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      <title>Mitos by Anísia Neta</title>
      <link>https://padlet.com/anyneta/xh4x0vjnucnbj8jc</link>
      <description>Cada grupo escolhe um mito para ser lido e interpretado a fim de compreendermos a cosmovisão do povo a respeito do tema do mito e qual relação de aproximação ou distanciamento pode ser feito com os dias de hoje. Acrescente uma imagem que represente o mito.
1. Mito grego
2. Mito hebraico
3. Mito Tupi-guarani
4. Mito Iorubá
5. Mito pré-colombiano
6. Mito Oriental / Iorubá</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-15 02:00:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Mitologia Tupi-Guarani - Grupo 3 </title>
         <author>mmunizoficial</author>
         <link>https://padlet.com/anyneta/xh4x0vjnucnbj8jc/wish/1868184055</link>
         <description><![CDATA[<div>Em toda a mitologia Tupi-Guarani, vemos uma grande valorização da natureza, já que a maioria dos deuses é, de certa forma, uma inspiração em algum aspecto da natureza, em especial Caaporã, o protetor de todas as formas de vida. Nesse mito, quando a Caipora sente a presença de caçadores na floresta com a intenção de matar animais, ela solta uivos e gritos assustando esses homens,&nbsp; protegendo as matas.&nbsp;<br>Mitos, em geral, são representações simbólicas importantes, que em virtude de um mundo ainda desconhecido, necessita ser explicado para dar sentido à vida de uma sociedade. O mito Tupi-Guarani, assim como tantos outros, surge como meio de explicação dos eventos ainda desconhecidos, inventando um mundo imaginário, simbólico e mágico, com a finalidade de contribuir com o equilíbrio emocional e psicológico do ser humano. Os deuses dessa mitologia, são deuses inspirados na natureza, já que para os Tupi-guarani a natureza é o bem mais precioso que há, os deuses são baseados em uma cosmovisão que valorizava a natureza. Levando assim, a uma preservação maior do meio em que viviam. Em comparação com os dias atuais, vemos um certo distanciamento com esses mitos, nos dias atuais, não é vista uma valorização do meio ambiente, não há cuidado com o mesmo. São poucas as pessoas que de fato se preocupam com o meio ambiente, por mais preocupante que pareça parecemos nos cegar para os dados alarmantes apresentados a nós todos os dias. Sinais esses, que só está sendo dado por conta da nossa danosa ação na natureza. Acho que precisamos de uma caipora da era moderna, para proteger nossas matas de nós mesmos, uma caipora que uive e grite, gritos ensurdecedor, que afaste todos os que tem más intenções. O distanciamento do mito Tupi com os dias atuais é notório e alarmante.<br><br><br><br>-Mateus&nbsp;<br>-Dandara<br>-Vinicio<br>-Suelen<br>-Isabela&nbsp;<br>-Pablo&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 18:19:00 UTC</pubDate>
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         <title>MITOLOGIA IORUBÁ- GRUPO 4</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anyneta/xh4x0vjnucnbj8jc/wish/1869803593</link>
         <description><![CDATA[<div>Em toda mitologia Iorubá existem várias divindades, exaltando a natureza como as águas, as selvas, as florestas, as montanhas, etc. <br>O <em>Olodumare</em> por ser o criador do mundo não aceitava oferendas, pois já tinham tudo o que precisava.<br>A nossa cosmovisão para os tempos de hoje, é que alguns dos rituais praticados por esses povos, muitas pessoas da nossa sociedade atual costumam fazer.<br><em>Oludumare</em> deixou a seguinte mensagem para nós: "Quando vocês se fixarem na terra, nunca esqueçam de seus deveres para com os seres humanos", portanto respeitar a terra que é mãe da nação é a aproximação muito relevante.<br>Foi utilizado o barro com água das fontes para a criação de figuras idênticas ao ser humano, algumas ficaram tortas e sem formas, porém ele não desistiu. <br>Para dar a vida a seres inanimados houve a transformação em seres com sangue, carne e nervos para habitar na terra. Quando o efeito do vinho passou ele percebeu que os seres estavam bem&nbsp; deformados e<em> Olodumare</em> ficou triste&nbsp; e disse que do vinho da palma ele nunca mais beberia.<br>Com relação a bebida eles tomavam o vinho, mas passou a ser proibido. E o elo com nossa sociedade, é que não temos essa proibição severa para o uso dessa bebida, visto que ela traz insegurança e que se toda ética fosse respeitada seria melhor.