ela pediu. Eu fiquei muito envergonhada e disse que não. Todo mundo começou a rir e eu chorei. Acredito que ela poderia ter agido de outra forma: quando eu disse “mais de cem”, ela, como estava acompanhando a atividade, poderia ter dito a resposta ou ter perguntado de outra forma, como: “Você não se lembra?”. Algo que não fizesse parecer que eu soubesse menos do que as outras crianças. Fiquei bastante chateada, pois me empenhei muito para juntar as tampinhas, mas acredito que podia ter solicitado a ela ajuda para contar depois do cem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 00:41:54 UTC</pubDate>
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         <title>provinha fofinha</title>
         <author>katharinemirandapereira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Eu tinha aproximadamente 10 anos de idade na época dessa avaliação, estava no 5º ano do ensino fundamental, uma fase em que eu já começava a me sentir mais madura dentro da escola, mas ainda carregava muitas inseguranças. Lembro que a avaliação era de matemática, uma das matérias que eu sempre tive mais dificuldade. Só de saber que seria uma prova importante, meu coração já acelerava, porque eu me sentia pressionada a mostrar que era capaz de acompanhar a turma. Naquele dia específico, eu me recordo de ter estudado bastante na noite anterior, com o apoio da minha mãe, que ficava do meu lado revisando tabuada comigo e tentando me tranquilizar.</p><p><br></p><p>A lembrança que tenho é um pouco mista. De um lado, foi uma experiência negativa, porque eu estava nervosa e tinha medo de errar, sentia minhas mãos suarem e parecia que o tempo passava muito rápido. Mas, ao mesmo tempo, quando entreguei a prova, senti um certo alívio e até orgulho de mim mesma, porque percebi que consegui responder quase todas as questões. Quando recebi o resultado, fiquei muito feliz, porque tinha conseguido uma nota acima do que eu esperava. Essa sensação me marcou bastante, pois me mostrou que eu era capaz de superar meus medos, o esforço realmente fazia diferença.</p><p>Katharine de Miranda Pereira Ra 241001884</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 00:48:24 UTC</pubDate>
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         <title>Memória afetiva </title>
         <author>k9845nxfnf</author>
         <link>https://padlet.com/jorgewilson1/xlnd98akqjg1wwco/wish/3546935307</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu tinha por volta de 7 a 8 anos quando vivenciei uma das avaliações mais diferentes e afetivas da minha vida escolar. No lugar das tradicionais escolas com aulas o dia todo e no lugar das tradicionais avaliações rotineiras e escritas, nossa avaliação consistia na interação em uma salinha especial acessada por uma escada azul escuro, que ficava um pouco afastada da minha sala de aula principal.</p><p> Aquele espaço funcionava quase como um refúgio, um momento de respiro em meio às aulas mais puxadas daquela época. </p><p>Lá dentro havia de tudo: fantasias coloridas, brinquedos variados: desde bolas e bonecas pequenas até quebra-cabeças e blocos de encaixar. Costumávamos ir a esse espaço pelo menos duas vezes por semana, e cada ida parecia mágica.</p><p>O ambiente era grande e ao mesmo tempo aconchegante. Havia até uma TV de tubo, onde assistíamos desenhos animados, sentados no chão ou em colchonetes azuis escuros macios, completamente envolvidos pela sensação de alegria e liberdade que o lugar proporcionava. Tenho memórias muito positivas, que me faziam sentir observada não pelo desempenho na escola, mas pela criatividade, interação com minhas colegas e participação. </p><p>Eu me divertia muito ao lado das minhas amigas queridas, Maythe  que eu apelidava de “tete” e Ana Júlia que era só “Ju” com quem compartilhava risadas, brincadeiras e invenções. </p><p>Em um dia de carnaval, fizemos até uma festa à fantasia, que também envolvia a parte lúdica. Eu fui vestida de odalisca vermelha, cheia de lantejoulas brilhantes com o cabelo parcialmente preso e algumas mechas soltas, e me lembro de estar dançando e jogando confetes de papel , aproveitando cada segundo.</p><p>Sempre saía dessa salinha leve e com a sensação de pertencimento, foi ali que aprendi que aprender também era divertido e que é uma parte essencial do processo de crescer. </p><p><br/></p><p>Luísa Nascimento Antunes/231006434</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 01:44:52 UTC</pubDate>
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         <title>Avaliação do Caderno Bagunçado - Ana Lucía</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jorgewilson1/xlnd98akqjg1wwco/wish/3547519565</link>
         <description><![CDATA[Havia acabado de ingressar na escola, estava com 8 anos, era final de semestre, a professora solicitou que levássemos até ela nossos cadernos, para que pudesse avaliá-los e apresentá-los aos pais na reunião. Naquele momento, eu ainda não entendia como se distribuíam e a ordem que seguiam as folhas na hora de passar o que estava na lousa para o caderno. Ao corrigir, a professora me chamou a atenção pela desorganização, má distribuição do conteúdo e falta de cuidado com o caderno dado pela escola.

