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      <title>Artiodactyla by BASES CRIAÇÃO</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-06-04 13:53:38 UTC</pubDate>
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         <title>INTRODUÇÃO  </title>
         <author>basescriacao</author>
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         <description><![CDATA[<div>A origem dos cervídeos deu-se na Eurásia, no Mioceno, e sua entrada na América ocorreu pelo Estreito de Bering, no início do Plioceno, com dispersão para a América do Sul no final do Plioceno e no início do Pleistoceno (2,5 a 3 milhões de anos antes do presente). Oito tipos entraram na América do Sul, sendo que cinco deram origem ás atuais espécies brasileiras, ocupando nichos ecológicos que em outros continentes, como na África, foram ocupados pelos bovídeos. Daí sua grande ocupação e diferenciação no continente sul-americano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-04 14:02:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>basescriacao</author>
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         <description><![CDATA[<div>Atualmente no Brasil são reconhecidos oito espécies: <em>Blastocerus dichotomus, Odociolus virginianus, Ozotoceros bezoarticus, Mazama americana, M. bororo, M. gouazoubira, M. nana e M. nemorivaga. </em></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-04 14:04:21 UTC</pubDate>
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         <title>TAXONOMIA E STATUS (Geral)</title>
         <author>basescriacao</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os cervídeos neotropicais são ainda pouco estudados em sua taxonomia, especialmente o gênero<em> Mazama, </em>para a qual foram descritas novas espécies nos últimos anos, como<em> Mazama pandora no México e M. bororo </em>no Brasil.Esta salta de estudo foi provocada pela dificuldade de acesso aos animais, que vivem em sua maioria em florestas. Além disso, é importante ressaltar que morfologicamente nem sempre é possível a identificação da espécie, sendo muitas vezes necessárias outras ferramentas para a classificação dos animais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-04 14:13:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>basescriacao</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:12:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>basescriacao</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:13:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>basescriacao</author>
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         <pubDate>2017-06-05 22:14:45 UTC</pubDate>
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         <title>Mazama nana (veado-mão-curta , veado-poca)</title>
         <author>basescriacao</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:16:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175290076</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Características</strong> <br>É uma espécie de pequeno porte , seu peso é de 15kg e 45 cm de altura . Sua cor é avermelhada , homogênea com poucas gradações. Quase não têm pelos brancos , alguns poucos na cauda . A região submandibular , maxilar e ventral tem como cor marrom-claro. A orelha é pequena , um pouco afilada e quase totalmente glabra. As pernas são proporcionalmente curtas, o que deu um dos nomes populares em português, veado-mão-curta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:16:59 UTC</pubDate>
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         <title>Habitat </title>
         <author>basescriacao</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ocorre no sudeste do Brasil , nordeste da Argentina e leste do Paraguai, mas ainda há discussão quanto a isso. Esse cervídeo habita principalmente áreas com densa vegetação, e sua presença está fortemente associada à Mata de Araucárias , e formações adjacentes. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:19:41 UTC</pubDate>
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         <title>Alimentação</title>
         <author>basescriacao</author>
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         <description><![CDATA[<div>Folhas, frutas (que no caso da especie mozana nana não é indicado como alimento essencial) e Brotos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:21:45 UTC</pubDate>
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         <title>Reprodução</title>
         <author>basescriacao</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aparentemente, os machos do gênero Mazama, não apresentam um padrão sazonal de troca de chifres e podem ser vistos com velame em qualquer mês do ano, sendo que as fêmeas geram apenas uma cria por ano e após uma gestação de cerca de sete meses. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:24:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Status</title>
         <author>basescriacao</author>
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         <description><![CDATA[<div>Dados deficientes </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:25:03 UTC</pubDate>
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         <title>Medidas de Conservação</title>
         <author>basescriacao</author>
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         <description><![CDATA[<div>O IBAMA lista a espécie como "vulnerável", mas ela não consta na lista da CITES, e a IUCN. Depois de muito tempo considerando como de "baixo risco", passou a considerá-la como uma espécie com "dados insuficientes " na lista de 2008</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:27:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>basescriacao</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:31:02 UTC</pubDate>
