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      <title>Criação Musical by Eduarda Cristina Fernandes Ribeiro</title>
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      <description>Breno Luís, Eduarda Fernandes, Karina Keller e Larissa Primo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-03 00:17:45 UTC</pubDate>
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         <title>Preconceito Linguístico.</title>
         <author>llbidegain</author>
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         <description><![CDATA[<div>Existe um mito na qual acredita-se que exista uma unidade na língua portuguesa como se todos falassem iguais. De fato quase todos os brasileiros falam a Língua portuguesa, ressalve as comunidades tradicionais. Contudo basta uma breve viajem de ônibus para perceber que esta Língua portuguesa é fluída e viva. A charge&nbsp; a cima mostra que nem um mesmo&nbsp; alimento dependendo da região ou cultura tem o mesmo nome. E o que tem de homogêneo nisso ? Sem contar as inúmeras gírias que cada local possui. Mas já que todos falamos a mesma língua portuguesa não deveríamos falar igual ? Então quem são as pessoas que falam "diferentes" ? E diferentes do que... Norma culta ?&nbsp;<br>Ao não reconhecer&nbsp; o alto grau de diversidade e variabilidade estamos reproduzindo uma lógica desigual, em um pais marcado pela injustiça social. Quem tem acesso a educação, em um País na qual isso ainda&nbsp; é privilegio. Segundo pesquisas publicadas pela Agência Brasil em 2019, aproximadamente 1,1 milhão de crianças e adolescentes não tinham acesso a escola, numero este que só vem crescendo desde a pandemia.&nbsp;<br>Fazendo um pequeno adendo, quando estava lendo este texto remeteu ao mito da Democracia Racial como uma tentativa de silenciar as desigualdades e injustiças sociais enquanto ao mesmo tempo as reforça.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-07 17:17:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>karinakeller</author>
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         <description><![CDATA[<div>"As linguagens são muitas<br>E as trocas de conhecimento, mútuas<br>De gente de toda forma<br>Que não sabe escrever letra de forma<br><br><br>E tá tudo bem<br>Eles tem saberes a ensinar também&nbsp;<br>Saberes estes que não se restringem a escrever<br>E muito menos saber ler<br><br><br>A linguagem falada<br>Tem uma importância danada<br>A tal da norma culta<br>Exige o poder da escuta<br><br><br>O culto não é o que escreve certo<br>É o que se expressa da maneira correta<br>E quem tem preconceito, só lamento&nbsp;<br>Pois não é culto em nenhum momento"</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 23:07:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>karinakeller</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Diferentes lugares, distintas pessoas<br>O que em uma região é diferente de todas as outras<br>Singularidades, falas, culturas e ritos<br>Cuidado para não dizer que é errado aquilo que é lindo<br>Dessemelhança, variação, não é o que você pensa&nbsp;<br>Não falamos errado, apenas diferente e não trocado<br>Vixi, O ço, Porteira ou Abestado<br>São apenas palavras que não constam, no dicionário<br>E mesmo transbordando em significado ainda tem gente que diz que é errado<br>Eu digo que errado é aquele que se sente superior apenas por achar que engoliu o dicionário."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 23:08:21 UTC</pubDate>
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         <title>Psicologia Pedagógica, Capitulo 13- Vigotski </title>
         <author>karinakeller</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 02:47:19 UTC</pubDate>
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         <title>Medo e Ousadia - Paulo Freire</title>
         <author>karinakeller</author>
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         <pubDate>2022-05-10 03:08:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 23:05:29 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço e Cultura</title>
         <author>brenolcob</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pierre Bourdieu, importante sociólogo francês, possui uma importante contribuição para os estudos da sociologia da educação. O conceito de uma de suas teorias mais famosas é abordada intrinsecamente no Capítulo 6 do livro "Medo e Ousadia" de Paulo Freire e Ira Shor, "Como podem os educadores libertadores superar as diferenças de linguagem existentes entre eles e os alunos?", a teoria do Capital Cultural, definido pelo mesmo como a <strong>“familiaridade com a cultura legítima dentro de uma sociedade”</strong>. Toda pessoa possui cultura e está presente em um contexto específico e não se vê separado dele. Essa relação do ser, cultura e meio reverbera na escola quando pensamos