<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Educação Comunicação e Tecnologia - Projetos de Aprendizagem by Natalia Kranz</title>
      <link>https://padlet.com/nataliadossantoskranz/xjk4mcy970vs</link>
      <description>Dayse, Gabrielle, Natalia e Sandra</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-12-09 17:07:05 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-02-12 11:59:55 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet-assets.s3.amazonaws.com/icons/Shakinghands.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>PROJETO DE APRENDIZAGEM - FORTALECENDO LAÇOS ENTRE EDUCAÇÃO, COMUNICAÇÃO E TECNOLOGIA EM SALA DE AULA</title>
         <author>nataliadossantoskranz</author>
         <link>https://padlet.com/nataliadossantoskranz/xjk4mcy970vs/wish/214728068</link>
         <description><![CDATA[<div>Natalia Kranz, Sandra Vaiteka, Dayse Lacerda e Gabrielle Borba da Silva</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/231879643/d5c3ddad0f88d9e417f250faa5aa3aa9/historia_da_internet.jpg" />
         <pubDate>2017-12-09 17:19:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/nataliadossantoskranz/xjk4mcy970vs/wish/214728068</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DÚVIDAS TEMPORÁRIAS</title>
         <author>nataliadossantoskranz</author>
         <link>https://padlet.com/nataliadossantoskranz/xjk4mcy970vs/wish/214729292</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Por que os alunos estão dispersos? </li><li>Como engajá-los nas atividades propostas?</li><li>As atividades propostas estão adequadas a sociedade do conhecimento?</li><li>Como os alunos se conectam as informações as quais possuem acesso?</li><li>De quem são os problemas: do aluno, do professor ou da proposta?</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/231879643/413281e48426addc0bbb92c07b6ae69a/0053.jpg" />
         <pubDate>2017-12-09 17:34:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/nataliadossantoskranz/xjk4mcy970vs/wish/214729292</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CERTEZAS PROVISÓRIAS</title>
         <author>nataliadossantoskranz</author>
         <link>https://padlet.com/nataliadossantoskranz/xjk4mcy970vs/wish/214730487</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Os alunos não prestam atenção nas aulas expositivas (são dispersos).</li><li>Os alunos fazem conexões superficiais com as informações as quais possuem Acesso (não se aprofundam nos conhecimentos).</li><li>Os professores não dominam novas metodologias que envolvem tecnologia.</li><li>Os professores apresentam resistência ao uso de tecnologias na educação.</li></ul><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-12-09 17:48:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/nataliadossantoskranz/xjk4mcy970vs/wish/214730487</guid>
      </item>
      <item>
         <title>QUAL O CAMINHO A SER PERCORRIDO PARA RESPONDER AS PERGUNTAS?</title>
         <author>nataliadossantoskranz</author>
         <link>https://padlet.com/nataliadossantoskranz/xjk4mcy970vs/wish/214730655</link>
         <description><![CDATA[<div>A proposta desse projeto consiste em desenvolver uma uma pesquisa com os alunos sobre o uso das tecnologias na atualidade que servirão como fonte de referência para o planejamento de novas práticas pedagógicas a serem desenvolvidas no ano letivo de 2018.<br>A intenção é ouvir alunos de faixas etárias diferentes, por isso definimos como amostragem uma turma de 4º ano do Colégio Catarinense, uma turma de 8º ano do Colégio São Luís e os representantes de turma da 2ª série do Ensino Médio do Colégio Loyola. Os dados serão coletados por meio de grupos de discussão, com roteiro pré-estabelecido.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-12-09 17:50:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/nataliadossantoskranz/xjk4mcy970vs/wish/214730655</guid>
      </item>