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         <title>Ozotoceros bezoarticus (veado-campeiro )</title>
         <author>basescriacao</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Taxonomia <br>Nome cientifico </strong>: Ozoroceros bezoarticus<br><strong>Família</strong> : Cervidae <br><strong>Ordem</strong> : Artiodactyla<br><br><strong>Características</strong> <br>É um cervídeo de porte médio, que pesa aproximadamente 30 a 35 kg , tanto macho como fêmeas , com 65 cm de altura de cernelha . Sua cor básica é baio , com variação dentre as subespécies . A parte superior da cauda e o focinho ( mufla e parte central ) são negros . Com pelagem dorsal marrom, contorno da boca, círculo ao redor dos olhos e barriga brancos e galhada com três pontas e cerca de 30 cm de altura. As orelhas são pequenas e afiladas . Os chifres são ramificados e geralmente trirramosos , apresentando um eixo principal com anterior dos ramos . <br><br><strong>Habitat <br></strong>O veado-campeiro habita os campos , preferencialmente , mas também pode estar presente em ambientes de cerrado aberto , mas nunca em matas ou cerrados fechado . Esta especie ocupa no Brasil: o centro de Goiás , Mato Grosso do Sul , Minas Gerais , Pará e Rio Grande do Sul e também numa parte do Uruguai . <br><br><strong>Status <br></strong>Considerada em perigo de extinção pela IUCN .<br><br><strong>Alimentação <br></strong> flores, folhas novas, gomos e arbustos <br><br><strong>Reprodução <br></strong> As fêmeas são poliéstricas com ciclos estrais de aproximadamente 21 dias. A gestação é de sete meses e a época de nascimentos varia com a localidade .A maioria dos nascimentos observados no Brasil central ocorre de agosto a novembro. Nos machos de veado-campeiro um importante aspecto é o crescimento e troca anual dos chifres. <br><br><strong>Medidas de Conservação <br></strong>A necessidade da criação de instrumentos legais específicos para a proteção da fauna em nível estadual, favorecendo a regionalidade das situações de risco enfrentadas pelas espécies.<strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:34:06 UTC</pubDate>
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         <title>Mazama nemorivaga (Veado-roxo)</title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175291963</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:38:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>basescriacao</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Taxonomia<br></strong> <strong>Nome Científico:</strong><em> Mazama nemorivaga<br></em><strong>Família: </strong>Cervidae<br><strong>Ordem: </strong>Artiodactyla</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:38:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175292147</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Taxonomia</strong> <br><strong>Nome Cientifico</strong>: Mazama Nana<br><strong>Ordem</strong>: Artiodactyla<br><strong>Família</strong>: Cervidae</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:40:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Características</title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175292351</link>
         <description><![CDATA[<div>É uma espécie de pequeno porte, pesando aproximadamente 15 Kg e 48 cm. Caracterizado por sua coloração cinza mesclada com pelos amarelados nas laterais do corpo. Orelha pequena e afilada, sua muila é grande e os olhos são poucos saltados da linha do crânio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:43:06 UTC</pubDate>
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         <title>Habitat</title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175292438</link>
         <description><![CDATA[<div>Restrito à America do Sul,  na região Amazônica, a partir do norte do estado Mato Grosso e Tocantins.</div><div>Existe uma população no Panamá, Colômbia, Venezuela, Guiana, Suriname, Guiana Francesa, Equador e Peru.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:43:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Reprodução </title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175292484</link>
         <description><![CDATA[<div>Ocorre durante o ano todo, com nascimentos tendendo a se concentrar na estação chuvosa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:44:33 UTC</pubDate>
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         <title>Alimentação</title>
         <author>basescriacao</author>
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         <description><![CDATA[<div>Se alimenta de frutos, folhas, brotos e gramíneas, sendo bastante seletivo na escolha de sua alimentação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:45:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Status</title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175292638</link>
         <description><![CDATA[<div>Menos preocupante.</div><div>A espécie não consta em nenhuma lista estadual de espécies ameaçadas devido à sua ampla distribuição e presença em muitas áreas protegidas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:46:27 UTC</pubDate>
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         <title>Medidas de conservação</title>