<br><strong>Link de mitos iorubá:<br></strong>https://memoria.ebc.com.br/infantil/voce-sabia/2015/10/conheca-origem-do-mundo-segundo-crenca-ioruba#:~:text=De%20acordo%20com%20a%20cren%C3%A7a,Terra%2C%20chamada%20de%20Il%C3%AA%20Aiy%C3%AA<br>https://segredosdomundo.r7.com/mitologia-ioruba/#:~:text=A%20mitologia%20iorub%C3%A1%2C%20composta%20por,origem%20africana%2C%20como%20o%20candombl%C3%A9.&amp;text=Por%20exemplo%2C%20a%20mitologia%20iorub%C3%A1,em%20uma%20das%20religi%C3%B5es%20africanas<br><strong>Discentes:&nbsp;</strong></div><ul><li>Cibele da Silva;&nbsp;</li><li>Grace Kelly;&nbsp;</li><li>Isabelle de Andrade; &nbsp;</li><li>Náthaly Vitória.</li></ul><div>2° ano A.<br><strong>Docente orientador:</strong>&nbsp;</div><ul><li>Anísia Neta.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 12:24:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mitologia Grega - Grupo 1</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Resumo do mito grego Orfeu e Eurídice</strong></div><div><br></div><div>O mito conta a história de Orfeu, filho do deus da música e Eurídice, um casal que após terem se apaixonado, resolveram se casar.</div><div>Eurídice era tão atraente, que&nbsp; despertou interesse em Aristeu, sentimento tão forte que mesmo sendo rejeitado, inconformado ele começa a persegui-la. Na tentativa de fugir de seu perseguidor ela tropeça em uma serpente e é picada, momento depois sob efeito do veneno que o animal deixa em seu sangue, ela vem a falecer.</div><div>Após a notícia da morte da sua amada, Orfeu entra em desespero e não consegue aceitar tamanha tragédia, então, pensando em possibilidades para recuperar sua esposa, ele resolve ir até ao submundo para trazê-la de volta. Hades, o deus do mundo dos mortos fica indignado com a chegada de um humano em seu território, porém, é comovido com uma enfeitiçante música tocada por Orfeu, e com incentivo da deusa Perséfone, ele dá permissão ao músico para trazer Eurídice de volta a vida, mas sob a condição de que ele só poderia levá-la, se só olhasse para a face de sua amada quando vissem a luz do sol.</div><div>Foi uma longa caminhada, mas quando estavam a findar esta jornada, Orfeu por medo de ter sido enganado por Hades, permite que sua insegurança fale mais alto que sua determinação, e olha para trás quebrando o acordo feito. Agora tudo que lhe resta de sua amada é o grito final e agoniante de amor e pena se transformando em um suspiro em brisa que volta ao mundo dos mortos para sempre.</div><div>Com o passar do tempo, sua angústia é tanta que ele se transforma em uma pessoa amarga, passando a rejeitar todas as moças que dele se aproximavam, exaustas e de corações partidos por não conseguirem conquistá-lo, resolvem tirar a vida de Orfeu, que vai para o mundo dos mortos e reencontra Eurídice.</div><div><br></div><div><strong>COSMOVISÃO</strong></div><div><br></div><div>A cosmovisão que o mito grego Orfeu e Eurídice passa é sobre que o amor é maior que tudo, ele enfrenta qualquer coisa para trazer a sua amada de volta, ele vai até o submundo para encontrá-la. A luta pelo amor é umas das coisas mais importante para eles. Trazendo para a realidade em que os romances raramente são assim, as pessoas são mais rasas e são poucas as que amam intensamente, vivemos em um mundo onde almejamos por um amor como o de Orfeu e Eurídice, puro e verdadeiro, mas infelizmente só o encontramos de forma escassa e fria.</div><div>Esse mito também nos mostra outra cosmovisão, a problemática da inveja, o que é uma questão que participa da nossa realidade, já que a maioria dos casos de crime acontecem devido a esse desejo de ter tudo o que não lhe pertence.&nbsp; O ser humano está acostumado a ter o que quer e se não tiver, ninguém mais pode ter. E tudo isso está presente no mito do casal quando fala de Aristeu e as moças que não conseguiram conquistar o coração de Orfeu.</div><div><br></div><div><strong>Alunas: Aene Caroline Alves Pereira</strong></div><div><strong>Ester da Conceição de Brito</strong></div><div><strong>Fernanda Vasconcelos dos Santos&nbsp;</strong></div><div><strong>Graziele de Morais Almeida</strong></div><div><strong>Juliana de Queiroz Costa</strong></div><div><strong>Maria Eduarda Silva Souza</strong></div><div><br></div><div><strong>2° ano B</strong></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 15:01:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mitologia Iorubá </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A mitologia iorubá envolve toda a visão de mundo e as religiões dos iorubás, sendo da África (principalmente Nigéria e República do Benin) e do Novo Mundo. Dessa forma, essa crença influenciou o nascimento de várias outras religiões, como a Santería, em Cuba, e o Candomblé, no Brasil. Em suma, essas crenças se baseiam na vida em harmonia e em comunidade. Além disso, não há separação entre homens e animais, onde os próprios animais agem como humanos. E, a solidariedade e a prosperidade vêm do trabalho no campo.