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      <title>Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881) by Ana Beatriz da Costa</title>
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      <description>Machado de Assis </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-08-07 19:14:39 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia: Machado de Assis</title>
         <author>biaa_costasz</author>
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         <description><![CDATA[<div>Joaquim Maria Machado de Assis nasceu no dia 21 de junho de 1849, no Rio de Janeiro.  Foi jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo.  Seu pai, Francisco José de Assis nasceu também no Rio em 1806, foi pintor e dourador, e sua mãe Maria Leopoldina Machado de Assis, uma imigrante portuguesa, nascida em 1812. Joaquim era neto de escravos alforriados e foi criado por seus pais no Morro do Livramento. Sua família não tinha boas condições econômicas e ele ainda havia nascido com epilepsia. Teve dois irmãos, Maria, nascida em 1841, que infelizmente faleceu durante uma epidemia de varíola aos quatro anos de idade, e Castro Alves que nasceu em 1847. Ele não costumava frequentar a escola com regularidade, mas com seu talento e força de vontade superou as dificuldades e tornou-se em um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos.    Em 1849, sua mãe acaba falecendo de tuberculose, e em 1854 seu pai ,Francisco José, casa-se novamente com Maria Inês da Silva. No mesmo ano do casamento de seu pai, Machado de Assis começa a trabalhar na tipografia de Paula Brito, na atual praça de Tiradentes. Ainda no mesmo ano com 15 anos de idade, em 3 de outubro, ele publica seu primeiro poema, o soneto “À Ilmª. Srª D.P.J.A”. Em 1856, ele é admito como aprendiz de tipógrafo na Imprensa Nacional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-09 12:15:06 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia: Machado de Assis (parte 2)</title>
         <author>biaa_costasz</author>
         <link>https://padlet.com/biaa_costasz/xgqmeaybc1piylo3/wish/730651131</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1858, se tornou revisor e colaborador no Correio Mercantil, e em 1869, passou a pertencer à redação do Diário do Rio de Janeiro. Ele passou a escrever regularmente para a revista "O Espelho", onde estreou como critico teatral e onde publicava seus contos. Seu primeiro livro foi a tradução de Queda que as mulheres tem para os tolos (1861), impresso na tipografia de Paula Brito. Em 1862 se tornou censor teatral, e então começou a colaborar em "O Futuro", que era órgão dirigido por Faustino Xavier de Novais. Em agosto de 1869, Faustino acaba falecendo, e três meses após, Machado de Assis de casa com a irmã de seu amigo, Carolina Augusta Xavier de Novais, que foi sua companheira por 35 anos. Seu primeiro romance foi em 1872, chamado "Ressurreição", e no ano seguinte foi nomeado primeiro oficial da Secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, iniciando assim sua carreira de burocrata. Em 1874, O Globo (jornal de Quintino Bocaiuva), publicou em folhetins, o romance "A mão e a luva". Fez colaborações em jornais como O cruzeiro, A Estação, Revista Brasileira escrevendo cronicas, contos, poesia romances, que iam saindo em folhetins e depois eram publicados em livros. Em 1881, o autor publica o livro que daria um novo rumo a sua carreira: Memórias Póstumas de Brás Cubas. Revelou-se também extraordinário contista em Papéis avulsos (1882) e nas várias coletâneas de contos que se seguiram. Em 1889, foi promovido a diretor da Diretoria do Comércio no Ministério em que servia. Em 1897, Machado fundou a Academia Brasileira de Letras, da qual foi o primeiro presidente, pelo que a instituição também ficou conhecida como casa de Machado de Assis. Ocupou a Cadeira N.º 23, de cujo patrono, José de Alencar, foi amigo e admirador. E em 1904, sua mulher Maria Leopoldina, acaba falecendo por um câncer que estava em estágio avançado, e após isso ele raramente saia de casa e sua saúde acabou ficando cada vez pior. Nessa época, ele ainda postou seus últimos romances "Esaú e Jacó" ( 1904) e "Memorial de Aires" ( 1908).  Machado de Assis morreu em sua casa, na rua Cosme Velho. Foi decretado luto no Rio de Janeiro, e seu enterro foi acompanhado por uma multidão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-09 12:25:01 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias Póstumas: Personagens</title>
