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      <title>Turma Nutrição Joinville  by maite meneghel</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-08-29 22:31:17 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo A (Maitê, Daniela, Luana, Edna, Fernanda e Tany)</title>
         <author>nutrimaitemeneghel</author>
         <link>https://padlet.com/nutrimaitemeneghel/xitonhtqqzqa30ao/wish/2677304579</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Prevalência e incidência<br></strong>As Doenças e Agravos Não Transmissíveis (Dant) são responsáveis por mais da metade do total de mortes no Brasil. Em 2019, 54,7% dos óbitos registrados no Brasil foram causados por doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) e 11,5% por agravos. No Brasil, foram registrados mais de 730 mil óbitos por DCNT em 2019. Destes, 308.511 (41,8%) ocorreram prematuramente.<br>A Organização Mundial da Saúde alerta que as doenças crônicas não transmissíveis as DCNT ultrapassam as doenças infecciosas e causam quase 75% das mortes globais, com 41 milhões de vítimas a cada ano.<br><br>No Brasil as DCNT são responsáveis cerca de 75% das mortes de acordo com as estimativas da OMS.<br>A distribuição das causas são doenças cardiovasculares com28%; câncer com 18%; exposição a transmissão maternas, perinatais e nutricionais, 14%; doenças respiratórias crônicas, 7 %, diabetes 5% e outras 17%.<br>Segundo estimativas da OMS todos os anos 17 milhões de pessoas com menos de 70 anos morrem de DCNT. 86% delas vivem em países de baixa e média renda.<br>a ONU estima que até 2030 o número de casos de câncer ultrapasse o de doenças cardiovasculares e se torne a primeira causa de mortes.<br><strong><br>Indicadores demográficos</strong> -&nbsp; Cidade: Joinville SC - População do último censo 2022: 616.323 pessoas - 546,41 habitante por quilômetro quadrado <br>Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/sc/joinville/panorama <br><br><strong>Indicadores de Mortalidade:<br></strong>Mortalidade infantil (2020 - Joinville SC) 7,6 óbitos por mil nascidos vivos <br>Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/sc/joinville/panorama <br><br><strong>INDICADORES SOCIOECONOMICOS:<br></strong><br><strong><em>Trabalho e Rendimento</em></strong><br><br>Em 2021, o salário médio mensal era de 2.9 salários mínimos. A proporção de pessoas ocupadas em relação à população total era de 42.1%. Na comparação com os outros municípios do estado, ocupava as posições 10 de 295 e 39 de 295, respectivamente. Já na comparação com cidades do país todo, ficava na posição 193 de 5570 e 143 de 5570, respectivamente. Considerando domicílios com rendimentos mensais de até meio salário mínimo por pessoa, tinha 26.5% da população nessas condições, o que o colocava na posição 173 de 295 dentre as cidades do estado e na posição 5197 de 5570 dentre as cidades do Brasil.<br><br>-<strong>Salário medio mensal dos trabalhadores formais[2021]</strong><br>2,9 salários mínimos <br><br>- Pessoal ocupado [2021]<br>264.968 pessoas<br><br><strong><em>Educação</em></strong>:<br><br>-IDEB- Anos iniciais do ensino fundamental (rede pública)2021<br>6,7<br><br>- IDEB- Anos finais do ensino fundamental ( rede pública) 2021<br>5,6<br><br><strong><em>MATRICULAS 2021:<br><br>- </em></strong>Ensino fundamental<br>73.543<br><br>- Ensino médio <br>21.749<br><br>- Docentes ensino fundamental <br>3.039<br><br>- Docentes ensino médio <br>1.398<br><br>- Número de estabelecimentos ensino fundamental <br>149<br><br>- Número de estabelecimentos ensino médio <br>51<strong><em><br></em></strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-29 22:39:36 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo B - Milena, Yan, Érick, Tatiana, Victoria </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nutrimaitemeneghel/xitonhtqqzqa30ao/wish/2677305382</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Prevalência e incidência:<br><br></strong>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, com a presente publicação, divulga os resultados da Pesquisa Nacional de Saúde - PNS 2019, realizada em convênio com o Ministério da Saúde, contemplando, neste volume, autopercepção do estado de saúde, <br>estilos de vida, doenças crônicas e saúde bucal.