<br>&nbsp; &nbsp; A princípio, na mitologia iorubá, o deus supremo é denominado de Olorun, ou Olodumare. Ademais, ele não aceita oferendas, pois tudo que pode ser ofertado a ele já lhe pertence. Isto é, ele ocupa o lugar de criador de tudo aquilo que existe em todos os nove espaços do Orun. Logo, ele criou o mundo, todas as águas e terras, todos os filhos das águas e do seio das terras. Além disso, desenvolveu as plantas e animais de todas as cores e tamanhos. Por fim, ordenou que Oxalá criasse o homem.<br><br>Integrantes:<br>Stéfany santos&nbsp;<br>Nalanda de Araújo<br>Pablo cazumba<br>Maxwellder da conceição<br>&nbsp;<br>TURMA B<br>GRUPO 6<br>&nbsp;<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-08 20:24:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mito tupi-guarani GRUPO 3</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Mito tupi guarani</div><div><br></div><div>Os povos indígenas olham e admiram&nbsp; muito a natureza, eles tinham a própria astronomia definiam tempo de colheita,duração de marés e tempo de&nbsp; chuva.A atividade de astronomia serviu para determinar regras a respeito de caça,pesca e agricultura.Observavam fenômenos como estações do ano e fases da lua.Acreditavam também em um deus do sol (Guaraci) e em uma deusa da lua (Jaci). O deus do sol seria o criador de todos os seres vivos (devido ao sol ser importante nos processos biológicos na natureza) e Jaci seria a rainha da noite e dos homens. Segundo a lenda, ela teria sido esposa de Tupã.</div><div>&nbsp;A ligação com a mitologia guarani com os dias de hoje, é como a deusa Jaci é só vista como objeto sexual, retratando o machismo. Ela é uma grande protetora dos amantes e da reprodução, um de seus papéis é despertar a saudade no coração dos guerreiros e caçadores. Enquanto o Tupã é visto como o auxiliador para a tribo, além de ensinar aos homens a agricultura, o artesanato e a caça, concedeu aos pajés o conhecimento das plantas medicinais e dos rituais mágicos de cura.Ainda hoje existem também pessoas que observam assim como os indígenas a natureza,o céu,a maneira como os fenômenos se comportam e podem definir assim estações de ano,tempos de chuvas,fases da lua e etc..</div><div><br></div><div>Já a relação do mito tupi guarani com o livro "ideias para adiar o fim do mundo " é que o livro foi escrito por um autor indígena , e tem participações de outros povos da mesma cultura , o mito tupi guarani fala dos mesmos povos . No livro fala muito sobre religião e cultura dos índios ,que tem haver com o mito tupi guarani .</div><div><br><br><br></div><div>Integrantes&nbsp;</div><div><br></div><div>Arielle Leite Nascimento</div><div>Anna Luíze Alves de Jesus</div><div>Maílla rosário dos santos&nbsp;</div><div>Deiseane dos santos Gonçalves</div><div><br></div><div>Turma 2° ano A</div><div>Curso : Alimentos&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-09 14:57:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mito Pré-Colombiano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anyneta/xh4x0vjnucnbj8jc/wish/1879236473</link>
         <description><![CDATA[<div>A história tem início quando <strong>Martim</strong>, português responsável por defender o território brasileiro de outros invasores europeus, <strong>perde-se na mata</strong>, em localidade que hoje corresponde ao litoral do Ceará. Iracema, índia tabajara que então repousava entre as árvores, assusta-se com a chegada do estranho, e dispara uma flecha contra Martim. Ele não reage à agressão por ter sido alvejado por uma mulher, e <strong>Iracema entende que feriu um inocente</strong>.</div><div>Em <strong>pacto de paz</strong>, Iracema leva o estrangeiro ferido para sua aldeia e para ter com seu pai, Araquém, o pajé da tribo. Martim é recebido com grande hospitalidade, mas sua chegada não agrada a todos: Irapuã, guerreiro tabajara apaixonado por Iracema, é o primeiro a desagradar-se.</div><div>Durante sua estadia na aldeia, <strong>Iracema e Martim aproximam-se</strong> e floresce, entre os dois, <strong>forte atração</strong>. Contudo, Iracema tem um papel importante na tribo: é uma virgem consagrada a Tupã, guardadora do segredo da jurema, um licor sagrado, que levava ao êxtase os índios tabajaras.