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      <title>Minha apresentação. by joyce viana</title>
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      <description>Bazinga.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-19 23:40:08 UTC</pubDate>
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         <title>Minha apresentação.</title>
         <author>joycedasilva271101</author>
         <link>https://padlet.com/joycedasilva271101/xhe1wvahimk6xiwu/wish/3373837415</link>
         <description><![CDATA[<p>Olá, meu nome é Joyce. Sou da turma 2 de Pedagogia, caloura do turno da manhã. Espero muito absorver tudo que for abordado nas aulas, nas dinâmicas e em tudo que for nos apresentado durante este semestre.</p><p><br></p><p>Que esta disciplina possa me ajudar na minha formação docente, auxiliando-me a lidar com diferentes culturas e etnias de maneira profissional e justa. Além disso, desejo que ela me capacite a auxiliar meus futuros alunos a respeitar e se interessar pelas diversas culturas existentes, ajudando a quebrar um pouco esse tabu em relação às diferenças culturais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 23:51:06 UTC</pubDate>
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         <title>Marcas na diferença no Ensino escolar.</title>
         <author>joycedasilva271101</author>
         <link>https://padlet.com/joycedasilva271101/xhe1wvahimk6xiwu/wish/3375474260</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><br></p><p>Segundo o texto de Richard Miskolci  "Marcas de diferença no ensino escolar", nos permite ter uma desconstrução de tudo aquilo que sempre foi implantado em nossas mentes como "cultura universal". A autora nos faz compreender que cultura é tudo que está ao nosso redor, ou seja, tirando aquela ideia que foi implantada em nossa mente durante nossa formação, pelas classes dominantes.</p><p>  A implantação da cultura nas escolas ajudaria muito a diminuir o preconceito com as diversidades culturais dentro da escola, fazendo com que houvesse mais respeito e compreensão em relação aos costumes, hábitos e até mesmo dialetos.</p><p>  Um filme que se encaixa nesse tema sobre cultura nas escolas é Escritores da Liberdade, onde ocorre um choque cultural. Nele, uma professora branca, de classe média, começa a dar aula para uma turma de alunos predominantemente negros, contendo apenas um estudante branco. No início, ela tenta seguir o modelo padrão da escola para ensinar. Porém, os alunos sequer tinham ouvido falar dos autores e assuntos que o modelo escolar impunha. O mais interessante é que, em vez de tentar mudar os alunos, ela faz o contrário: começa a ouvi-los, entender seus costumes e integrar essas diferenças culturais à sua matéria.</p><p>O conjunto entre cultura e escola ajudaria a diminuir os conflitos e a violência dentro das escolas?</p><p>Dentro da sala de aula, há uma grande diversidade cultural, o que frequentemente causa conflitos e preconceito </p><p>dentro da escola.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-20 19:26:01 UTC</pubDate>
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         <title>História da educação para pessoas negras no Brasil.</title>
         <author>joycedasilva271101</author>
         <link>https://padlet.com/joycedasilva271101/xhe1wvahimk6xiwu/wish/3403014689</link>
         <description><![CDATA[<p>A educação brasileira sempre foi baseada nos modelos europeus, fazendo assim o apagamento de nossas origens e culturas indígenas e afro-brasileira de nossa educação.Por muitos anos esse modelo sempre foi visto como&nbsp; único a ser seguido, porém com a pressão e muita luta dos movimentos sociais contribuíram para que houvesse uma mudança no ponto de vista da legislação brasileira, regulamentando ações de reparação social em vários níveis sobretudo na educação. Logo no início do texto na página 9 já vai nos dizendo como era&nbsp; forte essa opressão contra os negros e os índios no cenário brasileiro,um exemplo disso&nbsp; foi a criação da lei 1.331-A no dia 17 de fevereiro de 1854, onde está escrito explicitamente na lei que negros não tinham direito a participar e nem tá no convívio de uma escola, isso é preocupante além disso vemos no decorrer do texto o que o acesso dos negros as escolas só foram a partir de 1876 olha o tempo que levou mais de 20 anos para que um negro conseguisse ter acesso a escola, na realidade foi uma falsa inclusão pois só podia participar das aulas é ter acesso à educação nos seus tempo livre e até mesmo uma pessoa disponível para poder ensinar, olha como que era preocupante e ainda é preocupante nos dias atuais . Logo em seguida em 13 de maio de 1888 foi sancionada a lei 3.353 mais conhecida como lei Áurea ,que no caso foi uma "falsa abolição", onde escravos que não sabia como sobreviver porque só sabia viver aquela vida, "entregues a própria sorte" tendo que se virar em uma sociedade que eles não conheciam e ainda eram descriminados.