         <author>biaa_costasz</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mãe e Pai = pessoas importantes na vida do Brás Cubas, mostram como era a criação do mesmo e o início das relações do personagem. A mãe morreu após Brás voltar da faculdade, o pai morreu de desgosto ao não ver o filho se tornando parte da política.<br><br>Sabina e Cotrim = Sabina era a irmã de Brás Cubas, sempre demonstrando uma responsabilidade de época, sempre deixando claro que cada pessoa tem um dever à cumprir, como casar e ter uma família. Cotrim era o esposo da mesma, um pouco avarento e sincero, auxiliava o protagonista com conselhos para entrar na política. <br><br>Marcela = primeiro amor de Brás Cubas, era vaidosa e um pouco orgulhosa, tinha  uma noção que teria o protagonista na palma de sua mão. Aceitou presentes, mas a doença lhe tirou a beleza e logo, a vida. <br><br>D. Eusébia = uma mulher doce e curiosa, flagrada pelo protagonista e amiga da família. Teve uma relevância por quase ser a sogra do mesmo. Mãe da Eugênia.<br><br>Eugênia = a flor da Moita, apelido dado pelo fruto do amor escondido de sua mãe e seu pai. Nascera coxa, lhe dando um castigo severo de ter vergonha e fazendo com que o Brás escolhesse entre ela e seguir sua vida, lhe dando um beijo, mas a abandonando.<br><br>Virgília = um amor proibido. Ela era um pouco convencida e buscava mais status do que amor realmente. Porém, depois de reencontrar Brás, começou a amá-lo as escondidas do marido. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 13:17:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Memórias Póstumas: Personagens (parte 2)</title>
         <author>biaa_costasz</author>
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         <description><![CDATA[<div>Lobo Neves = um homem da política. O protagonista se comparava a ele, dizendo não serem tão diferentes, mas Lobo Neves era "sortudo". Conseguia o cargo que pudesse, era bem em fama e tinha uma mulher e um filho, mesmo que estivesse sendo traído.<br><br>D. Plácida = uma senhora coitada que ajudou a esconder o amor proibido de Brás e Virgília. Era carrancuda, mas descobriu confiar no homem depois de uma doação. Morreu sozinha, largada do marido, que fugiu com seu dinheiro.<br><br>Eulália = uma jovem garota que perdeu a chance de ter futuro. Tinha dezenove anos quando faleceu de febre amarela, tinha uma paixão pelo Brás, quase se casando com ele, se não fosse pelo final trágico. <br><br>Quincas Borba = um semi demente filósofo humanita. Já foi um pouco de tudo, ladrão, morador de rua, filósofo, desenvolveu a teoria do humanitismo, auxiliava Brás nas escolhas da vida. Morreu do nada. (Sugestão: Leia "Quincas Borba" Machado de Assis).<br><br>Prudêncio = um escravo da família Cubas. Sofreu quando estava servindo aos seus senhores, comprou tua liberdade e descontou suas frustrações no próprio escravo que comprou. <br><br>Brás Cubas = personagem principal, teve uma vida onde poderia ter seguido carreira, subido, conquistado. Poderia ter casado, tido uma família, dado orgulho ao pai e a todos, conseguido uma fama. Mas tudo não passou de sonhar, não soube dizer se o "Emplasto Brás Cubas" foi um sucesso (na verdade não foi), não teve família, morreu com 64 anos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 13:27:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biaa_costasz</author>
         <link>https://padlet.com/biaa_costasz/xgqmeaybc1piylo3/wish/734860285</link>
         <description><![CDATA[<div><em><mark>"Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver, dedico como saudosa lembrança estas memórias póstumas."</mark></em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 13:29:57 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias Póstumas: Narrador</title>
         <author>biaa_costasz</author>
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         <description><![CDATA[<div>O narrador do livro "Memórias  Póstumas de Brás Cubas" é personagem/primeira pessoa. Isso se dá pelo foco narrativo ser as memórias de um dos personagens, no caso, o personagem principal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 14:09:34 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias Póstumas: Tempo</title>
