<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>9º ANO EFII - DISCPLINA - PRODUÇÃO DE TEXTO. MURAL DIGITAL PARA  O VLOG CIENTÍFICO - DATA LIMITE PARA POSTAGENS DAS TAREFAS NESTE MURAL: (ENTREGA FINAL) -            23  DE OUTUBRO. VALOR: 5 PONTOS. by barbalhocris@yahoo.com.br</title>
      <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz</link>
      <description>QUERIDOS ALUNOS, ESTE MURAL DEVERÁ SER  CONSTRUÍDO POR VOCÊ. CADA TAREFA TEM A ESPECIFICAÇÃO DA ATIVIDADE PARA CADA TURMA. PROCURE SUA TURMA, CLIQUE NO MAIS, COLOQUE SEU NOME, FAÇA A TAREFA ATRIBUÍDA. ESTE MURAL É AVALIATIVO EM 5 PONTOS NESTA 3ª ETAPA. TENHA ATENÇÃO PARA FAZER EXATAMENTE O QUE SE PEDE. OBSERVE O MODELO QUE EU, PROFESSORA CRIS, FIZ PARA VOCÊ SEGUIR. NÃO SE ESQUEÇA DE NENHUM DETALHE. LEMBRE-SE DE QUE ESSE MURAL SERVIRÁ DE BASE PARA A CONSTRUÇÃO DO SEU VLOG CIENTÍFICO. UM ABRAÇO E BONS ESTUDOS.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-01 02:34:32 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-11-23 17:31:10 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://media0.giphy.com/media/fqIBaMWI7m7O8/giphy.gif</url>
      </image>
      <item>
         <title>NOME: CRISTIANE BARBALHO</title>
         <author>barbalhocris</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3147438202</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="no-underline hover-no-underline text-chc-azul" href="https://chc.org.br/artigo_category/artigo/"><strong>Artigo</strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="no-underline hover-no-underline" href="https://chc.org.br/artigo/voce-ja-leu-um-livro-inteiro/"><strong>Você já leu um livro inteiro?</strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="no-underline hover-no-underline" href="https://chc.org.br/artigo/voce-ja-leu-um-livro-inteiro/">Cientistas, muitas vezes, começam suas pesquisas com uma ideia sobre algo que "acham" que vão descobrir. Sobre a leitura, o que será que a ciência já descobriu? </a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/voce-ja-leu-um-livro-inteiro/">https://chc.org.br/artigo/voce-ja-leu-um-livro-inteiro/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-01 02:45:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3147438202</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CRISTIANE BARBALHO</title>
         <author>barbalhocris</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3147448088</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="no-underline hover-no-underline" href="https://chc.org.br/artigo/voce-ja-leu-um-livro-inteiro/"><strong>Você já leu um livro inteiro?</strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="no-underline hover-no-underline" href="https://chc.org.br/artigo/voce-ja-leu-um-livro-inteiro/">Cientistas, muitas vezes, começam suas pesquisas com uma ideia sobre algo que "acham" que vão descobrir. Sobre a leitura, o que será que a ciência já descobriu?</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/voce-ja-leu-um-livro-inteiro/">https://chc.org.br/artigo/voce-ja-leu-um-livro-inteiro/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-01 02:49:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3147448088</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CRISTIANE BARBALHO</title>
         <author>barbalhocris</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3147459191</link>
         <description><![CDATA[<p>VÍDEO SOBRE A IMPORTÂNCIA DA LEITURA</p><p><br></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/i8PYvikL2g8?si=8zRh1qwkuqd259mt">https://youtu.be/i8PYvikL2g8?si=8zRh1qwkuqd259mt</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-01 02:53:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3147459191</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CRISTIANE BARBALHO</title>
         <author>barbalhocris</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3147459555</link>
         <description><![CDATA[<p>VÍDEO SOBRE A IMPORTÂNCIA DA LEITURA</p><p><br/></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/i8PYvikL2g8?si=8zRh1qwkuqd259mt">https://youtu.be/i8PYvikL2g8?si=8zRh1qwkuqd259mt</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-01 02:53:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3147459555</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CRISTIANE  BARBALHO</title>