<br>Em 1920 a 1930 o processo de escolarização das pessoas negras começaram a acontecer de fato até então era feita de forma voluntária. Em 1944 Abdias Nascimento criou o teatro Experimental do negro (TEN), onde era um espaço de luta e resistência que alicerçava o processo de escolarização de pessoas negras, ajudando eles a ter entendimento de quem eram , e a sua importância na sociedade, provando que eram seres pensantes provocamos um embate contra a segregação racial que era muito forte na sociedade brasileira.<br>Uma coisa também que é muito assustador é que somente 1988 foi constituído&nbsp; a lei que dizia que o racismo é crime, é muito triste que ao longo desse tempo todo só em 1988 teve essa lei para "proteger os negros" pois era uma lei que só tava no papel e não era comprida porque o racismo continuava ali enraizada naquela sociedade, e que só depois de 10 anos foi criada o Parâmetros curriculares nacionais (PCNs,1998), na tentativa de assegurar&nbsp; um plano de ensino nacional.<br>Em 2003 foi promulgado a lei 10.639 que deveria assegurar que nas instituições públicas e privadas de ensino no Brasil desde a educação fundamental até o ensino médio, fosse&nbsp; obrigatório o ensino da história e cultura africanas e afro-brasileira, logo em seguida no ano de 2005 houve um movimento na cidade de Salvador para a criação de novas diretrizes curriculares. Mais a frente precisamente em 2008 a lei foi alterado para 11.645 incluindo além das questões africanas e afro-brasileira, o ensino da história e cultura indígena no Brasil ,porém só em 2009 o MEC junto com o apoio do movimento negro criaram as diretrizes curriculares nacionais para educação étnico-racial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-09 17:38:56 UTC</pubDate>
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         <title>Máscaras Africanas.</title>
         <author>joycedasilva271101</author>
         <link>https://padlet.com/joycedasilva271101/xhe1wvahimk6xiwu/wish/3432260475</link>
         <description><![CDATA[<p>As máscaras africanas possuem uma importância profunda nas culturas tradicionais do continente africano, representando muito mais do que simples objetos de adorno. Elas carregam significados espirituais, sociais, políticos e artísticos, e estão diretamente ligadas às crenças, rituais e estrutura social das comunidades em que são produzidas e utilizadas.</p><p><br></p><p>O uso de máscaras na África remonta a milhares de anos, sendo encontrado em registros arqueológicos e nas tradições orais dos povos africanos. Elas são especialmente comuns nas regiões da África Ocidental e Central, em países como Nigéria, Mali, Costa do Marfim, Gabão, Camarões e República Democrática do Congo. Cada etnia ou grupo possui estilos e funções próprias para suas máscaras, refletindo suas visões de mundo, religião e organização social.</p><p><br></p><p><strong><em>        Máscara Fang - Gabão</em></strong></p><p><br></p><p>Significado: No contexto cultural Fang, essa máscara carrega valores como autoridade, força e espiritualidade. O queixo proeminente e a boca pequena são símbolos de poder e liderança, enquanto a simplicidade dos traços transmite equilíbrio, calma e controle emocional.</p><p><br></p><p>Uso tradicional: Essa máscara era usada em rituais para proteger os ancestrais, especialmente no culto aos mortos (chamado Byeri). Durante essas cerimônias, os homens usavam a máscara para se conectar com os espíritos dos antepassados e garantir a proteção da comunidade.</p><p><br></p><p><strong><em>       Máscara Pwo (ou máscara da mulher ancestral)</em></strong></p><p><br></p><p>Significado: Representa uma mulher idealizada - símbolo de beleza, fertilidade e sabedoria</p><p><br></p><p>Uso tradicional: Embora represente uma figura feminina, era usada apenas por homens, geralmente em rituais para homenagear mulheres ancestrais falecidas.</p><p><br></p><p>Observações: com essa pesquisa percebi como foi difícil achar as informações sobre as máscaras que queríamos pesquisar, isso me causou uma tristeza enorme em saber que uma cultura tão rica não é valorizada em nossa sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 22:47:28 UTC</pubDate>
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         <title>Educação Anti-racista na Educação infantil.</title>
         <author>joycedasilva271101</author>
         <link>https://padlet.com/joycedasilva271101/xhe1wvahimk6xiwu/wish/3436739034</link>
