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      <title>Botânica e arte - 2AI by Lais da Silveira Medeiros</title>
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      <description>Deposite aqui sua foto e descrição das espécies botânicas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-06-17 11:13:32 UTC</pubDate>
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         <title>Espécie:</title>
         <author>laismedeirosprof</author>
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         <description><![CDATA[<p>Filogenia da espécie:</p><p>Ecologia:</p><p>Aplicações econômicas</p><p>Curiosidades</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-17 11:20:50 UTC</pubDate>
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         <title>Espécie:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico da planta:</strong> popularmente conhecida como violeta africana, ou <em>Saintpaulia ionantha</em>. Seu gênero é o <em>Saintpaulia, </em>e pertence à família <em>Gesneriaceae</em>, e são da ordem das <em>Lamiales</em>.</p><p><br/></p><p><strong>Grupo e classificação:</strong> São do grupo das Angiospermas, mais especificamente as Eudicotiledôneas.</p><p><br/></p><p><strong>Estruturas:</strong> estas contribuem para a identificação de seu grupo, devido a presença de flores (característica exclusiva das Angiospermas), que possuem: Estames (sendo o filete e a antera de cor amarela, e localizados mais ao centro da flor), o Carpelo (sendo um roxo mais claro, e localizado entre Estame), as Pétalas (de uma cor violeta bem forte), a Sépala (de cor verde/roxa, e não sendo tão grande e visível), Receptáculo e Pedúnculo (ambos de cor roxa, e logo abaixo da Sépala e recobertos por tricomas) e por último, as Folhas (composta pelo limbo -flor propriamente dita, Pecíolo -se assemelha a um caule, e Bainha -parte mais inferior).</p><p><br/></p><p><strong>Resenha: </strong>Sendo comuns da região da África, as violetas africanas são comuns da região da Tanzânia e na Asia ocidental, e sendo descoberta por Barão Walter Von Saint Paul (e por isso o nome <em>Saintpaulia, </em>uma homenagem a ele). Devido a um cuidado não muito dificil, as violetas africanas são de uso exclusivamente ornamental, que seria nada mais nada menos plantas que servem como decoração, seja para o ambiente externo, seja para o ambiente interno do espaço físico. Já para as violetas verdadeiras, as funções podem ser as mais diversas, indo desde a produção de vinhos, para usos médicos como o tratamento de inflamações, ou como um laxante moderado (vale dizer que o uso ornamental desta também é bem presente e “válido”).&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidade:</strong> as violetas africanas são diferentes, e frequentemente confundidas com as violetas verdadeiras, sendo essas de família, gênero e espécie diferentes. As diferenças principais são: seu uso, sendo a violeta africana sendo usada unicamente como ornamental, enquanto a outra pode ser usada medicinalmente; outro fator seria a classificação, sendo as violetas verdadeiras da ordem <em>Violales</em>, da família <em>Violaceae</em>, e do gênero <em>Viola</em>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-17 11:34:15 UTC</pubDate>
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         <title>Espécie: samambaia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Estruturas presentes na imagem:</strong> A imagem mostra uma folha de uma samambaia (<em>Polypodium vulgare</em>) com soros (aglomerados de esporângios), os esporângios realizam meioses e produzem esporos (n). Estes esporos podem ser carregados e espalhados pelo vento.</p><p><strong>Grupo e classificação:</strong> Elas são pteridófitas, ou seja, não possuem flores, semente e frutos, mas, no entanto, são plantas vasculares, com xilema e floema. </p><p><strong>Papéis medicinais:</strong> A samambaia pode ser usada para tratar uma série de doenças, principalmente baseada nas propriedades medicinais adstringente, anti-inflamatório, vermífugo, antioxidante e, comumente usado, o dermatológico, são usados em cremes e loções para tratar problemas de pele como psoríase, dermatite e proteger contra os danos causados pela radiação ultravioleta.</p><p><strong>Papéis ecológicos: </strong>As samambaias realizam um papel de grande importância na natureza, além de ser uma ótima espécie ornamental, pois pode ser facilmente encontrada e cultivada. Habitam ambientes sombrios e úmidos. Além disso, é ótima para umidificar o ambiente e melhorar a qualidade do ar, devido ao seu processo de transpiração.</p><p><strong>Curiosidades: </strong>A samambaia é uma planta perene (ciclo de vida elevado), tendo espécies pode viver até 150 anos, geralmente tendo como seu habitat natural ambientes tropicais, subtropicais e temperados.</p><p><br></p><p>Mike Saullo Simieli Martins 2ºAI Nº24</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-17 11:44:17 UTC</pubDate>
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         <title>Espécie: Rosa</title>
         <author>400064234</author>
         <link>https://padlet.com/laismedeirosprof/xjx4gkoif4g17ull/wish/3030209780</link>
         <description><![CDATA[<p><em>Classificação</em>: A rosa é classificada como uma flor angiospérmica, da família rosaceae , da ordem rosales e pertencente ao gênero rosa.</p><p><br/></p><p><em>Resenha</em>: As rosas são muito mais do que simplesmente belas flores decorativas, já que apresentam folhas ovaladas, recortadas em forma de dentes ou planas. Na natureza, desempenham papéis essenciais, contribuindo significativamente para o ecossistema. São polinizadas por uma variedade de insetos, como abelhas e borboletas, promovendo assim a reprodução de outras plantas e aumentando a biodiversidade. Além disso, oferecem abrigo e proteção para diversos animais, graças às suas folhas densas e espinhos.</p><p><br/></p><p><em>Papéis ambientais e ornamentais</em>: &nbsp;</p><p>No contexto ambiental, as rosas ajudam na estabilização do solo com suas raízes profundas, prevenindo a erosão e mantendo a integridade dos ecossistemas onde crescem naturalmente. A queda de folhas e flores também contribui para o ciclo de nutrientes, enriquecendo o solo com matéria orgânica essencial para outras plantas.</p><p>Além de seus papéis ecológicos, as rosas têm usos antropogênicos variados e significativos. São amplamente cultivadas como plantas ornamentais em jardins, parques e áreas urbanas devido à sua beleza estética e diversidade de cores e formas. A indústria floral global depende significativamente da produção de rosas para flores cortadas, que são usadas em decoração de eventos, presentes e em arranjos florais.</p><p>&nbsp;</p><p><em>Curiosidades</em>: Como muitos já estão acostumados a ver rosas como símbolo de decoracação acabam esquecendo de que elas podem ser usadas na culinária, já que, algumas de suas variedades são utilizadas na produção de pétalas cristalizadas para decoração de pratos, geleias, chás e até mesmo como ingredientes em sobremesas e elas também empenham papel medicinal, pois partes das rosas são utilizadas em diversos tratamentos, desde problemas de pele até condições digestivas e emocionais.</p><p><br/></p><p>Vitor Oliveira Santos, Nº34</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-17 17:18:36 UTC</pubDate>
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         <title>Amoreira Preta - Morus Nigra</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laismedeirosprof/xjx4gkoif4g17ull/wish/3031369682</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome científico: <em>Morus nigra</em></p><p>Classe:<em> Eudicotiledôneas</em></p><p>Divisão:<em> Angiosperma</em></p><p>Espécie:<em> M. nigra</em></p><p>Família: <em>Moraceae</em></p><p>Gênero: <em>Morus</em></p><p>Ordem: <em>Rosales</em></p><p>Nomes populares: Amoreira, Amora, Amora-negra, Amora-preta, Amoreira-do-bicho-da-seda, Amoreira-preta</p><p>Polinização: Anemofilia (vento)</p><p><br/></p><p>Resenha: A Amoreira Preta, além de ter um fruto delicioso e ser ótima para fazer geleia, a amoreira é uma planta medicinal, que pode ser usada para prevenir , curar e auxiliar na recuperação de certas doenças. Nela existem classes de princípios ativos como xantonas, alcalóides, triterpenos entre outros.</p><p>As plantas do gênero Morus sofrem de muitos Hibridismos, que por sua vez são extremamente férteis, gerando assim diversas variações de pés de amora.&nbsp; Uma delas é a Amora Miúra que possui vitaminas e nutrientes que auxiliam na saúde feminina.&nbsp;</p><p>Elas estão presentes em diversos lugares, seja num jardim ou uma floresta como também estão presentes nas calçadas de cidades.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Curiosidade: As folhas das <em>Morus</em> são um dos alimentos favoritos dos bichos da ceda, tanto que também é apelidada de Amoreira-do-bicho-da-seda.<br></p><p><br/></p><p>Luiza Neta Francisca Adão 2°AI N°17</p><p><br/></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 17:08:56 UTC</pubDate>
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         <title>Manacá-da-serra</title>
         <author>400064227</author>
