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      <title>Geologia by Ines cunha</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-11-23 21:09:46 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução do trabalho</title>
         <author>inescunh3003</author>
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         <description><![CDATA[<div>O planeta Terra tem cerca de 4600 m.a, o que, tendo em conta a existência do homem é considerado muito tempo. Ao longo dos seus anos o planeta sofreu várias alterações das quais, hoje, devido à evolução e à procura continua do ser humano é possível falar e perceber. O Homem nao é um ser que se acomode e, posto isto, nao estando satisfeito com tantas dúvidas iniciou se o estudo deste planeta e da sua constituição. Assim sendo obsevando o meio ambiente que nos rodeia muitas vezes estas dúvidas acabam por ser esclarecidas. Apenas com um dos nossos 5 sentidos, a visão, é nos permitido chegar à conclusão que existem diversos tipo de rochas tendo cada uma delas diferentes características e influenciando se todas entre si. <br> Nos próximos post prentendo refletir e analisar um pouco sobre isto mesmo, as rochas, o seu ciclo e a sua importância baseando-me na atividade prática n°2 realizada na aula de biologia...</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-26 11:35:53 UTC</pubDate>
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         <title>1-ciclo das rochas</title>
         <author>inescunh3003</author>
         <link>https://padlet.com/inescunh3003/xkv693ds6opv/wish/297331453</link>
         <description><![CDATA[<div> "Tudo tem um início e tudo tem um fim", o ciclo das rochas é um dos casos em que esta afirmação nao se comprova sendo um ciclo, ou seja, algo ilimitado. Recuando um bocado no trabalho relembro que apenas com a nossa visão e nos possível distinguir diversos tipos de rochas. Estes são: <br> ▪as rochas sedimentares- que se formam a partir de rochas pré-existentes; <br> ▪as rochas magmáticas- formadas a partir da consolidação do magma; <br> ▪as rochas metamórficas- resultantes da ação de altas pressões e temperaturas. Originando então o ciclo das rochas ou litológico. Assim como nos foi possível verificar e concluir com o vídeo que nos foi apresentado. <br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-26 11:37:16 UTC</pubDate>
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         <title>2- registos da atividade </title>
         <author>inescunh3003</author>
         <link>https://padlet.com/inescunh3003/xkv693ds6opv/wish/297332501</link>
         <description><![CDATA[<div><br> Diversas são as rochas existentes no nosso planeta, provenientes dos três grandes grupos de rochas, tendo a oportunidade de analisar e estudar estas chegamos à conclusão que todas elas têm diferente composição química, ou seja, diferente constituição. Debruçando-me então sobre duas das rochas analisadas, o calcário e o granito, comprovo isto mesmo, estas são rochas que têm na sua constituição o carbonato de cálcio provocando então a libertação de dióxido de carbono originando efervescência. Sendo estas as únicas rochas analisadas na atividade com esta característica.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-26 11:41:38 UTC</pubDate>
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         <title>3-história geológica do granito </title>
         <author>inescunh3003</author>
         <link>https://padlet.com/inescunh3003/xkv693ds6opv/wish/297334264</link>
         <description><![CDATA[<div><br> Pretendendo agora terminar o trabalho, exponho a história de uma das rochas predominantes na nossa região o granito. Esta rocha, é uma rocha magmática resultante da consolidação do magma em grandes profundidades, ou seja, uma rocha magmática plutónica. Por consequência, os minerais constituintes desta rocha têm um vasto período de tempo para se desenvolveram, apresentando se assim com uma textura granular onde os minerais são bem visíveis e identificáveis. Estes são: <br> ▪Quartzo <br> ▪Feldespato <br> ▪Micas </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-26 11:48:33 UTC</pubDate>