<br><br><strong>Indicadores de mortalidade:<br><br></strong>Desde 1999 o IBGE divulga anualmente a Tábua Completa de Mortalidade correspondente à população do Brasil, com data de referência em 1º de julho do ano anterior. Esta divulgação tem sido realizada em cumprimento ao Artigo 2º do Decreto Presidencial nº 3.266, de 29 de novembro de 1999. <br><br>Mortalidade infantil: 11,20 óbitos a cada mil nascidos vivos (IBGE, 2021).<br><br><strong>Indicadores demográficos:<br><br></strong>Fecundidade: 1,76 filhos por mulher (IBGE, 2021).<br><br><strong>Indicadores socioeconômicos:<br><br></strong>Analfabetismo: 5,6% (IBGE, 2022).<br>Escolarização: 99,4% (IBGE, 2022).<br>Desemprego: 8% (IBGE, 2° trimestre 2023).<br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-29 22:41:05 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 05/09 - (Milena, Yan, Daniela, Victoria, Érick, Tatiana)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nutrimaitemeneghel/xitonhtqqzqa30ao/wish/2685623814</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fatores de influência na transição nutricional no Brasil:<br><br>Urbanização: <br><br></strong>Inverteram-se os termos da ocupação demográfica do espaço físico: de uma população fundamentalmente rural (66%), no advento dos anos 50 segundo Patarra (2000), passamos à condição de um país urbano (IBGE, 2000), com mais de 80% das pessoas atualmente radicadas nas cidades.<br><br>Subjacentes à rápida transição demográfica, particularmente acelerada no período 1960-1980, ocorreram outras mudanças significativas, como na estrutura de ocupações e empregos, passando de um mercado de trabalho fundado no setor primário (agropecuária e extrativismo) para uma demanda de mão-de-obra concentrada no setor secundário e, sobretudo, no setor terciário da economia. São transformações cruciais, no que se refere à geração de renda, estilos de vida e, especificamente, demandas nutricionais.<br><br>Outro aspecto importante na compreensão do cenário epidemiológico dos problemas alimentares/nutricionais se configura nas disparidades regionais de renda, com as regiões mais pobres (Norte e Nordeste) desfrutando de um ingresso per capita que representa pouco mais de 1/4 da renda individual disponível nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul. Mantém-se, por outra parte, um gap expressivo na distribuição da renda entre o meio rural (bem mais pobre) e o urbano, acentuadamente nas regiões Norte e Nordeste.<strong><br><br>Globalização:<br><br></strong>Dados do último levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o estado do Amazonas, realizado no período de 2008-2009, comparados a aqueles do levantamento anterior (2002-2003), mostraram uma queda significativa no consumo de farinha de mandioca e peixes - alimentos tradicionalmente consumidos, especialmente pela população ribeirinha - e um aumento no consumo de alimentos como arroz, feijão e carne e alimentos processados em geral. <br><br>Gabriela, principal autora do artigo publicado no American Journal of Human Biology, em maio de 2011, explica que, em comunidades ao longo do rio Solimões, na Amazônia, os principais fatores a contribuir no processo de transição nutricional parecem estar relacionados ao aumento de papel-moeda oriundo de diferentes programas sociais nas mãos dos ribeirinhos, associado a componentes de influência cultural, ocasionados, particularmente, pela entrada da televisão nas casas dessas comunidades. “Eles acabam se identificando com os produtos valorizados no meio urbano, como a diversidade de comida processada”, coloca a bióloga. Embora distantes das cidades, a influência da sociedade urbano-industrial acaba por se efetivar através da compra de alimentos processados e frango congelado proveniente do Sul e Sudeste, que chegam às comunidades transportados por barcos, substituindo a alimentação tradicional a base de peixes e farinha de mandioca. “Obter e preparar o peixe dá muito mais trabalho do que o frango, que já chega congelado e pronto para ser usado. Além disso, na época das cheias dos rios, sai mais barato comprar o frango congelado do que pescar”, esclarece a pesquisadora.