         <link>https://padlet.com/laismedeirosprof/xjx4gkoif4g17ull/wish/3031443020</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome científico:</strong> <em>Tibouchina mutabilis</em></p><p><br></p><p><strong>Especificações da planta e características:</strong></p><p><br></p><p>O manacá-da-serra é uma angiosperma da espécie <em>T.mutabilis,</em> ou seja, vasculares com flores e frutos, considerada uma árvore pioneira da Mata Atlântica brasileira, muito presente em locais como na Serra do Mar, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo, pode atingir de 12 a 30 metros de altura, suas flores nascem brancas e mudam de coloração ap[os nascerem, podendo apresentar cores lilás-claro, lilás escuro e a depender da luminosidade do local, como na imagem, aparecem rosas, possuí um pequeno fruto em forma de cápsula que se abre, liberando várias sementes.</p><p><br></p><p>classe: <em>Magnoliopsida</em></p><p>família: Melastomataceae<br></p><p><strong>Estruturas presentes na imagem:</strong></p><p>Na imagem é possível identificar o androceu e parte do gineceu da planta, isto é, a antera, filete, estigma e estilete, também é possível identificar o corola, isto é, as pétalas que podem apresentar as cores rosa e branca, sua antera e filete possuem forma que apresenta uma curvatura, se assemelhando a patas de aranha, seu estigma e estilete são bem visíveis, ao observar a única estrutura ao redor de vários estames com pólen, também é possível identificar que a flor possuí muito mais estames do que pétalas</p><p><br></p><p><strong>Resenha </strong></p><p>O manacá-da-serra é uma arvore tradicional que é frequentemente utilizada para realização de paisagismos e sua madeira pode ser utilizada para construção civil, entretanto de baixa qualidade pois a sua madeira não é indicada para cumprir essa função, sendo predominantemente cultivada como planta ornamental, possuí ocorrência natural nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, se tornando muito popular para paisagismo, como suas raízes não são muito agressivas, não tendo capacidade para destruir calçadas e muros, a planta é muito utilizada e recomendada no meio urbano, além do fato de que seu porte não oferece risco para redes elétricas.</p><p><br></p><p>Arthur Talarico Mansonetto- 2AI, Nº2</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 19:29:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Erva-cidreira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laismedeirosprof/xjx4gkoif4g17ull/wish/3031466326</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Nome científico:</em></strong><em> Melissa officinalis  </em></p><p><strong><em>Resenha:</em></strong> Também conhecida como erva-cidreira-verdadeira ou apenas por melissa, essa planta é nativa da Europa meridional, sendo da família da menta e do boldo.</p><p>A<em> M. officinalis</em><strong><em> </em></strong>é muito utilizada na medicina tradicional, como erva aromatizante e em aromaterapia, servindo também como calmante e oxidante. Além disso, ela melhora a qualidade do sono, alivia dores de cabeça e sintomas de TPM. </p><p><strong><em>Curiosidades:</em></strong></p><p>Essa flor pode ser consumida como chá, suco e também em sobremesas. Ela pode ser cultivada num ambiente natural como também em um jardim ou vaso dentro de casa</p><p><strong><em>Papel ecológico:</em></strong></p><p>O óleo essencial da erva-cidreira inibe o crescimento de algumas espécies de bactéria, como: a Listeria monocytogenes, L. innocua, Staphylococcus aureus, Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa e a Salmonella choleraesuis. Por outro lado, a erva-cidreira-verdadeira também serve como repelente natural, por conta de seu óleo essencial que repele ataques de pragas.</p><p><strong><em>Descrição:</em></strong></p><p>Reino: Plantae</p><p>Família:<em> </em>Lamiaceae</p><p>Gênero: Melissa</p><p>Espécie<em>: Melissa officinalis  </em></p><p>Divisão: Magnoliophyta(Angiospermas)</p><p>Ordem: Lamiales</p><p>Classe: Magnoliopsida(dicotiledôneas)</p><p>Nicholas Amorim Carvalho(N°26)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 20:22:49 UTC</pubDate>
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         <title>Goiabeira (Psidium guajava)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laismedeirosprof/xjx4gkoif4g17ull/wish/3031473302</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Filogenia:</strong></p><p>A goiabeira (Reino <em>Plantae</em>) é uma espécie de árvore (<em>Psidium guajava</em>) que produz flores e frutos, portanto, são angiospermas<sup>*1</sup>, pertencentes a classe <em>Magnoliopsida</em> (dicotiledôneas), ou seja, possuem dois cotilédones<sup>*2</sup> nas sementes. São da ordem <em>Myrtales<sup>*3</sup></em>, da família <em>Myrtaceae<sup>*4</sup></em> e do gênero <em>Psidium<sup>*5</sup></em>.</p><p><br/></p><p>Notas de rodapé:</p><p><br/></p><p><em><sup>*1</sup>Angiospermas</em>: São plantas complexas, que possuem raíz, caule, folhas, flores, frutas e sementes. Sendo a flor a estrutura reprodutiva delas, formadas pelas seguintes estruturas: Sépalas; pétalas; estames; e carpelos. O fruto é o resultado do desenvolvimento do ovário, formando uma estrutura que protege a semente e ajuda a propagar a espécie. A reprodução das angiospermas ocorre através de algum processo de polinização, por exemplo, um inseto que ao voar de flor em flor, carrega o pólen em seu corpo, deixando cair em outra flor, mais especificamente no estigma, e depois os óvulos são fertilizados, resultando na formação de sementes, que podem se desenvolver em uma nova planta.</p><p><br/></p><p><em><sup>*2</sup>Cotilédones:</em> São as primeiras estruturas que surgem durante a germinação de uma planta a partir da semente, fornecendo nutrientes essenciais para o crescimento dela.</p><p><br/></p><p><em><sup>*3</sup>Myrtales: </em>É uma ordem de plantas angiospérmicas, caracterizada por flores com diversos estames, folhas simples e aromáticas.</p><p><br/></p><p><sup>*4</sup>Myrtaceae: É uma família de plantas com flores, composta por árvores e arbustos, e folhas com glândulas de óleo.</p><p><br/></p><p><sup>*5</sup>Psidium: É um gênero conhecido por incluir espécies arbóreas e arbustivas que produzem frutos comestíveis.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Ecologia (Características gerais):</strong></p><p>As goiabeiras (Psidium guajava) são nativas das Américas, mas atualmente são cultivadas em muitas partes quentes e tropicais em todo o mundo. Elas podem crescer em altitudes que variam desde o nível do mar até cerca de 1700 metros. São encontradas principalmente em florestas úmidas, áreas rurais onde podem ser cultivadas ou até em áreas urbanas, com o mesmo propósito. Possuem a incrível característica de se adaptar a solos diversos, sejam os mais arenosos ou argilosos, o único requisito é que estejam sendo drenados. A principal característica e valor atribuído a goiabeira, é a sua capacidade de produzir goiabas, e assim, entrando no próximo assunto.</p><p><br/></p><p><strong>Aplicações e utilidades:</strong></p><p>A goiabeira possui diversas aplicações, sendo a mais conhecida, a produção de goiabas, que podem ser consumidas frescas, processadas em sucos, geleias e doces em geral. A produção de goiabas pode ser uma importante fonte de renda para diversos agricultores em regiões tropicais e subtropicais. A madeira da goiabeira, também pode ter utilidade em pequenas construções caseiras em áreas rurais, como cercas e móveis. As folhas da goiabeira também podem ser utilizadas na confecção de chás, por possuir propriedades antissépticas e anti-inflamatórias, além de ser utilizada para tratar problemas digestivos.</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidades:</strong></p><p>As goiabeiras possuem uma certa resistência natural a algumas pragas e infestações comuns em áreas agrícolas, já que suas folhas contêm compostos que podem ajudar a repelir insetos, e logo, diminuindo a necessidade da utilização de pesticidas, consequentemente, se tornando uma escolha mais sustentável para qualquer um que escolha cultivar a goiabeira. É importante ressaltar que isso não torna a espécie imune a pragas, somente resistente. Além disso, óleos essenciais que são derivados das folhas das goiabeiras são utilizados na indústria cosmética para produtos de cuidados com a pele e cabelo.</p><p><br/></p><p>Pedro Henrique Lang Garanito, N°29.</p><p><br/></p><p> 2°AI.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 20:39:00 UTC</pubDate>
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         <title>Calliandra surinamensis</title>
         <author>400064255</author>