         <author>basescriacao</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Unidades de conservações</li><li>&nbsp;Manejo nas áreas de ocorrência de M. nemorivaga, incluindo ações nas áreas do entorno de unidades de conservação que diminuam as pressões sobre as mesmas, e busquem evitar que as áreas protegidas se tornem excessivamente isoladas a ponto de comprometer sua biota;&nbsp; </li><li>&nbsp;Realização de estudos ecológico populacionais;&nbsp;</li><li>Implantação de programas de educação ambiental ao longo de sua área de ocorrência.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:47:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>basescriacao</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:49:39 UTC</pubDate>
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         <title>Blastocerus dichotomus (cervo do pantanal)</title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175292936</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Taxonomia</strong><br><strong>Nome científico:</strong> <em>Blastocerus dichotomus</em><br><strong>Família: </strong>Cervidae<br><strong>Ordem: </strong>Artiodactyla<br><br><strong>Características<br></strong>Maior da America do Sul, mede em torno de 1,30 metros incluindo as hastes que medem de 40 a 45 cm.<br>Possuem grandes orelhas, rabos pequenos e pernas longas e finas. Em cada pé, têm dois cascos pequenos e dois grandes. Costumam ter uma pelagem marrom e lisa, com áreas brancas no peito e na garganta.<br> Machos são maiores que as fêmeas, chegando a pesar 150 Kg e as fêmeas um pouco menos de 100 Kg. <br>As galhadas normalmente tem 5 pontas de cada lado mas podendo chegar a 20 ramificações em indivíduos mais velhos.<strong><br></strong><br><strong>Habitat</strong><br>Vive nas regiões pantanosas e ao longo das bordas das florestas do Brasil, Uruguai, Paraguai e Guianas.<br>Ocupa campos periodicamente inundados, como várzeas, áreas brejosas e savanas inundáveis.<br>Os cascos desse animal podem ficar completamente abertos e as duas metades em que eles se dividem se mantêm unidas por uma membrana interdigital. Esses cascos evitam que o animal afunde no lodo.<br><br><strong>Alimentação</strong></div><div>Alimenta-se principalmente de gramíneas e plantas aquáticas e semiaquáticas. <br><br><strong>Reprodução<br></strong>A reprodução se dá por um único filhote cuja gestação dura aproximadamente oito meses. <br>O filhote é bastante unido à mãe que no entanto o mantém afastado enquanto se alimenta para não atrair predadores.<br><br><strong>Status<br></strong>Vulnerável<strong><br><br>Medidas de conservação<br></strong>O programa de conservação desenvolvido pela CESP <br>( Companhia Energética de São Paulo) para o cervo do pantanal inclui medidas como:</div><ul><li>Identificação e proteção das populações remanescentes na bacia do Alto Paraná.</li><li>Elaboração de diretrizes para recuperação de habitats nas unidades de conservação existentes.</li><li>Monitoramento demográfico e genético da espécie na região.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:50:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mazama americana (Veado-mateiro)</title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175293065</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:52:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175293228</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Taxonomia <br> Nome Científico: </strong><em>Mazama americana</em><br> <strong>Família: </strong>Cervidae<br> <strong>Ordem: </strong>Artiodactyla</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-06-05 22:53:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Características </title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175293295</link>
         <description><![CDATA[<div>É a maior espécie do gênero <em>Mazama</em>, pesando em média 30 kg, podendo chegar até 45 kg. Sua altura é de aproximadamente 65 cm, com aspecto robusto. Sua coloração geral é avermelhada, com manchas brancas abaixo da cauda, face interna dos membros pélvicos, região submandibular, ponta da maxila superior e na face interna da orelha; na região posterior do metatarso tem uma faixa negra que se dispersa para região inferior da mandíbula;  o pescoço geralmente adquire coloração mais escura que a pelagem geral. <br>É uma espécie de hábitos solitários e crepuscular, mas pode formar pares no período reprodutivo. Os chifres são simples e de espessura reduzida, que atingem até 20 cm de comprimento e só existem no macho. É caçado por sua carne e por sua pele; quando perseguido, interna-se nas matas ou atravessa os rios, pois é ótimo nadador.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:53:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Habitat</title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175293349</link>
         <description><![CDATA[<div>O veado-mateiro vive nas grandes florestas e matas que ficam a margem de rios. Ocorre em quase toda a região neotropical, desde o sul do México até o norte da Argentina. Distribui-se por todo o Brasil, desde a margem direita do rio Amazonas até o Estado do Rio Grande do Sul. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:54:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reprodução</title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175293391</link>
         <description><![CDATA[<div>A época de reprodução é do mês de outubro ao mês de janeiro. O acasalamento ocorre em mais ou menos de uma a duas semanas. O macho percebe a presença da fêmea mesmo longe. A gestação é de um pouco mais de sete meses, dando a luz apenas um filhote. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:55:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Alimentação </title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175293457</link>