<br><br>Nesse sentido, Silva, principal autor do artigo “Ensaio sobre transição alimentar e desenvolvimento em populações caboclas da Amazônia”, publicado na revista Segurança Alimentar e Nutricional, no primeiro semestre de 2012, explica que o consumo de alimentos industrializados pelos caboclos amazônicos atua de modo a desvinculá-los de todo seu universo biocultural, a medida que as práticas de subsistência como caça, pesca, plantio e colheita de mandioca deixam de ser atividades cotidianas, com a consequente perda de conhecimentos a elas associados. A melhoria do estatus socioeconômico se deve a maior inserção desses ribeirinhos na economia de mercado, em parte, por meio da comercialização de produtos locais e, em parte por conta do acesso a programas sociais, como Bolsa Família, Bolsa Floresta e Bolsa Defeso. “Dependendo de como a renda é gerada, esse fator pode ser um complicador”, afirma Silva ao colocar que políticas assistencialistas chegam a essas comunidades como garantia de renda, sem a necessidade do desenvolvimento de atividades, sejam elas de subsistência ou estejam relacionadas ao manejo dos recursos naturais locais para fins comerciais.<strong><br><br>Marketing de alimentos:<br><br></strong>A publicidade e o marketing aplicado à indústria alimentícia têm favorecido o aumento da prevalência de obesidade infantil. É durante a infância, que as crianças são expostas a inúmeros estímulos que poderão influenciar as suas escolhas alimentares na vida adulta. O público infantil é o mais vulnerável aos apelos promocionais. <br><br>As empresas de alimentos investem pesadamente em estratégias de publicidade e propaganda para estimular o consumo de seus produtos. Através da utilização de frases como: “Abra a felicidade”, “Amo muito tudo isso”, os indivíduos são condicionados a se adequarem a essa nova forma de comportamento alimentar. O agravante torna-se maior quando esse tipo de estratégia publicitária é voltado para o público infantil, pois ainda não apresentam consolidados seus padrões de comportamento alimentar sendo, portanto, rapidamente influenciados. Em virtude desse conhecimento, as indústrias utilizam estratégias para seduzir as crianças e os adolescentes, que são levados a consumir os seus produtos influenciados pela utilização de personagens animados, cenas coloridas, pessoas famosas e muitas vezes pela agregação de brindes, que poderiam ser caracterizados como “recompensas” pelo consumo de seus produtos (MENDES <em>et. al.</em>, 2018).<br><strong><br>Acesso à alimentação saudável:<br><br></strong>“O acesso a informações confiáveis sobre características determinantes da alimentação adequada e saudável contribui para que pessoas, famílias e comunidades ampliem a autonomia para fazer escolhas alimentares e para que exijam o cumprimento do direito humano à alimentação adequada e saudável (...) implica o fortalecimento das pessoas, famílias e comunidades para se tornarem agentes produtores de sua saúde, desenvolvendo a capacidade de autocuidado e também de agir sobre os fatores do ambiente que determinam sua saúde”(<a href="http://www4.planalto.gov.br/consea/publicacoes/alimentacao-adequada-e-saudavel/guia-alimentar-para-a-populacao-brasileira-2014/8-guia-alimentar-para-a-populacao-brasileira-2014.pdf">Guia Alimentar para a População Brasileira</a>/ Ministério da Saúde, 2014).