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         <title>Conclusão </title>
         <author>inescunh3003</author>
         <link>https://padlet.com/inescunh3003/xkv693ds6opv/wish/297335378</link>
         <description><![CDATA[<div><br> Em suma, este trabalho ajudou me a perceber que, por vezes, aquilo que nós achamos mais insignificante e irrelevante sobre o que nos rodeia tem valor e é das melhores fontes para o nosso conhecimento sobre o planeta Terra. <br> Finalizo então com uma frase retirada do manual: <br> "As rochas sao arquivos que relatam a história da Terra"<br><br><br><br>Fonte:<br> <br>▪google imagens <br>▪http://carlos.franquinho.info/2008/01/granito-formacao-constituicao-transformacao/<br>▪manual 10° ano <br>▪atividade prática</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-26 11:52:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Introdução </title>
         <author>inescunh3003</author>
         <link>https://padlet.com/inescunh3003/xkv693ds6opv/wish/299979608</link>
         <description><![CDATA[<div>O mundo nas últimas décadas tem sofrido diversas transformações. Vivemos num planeta que interage entre si e em que todos os comportamentos e atitudes realizados pelo ser humano fazem a diferença. <br> Neste trabalho vou falar sobre o sistema terra e os seus subsistemas, as influências do aquecimento global e como isto se relaciona fundamentando-me no manual e na atividade prática número 1.<br> Organizando então o meu trabalho em três parâmetro. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-02 20:15:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1°: SISTEMA TERRA E OS SEUS SUBSISTEMAS  </title>
         <author>inescunh3003</author>
         <link>https://padlet.com/inescunh3003/xkv693ds6opv/wish/299980026</link>
         <description><![CDATA[<div> Qualquer parte do universo constituída por massa e energia é denominada por sistema, logo o nosso planeta é um sistema que é constituído por diversos, mais precisamente 4, subsistemas. <br>   Assim como existem 4 tipos de subsistemas, os quais brevemente irei referir, existem 3 tipos de sistemas: <br> ▪ os sistemas fechados ( o caso onde ocorre intercâmbio de energia através dos seus limites mas não há permanência matéria); <br> ▪ sistemas abertos ( onde ocorre intercâmbio de energia e de matéria através das respetivas fronteiras);<br> ▪ os sistemas isolados ( aqueles que são só possíveis em laboratório e onde não é possível a permanência matéria). <br> Portanto o nosso planeta é um sistema fechado pois ocorre intercâmbio energético através dos seus limites, sendo então as trocas de matéria pouco significativas não se considerando, no entanto nem sempre foi assim, ao logo da formação do planeta terra ocorreram trocas de matéria por acreção e libertação de gases sendo então em tempos a terra considerada um sistema aberto. <br> Retomando então aos subsistemas, no nosso planeta existem quatro: <br> ▪ Atmosfera;<br> ▪ Biosfera;<br> ▪ Geosfera;<br> ▪ Hidrosfera. <br> Deste modo, um dos mais graves problemas que está a acontecer no nosso planeta devido à interação destes é o Aquecimento Global. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-02 20:17:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2°EVIDÊNCIAS E CAUSAS DO AQUECIMENTO GLOBAL</title>
         <author>inescunh3003</author>
         <link>https://padlet.com/inescunh3003/xkv693ds6opv/wish/299980378</link>