</div><div>Entre festejos e batalhas com outras tribos — entre elas, a dos pitiguaras, aliados de Martim — Iracema e o estrangeiro português envolvem-se amorosamente, e <strong>a índia quebra o voto de castidade</strong>, o que significa uma condenação à morte. Martim, por sua vez, também é perseguido: Irapuã e seus homens querem beber seu sangue. A aliança com os pitiguaras torna-o um inimigo ainda mais indesejado. Apaixonados, Iracema e Martim <strong>precisam fugir da aldeia tabajara</strong> antes que a tribo perceba que a virgem rompeu o voto de castidade. Juntam-se a Poti, índio pitiguara, a quem Martim tratava como irmão. Quando os tabajaras percebem a fuga, partem em perseguição aos amantes liderada por Irapuã e Caiubi, o irmão de Iracema.</div><div>Acabam por encontrar a tribo pitiguara, e uma sangrenta batalha é travada. Caiubi e Irapuã agridem violentamente Martin, e Iracema avança com ferocidade contra os dois, ferindo-os gravemente. Prevendo a derrota, a tribo tabajara bate em retirada. O casal, então, refugia-se em uma praia deserta, onde Martim constrói uma cabana. <strong>Iracema passa muito tempo sozinha enquanto o amado fiscaliza as costas</strong>, em expedições a mando do governo português. Martim é constantemente tomado pela melancolia e nostalgia de sua terra natal, o que entristece Iracema, que passa a pensar que sua morte seria, para ele, uma libertação. Não muito tempo depois, <strong>Iracema descobre-se grávida</strong>, mas Martim precisa partir para defender, junto a Poti, a tribo pitiguara, que está sob ataque. Iracema <strong>acaba tendo o filho sozinha</strong>, e batiza a criança de Moacir, o nascido de seu sofrimento. Ferida pelo parto e pela tristeza profunda, o leite de Iracema seca; Martim chega a tempo de Iracema entregar-lhe a criança e falecer logo em seguida.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Interpretação<br><br></div><div><br>O amor que Iracema possuía por Martim, que a fez abandonar sua tribo e a sua família, é uma clara referência a <strong>submissão do índio ao colonizador português.</strong> Há quem diga que o nome <strong>Iracema</strong> é um anagrama para a palavra <strong>América</strong>. Ao final, Martim, que sentia muitas saudades de sua terra, retorna ao velho continente com seu cão e seu filho, o primeiro luso-brasileiro. Assim, o amor de Iracema e de Martim significa a <strong>junção de dois mundos</strong>. Martim é o velho mundo, representado pela<strong> Europa</strong>, e Iracema, o <strong>mundo selvagem</strong>, como indígena. Já seu filho, Moacir, é a representação de um <strong>novo mundo</strong>, a América.<br><br></div><div><strong>Sobre o autor<br></strong><br></div><div>Iracema foi uma obra <strong>escrita e publicada em 1865</strong>, pelo escritor romântico cearense, José de Alencar.&nbsp; A obra se situa em um período<strong> indianista</strong>, compondo a tríade dos livros de maior exemplo desse período, além de <em>O Guarani</em> e <em>Ubirajara, </em>ambos de José de Alencar<em>.&nbsp;<br></em><br></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Contexto histórico</strong></div><div>Escrito nos anos finais da primeira geração do romantismo brasileiro, <em>Iracema</em> é obra inspirada por forte <strong>nacionalismo</strong>, que caracteriza essas produções românticas. À época, o Brasil era uma nação recém-independente de Portugal, fato que direcionava artistas de diversos gêneros a pensarem e construírem uma ideia de <strong>identidade cultural</strong>, de origem nacional, do que significa <strong>ser brasileiro</strong>.</div><div>A narrativa de <em>Iracema</em> passa-se no século XVII (entre 1603 e 1611), remontando aos anos da chegada dos portugueses ao continente sul-americano. Entretanto, trata-se de uma <strong>idealização da figura do índio</strong>, bem como do traumático processo colonial. A invasão portuguesa não despertou grandes paixões dos povos originários pelos homens europeus, como retrata a narrativa. Pelo contrário: os portugueses trouxeram consigo doenças, guerras territoriais, escravidão e estupro de indígenas, além do grande genocídio das populações que habitavam o território brasileiro.