<br><strong><br></strong>Segundo a Pesquisa de orçamentos familiares (POF) sobre a análise do consumo do alimentar pessoal no Brasil realizada de 2017 a 2018, no site do IBGE, a frequência alimentar de alimentos industrializados é mais alta para população que contém per capita mais alta e as famílias de renda mais baixa tem mais acesso a alimentos como feijão, arroz, milho, peixes frescos e pães de sal, mas tanto as de baixa quanto a de alta renda possuem baixa frequência para alimentos como frutas, verduras, fibras, entre outros, e grande incidência para alimentos industrializados onde estão mais presentes no mercado. <br>A pesquisa indica que os que mais consomem alimentos in natura ou minimamente processados são os idosos, já os adolescentes consomem mais alimentos industrializados.<br><br><strong>Impactos na saúde:</strong><br><br>O Brasil passa por uma transição nutricional fortemente marcada por uma alimentação de má qualidade. Observa-se uma queda nos níveis de desnutrição e aumento nos números de casos de excesso de peso. A má alimentação favorece os casos de obesidade bem como o desenvolvimento de outras doenças crônicas (COUTINHO <em>et. al.</em>, 2008).<br><br>No Brasil, algumas doenças relacionadas à saúde e à obesidade têm apresentado aumento:<br><br><em>1. Diabetes tipo 2: </em>A obesidade é um fator de risco significativo para o desenvolvimento do diabetes tipo 2, e o número de casos tem aumentado consideravelmente no país.<br>Brasil tem cerca de 16,8 milhões de pessoas com a doença, mais de 14 milhões com tipo 2, ocupando o 6º lugar no ranking Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas.<br><br><em>2. Hipertensão arterial:</em> A obesidade está associada ao aumento da pressão arterial, o que pode levar ao desenvolvimento de hipertensão. Esse problema de saúde tem se tornado cada vez mais comum no Brasil.<br>O Ministério da Saúde publicou um relatório apontando que o número de adultos com diagnóstico médico de hipertensão aumentou 3,7% em 15 anos no Brasil. Os índices saíram de 22,6% em 2006 a 26,3% em 2021. O relatório mostra ainda um aumento na prevalência do indicador entre os homens, variando 5,9% para mais.<br><br><em>3. Doenças cardiovasculares:</em> A obesidade está relacionada a um maior risco de desenvolvimento de doenças do coração, como doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca e acidente vascular cerebral (AVC).<br>Dados do Ministério da Saúde, obtidos em um levantamento inédito, apontam que a obesidade atinge 6,7 milhões de pessoas no Brasil. O número de pessoas com obesidade mórbida ou índice de massa corporal (IMC) grau III, acima de 40 kg/m², atingiu 863.086 pessoas no ano passado.<br>Em 2019, 407.589 pessoas foram diagnosticadas com obesidade grau III, o que representava 3,14% das pessoas monitoradas. Já em 2022, o número subiu para 863.083 brasileiros diagnosticados com o mais grave nível de obesidade, totalizando 4,07% da população. Esse ponto percentual representa um crescimento de 29,6% em apenas 4 anos.<br>A obesidade grau I atinge 20% e a obesidade grau II já é 7,7% da população, o que representa 1,6 milhões de pessoas em 2022. Já o sobrepeso atinge atualmente 31% ou 6,72 milhões dos brasileiros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-05 22:49:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Grupo 12/09/2023 (Maitê, Edna, Ronaldo, Daniela, Fernanda, Tatiana e Thiago)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nutrimaitemeneghel/xitonhtqqzqa30ao/wish/2700741461</link>
         <description><![CDATA[<div>Maitê<br>Nome do estudo: Avaliação da composição corporal e bioquímica de pacientes com doença renal crônica em tratamento não dialítico medidas nutricionais<br>Metodologia: Estudo transversal<br>Resumo/ conclusão: Foram identificadas elevadas prevalências de alterações na composição corporal e exames bioquímicos em portadores de DRC em tratamento não dialítico<br>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;<br>Daniela&nbsp;<br>O objetivo deste estudo foi analisar, em mulheres rurais, a relação dos marcadores bioquímicos, medidas antropométricas e composição corporal com o tempo em que estas mulheres estavam expostas aos agrotóxicos.