Tal situação me trouxe uma experiência negativa, pois agora me senti retraída para tirar dúvidas e com receio das broncas. Poderia ter sido uma conversa investigativa e orientada para sanar as dificuldades que estava enfrentando com o uso da escrita.]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 11:25:13 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho de ciências </title>
         <author>p46wz42frs</author>
         <link>https://padlet.com/jorgewilson1/xlnd98akqjg1wwco/wish/3548095283</link>
         <description><![CDATA[<p>Aos meus 14 anos do ensino fundamental, tive que fazer um Trabalho individual de ciências e nessa época que era na oitava série, a professora pediu que fizesse um trabalho com bastante conteúdo para ser feito.</p><p>O trabalho era sobre pesquisas de um determinado assunto que ao total ficaria umas 3 ou 4 folhas.</p><p>Não obtive uma lembrança positiva, pois eu imprimir as folhas e depois de ter feito e entregar, fui informada que tinha que ser em manuscrito por que se não fosse assim era muito fácil “disse ela”, isso me deixo muito triste e por ela ter dito isso para outros estudantes ouvirem, me senti humilhada e assim ela fez e me deu uma nota baixa e ainda não deixo eu refazer.</p><p><br/></p><p>Maristela </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 21:59:31 UTC</pubDate>
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         <title>Minha primeira maquete </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Quando tinha 11 anos, na antiga 5° série do 1°grau, a professora de Ciências passou um trabalho sobre fenômenos da natureza. Trabalho em grupo para a ser apresentado em uma férias de ciências. Construimos uma maquete com montanhas e um vulcão que entrava em erupção. Foi um trabalho muito rico, lembro de ter me dedicado bastante. A professora elogiou a criatividade e o nosso empenho. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 23:30:48 UTC</pubDate>
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         <title>A tabuada do 7 </title>
         <author>thaispiu26</author>
         <link>https://padlet.com/jorgewilson1/xlnd98akqjg1wwco/wish/3549221298</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu devia ter entre seis e sete anos quando vivi uma experiência que nunca esqueci. Minha professora, chamada Cátia, propôs uma dinâmica com a turma: ela colocou os meninos em uma fila indiana de um lado e as meninas do outro. Era, basicamente, uma competição de tabuada. O prêmio? Ser o ajudante da sala — um cargo de prestígio naquela época.A competição começou com a seguinte pergunta:— Quanto é 7×8?Para o meu azar, eu era a primeira da fila das meninas. Naquele momento, travei completamente. Simplesmente não consegui responder. A professora, visivelmente nervosa com a agitação e o entusiasmo dos outros alunos, parecia estar com pressa para que tudo andasse rápido.Talvez por me ver ali parada, sem reação, ela tenha achado que a melhor forma de "me ajudar" seria usando um método nada pedagógico — e infelizmente bem conhecido: o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://belisc%C3%A3o.No">beliscão.No</a> fim das contas, não consegui responder à pergunta, perdi a chance de ser ajudante de sala e ainda saí chorando, com o nariz cheio de meleca. Uma memória meio engraçada hoje... mas na época, foi um verdadeiro desastre para mim.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-20 16:58:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>isabellagata8</author>
         <link>https://padlet.com/jorgewilson1/xlnd98akqjg1wwco/wish/3549438543</link>
         <description><![CDATA[<p> <strong>A avaliação dos mais quinze</strong> </p><p> A avaliação de prova eu tinha 15 anos estudava em uma escola particular fiz as atividades do cronograma no passar da prova com o livro didático,  depois ao tempo a mais dos estudo no período escolar enfrentei uma série de doenças como ansiedade e depressão,  me afastei da escola por longos 3 meses depois voltei a escola , foi complicado para me entregar novamente já não era mais da mesma forma com que estava nesse tempo que eu me afastei passava tempos na coordenação e na diretoria da escola , com tudo a monitoração dos mais diretores e coordenadores foi muito importante eles me davam atenção e Se comunicavam constantemente com a minha mãe,  um tempo que sair da escola porque a pressão estava muito grande então comecei a a passar por acompanhamento profissional como psicólogos e psiquiatras , e iniciei um tratamento,  passavam por minha cabeça muitos pensamentos de morte é também para que eu me cortasse , queria apenas ficar sozinha no quarto,  e não queria falar com ninguém em minha casa e minha rotina só foi tomando forma novamente depois de algum tempo.</p><p><br></p><p>Isabella Mary de jesus silva Ra:231006262</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-20 22:05:43 UTC</pubDate>