         <description><![CDATA[<p>O vídeo do canal cultura feito pela apresentadora Cida Bento entrevistando a Doutora em educação Waldete Tristã, e muito interessante pois elas tocam num ponto muito importante e pouco utilizado na nossa sociedade que e a educação anti-racista, logo de início da entrevista ela afirma a importância desse assunto logo nos anos iniciais de nossas crianças, pois é nessa fase que as crianças estão no seu momento de interação e descoberta .</p><p>Esse incentivo desde sempre em nossas crianças com uma educação anti-racista ajuda elas aceitar as diferenças uns do outro desde nova, tornando assim um adulto que não seja preconceituoso e que aceitei as diferenças do outro sem esse olha julgador que existe em nossa sociedade. Outro ponto que achei muito interessante que foi logo no início no 4:22 minuto onde ela fala como é triste esse tratamento diferenciado das crianças negras desde novas nas escolas, desde da portaria até os seus educadores, saber que tem crianças que são deixadas de lado na sala de aula por conta da sua cor da pele, seu cabelo, cultura ou etnia diferente é muito doloroso, Como é revoltante saber que existe muita criança que pertence a religião de matriz africana , ou dos povo indígenas ou até outra religião que esteja fora dos padrões da sociedade que sinta medo de se discriminada por conta de seguir elas, tendo que mentir quando cortar o cabelo por conta de sua religião, e até ficam com medo de usar suas guias por medo e preconceito dois demaisr, e triste saber que elas dão as desculpas falando que estava com piolho ou pior falam que estavam com alguma doença para que seus amiguinhos não zombe delas. Outro ponto interessante e a ideia de incluir as brincadeiras e conhecimento sobre os nossos ancestrais desde novo em sala de aula e de saber que existe um aplicativo rico de conhecimento sobre educação anti-racista que quase não é falando (você só consegue acessar por esse site:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ceert.org.br/eni">https://www.ceert.org.br/eni</a>) , eu por exemplo não fazias ideais disso . Achei o vídeo muito rico de informação e objetivos para quem quer ficar por dentro desse tema.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/W-7CHpWty-s?si=hmjFBXqK3zK2oJ7E" />
         <pubDate>2025-05-05 16:41:20 UTC</pubDate>
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         <title>Minha árvore genealógica</title>
         <author>joycedasilva271101</author>
         <link>https://padlet.com/joycedasilva271101/xhe1wvahimk6xiwu/wish/3437049925</link>
         <description><![CDATA[<p>Árvore genealógica começando pelos meus avós paternos e maternos só não inclui meus tios pois queria focar mais nos meus pais ,minhas irmãs e sobrinhos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-05 21:33:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Livro: Orientações e ações para educação da página 31 até a 51. Aonde fala sobre a Educação infantil.</title>
         <author>joycedasilva271101</author>
         <link>https://padlet.com/joycedasilva271101/xhe1wvahimk6xiwu/wish/3438810996</link>
         <description><![CDATA[<p>A importância de está educando nossas crianças desde de novo é muito importante, pois é ali, bem no comecinho, que a gente planta as sementinhas para que as crianças cresçam com identidades fortes e com valores de justiça e igualdade bem enraizados.</p><p>Ao se aprofundar no texto vemos como a educação infantil tem um poder incrível de moldar quem a gente se torna, de ajuda  as crianças a entenderem quem elas são dentro da sociedade. Quando  falamos de reconhecimento estamos querendo pautar a diversidade étnico-racial,  enfrentando de frente aquela história pesada de desigualdade e racismo que marcou tanto o nosso Brasil.</p><p>Aí você pensa como abordar isso em uma sala de aula? A resposta é simples implantado em nossos métodos educacionais brincadeiras ou até  mesmo bonecos de diferentes cores de pele, pois já assim começa fazem uma diferença enorme em nossas crianças,aonde elas   se veem ali representadas , valorizando a própria imagem e aprendendo a admirar sua beleza e descobrindo que existe nas outras pessoas diversas diferenças.</p><p>Promover a diversidade étnico-racial na educação  não é só boa vontade não. A nossa lei apoia isso, sabia? E só você vê tem diretrizes bem claras pra incluir a cultura afro-brasileira e indígena no currículo escolar. Isso já é um avanço muito importante!</p><p>Mas, pra isso tudo acontecer de verdade, a gente precisa de educadores bem preparados. Uma formação que os ajude a falar sobre essas questões com com mais conhecimento e de forma eficaz.</p><p>Outro ponto importante a falar e que a escola não faz nada sozinha, a parceria com a família é muito importante,pois ela  nos faz trocar saberes, a respeitar as experiências que vêm de casa, isso ajuda  demais na aprendizagem das nossas crianças.</p><p>As práticas pedagógicas precisam ter intenção, usar materiais diversos, promover conversas sobre igualdade e respeito, isso ajuda muito na sala de aula. Já os educadores eles são muito importante, eles tem que criar um ambiente onde as crianças se sintam seguras para ser quem são, sem medo.</p><p>E se acontecer alguma situação de racismo entre as crianças, eles intervir imediatamente. Para  mostrar, desde cedo, que as diferenças merecem respeito, sempre.</p><p>No fundo, educar para as relações étnico-raciais é uma questão de ética. Educar nossos pequenos desde de novos sem essa influência eurocêntrica ajuda a formar cidadãos que pensem por si mesmos, que se sensibiliza com o outro e que lutem por uma sociedade mais justa pra todo mundo. É um caminho longo, mas que precisa começar lá na infância.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-07 00:19:47 UTC</pubDate>