<br><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Associação com os conteúdos<br></strong><br></div><div><strong>Mito MANCO CAPAC</strong> e <strong>MAMA OCLLO e Iracema de José de Alencar<br></strong><br></div><div>Enquano o mito narra de acordo a perspectiva Inca a história de suas origens, a &nbsp; narrativa&nbsp; de José de Alencar apropria-se&nbsp; de uma história de amor para simbolizar o surgimento do povo brasileiro. A indígena representa a América virgem (seu nome é um anagrama da palavra américa); Martim representa a Europa colonizadora. Da união do índio nativo americano com o colonizador branco europeu nasce o povo brasileiro, representado pelo filho Moacir. Uma narrativa que mistura aventuras épicas com lirismo poético na criação do mito heroico do nascimento do povo brasileiro. Iracema representa a <strong>indígena submissa à cultura europeia</strong>,enquanto que o mito de <strong>MANCO CAPAC</strong> e <strong>MAMA OCLLO,relaciona o ser inca com o ser parte de uma gênese "superior" de pessoas</strong>, o que era uma forma de justificar, mitologicamente, o papel privilegiado que os representantes incas ocupavam nas sociedades que lhes eram submetidas depois da formação do Império Inca, sendo sempre um Inca o líder dos povoados.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div><div>&nbsp;<br>Alunos 2A:<br>Davi Silva<br>Emile Rabelo<br>Maria Clara</div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-09 19:04:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mito Oriental Segyeong Bonpuri(Hangul: 세경 본 풀이) é um mito sobre Jacheongbi, a deusa da terra e do amor. &quot;Ja-cheong&quot; se traduz em &quot;quer para si mesmo&quot;. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anyneta/xh4x0vjnucnbj8jc/wish/1879305085</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Segyeong Bonpuri é um mito sobre Jacheongbi,&nbsp;a deusa da terra e do amor.&nbsp;Isso se refere à independência,&nbsp;autoconfiança e forte vontade de Jacheongbi de fazer o que for necessário para atingir um objetivo.&nbsp;Jacheongbi aceita isso sabendo que o marido vai voltar para&nbsp; ela.&nbsp;Infelizmente,&nbsp;Jacheongbi está errado quando seu marido,&nbsp;com o tempo,&nbsp;esquece-se dela e nunca mais volta.&nbsp;Tendo se cansado de esperar por ele,&nbsp;Jacheongbi sai em busca de Mun com seu servo Jeongsunam.<br>O mito sobre jacheongbi retrata que a mulher deve fazer o que for pedido&nbsp; pelo deuses&nbsp; para que prove o amor pelo seu filho e quem não faz o que é pedido e condenada a morre de fome e apelidada nesses dois ponto da minha visão as mulheres são subimissa e desvalorizadas. Alem disso Acontece violência com a jacheongbi mais ela acaba sendo mais agil e inteligente e acaba tendo o que ela&nbsp; quer e também suas terras que irão Ajudar o povo. No final a mulher sempre consegue ter suas conquistas. por que pra mulher conquistar tudo precisar arrisca a vida&nbsp; mesmo sabendo que pode morrer ou perder tudo. Atualmente ,sim existem mulheres que lutam pelo seu amor,mas não com desafios de andar em faca,sobre espinhos e etc. Existem casos absurdos mais não desse tipo,O mito tbm retrata como os pais tinha um certo poder sobre o filho ,de decidir até com quem ela irá se casar.<br><br><br>Alunos:<br>Paula karoline&nbsp;<br>Camila Vitória&nbsp;<br>Regina raiane&nbsp;<br>Guilherme&nbsp;<br>2°ano A</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-09 19:33:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mito Grego (Rei Midas - O toque de ouro)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Midas era rei da Frígia e filho do camponês Gordío. Ele herdou a realeza do seu pai, pois foi escolhido pelo povo local, que entendia a chegada de Gordío como se uma profecia de um oráculo estivesse se realizando.A profecia dizia que o rei da Frígia chegaria em uma carroça e, enquanto a população estava discutindo sobre este destino, chegou Górdio com a mulher e o filho em uma carroça. Após a morte de Gordío, Midas tornou-se rei.<br>&nbsp; &nbsp; Em um certo dia, Midas recebeu a visita de alguns camponeses que levaram a ele um velho, bêbado e perdido, que encontraram em um dos caminhos do reino. Midas reconheceu o velho: era Sileno, mestre e pai de criação de Baco. Midas cuidou de Sileno e o levou a Baco. O deus da vinha e do vinho, muito benevolente, concedeu um pedido a Midas. Este, sem refletir muito, pediu o dom de transformar em ouro tudo o que por ele fosse tocado. Mesmo percebendo a ÂNSIA GANANCIOSA de Midas, Baco realizou o pedido.