      <item>
         <title>QUAL TECNOLOGIA DIGITAL/ESPAÇO ONLINE SERÁ USADA PARA SISTEMATIZAR O PROJETO?</title>
         <author>nataliadossantoskranz</author>
         <link>https://padlet.com/nataliadossantoskranz/xjk4mcy970vs/wish/214731477</link>
         <description><![CDATA[<div>PADLET</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-12-09 18:00:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/nataliadossantoskranz/xjk4mcy970vs/wish/214731477</guid>
      </item>
      <item>
         <title>BIBLIOGRAFIA A SER UTILIZADA</title>
         <author>nataliadossantoskranz</author>
         <link>https://padlet.com/nataliadossantoskranz/xjk4mcy970vs/wish/214731601</link>
         <description><![CDATA[<div>DI FELICE, M.. Redes Sociais Digitais, epistemologias reticulares e a crise do antropomorfismo social. Revista USP, v. 22, p. 06-19, 2012a.</div><div>&nbsp;</div><div>SCHLEMMER, E. O Trabalho do Professor e as Novas Tecnologias. Textual, Porto Alegre, v. 1, n. 8, p. 33-42, 2006.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>BACKES, Luciana; SCHLEMMER, Eliane. Práticas pedagógicas na perspectiva do hibridismo tecnológico digital. Revista Diálogo Educacional (PUCPR. Impresso), v. 13, p. 243-266, 2013.<br><br>SANDHOLTZ, Judith H.; RINGSTAFF, Cathy; DWYER, David. Ensinando com Tecnologia: Criando Salas de Aula Centradas nos Alunos. Artes Médicas. Porto Alegre. 1997.<br><br>PEC - Projeto Educativo Comum. Rio de Janeiro: Edições Loyola, 2016.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-12-09 18:01:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/nataliadossantoskranz/xjk4mcy970vs/wish/214731601</guid>
      </item>
      <item>
         <title>GRUPOS DE DISCUSSÕES COM OS ALUNOS</title>
         <author>nataliadossantoskranz</author>
         <link>https://padlet.com/nataliadossantoskranz/xjk4mcy970vs/wish/214732081</link>
         <description><![CDATA[<div>Metodologia Utilizada:<br><br></div><div>No <strong>Colégio Loyola</strong> a metodologia da entrevista com os alunos foi aplicada através do aplicativo de troca de mensagens instantâneas Whatsapp, tendo em vista que o público abordado se trata da 2ª Série do Ensino Médio, ou seja alunos com um nível maior de maturidade para assumir o compromisso de dar retorno a uma pesquisa através de um aplicativo que lhes é comum no dia-dia. A intencionalidade é de que a pesquisa fosse leve e que não tomasse muito tempo dos alunos.</div><div><strong>Roteiro utilizado no Colégio Loyola:<br></strong>1) Faz uso de jogos eletrônicos e quais? <br>2) Faz uso de aplicativos mobile e quais? <br>3) Quais os atrativos desses games e apps? <br>4) Gatilhos de dispersão durante as aulas e outras atividades escolares. <br>5) O que engaja nas atividades propostas? <br>6) Qual a percepção sobre o domínio dos educadores em relação a tecnologias digitais?<br><br><strong>Obs:</strong> Durante a conversa, essas perguntas foram sendo desdobradas, dado margem ao detalhamento do assunto tratado.<br><br>Com o <strong>Colégio Catarinense</strong> a metodologia utilizada foi diferenciada em razão do público com que se fez a pesquisa, a abordagem das perguntas precisou ser mais clara e direta, por se tratar de alunos do 4º ano do Ensino Fundamental. A pesquisa contou com um número aproximado de 50 alunos.<br><br><strong>Roteiro utilizado no Colégio Catarinense:</strong><br>1) Como as novas tecnologias e mídias sociais está presente em seu cotidiano?<br>2) Como vocês percebem a inserção dessas tecnologias e mídias sociais no cotidiano escolar?<br>3) Quais as sugestões que vocês dariam para os professores para que as novas tecnologias e mídias sociais estejam mais presentes no cotidiano escolar?<br><br>No <strong>Colégio São Luís</strong>, foi desenvolvida a pesquisa com os alunos de 8º ano. A turma continha 32 alunos. Utilizamos o levantamento com o grupo através de perguntas e interações, aproximando-se do que seria a metodologia de grupo focal.