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         <title>O seminário </title>
         <author>lucianasilvacosta703</author>
         <link>https://padlet.com/jorgewilson1/xlnd98akqjg1wwco/wish/3549598905</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa avaliação aconteceu em forma de seminário, quando eu tinha uns 14 ou 15 anos e estava no 9º ano do Ensino Fundamental. Eu já sabia que teria essa apresentação, mas o tempo passou tão rápido que, quando percebi, já estava bem perto do dia. Meu grupo e eu fizemos as pesquisas, montamos os slides e ensaiamos o que cada um iria falar. O tema era feminismo , então estudei bastante, revisei os slides várias vezes. Queria muito que tudo ocorresse bem.&nbsp; Quando chegou o dia, eu estava morrendo de medo de algo dar errado. O que me deixava ainda mais nervosa era o fato de termos que apresentar no pátio, na frente de outros alunos. Naquela época eu era bem tímida, então foi um grande desafio. Mas lembro que, pouco antes de começarmos, a professora conversou com a gente, deu incentivo e isso me ajudou a ficar mais calma. No final, deu tudo certo. A apresentação foi ótima e ainda conseguimos a nota mais alta. Para mim, não foi só um seminário, foi um momento em que consegui enfrentar a timidez, Pode parecer uma lembrança simples, mas até hoje esse dia marcou muito pra mim.</p><p><br/></p><p>Luciana Silva Costa </p><p>RA: 241003624</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-21 01:25:53 UTC</pubDate>
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         <title>Lembranças da vó </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jorgewilson1/xlnd98akqjg1wwco/wish/3550848687</link>
         <description><![CDATA[<p>"Quando eu tinha 8 anos, eu me lembro de uma noite em que minha vó me contou histórias de quando era criança. Ela me falou sobre as brincadeiras que fazia com os irmãos, sobre as festas de Natal e sobre as viagens que fazia com a família. Eu fiquei muito feliz com as histórias e pedi que ela me contasse mais. Nós nos sentamos juntas no sofá, eu me senti mais próxima da minha vó e agradeci por ter ouvido suas histórias. Julia Santos </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-21 22:59:35 UTC</pubDate>
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         <title>Feira das nações 🇬🇷</title>
         <author>jullyaa406</author>
         <link>https://padlet.com/jorgewilson1/xlnd98akqjg1wwco/wish/3552500618</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma lembrança muito significativa da minha trajetória escolar foi quando eu estava na oitava série e participei, junto com minha turma, do projeto “Feira das Nações”. A professora Márcia, que além de ser nossa professora de matemática também era a coordenadora da sala, se dedicou intensamente para que pudéssemos viver essa experiência de forma completa. Ficamos responsáveis por representar a Grécia, e ela trouxe a cultura grega para dentro das aulas e também para além da sala de aula.</p><p>Durante o processo, trabalhamos matemática relacionada à Grécia, organizamos a apresentação de uma dança típica e usamos roupas confeccionadas especialmente para a ocasião. Essas roupas foram feitas sob medida por uma costureira, e a professora custeou tudo do próprio bolso, demonstrando um grande comprometimento com nossa aprendizagem e vivência. Além disso, para nos ajudar nos ensaios da dança, ela ainda contou com a colaboração da irmã, que participou orientando e acompanhando nossos treinos, garantindo que a apresentação fosse bem ensaiada.</p><p>Também tivemos a oportunidade de experimentar comidas típicas e montar um estande decorado com elementos que remetiam à cultura grega. Antes da apresentação, a professora ainda nos reuniu em um espaço fora do horário de aula para que pudéssemos preparar juntos pratos da culinária grega, vivenciando mais de perto aspectos da cultura.