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      <title>Turma 1B - O santo e a porca by Leyliane Gomes</title>
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      <description>Registro das impressões sobre o livro O santo e a porca, de Ariano Suassuna, expostas em Roda de conversa.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-06-25 13:50:49 UTC</pubDate>
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         <title>O Nordeste e suas tradições - Anna, Guilherme e Jean. </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na peça "O Santo e a Porca" de Ariano Suassuna, algumas tradições nordestinas são bem visíveis, como:</p><p><br/></p><p>A religiosidade: A peça aborda bastante a fé dos personagens e as práticas religiosas presentes no Nordeste, podemos observar diversos elementos do catolicismo e a sua proximidade com o Santo Antônio.</p><p>A peça também valoriza a cultura popular nordestina, incluindo o pedido de casamento, no qual Eudoro foi pedir para Euricão a mão de Margarida.</p><p>O humor e ironia: É bem visível o humor característico do povo nordestino, utilizando situações e diálogos divertidos para abordar questões sérias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-25 15:17:42 UTC</pubDate>
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         <title>O Dialeto Nordestino - Lara, Victor, Arthur, Elvis </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O <mark>dialeto nordestino</mark>, também chamado simplesmente de <mark>“sotaque nordestino”</mark>, é a variante da língua portuguesa mais usada nos estados do Nordeste brasileiro, sendo o dialeto com maior número de falantes dessa região.</p><p><strong>Palavras do dialeto nordestino presentesno livro:</strong></p><ul><li><p>Acuda: ajuda;</p></li><li><p>Recato: que é descente, tem pureza, honestidade;</p></li><li><p>Comungar: participam, desviam, compartilham, concordam;</p></li><li><p>Encabulado: envergonhado, constrangido;</p></li><li><p>Aperreio: aborrecimento;</p></li><li><p>Espinhaço: coluna vertebral;</p></li><li><p>Sacuda: sacudir, chacoalhar;</p></li><li><p>Coxo: termo chulo para pessoa manca.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-25 15:17:44 UTC</pubDate>
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         <title>O Teatro de Gil Vicente - Camilly , Lorena , Lucas, Nathan</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A influência do teatro Vicentino na peça “O Santo e a Porca” de Ariano Suassuna é notável e significativa. Gil Vicente, </p><p>considerado o primeiro grande dramaturgo português, é conhecido por suas obras que marcaram a cultura popular do </p><p>teatro Vicentino. Suas obras influenciaram dramaturgos em todo o mundo, incluindo Ariano Suassuna no Brasil. Assim </p><p>como Vicente usou suas peças para criticar a sociedade de sua época, Suassuna usa “O Santo e a Porca” para explorar </p><p>questões de classe, religião e moralidade no Brasil do século XX </p><p>A peça “O Santo e a Porca” é um exemplo claro dessa influência. Nela, Suassuna emprega elementos da farsa vicentina </p><p>para construir uma narrativa que critica a condição humana e satiriza a sociedade, especialmente no contexto do </p><p>Nordeste brasileiro. A linguagem usada em “O Santo e a Porca” também reflete a influência de Vicente, com diálogos </p><p>cheios de trocadilhos, jogos de palavras e referências culturais. </p><p>A peça, é uma comédia que se baseia fortemente na tradição do teatro vicentino, especificamente na obra “Auto da </p><p>Índia” de Gil Vicente. Ambas as peças compartilham temas semelhantes de avareza e amor, e usam a comédia para </p><p>explorar esses temas de maneira crítica. </p><p>O humor da peça é fortemente influenciado pelo estilo de comédia de Vicente, que muitas vezes envolve situações </p><p>absurdas e personagens exagerados. </p><p>Portanto, a influência do teatro Vicentino na obra de Ariano Suassuna é evidente e contribui significativamente para a </p><p>riqueza e profundidade de suas peças, incluindo “O santo e a porca".</p><p><br/></p><p>Fonte:</p><p>https://bdm.unb.br/bitstream/10483/2638/1/2011_KrishnaMoniquedeAndrade.pdf</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-26 22:16:09 UTC</pubDate>
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         <title>Contexto histórico e geográfico- Alicia, Levy, Ewerson e Daniel </title>
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         <description><![CDATA[<p>CONTEXTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO </p><p><br/></p><p> </p><p><br/></p><p> O Livro se passa em uma cidade fictícia no sertão nordestino;</p><p><br/></p><p>      • Percebe-se por: linguajar nordestino.</p><p><br/></p><p>      . Ex: Na fala de Euricão, "É mesmo? É   mesmo, Caroba? Eu ne  lembrei disso no meu aperreio".</p><p>         A palavra "aperreio" citada na fala de                    Euricão tem origem nordestina.</p><p><br/></p><p>      Aperreio que significa no sentido de estar chateado, incomodado, em uma situação difícil</p><p><br/></p><p>       Palavras também como, acuda e comungar, palavras utilizadas em regiões nordestinas </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-01 18:19:41 UTC</pubDate>
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         <title>Semelhanças da narrativa com o mundo contemporâneo- Sophia Borges e Bento Melo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>        A peça teatral dividida em 3 atos apresentação dos personagens, desenvolvimento e ápice, apresenta uma manifestação da cultura nordestina. O tema gira em torno da avareza, pois o impasse se dá quando o protagonista pensa que irá perder todo o dinheiro que guardava em uma porca de madeira. Apesar de ser uma comédia o texto  promove uma reflexão sobre a relação do ser humano com o mundo físico (representando pela porca) e o espiritual (representado pelo santo antonio).</p><p>       Lançada em 1957, a peça foi inspirada na peça "Aulularia" do autor romano Plauto. Porem por ser abientada no Nordeste, acabou ficando bem diferente do original.</p><p>Apesar da avareza, Eurico é ligado ao mundo espiritual por se devoto de santo Antônio. Na peça o santo, além de casamenteiro, de proteger a fortuna do personagem. Ao ver que sua porca corre risco ele chega a desacreditar do santo. O personagem está sempre entre o divino e o material, o que remete aos conflitos barrocos, em que o homem estava sempre entre o material e o espiritual. Isso remete a nossa sociedade atual, com os seres humanos estarem sempre entre a fé e sua riqueza pessoal, ou a comercialização dessa fé, transformando-a em algo comerciável ou algo substituível.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-01 19:05:51 UTC</pubDate>
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