<br><br><strong>Roteiro utilizado no Colégio São Luís:</strong><br>1) Quantos alunos jogam vídeo game e quais são seus jogos preferidos?<br>2) Quais são os aplicativos utilizados em seus smartfones?<br>3) Quantos de vocês utilizam aplicativos com fins educacionais, não apenas para jogos?<br>4) O que faz vocês perderem a concentração em uma aula?<br>5) Como os professores poderiam utilizar a tecnologia para tornar as aulas mais ativas e interessantes?<br><strong>Obs:</strong> Durante a conversa com os alunos utilizou-se um exemplo de atividade já desenvolvida como exemplo para os possíveis desdobramentos e sugestões.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-12-09 18:06:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/nataliadossantoskranz/xjk4mcy970vs/wish/214732081</guid>
      </item>
      <item>
         <title>RETORNO OBTIDO COM OS GRUPOS DE DISCUSSÕES</title>
         <author>nataliadossantoskranz</author>
         <link>https://padlet.com/nataliadossantoskranz/xjk4mcy970vs/wish/214732353</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>2ª Série do Ensino Médio do Colégio Loyola</strong><br><br>O levantamento de informações sobre práticas que engajem alunos e professores no uso de tecnologias digitais, realizado com estudantes representantes da 2ª Série do EM do Loyola, aponta que a praticidade e a facilidade de acesso (gratuidade) e de uso, além da interatividade, são os atributos que mais os atraem nos aplicativos e games.</div><div> </div><div>Nem todos os estudantes abordados são adeptos dos jogos eletrônicos, mas o uso de aplicativos é unânime entre eles. Dentre os mais usados estão os de mensagens instantâneas, como o Whatsapp; os de compartilhamento de imagens como Pinterest; os de redes sociais como Instagran, Snapchat, Facebook e Twitter; os de entretenimento como Spotfy, Youtube e Netflix, além dos aplicativos de serviços de transporte particular e de notícias.</div><div> </div><div>Na visão desse grupo de alunos, um dos motivos de dispersão durante as aulas é a falta de dinamismo e a abordagem de assuntos que não parecem relevantes ou não são de seu interesse. De maneira geral, eles afirmam que aulas que não são envolventes, sobre assuntos não consideradas interessantes, são vistas como monótonas e os levam à dispersão. </div><div> </div><div>Os estudantes também destacaram perceber a falta de familiaridade de alguns professores com as tecnologias digitais. A maioria domina o “básico” como o Moodle e o Power Point, mas outra parte ainda é muito dependente do setor de Tecnologia da Informação.</div><div> <br><strong>Proposição: </strong></div><div>As características que o grupo de estudantes destacou para ajudá-los a se engajar mais nas atividades são a inovação e a criatividade, seja na proposição de temas “que pareçam mais relevantes, principalmente com relação ao dia a dia, e que possamos colocar em prática”, seja na proposição de atividades mais dinâmicas, interativas e participativas. <br><br><strong>4º Ano do Ensino Fundamental Colégio Catarinense:</strong><br><br>De modo geral os estudantes afirmaram ter gostado de participar da discussão, pois desejam que o uso das novas tecnologias seja uma constante na rotina escolar. <br><br>A maioria dos alunos, que possuem cerca de 10 anos, já possui celular, utilizam o aparelho especialmente para se comunicar com os pais e os amigos, principalmente por aplicativo de bate-papo. Além do celular, eles também fazem uso do tablet e computador para acessar jogos, redes sociais, fazer pesquisa, assistir vídeos no YouTube, filmes e séries no Netflix. Entre os destaques em jogos o principal apontado pelo grupo é o Minecraft. As Redes Sociais mais utilizadas por sua vez são o WhatsApp, Snapchat, Instagram e Musical.ly.