<br>&nbsp; &nbsp; O rei Midas voltou para casa feliz e também surpreso com a capacidade por ele adquirida. Transformou várias coisas em ouro pelo caminho: pedras, folhagens, frutos... Ao chegar a sua casa, ordenou aos criados que servissem a ele um banquete. Ao tocar no pão, este foi transformado em ouro. Porém, ao pegar a taça de vinho e tocar com seus lábios na bebida, esta se transformou em ouro líquido. Midas ficou desesperado ao perceber que jamais poderia se alimentar novamente. Sua filha,vendo seu desespero tentou socorrê-lo e, ao tocá-lo, transformou-se em uma estátua de ouro.Mais desesperado ainda Midas orou a Baco, pedindo que este o livrasse daquilo que, na verdade, era uma maldição. Baco consentiu e disse a Midas que deveria se banhar na fonte do rio Pactolo para que pudesse se lavar do castigo. Ao se lavar, Midas passou às águas do rio o poder de tudo transformar em ouro, sendo que a areia do Pactolo se tornou dourada.<br>&nbsp; &nbsp; Arrependido de sua ganância, Midas voltou aos campos, passando a morar longe das cidades.<br>&nbsp; &nbsp; Os mitos gregos serviram de base para a educação, formação e visão de mundo que o homem grego arcaíco possuía. Os mitos utilizam conceitos importantes como harmonia, proporção e questionamentos a respeito dos príncipios, das causas e do porquê das coisas. Embora todas essas instâncias apresentavam-se como tal, os mitos não deixaram de lado o caráter mágico, fictício e fabular.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Como todo mito da Antiguidade Clássica, o objetivo com a difusão das peripécias de Midas era lançar luz sobre a ganância humana. O mito passava a mensagem que o poder e a riqueza não são os maiores bens de uma pessoa, pois em excesso prejudicam.<br><br>Grupo 1: *Mito grego*&nbsp;<br>Mito escolhido: *Rei Midas*<br>Alunos:&nbsp;<br>&nbsp;*Alice*&nbsp;<br>&nbsp;*Ariele*&nbsp;<br>&nbsp;*Gabriel*&nbsp;<br>&nbsp;*Gilmar*&nbsp;<br>&nbsp;*Hosana*<br><br>Referências<br>Versão que usamos: https://www.google.com/amp/s/m.historiadomundo.com.br/amp/grega/mito-do-rei-midas.htm<br><br>Versão alternativa: http://www.olimpvs.net/index.php/mitologia/o-mito-de-midas/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-10 01:31:22 UTC</pubDate>
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         <title>Mito Hebraico - A arca de Noé</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Segundo a bíblia, Deus escolheu Noé para construir um enorme barco, uma arca, para escapar de uma destruição no mundo que ocorreria através de uma grande inundação. Os seres humanos tinham se multiplicado muito, mas a maioria não era boa de coração. Então segundo a história, Deus convocou Noé para que ele construisse uma arca e colocasse um casal de cada animal existente no mundo, para que sobrevivam ao dilúvio e pudessem repovoar a terra. Além disso, como Noé era um homem de bom coração, Deus disse para que ele e sua esposa entrassem na arca para repovoar o planeta terra quando a inundação passasse. Eai então aconteceu o enorme dilúvio que durou 40 dias e o barco foi parar nas montanhas, entretanto a terra demorou muito mais para secar e eles só puderam descer e repovoar o planeta após 370 dias.<br>O primeiro ponto a ser levado em consideração é que as histórias contadas na bíblia são mitos e alegorias. Entretanto o ser humano moderno se “divorciou” do simbolismobe de uma visão poética para a lógica da realidade, ou seja, a humanidade não se importa em desenvolver complexidade e preferem receber um conhecimento pronto de outra pessoa ao invés de pensar. O que faz levarem os mitos e histórias bíblicas ao pé da letra como se fossem histórias documentais. Portanto se mudarmos nosso ponto de vista sobre os mitos, principalmente os bíblicos, teríamos diversas possibilidades de interpretações. E após pesquisas é possível descobrir que “A arca de Noé” não é uma história original da Bíblia, e que na verdade esse mesmo mito é encontrado em textos mesopotâmicos que datam 1750 a.c., e também no mito da inundação da suméria de Ziusudra, entre outros.<br>Desenvolver a nossa interpretação e enxergar essas histórias como ensinamentos simbólicos nos ajuda a interpretar a realidade de melhor forma e encontrar o significado de algumas situações ou problemas que ocorrem conosco no dia-a-dia. Na história de Noé encontrei uma interpretação muito interessante, a primeira esta na origem da palavra ARCA, que em latim significa caixa, recipiente para guardar, tesouro; e no grego significa princípio base. Ou seja, simbolicamente, a arca é uma caixa que guarda o tesouro divino. E coincidentemente, a palavra ARQUÉTIPO, que é um modelo primordial ou tesouro que guarda virtudes divinas, tem a mesma origem da palavra ARCA. E se repararmos na história Deus pede para que Noé construa um 'barco gigante' e coloque um casal de cada espécie animal, se buscarmos no xamanismo veremos que cada animal tem uma energia arquetípica, ou seja cada um possui uma virtude em sua imagem (ex: o leão representa a força, coragem e liderança). Logo é possível interpretar que Noé criou um baú para guardar as virtudes.<br><br><br>Grupo 2 : Franciele Dias, Thalita Tessarolo, Luigi Reis, Ana Clara Silva. <br>Turma : 2°B<br>Curso: Téc. em Alimentos<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-10 17:38:43 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 5 - Mito Pré-Colombiano </title>