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         <title>Indicação de livro infantil que possa ajudar na  educação étnico-racial.</title>
         <author>joycedasilva271101</author>
         <link>https://padlet.com/joycedasilva271101/xhe1wvahimk6xiwu/wish/3451078900</link>
         <description><![CDATA[<p>"Amoras"  e um livro do cantor Emicida aonde ele escreveu inspirado em uma conversa com suas filha em baixo de um amoreira eles foi lançado em 2018, seu livro fala sobre o orgulho da negritude e também sobre a ancestralidade .</p><p>Ele pode ser usando para abordar atividades que fale  sobre família, ancestralidade e sentimentos.</p><p> Indico também esse podcast <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://open.spotify.com/episode/0CCVVf8nbd9F9i2wzDGSLb?si=k-u85P5yTEyMmQblg1VwOg">https://open.spotify.com/episode/0CCVVf8nbd9F9i2wzDGSLb?si=k-u85P5yTEyMmQblg1VwOg</a> aonde tem várias histórias infantis negras que possa ser usadas na educação, é e muito interessante.</p><p><br></p><p>Uso do livro na educação fundamental.</p><p>Fazer uma atividade com colagens de rostos diversos (revistas, jornais, fotos).</p><p>Montar um mural com o título: "Todos diferentes, todos importantes!"</p><p><br></p><p>Trabalhar com artes e expressão corporal</p><p>Criar músicas, poemas ou dramatizações inspiradas no livro.</p><p>Use tintas e materiais diversos para que as crianças expressem o que sentiram com a história.</p><p>Utilização em outras áreas</p><p>Português: Produção de texto (bilhetes, listas, pequenas histórias).</p><p>História: Conversas sobre origens, família, respeito às diferenças.</p><p>Artes: Criação de autorretratos, uso de cores que representem a diversidade.</p><p>Educação Moral e Cívica (valores): Trabalho com empatia, respeito, igualdade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 19:24:45 UTC</pubDate>
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         <title>Meu grupo ficou com a biografia do Luiz Gama.</title>
         <author>joycedasilva271101</author>
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         <description><![CDATA[<p>Luiz Gama: Voz da Liberdade e da Justiça</p><p><br></p><p>Você já ouviu falar de Luiz Gama? Ele foi uma das figuras mais incríveis da nossa história. Nascido em 1830, na Bahia, Luiz era filho de uma mulher negra livre chamada Luísa Mahin — que teria participado de revoltas importantes — e de um pai branco. Mesmo tendo nascido livre, Luiz foi vendido como escravo pelo próprio pai aos 10 anos, para pagar dívidas.</p><p><br></p><p>Mas sua história não termina na dor. Luiz Gama deu a volta por cima de forma brilhante. Aprendeu a ler e escrever sozinho aos 17 anos e lutou por sua liberdade. Depois, mesmo sem ter feito faculdade, virou um grande advogado (rábula), defendendo pessoas escravizadas nos tribunais. Estima-se que ele tenha libertado mais de 500 pessoas.</p><p><br></p><p>Além disso, Luiz usou a palavra como arma poderosa: foi jornalista, escritor, poeta e uma voz ativa contra a escravidão e em favor da república. Ele defendia a liberdade total e sem indenização aos senhores — algo muito corajoso para sua época.</p><p><br></p><p>Luiz Gama faleceu em 1882, antes da assinatura da Lei Áurea. Mas sua luta foi essencial para que a liberdade chegasse. Hoje, ele é reconhecido oficialmente como Herói da Pátria e Patrono da Abolição da Escravidão no Brasil.</p><p><br></p><p>Seu legado nos inspira a lutar por justiça, igualdade e dignidade. Que nunca nos esqueçamos: a liberdade foi conquistada com coragem, resistência e muito amor </p><p>pelo povo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-09 21:08:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/joycedasilva271101/xhe1wvahimk6xiwu/wish/3483863486</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Perguntas do grupo 1</title>
         <author>joycedasilva271101</author>
         <link>https://padlet.com/joycedasilva271101/xhe1wvahimk6xiwu/wish/3494790999</link>
