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      <title>Eleições presidenciais 2022: um retrato do Brasil. by LUANA SOARES</title>
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      <description>Exposição virtual para a disciplina de História, Gênero e Sexualidade, ministrada pela Profª. Dra. Fabíula Sevilha de Souza. 
Apresentação criada pelas discentes: Ana Beatriz Pereira Barbosa, Luana Beatriz Freitas Soares e Renata Emily Rodrigues Alves.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-11-21 17:26:48 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação</title>
         <author>luanafreitas702</author>
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         <description><![CDATA[<div>Há 90 anos as mulheres brasileiras conquistaram o direito de votar, por meio do Decreto 21.076, de 24 de fevereiro de 1932. Atualmente, representam 53% do eleitorado do país, mesmo assim, elas ocupam somente 17, 28% das cadeiras no Senado. Esse número reduzido de mulheres eleitas para cargos políticos, apesar da lei de cotas, que obriga os partidos a indicarem candidatas, se dá em razão aos diversos obstáculos que elas enfrentam tanto antes, quanto após serem eleitas.</div><div>&nbsp;</div><div>Os estereótipos fazem parte desses obstáculos vividos por grande parte das mulheres. São falas que, muitas vezes, são ditas como piadas ou "memes", geralmente vistas como inocentes, mas que contribuem para desqualificar as mulheres ou violentá-las.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Em razão disso, pensamos em construir uma apresentação virtual, na qual&nbsp; buscamos expor esses estereótipos e violência de gênero presentes nas eleições de 2022 e as problemáticas que esses discursos geram e como eles afetam a vida das mulheres inseridas no âmbito político.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-21 17:55:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luanafreitas702</author>
         <link>https://padlet.com/luanafreitas702/xgsfikgrxuqk9yuc/wish/2392990340</link>
         <description><![CDATA[<div>É possível perceber que as atitudes misóginas de Jair Bolsonaro (PL) são recorrentes. Por exemplo, em 2014, em entrevista ao portal Zero Hora, Bolsonaro disse que não estupraria a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) porque ela não merecia. “Ela não merece porque ela é muito ruim, porque ela é muito feia, não faz meu gênero, jamais a estupraria. Eu não sou estuprador, mas, se fosse, não iria estuprar, porque não merece”, disse Bolsonaro. Além disso, nos debates presidenciais de 2022, ao ser questionado por Simone Tebet (MDB) sobre o motivo de tantos ataques às mulheres, Jair Bolsonaro disse para a candidata parar de fazer “joguinho de mimimi”.</div><div><br></div><div>Ademais, é importante destacar que, como mencionado em matéria da Folha de São Paulo, esse tipo de comentário reflete no eleitorado em casa. São apresentados dados da plataforma Google que mostram que a pergunta “O que é feminista?” subiu cerca de 800% ao longo do debate. Enquanto a palavra “misoginia” subiu cerca de 2.650% nas buscas da plataforma.&nbsp;</div><div><br></div><div>Diante dessas informações, é possível supor que enquanto sociedade, ainda não nos atentamos às problemáticas que essas falas/discursos proferidos pelo atual Presidente são de caráter misógino, que ferem todas as mulheres, sejam elas candidatas, eleitas, ou eleitoras. A vista disso, é preciso compreender que comentários misóginos não são meras opiniões, muito menos "mimimi", como Bolsonaro acredita que sejam.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-21 17:57:17 UTC</pubDate>
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         <title>A política brasileira como um reflexo social</title>
         <author>luanafreitas702</author>
         <link>https://padlet.com/luanafreitas702/xgsfikgrxuqk9yuc/wish/2392991528</link>
         <description><![CDATA[<div>A sociedade brasileira foi e ainda é alicerçada no patriarcado. Na nossa cultura, o homem é posto em destaque em diversos contextos, seja nas relações sociais cotidianas, de trabalho e, como esperado, também enquanto figura política. A herança que vem desde o Brasil Colonial ainda é&nbsp; presente nos diversos âmbitos sociais. Um caminho para (re) pensar essa questão é encontrado na epistemologia feminista, como pontua a historiadora Margareth Rago: “[...] O olhar feminista permite reler a história da Colonização no Brasil [...]” (RAGO, 2019, p. 16).