         <author>biaa_costasz</author>
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         <description><![CDATA[<div>A obra "Memórias Póstumas <br>de Brás Cubas" apresenta dois tempos ao longo da história. Primeiro vemos a presença do tempo psicológico. O narrador, que se descreve como um "defunto autor", traz sua morte logo no início, "quebrando" a lógica de que seu nascimento deveria vir primeiro. <br>Após relatar sua morte e alguns episódios antes dela, como um delírio causado por febre, o narrador abandona o tempo psicológico e conta sua história de maneira cronológica, começando dessa vez por seu nascimento, indo à juventude, vida adulta e por fim, à morte.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 14:15:18 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias Póstumas: Espaço</title>
         <author>biaa_costasz</author>
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         <description><![CDATA[<div>A maior parte da história acontece no Rio de Janeiro em uma chácara no Catumbi, que era a terra natal do protagonista. Retratando os tipos e cenas comuns dessa sociedade carioca.<br>Na Rua dos Ouvidor abriga uma passagem na qual Brás Cubas vai comprar um presente para sua pretendente, Marcela.<br>Para se graduar em Direito viaja obrigatoriamente a Coimbra cidade de Portugal.<br>No bairro da região central do Rio de Janeiro em Gamboa era seu local de encontro entre Brás Cubas e sua amante Virgília.<br>Na praça Passeio Público no Rio de Janeiro, Brás Cubas tem um forte desejo de ajudar Quincas Borba e vai a sua procura, mas não o encontra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 14:17:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>biaa_costasz</author>
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         <description><![CDATA[<div><em><mark>"Essa ideia era nada menos que a invenção de um medicamento sublime, um emplasto  anti-hipocondríaco, destinado a aliviar a nossa melancólica humanidade."</mark></em><br><br>Trecho do Capítulo II - O Emplasto</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 14:22:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Memórias Póstumas: Clímax</title>
         <author>biaa_costasz</author>
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         <description><![CDATA[<div>O livro "Memórias Póstumas de Brás Cubas" não tem um único clímax formado, pelo fato de  cada capítulo ter o seu ápice e muitos acontecimentos em tempos diferentes, não podendo assim ser limitado em um clímax somente. Podemos ver alguns exemplos como: o momento em que Quincas Borba, um dos personagens, ressurge na história e faz um revelação marcante sobre ter queimado o seu  manuscrito. Outro clímax notado é o momento em que Lobo Neves recebe uma carta que  acusa sua esposa de adultério. Mas um dos maiores momentos em que realmente prende a atenção do leitor e o faz querer saber o desenrolar do livro é quando Virgília e Lobo Neves retornam a corte e se encontram com Brás Cubas em um baile. Virgília e Brás acabam se entregando a dança e no meio de algumas valsas vem um beijo às escondidas, marcando assim o início de uma traição.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 14:28:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>biaa_costasz</author>
         <link>https://padlet.com/biaa_costasz/xgqmeaybc1piylo3/wish/735198011</link>
         <description><![CDATA[<div><em><mark>"Óbito do Autor" por Candido Portinari</mark></em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 14:31:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>biaa_costasz</author>
         <link>https://padlet.com/biaa_costasz/xgqmeaybc1piylo3/wish/735207969</link>
         <description><![CDATA[<div><em><mark>"O Primeiro Beijo" por Candido Portinari</mark></em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 14:33:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Memórias Póstumas: Enredo (parte 2)</title>
         <author>biaa_costasz</author>
         <link>https://padlet.com/biaa_costasz/xgqmeaybc1piylo3/wish/735214354</link>