         <description><![CDATA[<p>1) A- Quais são as bases legais que sustentam a necessidade de diretrizes para a orientação e formulação de projetos que visem à valorização da história e cultura dos afro-brasileiros e dos africanos?  </p><p>A Constituição Federal de 1988, especialmente o artigo 3º, estabelece como um dos objetivos fundamentais da República a promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade ou quaisquer outras formas de discriminação.  </p><p>A principal base legal que sustenta a necessidade dessas diretrizes é a Lei nº  </p><p>10.639, de 9 de janeiro de 2003, que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e tornou obrigatório o ensino da história e cultura afrobrasileira nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, públicos e privados.  </p><p>Posteriormente, a Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008, ampliou esse ensino, incluindo também a história e cultura indígena.  </p><p>A Resolução CNE/CP nº 1/2004 estabelece as diretrizes curriculares nacionais, regulamentando e orientando a implementação da Lei nº 10.639/2003, que obriga a inclusão da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”.  </p><p>Essa resolução detalha princípios, fundamentos, objetivos e propostas metodológicas para a inserção dos temáticos nas escolas.  </p><p>Tratados internacionais de direitos humanos:  Compromissos assumidos pelo Brasil, como a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial.  </p><p>No ECA  </p><p>O ECA garante a educação étnico-racial. O artigo 26-A da Lei nº 10.639/2003, que trata da inclusão de História e Cultura Afro-Brasileira no currículo escolar, foi inserido por meio do ECA. Esta lei tornou obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira em estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares.  </p><p>  </p><p>1B – A quem se destinam estas diretrizes?  </p><p>As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana se destinam a:  </p><p>Todas as instituições de ensino brasileiras da Educação Básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio) e Ensino Superior.  </p><p>Todas as escolas públicas e privadas.  </p><p>Também às modalidades de ensino regular, EJA, profissional e especial.  </p><p>Os sistemas de ensino, responsáveis pelas políticas públicas educacionais nos níveis federal, estadual, distrital e municipal.  </p><p>Os diretores e coordenadores pedagógicos, que devem garantir a implementação e fiscalização das diretrizes.  </p><p>Todos os professores e educadores: as diretrizes abrangem todas as áreas do conhecimento, mas com ênfase em disciplinas como, por exemplo, Artes, História, Geografia e Literatura.  </p><p>Os professores devem ser capacitados para incluir e trabalhar conteúdos relacionados às relações étnico-raciais e à História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.  </p><p>As universidades, faculdades e institutos de formação de professores são responsáveis pela formação inicial e continuada dos docentes. Eles precisam incluir em seus currículos a preparação para lidar com a diversidade étnico-racial e ensinar conteúdos relacionados.  </p><p>A comunidade escolar e a sociedade também se destacam como atores envolvidos com uma edu</p><p>cação antirracista.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-18 15:20:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/joycedasilva271101/xhe1wvahimk6xiwu/wish/3494790999</guid>
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         <title>Perguntas do grupo 2</title>
         <author>joycedasilva271101</author>
         <link>https://padlet.com/joycedasilva271101/xhe1wvahimk6xiwu/wish/3494791954</link>
         <description><![CDATA[<p>2- A) Quais as finalidades das diretrizes e quais seus principais objetivos? </p><p>As finalidades das diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana são corrigir as injustiças históricas e eliminar a discriminação racial e promover a inclusão social e da cidadania para todos no sistema educacional brasileiro. </p><p>Isto é necessário porque ao longo da história o Brasil excluiu pessoas negras do acesso e permanência na escola. Com os Decretos nº 1.331 de 1854, que proibia a matrícula de escravos nas escolas públicas e limitava o acesso de adultos conforme a disponibilidade do professor. </p><p>A Constituição de 1988 avança nestas questões, porém ainda enfrentam dificuldades para acesso e permanência nas escolas. Por isso, o Ministério da Educação passa a enfrentar essas injustiças, criando políticas de inclusão e valoriza a rica diversidade étnica e cultural do país. </p><p>As diretrizes de 18 de maio de 2004 tem como objetivo principal trazer o conhecimento e ensino da história e cultura afro-brasileira para o currículo escolar, respeitando as diferenças e promovendo igualdade entre brancos e negros. </p><p>Desta forma, o Estado assume o compromisso de combater o racismo e promover uma educação mais justa, inclusiva e democrática. </p><p> </p><p>2- B) Como o documento caracteriza as políticas de reparação, reconhecimento e valorização das ações afirmativas? </p><p>O documento caracteriza a política de reparação como medidas para ressarcir os descendentes de africanos negros dos danos psicológicos materiais, sociais, políticos e educacionais sofridos sob o regime escravagista bem como em virtude das políticas explícitas de branqueamento da população. Visa também que tais medidas se concretizem em iniciativas de combate ao racismo e a toda discriminação. </p><p>Cabe ao Estado promover e incentivar políticas de reparação no que diz a Constituição Federal, sendo por meio da educação, iguais direitos para o pleno desenvolvimento de todos e de cada um, enquanto pessoa, cidadão ou profis</p><p>sional.