         <description><![CDATA[<div>O aquecimento global é o processo de aumento da temperatura média dos oceanos e da superfície terrestre, causado por nocivas emissões de gases. Diversas são as causas que levam a este fenómeno, causas antrópicas:<br> ▪ O aumento da emissão de gases de efeito de estufa;<br> ▪ A desflorestação;<br> ▪ O desenvolvimento urbano sem planiamento;<br> Causas naturais:<br> ▪ O aumento da atividade na superfície do sol, que provoca explosões; <br> ▪ Aumento da evaporação; <br> ▪ Concentração de gases no ar;<br> ▪ Queima de combustíveis fósseis;<br> Evidentemente, todas estas causas que levam ao aquecimento têm inúmeras consequências, complexas e diversificadas, podendo gerar danos irreversíveis à humanidade :<br> ▪ Desastres ambientais<br> ▪ O degelo de glaciares<br> ▪ A desertificação <br> ▪ O aumento do nivel medio das aguas do mar. <br> ▪ Impacto nos subsistemas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-02 20:18:49 UTC</pubDate>
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         <title>3°SOLUÇÕES PARA ESTE FENÓMENO </title>
         <author>inescunh3003</author>
         <link>https://padlet.com/inescunh3003/xkv693ds6opv/wish/299980718</link>
         <description><![CDATA[<div>Portanto, assim como tudo na vida, este processo que tanto afeta o nosso planeta e o meio onde vivemos tem resolução. Com pequenos gestos muitas das consequências provocadas podem ser diminuídas e quem sabe ao decorrer dos anos finalmente podem passar a ser inexistentes: <br> ▪ podemos então diminuir a queima de combustíveis fosseis;<br> ▪ diminuir a libertacao de gases;<br> ▪ passar utilizar biocombustíveis;<br> ▪ a recuperação do gás metano; <br> ▪ a redução da desflorestação;<br> ▪ e a reciclagem.<br>   Todos estes processos podem melhorar a nossa vida e permitir aos nosso vindouros umas melhores condições neste planeta. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-02 20:20:10 UTC</pubDate>
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         <title>CONCLUSÃO </title>
         <author>inescunh3003</author>
         <link>https://padlet.com/inescunh3003/xkv693ds6opv/wish/299981241</link>
         <description><![CDATA[<div>Em jeito de conclusão esta atividade reflete nas nossas atividades e nas influências provocadas por estas. Uma ação que aparentemente não fará diferença, com o passar dos anos afeta os nossos pósteros.<br><br>Informação:<br>-caderno do aluno <br>-manual<br>-atividade prática n°1 <br>-google imagens</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-02 20:22:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Introdução </title>
         <author>inescunh3003</author>
         <link>https://padlet.com/inescunh3003/xkv693ds6opv/wish/307334381</link>
         <description><![CDATA[<div>Sabemos que a crosta terrestre corresponde à camada superior da Terra, que é formada por rochas em seu estado sólido. Já as camadas inferiores – exceto o núcleo interior, que também é sólido – apresentam-se em uma textura líquida ou viscosa. A grande questão é que a crosta terrestre não se apresenta de maneira contínua ao longo de toda a extensão do planeta. Ela é fraturada em vários “pedaços”, conhecidos como placas. <br> Nesse sentido, as placas tectônicas estão a movimentar-se , mas nem sempre na mesma direção, o que provoca o afastamento entre elas, em alguns casos, ou a colisão, em outros, havendo ainda os movimentos laterais. <br> Assim, os movimentos convergentes de subducção envolvem o conflito entre duas placas, mas sem o afundamento de uma sob a outra, provocando a formação de limites conservativos. Um efeito conhecido dessa ocorrência foi a formação da falha geológica de San Andreas, na América do Norte. Já os movimentos convergentes de subducção são responsáveis pela formação de cadeias montanhosas, como a Cordilheira dos Andes, na porção oeste da América do Sul.<br> Os movimentos divergentes, como o próprio nome sugere, representam as áreas de afastamento entre duas placas tectônicas e a consequente formação de fraturas nessas localidades, onde também o magma solidifica-se e renova a composição dessa crosta.