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      <title>Evolução by </title>
      <link>https://padlet.com/lipeguedes1000/xkdo7jqfrmib</link>
      <description>Felipe Guedes Oiveira N 12
Marcos Eduardo N 25
Carlos N 8
Gabriel Ribeiro N 15</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-03 13:07:29 UTC</pubDate>
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         <title>Deriva continenta</title>
         <author>lipeguedes1000</author>
         <link>https://padlet.com/lipeguedes1000/xkdo7jqfrmib/wish/288594770</link>
         <description><![CDATA[<div> </div><div><strong>Deriva Continental</strong> é uma teoria que inicialmente postulou o movimento das massas continentais ao longo do tempo geológica da Terra, considerando que, anteriormente, os atuais continentes possuíam outras formas e até mesmo se situavam em outras localidades do planeta. Essas observações foram realizadas antes mesmo do conhecimento a respeito das <a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/placas-tectonicas.htm"><strong>placas tectônicas</strong></a>, o que serviu como uma posterior comprovação da movimentação não só dos continentes terrestres, mas de toda a crosta.<br><br></div><div>A teoria da deriva continental surgiu há muito tempo, pois desde que o mapeamento de alguns pontos da Terra foi realizado, desconfiava-se que os continentes estavam unidos anteriormente. Francis Bacon, em 1620, sugeriu, por exemplo, que a costa leste do continente sul-americano e a costa oeste da África encaixava-se perfeitamente, dando a ideia de que eles haviam se separado em um passado remoto. Uma observação semelhante a essa já havia sido feita por Abraham Ortelius, em 1596.<br><br></div><div>E o que era desconfiança tornou-se, século depois, uma teoria científica com argumentos e hipóteses previamente elaborados. Nascia, então, oficialmente, a teoria da Deriva Continental, quando o alemão Alfred Wegener a formulou no ano de 1912. No entanto, tratava-se apenas de uma polêmica teoria que ainda não havia encontrado uma comprovação completa, baseando-se apenas em evidências, como a existência de fósseis e grupos de vegetação semelhantes em áreas separadas por oceanos inteiros.<br><br></div><div><br></div><div>Wegener defendia que, no passado, havia apenas um único continente: <strong>Pangeia</strong> (termo que significa “toda a Terra”). Com a sua lenta fragmentação, formaram-se então dois grandes continentes: a <strong>Laurásia</strong> e a <strong>Gondwana</strong>. Em seguida, novas fragmentações aconteceram e, em alguns casos, uniões de massas continentais também, a exemplo da inserção da área correspondente ao território da Índia que se juntou à Ásia. <br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-03 13:11:26 UTC</pubDate>
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         <title>Pangeia</title>
         <author>lipeguedes1000</author>
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         <description><![CDATA[<div> A “<strong>Pangeia</strong>” (do grego <em>Pan </em>“todo”, e <em>Gea </em>ou <em>Geia</em>, “terra”) que significa “<strong>Toda a Terra</strong>”, foi uma colossal massa sólida que formava um único continente, o qual, por sua vez, era cercado por um único oceano, o <strong>Pantalassa</strong>.  </div><div>Como era uma única massa terrestre, a Pangeia possuía atmosfera bem definida: cercada por água em todas as direções, as temperaturas costeiras eram mais úmidas e suaves; contudo, a medida em que nos aproximávamos do interior do continente, o clima se tornava mais quente e seco, com a incidência de desertos no centro.</div><div>Contudo, na passagem do período Permiano para o período Triássico, tem início uma ruptura que divide a Pangeia em dois novos continentes, a saber, <strong>Laurásia </strong>(América do Norte, Europa, Ásia e o Ártico), na parte norte, e <strong>Gondwana </strong>(América do Sul, África, Austrália e Índia) na parte sul, criando entre eles uma imensa fissura e, com isso, um novo oceano, o Tethys. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-03 13:19:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lipeguedes1000</author>
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         <description><![CDATA[￼]]></description>
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         <pubDate>2018-10-03 13:20:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lipeguedes1000</author>
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         <description><![CDATA[￼]]></description>