</div><div>&nbsp;</div><div>Nesse sentido, é possível pensar nesse contexto a partir do que escreve a historiadora Margareth Rago: [...]Mais do que nunca, a crítica feminista evidencia as relações de poder constitutivas da produção dos saberes [...]” (RAGO, 2000, p. 5). A construção dessas relações de poder que a historiadora aponta, desdobra-se desde a infância até o final da vida, atravessando toda a trajetória das mulheres, entretanto, atingindo estas de maneiras diferentes, pois, é preciso levar em consideração que as mulheres estão inseridas em cenários diversos, vivenciando situações diferentes entre si e com relação aos homens.&nbsp;<br><br>Assim, o conceito de interseccionalidade (que permite relacionar gênero e raça), cunhado por aqueles que refletem sobre gênero,&nbsp; também pode ser valoroso para analisar o cenário brasileiro, pois abarca o que foi suscitado anteriormente: as mulheres são atingidas por violências de maneiras diferentes, pois, advém de contextos sociais diferentes e ocupam espaços distintos, em resumo, de classe sociais diferentes. Não é mera coincidência, por exemplo, que nenhuma mulher negra tenha participado das eleições presidenciais no ano de 2022. Vale ressaltar ainda que a violência é ainda mais alarmante quando se trata da população LGBTQIA +.&nbsp;</div><div><br></div><div>O gráfico abaixo demonstra que os homens lançaram mais candidaturas que as mulheres nas eleições de 2022:&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-21 17:58:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>luanafreitas702</author>
         <link>https://padlet.com/luanafreitas702/xgsfikgrxuqk9yuc/wish/2392992620</link>
         <description><![CDATA[<div>Vídeo: entrevista de Sofia Manzano, candidata à Presidência da República de 2022, pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), no programa Pânico, transmitido pela Jovem Pan em 22 de agosto de 2022.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-21 17:59:07 UTC</pubDate>
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         <title>Gráfico quantitativo do gênero das candidatas e candidatos de 2022</title>
         <author>luanafreitas702</author>
         <link>https://padlet.com/luanafreitas702/xgsfikgrxuqk9yuc/wish/2412960333</link>
         <description><![CDATA[<div>O gráfico apresenta quantitativos do gênero (masculino, feminino ou não informado) das candidatas e dos candidatos a cargos eletivos na eleição selecionada, tal como declarado pelos postulantes nos pedidos de registros de candidaturas. Sendo&nbsp; 66,11% do gênero masculino e 33,80% do gênero feminino.<br><br></div><div>Evidenciando a grande participação masculina em detrimento da feminina na candidatura a cargos políticos, o que consequentemente faz com que o número de homens eleitos seja maior que o de mulheres. É importante destacar que a presença feminina deve ser essencial, principalmente para lutar pelas causas das mulheres. Por isso, é preciso impor essa presença para que os homens não ditem como as mulheres devem se portar. Assim, como Simone de Beauvoir diz "A humanidade é masculina e o homem define a mulher não em si mas relativamente a êle; ela não é considerada um ser autônomo [...] ela não é senão o que o homem decide que seja" (BEAUVOIR, 2000, p. 10).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-07 17:22:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Conclusão</title>
         <author>luanafreitas702</author>
         <link>https://padlet.com/luanafreitas702/xgsfikgrxuqk9yuc/wish/2412963741</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir dessa exposição, é possível pensar os estereótipos/preconceitos de gênero, visto que como foi observado, a experiência das mulheres no âmbito político difere da dos homens brancos, cis e heterossexuais. Essas mulheres, além de estarem constantemente provando que são capazes de exercerem seus cargos, ainda são obrigadas a enfrentar misoginia, racismo, LGBTfobia, entre outras violências. Obstáculos que tornam seu trabalho e suas vidas mais difíceis.&nbsp;</div><div><br></div><div>A epistemologia feminista viabiliza repensar o lugar das mulheres na sociedade, pois a partir dela as próprias mulheres reorganizam-se em&nbsp; e&nbsp; por meio dessa ferramenta&nbsp; as mulheres alcançam lugares e espaços que historicamente foram ocupados em demasia por homens. Para além disso, refletir quanto ao cenário social brasileiro a partir do conceito de interseccionalidade amplia os horizontes para o contexto da política brasileira: apenas Dilma Rousseff, uma mulher branca, com diploma de ensino superior, foi eleita para ocupar o cargo da Presidência da República. Acusada de um crime que não cometeu, sofreu impeachment.&nbsp; </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-07 17:24:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências</title>
         <author>luanafreitas702</author>
         <link>https://padlet.com/luanafreitas702/xgsfikgrxuqk9yuc/wish/2412965239</link>