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         <description><![CDATA[<div>_Mito pré- colombiano_<br>*Mitologia Maia*<br>🌎<br><br>O mundo era um oceano escuro, onde os deuses Kukulcán, Huracán e Tepeu viviam imersos. Eles deram forma à Terra, com vales e montanhas. Depois, vieram as plantas e os animais que não falavam nem louvavam os deuses. Por isso, foram condenados a se comerem uns aos outros.<br><br>O trio queria uma criatura que o adorasse. Fez um que cumpria isso, mas fracassou: o homem de barro derretia ou se quebrava em pedaços nos primeiros passos. Depois, fez um modelo mais forte, o homem de madeira. Mas eles o irritaram porque só louvavam a si próprios. Os deuses, irados, enviaram uma tempestade de lava que matou praticamente todos.<br><br>Misturando farinha de milho, água e sangue divino, o trio fez quatro homens, belos e capazes de demonstrar gratidão. Eram tão inteligentes quanto os deuses, o que os inquietou. Eles desceram uma nuvem sobre os olhos dos homens de milho, reduzindo sua sabedoria pela metade. Para compensar, deram a eles quatro mulheres. A humanidade descende dessa geração.<br><br>*Interpretação*<br><br>É possível notar semelhanças dessa mitologia maia com a crença cristã de que foi um ser que criou todas as coisas, no caso deles foram três deuses principais, já que eram bastante politeístas, mas no nosso caso foi apenas um Deus. Outra importante relação que tem com a religião cristã, é sobre a criação do primeiro humano no mundo, onde nesse mito fala que criaram um de barro, não deu certo, depois outro de madeira, só que o homem só queria adoração para si, então os "deuses" consumiram todos com fogo; E na religião cristã é bem parecido, pois Deus, o único, foi quem fez o primeiro homem, só que o povo da época faziam coisas que não eram agradáveis aos seus olhos, então Ele foi e consumiu toda a terra com o dilúvio, mas ficou uma família, que faziam o que era agradável aos seus olhos, e deu seguimento a toda humanidade.<br>Além disso, esse mito entrega uma explicação para o comportamento de plantas e animais que "foram condenados a se comerem uns aos outros" por não falarem e consequentemente não louvarem aos deuses. Os deuses queriam formar seres inteligentes e com alma, porém inferiores a eles e que os adorassem e fossem gratos.&nbsp;<br>Um dos principais fundamentos dos Maias é que tudo tem vida: os vales e montanhas, os lagos e o mar, o que há no céu e o que há na terra.&nbsp; Com esta origem e nesta vida que nos completa se fundamenta a Cosmovisão Maia de que tudo é sagrado. Portanto, a gratidão, o amor, o respeito e devoção são coisas muito presentes na cultura do povo Maia.<br><br>*Significado da imagem:*A imagem mostra essa criação da humanidade, além de animais e outros seres juntamente com um dos deuses chamado Kulkucán que é representado por uma cobra.<br><br><br><br>Alunos: Maria Eduarda Lisboa, Mariene Oliveira, Elen Bispo, Geovana Santos , Jonas Gonçalves, Rebeka Ribeiro<br>2°B</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-10 18:02:47 UTC</pubDate>
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         <title>Mito Iorubá - Grupo 4</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong><em>Mito Iorubá:</em></strong></li></ul><div>A mitologia iorubá é uma religião de origem africana que inspirou o candomblé no Brasil. Tem, em média, 400 deuses conhecidos como Orixás. Consiste na vida em harmonia e comunidade, sem diferença entre homens e animais, que agem iguais, como humanos. A solidariedade e a prosperidade vêm do trabalho no campo. Existe a crença à ancestralidade, onde é louvado a continuidade da vida. Não existe o “mal”, mas há consequências para as ações que não contribuem com o equilíbrio pessoal e a comunidade.<br><br></div><ul><li><strong><em>Mito Iorubá - Conflito entre o Céu e a Terra:</em></strong></li></ul><div>Fala sobre dois grandes amigos que viviam em harmonia, até que surge uma disputa entre eles.