nos processos de ensino-aprendizagem. No texto, Ira Shor diz que "Os professores são educados em universidades, onde eles aprendem uma linguagem culta, muito diferentes dos idiomas do povo", esse distanciamento é uma observação clara da teoria do capital cultural, visto que muitos sociólogos já afirmam, que a cultura da escola, muitas vezes, está dissociada da cultura dos alunos, sendo a forma da fala dos professores uma dessas barreiras que se constroem entre o aluno e o conteúdo, sendo essa a premissa da indagação do título do texto. No documentário "Emicida - É tudo pra ontem" essa disparidade é observada pela escolha do Theatro Municipal em São Paulo, símbolo do elitismo cultural, cantando músicas sobre a história do movimento negro e as fadigas e indignações da periferia, marca do RAP Nacional. Essa preocupação de transformação, tanto na escola como na arte, desses espaços que se construiram históricamente distanciados dos "idiomas do povo" revela a importância dessa observação de Pierre Boudieu e torna essa preocupação um espaço de luta seja a escola, seja na arte, validando a afirmação de Fela Kuti: “…A música é uma arma”</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-13 22:24:22 UTC</pubDate>
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         <title>O papel da educação à respeito dessa variedade</title>
         <author>karinakeller</author>
         <link>https://padlet.com/eduarda_fernandes/xh3w5pqnctf7p0tx/wish/2188480912</link>
         <description><![CDATA[<div>Outro ponto importante é a questão da escola em meio à  variedade linguística. Pois além de muitas propagarem esse pensamento de que não há uma variedade do português falado, também existe o fato de que toda a estrutura social está debruçada nessa norma "culta" da língua, e em contrapartida, poucos são os indivíduos que tem de fato acesso à essa educação. Ou seja, além de muitos não terem acesso à norma culta, os poucos que tem, ainda sofrem uma constante padronização da língua no meio escolar, e isso é extremamente prejudicial à participação dos indivíduos na sociedade futuramente, pois, assim como é citado no Mito 1, segundo o autor Maurizzio Gnerre no livro "Linguagem, escrita e poder", a Constituição afirma que todos os indivíduos são iguais perante a lei, porém essa mesma lei é regida em uma língua que apenas uma pequena parcela de brasileiros vai entender. Portanto, ao analisar as questões faladas, percebemos como a educação dessa língua "culta" também é necessária para a participação de todos na sociedade, entretanto, sem que exclua ou diminua a existência de variações da nossa língua. A educação deve ser um direito de todos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 00:15:01 UTC</pubDate>
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         <title>Por uma educação estética e não estática. </title>
         <author>llbidegain</author>
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         <description><![CDATA[<div>No capitulo 13, Educação Estética, Vigotski analisa sobre a importância dessa estética enquanto arte.&nbsp; Explicando sobre como o indivíduo elabora em sua psique os conceitos percebidos através da percepção estética. Advogando que não é possível limitar a arte, sendo ela literatura, pintura ou expressão corporal, como analise de conteúdo. Pois, isso significa reduzir toda sua capacidade e potencialidade, já que o emocional se sobrepõe ao intelectual. E ao tentar enquadrar-la em uma lógica e moldar a forma como cada um deve ser afetado, esta exercendo uma prática emprobrecedora. Já que a maneira como cada indivíduo é afetado parte de uma leitura da realidade, ou seja uma vivência singular, vivência esta que não cabe a nos quantificar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 13:33:48 UTC</pubDate>
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         <title>TEBAS, o escravo arquiteto</title>
         <author>eduarda_fernandes</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tebas_(arquiteto)">Joaquim Pinto de Oliveira</a> (1721-1811), mais conhecido como Tebas, foi um homem escravizado cuja contribuição para a arquitetura <a href="https://brasil.elpais.com/noticias/sao-paulo/">São Paulo </a>passou por um <a href="https://brasil.elpais.com/noticias/historia/">processo de apagamento</a>. Até pouco tempo, sua própria identidade era considerada uma lenda. Não há dúvida, no entanto, sobre a importância de seu trabalho, que resiste ao tempo no centro da capital paulista nas fachadas da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_da_Ordem_Terceira_do_Carmo_(S%C3%A3o_Paulo)">Igreja da Ordem 3ª do Carmo</a> e da<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_das_Chagas_do_Ser%C3%A1fico_Pai_S%C3%A3o_Francisco"> Igreja das Chagas do Seráfico Pai São Francisco</a>.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasil.elpais.com/brasil/2020-06-30/tebas-o-arquiteto-escravizado-que-marcou-a-arquitetura-de-sao-paulo.html" />