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         <pubDate>2018-10-03 13:23:37 UTC</pubDate>
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         <title>Gondwana</title>
         <author>lipeguedes1000</author>
         <link>https://padlet.com/lipeguedes1000/xkdo7jqfrmib/wish/288603707</link>
         <description><![CDATA[<div> </div><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Pangea_animation_03.gif"></a>Animação da divisão da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pangeia">Pangeia</a> e de Gondwana.</div><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Snider-Pellegrini_Wegener_fossil_map.gif"></a>Distribuição geográfica dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%B3sseis">fósseis</a>gondwânicos (clique para ampliar e ver mais detalhes, em inglês).</div><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Gondwana.jpg"></a>Gondwana.</div><div><br>O supercontinente do sul <strong>Gondwana</strong> ou <strong>Gonduana</strong>,<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gondwana#cite_note-1"><sup>[1]</sup></a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gondwana#cite_note-2"><sup>[2]</sup></a> incluía a maior parte das zonas de terra firme que hoje constituem os continentes do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hemisf%C3%A9rio_sul">hemisfério sul</a>, incluindo a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%A1rtida">Antártida</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A9rica_do_Sul">América do Sul</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81frica">África</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Madag%C3%A1scar">Madagáscar</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Seicheles">Seicheles</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndia">Índia</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Austr%C3%A1lia">Austrália</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Nova_Guin%C3%A9">Nova Guiné</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Nova_Zel%C3%A2ndia">Nova Zelândia</a>, e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Nova_Caled%C3%B3nia">Nova Caledónia</a>.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gondwana#cite_note-3"><sup>[3]</sup></a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gondwana#cite_note-4"><sup>[4]<br></sup></a><br></div><div><br>Foi formado durante o período <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jur%C3%A1ssico">Jurássico</a> Superior há cerca de duzentos milhões de anos, pela separação do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pangeia">Pangeia</a>. Os outros continentes nessa altura a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A9rica_do_Norte">América do Norte</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Eur%C3%A1sia">Eurásia</a> ainda estavam ligados, formando o super continente de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Laur%C3%A1sia">Laurásia</a>.<br><br></div><div><br>O termo original para designar o supercontinente que haveria ao sul, <em>Gondwanaland</em> (também conhecido em língua portuguesa como Gonduanalândia<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gondwana#cite_note-5"><sup>[5]</sup></a>), foi cunhado pelo geólogo inglês <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Eduard_Suess">Eduard Suess</a> em 1861, em referência à região de Gondwana, na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndia">Índia</a>, onde a flora de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Glossopteris"><em>Glossopteris</em></a>, plantas fósseis <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Permiana">permianas</a>, foi encontrada pela primeira vez <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-03 13:24:24 UTC</pubDate>
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         <title>Lauràsia</title>
         <author>lipeguedes1000</author>
         <link>https://padlet.com/lipeguedes1000/xkdo7jqfrmib/wish/288605330</link>