         <link>https://padlet.com/laismedeirosprof/xjx4gkoif4g17ull/wish/3031547014</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Filogenia da espécie</em></strong></p><p><br></p><p><strong>Espécie</strong>: Calliandra surinamensis</p><p><br></p><p><strong>Grupo</strong>: Angiospermas</p><p><br></p><p><strong>Família</strong>: Fabaceae</p><p><br></p><p><br></p><p><strong><em>Ecologia</em></strong></p><p><br></p><p>A Calliandra surinamensis é uma espécie de planta que pertence ao grupo das angiospermas, especificamente da família Fabaceae. É nativa de regiões tropicais da América do Sul, incluindo Suriname, Brasil e outros países da região amazônica. Essa planta é conhecida por suas flores atrativas e folhas compostas, características típicas das plantas pertencentes à família Fabaceae.</p><p><br></p><p>A Calliandra surinamensis tem vários papéis ecológicos importantes em seu habitat natural. Suas flores são uma fonte valiosa de néctar para polinizadores como abelhas, borboletas e beija-flores, contribuindo assim para a polinização de outras plantas na área. Além disso, suas raízes ajudam a estabilizar o solo, prevenindo a erosão em áreas onde ocorre naturalmente.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong><em>Aplicações econômicas e curiosidades</em></strong></p><p><br></p><p><strong>Uso ornamental</strong>: A Calliandra surinamensis é frequentemente cultivada como planta ornamental por conta de sua beleza e suas flores e folhagem. Ela é utilizada em paisagismo urbano, jardins residenciais e em parques, especialmente em regiões tropicais onde seu crescimento é mais favorável.</p><p><br></p><p><strong>Forragem</strong>: Em algumas áreas, as folhas da Calliandra surinamensis são utilizadas como forragem para alimentação de gado, especialmente em sistemas agroflorestais, devido ao seu valor nutricional para os animais.</p><p><br></p><p><strong>Recuperação de Áreas Degradadas</strong>: Devido à sua capacidade de crescer rapidamente e fixar nitrogênio no solo, a Calliandra surinamensis também é utilizada em programas de recuperação de áreas degradadas, ajudando na restauração de ecossistemas perturbados.</p><p><br></p><p><strong>Conservação e Importância Cultural</strong>: Além de seus usos práticos, a conservação da Calliandra surinamensis é essencial para manter a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos nos trópicos. Sua beleza ornamental também a torna uma parte valiosa do patrimônio cultural em muitas comunidades, onde suas flores são apreciadas e valorizadas em festividades locais e práticas tradicionais.</p><p><br></p><p>Emily Oliveira Ramos, nº 06 - 2º AI</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 23:42:29 UTC</pubDate>
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         <title>Moreia branca - Dietes Iridioides</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong><em>Filogenia da espécie</em></strong> : Angiospermas - monocotiledôneas</p><p><strong>Especie  : </strong>Dietes iridioides</p><p><strong>Gênero   : </strong>Dietes</p><p><strong>Família    : </strong>Iridaceae</p><p><br/></p><p><strong><em>Sua ecologia :  </em></strong><em>A</em><strong><em> </em></strong>Dietes iridioides tem um papel importante nos ecossistemas onde é nativa, oferecendo abrigo e alimento para vários insetos polinizadores. Em áreas urbanas e jardins, a planta pode atrair abelhas e borboletas, devido também a suas atraentes cores , contribuindo para a a diversidade ecológica dos locais onde a mesma habita.</p><p><br/></p><p><strong><em>Aplicações econômicas :</em></strong><em> Entre</em><strong><em> </em></strong><em>suas importâncias econômicas, a mais comum é sua aplicação em paisagens, ou seja, a sua estética a torna um importante motor comercial no quesito jardinagem . </em>Ela é popular em jardins residenciais, parques públicos e áreas urbanas, contribuindo para a valorização de imóveis e espaços públicos. Ademais, a mesma se torna de extrema importância na reconstrução ambiental, visto que ela é utilizada em projetos de restauração e conservação ambiental, especialmente em áreas que requerem plantas resistentes e de baixa manutenção. Ela ajuda na estabilização do solo e na recuperação de áreas degradadas.</p><p><br/></p><p><strong><em>Curiosidades </em></strong>Suas flores são bonitas, mas duram apenas um dia. No entanto, a planta produz muitas flores ao longo do tempo, o que garante que haja sempre flores abertas . Ela cresce bem em diferentes condições, desde lugares ensolarados até áreas com um pouco de sombra, e pode aguentar períodos sem chuva, o que a torna perfeita para muitos tipos de ambiente. A planta se espalha facilmente, tanto pelas suas raízes quanto pelas sementes que se espalham ao redor dela. As flores da Dietes iridioides atraem abelhas e borboletas por causa do néctar que elas produzem. Além disso, é resistente a pragas e doenças, o que significa que é fácil de cuidar, logo a torna uma planta simples de obter em casa. Outra curiosidade é que diferente de outras plantas, essa se desenvolve em diversos lugares do país, desde lugares  com um clima frio (Sul) em sua grande maioria do ano, até lugares de calores extremos.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Mateus Gama Mariano </p><p>n°  20</p><p>2° AI</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-19 00:52:57 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Filogenia da Espécie:</p><p>Cordyline fruticosa, também conhecida como Dracena vermelha, é uma planta pertencente a família Asparagaceae, subfamília Lomandroideae. Esta planta pertence ao gênero Cordyline, que inclui cerca de 15 espécies, principalmente nativas da região do Pacífico Sul, incluindo Nova Zelândia, Austrália, Sudeste Asiático e Polinésia. A Cordyline fruticosa é uma angiosperma, como membro da família Asparagaceae, exibe essas características típicas das angiospermas, incluindo flores que eventualmente produzem frutos contendo sementes.</p><p>Ecologia:</p><p>Cordyline fruticosa é uma planta versátil encontrada em várias regiões tropicais e subtropicais ao redor do mundo. Ela se adapta bem a uma variedade de habitats, desde florestas tropicais úmidas até áreas costeiras e locais perturbados. A planta prefere solos bem drenados e pode crescer sob luz solar direta ou em sombra parcial. Devido à sua capacidade de resistir a diferentes condições ambientais, é comumente usada em paisagismo e como planta ornamental em jardins.</p><p>Aplicações Econômicas:</p><p>Cordyline fruticosa tem várias aplicações econômicas e culturais:</p><p>1. Ornamental: É amplamente cultivada como planta ornamental em jardins e paisagens devido às suas folhas coloridas e vistosas.</p><p>2. Culinária: As raízes e caules são comestíveis e, em algumas regiões, são consumidos após cozimento.</p><p>3. Cultural: Em várias culturas polinésias, as folhas são usadas em cerimônias religiosas e como material para fazer saias de dança, cordas e outros itens tradicionais.</p><p>Curiosidades:</p><p>Em muitas culturas do Pacífico, a Cordyline fruticosa é considerada uma planta de boa sorte e é frequentemente plantada em torno de casas e templos para afastar os espíritos malignos e as folhas da Cordyline fruticosa podem variar em cor do verde ao roxo, vermelho e rosa, dependendo da variedade e das condições de cultivo.</p><p><br/></p><p>Vitor Olmi 2ºAI</p><p>Nº35</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-19 16:32:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome Comum</strong>: Yucca gigantea, Yucca guatemalensis</p><p><strong>Características</strong>: É uma planta perene com folhas rígidas e pontiagudas, que podem atingir até 1 metro de comprimento. Possui um tronco lenhoso e grosso que pode ramificar-se e formar uma estrutura semelhante a uma árvore.</p><p><strong>Família</strong>: Asparagaceae</p><p><strong>Subfamília</strong>: Agavoideae</p><p><strong>Ordem</strong>: Asparagales</p><p><strong>Classe</strong>: Monocotyledonae</p><p><strong>Divisão</strong>: Angiospermas</p><p>Resenha: A <strong>Yucca elephantipes</strong> desempenha um papel ecológico vital em seu habitat nativo na América Central, contribuindo para a biodiversidade e estabilidade dos ecossistemas. Ela fornece abrigo e alimento para diversas espécies de fauna, atraindo polinizadores como abelhas e beija-flores. Suas raízes ajudam a prevenir a erosão do solo, estabilizando-o em regiões montanhosas e encostas. Em ambientes internos, a Yucca elephantipes é conhecida por suas propriedades de purificação do ar, removendo toxinas e melhorando a qualidade do ar.</p><p>Além de seu papel ecológico, a Yucca elephantipes é amplamente valorizada por seus usos ornamentais, medicinais e práticos. Ela é cultivada como planta ornamental em jardins e interiores devido à sua aparência exótica e baixa manutenção. Em algumas culturas, partes da planta são usadas em tratamentos tradicionais para inflamações e problemas digestivos. Suas folhas são usadas para formar cercas vivas e produzir fibras para cordas e esteiras. Esta planta multifacetada oferece benefícios tanto ecológicos quanto utilitários, tornando-se uma espécie significativa em diversos contextos.</p><p>Arthur Oliveira Borges, n°01</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-19 19:55:31 UTC</pubDate>
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         <title>Paineira</title>