         <description><![CDATA[<div>BAHRI, Deepika. Feminismo e/no Pós-Colonialismo.<strong> Revista Estudos Feministas</strong>, v. 21 n. 2, p. 659-688, 2013.</div><div><br></div><div>BALLOUSSIER, Anna Virginia. Bolsonaro responde com raiva sobre ter raiva de mulher; Lula tropeça no tema. <strong>Folha de São Paulo</strong>, 29 ago. 2022. Disponível em: <a href="https://www1.folha.uol.com.br/poder/2022/08/bolsonaro-responde-com-raiva-sobre-ter-raiva-de-mulher-lula-tropeca-no-tema.shtml">https://www1.folha.uol.com.br/poder/2022/08/bolsonaro-responde-com-raiva-sobre-ter-raiva-de-mulher-lula-tropeca-no-tema.shtml</a>. Acesso em: 6 dez. 2022.</div><div><br></div><div>BEAUVOIR, Simone de. Introdução. In: <strong>O segundo sexo</strong>. 1. Fatos e Mitos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2000, p. 7-23.</div><div><br></div><div>CHAGAS, Inara. Veja nove vezes em que Bolsonaro atacou os direitos das mulheres. In:<strong> Brasil de Fato</strong>: uma visão popular do Brasil e do mundo. Florianópolis, SC, 8 mar. 2022. Disponível em: <a href="https://www.brasildefato.com.br/2022/03/08/veja-nove-vezes-em-que-bolsonaro-atacou-os-direitos-das-mulheres">https://www.brasildefato.com.br/2022/03/08/veja-nove-vezes-em-que-bolsonaro-atacou-os-direitos-das-mulheres</a>. Acesso em: 13 dez. 2022.</div><div><br></div><div>CRENSHAW, Kimberlé. Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero.<strong> Revista Estudos Feministas</strong>, v. 10, n. 1, p. 171-188, 2002.</div><div><br></div><div>GALVANI, Giovanna; BIMBATI, Ana Paula. Perguntado sobre ataques a mulheres, Bolsonaro fala em 'joguinho de mimimi'. In: <strong>Uol.</strong> São Paulo, 28 out. 2022. Disponível em: <a href="https://noticias.uol.com.br/eleicoes/2022/08/28/jair-bolsonaro-simone-tebet-debate-presidencial.htm?cmpid=copiaecola">https://noticias.uol.com.br/eleicoes/2022/08/28/jair-bolsonaro-simone-tebet-debate-presidencial.htm?cmpid=copiaecola</a>. Acesso em: 13 dez. 2022.</div><div><br></div><div><strong>PÂNICO JOVEM PAN. SOFIA MANZANO - PÂNICO </strong>- 22/08/22 . YouTube, 22 ago. 2022. Disponível em: <a href="https://youtu.be/JgPuIIGUUds">https://youtu.be/JgPuIIGUUds</a>. Acesso em: 05 out. 2022.</div><div><br></div><div>RAGO, Margareth. <strong>Epistemologia feminista</strong>, gênero e história. In: HOLLANDA, Heloísa Buarque de (org.). Pensamento feminista brasileiro: Formação e contexto. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019, p. 371-387.</div><div><br></div><div>SOUZA, Mateus. Candidaturas femininas crescem, mas representação ainda é baixa. <strong>Senado Notícias</strong>, 26 ago. 2022. Disponível em: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/08/26/candidaturas-femininas-crescem-mas-representacao-ainda-e-baixa">https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/08/26/candidaturas-femininas-crescem-mas-representacao-ainda-e-baixa</a>. Acesso em: 30 set. 2022.</div><div><br></div><div>TALAMONE, Rose. Mulheres eleitas enfrentam barreiras sexistas, racistas e classistas no exercício político. <strong>Jornal da USP</strong>, 18 ago. 2022. Disponível em: <a href="https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/mulheres-eleitas-enfrentam-barreiras-sexistas-racistas-e-classistas-no-exercicio-politico/">https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/mulheres-eleitas-enfrentam-barreiras-sexistas-racistas-e-classistas-no-exercicio-politico/</a>. Acesso em: 27 set. 2022.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-07 17:26:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>luanafreitas702</author>
         <link>https://padlet.com/luanafreitas702/xgsfikgrxuqk9yuc/wish/2412971992</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando decidem ocupar cargos públicos, as mulheres vivenciam situações hostis, nas quais&nbsp; precisam passar pelo crivo da sociedade para buscar um lugar que seja delas por direito. &nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Um exemplo disso é a entrevista de Sofia Manzano, candidata à Presidência da República de 2022, pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), no programa Pânico, transmitido pela Jovem Pan em 22 de agosto de 2022. Na qual podemos observar que, não podendo participar dos debates presidenciais, a candidata encontrou nesse ambiente um espaço para apresentar suas ideias e propostas.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Todavia, ao assistirmos o programa, é perceptível que a candidata foi posta em um espaço hostil, onde os apresentadores uniram-se para atacá-la: quando um dos apresentadores questionava seus projetos, os outros também posicionavam-se contra Sofia Manzano, inclusive, utilizando acidez e deboche em suas críticas e questionamentos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-07 17:31:36 UTC</pubDate>