         <description><![CDATA[<div> </div><div><br>O <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Supercontinente">supercontinente</a> do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Norte">norte</a> <strong>Laurásia</strong> incluía os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Continente">continentes</a> que hoje constituem <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hemisf%C3%A9rio_Norte">Hemisfério Norte</a>, incluindo a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A9rica_do_Norte">América do Norte</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Europa">Europa</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81sia">Ásia</a>do Norte.<br><br></div><div><br>A Laurásia surgiu logo após a divisão de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pangeia">Pangeia</a>, antes disso, todos os continentes que conhecemos hoje se encontravam em um só, após a modificação, foi dividido em dois, Laurásia e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gondwana">Gondwana</a>. A teoria de que os continentes não estiveram sempre nas suas posições atuais foi sugerido pela primeira vez em 1596 pelo holandês <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Abraham_Ortelius">Abraham Ortelius</a>, conhecido como pai do Atlas Moderno.<br><br></div><div><br>Ortelius também é responsável pelo <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Theatrum_Orbis_Terrarum">Theatrum Orbis Terrarum</a> (1570), considerado o primeiro Atlas da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_Moderna">Idade Moderna</a>, uma obra desenhada à mão, com 139 mapas coloridos.<br><br></div><div><br>Foi Ortelius quem sugeriu que as Américas "foram rasgadas e afastadas da Europa e África por terremotos e inundações" e acrescentou: "os vestígios da ruptura revelam-se, se alguém trouxer para a sua frente um mapa do mundo e observar com cuidado as costas dos três continentes." Essa ideia de Ortelius seria retomada no século 19. Laurásia e Gondwana Há 200 milhões de anos existia um único supercontinente: o Pangéia. Ele se fragmentou há 130 milhões de anos em Laurásia (América do Norte e Eurásia) e Gondwana (América do Sul, África, Índia, Austrália e Antártico) e, há 84 milhões de anos, houve a separação entre a América do Norte e Eurásia e entre a América do Sul, África, Oceania e Índia, que se tornou uma ilha no oceano Índico.<br><br></div><div><br>Segundo a teoria da deriva continental, o supercontinente Pangeia dividiu-se há cerca de 225 -200 milhões de anos, tendo-se posteriormente fragmentado até produzir os continentes atualmente existentes. Somente em 1912 é que a ideia do movimento dos continentes foi seriamente considerada como uma teoria científica designada por "Deriva dos Continentes" e publicada em dois artigos pelo meteorologista alemão Alfred Lothar Wegener. Ele argumentou que há cerca de 200 milhões de anos, nos primórdios da Era mesozoica, havia um supercontinente "mãe" - Pangeia - e um gigantesco oceano chamado Pantalassa.<br><br></div><div><br>O Pangéia começou a fraturar-se, primeiro se dividiu em dois grandes continentes, Laurásia e Gondwana. Entre os dois, formou-se um mar relativamente raso: o Mar de Tétis.<br><br></div><div><br>Laurásia e Gondwana continuaram então a fraturar-se ao longo dos tempos, dando origem aos atuais continentes. A Índia, por exemplo, soltou-se de Gondwana formando uma ilha. Na Era cenozóica as formas dos continentes começaram a se assemelhar às formas atuais. <br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-03 13:26:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Evolução</title>
         <author>lipeguedes1000</author>
         <link>https://padlet.com/lipeguedes1000/xkdo7jqfrmib/wish/298954253</link>
         <description><![CDATA[<div>A evolução humana corresponde ao processo de mudanças que originou os seres humanos e os diferenciou como uma espécie.</div><div>As características próprias da espécie humana foram construídas ao longo de milhares de anos, com a evolução dos primatas. Charles Darwin foi o primeiro a propor a relação de parentesco da espécie humana com os grandes macacos, os antropoides.</div><div>Atualmente, os cientistas acreditam que esses antropoides e a espécie humana tiveram um ancestral comum, cerca de 8 a 5 milhões de anos atrás. A evidência desse fato é a grande semelhança entre os humanos e os macacos antropoides, como o chimpanzé.</div><div>A evolução da espécie humana foi iniciada há pelo menos 6 milhões de anos. Nesse período, uma população de primatas do noroeste da África se dividiu em duas linhagens que passaram a evoluir independentemente.</div><div>O primeiro grupo permaneceu no ambiente da floresta tropical e originou os chimpanzés. O segundo grupo se adaptou a ambientes mais abertos, como as savanas africanas, dando origem ao <em>Homo sapiens</em>. Por isso, o continente africano é chamado de berço da humanidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 13:17:31 UTC</pubDate>
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         <title>Australopithecus</title>
         <author>lipeguedes1000</author>