<br>Foi um estudo do tipo transversal com 37 mulheres maiores de 18 anos da zona rural da mata mineira. As mulheres residiam com aplicadores de agrotóxicos, mas elas não tinham essa função.&nbsp;<br>Foram realizadas visitas domiciliares onde foram aferidas as seguintes medidas: peso, estatura e circunferência a cintura. Além disso, calculou-se das mulheres em estudo o IMC, relação Cintura/Estatura.<br>Utilizou-se o método DEXA para estimar a porcentagem de gordura corporal, bem como, foram realizados alguns exames bioquímicos.&nbsp;<br>Como resultados, 68% das mulheres em estudo apresentaram excesso de peso, 81% das mulheres apresentaram gordura corporal em excesso, 78% apresentaram risco cardiovascular avaliando-se a circunferência da cintura e 81% apresentaram risco cardiovascular avaliando-se a relação cintura/estatura.&nbsp;<br>A exposição aos agrotóxicos resultou em níveis diminuídos de monócitos e alterações no TSH. Além disso, quanto mais expostas aos agrotóxicos maior a correlação com valores de triglicerídeos e VLDL.&nbsp;<br>Como conclusão do estudo, pode-se dizer que até mesmo a exposição indireta aos agrotóxicos influencia negativamente na saúde das mulheres rurais em estudo, ressaltando-se que, quanto maior o tempo de exposição, maiores os efeitos deletérios à saúde.<br>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;<br>Ronaldo<br>Avaliação nutricional: conceitos e importância para a formação do nutricionista<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Os indicadores bioquímicos fornecem medidas objetivas das alterações do estado nutricional, tendo como vantagens principais: a confirmação das deficiências nutricionais; a identificação precoce de problemas nutricionais antes que qualquer sinal e/ou sintoma clínico nutricional de deficiência e/ou excesso de nutrientes seja percebido pelo indivíduo ou nutricionista, e o monitoramento do indivíduo em tratamento. No entanto, tais indicadores possuem limitações por sofrerem influência de várias doenças; pela sua baixa especificidade para os problemas nutricionais; pela interação droga/nutriente e pela ingestão recente, entre outras razões.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Em quase todas as áreas de atuação, o nutricionista terá que fundamentar a sua prática em informações sobre o perfil nutricional do indivíduo ou grupos populacionais. Assim, avaliar o estado nutricional de um indivíduo ou de uma coletividade é um instrumental importante no processo de trabalho do nutricionista nas diferentes áreas de atuação<br>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;<br>Edna&nbsp;<br>Avaliação do estado nutricional de adultos e idosos e situação nutricional da população brasileira<br>As alterações do estado nutricional (desnutrição e obesidade) são relacionadas com sérios agravos para a saúde, a avaliação do estado nutricional, de grande importância na prática clínica, não dispõe de padrão-ouro para diagnóstico das desordens nutricionais. O melhor método depende dos objetivos da avaliação. Desta forma, em estudos populacionais, a OMS preconiza a utilização do IMC. Já em pacientes hospitalizados com a possibilidade de realizar exames laboratoriais, a utilização de índices múltiplos permite detectar desnutrição subclínica. Com a finalidade de pesquisa, os métodos não-convencionais desempenham papel importante, mas têm custo elevado para realização rotineira. A ASG ( avalição subjetiva global é um bom instrumento para ser utilizado em triagem. O idoso apresenta aspectos peculiares que obrigam a realização de avaliação mais complexa com análise de fatores de risco, como determinação do nível funcional, avaliação da saúde bucal e investigação sobre depressão.<br>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;<br>Tatiana&nbsp;<br>Antropometria&nbsp;<br>A antropometria é um indicador fundamental e indispensável na avaliação nutricional, com muitas vantagens, de boa operacionalização e acurácia, no entanto apresenta algumas limitações. Por isso, não deve ser utilizada de forma isolada no diagnóstico nutricional. Este requer a contribuição de outros indicadores.