<br><br>Os alunos expressam que gostariam de ter as novas tecnologias mais presentes no cotidiano escolar. Eles reclamam de não poderem utilizar o celular no espaço escolar, visto que os alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio podem. Em ocasiões os professores trazem os tablets para a sala de aula, para os alunos fazerem pesquisas e eles consideram isso como positivo, gostariam de ter mais oportunidades do tipo, o problema é que logo acaba a bateria e por vezes, o wifi não conecta, então a atividade fica prejudicada. Alguns professores utilizam Power Point em suas aulas, passam vídeos e usam o livro digital para fazer as correções coletivas.<br><br><strong>Proposição: <br></strong>Os alunos sugerem que os professores utilizem mais vídeos e apresentações (PPTS) para contextualizar o conteúdo. Outra ideia é que os professores possam gravar vídeos explicando o conteúdo e postar no Moodle, como fazem os "youtubers". Eles também gostariam de ter mais jogos e brincadeiras que envolvessem os conteúdos. Outra sugestão é utilizar novos programas e formas diferentes para apresentar trabalhos. <br><br><br><strong>8º Ano do Colégio São Luís:<br><br></strong>No Colégio São Luís tomou-se  como amostra uma turma de alunos do 8º ano com 32 alunos. Assim, houve uma proposta de discussão a respeito do uso e papel da tecnologia entre eles.<strong> </strong>Apenas 6 alunos da sala tomada como amostra não jogam nenhum tipo de vídeo game. Há um grupo significativo de alunos do Ensino Fundamental II que pratica o jogo de vídeo game em rede, especialmente, segundo os alunos, jogos envolvendo armas mas com fundo estratégico. Há um grande envolvimento dos alunos nessa atividade. A utilização de aplicativos é unânime entre eles, já que todos têm smartfones, o que se apresenta como um facilitador na utilização desses instrumentos. O aplicativo mais utilizado entre esse grupo de estudantes é o denominado Sandbox.</div><div>A respeito das aulas, os estudantes disseram que acreditam que ficariam mais atentos se pudessem participar das aulas mais ativamente e que as tecnologias proporcionariam tal participação. Gostariam também de fazer sugestões para os produtos finais propostos pelos professores.<br>Com o intuito de provocar um desdobramento da reflexão, levantou-se um exemplo de trabalho realizado por eles na disciplina de Ensino Religioso. Neste trabalho, os alunos deveriam produzir um vídeo em Stop Motion, apresentando um mito bíblico. Os alunos então fizeram sugestões de possibilidades tecnológicas para o aprimoramento da realização do mesmo projeto. A discussão entre eles foi bastante profícua e a sugestão  apontada como mais interessante e possível, foi a utilização do game Mine Craft. A utilização de ferramentas em metaverso esbarrariam na faixa etária dos alunos, já que são proibidos para menores de 18 anos e os alunos em questão estão com 13 e 14 anos.<br><br><strong>Proposição:</strong><br>Os estudantes indicam as metodologias ativas como um ponto importante para o maior envolvimento nas aulas. Gostariam também de ter suas opiniões e conhecimentos considerados nos produtos finais dos projetos que são desenvolvidos. Acreditam que podem auxiliar na escolha de aplicativos e programas para aprimorar o desenvolvimento dos conceitos pretendidos. Compreendemos também, que o envolvimento e a escuta dos alunos tem um papel fundamental nas questões formativas que as escolas da Rede Jesuíta de Educação avaliam como fundamental.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-12-09 18:09:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/nataliadossantoskranz/xjk4mcy970vs/wish/214732353</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>nataliadossantoskranz</author>
         <link>https://padlet.com/nataliadossantoskranz/xjk4mcy970vs/wish/216716876</link>
         <description><![CDATA[Como planejar práticas e procedimentos que promovam o engajamento de alunos e professores na utilização de novas tecnologias educacionais?