         <link>https://padlet.com/lipeguedes1000/xkdo7jqfrmib/wish/298958784</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Os <strong>australopitecos</strong> (<em>Australopithecus</em>) (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Latim">Latim</a> <em>australis</em> "do sul", <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_grega">Grego</a> <em>pithekos</em> "macaco") constituem um <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%AAnero_(biologia)">género</a> de diversos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Homin%C3%ADdeo">hominídeos</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Extin%C3%A7%C3%A3o">extintos</a>, bastante próximos aos do género <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Homo"><em>Homo</em></a> e, dentre eles, o <em>A. afarensis</em> e o <em>A. africanus</em> são os mais famosos. O <em>A. africanus</em>, primeiro descrito por <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Raymond_Dart">Raymond Dart</a>, com base no "<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Crian%C3%A7a_de_Taung">crânio Infantil de Taung</a>", datado em 2,5 a 2,9 milhões de anos, foi considerado durante muito então o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ancestral">ancestral</a> direto do género <em>Homo</em> (em especial da espécie <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Homo_erectus"><em>Homo erectus</em></a>).<br><br></div><div><br>As descobertas recentes de outros <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%B3ssil">fósseis</a> de hominídeos, mais antigos que o <em>A. africanus</em> e que, contudo, parecem pertencer ao género <em>Homo</em>, colocaram em dúvida aquela teoria: ou o género <em>Homo</em> se separou do <em>Australopithecus</em> anteriormente do que se pensava (o ancestral comum mais antigo que se conhece pode ser o <em>A. afarensis</em> ou outro ainda mais antigo), ou então ambos se desenvolveram independentemente a partir dum outro ancestral comum, ainda desconhecido.<br><br></div><div><br>Os australopitecíneos parecem ter aparecido há cerca de 3,9 milhões de anos. Os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9rebro">cérebros</a> da maior parte das espécies de <em>Australopithecus</em> conhecidas eram sensivelmente 35 % menores que o do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Homo_sapiens">Homo sapiens</a> e os próprios animais tinham pequeno tamanho, geralmente não mais de 1,2 m de altura. Em diversas espécies é considerável o grau de dimorfismo sexual, machos sendo maiores que as fêmeas. Os seres humanos modernos não parecem exibir o mesmo grau de dimorfismo sexual que os Australopithecus tinham. Em populações modernas, os machos são, em média, apenas 15% maiores que as fêmeas, enquanto que nos Australopithecus, os machos poderiam ser até 50% maiores que as fêmeas. Além disso, modelos termorreguladores sugerem que as espécies de <em>Australopithecus</em> eram completamente cobertas de pelo, mais como <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Chimpanz%C3%A9">chimpanzés</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bonobo">bonobos</a>, ao contrário dos humanos moderno. O nome significa “macaco austral”.<br><br></div><div><br>O registro fóssil parece indicar que o género <em>Australopithecus</em> é o ancestral comum do grupo de hominídeos distintos reconhecidos nos géneros <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paranthropus"><em>Paranthropus</em></a> e <em>Homo</em>. Ambos géneros eram formados por seres mais avançados no seu comportamento e hábitos que os <em>Australopithecus</em>, sendo que estes eram praticamente tão <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Inteligente">inteligentes</a> quanto os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Chimpanz%C3%A9">chimpanzés</a>. Contudo, apenas os representantes do género <em>Homo</em> viriam a desenvolver a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagem">linguagem</a> e a aprender a controlar o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fogo">fogo</a>.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 13:25:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Homo habilis</title>
         <author>lipeguedes1000</author>
         <link>https://padlet.com/lipeguedes1000/xkdo7jqfrmib/wish/298962572</link>