<br> Além das alterações nas formas de relevo continentais e oceânicas, a movimentação das placas tectônicas também acarreta outros fenômenos geológicos, como a ocorrência de terremotos e também a manifestação dos vulcões. Não por acaso, os principais registros dessas ocorrências manifestam-se nas áreas limítrofes entre uma placa e outra, cujo exemplo mais notório é o Círculo de Fogo do Pacífico, uma área que se estende do oeste da América do Sul ao leste da Ásia e algumas partes da Oceania. Nessa área, os terremotos – e, consequentemente, os tsunamis – são frequentes e intensos.<br> Ao todo, existem várias placas tectônicas, conforme podemos observar no mapa acima. Em algumas definições, o número delas é maior, pois subdividem-se conceitualmente mais vezes as suas estruturas em razão de suas manifestações internas. As principais placas tectônicas são: Placa do Pacífico, Placa Norte-Americana, Placa de Nazca, Placa do Caribe, Placa dos Cocos, Placa Sul-Americana, Placa Africana, Placa Antártida, Placa Euro-asiática, Placa da Arábia, Placa do Irã, Placa das Filipinas e Placa Indo-australiana.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 21:11:28 UTC</pubDate>
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         <title>Andes </title>
         <author>inescunh3003</author>
         <link>https://padlet.com/inescunh3003/xkv693ds6opv/wish/307334444</link>
         <description><![CDATA[<div>A Cordilheira dos Andes é uma formação geológica em forma de uma extensa região de cadeias montanhosas que se estendem ao longo da costa oeste da América do Sul. Caracteriza-se por ser a mais extensa cordilheira continental do mundo. Entretanto, suas altitudes não são maiores, por exemplo, que as da Cordilheira do Himalaias ( que irei referir mais tarde) , localizada na Ásia.<br> O ponto mais alto da região dos Andes encontra-se na Argentina, o Pico do Aconcágua, com 6962 m de altitude.<br> Esse acidente geográfico é resultante do encontro e atrito entre duas placas tectônicas: a Placa de Nazca e a Placa Sul-Americana. Ao haver o choque entre essas duas placas, a mais pesada (a de Nazca) sofre um processo de subsidência, ou seja, ela afunda em direção ao magma da Terra, enquanto a placa mais leve (a Sul-Americana) sofre com deformações, que dão origem às grandes cadeias de montanhas e aos vulcões. Isto é o tipo de limite convergente. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 21:12:18 UTC</pubDate>
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         <title>Himalaias </title>
         <author>inescunh3003</author>
         <link>https://padlet.com/inescunh3003/xkv693ds6opv/wish/307334517</link>
         <description><![CDATA[<div>Cordilheira do Himalaia é a mais alta cadeia de montanhas do mundo, abrange cinco países: Índia, China (que inclui o Tibete), Butão, Nepal e Paquistão. É famosa por conter a montanha mais alta da Terra, o Monte Everest .<br> O Himalaia está entre as formações mais jovens do planeta, foi provocado pela colisão de duas placas. A colisão iniciou-se a cerca de 70 milhões de anos, quando a placa Indo-australiana se moveu e colidiu com a placa da Eurásia. Neste movimento de colisão, as placas apresentam densidades semelhantes, originando os enrugamentos que origina uma cadeia montanhosa. Este é um limite convergente(colisão de duas placas continentais) <br> Atualmente, estas placas ainda se empurram, provocando a elevação dos Himalaias à velocidade de 1 a 2 cm por ano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 21:12:56 UTC</pubDate>
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         <title>Anel de fogo do Pacífico </title>
         <author>inescunh3003</author>
         <link>https://padlet.com/inescunh3003/xkv693ds6opv/wish/307334599</link>