]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-12-16 22:02:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/nataliadossantoskranz/xjk4mcy970vs/wish/216716876</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>nataliadossantoskranz</author>
         <link>https://padlet.com/nataliadossantoskranz/xjk4mcy970vs/wish/216719402</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos dias de hoje deixamos de ser usuários não usuários ou usuários eventuais da tecnologia para usuários assíduos e dependentes da tecnologia. Ela marca presença em todas as nossas relações pessoais e profissionais e em todos os momentos do nosso dia, por meio da internet e seus diversos aplicativos. A forma como passamos a aceitar a tecnologia, os meios de comunicação em nosso cotidiano expressa uma nova forma de construir a relação com o mundo.</div><div>Na escola não tem como ser diferente a presença da tecnologia, e impossível querer estar contra ela nesse ambiente aonde já está tão disseminada, que faz parte da identidade do público que hora frequenta a escola. Entretanto é fato que ao mesmo tempo que traz uma nova configuração para o mundo, que amplia as possibilidades de interação e diminui as barreiras de comunicação a longa distância nos exige mudanças na forma de ensinar cobrando dos profissionais que trabalham com educação a necessidade de se reinventar.<br>O advento das tecnologias digitais de informação e de comunicação acentua, cada vez mais rapidamente, as diferenças entre as gerações, refletindo no modo de aprender e ensinar. É necessário compreender a forma diferenciada com que os estudantes, crianças e jovens chamados de nativos digitais, se comunicam e se relacionam com a informação. No ambiente da escola, o professor, “imigrante” digital, se vê diante de diversos desafios. Além de se comunicar bem e interagir para trocar experiências com vistas à construção do conhecimento, o docente precisa fazer da sala de aula um ambiente de aprendizagem apropriando-se desses novos aparatos tecnológicos e incorporando-os à sua prática pedagógica. Não se trata, no entanto, de inserir mais uma ferramenta no processo educativo. A transformação só será efetiva e de caráter inovador quando o sujeito do conhecimento estiver no centro. Para tanto, como destaca com Schlemmer, é necessário ouvi-lo e estabelecer com ele uma parceria de fato. De acordo com a autora, “nessas propostas, a aprendizagem é provocada e se traduz em movimento a partir da ação do sujeito”. No conhecer os e conviver dos sujeitos, e não no fato de existir uma tecnologia nova, reside a possibilidade de identificação e apropriação das condições mais propícias ao desenvolvimento humano.</div><div>Através da vivência em sala de aula os professores envolvidos na pesquisa trazem algumas questões que identificam no contato direto e cotidiano com os alunos entre as quais o fato dos alunos não prestarem atenção nas aulas expositivas (são dispersos), fazem conexões superficiais com as informações as quais possuem acesso (não se aprofundam nos conhecimentos). Por outro lado reconhecem que os professores não dominam novas metodologias que envolvem tecnologia e apresentam resistência ao uso de tecnologias na educação.</div><div>&nbsp;</div><blockquote>Se você passar algum tempo observando bons professores em seu trabalho, não leva muito tempo para entender que você está presenciando um número hábil e multifacetado de malabarismo. Desafiando a gravidade, os professores alternadamente giram, equilibram e lançam o conhecimento de onde os alunos se encontram e para onde eles precisam ir; percepções sobre as necessidades especiais e progresso dos alunos; escolas de atividades e materiais didáticos, regras para reger a participação das crianças; expectativas dos pais e das comunidades; e é claro, as normas e regras que regem os professores. Ao lado do palco estão os juízes, avaliando seu desempenho e recomendando mudanças à medida que seus números se desenrolam. Bem, e que tal lançar mais uma bola ---a tecnologia? O que acontece? (SANDHOLTZ; RINGSTAFF e DWYER, 1997).<br><br></blockquote><div>Pois é nesse contexto que nasce a pergunta norteadora desse trabalho: como planejar práticas e procedimentos que promovam o engajamento de alunos e professores na utilização de novas tecnologias educacionais?