         <description><![CDATA[<div>Oito dias depois, eles se encontram em um baile. Em pouco tempo, Brás Cubas começa a frequentar a casa de Virgília e de Lobo Neves, trava amizade com a família e se torna amante de Virgília. Em meio a todas desconfianças do caso dos dois, o casal se encontra às escondidas numa casa alugada para esse propósito. Nesse momento podemos notar a presença de Dona Plácida que encobre todos os encontros. Cubas recebe uma carta do seu ex-colega Quincas Borba, começa a encontrar Quincas com frequência. Após ganhar uma herança, Quincas reaparece de forma apresentável e com um novo sistema filosófico, diferente do primeiro reencontro onde Quincas se encontrava em estado deplorável (mendigo). Cubas se interesse pela nova figura dele. Virgília engravida de Brás Cubas que fica alegre com a notícia, porém pouco tempo depois, perde a criança. O encontro do casal continua por mais um tempo com alguns atritos. Até que Lobo Neves é novamente nomeado para presidente da província e parte com a sua família.<br>Virgília parte para a província e Brás Cubas fica no Rio de Janeiro. Seu contato com Quincas Borba e com a sua filosofia (humanitismo) é ainda maior. Cubas também tem mais contato com a sua pretendente ("arranjada" por sua irmã Sabina). Quando ele resolve levar o casamento a sério, Nhã-loló morre de febre amarela.<br>Dois anos depois, Brás Cubas se torna deputado e finalmente entra na política. Depois de um discurso perfeito na forma e no método, mas desastroso no conteúdo, perde o seu mandato. Incentivado por Quincas Borba, ele inaugura um jornal de oposição ao governo, que gera um atrito com o seu cunhado Cotrim e dura apenas seis meses.<br>Lobo Neves quase consegue se tornar ministro, mas morre poucos dias antes da nomeação. Quincas Borba começa a perder o juízo. Brás Cubas entra na Ordem Terceira, onde exerce alguns cargos por três anos.<br>Neste período ele encontra a garota coxa em um cortiço, vê sua ex-amante Marcela morrer em um hospital de caridade e Quincas Borba ficar louco (suspeito que já estava fora de si antes de reencontrar Brás). No final, Brás Cubas chega ao outro lado da vida: "Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria"<br> <br><em><mark>Ps: Um livro de finais miseráveis e de realidades chocantes!</mark></em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 14:34:19 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias Póstumas: Enredo</title>
         <author>biaa_costasz</author>
         <link>https://padlet.com/biaa_costasz/xgqmeaybc1piylo3/wish/735229311</link>
         <description><![CDATA[<div>O livro se inicia pelo final, ou seja, pela morte do "defunto autor" Brás Cubas, fato que ele pontua por já estar morto escrevendo suas memórias do "outro lado" ou "lado de lá" (pós a morte). Brás falecera em uma sexta-feira de agosto de 1869, às 14:00 horas da tarde, na chácara de Catumbi, aos 64 anos, motivada por pneumonia o que a medicina aponta pois em suas memórias o autor defunto alega ter falecido pela falta do emplastro um medicamento que contém grande potencial de cura da melancolia da humanidade. Pertencente a uma família rica do século XIX, ele relata diversos momentos de sua vida, desde eventos da sua infância, adolescência e fase adulta. Durante sua infância Brás Cubas comenta sua relação com seu escravo, o negrinho Prudêncio. Como um menino aristocrata, pertencente à classe alta, Brás Cubas esboça a relação que tinha com o garoto desde suas brincadeiras e caprichos. Nessa relação, podemos notar a superioridade de Brás que montava no negrinho, parte da obra  onde podemos captar personalidades do autor quando pequeno, um menino bem "maligno" que fora apelidado como o "menino diabo". Além disso, ele escreve sobre um amigo da escola Quincas Borba que, por fim, torna-se um filósofo e desenvolve a teoria do humanitismo. Quando jovem, conhece Marcela, uma prostituta de luxo (apesar de que em nenhum momento fica explícito sua "profissão") por quem se apaixona. Essa relação esteve baseada nos interesses, ainda que Cubas aponta que Marcela o amou “durante quinze meses e onze contos de réis”.