         <pubDate>2022-06-04 16:18:55 UTC</pubDate>
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         <title>Centenário da Semana de Arte Moderna </title>
         <author>eduarda_fernandes</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://mam.rio/programacao/centenario-da-semana-de-arte-moderna-de-1922/" />
         <pubDate>2022-06-04 16:21:22 UTC</pubDate>
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         <title>Surgimento do samba</title>
         <author>eduarda_fernandes</author>
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         <description><![CDATA[<div>O samba <strong>surgiu no começo do século XX</strong> e é uma influência da cultura africana em nosso país. Tem uma ligação com as <strong>rodas</strong> <strong>de</strong> <strong>dança</strong> <strong>que os negros escravizados</strong> realizavam nos seus poucos momentos livres. Essas rodas de dança, geralmente, eram puxadas por um ritmo musical obtido por meio dos batuques. Uma das danças mais praticadas era o <strong>lundu,</strong> que, acredita-se, foi introduzida aqui por africanos trazidos da Angola.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://mundoeducacao.uol.com.br/carnaval/samba-produto-morro.htm#:~:text=Como%20surgiu%20o%20samba%3F,obtido%20por%20meio%20dos%20batuques." />
         <pubDate>2022-06-04 16:22:35 UTC</pubDate>
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         <title>Movimentos negros</title>
         <author>eduarda_fernandes</author>
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         <pubDate>2022-06-04 16:24:08 UTC</pubDate>
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         <title>Lei da vadiagem</title>
         <author>eduarda_fernandes</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="http://www.justificando.com/2016/08/09/sobre-a-vadiagem-e-o-preconceito-nosso-de-cada-dia/" />
         <pubDate>2022-06-04 16:26:32 UTC</pubDate>
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         <title>Políticas racistas</title>
         <author>eduarda_fernandes</author>
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         <pubDate>2022-06-04 16:31:25 UTC</pubDate>
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         <title>Samba tocado até em Marte</title>
         <author>eduarda_fernandes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1997, Coisinha do Pai foi usada para “acordar” o robô Sojourner, que fazia parte da missão Mars Pathfinder, criada pela Agência Espacial dos Estados Unidos (Nasa) para explorar a superfície do plan...&nbsp;<br><br>Leia mais em: https://veja.abril.com.br/cultura/famosa-na-voz-de-beth-carvalho-coisinha-do-pai-ja-foi-tocada-em-marte/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 16:33:01 UTC</pubDate>
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         <title>Bakhtin tudo ou nada diz aos educadores: os educadores podem dizer muito com Bakhtin</title>
         <author>karinakeller17</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 20:45:25 UTC</pubDate>
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         <title>O princípio da alteridade</title>
         <author>karinakeller17</author>
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         <description><![CDATA[<div>O autor inicia com o conceito que Bakhtin denomina como sendo "O princípio da alteridade" que se da quando construimos uma relação entre o eu e o outro, e todo seu texto irá reger sobre isso.&nbsp;</div><ul><li>Segundo ele, a “alteridade” é onde construímos nossas individualidades através do outro, e assim, de forma provisória, isso torna o nosso eu completo. E para ele, somos mutáveis, incompletos e inconclusos.</li><li>Um ponto importante que chama atenção é quando Bakhtin cita que a <strong>linguagem</strong> é um "universo simbólico em que nascemos e no qual nos movimentamos, que nos acompanha e acompanhará depois que formos, mas que não será a mesma depois de nós." Esse trecho me remeteu muito ao que estamos estudando na disciplina, sobre como a língua tem o poder de se modificar ao longo do tempo, e também de acordo com os lugares e as culturas que estamos inseridos. Tudo tem a ver com o texto "Preconceito Linguístico" de Marcos Bagno,&nbsp; onde ele renega a existência de uma unidade linguística no Brasil, que assim como Bakhtin aponta, realmente não existe.</li><li>"A humanização da humanidade não tem fim, é sempre um processo "</li><li>Enriquecimento humano a partir do diálogo, e para este diálogo é necessário o deslocamento de posição para haja o entendimento e enriquecimento falado.</li><li>Importância do multi<strong>cultura</strong>lismo, sendo ele a essência do processo de construção das subjetividades, que se fortalece mais ainda pela variedade linguística.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 23:18:59 UTC</pubDate>