</div><div>Os questionamentos que ficam estão em torno de quem precisa mudar, o professor ou o aluno, mas na realidade ambos precisam se reinventar. A escolarização, embora mude a tecnologia e as metodologias ela é necessária, mas o que não nos cabe mais nessa realidade atual é o modelo de escola real trazida pelos autores, aquela em que o professor é soberano, ele ensina e os alunos “aprendem”, o professor fica na frente, os alunos pedindo para interagir levantando a mão, essa forma de ensinar e aprender não mais motiva uma geração que é capaz de fazer várias coisas ao mesmo tempo e é capaz de aprender com o uso de varias tecnologias ao mesmo tempo. "A aprendizagem e o ensino podem constituir processos fundamentais da educação, mas as perspectivas da aprendizagem estão mudando constantemente e as imagens do ensino variam muito". (GREENE, 1979, apud SANDHOLTZ; RINGSTAFF e DWYER, 1997)<br>O Projeto Educativo Comum - PEC - das escolas da Rede Jesuíta de Educação traz, desde 2016, diretrizes importantes relacionadas às questões metodológicas utilizadas pelos professores dos colégios. O documento corrobora o que a literatura especializada aponta: há necessidade de mudar o foco das aulas do ensino para a aprendizagem e considerar as tecnologias não apenas como ferramentas ou aliadas, mas como os próprios meios de aprender. Compreendendo a educação como uma missão apostólica mas sem estar desligada de seu tempo, a Companhia de Jesus, por meio dos textos do PEC, indica a necessidade de incorporação de comunicação e aprendizagem utilizando-se das tecnologias.&nbsp;<br>"A meta é que os currículos contemplem discussões e o uso fluente dos múltiplos meios tecnológicos na possibilidade de transpor os limites físicos e temporais da sala de aula." (PEC, parágrafo 27) Assim, a utilização da metodologia de projetos envolvendo as tecnologias é central e importante nas escolas da Companhia de Jesus, o que compreendemos ser um facilitador no trabalho do professor.&nbsp;<br>A necessária mudança paradigmática nas metodologias de ensino e aprendizagem podem estar alicerçadas numa análise da complexidade da comunicação e interação provocada pelas tecnologias que temos disponíveis na atualidade. Di Felice destaca que:&nbsp;<br>" Uma nova cultura tecnológica e comunicativa marca o cotidiano e a existência das novas gerações que vivem em contextos sociais e midiáticos digitais, e que produzem alterações qualitativas na política, na democracia e na forma de pensar a sociedade." (p. 13). Assim, pensar as metodologias mais eficientes e eficazes em nossas escolas necessitará a consideração e análise das realidades nas quais os alunos vivem e interagem. O mesmo autor aproxima a leitura desta complexidade àquela que se faz dos fenômenos naturais, do ponto de vista da construção do conceito de ecossistema ou bioma. Neles, os organismos não são analisados separadamente, mas em suas relações e interações. Compreender com maior clareza os fenômenos tecnológicos nos quais nossos estudantes estão envolvidos requer uma análise relacional, do ponto de vista oferecido por Di Felice (2012).<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-12-16 23:04:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/nataliadossantoskranz/xjk4mcy970vs/wish/216719402</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CONCLUSÃO</title>
         <author>nataliadossantoskranz</author>
         <link>https://padlet.com/nataliadossantoskranz/xjk4mcy970vs/wish/219578189</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Projetos de Aprendizagem podem ser uma ferramenta poderosa no planejamento e execução de práticas pedagógicas e procedimentos que mostrem-se mais efetivos e interessantes, tanto para os alunos quanto para os professores. A partir da análise dos dados obtidos, concluímos que a escuta aos alunos na construção dos projetos é fundamental para a construção de significados dos conceitos construídos.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-01-08 23:15:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/nataliadossantoskranz/xjk4mcy970vs/wish/219578189</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