         <author>guilhermevieirabarbosa7</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong><em>Espécie</em></strong>:Ceiba speciosa;</p><p><strong>Família</strong>:Malvaceae;</p><p><strong>Classe</strong>:Magnoliopsida;</p><p><strong><em>Divisão</em></strong>:Magnoliophyta;</p><p><strong><em>Classificação</em></strong>: angiosperma.</p><p><br/></p><p>  As  paineiras atualmente são da família botânica Malvaceae – antes eram classificadas como da família Bombacaceae. Essa é uma família grande com mais de 90 gêneros e 700 espécies, sendo que cerca de 400 dessas espécies ocorrem exclusivamente no Brasil. E, dentro desta família, encontramos o gênero do cacau, chichá, hibisco, malvavisco, monguba e muitas outras árvores e plantas conhecidas.</p><p>  As paineiras se adaptam a diferentes tipos de solos, como os mais pobres em nutrientes, o que explica a sua ampla distribuição.Isso ocorre pois são plantas com sistema radicular extensivo, sendo capazes de buscar água em solos mais profundos e tolerando períodos de secas, porém, adaptam-se a solos úmidos, como beiras de rios e pântanos.</p><p>  Seu ciclo de vida é perene. A espécie cresce rapidamente, atingindo até 6 m em apenas 3 anos, possuindo vida estimada em cerca de 50 anos; e seu desenvolvimento abrange a germinação a partir de sementes, formação de mudas, florescimento e produção de frutos.</p><p> Nativa da América do Sul, ocorre naturalmente em florestas tropicais e subtropicais do Brasil e da Argentina, mas é cultivada em vários parques de regiões tropicais. Com folhas alternadas e compostas por folíolos, a folhagem da paineira se destaca na paisagem tropical, porém durante o frio são perdidas para economizar energia, e quando suas folhas estão no solo, viram adubo e alimento.</p><p>  Na natureza, os acúleos, nome correto dos populares espinhos da Ceiba, têm papel fundamental: na fase jovem da planta são mais evidentes, possivelmente para proteger a espécie e afastar as ameaças. Diferente dos espinhos, essas estruturas não vascularizadas se destacam com mais facilidade da planta ao longo do tempo, tornando o tronco liso.</p><p>  <strong>Papel ecológico</strong>: Os frutos da paineira  se dão como cápsulas de aproximadamente 20 centímetros, que abrigam numerosas sementes envolvidas por fibras, essas, conhecidas também por paina. Na natureza, após o fruto atingir a maturidade, estão prontos para serem usados pelos passarinhos que, como o vento, são os responsáveis pela dispersão das sementes. De beija-flores a periquitos e maritacas, é grande o número de aves que recheiam seus ninhos com paina, uma maneira muito confortável de manter os ovos aquecidos e protegidos de umidade. Além disso suas  flores, que aparecem principalmente durante o período de floração, garantem alimento aos insetos, como a borboleta monarca, responsáveis pela polinização.</p><p> <strong>Usos antrópicos</strong>: a paina não tem comprimento fibroso suficiente para se produzir tecido, mas é muito útil para enchimentos de colchões, travesseiros, brinquedos e, até mesmo, coletes salva-vidas, já que não absorve água e flutua, no entanto, a paina produzida pelas samaúmas não são mais utilizadas para tais finalidades. </p><p>  Além das flores e das sementes, possui madeira leve e pouco resistente, que por vezes é utilizada na confecção de canoas, tigelas, caixotes, calçados e artesanato. E suas casca é utilizada também para o tratamento de doenças gastrintestinais, como úlcera e gastrite</p><p>  <strong>Curiosidades</strong>: A espécie Ceiba speciosa está presente em outros países além do Brasil, e possui muitos nomes comuns que variam conforme a região: barriguda, árvore-de-lã, árvore-de-paina, paineira-rosa, paineira-branca, paineira-fêmea, samaúma, paina-de-seda, entre outros. Inclusive são muito marcantes, tendo em vista que, na mitologia maia, são reverenciadas como árvo</p><p>res sagradas.</p><p><br/></p><p>Guilherme Vieira </p><p>N°10 - (2°AI)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-19 20:00:03 UTC</pubDate>
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         <title>Paineira foto 2 e 3.</title>
         <author>guilhermevieirabarbosa7</author>
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         <description><![CDATA[<p>Guilherme Vieira </p><p>N°10-(2°AI)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-19 20:32:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-06-19 20:49:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A <strong><em>Euphorbia milii, </em></strong>conhecida popularmente como coroa-de-cristo, é uma planta Angiosperm, planta com flores (visíveis na imagem em vermelho) e frutos, um arbusto espinhoso da família Euphorbiceae, do gênero Euphorbia, que contém também outras plantas, como a poinsétia <strong><em>(Euphorbia pulcherrima</em></strong>) e avelós (<strong><em>Euphorbia tirucali</em></strong>). </p><p><br/></p><p>A coroa-de-cristo é originária do Madagascar, porém muito difundida no Brasil como planta ornamental e como proteção em cercas vivas. Além disso, Em algumas culturas, a coroa-de-cristo tem significados simbólicos e religiosos, o que pode aumentar a demanda por ela em determinadas épocas do ano ou em certas celebrações religiosas, além de serem usadas na medicina tradicional. Por exemplo, algumas preparações são usadas para tratar infecções, inflamações e outras condições. No entanto, devido à toxicidade da planta, é necessário cuidado no seu uso medicinal. A E. milii é também tóxica, produzindo um látex tóxico quando sofre algum dano.</p><p><br>A coroa-de-cristo é uma planta extremamente importante na recuperação do meio ambiente, seja por conta do desmatamento, ou por conta de espécies invasoras. Um exemplo é altamente resistente à seca, o que a torna uma planta importante em regiões áridas e semiáridas. Sua presença pode ajudar a manter alguma cobertura vegetal em condições extremas, além de, em áreas degradadas, a coroa-de-cristo poder atuar como uma planta pioneira, ajudando a iniciar o processo de sucessão ecológica e facilitando a colonização de outras espécies de plantas. Ademais, em alguns casos, a coroa-de-cristo pode competir com espécies invasoras, ajudando a controlar sua disseminação em determinadas áreas.</p><p> </p><p>Guilherme Azevedo n°9 - 2°AI</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-19 21:10:02 UTC</pubDate>
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         <title>Hibiscus rosa-sinensis</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>CLASSIFICAÇÃO</strong>: O hisbisco é classificado como angiosperma, pertence a ordem das malvales, da família malvaceae e gênero hibiscus.</p><p>• <strong>Reino</strong>: Plantae</p><p>• <strong>Divisão</strong>: Angiospermas (eudicotiledônea</p><p>• <strong>Ordem</strong>: Malvales</p><p>• <strong>Família</strong>: Malvaceae</p><p>• <strong>Gênero</strong>: Hibiscus</p><p><br/></p><p><strong>RESENHA</strong>: O Hibiscus rosa-sinensis, conhecido como hibisco, é uma planta ornamental famosa por suas flores grandes e coloridas. Originária da Ásia tropical, agora é cultivada em todo o mundo. O hibisco é um arbusto perene que cresce de 2 a 5 metros de altura. Possui folhas verde-escuras e brilhantes. Suas flores, que podem medir até 15 centímetros de diâmetro, vêm em cores como vermelho, rosa, branco, amarelo e laranja. Essa planta prefere solos bem</p><p>drenados e férteis, além de muita luz solar. Necessita de regas regulares, especialmente</p><p>durante a floração.</p><p><br/></p><p><strong>ECOLOGIA</strong>: As flores vibrantes e chamativas do hibisco atraem abelhas, borboletas e beija-</p><p>flores, que são polinizadores eficazes devido ao néctar abundante, auxiliando na sua dispersão.</p><p>O hibisco proporciona abrigo e alimento para insetos e pequenos animais, com folhas e flores consumidas por lagartas e herbívoros.</p><p>Prefere solos bem drenados e ricos em matéria orgânica. Contribui para o ciclo de nutrientes com a decomposição de folhas e flores caídas, enriquecendo o solo.</p><p><br/></p><p><strong>ECONÔMICO</strong>: Suas flores são amplamente utilizadas na indústria alimentícia e de bebidas, tanto para consumo direto quanto como ingredientes em produtos processados. Além disso, seus extratos são valorizados na indústria cosmética por suas propriedades antioxidantes e hidratantes. Na medicina tradicional, o hibisco é reconhecido por suas propriedades medicinais, como efeitos anti-hipertensivos e anti-inflamatórios. Cultivado também como planta ornamental, contribui para o comércio de plantas de jardim.</p><p><br/></p><p><strong>CURIOSIDADE</strong>: Tem significados simbólicos em diferentes culturas ao redor do mundo. Por</p><p>exemplo, em algumas tradições, o hibisco é associado à beleza, amor e sorte, sendo utilizado em rituais e celebrações especiais.</p><p><br/></p><p>Mahara Ferreira Mendes N18 2AI</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-19 21:19:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Chama-da-floresta (Espatódea)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A Espatódea (Sphatodea campanulata) é uma planta de origem africana, que foi introduzida no Brasil como árvore ornamental e integra o paisagismo de muitas cidades de Santa Catarina. No entanto, uma substância nas flores tem ação inseticida pode ser tóxica para abelhas, principais polinizadoras da natureza, e pássaros. Também conhecida como tulipeira-do-gabão ou chama-da-floresta, pertence a família Bignoniaceae e é angiosperma pois, apresenta semente dentro de frutos.</p><p><br/></p><p><strong>Papel ecológico: </strong>Oferece abrigo e alimento para várias espécies de insetos, aves e outros animais, especialmente por suas flores que atraem polinizadores como abelhas e borboletas.  </p><p>Pode contribuir para a melhoria do solo, já que suas folhas e flores podem adicionar matéria orgânica ao chão quando se decompõem. Como outras árvores, ajuda a regular a temperatura e a umidade do ambiente, desempenhando um papel importante na manutenção do microclima local. </p><p>Suas raízes ajudam a prevenir a erosão do solo em áreas onde está presente. </p><p><br/></p><p><strong>Papel antrópico: </strong>É amplamente utilizada como árvore ornamental em jardins, parques e áreas urbanas devido à sua aparência atrativa e flores vistosas. Em algumas regiões, sua madeira é usada para fabricação de móveis e outros produtos de madeira, embora isso não seja tão comum quanto o uso ornamental. Pode ser plantada em projetos de reflorestamento e arborização urbana para melhorar a estética e a qualidade ambiental de áreas urbanas. </p><p>Sua presença é valorizada culturalmente em várias regiões, sendo utilizada em cerimônias e celebrações locais, além de ser uma parte importante da paisagem cultural. </p><p><br/></p><p>Kadu Aravena da Silva </p><p>№ 13</p><p>2° AI</p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-19 22:41:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Orchidaceae</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laismedeirosprof/xjx4gkoif4g17ull/wish/3032668729</link>