         <author>barbalhocris</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3147464822</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Hábito da leitura na fase pré-escolar aprimora a habilidade de comunicação e interpretação dos pequenos.</strong></p><p><br/></p><p>Cada história é única e traz uma reflexão ou estimula a imaginação. O hábito de ler deve ser incentivado desde a infância e no Dia Nacional do Livro Infantil e do escritor brasileiro Monteiro Lobato, comemorado nesta terça-feira (18), o Diário TV 1ª Edição mostrou como a leitura abre portas para a alfabetização, imaginação e criatividade dos pequenos.</p><p>Na Escola Municipal Antônio Paschoal Gomes de Oliveira, no Jardim Aeroporto II, em Mogi, muitas crianças fazem o primeiro contato com o livro infantil.</p><p>"Os três porquinhos estavam na floresta e o Lobo Mau apareceu, soprou e queimou a cauda e os porquinhos ficaram felizes", conta a aluna Zaindi Aruna Santos, de 4 anos.</p><p>Na unidade de ensino tem livros variados: de pano, pelúcia e até de almofada, tudo para chamar a atenção das crianças. A leitura é um passeio pelo universo da imaginação, e a contadora de história da escola fala sobre a importância de comemorar a data.</p><p>"A gente já começa a trabalhar o Monteiro Lobato e a explicar a importância dele e da literatura que deixou para gente, e entender que é muito importante pensar no leitor desde pequeno", explica a professora, Thais de Oliveira Siqueira.</p><p>Segundo Monteiro Lobato “Quem escreve um livro cria um castelo, quem o lê mora nele”. São as histórias que traçam a vida, e em um mural artístico da escola, as crianças desenham o mundo delas.</p><p>"Queremos exatamente isso, levar as crianças para dentro dessa literatura, para que elas possam se desenvolver cognitivamente, de imaginação e de repertório afetivo, de se encontrar nas histórias que a gente trabalha", completa a professora.</p><p>Um projeto da Prefeitura de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/sp/mogi-das-cruzes-suzano/cidade/mogi-das-cruzes/">Mogi das Cruzes</a> estimula a leitura fora da escola. No último fim de semana, muitas pessoas foram ao parque Centenário ler e trocar conhecimento.</p><p>"Esse projeto se chama Mogi Cidade Leitora e compreende um conjunto de ações que começaram com a renovação do acervo das escolas. Mandamos livros para creche, educação infantil, fundamental I, fundamental II, EJA, todo mundo ganhou livro novo. Fazemos eventos de leitura nos parques, uma vez por mês. Também estamos fazendo formação de agentes de leituras para escolas, oficina de <em>booktubers</em>, clube do livro, e mais um monte de atividades que tem esse propósito de fortalecer o vínculo afetivo entre a criança e o livro", diz a diretora do departamento pedagógico, Elisabeth Jacques Urizzi Garcia.</p><p>A leitura é importante também para ajudar as crianças a lidar com os aspectos emocionais e psicológicos. O psicopedagogo e pedagogo, Jucilei da Silva Basbosa, explica de que forma a leitura ajuda no desenvolvimento das crianças.</p><p>"A leitura é uma prática que traz inúmeros benefícios aos leitores, e quando ela é estimulada desde a infância, os impactos se tornam mais positivos. Por meio dela, as crianças desenvolvem a concentração, a memória, o raciocínio, a compreensão, e estimulam também a linguagem oral e ampliam a capacidade criativa; então quanto mais cedo as crianças começarem a ler, mais conhecimento elas terão de mundo".</p><p>Os pais e responsáveis têm um papel importante no acompanhamento da leitura. "É muito importante que os pais estejam juntos. O Ministério da Educação diz que as crianças começam a praticar o hábito de leitura mais coerente a partir dos 6 anos, mas há crianças que com 3 anos de idade já têm um certo conhecimento, então é nesta fase que os pais precisam incentivá-las para que elas tomem gosto pela leitura", comenta.</p><p>A concorrência é grande com estímulos eletrônicos de hoje em dia, como o celular e o computador. Jucilei dá dicas para que as crianças tenham tempo para leitura. "No colégio nós estimulamos as crianças, famílias, pais e professores a conversarem com os alunos para que eles tomem gosto pela leitura, sentir o cheirinho do livro, folhear é algo extremamente importante que eles levarão para vida".</p><p><br/></p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/sp/mogi-das-cruzes-suzano/noticia/2023/04/18/habito-da-leitura-na-fase-pre-escolar-aprimora-a-habilidade-de-comunicacao-e-interpretacao-dos-pequenos.ghtml">https://g1.globo.com/sp/mogi-das-cruzes-suzano/noticia/2023/04/18/habito-da-leitura-na-fase-pre-escolar-aprimora-a-habilidade-de-comunicacao-e-interpretacao-dos-pequenos.ghtml</a></p><p>Por Juliana Tourinho, Caynan Ferreira e Hyuri Augusto, Diário TV 1ª Edição</p><p>18/04/2023 18h58 </p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-01 02:59:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3147464822</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CRISTIANE BARBALHO</title>