<br>Preocupado com o envolvimento que Brás tinha com Marcela, e com os gastos extremos seu pai resolve que seu filho deve estudar fora do país por um tempo (a resolução mais comum para as classes ricas da época). Sendo assim, ele foi estudar em Coimbra, Portugal (Sozinho), onde se forma em Direito. No meio da viagem, nos narra um episódio em que cai de um burro e vai sendo arrastado até que é ajudado por um homem simples. As suas reflexões sobre o prêmio que deve dar ao seu salvador são memoráveis. De volta ao Brasil, motivada pela carta de seu pai, que conta que a sua mãe está muito doente. Brás Cubas volta e a encontra com câncer de estômago. Ela morre pouco tempo depois e a morte de uma pessoa tão próxima choca o narrador. Pouco tempo depois ele reencontra D. Eusébia (uma das vítimas de suas "pérolas" na infância) no lugar onde passara seu luto (Tijuca). Ele começa a frequentar a casa da senhora. D. Eusébia que tem uma filha que, apesar de ser muito bela, é coxa. O narrador começa o flerte com a garota e a conquista. Depois desce, deixando-a sozinha na Tijuca. Apaixona-se por Virgília, a mesma mulher misteriosa do seu leito de morte, seu segundo duradouro amor e sua futura esposa o que acreditava que seria. No entanto, ela acaba por se casar com Lobo Neves e junto se vai seu plano político. Isso porque ela pretendia ter mais status e resolve ficar com um político de maior influência tendo junto o apoio de seu pai. Essa perca de futuro de Brás Cubas afeta seu pai que acaba por falecer de decepção.<br>Brás Cubas começa outro ciclo de reclusão, frequentando de vez em quando a sociedade e escrevendo alguns artigos.<br>Lobo Neves já era deputado. Nesse período, Brás Cubas tem contato com um primo de Virgília, que também é poeta. Ele conta que Virgília está de volta ao Rio de Janeiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 14:37:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biaa_costasz</author>
         <link>https://padlet.com/biaa_costasz/xgqmeaybc1piylo3/wish/735242256</link>
         <description><![CDATA[<div><em><mark>"Agora, porém, que estou cá do outro lado da vida, posso confessar tudo: o que me influiu principalmente foi o gosto de ver impressas nos jornais, mostradores, folhetos, esquinas, e enfim nas caixinhas do remédio, estas três palavrinhas: Emplasto Brás Cubas. Para que negá-lo?"</mark></em><br><br>Trecho do Capítulo II - O Emplasto </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 14:39:17 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias Póstumas: O Filme</title>
         <author>biaa_costasz</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 2001, foi lançado o filme "Memórias Póstumas", baseado na obra de Machado de Assis "Memórias Póstumas de Brás Cubas". O filme, assim como o livro, traz o narrador Brás Cubas, já morto, contando suas memórias. O filme conseguiu mostrar a sociedade carioca da época através dos cenários e roupas usadas, assim como no livro. A parte cômica da história foi ainda mais ressaltada. Porém, para caber no formato de filme, foram cortadas várias cenas importantes, como a carta anônima que Lobo Neves recebe acusando Virgília de adultério. Outro fato é que alguns personagens não têm no filme tanta relevância como têm no livro, é o caso de Dona Plácida. <br>Apesar disso, o filme conseguiu ser fiel ao livro nas partes que foram retratadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 14:50:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biaa_costasz</author>
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         <description><![CDATA[<div><em><mark>Capítulo I - Óbito do Autor </mark></em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 15:02:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biaa_costasz</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-11 12:31:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>biaa_costasz</author>
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         <description><![CDATA[<div><em><mark>Cena do filme "Memórias Póstumas" de 2001</mark></em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-11 13:17:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biaa_costasz</author>
         <link>https://padlet.com/biaa_costasz/xgqmeaybc1piylo3/wish/738565212</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Capítulo CLX -  Das Negativas <br><br></strong><em><mark>"[...] Somadas umas coisas  e outras, qualquer pessoa imaginará que não houve  míngua nem sobra, e conseguintemente que saí quite com a vida. E imaginará mal; porque ao chegar a este outro lado  do mistério , achei-me com um pequeno saldo, que é a derradeira negativa deste capítulo de negativas: - Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria."</mark></em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-11 13:37:17 UTC</pubDate>
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