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         <title>Referencia das imagens: </title>
         <author>luanafreitas702</author>
         <link>https://padlet.com/luanafreitas702/xgsfikgrxuqk9yuc/wish/2414680623</link>
         <description><![CDATA[<div>Imagem 1: A professora Celina Guimarães Viana, primeira eleitora do Brasil, vota em 1928 no RN, primeiro estado a modificar sua legislação para permitir o voto. Disponível em: <a href="http://memorialdademocracia.com.br/card/promulgado-o-primeiro-codigo-eleitoral-brasileiro">http://memorialdademocracia.com.br/card/promulgado-o-primeiro-codigo-eleitoral-brasileiro</a>. Acesso em: 07 dez. 2022.<br><br>Imagem 2: Cartaz do Movimento de mulheres Olga Benario com a frase "Brasil é o 5° país que mais mata mulheres no mundo. Apoie a luta das mulheres pela vida!". Acervo pessoal.</div><div><br></div><div>Imagem 3: Foto: Ilustração por Carol D’Avila. Disponível em: <a href="https://revistagalileu.globo.com/google/amp/sociedade/politica/noticia/2022/10/por-que-o-brasil-e-um-dos-paises-mais-hostis-para-mulheres-na-politica.ghtml">https://revistagalileu.globo.com/google/amp/sociedade/politica/noticia/2022/10/por-que-o-brasil-e-um-dos-paises-mais-hostis-para-mulheres-na-politica.ghtml</a>. Acesso em: 07 dez. 2022.</div><div><br></div><div>Imagem 4: Deputada Maria do Rosário foi uma das muitas vítimas dos ataques de Bolsonaro às mulheres. Disponível em:<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/no-brasil-de-bolsonaro-so-homens-debatem-sobre-mulheres-na-politica/"> https://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/no-brasil-de-bolsonaro-so-homens-debatem-sobre-mulheres-na-politica/</a>. Acesso: 21 nov. 2022.&nbsp;</div><div><br>Imagem 5: Ilustração: Thiago Fagundes/Agência Câmara/ Divulgação. Disponível em: <a href="http://www.ufrgs.br/ufrgs/noticias/podcast-jornal-da-ufrgs-discute-8m-e-90-anos-do-voto-feminino-no-brasil">http://www.ufrgs.br/ufrgs/noticias/podcast-jornal-da-ufrgs-discute-8m-e-90-anos-do-voto-feminino-no-brasil</a>. Acesso em: 07 dez. 2022. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-08 18:01:28 UTC</pubDate>
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         <title>Os discursos de ódio nas eleições 2022</title>
         <author>luanafreitas702</author>
         <link>https://padlet.com/luanafreitas702/xgsfikgrxuqk9yuc/wish/2420910284</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante todo o período de eleições em 2022, foi possível identificar por meio de notícias que saíram na mídia diversos tipos de discursos misóginos proferidos pelo atual Presidente Jair Messias Bolsonaro (PL).&nbsp;</div><div><br></div><div>É importante ressaltar que a figura presidencial é escolhida e destinada a ocupar um espaço de poder político de destaque, em razão disso,&nbsp; deve ser um indivíduo de caráter exemplar, parcialidade e integridade para a população a qual ele irá governar. Entretanto, o que observamos é uma série de notícias que demonstram uma postura antagônica à esperada de um chefe de Estado. Para isso, utilizamos notícias que exibem as falas de cunho misógino proferidas pelo Presidente para com as mulheres inseridas no âmbito político, tanto em 2022, quanto em anos anteriores</div><div><br></div><div>A exemplo temos um vídeo onde Jair Bolsonaro (PL), em conversa com seus apoiadores no Palácio da Alvorada, após o término da apuração das urnas no primeiro turno das eleições de 2022, se refere à Simone Tebet (MDB) e Soraya Thronicke (União Brasil) como "estepe" e "trambique". É possível observar no vídeo que ele compara a política a um “self-service” para falar sobre as opções que os eleitores tinham para votar: “É aquela história de ‘vamos mudar’. Mas quem entra no meu lugar? A política é um self-service. Vocês têm eu, Lula, Ciro, a ‘estepe’, a ‘trambique’, que é decoradora sabe daquilo, né? A decoradora. E acabou. Não adianta procurar. É o que está ali, pô”</div><div><br></div><div>Podemos observar que Bolsonaro (PL)&nbsp; menciona os nomes dos candidatos homens, como Lula (PT) e Ciro (PDT), e ao mencionar as candidatas, ele aparentemente esquece seus nomes e prefere se referir a elas com apelidos, como se elas não fossem tão relevantes como os candidatos homens e dignas de terem seus nomes lembrados. Vale lembrar que no ano de 2018, quando foi eleita senadora, Soraya Thronicke (União Brasil) apoiava Jair Bolsonaro, e mesmo assim, não teve seu nome lembrado por ele. Isso mostra que nem mesmo as mulheres que o apoiam estão livres de suas atitudes sexistas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-14 17:58:52 UTC</pubDate>
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