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-18 15:22:04 UTC</pubDate>
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         <title>Perguntas do grupo 3</title>
         <author>joycedasilva271101</author>
         <link>https://padlet.com/joycedasilva271101/xhe1wvahimk6xiwu/wish/3494793897</link>
         <description><![CDATA[<p>QUESTÃO 3A – Em que consistem os programas de ações afirmativas apontados pelas diretrizes?  </p><p>Tomar medidas para ressarcir os descendentes de africanos negros, danos psicológicos, materiais, sociais, políticos e educacionais sofridos pelo regime escravocrata.  </p><p>Políticas de reparação voltadas para a educação dos negros devem oferecer garantias a essa população no ingresso, permanência e sucesso na educação escolar, de valorização do patrimônio histórico-cultural afro-brasileiro, de aquisição das competências e dos conhecimentos tidos como indispensáveis para a continuidade dos estudos, de condiçoes para alcançar todos os requisitos tendo em vista a conclusão de cada um dos níveis de ensino.  </p><p>Justiça e igualdade dos direitos sociais, civís, culturais e econômicos ,bem como a valorização da diversidade daquilo que distingue os negros dos outros grupos que compõem a população brasileira. Requer mudanças nos discursos, raciocínios, lógicas, gestos, postura e modo de tratar as pessoas negras. Requer também que se conheça sua história e cultura a fim de desconstruir o mito da democracia racial na sociedade brasileira.  </p><p> </p><p>QUESTÃO 3B – O que é necessário para que as políticas de Estado, institucionais e pedagógicas visando a reparações, reconhecimento e valorização da identidade, da cultura e da história dos negros brasileiros sejam efetivadas com sucesso?  </p><p>Nesse sentido, ao analisar os dados que apontam as desigualdades entre brancos e negros na educação, constata-se a necessidade de políticas expecíficas que revertam o atual quadro.  </p><p>Os números são ilustrativos dessa situação.  </p><p>Vejamos:  </p><p>Pessoas negras tem número menor de anos de estudo do que pessoas brancas (4-2 anos para negros e 6-2 anos para brancos) na faixa etátia de 14 a 15 anos, o índice de pessoas negras não alfabetizadas é 12% maior do que de pessoas brancas na mesma situação, cerca de 15% das crianças brancas entre 10 e 14 anos encontra-se no mercado de trabalho, enquanto 45% das crianças negras na mesma faixa etária vivem nessa situação.  </p><p>O Governo Federal, a partir da eleição do Presidente Luís Inácio Lula da Silva, passou a redefenir o papel do Estado como propulsor das transformações sociais, reconhecendo as disparidades entre brancos e negros em nossa sociedade e a necessidade de intervir de forma positiva, assumindo o compromisso de eliminar a desigualdade social.  </p><p>• Estabelecer parcerias como do SEPPIR (Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial) com o MEC;  </p><p>• A duvulgação e produção de conhecimentos, atitudes, posturas e valores que eduquem cidadãos orgulhosos de sua herança étnico-racial;  </p><p>• Políticas de ações afirmativas, ou seja, conjuntos de ações políticas dirigidas a correção de desigualdades raciais</p><p> e sociais.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-18 15:23:46 UTC</pubDate>
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         <title>Perguntas do grupo 4</title>
         <author>joycedasilva271101</author>
         <link>https://padlet.com/joycedasilva271101/xhe1wvahimk6xiwu/wish/3494794498</link>