         <description><![CDATA[<div>O Círculo de Fogo do Pacífico – também conhecido como Anel de Fogo do Pacífico– é uma zona de elevada instabilidade geológica, cuja forma possui um aspecto de curvatura em ferradura ao longo do maior oceano do mundo. Com mais de 40 mil quilômetros de extensão, ele situa-se a oeste das Américas e a leste da Ásia e da Oceania. <br> Círculo de Fogo do Pacífico é formado por uma série de fossas oceânicas encontradas no fundo do oceano, onde são registrados alguns dos pontos mais profundos da crosta terrestre, como a Fossa das Marianas. Sua formação está relacionada com o encontro de várias placas tectônicas, tornando essa região uma zona com forte presença de terremotos e tsunamis.<br> Na verdade, o Círculo de Fogo é responsável por cerca de 90% dos abalos sísmicos e de 50% dos vulcões existentes em todo o planeta.<br> O anel de fogo do Pacífico  existe porque a sua área é a que mais apresenta encontros entre placas tectônicas, o que explica a sua instabilidade.<br> Graças aos conhecimentos científicos desenvolvidos a partir dos estudos sobre essa questão, hoje é possível mapear e elencar as zonas de maior risco para a ocorrência de eventos naturais relacionados com as atividades do Anel de Fogo do Pacífico. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 21:13:37 UTC</pubDate>
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         <title>CORDILHEIRA DOS ANDES</title>
         <author>inescunh3003</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.google.pt/search?q=andes&amp;oq=andes+&amp;aqs=chrome..69i57j69i60j0l3.1515j0j7&amp;client=ms-android-samsung&amp;sourceid=chrome-mobile&amp;ie=UTF-8#imgrc=0zm6tSmHUKcRrM:</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-25 20:28:22 UTC</pubDate>
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         <title>HIMALAIAS </title>
         <author>inescunh3003</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.google.pt/search?client=ms-android-samsung&amp;ei=6G34W6bfOY-2a4nisagO&amp;q=himalaias&amp;gs_ssp=eJzj4tDP1TewTM8pN2AEABAeAsI&amp;oq=himalai&amp;gs_l=mobile-gws-wiz-serp.1.0.46i131j46j0l3.310696.311566..312485...2.0..0.212.1023.0j6j1......0....1.......5..35i39j46i39j46i67j0i131j0i67j0i10.rLb4I6-hzxA#imgrc=P3Zxc0ID5ffo8M:</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-25 20:32:22 UTC</pubDate>
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         <title>ANEL DE FOGO DO PACÍFICO </title>
         <author>inescunh3003</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.google.pt/search?client=ms-android-samsung&amp;ei=WGr4W9S3F7GalwTYnpa4Cw&amp;q=anel+de+fogo&amp;oq=anel+de+fogo&amp;gs_l=mobile-gws-wiz-serp.1.1.35i39j0i67j0j0i67j0.2668.6958..8297...6.0..3.664.3136.0j19j5-1......0....1.......5..0i71j0i22i30j46i39j0i131.AD4mAGjH9KE#imgrc=BsM0-xHRRSFnyM:</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-25 20:36:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Introdução </title>
         <author>inescunh3003</author>
         <link>https://padlet.com/inescunh3003/xkv693ds6opv/wish/312618134</link>
         <description><![CDATA[<div>O conhecimento da viscosidade de um magma é fundamental para conhecer a velocidade dos fluxos de lava, a explosividade das erupções vulcânicas e os riscos geológicos asociados a diferentes tipos de atividades vulcânicas. <br> Com esta atividade foi nos possível através do mel e da água avaliar como é que a viscosidade ou fluidez do magma é afetada constante a temperatura a que está sujeita. <br> Primeiramente é fundamental dizer que existem três tipo de atividades vulcânica:</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 11:38:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Várias atividades </title>
         <author>inescunh3003</author>
         <link>https://padlet.com/inescunh3003/xkv693ds6opv/wish/312653861</link>
         <description><![CDATA[<div>•Atividade explosiva- consiste em magmas ácidos( o que mais tarde também irei explicar e a sua respetiva importância ) viscosos, dá-se a projeção de consideradas massas de materiais sólidos e tem uma violenta libertação de gases. Nestes raramente se formam escoadas dando origem aquando a sua solidificação a agulhas e domos.<br> <br> •Atividade efusiva- está assente em magmas básicos e fluidos, origina escoadas longas de lava que na altura de solidificação dá origem a lavas encordoadas, escoreáceas e lavas em almofada.<br> <br> • Atividade mista- tem fazes de ambas as atividades anteriormente referidas. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 16:08:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Refleções </title>