         <author>barbalhocris</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3147470489</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Hábito da leitura na fase pré-escolar aprimora a habilidade de comunicação e interpretação dos pequenos.</strong></p><p><br/></p><p>Cada história é única e traz uma reflexão ou estimula a imaginação. O hábito de ler deve ser incentivado desde a infância e no Dia Nacional do Livro Infantil e do escritor brasileiro Monteiro Lobato, comemorado nesta terça-feira (18), o Diário TV 1ª Edição mostrou como a leitura abre portas para a alfabetização, imaginação e criatividade dos pequenos.</p><p>Na Escola Municipal Antônio Paschoal Gomes de Oliveira, no Jardim Aeroporto II, em Mogi, muitas crianças fazem o primeiro contato com o livro infantil.</p><p>"Os três porquinhos estavam na floresta e o Lobo Mau apareceu, soprou e queimou a cauda e os porquinhos ficaram felizes", conta a aluna Zaindi Aruna Santos, de 4 anos.</p><p>Na unidade de ensino tem livros variados: de pano, pelúcia e até de almofada, tudo para chamar a atenção das crianças. A leitura é um passeio pelo universo da imaginação, e a contadora de história da escola fala sobre a importância de comemorar a data.</p><p>"A gente já começa a trabalhar o Monteiro Lobato e a explicar a importância dele e da literatura que deixou para gente, e entender que é muito importante pensar no leitor desde pequeno", explica a professora, Thais de Oliveira Siqueira.</p><p>Segundo Monteiro Lobato “Quem escreve um livro cria um castelo, quem o lê mora nele”. São as histórias que traçam a vida, e em um mural artístico da escola, as crianças desenham o mundo delas.</p><p>"Queremos exatamente isso, levar as crianças para dentro dessa literatura, para que elas possam se desenvolver cognitivamente, de imaginação e de repertório afetivo, de se encontrar nas histórias que a gente trabalha", completa a professora.</p><p>Um projeto da Prefeitura de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/sp/mogi-das-cruzes-suzano/cidade/mogi-das-cruzes/">Mogi das Cruzes</a> estimula a leitura fora da escola. No último fim de semana, muitas pessoas foram ao parque Centenário ler e trocar conhecimento.</p><p>"Esse projeto se chama Mogi Cidade Leitora e compreende um conjunto de ações que começaram com a renovação do acervo das escolas. Mandamos livros para creche, educação infantil, fundamental I, fundamental II, EJA, todo mundo ganhou livro novo. Fazemos eventos de leitura nos parques, uma vez por mês. Também estamos fazendo formação de agentes de leituras para escolas, oficina de <em>booktubers</em>, clube do livro, e mais um monte de atividades que tem esse propósito de fortalecer o vínculo afetivo entre a criança e o livro", diz a diretora do departamento pedagógico, Elisabeth Jacques Urizzi Garcia.</p><p>A leitura é importante também para ajudar as crianças a lidar com os aspectos emocionais e psicológicos. O psicopedagogo e pedagogo, Jucilei da Silva Basbosa, explica de que forma a leitura ajuda no desenvolvimento das crianças.</p><p>"A leitura é uma prática que traz inúmeros benefícios aos leitores, e quando ela é estimulada desde a infância, os impactos se tornam mais positivos. Por meio dela, as crianças desenvolvem a concentração, a memória, o raciocínio, a compreensão, e estimulam também a linguagem oral e ampliam a capacidade criativa; então quanto mais cedo as crianças começarem a ler, mais conhecimento elas terão de mundo".</p><p>Os pais e responsáveis têm um papel importante no acompanhamento da leitura. "É muito importante que os pais estejam juntos. O Ministério da Educação diz que as crianças começam a praticar o hábito de leitura mais coerente a partir dos 6 anos, mas há crianças que com 3 anos de idade já têm um certo conhecimento, então é nesta fase que os pais precisam incentivá-las para que elas tomem gosto pela leitura", comenta.</p><p>A concorrência é grande com estímulos eletrônicos de hoje em dia, como o celular e o computador. Jucilei dá dicas para que as crianças tenham tempo para leitura. "No colégio nós estimulamos as crianças, famílias, pais e professores a conversarem com os alunos para que eles tomem gosto pela leitura, sentir o cheirinho do livro, folhear é algo extremamente importante que eles levarão para vida".</p><p><br/></p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/sp/mogi-das-cruzes-suzano/noticia/2023/04/18/habito-da-leitura-na-fase-pre-escolar-aprimora-a-habilidade-de-comunicacao-e-interpretacao-dos-pequenos.ghtml">https://g1.globo.com/sp/mogi-das-cruzes-suzano/noticia/2023/04/18/habito-da-leitura-na-fase-pre-escolar-aprimora-a-habilidade-de-comunicacao-e-interpretacao-dos-pequenos.ghtml</a></p><p>Por Juliana Tourinho, Caynan Ferreira e Hyuri Augusto, Diário TV 1ª Edição</p><p>18/04/2023 18h58 </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-01 03:03:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3147470489</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CRISTIANE BARBALHO</title>