         <description><![CDATA[<p>  </p><p>4A- QUAIS OS SENTIDOS DE RAÇA SÃO EXPLORADOS NO DOCUMENTO? COMO OS SENTIDOS DE RAÇA FORAM RESSIGNIFICADOS PELO MOVIMENTO NEGRO?  </p><p>  </p><p>O documento destaca que entende-se raça a construção social forjada nas tensas relações entre brancos e negros, muitas vezes simuladas como harmoniosas, não possuino nada a ver com o conceito biológico de raça cunhado no século XVIII e hoje amplamente superado. O termo raça é utilizado regularmente nas relações sociais brasileiras para informar como características físicas interferem e até mesmo definem o destino e o lugar social dos sujeitos no interior da sociedade.  </p><p>O termo “negro” foi históricamente atribuído a um imaginário negativo a todo povo que deriva de uma diferente visão de mundo, valores e princípios pré-coloniais. Foi utilizado de forma pejorativa pelos senhores a designar escravizados e o uso se deriva até hoje, porém, o movimento negro atribui um sentido político e positivoque realça ancestralidade e potencializa suas raízes. Motes dos anos 70, 80 e 90 como: “Negro é lindo!”, “Negra, cor da raça brasileira”, “Negro que te quero negro”, “100% negro” exemplificam esse fenômeno.  </p><p>  </p><p>4B- QUAIS SÃO OS PRINCÍPIOS DIRECIONADORES DE UMA REEDUCAÇÃO PARA AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS NO BRASIL ORIENTADOS PELAS DIRETRIZES?  </p><p>  </p><p>“Para reeducar as étnico-raciais no Brasil, é necessário fazer emergir as dores e medos que têm sido gerados. É preciso entender que o sucesso de uns tem o preço da marginalização e da desigualdade impostas a outros.”  </p><p>Os princípios propõe a compreensão da pluralidade étnico-cultural, valorizando a história africana e afro-brasileira, superando diferenças e combatendo o colonialismo e a ideologia da branquitude. Evidenciando suas consequências e injustiças direcionadas à população negra, povos indígenas e classes populares.  </p><p>Com o desenvolvimento de um currículo que não se baseie em preconceitos, promovendo o diálogo com a comunidade para o entendimento das diferenças. Destaca-se a importância de análises críticas e questionamentos para a construção de uma sociedade mais justa e igua</p><p>litária.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-18 15:24:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/joycedasilva271101/xhe1wvahimk6xiwu/wish/3494794498</guid>
      </item>
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         <title>Perguntas do grupo 5</title>
         <author>joycedasilva271101</author>
         <link>https://padlet.com/joycedasilva271101/xhe1wvahimk6xiwu/wish/3494799582</link>
         <description><![CDATA[<p>  </p><p>Perguntas 5:  </p><p>  </p><p>A)Para empreender uma educação antirracissta é necessário colocar em práticas pedagógicas antirracissta e que alguns equívocos sejam desconstruídos.Que equívocos são esses apontados no documento?  </p><p>  </p><p>●	Para empreender a construção dessas pedagogias é fundamental que se desfaçam alguns equívocos. Um deles diz respeito à preocupação de professores no sentido de designar ou não seus alunos negros como negros ou como pretos, sem ofensas.  </p><p>  </p><p>●	Outro equívoco a enfrentar é a afirmação de que os negros se discriminam entre si e que são racistas também.   </p><p>  </p><p>●	Mais um equívoco a superar é a crença de que a discussão sobre a questão racial se limita ao Movimento Negro e a estudiosos do tema e não à escola.  </p><p>  </p><p>●	Outro equívoco a esclarecer é de que o racismo, o mito da democracia racial e a ideologia do branqueamento só atingem os negros.   </p><p>  </p><p>B)Quais as contribuições que as contribuições que as pedagógicas de combate ao racismo e a discriminação que objetificam uma educação para as relações éticos raciais podem proporcionar aos sujeitos?  </p><p>  </p><p>●	Igualdade básica de pessoas humana como sujeito de direitos;  </p><p>  </p><p>●	Compreensão social da diversidade que constitui a nação e sua história;  </p><p>  </p><p>●	Desconstrução crítica que objetiva eliminar comportamentos racistas;  </p><p>  </p><p>●	Afirmação de identidade após uma historicidade negada ao apagada;  </p><p>  </p><p>●	Combate a privação e violação de direitos;  </p><p>  </p><p>●	Fortalecer e despertar </p><p>a consciência negra;  </p><p>  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-18 15:30:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/joycedasilva271101/xhe1wvahimk6xiwu/wish/3494799582</guid>
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         <title>Perguntas do meu grupo.</title>
         <author>joycedasilva271101</author>
         <link>https://padlet.com/joycedasilva271101/xhe1wvahimk6xiwu/wish/3494800494</link>
         <description><![CDATA[<p>LUIZ Gama  </p><p>6A- DE QUE MANEIRA A OBRIGATORIEDADE DA INCLUSÃO DE HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA NOS CURRÍCULOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA PODE REPERCUTIR NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES?  </p><p>A obrigatoriedade da inclusão desses conteúdos provoca mudanças profundas na formação docente, tanto inicial quanto continuada. Os professores precisarão:  </p><p>Ampliar seus conhecimentos históricos, culturais e sociais sobre as contribuições dos povos africanos e afro-brasileiros;  </p><p>Desenvolver competências pedagógicas para lidar com a diversidade étnico-racial, promovendo o respeito e a valorização da identidade negra;  </p><p>Revisar práticas e materiais didáticos para evitar estereótipos e preconceitos;  </p><p>Ter formação específica sobre temas como racismo, etnia, identidade, ancestralidade, diversidade cultural e desigualdades sociais, para abordar esses temas com responsabilidade e criticidade;  </p><p>Adquirir sensibilidade para identificar e enfrentar práticas racistas no ambiente escolar, criando espaços inclusivos e acolhedores para todos os estudantes.  </p><p>Assim, a formação de professores deve ser repensada para incluir uma perspectiva antirracista, plural e comprometida com os direitos humanos e a justiça social.  </p><p>6B-QUAIS SÃO AS RESPONSABILIDADES DOS SISTEMAS DE ENSINO, MANTENEDORAS, COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA DAS ESCOLAS E PROFESSORES PARA QUE SE EFETIVEM ESSAS DIRETRIZES?  </p><p>•Assim sendo, sistemas de ensino e estabelecimentos converterão as demandas dos afro-brasileiros em políticas públicas de Estado ou institucionais, ao tomarem decisões e iniciativas com vistas a reparações, reconhecimento e valorização da história e cultura dos afro-brasileiros. Medidas que sejam compartilhadas pelos sistemas de ensino, estabelecimentos, processos de formação de professores, comunidade, professores, alunos e seus pais. (P.13)  </p><p>•Todos os alunos negros e não negros,bem como seus professores,precisam sentir-se valorizados e apoiados.Dependem também,de maneira decisiva,da reeducação das relações entre brancos e negros dependem ainda,de trabalho em conjunto,de articulação entre processos educativos escolares,políticas públicas,movimentos sociais,isto que as mudanças com étnicas,culturais pedagógicas e políticas nas relações étnicos raciais não se limitam a escola.(P.13)  </p><p>•A autonomia dos estabelecimentos de ensino para compor os projetos pedagógicos permite que se valham da colaboração das comunidades a que a escola serve, do apoio do Movimento Negro, com os quais estabelecerão canais de comunicação, incluir nas vivências promovidas pela escola, inclusive em conteúdos de disciplinas, as temáticas em questão. Caberá, aos sistemas de ensino, às mantenedoras, à coordenação pedagógica dos estabelecimentos de ensino e aos professores, estabelecer conteúdos de ensino, unidades de estudos, projetos e programas, abrangendo os diferentes componentes curriculares. Caberá aos administradores dos sistemas de ensino e das mantenedoras prover as escolas, seus professores e alunos de material bibliográfico e de outros materiais didáticos, além de acompanhar os trabalhos desenvolvidos, a fim de evitar que questões tão complexas sejam abordadas de maneira resumida, incompleta, com erros. (P.17/18)  </p><p>6C- QUAIS OS PRINCÍPIOS DE BASE FILOSÓFICA E PEDAGÓGICA DEVEM  </p><p>SERVIR COMO REFERÊNCIA PARA CONDUZIR AS AÇÕES DOS SISTEMAS DE ENSINO, DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES E DOS PROFESSORES? FAÇA UM BREVE RESUMO DESSES PRINCÍPIOS. Ações Educativas de Combate ao Racismo e à Discriminação   </p><p> 	•Conexão com a vida dos alunos e professores:  </p><p>As atividades educativas devem se relacionar com as experiências cotidianas dos estudantes e docentes, respeitando suas histórias e vivências pessoais e coletivas.  </p><p> 	•Crítica e correção de representações negativas:  </p><p>É necessário revisar materiais didáticos e currículos para eliminar estereótipos, imagens distorcidas e conteúdos racistas, substituindo-os por abordagens que valorizem a diversidade.  </p><p> 	•Participação da comunidade e dos movimentos sociais:  </p><p>Projetos pedagógicos devem incluir a participação de grupos do Movimento Negro, comunidades locais e instituições culturais negras, garantindo representatividade e diálogo com o território onde a escola está inserida.  </p><p> 	•Valorização da cultura afro-brasileira:  </p><p>A oralidade, a corporeidade (como a dança e os gestos), a arte e a religiosidade de matriz africana devem ser reconhecidas como saberes válidos e importantes no espaço escolar.  </p><p> 	•Educação patrimonial:  </p><p>Incentivo ao conhecimento, preservação e difusão do patrimônio cultural afro-brasileiro, como forma de resistência, memória e construção identitária.  </p><p> 	•Promoção de relações étnico-raciais positivas:  </p><p>Estímulo ao diálogo, ao respeito, à escuta e à convivência entre diferentes grupos étnico-raciais, valorizando a diversidade e enfrentando situações de preconceito com responsabilidade coletiva.  </p><p> 	•Construção de sentidos inclusivos:  </p><p>Mostrar a contribuição de diversos povos na formação da identidade brasileira, promovendo o reconhecimento dos vínculos históricos e culturais entre gr</p><p>upos sociais distintos.  </p><p>  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-18 15:32:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/joycedasilva271101/xhe1wvahimk6xiwu/wish/3494800494</guid>
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