         <description><![CDATA[<div> </div><div><br>Esta espécie é, das pertencentes ao género <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Homo"><em>Homo</em></a>, a que menos se parece com o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/H._sapiens"><em>H. sapiens</em></a>, com braços proporcionalmente muito mais longos, cavidade craniana menor e morfologia geral similar aos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Australopithecus"><em>Australopithecus</em></a>. O <em>H. habilis</em> recebe este nome pois acreditava-se ser o primeiro a utilizar ferramentas de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedra_lascada">pedra lascada</a>, o que lhe valeu o nome específico: <em>habilis</em>, o habilidoso. Entretanto, alguns fosseis de <em>Australopithecus garhi</em>, que datam de aproximadamente 2.6 milhões anos atrás, foram encontrados ao lado de ferramentas de pedra que seriam entre 100,000 a 200,000 anos mais antigas que os <em>H.</em> <em>habilis</em>. O <em>H. habilis normalmente</em> faziam suas ferramentas de ossos, madeira, e principalmente de pedra lascada.<br><br></div><div><br>Atualmente a maioria dos cientistas considera que o <em>H. habilis</em> é um dos ancestrais directos do homem moderno, mas esta opinião não é consensual. A própria classificação desta espécie, bem como do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Homo_rudolfensis"><em>H. rudolfensis</em></a> no género <em>Homo</em> tem sido muito discutida até os dias atuais.<br><br></div><div><br>Novas teorias afirmam que o Homo habilis coexistiu com outros primatas bipedes, como o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paranthropus_boisei"><em>Paranthropus boisei</em></a>, alguns dos quais prosperaram por muitos milênios. No entanto, H. habilis, possivelmente devido à sua inovação em ferramentas iniciais e a uma dieta menos especializada, tornou-se o precursor de toda uma linha de novas espécies, enquanto o <em>Paranthropus boisei</em> e seus parentes robustos desapareceram do registro fóssil. H. habilis também pode ter coexistido com H. erectus em África por um período de 500 mil anos.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Homo_habilis#cite_note-2"><sup>[2]</sup></a> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 13:32:06 UTC</pubDate>
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         <title>Homo erectus</title>
         <author>lipeguedes1000</author>
         <link>https://padlet.com/lipeguedes1000/xkdo7jqfrmib/wish/298964288</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><br>Homo erectus</em></strong> é uma espécie <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Extin%C3%A7%C3%A3o">extinta</a> de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Homin%C3%ADdeo">hominídeo</a> que viveu entre 1,8 milhões de anos<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Homo_erectus#cite_note-avph.com.br-1"><sup>[1]</sup></a> e 300 000 anos atrás<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Homo_erectus#cite_note-2"><sup>[2]</sup></a> (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pleistoceno">Pleistoceno</a> inferior e médio).<br><br></div><div><br>Eles mediam entre 1,30 e 1,70 m de altura,<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Homo_erectus#cite_note-avph.com.br-1"><sup>[1]</sup></a> com 70 quilos<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Homo_erectus#cite_note-avph.com.br-1"><sup>[1]</sup></a> e seu volume craniano era entre 750 e 1250 cm³, um aumento de cerca de 50% em relação ao seu ancestral <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Homo_habilis"><em>Homo habilis</em></a>. Seus esqueletos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%B3ssil">fósseis</a> datam de cerca de 1,5 milhão de anos atrás, e foram encontrados principalmente na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81frica">África</a>.<br><br></div><div><br>Habitantes de diversos ecossistemas diferentes, produziam e usavam ferramentas bem mais elaboradas (como machados de mão), que representam a primeira ocorrência no registro <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%B3ssil">fóssil</a> de um design consciente. Acredita-se que produziram ferramentas de madeira e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arma">armas</a>, que não foram preservadas. Foram provavelmente os primeiros a usar o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fogo">fogo</a>, e a iniciar uma <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Migra%C3%A7%C3%A3o">migração</a> do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81frica">continente africano</a>para diversas regiões. Sua alimentação era composta de vegetais, frutas, folhas, raízes e animais.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 13:34:59 UTC</pubDate>
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