</p><p>Esse projeto foi marcante porque uniu aprendizado, cultura e convivência. Não ficamos apenas na teoria, mas vivemos a experiência. Além disso, também aprendemos sobre outros países ao visitar os estandes das demais turmas, o que ampliou ainda mais nosso conhecimento sobre diferentes culturas.</p><p><br/></p><p>O que mais me marcou foi o empenho da professora Márcia. Ela conseguiu integrar sua disciplina, a matemática, ao tema da Grécia, mostrando que é possível ensinar de maneira criativa e significativa. Foi uma experiência que me ensinou não só sobre história e cultura, mas também sobre a importância de professores comprometidos, que tornam o aprendizado mais vivo e inesquecível.</p><p><br/></p><p>Jullya Almeida </p><p>241001926</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-23 22:24:20 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias de Avaliações Marcantes </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jorgewilson1/xlnd98akqjg1wwco/wish/3552519668</link>
         <description><![CDATA[<p>Lembro-me  da avaliações que me marcaram</p><p>muito a onde me encontrava com 9 anos de idade me encontrava na 3º ano  a onde a professora era muito rigída na epóca da palmatória a onde que tinha que apreender.</p><p>Era muito sério não era brincadeira a onde a professora era igual a nossa mãe escreveu não leu o pau comeu.era reguada na mão ou tamanco rolava.</p><p>para nin não foi uma lembrança muito boa foi muito negativa essa avaliação a onde o professor não tinha medo dos pais e sim os pais autorizava não respeitou era bilhete para os pas e ai de que eu chegasse com bilhete em casa hoje tudo e diferente. A gente era avaliado sobre uma opressão e tinha que  apreender porque se não era reprovado no ano. então tinha que apreender eu para não perder aula levava minha comigo porque minha mãe tinha que trabalhar então foi facil para nin.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-24 00:08:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jorgewilson1/xlnd98akqjg1wwco/wish/3552822673</link>
         <description><![CDATA[<p>Recordação 1 (Positiva):</p><p>Quando eu estava na 4° ano do ensino fundamental. A avaliação era sobre um trabalho em grupo que fizemos, no qual tínhamos que construir uma maquete do sistema solar e apresentar os planetas e suas características. A maquete era um projeto complexo, e todos os membros do meu grupo se dedicaram muito. A avaliação não era apenas sobre a maquete em si, mas sobre a nossa colaboração, a forma como explicamos o conteúdo e o nosso entendimento sobre o tema.</p><p>Minha lembrança é muito positiva. A professora nos deu total liberdade para sermos criativos, e isso tornou a experiência de aprendizado muito mais divertida e significativa. Ela não focou apenas em notas, mas em como nós nos desenvolvemos como equipe e como aprendemos a pesquisar e apresentar um conteúdo de forma clara. Senti que fui bem avaliado, pois meu grupo e eu recebemos muitos elogios pelo nosso esforço e pela qualidade da apresentação. A nota alta foi apenas uma consequência do trabalho bem-feito.</p><p>Já a minha segunda recordação, essa mais negativa, remete a uma prova de matemática que fiz no 8º ano. A avaliação era sobre equações de segundo grau. A prova era longa, com problemas complexos e com tempo limitado. A diretriz principal da professora era que não podíamos usar calculadora, o que aumentou a pressão.</p><p>Minha lembrança dessa avaliação é bastante ruim. Eu me senti muito nervosa e ansiosa durante toda a prova. Eu tinha dificuldades com alguns dos conceitos, e a pressão do tempo me fez cometer erros bobos. A professora não parecia se importar com o processo de resolução, mas apenas com o resultado final. A sensação de que qualquer erro pequeno levaria a uma nota baixa era muito forte. No final, não fui bem avaliada,  e a nota refletiu a minha dificuldade e o meu nervosismo. A experiência me deixou com a sensação de que, mesmo me esforçando, eu não era bom o suficiente... Porém hoje em dia entendo que a avaliação me deu a oportunidade de me preparar melhor em situações assim.</p><p>Isabella Nascimento de Lima </p><p>Ra : 241002504</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-24 15:02:20 UTC</pubDate>
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         <title>Lições de Amor e Rigor </title>