         <description><![CDATA[<div>Gramíneas e brotos</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:56:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Status</title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175293513</link>
         <description><![CDATA[<div>Informações insuficientes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:56:39 UTC</pubDate>
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         <title>Conservação</title>
         <author>basescriacao</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Ameaças: Com o avanço das cidades e pastagens sobre as florestas e, consequentemente, para o habitat do veado-mateiro, doenças são introduzidas por bovinos domésticos. Mostrando que a qualidade do habitat está diretamente relacionada à presença das enfermidades. Existindo o favorecimento daqueles que tiveram pouca mudança no seu habitat.      A caça de subsistência, juntamente com a caça comercial, está se tornando, em alguns lugares, forte ameaça para as suas populações.</li><li> Não existem ações de conservação direcionadas especificamente para esta espécie. </li><li>Exitem unidades de conservação onde a presença do veado-mateiro é registrada na literatura científica. Entretanto, por se tratar, provavelmente, de um complexo de espécies, e por este complexo ter uma ampla distribuição geográfica, esta listagem é necessariamente incompleta e imprecisa.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:57:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175293633</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 22:59:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Mazama bororo (Veado-mateiro pequeno, veado-vermelho, veado-bororo)</title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175293727</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Taxonomia <br>Nome Científico: </strong><em>Mazama bororo</em><br> <strong>Família: </strong>Cervidae<br>&nbsp;<strong>Ordem: </strong>Artiodactyla<br><br><strong>Características<br></strong>É uma forma intermediária, entre <em>Mazama americana</em> e <em>Mazama nana. </em>Pesando aproximadamente 25 kg e tem altura média de 50 cm. Sua coloração geral é avermelhada, com pescoço cinza na lateral e mais escuro na região dorsal. Possui marcadas manchas brancas na base da orelha, na ponta da maxila, da ponta da mandíbula até o terço anterior ventral do pescoço, entre os membros pélvicos até a cauda, e também uma mancha na região ventral do terço posterior do pescoço. Como o veado-mateiro, apresenta região enegrecida nos membros pélvicos, entretanto, esta coloração concentra-se na região do calcáneo, estendendo-se até os cascos por um filete na porção posterior do metatarso. Seus membros torácicos são bem mais baixos que os pélvicos, assemelhando-se, neste aspecto ao <em>Mazama nana.</em>&nbsp; &nbsp;<strong><br></strong>O veado-mateiro-pequeno é noturno, solitário, por isso usa riachos como trilha para não deixar marcas e nem cheiro. Estima-se a população total em ambiente natural de 4.500 indivíduos.<br><strong><br>Habitat<br></strong>Ocupa preferencialmente matas fechadas de regiões ingrimes<strong>. </strong>Restrito ao pouco de Mata Atlântica que resta no Estado de São Paulo e no nordeste do Paraná. <br><strong><br>Reprodução</strong><br>A gestação é de um pouco mais de sete meses e nasce somente um filhote.<br><br><strong>Alimentação<br></strong>Frutas e sementes, cultivares diversas, folhas ou brotos e plantas herbáceas.&nbsp; O palmito-jussara (Euterpe edulis) é bastante importante na dieta de M. bororo.<br><strong><br>Status <br></strong>Vulnerável.<br><strong><br>Conservação</strong></div><ul><li>A exploração clandestina do palmito é uma atividade bastante difundida na região de ocorrência de M. bororo, gerando importantes conflitos sociais. Além de promover a perda de um recurso potencialmente importante para boa parte da fauna local, esta atividade é geralmente associada à caça que é considerada uma das mais esportivas dentre as espécies brasileiras. Não existem dados referentes ao impacto causado, apesar de ser proibida, a caça ainda é bastante praticada em todo o país. &nbsp;</li><li>A presença de cães nas unidades de conservação constitui em uma grande&nbsp; ameaça, devido a&nbsp; habilidade deles em detectar os veados e persegui-los durante muitas horas, capturando-os e matando-os. Entretanto, existem aqueles que morram da “miopatia de captura”, uma síndrome causada pela intensa atividade física durante a fuga.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Muitos também morrem atropelados.</li><li>&nbsp;Não existem ações de conservação direcionadas especificamente para esta espécie.&nbsp;</li><li>Presença em unidades de conservação como&nbsp; Área de Proteção Ambiental Estadual de Guaratuba,&nbsp; Parque Estadual Carlos Botelho e&nbsp; Parque Estadual Intervales.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 23:00:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Odocoileus virginianus (cariacu, veado- galheiro)</title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175293997</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 23:03:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175294091</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Taxonomia <br>Nome Científico:</strong><em>Odocoileus virginianus</em><br> <strong>Família: </strong>Cervidae<br> <strong>Ordem: </strong>Artiodactyla<br>Subespécies</div><ul><li>   <em>O. v. chiriquensis</em> – Panamá</li><li><em>O. v. cariacou</em> – (Guiana Francesa e norte do Brasil)</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 23:04:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Características </title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175294154</link>