         <description><![CDATA[<p>As orquídeas são plantas pertencentes à família Orchidaceae, pertencente à <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_(biologia)">ordem</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Asparagales">Asparagales</a>, uma das maiores famílias de plantas com flores, com mais de 25 mil espécies conhecidas. Elas são classificadas como angiospermas, ou seja, plantas com flores e sementes protegidas por frutos.</p><p><br/></p><p>As orquídeas são conhecidas por sua beleza e diversidade de formas e cores, o que as torna populares como plantas ornamentais em todo o mundo.</p><p>Ecologicamente, as orquídeas desempenham papéis importantes nos ecossistemas onde vivem. </p><p><br/></p><p>Muitas espécies de orquídeas crescem sobre outras plantas, geralmente árvores, sem parasitá-las, utilizando-as apenas como suporte. Essas orquídeas contribuem para a diversidade ecológica das florestas tropicais, fornecendo habitats e alimento para uma variedade de organismos, como insetos, pássaros e até mesmo pequenos mamíferos.</p><p><br/></p><p>Entre seus poucos usos, o único amplamente difundido é a produção de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Baunilha">baunilha</a> a partir dos <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fruto">frutos</a> de algumas espécies do gênero <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vanilla"><em>Vanilla</em></a>, mas mesmo este limitado pela produção de um composto artificial similar de custo muito inferior.</p><p><br/></p><p>Além disso, as orquídeas têm sido utilizadas pelos seres humanos de várias maneiras ao longo da história. Algumas espécies têm propriedades medicinais e são utilizadas na medicina tradicional de diferentes culturas para tratar uma variedade de doenças. </p><p><br/></p><p>Outras são valorizadas por sua beleza e são amplamente cultivadas como plantas ornamentais em jardins e coleções botânicas. Infelizmente, a coleta excessiva e a destruição do habitat têm colocado muitas espécies de orquídeas em risco de extinção, destacando a importância da conservação dessas plantas e de seus habitats naturais.</p><p><br/></p><p>Giulia Gonçalves Alves Monteiro-nº08-2ºAI</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-19 23:51:58 UTC</pubDate>
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         <title>Opuntia microdasys</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Filogenia:</p><p><br/></p><p>O cacto Opuntia microdasys, mais conhecido como Orelha de Mickey ou Orelha de Coelho, é uma angiosperma pertencente à família Cactaceae e ao gênero Opuntia. Nativa e endêmica do centro e norte do México, é conhecido pelo seu formato de orelha de coelho e pelos seus pequenos e numerosos espinhos aglomerados densamente. Os espinhos são farpados e mais finos que fios de cabelo humano. Se não forem removidos, causarão irritação considerável na pele, por isso as plantas devem ser tratadas com cautela.</p><p><br/></p><p>Papel ecológico:</p><p><br/></p><p>Serve de alimento para diversos animais, entre eles alguns roedores, pássaros e insetos. Em regiões áridas e semiáridas, cactos como o Orelha-de-Mickey ajudam a prevenir a erosão do solo com seu sistema radicular. Além disso, eles estabilizam o solo e promovem a retenção de água.</p><p><br/></p><p>Aplicações econômicas:</p><p><br/></p><p>São muito utilizados como plantas ornamentais devido à sua aparência, sendo incorporados em ambientes residenciais e jardins de plantas que necessitam de pouca água. Além disso, o fruto desse cacto é vendido como alimento.</p><p><br/></p><p>Curiosidades:</p><p><br/></p><p>O cacto Orelha de Coelho é uma planta de menor porte, não ultrapassando 60 cm de altura, sendo ideal para o cultivo doméstico. Caso seja cuidado adequadamente, esse tipo de cacto pode gerar flores amarelas no verão. Após a floração, ele pode produzir frutos pequenos e ovais, que são geralmente comestíveis. O Opuntia microdasys tolera variações de temperatura, mas não é adequado para regiões com geadas severas, pois o frio extremo pode danificar a planta.</p><p><br/></p><p>Caio Santos Marchioni Delposte N°03 2°AI</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-20 01:43:37 UTC</pubDate>
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         <title>Bougainvillea </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong><em>CLASSIFICAÇÃO:</em></strong></p><p>   A Bougainvillea é classificada como uma angiosperma.</p><p><strong>Reino:</strong> Plantae</p><p><strong>Divisão: </strong>Magnoliophyta</p><p><strong>Classe: </strong>Magnoliopsida</p><p><strong>Ordem: </strong>Caryophyllales</p><p><strong>Família: </strong>Nyctaginaceae</p><p><strong>Gênero: </strong>Bougainvillea </p><p>   As Bougainvilleas, também conhecidas como Primaveras, são trepadeiras, e podem ser encontrada na natureza em cores variadas. Uma das características distintas desse gênero são as brácteas, que são folhas modificadas com cores vibrantes, o que atrai polinizadores. Essas estruturas são constantemente confundidas com pétalas, devido à sua aparência, mas as verdadeiras pétalas estão nas pequenas flores nos interiores das brácteas.</p><p><br></p><p>   Além de desempenhar um papel ornamental, em decorações e artesanatos, essa planta também tem grande papel ecológico e medicinal. </p><p>Por possuir uma grande diversidade de cores de brácteas, uma boa adaptação a diferentes climas e uma longa temporada de floração, elas são muito utilizadas no paisagismo.</p><p>   Elas desempenham também, papel fundamental ecologicamente, servindo de abrigo e alimento para insetos polinizadores. Em outras situações, elas também podem ajudar no controle de erosão. Em regiões onde a erosão do solo é um problema, podem ser plantadas Bougainvilleas, estabilizando o solo com suas raízes. Ademais, elas podem colaborar com o controle da temperatura do ambiente.</p><p>   Já no meio medicinal, estão sendo feitas pesquisas mais aprofundadas sobre sua utilização, mas preparada de forma correta, ela pode agir como anti-inflamatório, analgésico, para cicatrização ou até mesmo problemas gastrointestinais.</p><p><br></p><p>Melisa Miwako Yamaguishi </p><p>nº22</p><p>2°AI</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-20 04:16:37 UTC</pubDate>
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         <title>Palmeira Sagu</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Espécie: C. revoluta</p><p>Gênero: Cycas</p><p>Familia: Cycadaceae</p><p>Subordem: Cycadineae</p><p>Ordem: Cycadales</p><p>Classe: Cycadopsida</p><p>Filo: Cycadophyta</p><p>Classificação: Gimnosperma</p><p>Reino: Plantae</p><p><br/></p><p>Cycas revoluta, conhecida no Brasil como sagu-de-jardim, é uma espécie de cicadófita do género Cycas da família Cycadaceae, nativa de Fujian, na China, e de Kyushu e Ilhas Ryukyu, no Japão. Esta espécie tem importância ornamental, mas é tóxica se ingerida. É ainda usada na medicina. </p><p><br/></p><p>Na medicina popular, a Cycas revoluta encontra diversas aplicações, mas é importante lembrar que suas partes podem ser tóxicas se ingeridas. </p><p><br/></p><p> No Japão, a Cycas revoluta é considerada um símbolo de boa sorte e prosperidade, sendo frequentemente presenteada em ocasiões especiais.</p><p><br/></p><p>A palmeira sagu se divide em indivíduos masculinos e femininos, cada um com seus próprios órgãos reprodutivos.</p><p><br/></p><p>No topo das plantas masculinas surgem cones carregando os estróbilos que produzem o pólen. Já as fêmeas possuem cones robustos, onde se desenvolvem os óvulos que aguardam a fertilização.</p><p><br/></p><p>A Polinização pelo vento assume o papel principal na reprodução da palmeira sagu. Ao transportar o pólen dos cones masculinos para os femininos, ela dá início a reprodução.</p><p><br/></p><p>Os grãos de pólen pousam nos micrópilos dos óvulos, iniciando um processo de fertilização. Dentro do óvulo fertilizado, células se multiplicam e se diferenciam, dando origem ao embrião.</p><p><br/></p><p>Essa planta singular também desempenha um papel ecológico crucial nos ambientes em que vive, contribuindo para o equilíbrio e a saúde dos ecossistemas.</p><p><br/></p><p> As folhas da palmeira sagu fornecem abrigo e alimento para uma variedade de insetos, aracnídeos, pequenos animais e até mesmo aves. Essa rica biodiversidade contribui para o controle natural de pragas e a polinização de outras plantas. Além disso, as raízes da palmeira sagu se aprofundam no solo, atuando como esponjas naturais que absorvem e armazenam água. Essa capacidade ajuda a prevenir a erosão e a manter a umidade do solo, criando um ambiente propício para o desenvolvimento de outras plantas.</p><p><br/></p><p>Stella Faustino Ferreira</p><p>2°AI</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-20 11:18:06 UTC</pubDate>