         <author>inescunh3003</author>
         <link>https://padlet.com/inescunh3003/xkv693ds6opv/wish/312656485</link>
         <description><![CDATA[<div>Após esta breve apresentação posso então afirmar que estas erupções vulcânicas são identificadas pela sua viscosidade e pelo seu teor em sílica, como de certa forma já referi. Voltando à atividade, nesta ,no seu decorrer, e utilizando os diversos tubos de ensaio verificamos que a temperatura influência a velocidade de escorrência, utilizando a mesma quantidade de mel e água mas em várias temperaturas  ( quente , frio e por fim à temperatura ambiente ). Concluímos então que quanto maior é a temperatura a que o magma é sujeito (neste caso o mel) mais fácil é a libertação gases associando portanto à atividade efusiva sendo o tubo de ensaio 9 um exemplo a isto mesmo. Da mesma forma foi nos possível concluir em relação à atividade explosiva, quanto maior a sua viscosidade e menor a sua temperatura menor será a libertação de gazes, ou seja maior retenção, sendo o tubo de ensaio 3 um exemplo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 16:22:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>inescunh3003</author>
         <link>https://padlet.com/inescunh3003/xkv693ds6opv/wish/312684265</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta montagem representa os tubos de ensaio sujeitos ás diferentes temperaturas já referidas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 18:36:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>inescunh3003</author>
         <link>https://padlet.com/inescunh3003/xkv693ds6opv/wish/312685604</link>
         <description><![CDATA[<div>Em jeito de apresentar uma notícia alusiva a um evento de natureza vulcânica escolhi a seguinte devido à sua diversidade e intensidade:<br><a href="https://observador.pt/2018/10/03/vulcao-entra-em-erupcao-na-mesma-ilha-atingida-por-tsunami-na-indonesia/">https://observador.pt/2018/10/03/vulcao-entra-em-erupcao-na-mesma-ilha-atingida-por-tsunami-na-indonesia/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 18:42:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>conclusão</title>
         <author>inescunh3003</author>
         <link>https://padlet.com/inescunh3003/xkv693ds6opv/wish/312686769</link>
         <description><![CDATA[<div>Para concluir acho que é importante salientar que se não existisse este fenómeno natural muito do que é conhecido hoje sobre o nosso planeta ainda não tinha sido desvendado, deixando apenas , de seguida, um esquema ilustrativo da atividade vulcânica.<br><br><a href="https://www.google.pt/imgres?imgurl=https%3A%2F%2Fmundoeducacao.bol.uol.com.br%2Fupload%2Fconteudo%2Fpartes_vulcao.jpg&amp;imgrefurl=https%3A%2F%2Fmundoeducacao.bol.uol.com.br%2Fgeografia%2Fvulcoes.htm&amp;docid=_dOUDrhWJdH1WM&amp;tbnid=IXS0Tq6c09vpfM%3A&amp;vet=10ahUKEwizj9aYtZPfAhX0TxUIHdwOA3UQMwhAKAIwAg..i&amp;w=580&amp;h=483&amp;bih=626&amp;biw=1366&amp;q=esquema%20estrutura%20vulcanica&amp;ved=0ahUKEwizj9aYtZPfAhX0TxUIHdwOA3UQMwhAKAIwAg&amp;iact=mrc&amp;uact=8">https://www.google.pt/imgres?imgurl=https%3A%2F%2Fmundoeducacao.bol.uol.com.br%2Fupload%2Fconteudo%2Fpartes_vulcao.jpg&amp;imgrefurl=https%3A%2F%2Fmundoeducacao.bol.uol.com.br%2Fgeografia%2Fvulcoes.htm&amp;docid=_dOUDrhWJdH1WM&amp;tbnid=IXS0Tq6c09vpfM%3A&amp;vet=10ahUKEwizj9aYtZPfAhX0TxUIHdwOA3UQMwhAKAIwAg..i&amp;w=580&amp;h=483&amp;bih=626&amp;biw=1366&amp;q=esquema%20estrutura%20vulcanica&amp;ved=0ahUKEwizj9aYtZPfAhX0TxUIHdwOA3UQMwhAKAIwAg&amp;iact=mrc&amp;uact=8</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 18:47:51 UTC</pubDate>
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