&nbsp;<br>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;<br>Fernanda<br>AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL DE PACIENTES EM TERAPIA NUTRICIONAL ENTERAL DE UMA UTI&nbsp;<br><br>É um estudo transversal de natureza descritiva&nbsp;<br>Realizada com 31 pacientes em uti&nbsp;<br>Para avaliação antropométrica foram utilizados a estimativa de peso e altura, o estado nutricional foi classificado pelo IMC.&nbsp;<br><br>Os pacientes em uso de TNE avaliados por indicadores antopometricos, bioquímicos e métodos subjetivo, apresentam desnutrição, e perda de massa muscular. Um quadro hipercatabolico. Os valores baixos de hemoglobina e hematócrito revelaram anemia, na maioria. Os valores elevados de creatinina e ureia, além da hiperglicemia sugerem a perda de massa muscular associada ao estresse levando ao catabolismo muscular.<br>Por isso a importância da avaliação e acompanhamento nutricional aos pacientes em uso da TNE, identificar esses pacientes desnutridos precocemente, minimizar o número de complicações, diminuir o tempo de internação e melhorar a evolução clínica.&nbsp;<br><br>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;<br>Thiago<br>Associação entre Hipertensão Arterial Sistêmica com Marcadores Laboratoriais, Composição Corporal, Apneia Obstrutiva do Sono e Variabilidade da Frequência Cardíaca em Adultos Obesos<br>Distúrbios respiratórios do sono como a apneia obstrutiva podem acelerar a progressão dos níveis de pressão arterial presente em adultos, especialmente de forma aguda podendo ser devido a hipóxia durante a noite. Já os mecanismos provocados por um maior valor de IMC, CC, massa de gordura corporal e glicemia podem provocar a estimulação do sistema nervoso simpático, alterações no sistema renina-angiotensina aldosterona, aumento de marcadores inflamatórios e outros fatores responsáveis pelo equilíbrio no sistema circulatório, dessa forma, podendo associar-se a HAS. A hipertensão também está relacionada com a desregulação autonômica e, visto que a Variabilidade da Frequência Cardíaca pode ser caracterizada também por uma maior ativação simpática pode-se dizer que este seria o mecanismo associado a Hipertensão Arterial Sistêmica. Diante do exposto, o objetivo do presente estudo foi investigar as associações da Hipertensão Arterial Sistêmica com marcadores bioquímicos laboratoriais, medidas antropométricas e de composição corporal, variabilidade da frequência cardíaca e apneia obstrutiva do sono em adultos obesos. Este estudo foi baseado em dados de corte transversal de 95 pacientes com diagnostico de obesidade e eletivos à cirurgia bariátrica em uma clínica particular de cirurgia e tratamento da obesidade na cidade de Salvador no Brasil. Os dados foram coletados no período de maio de 2016 a agosto de 2018.<br>Os voluntários do estudo foram categorizados em dois grupos de acordo com o diagnóstico clínico de hipertensão arterial sistêmica: grupo de normotensos (GN) e grupos de hipertensos (GH). Análises comparativas entre os grupos demonstraram que medidas de composição corporal, dados laboratoriais e de comorbidade foram maiores no Grupo Hipertensão. No entanto, as únicas variáveis independentemente associadas a Hipertensão Arterial Sistêmica foi a área de gordura visceral e a glicemia plasmática em jejum. As forças dessas associações descritas nas análises não ajustadas foram levemente alteradas após ajustes para potenciais variáveis de confusão. Estes resultados fornecem suporte adicional acerca da importância da manutenção dos baixos níveis de armazenamento de gordura visceral abdominal, assim como, do controle da glicemia plasmática em jejum como potenciais fatores de proteção para a Hipertensão Arterial Sistêmica.<br><br>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-12 23:21:42 UTC</pubDate>
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