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         <title>Girassol</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Filogenia da Espécie: </strong>Helianthus annuus, popularmente conhecido como girassol, é uma planta pertencente à família Asteraceae, maior família das Angiospermas, subfamília Asteroideae, classe Magnoliopsida e gênero Helianthus.</p><p><br/></p><p><strong>Ecologia:</strong> Os girassóis são muito importantes para a polinização, sendo uma ótima fonte de néctar e pólen. Podem ser também utilizados o óleo de girassol para produzir biodiesel, sendo esta uma alternativa ecológica para os combustíveis fosséis.</p><p><br/></p><p><strong>Aplicações econômicas:</strong> Pode ser utilizado como alimento para pássaro, pode ser utilizado como ração para gado, utilizado para fazer óleo de girassol, que é muito utilizado para produtos de cuidados pessoais para fabricação por exemplo de produtos para o cabelo, além de ser uma flor para ornamentação.</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidades:</strong> O girassol é uma planta heliotrópica, o que significa que ele gira o caule posicionando a flor na direção do Sol quando está na fase de amadurecimento, sendo conhecido como  "flor do Sol". É representado como a planta que representa a felicidade devido sua vibrante cor. O maior girassol do mundo chegou a medir 8,75 metros, e diferente do que pensam, não existem apenas girassóis amarelos. </p><p><br/></p><p>Giovanni Di Chiacchio 2<strong>º</strong>AI</p><p>N<strong>º</strong>07</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-20 18:29:57 UTC</pubDate>
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         <title>Ipê-rosa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Espécie:</strong> Handroanthus&nbsp;heptaphyllus</p><p><strong>Família:</strong> Bignoniaceae</p><p><strong>Classificação:</strong> angiospermas</p><p><strong>Resenha:</strong></p><p>O ipê rosa é uma árvore nativa do Brasil e pode ser encontrada em todo o país, principalmente nas regiões de clima tropical e subtropical. Quando ela floresce  fica totalmente desprovida de folhas.</p><p>Pode alcançar de 20 até 35 metros de altura, com tronco ereto e cilíndrico de 60 a 80 cm de diâmetro. Suas flores possuem tons de rosa e roxo, floresce de junho a agosto. É a espécie de ipê mais comum no paisagismo do sul do Brasil, quando em flor é uma árvore muito bela, um grande espetáculo da natureza.</p><p><strong>Papel ecológico:</strong></p><p>É uma arvore que ecologicamente  cresse muito rápido e ajuda a refloresta e na produção de oxigênio. </p><p><br/></p><p><strong>Usos antrópicos da espécie:</strong></p><p>A madeira do ipê rosa é uma madeira nobre, de grande valor comercial. É uma madeira muito resistente e dura, com alta densidade e durabilidade. É resistente a insetos e fungos, e não apodrece com facilidade ela é usada em varias áreas como:</p><p>Construção civil:&nbsp;A madeira do ipê rosa é utilizada na construção de estruturas, como vigas, pilares e dormentes. É também utilizada na fabricação de móveis, portas e janelas.</p><p>Utensílios domésticos:&nbsp;A madeira do ipê rosa é utilizada na fabricação de utensílios domésticos, como tábuas de corte, panelas e utensílios de cozinha.</p><p>Música:&nbsp;A madeira do ipê rosa é utilizada na fabricação de instrumentos musicais</p><p>E o Ipê-rosa é uma planta muito usado para arborização urbana por crescer rápido e ser bonita  </p><p><br/></p><p><br/></p><p>Jorge Lobo_ 2Ai _N:12</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-20 20:24:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Filogenia:</p><p>Nome comum: Calanchoê-fantasma</p><p>Nome científico: <em>Kalanchoe fedtschenkoi</em></p><p><em>Familía: Crassulaceae</em></p><p><em>Classificação: Angioesperma</em></p><p><br/></p><p><em>O calanchoê fantasma trata-se de uma planta suculenta da familía Crassulaceae, sendo também uma angiosperma dicotilêdonea de pequeno porte e flor perene.</em></p><p><br/></p><p><em>Ecologia:</em></p><p><em>O calanchoê fantasma chama atenção por causa de sua coloração rosada nas extremidades da folha, sendo esta a característica visual mais emblemática desta planta. Além disso possui, por se tratar de uma suculenta, o caule e folhas mais grossa do que outras plantas para o acumulo de água. É também uma planta de pequeno porte.</em></p><p><em>É fácil identificar que se trata de uma angioesperma por causa de suas flores que são grandes e apresentam uma coloração rosa forte, ornado com as extremidades das folhas.</em></p><p><br/></p><p><em>Usos Antrópicos</em></p><p><em>Seu uso consiste em ornamentação, principalmente por causa da coloração de suas folhas e flores e seu pequeno porte. Porém existe ainda outro fator determinante para seu amplo uso em ornamentação, compartilhar características do grupo das suculentas, ou seja, é adaptada para precisar de pouca água e trata-se uma planta de meia sombra, ou seja não precisa de uma iluminação solar direta, características ideais para ornamentação interna.</em></p><p><br/></p><p><em>Curiosidade</em></p><p>O calanchoê possui capacidade para reter água, isso graças a suas estruturas mais grossas do que o habitual. Isso é útil para a colonização de ambientes muito secos pelas suculentas. Esses habitats extremos permitem que essas plantas lidem com menos herbívoros, pois estes não conseguiriam habitar um ambiente tão seco. </p><p><br/></p><p>Lucas Gimenes Belasco Nº16 2ºAI</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-20 22:07:13 UTC</pubDate>
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         <title>Antúrio</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>1. Filogenia da Espécie</strong></p><p>Os antúrios pertencem ao gênero <strong>Anthurium</strong>, que faz parte da família <strong>Araceae</strong>. Esta família inclui diversas plantas tropicais e subtropicais conhecidas por suas inflorescências únicas. O gênero Anthurium é um dos maiores dentro da família Araceae, com mais de 1.000 espécies. Estudos filogenéticos baseados em análises de DNA mostram que os antúrios estão mais proximamente relacionados a outros gêneros dentro da subfamília Pothoideae. Esses estudos ajudam a entender as relações evolutivas e a diversificação do grupo ao longo do tempo.</p><p><strong>2. Ecologia</strong></p><p>Os antúrios são nativos das florestas tropicais da América Central e do Sul. Eles geralmente crescem como epífitas, vivendo sobre outras plantas, ou como terrestres em solo rico e bem drenado. Adaptados a ambientes úmidos e sombreados, os antúrios possuem folhas grandes e coriáceas que ajudam a captar a luz filtrada pela copa das árvores. A reprodução é facilitada por insetos polinizadores atraídos pelas suas inflorescências coloridas, e as sementes são dispersas principalmente por aves que consomem os frutos. Essa ecologia específica permite que os antúrios prosperem em habitats tropicais variados.</p><p><strong>3. Aplicações Econômicas</strong></p><p>Os antúrios têm grande valor econômico no setor de floricultura e paisagismo. Espécies como <strong>Anthurium andraeanum</strong> são cultivadas em larga escala para a produção de flores de corte e plantas ornamentais. Suas inflorescências duradouras e atraentes são populares em arranjos florais e decoração de interiores. Além disso, os antúrios são exportados globalmente, gerando receita significativa para países produtores, como a Holanda e a Costa Rica. A indústria hortícola também investe em melhoramento genético para desenvolver variedades com cores, formas e resistências aprimoradas.</p><p><strong>4. Curiosidades</strong></p><ul><li><p>O nome "Anthurium" vem do grego "anthos" (flor) e "oura" (cauda), referindo-se à forma da inflorescência.</p></li><li><p>Os antúrios são conhecidos por suas brácteas coloridas, que muitas vezes são confundidas com as flores. A verdadeira flor é a pequena estrutura em espádice.</p></li><li><p>Algumas espécies de antúrio têm folhas que mudam de forma conforme envelhecem, um fenômeno chamado heterofilia.</p></li><li><p>Além de sua beleza, os antúrios também têm propriedades de purificação do ar, removendo poluentes como formaldeído, amônia e xileno do ambiente.</p></li></ul><p><br/></p><p>Nome: Rafael de Almeida Corrêa Bento </p><p>Número: 31</p><p>Turma: Automação Industrial</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-20 23:30:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Rabo-de-Burro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/laismedeirosprof/xjx4gkoif4g17ull/wish/3033826897</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Rabo de Burro (Sedum morganianum)</strong></p><p><br/></p><p><strong>Descrição, Classificação e Usos</strong></p><p><br/></p><p>O <em>Sedum morganianum</em>, conhecido popularmente como rabo de burro, é uma planta suculenta amplamente apreciada por suas características ornamentais. Esta espécie é nativa do sul do México e Honduras e pertence à família Crassulaceae, dentro da ordem Saxifragales. Como uma angiosperma, o rabo de burro é uma planta que produz flores e frutos com sementes, distinguindo-se das briófitas, pteridófitas e gimnospermas.</p><p><br/></p><p><strong>Descrição</strong></p><p><br/></p><ul><li><p>O rabo de burro apresenta folhas pequenas, carnudas e de coloração verde-azulada, que crescem em longas hastes pendentes, assemelhando-se à cauda de um burro. Essas hastes podem alcançar até 60 cm de comprimento, embora seu crescimento seja relativamente lento. Durante a primavera ou o verão, a planta pode produzir pequenas flores rosadas ou vermelhas nas pontas das hastes, adicionando um toque extra de beleza.