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         <title>Excedente de Visão</title>
         <author>karinakeller17</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esse é outro grande ponto no texto sobre Bakhtin, e aqui ele fala sobre a relação autor e personagem/criador e criatura.<br><br></div><ul><li>“É no panorama que estou, que o outro vê, e que consegue ter contornos definidos de mim. Somente ele pode me fornecer esses contornos, essas definições provisórias. E em consequência ele tem um excedente de visão que poderá preencher como uma completude provisória, minha incompletude. Obviamente, dele eu também sou um outro e, como tal, com excedente de visão. Ambos incompletos, só tem uma forma de preencher esse vazio: através da <strong>aproximação dialógica.</strong>”</li></ul><div><br>Ou seja, Bakhtin quer dizer que para a relação eu e outro só se dá através do diálogo, e esse diálogo entre o eu e o outro, entre o criador e a criatura, sempre vai ser complementar. Nas relações, somos incompletos, mas o outro sempre terá um excedente de visão que não temos sobre nós, uma “visão de fora” que será uma definição provisória de nós. Assim como nós também teremos essa visão provisória do outro, e juntos através do diálogo, será possível preenchermos um ao outro de forma provisória, a nossa completude. <br>E isso se dá na <strong>educação</strong> com a relação <strong>professor e aluno</strong>, assim como o autor e personagem ou o criador e a criatura, um sempre irá complementar o outro através do diálogo, enriquecendo as relações. Pois o professor depende crucialmente do aluno para sua “completude” e sucesso como professor, pois além das relações que irá construir é ali que ele irá ancorar seu projeto de futuro, que vai ser exposto em cada gesto e em cada conteúdo, pois é esse compromisso que justifica a própria existência da relação pedagógica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 23:20:27 UTC</pubDate>
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         <title>Perguntas</title>
         <author>karinakeller17</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>1- Qual foi a situação mais interessante que já vivenciou numa batalha de rima?<br><br>2- Existe muito preconceito linguístico com quem participa das batalhas? Se sim, de que forma?&nbsp;<br>* Duda<br><br>3- Antes de participar ativamente tinha o costume de ver/frequentar as batalhas ? Caso sim, como foi esse processo&nbsp; de sair de ouvinte para participante ? O que te moveu.<br><br>4-Sabendo que nós mulheres ainda somos minorias em muitos espaços e consequentemente nas batalhas também. Na qual são majoritariamente compostas e organizadas por homens heteros. Como foi/é para você participar desde espaço enquanto mulher e artista?&nbsp;<br>*Larissa<br>&nbsp;<br>5- Estamos estudando na disciplina sobre Emicida, que é um artista que começou nas batalhas de rimas. Recentemente ele lançou um&nbsp; álbum « AmarElo » que possui grande significado pro movimento negro e fala sobre as representatividades. Existe algum artista que te inspira ou inspirou pra você fazer rimas? E em que sentido essa pessoa te inspirou?&nbsp;<br><br>6- O quanto o seu dia a dia influencia na construção de suas rimas? E como é o processo de construção pra você?<br>*Breno<br><br>7- Em vista que a língua culta é um desafio social e a linguagem informal pode ser muitas vezes uma facilitadora na comunicação, você acha que as rimas e o rap podem atingir de uma forma mais impactante os jovens sobre questões atuais que enfrentamos como racismo, preconceito, política, etc.? De que forma?<br><br>8- No texto sobre Bakhtin que estudamos na disciplina, ele fala bastante sobre a importância do diálogo e do deslocamento para entender o outro socialmente. Pra você, qual o papel da música nesse sentido?<br>*Karina</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-10 11:31:16 UTC</pubDate>
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         <title>Criação Musical</title>
         <author>karinakeller17</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-07-13 00:15:57 UTC</pubDate>
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         <title>Integrantes </title>
         <author>karinakeller17</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Larissa<br>- Karina<br>- Breno<br>- Eduarda</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-13 00:16:42 UTC</pubDate>
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         <title>Drive Entrevista Completa</title>
         <author>karinakeller17</author>
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         <pubDate>2022-07-13 00:18:26 UTC</pubDate>
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