         <description><![CDATA[<div>O veado-galheiro está entre os maiores representantes de cervídeos encontrados no Brasil. Só perde em tamanho para o cervo-do-pantanal. De coloração acinzentada, o adulto chega a pesar 40 quilos e medir aproximadamente 1,40 metro de comprimento e 70 centímetros de altura.</div><div>A parte branca na porção inferior da cauda é característica da espécie, sendo chamado também de veado-de-cauda-branca. Os chifres têm um eixo principal frontal, com poucos ramos voltados para cima.</div><div>Espécie de hábito crepuscular e noturno. Geralmente solitário, em companhia da fêmea na época de reprodução ou em família. Por ser um animal de grande porte, é mais suscetível ao desaparecimento por caça.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 23:05:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Habitat</title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175294216</link>
         <description><![CDATA[<div>O veado-da-virgínia vive numa série de habitats diferentes, desde montanhas a semi-desertos, de pradarias a florestas temperadas e coníferas. A sua distribuição estende-se do Sul do Canadá ao Nordeste Brasileiro, passando pelos EUA e pelo México.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 23:06:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reprodução</title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175294251</link>
         <description><![CDATA[<div>A gestação é de nove meses e nasce somente um filhote.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 23:06:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Alimentação </title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175294309</link>
         <description><![CDATA[<div>A dieta destes animais é composta por diversos tipos de vegetais. Os que vivem nas florestas mais a Leste preferem ervas, cogumelos e, também, rebentos e ramos de árvores. Em condições desérticas mais rigorosas, sobrevivem com plantas mais duras, tais como cactos, iúcas e arbustos. Durante os meses de Inverno, quando as fontes de alimentos são difíceis de encontrar, o veado come ramos e folhas coníferas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 23:07:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conservação</title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175294393</link>
         <description><![CDATA[<ul><li> Ameaças: Embora na porção norte de sua área de distribuição tenha se adaptado a ambientes modificados pelo homem, sendo objeto de caça esportiva em grande escala, na parte sul a pressão de caça tem tornado várias subespécies ameaçadas. Por ser um animal de grande porte, é mais suscetível ao desaparecimento por caça. Aliadas à caça, a construção de estradas, a urbanização e outras formas de destruição do seu habitat natural parecem estar exercendo efeitos danosos às suas populações. Algumas populações na Venezuela estão ameaçadas pela caça excessiva e pela perda de habitat.</li><li> Cães podem ser um incômodo para estes cervos em algumas áreas.</li><li> Ações de conservação existentes: No Brasil não existem ações de conservação diretamente voltadas para esta espécie. </li><li>Presença em unidades de conservação Reserva Biológica do Lago Piratuba (AP) e Parque Nacional do Viruá (RR).</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 23:08:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175294476</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 23:10:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mazana gouazoubira (veado-catingueiro, guazubirá ,veado-virá)</title>
         <author>basescriacao</author>
         <link>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175294542</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Taxonomia</strong> <br><strong>Nome cientifico</strong>: Mazana Gouazoubira<br><strong>Família</strong>: Cervidae <br><strong>Ordem</strong> : Artiodactyla<br><br><strong>Características</strong> <br> O veado- catingueiro é uma espécie de porte pequeno, que pesa em média 18kg , raramente excede 20kg ,  e a altura média de 50 cm à cernelha . A coloração geral é muito variável, podendo ir do cinza escuro ao marrom-avermelhado . A maioria dos indivíduos tem uma pintura branca acima dos olhos , que é inexistente em outra espécies .<br><br><strong>Habitat</strong><br> Esta é uma especie mais abundante na América do Sul , presente em vários tipos de habitats , desde cerrado fechado até áreas ocupadas pela agricultura . Ocupa desde o sul do Uruguai até a América Central . <br><br><strong>Alimentação</strong> <br> Capim, ração, vegetais e verduras<br><br><strong>Reprodução</strong> <br> É capaz de se reproduzir em todos os meses do ano, mesmo quando há escassez periódica. Uma fêmea pode ter duas ninhadas em um mesmo ano. A gestação dura cerca de 7 meses e gera um filhote por vez. Os filhotes com pintas brancas na pelagem que começam a desaparecer do quarto até o sexto mês. Os pequenos ficam escondidos na vegetação densa nas primeiras semanas de vida e permanecem com a mãe durante oito meses ou até o nascimento da próxima cria. A desmama ocorre por volta do 3° ao 4° mês de vida.<br><br><strong>Status</strong> <br>Pouco preocupante . <br><br><strong>Medidas de Conservação</strong> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-05 23:11:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/basescriacao/xihi34f748e3/wish/175294542</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Referências </title>
         <author>basescriacao</author>
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