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Papel Ecológico</strong></p><p><br/></p><ul><li><p>No ambiente natural, <em>Sedum morganianum</em> desempenha um papel importante. Adaptada a ambientes áridos, a planta contribui para a retenção do solo e prevenção de erosão em habitats secos e rochosos. Suas flores atraem polinizadores como abelhas, ajudando na manutenção da biodiversidade local e no ciclo de polinização.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Usos Antrópicos</strong></p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Ornamental</strong>: O uso mais comum do rabo de burro é ornamental. Sua aparência única e suas hastes pendentes a tornam ideal para vasos suspensos e jardins de suculentas. É uma planta de baixa manutenção, amplamente utilizada para decoração de interiores devido à sua estética atraente e fácil cultivo.</p></li><li><p><strong>Paisagismo</strong>: Em paisagismo, a planta é valorizada especialmente em jardins rochosos e como cobertura de solo em áreas áridas, graças à sua resistência à seca e capacidade de prosperar em condições difíceis.</p></li></ul><p><strong>Conclusão</strong></p><ul><li><p>O <em>Sedum morganianum</em> é uma angiosperma suculenta que combina beleza estética com benefícios ecológicos significativos. Sua popularidade como planta ornamental deve-se à sua aparência distinta e facilidade de cuidado, enquanto seu papel ecológico na retenção de solo e atração de polinizadores ressalta sua importância nos ecossistemas nativos. Embora seus usos medicinais não sejam amplamente documentados, outras espécies do gênero Sedum têm histórico de uso em práticas tradicionais. No paisagismo, continua a ser uma escolha excelente para ambientes secos e rochosos, proporcionando não apenas funcionalidade, mas também uma adição visualmente agradável.</p></li></ul><p><br/></p><p>Nome: Pedro Queiroz </p><p>N°: 30       2AI</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-20 23:34:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nephrolepis pectinata</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Filogenia: A samambaia paulistinha pertence ao reino Plantae, à divisão Pteridophyta, à classe Polypodiopsida e à ordem Polypodiales. Ela faz parte da família Nephrolepidaceae e é classificada sob o gênero Nephrolepis.</p><p><br></p><p>Ecologia: A samambaia paulistinha é nativa de regiões tropicais e subtropicais das Américas, África, Ásia e Pacífico. Prefere ambientes úmidos, como florestas tropicais e subtropicais, crescendo frequentemente como planta de sombra no sub-bosque. Sendo ela nesses ambientes, com seu dossel de folhas frondosas, contribuinte para a moderação do microclima em ambientes onde cresce densamente. Ela pode ajudar a manter a umidade do ar e a temperatura do solo, criando um ambiente mais favorável para outras plantas e organismos. </p><p><br></p><p>Aplicações econômicas: A utilização mais comum da samambaia paulistinha é como planta ornamental em ambientes internos e externos. Devido à sua folhagem delicada e sua capacidade de se adaptar a uma ampla variedade de condições de luz e umidade, ela é muito comum em decorações básicas de residência. Além disso, em áreas onde é nativa, a samambaia paulistinha pode ser usada para controle de erosão devido ao seu sistema de raízes fibrosas e rizomas que ajudam a estabilizar o solo.</p><p><br></p><p>Curiosidade: Além de seu apelo estético, a Samambaia Paulistinha contribui para a qualidade do ar ao absorver toxinas comuns, como formaldeído e xileno, tornando-a uma escolha popular para purificação do ar em ambientes fechados.</p><p><br></p><p>Nome: Gustavo da Mata</p><p>Número: 11</p><p>Turma: 2AI</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-20 23:36:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Azaléa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Filogenia da espécie</strong></p><p><br/></p><p><strong>Nome científico:</strong> <em>Rhododendron simsii</em>.<br><strong>Família: </strong><em>Ericaceae</em>.</p><p><strong>Subgênero</strong>: <em>Pentanthera.</em><br><strong>Origem:</strong> Ásia (China e Japão).<br><br>Elas são plantas <strong>angiosperma</strong> e <strong>dicotiledôneas</strong>.</p><p><br/></p><p><strong>Ecologia</strong></p><p> Azaleias são comumente encontradas em regiões de clima temperado e subtropical, prosperando em solos ácidos e bem drenados. Seu habitat natural inclui florestas temperadas e regiões montanhosas. Enquanto algumas espécies se adaptam a ambientes mais frios e outras preferem climas mais quentes.</p><p><strong>Aplicações econômicas:</strong> As azaleias possuem diversas aplicações econômicas, especialmente na indústria de jardinagem e paisagismo. São frequentemente cultivadas como plantas ornamentais em jardins públicos e privados por conta da beleza de suas flores. Além disso, as azaleias são populares em eventos de flores, festivais e exposições.</p><p>No âmbito medicinal, algumas espécies de azaleias são estudadas por suas propriedades terapêuticas. Na medicina tradicional asiática as azaleias atuam como Anti-inflamatórias, Antioxidantes (flavonoides e polifenóis), Alívio de Distúrbios Respiratórios (bronquite e asma), Chás Medicinais e Infusões para Inalação</p><p>As azaleias também desempenham um papel importante na conservação ambiental. Elas podem ser usadas em projetos de restauração ecológica para preservar a biodiversidade e proteger o solo contra a erosão por conta de suas raízes robustas e folhagem densa, essas plantas contribuem significativamente para a sustentabilidade dos ecossistemas onde são introduzidas.</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidades</strong></p><ul><li><p>As azaleias são conhecidas por serem tóxicas para animais de estimação como gatos e cães, devido à presença de compostos tóxicos nos<strong> bulbos.</strong> Se eles forem ingeridos, os sintomas podem incluir vômitos, diarreia e salivação excessiva. Se uma grande quantidade for consumida, podem ocorrer convulsões, pressão arterial baixa, tremores e arritmias cardíacas.</p></li><li><p>As azaleias são um dos símbolos de cidade de São Paulo.</p></li><li><p>Na Ásia, as azaleias podem ter significados diferentes em decorrência de sua cor:</p></li></ul><p><strong>Azaleia Branca</strong>: pureza e inocência.</p><p><strong>Azaleia Vermelha</strong>: amor intenso.</p><p><strong>Azaleia Rosa</strong>: admiração e gratidão.</p><p><strong>Azaleia Amarela</strong>: amizade e alegria.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Manuella Aysha Santana, n°19</p><p>2°AI</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-20 23:45:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Davi Lohan, 2° AI</title>
         <author>400064219</author>
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         <description><![CDATA[<p>Tradescantia Spathacea</p><p><br/></p><p>Espécie:</p><p>O Abacaxi Roxo(Tradescantia Spathacea), também conhecido como Berço de Moisés, ou até mesmo como espada-de-iansã, é uma planta herbácea ornamental pertencente à família das Commelinaceae, caracterizada por suas folhas alongadas e amplas, que se reúnem em rosetas.</p><p>&nbsp;</p><p>Filogenia da Espécie:</p><p>Filogeneticamente, o Abacaxi Roxo está ligado á outras espécies de Commelinaceae, como a planta véu-de-noiva. Essas plantas compartilham características morfológicas semelhantes, como a forma das folhas e essa disposição em rosetas.</p><p>&nbsp;</p><p>Ecologia:</p><p>Esta planta é nativa das regiões tropicais e subtropicais do território americano, mais especificamente, na parte central e sul do continente, ou seja, territórios como México e América do Sul, sendo encontrada frequentemente em florestas úmidas e em áreas sombreadas. Ela apresenta grande adaptabilidade a climas quentes e úmidos, onde recebe luz filtrada.</p><p>&nbsp;</p><p>Aplicações Econômicas:</p><p>O Abacaxi Roxo é&nbsp; cultivado como planta ornamental devido à sua beleza exótica. É frequentemente utilizada em paisagismo urbano e decorativo, sendo encontrada facilmente nos biomas conhecidos como “casa das avós”, de onde as imagens foram registradas, sendo apreciada por suas folhas verdes brilhantes e flores coloridas, que variam,&nbsp; em tons que beiram o rosa.</p><p>Além disso, suas folhas são utilizadas na fabricação de artesanatos e na produção de substratos, ou seja, base para desenvolvimento para outras plantas epífitas, devido à sua capacidade de reter umidade e nutrientes.</p><p>&nbsp;</p><p>Curiosidades:</p><p>Nome Popular: O nome "Berço de Moisés" é uma referência à crença popular de que suas folhas em formato de cesto serviriam como um berço ideal para o bebê Moisés.</p><p>Uso medicinal: A partir da infusão de suas folhas, o berço de Moisés apresenta ação antioxidante e antiflamatoria, indicada no tratamento de sintomas de doenças como &nbsp;gripe, ou até contra desconfortos trazidos por uma dor de cabeça.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-21 00:23:12 UTC</pubDate>