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         <description><![CDATA[<p>Tenho lembranças muito marcantes da minha alfabetização, que começou de uma forma simples, mas extremamente significativa. Eu tinha por volta de cinco anos de idade quando minha mãe decidiu me ensinar a ler em casa. Ela não tinha formação pedagógica, tampouco muitos recursos didáticos, mas possuía algo essencial: dedicação, disciplina e muito amor. Sentávamos à mesa apenas com um caderno e um lápis, e foi nesse cenário que aprendi minhas primeiras letras, sílabas e palavras.</p><p>Minha mãe sempre demonstrou paciência, mas também era bastante rígida durante os estudos. Essa firmeza despertava em mim o desejo de aprender cada vez mais rápido para conquistar sua aprovação. De certa forma, o rigor misturado ao carinho criou um equilíbrio que me ensinou, desde cedo, a importância do esforço e da dedicação.</p><p>Quando cheguei à escola e fui submetida à primeira avaliação formal, percebi o quanto todo esse processo havia valido a pena. Já conseguia ler e escrever com segurança para a minha idade e fui muito bem avaliada. Essa experiência me trouxe confiança, orgulho e a certeza de que minha mãe havia me dado um presente valioso.</p><p>Hoje reconheço que o aprendizado foi além da alfabetização. Aprendi que a educação pode nascer do afeto, mas também da disciplina, e que ambos, juntos, constroem bases sólidas para a vida. Sou eternamente grata à minha mãe, pelo amor e pela rigidez que me formaram e me ensinaram a acreditar no meu próprio potencial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-24 15:48:30 UTC</pubDate>
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         <title>Entre a frustração e o crescimento </title>
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         <description><![CDATA[<p>Já na adolescência, por volta dos 14 anos, tive uma experiência diferente em uma avaliação de matemática. A prova era sobre equações do 2º grau, e eu não estava totalmente preparada (até porquê eu sempre odiei matemática). Apesar de ter estudado, fiquei nervosa e confusa na hora de resolver algumas questões. O resultado não foi bom, e recebi uma nota abaixo da média. O que mais me marcou não foi apenas a nota, mas a sensação de frustração e insegurança, já que eu tinha a impressão de que não era capaz de aprender aquele conteúdo. Na época, encarei como uma lembrança negativa, porque me senti desmotivada. Porém, olhando hoje, vejo que essa experiência também serviu de aprendizado, percebi a importância de pedir ajuda, revisar com calma e não deixar as dúvidas se acumularem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-24 20:26:49 UTC</pubDate>
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         <title> Minha apresentação na sala de aula 📝</title>
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         <description><![CDATA[<p>Eu tinha em média 14 anos, quando meu professor chegou na classe de aula e passou as avaliações dos alunos , e juntos as notas em alto bom som para todos da sala ouvir , lembrei-me que eu fui a primeira da sala a ser citada por ele, pois meu nome era o primeiro da lista de alunos, passei maior vergonha naquele momento, fiquei muito frustada, a partir daquele dia meus colegas de classe passaram a me zoar e isso me fez com quem ficasse chateada. E então fui correr atrás das minhas notas perdidas dos bimestres anteriores, tive que fazer algumas apresentações na sala de aula, eu muito vergonhosa e tímida. Lembro que no dia da apresentação fui a primeira da classe e fui das principais a fazer a apresentação, pois minhas notas estavam péssimas, comecei a falar sobre meu trabalho que era sobre matéria de geografia, comecei a chorar no meio da minha apresentação, pois ali naquele momento me vi muito frustada por não ter ido bem nas notas, meu professor na época pediu para mim parar com minha apresentação, pois viu que ali eu não estava indo bem, mas mesmo assim me deu uma segunda oportunidade para que eu pudesse estar preparada para outro dia de apresentação, na minha segunda oportunidade ainda sim não sai tão bem quanto ele esperava, mas mesmo assim ele me chamou para conversar e me disse que iria me dar uma boa nota , porque ele reconheceu todo meu esforço na apresentação. E então a partir daquele dia comecei a ter uma outra visão sobre tudo, mudei minha maneira de pensar e comecei a me dedicar mais nos meus estudos prestar mais atenção e comecei a ter boas notas . Sou super grata a este professor pelo reconhecimento e me fez acreditar no meu potencial de aprendizagem! </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-24 22:22:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na época dessa avaliação, eu tinha cerca de 11 anos, era um período marcante na minha vida escolar, pois tinha acabado de mudar de cidade, morava no litoral de São Paulo e estava vindo para a capital.