<br><br></div><div>Os amigos desmataram uma floresta à procura de animais do interesse de todos. Após a queimada, eles saíram vasculhando a floresta até que encontraram um roedor, e por isso, acabaram se desentendendo e discutindo para saber quem era o mais velho, assim, quem fosse ficaria com o roedor. Um dos amigos se revoltou e retornou para sua morada, mas não sem antes assegurar que todos iriam saber quem era o mais velho.<br><br></div><div>Depois disso já não havia mais chuva, colheitas e curas para doentes, os quais ficaram descrentes de sua fé. As mulheres não conseguiam engravidar e a fome espalhou-se.<br><br></div><div>Todos já não tinham paz, então buscaram os sacerdotes de Ifá para um auxílio sobre o que fazer.<br><br></div><div>Foi realizado um grande sacrifício, nele incluindo o Emò, o pivô da crise, como forma de reconhecimento definitivo da supremacia de Àjàlórun sobre todos os habitantes da Terra.<br><br></div><div>Como a oferenda deveria ser levada para ònin, Èsú soou seu gongo, convocando todos os animais, principalmente pássaros e a pessoa da região, reunindo-os no palácio de Àjàláiyé. Muitas aves tentaram levar a oferenda aos céus, mas, todas sem êxito, até que chega o abutre Igún. Igún se ofereceu para levar a oferenda, em troca cuidariam de sua mãe, que se encontrava doente; rejeitaram por sua aparência desajeitada, mas por falta de opções, logo aceitaram a proposta.<br><br></div><div>A mãe do abutre faleceu, e ele sumiu na imensidão do céu. Chegou ao céu, abriram os portões e ele foi de encontro a Àjàlórun. Igún suplica para que Àjàlórun aceite a sua própria submissão, o mesmo desdenha e leva o abutre para os fundos de seu palácio, mandou que arrancasse três pequenas cabaças, mas somente aquelas que permanecessem em silêncio, evitando as que pedissem para serem colhidas, e que, quando passasse o portão, quebrasse uma cabaça; quando se encontrasse no meio do caminho, quebrasse a segunda cabaça; e quando já estivesse perto do solo quebrasse a terceira cabaça.<br><br></div><div>Tudo que Àjàlórun ordenou foi feito e quando o abutre estava se aproximando da Terra, a chuva começou a cair, tão forte que os rios transbordaram e as pessoas abrigaram-se dentro de suas casas.<br><br></div><div>O abutre, devido à forte chuva, não conseguia distinguir as coisas, e pedia abrigo nas casas. Todos lhe negavam, e o machucaram, com uma pancada na cabeça. De tanto ser espancado a cabeça do abutre ficou pelada até hoje. Não tendo para onde ir, ele foi para o alto da árvore de Irókò e cobriu-se com as próprias asas até o romper do dia.<br><br></div><div>O abutre sentiu fome, à sua frente viu um corpo inchado, sem saber de quem se tratava, começou a comê-lo. O corpo de sua própria mãe, que havia sido jogada no lixo quando faleceu, por não receber um bom tratamento, por parte do povo.<br><br></div><div>Ao clarear o dia, os habitantes da Terra viram o abutre e começaram a o desejar boas-vindas. O abutre logo perguntou onde haviam colocado sua mãe. Logo, disseram que, como a mãe do abutre tinha um grande odor, arrastaram o corpo ao ar livre. Chegando até o lugar, o abutre percebeu que fora o cadáver de sua mãe que ele havia devorado. E declarou que, daquele dia em diante, a criança que não tiver provado sua mãe jamais seria útil na Terra. Então, as crianças recém-nascidas passaram a sugar o leite materno.<br><br></div><ul><li><strong><em>Interpretação:</em></strong></li></ul><div>O mito traz reflexões sobre a luta da Terra opostas à divindade, o espírito e a matéria, o bem e o mal, o sistema hierárquico de autoridade baseado no tempo de vida, a falta de chuva representou o poder da divindade, equilibrando e ordenando a Terra.<br><br></div><div>O abutre espancado ilustra um provérbio iorubá - "Oore nígún se i'ó fi pá iórí", que quer dizer "Por causa da bondade é que o abutre ficou com a cabeça pelada "], fazendo relação a que, em muitos casos, a bondade feita a uma pessoa pode criar problemas. E a relação do abutre devorando a sua mãe, por engano, é a alusão a figura da mãe como alimento eterno, mesmo depois de morta.<br><br><br></div><ul><li><strong><em>Grupo 4 / 2º Ano B, Alimentos</em></strong></li></ul><div>Bianca dos Santos Reis&nbsp;<br>Jamile Marques Silva&nbsp;<br>Júlia Matildes dos Santos Peixoto&nbsp;<br>Maria Eduarda Moura Borges&nbsp;<br>Nathália Santana Oliveira&nbsp;<br>Rodrigo Nascimento Oliveira&nbsp;<br>Stephane Loise Nery Carvalho<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-11 03:38:46 UTC</pubDate>
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