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         <title>Romãzeira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>----------------------------------</p><p><br/></p><p><strong>                  Identificação</strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Nome científico</em></strong>: <em>Punica granatum</em></p><p><strong><em>Filo</em></strong>: Magnoliophyta / Angiosperma</p><p><strong><em>Classe</em></strong>: Magnoliopsida</p><p><strong><em>Ordem</em></strong>: Myrtales</p><p><strong><em>Família</em></strong>: Lythraceae</p><p><strong><em>Gênero</em></strong>: Punica</p><p><strong><em>Origem</em></strong>: Extremo Mediterrâneo Oriental e no Himalaia</p><p><br/></p><p>---------------------------------</p><p><br/></p><p><strong>                     Descrição</strong></p><p><br/></p><p>    A romãzeira é uma pequena árvore caducifólia, podendo alcançar de 2 até 5 metros de altura. Possui ramos de cor cinzenta acastanhada, os mais jovens de secção quadrangular. Os exemplares silvestres possuem espinhos nos ramos. </p><p><br/></p><p>    A sua floração ocorre entre maio e setembro e as flores, cor-de-laranja-escuro (por vezes brancas) ocorrem em grupos de uma a três. As flores são hermafroditas, ou seja, possuem ambos os sexos em funcionamento.</p><p><br/></p><p>    O fruto – romã – é de estrutura complexa, esférico, coriáceo, coroado por dentes de cálice. Interiormente é compartimentado por membranas que albergam numerosas sementes prismáticas rodeadas de uma polpa carnosa, comestível, de rosa intenso, transparente e sabor doce.</p><p><br/></p><p>---------------------------------</p><p><br/></p><p><strong>                     Utilizações</strong></p><p><br/></p><p>    Por se tratar de uma planta resistente, podendo sobreviver a diversos solos e sendo raramente afetada por doenças e parasitas, ela é utilizada na ação de reflorestamento de áreas arrasadas, ou até em arborização urbana.</p><p><br/></p><p>    Além disso, a romã tem propriedades medicinais, sendo ótimas no combate ao envelhecimento e doenças cardíacas, servindo, junto a isso, como diurético, vermífugo e antisséptico. Essas propriedades confere a indicação em casos de inflamações de garganta e gengiva (xarope e a fruta in natura), cólicas e diarreia intestinal (suco), e tênia (o chá da casca). É rica em sais minerais como fósforo, potássio, sódio, cálcio e ferro.</p><p><br/></p><p>---------------------------------</p><p><br/></p><p><strong>                   Curiosidade</strong></p><p><br/></p><p>    A romã esta bastante presente em conteúdos religiosos, tornando-se símbolo do amor e fecundidade. Na mitologia grega, a romãzeira foi consagrada a Afrodite, pois acreditavam-se em seus poderes afrodisíacos. </p><p><br/></p><p>    Para os judeus, é um símbolo religioso com profundo significado no ritual do ano novo, por ser um símbolo de prosperidade e justiça. Segundo o judaísmo cada romã possui 613 sementes que correspondem às 613 mitsvot, que são preceitos da Torá.. Existem também relatos sobre a sua presença nos jardins do Rei Salomão. </p><p><br/></p><p>    Também em Roma a romã era usada nas cerimónias e cultos, considerada símbolo de ordem, riqueza e fecundidade. Na Idade Média a romã era frequentemente considerada um fruto cortês e sanguíneo, figurando nos contos e fábulas de muitos países.</p><p><br/></p><p>---------------------------------</p><p><br/></p><p>Nathan Amorim da Silva [N°25] - 2ºAI</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-21 01:26:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Peumus boldus</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O Boldo-do-Chile, cujo nome científico é <strong>Peumus boldus</strong>, é uma planta que se insere no grupo das <strong>angiospermas</strong>. </p><p><br/></p><p><strong>Classificação do Boldo-do-Chile:</strong></p><ul><li><p><strong>Reino:</strong> <em>Plantae</em></p></li><li><p><strong>Divisão:</strong> <em>Magnoliophyta (angiospermas)</em></p></li><li><p><strong>Classe:</strong> <em>Magnoliopsida</em></p></li><li><p><strong>Ordem:</strong> <em>Laurales</em></p></li><li><p><strong>Família:</strong> <em>Monimiaceae</em></p></li><li><p><strong>Gênero:</strong> <em>Peumus</em></p></li><li><p><strong>Espécie:</strong> <em>Peumus boldus</em></p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Papel Ecológico:</strong> O Boldo-do-Chile é uma espécie nativa das regiões montanhosas do Chile, particularmente em áreas de clima mediterrâneo. No seu habitat natural, desempenha várias funções ecológicas importantes:</p><ol><li><p><strong>Biodiversidade:</strong> Como parte das florestas esclerófilas, o Boldo-do-Chile contribui para a manutenção da biodiversidade. Suas folhas, flores e frutos servem de alimento para uma variedade de insetos, aves e pequenos mamíferos.</p></li><li><p><strong>Solo e Água:</strong> Ajuda a estabilizar o solo com seu sistema radicular, prevenindo a erosão. Além disso, as folhas caídas formam uma camada de matéria orgânica que melhora a retenção de água e a fertilidade do solo.</p></li><li><p><strong>Interação com Polinizadores:</strong> Suas flores são visitadas por polinizadores, como abelhas e borboletas, o que é crucial para a reprodução de várias plantas na região.</p></li></ol><p><br/></p><p><strong>Usos Antrópicos:</strong></p><ol><li><p><strong>Medicinal:</strong> O uso mais conhecido do Boldo-do-Chile é no campo da medicina tradicional. Suas folhas contêm compostos bioativos, como boldina e alcaloides, que possuem propriedades hepatoprotetoras, digestivas e anti-inflamatórias. É amplamente utilizado para tratar problemas hepáticos, digestivos e como um leve sedativo.</p></li><li><p><strong>Culinário:</strong> Embora menos comum, as folhas do boldo são às vezes usadas como tempero em pequenas quantidades para adicionar sabor a alimentos e bebidas, especialmente em pratos tradicionais chilenos.</p></li><li><p><strong>Ornamental:</strong> O Boldo-do-Chile também é cultivado como planta ornamental devido ao seu aspecto perene e suas folhas aromáticas e brilhantes. É valorizado em jardins xerófitos (que requerem pouca água) e como planta de cobertura em paisagismo.</p><p><br/></p></li></ol><p><strong>Conclusão:</strong> O Boldo-do-Chile é uma planta versátil com um papel ecológico significativo nas florestas mediterrâneas do Chile. Seus usos antrópicos são diversos, abrangendo desde a medicina tradicional até a culinária e a jardinagem ornamental. Esta multifuncionalidade contribui para a sua importância tanto ecológica quanto cultural.</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidade:</strong> A árvore do Boldo-do-Chile pode atingir alturas entre 12 a 15 metros</p><p><br/></p><p><sup>Laura Herminio Pinto, Nº14, 2ºAI</sup></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-21 01:31:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Bougainvillea spectabilis</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A Bougainvillea spectabilis, comumente conhecida como primavera ou buganvília, é uma planta pertencente à família Nyctaginaceae. Originária da América do Sul, especialmente do Brasil, esta espécie é amplamente reconhecida por suas flores vibrantes e coloridas, que, na verdade, são brácteas — folhas modificadas que envolvem as pequenas flores verdadeiras. Trata-se de uma trepadeira lenhosa e perene, capaz de alcançar até 12 metros de altura. Suas brácteas, que podem ser de várias cores como rosa, roxo, vermelho, laranja e branco, são a característica mais marcante da planta. As folhas são simples, ovais e de cor verde intensa, e a planta possui espinhos recurvados, o que a torna excelente para uso em cercas vivas.A classificação da Bougainvillea spectabilis no sistema taxonômico é detalhada: pertence ao Reino Plantae, à Divisão Magnoliophyta, à Classe Magnoliopsida, à Ordem Caryophyllales, à Família Nyctaginaceae, ao Gênero Bougainvillea, sendo a Espécie Bougainvillea spectabilis. Esta classificação insere a planta em grupos amplos de plantas com flores, destacando sua posição entre as eudicotiledôneas, plantas que possuem dois cotilédones em sua fase embrionária.O papel ecológico da Bougainvillea spectabilis é significativo. Suas flores atraem polinizadores como abelhas, borboletas e pássaros, contribuindo para a biodiversidade local. Este processo de polinização é crucial para a reprodução de muitas plantas, ajudando a manter a saúde dos ecossistemas. Além disso, suas densas folhagens e espinhos proporcionam abrigo para várias espécies de pequenos animais, protegendo-os de predadores e oferecendo um habitat seguro.Além de seu valor ecológico, a Bougainvillea spectabilis é amplamente utilizada em atividades humanas, especialmente na jardinagem e paisagismo devido à sua beleza e capacidade de crescimento vigoroso. Ela é ideal para a criação de cercas vivas, muros floridos e pérgolas, conferindo um aspecto estético marcante a jardins e espaços urbanos. Além do uso ornamental, algumas culturas utilizam partes da planta na medicina tradicional para tratar diversas condições, como problemas respiratórios e digestivos. Estudos têm investigado as propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias de suas folhas e flores, sugerindo potenciais usos farmacológicos.Em resumo, a Bougainvillea spectabilis destaca-se tanto por seu papel ecológico quanto por seus múltiplos usos antrópicos. Suas características morfológicas e classificatórias a posicionam como uma planta de grande valor e funcionalidade em diversos contextos, reforçando sua importância na manutenção da biodiversidade e na contribuição estética e medicinal para as atividades humanas.  Thiago, n°33 2°Ai</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-21 02:43:43 UTC</pubDate>
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