</p><p>Nessa ocasião específica , estávamos sendo avaliados em uma apresentação em grupo na matéria de ciências, onde o nosso tema era espécies marinhas.</p><p>A minha lembrança desse momento é positiva, pois a professora fazia inúmeras perguntas e todos os estudantes do meu grupo, inclusive eu, sabíamos responder todas elas, já que um dia antes havíamos nos juntados e estudado em grupo. Considero essa experiência muito importante pois, me ajudou a lidar com a ansiedade e o sentimento ruim de expectativa.</p><p>Fui bem avaliada o que me trouxe a reflexão de que avaliação não é somente nota, mas também a experiência e o aprendizado que ficou.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-24 22:58:45 UTC</pubDate>
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         <title>Minha vivência com a timidez no ensino médio </title>
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         <description><![CDATA[<p>Não muito tempo atrás, na época em que eu tinha 16 anos e estava no 2⁰ano do ensino médio minhas professoras de português e biologia resolveram desenvolver um projeto mensal ( que durou até eu me formar) onde fariamos uma redação sobre uma notícia que deveria estar relacionada com nosso módulo da matéria de biologia. Isso tudo fariamos em casa e então no dia da entrega as duas turmas do 2⁰ ano da escola se juntavam para cada aluno fazer uma apresentação sobre sua redação.<br> Era avaliado tanto o domínio do aluno sobre o tema quanto sua habilidade de escrita e apresentação, eu sempre fui uma aluna mais tímida e esse tipo de apresentação me ajudou e me motivou a ir melhorando cada vez mais e alcançar uma nota maior, por isso ficou muito marcado em minha memória, fui um trabalho realizado até eu em formar que me ajudou a ser quem sou hoje.<br> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 01:48:09 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho Individual de História </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Não foi bem uma memória boa, eu estava nos anos finais, não lembro da idade no certo mas eu tinha um professor de História. </p><p>Em um certo período da matéria ele solicitou um trabalho individual sobre uma guerra, poderia ser qualquer uma. Fiz o trabalho, manuscrito, capa fofa com o nome do trabalho, bem colorido e sem rasuras. Na hora da apresentação dos trabalhos, quando ele estava olhando e corrigindo, pediu atenção de todos da sala e segurou o meu trabalho, informando para os estudantes que não era daquele modelo que ele queria que fosse a capa. Um momento bem constrangedor que ficou marcado. </p><p><br/></p><p>Em outros períodos da escola, eu tive diversos professores bons, principalmente a professora Vilma de matemática mas não lembro de nenhuma memória específica, apenas um sentimento bom quando me lembro do professor. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 02:10:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jorgewilson1/xlnd98akqjg1wwco/wish/3554149668</link>
         <description><![CDATA[<p>Na época eu tinha por volta de 10 ou 11 anos e foi proposto em sala de aula a elaboração de um conto com um tema específico visando a preparação para uma prova institucional que iria ocorrer em algumas semanas ocorreu que elaborei um ótimo texto porém no final eu coloquei fim fazendo assim que eu não conseguisse tirar a nota máxima mas a professora explicou o porque do 9,5 e eu fiquei muito chateada mas compreendi. </p><p><br/></p><p>Aline Araújo </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 16:52:46 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação avaliativa </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Era eu de 17 anos, terminando a escola, com a apresentação do TCC, sobre jogos e vídeo games, foi um momento de muito nervosismo, pois uma boa parte desse trabalho dependia a formação acadêmica.</p><p>O dia estava claro, as mãos estavam suadas, mas na hora de falar era certeiro, confiábamos una nos outros, olhando para a plateia, para os professores, para os amigos, esse com certeza foi uma experiência, nem má nem ruim.</p><p>Afinal da apresentação, com gotas na testa, a aprovação foi dita, nosso sorriso saiu imediatamente, nos olhando, para dizer que foi um sucesso, e a platéia com palmas para nós, assim foi uma das grandes apresentações que fiz.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 18:31:03 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação que foi tudo errado </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Eu estava no 9° ano do ensino fundamental, teve um dia a minha professora de  ciência nos pediu um trabalho para explicar e apresentar.</p><p>Quando chegou o dia da apresentação eu e os meus colegas apresentamos tudo certinho a única falha que nos falhamos era que não podíamos apresentar apenas com cartulina ou gráficos, mas sim tínhamos que usar aplicativos como Word.  Algo que ela não tinha explicado para nenhum dos alunos do meu grupo, o que eu vejo hoje em dia é que ela apenas poderia ter nos explicado melhor ou incentivando com as dificuldades na quelas idade que nos tínhamos.</p><p><br/></p><p>Rebeca Ester choquehuanca </p><p>RA 241001212</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 22:08:48 UTC</pubDate>
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         <title>Passeio ao catavento </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Quando eu tinha uns 10 anos fui com a escola no Museu Catavento. Lá entrei em um submarino de mentira que parecia estar no fundo do mar. Foi uma experiência muito legal e diferente, porque parecia de verdade e me deixou curiosa para aprender mais. Depois a professora pediu para a gente escrever sobre a visita e eu consegui explicar bem o que senti. Tenho uma lembrança positiva, porque aprendi de um jeito divertido, e fui bem avaliada nessa atividade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 22:16:06 UTC</pubDate>
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         <title>Feira de ciências que deu certo!</title>
         <author>sabrinnaperes</author>
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         <description><![CDATA[<p>Quando eu tinha uns 12 anos , no segundo ano do ensino fundamental, a professora de Ciências na época pediu para mim e meu grupo da época um trabalho com o desenvolvimento de uma feira de ciências com o tema "Animais marinhos" , para falar um pouco sobre eles , os animais como ela tinha nos ensinado. </p><p>Então começamos a projetar a feira com textos, cartolinas , desenhos , e ela sempre nos ajudando e corrigindo oque estava errado. E conseguimos desenvolver a feira muito bem, e ela gostou tanto do resultado, que expôs nosso trabalho no pátio da escola e foi muito legal essa experiência, eu absorvi bastante sobre a vida marinha num todo, de uma forma prática e diferente. Gostei bastante da experiência. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 22:54:22 UTC</pubDate>
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         <title>Professora Tereza </title>
         <author>jaianealmeida761</author>
         <link>https://padlet.com/jorgewilson1/xlnd98akqjg1wwco/wish/3554458447</link>
         <description><![CDATA[<p>Estava no terceiro ano do ensino médio, 18 anos, cheia de sonhos e muito animada para aprender com a nova professora Tereza, disciplina de Redação. A professora Tereza aparentava ser alguém doce e disposta a repassar o seu conhecimento.</p><p>Certo dia, a professora Tereza pediu para que todos os alunos realizassem uma produção textual como o tema que não me lembro, mas que não era tão difícil. De imediato fiquei muito nervosa, pois tinha muita dificuldade na elaboração de textos no geral, mas mesmo assim seguir forte na missão.</p><p>Lembro de ter me esforçado bastante, pesquisei e estudei muito a respeito do tema, para ter uma nota significativa na avaliação. </p><p>No fim, a professora Tereza me chamou na frente de todos os colegas para o feedback, e a primeira pergunta que ela me fez foi "você não tem vergonha de me entregar um texto horrível como esse?", fiquei envergonhada e não tive reação, comecei a chorar. </p><p>Avaliando a postura da professora, acredito que faltou profissionalismo, pois ela deveria me orientar, e não me envergonhar. </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 23:16:58 UTC</pubDate>
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