         <author>barbalhocris</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3147479087</link>
         <description><![CDATA[<p>A leitura é fundamental para o desenvolvimento pessoal e intelectual. Ela amplia nosso conhecimento, permitindo que conheçamos diferentes culturas, ideias e perspectivas. Ao ler, estimulamos nossa imaginação e criatividade, o que nos ajuda a resolver problemas de maneira mais eficaz. Além disso, a prática da leitura melhora nossas habilidades de comunicação, tanto na escrita quanto na fala. Livros, artigos e contos também nos oferecem momentos de lazer e reflexão, contribuindo para nosso bem-estar emocional. Em um mundo repleto de informações, saber interpretar textos é essencial para tomar decisões conscientes. Portanto, incentivar a leitura desde cedo é uma forma poderosa de preparar as novas gerações para os desafios do futuro.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-01 03:13:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3147479087</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CRISTIANE BARBALHO</title>
         <author>barbalhocris</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3147479296</link>
         <description><![CDATA[<p>A leitura é fundamental para o desenvolvimento pessoal e intelectual. Ela amplia nosso conhecimento, permitindo que conheçamos diferentes culturas, ideias e perspectivas. Ao ler, estimulamos nossa imaginação e criatividade, o que nos ajuda a resolver problemas de maneira mais eficaz. Além disso, a prática da leitura melhora nossas habilidades de comunicação, tanto na escrita quanto na fala. Livros, artigos e contos também nos oferecem momentos de lazer e reflexão, contribuindo para nosso bem-estar emocional. Em um mundo repleto de informações, saber interpretar textos é essencial para tomar decisões conscientes. Portanto, incentivar a leitura desde cedo é uma forma poderosa de preparar as novas gerações para os desafios do futuro.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-01 03:13:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3147479296</guid>
      </item>
      <item>
         <title>MARIA EDUARDA MARQUES COSTA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3150590461</link>
         <description><![CDATA[<p>Tinturaria natural</p><p>Você já ouviu falar em tie-dye? Trata-se de uma técnica artística de tingimento de roupas e outros tecidos que começa com uma amarração. Você tem uma peça no guarda-roupa que gostaria de tornar mais colorida? Que tal tingi-la no estilo tie-dye e com corantes naturais? Vamos lá?</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/tinturaria-natural/">https://chc.org.br/artigo/tinturaria-natural/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-02 16:09:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3150590461</guid>
      </item>
      <item>
         <title>MARIA EDUARDA MARQUES COSTA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3150593303</link>
         <description><![CDATA[<p>VÍDEO SOBRE O TIE DYE</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/4O_wGYsPZXg?si=kjyxfLHNTxixY2m1">https://youtu.be/4O_wGYsPZXg?si=kjyxfLHNTxixY2m1</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-02 16:10:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3150593303</guid>
      </item>
      <item>
         <title>MARIA EDUARDA MARQUES COSTA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3150596809</link>
         <description><![CDATA[<p>Pintura ‘tie-dye’ em camisetas vira passatempo na pandemia</p><p>Criação de estampas tem entretido famílias no mundo todo</p><p>Pintura ‘tie-dye’ em camisetas vira passatempo na pandemia</p><p>Criação de estampas tem entretido famílias no mundo todo</p><p>Realmente, o único requisito para ser um tie-dyer eficaz é o controle de impulso para não despejar as tigelas de tinta sobre o tecido.</p><p>“As pessoas ficam impressionadas com a facilidade da técnica”, opinou Jonathon Spagat, diretor criativo e um dos proprietários da Rit, uma empresa centenária de tinturas de tecidos. “Não existe tie-dye ruim. Ele é sempre sensacional!”</p><p>Amarrar e tingir tecidos é uma arte e uma ciência que atrai pessoas, grandes e pequenas, com interesses diferentes. Alguns gostam da moda, enquanto outros gostam de ver como diferentes dobras ou padrões de elásticos produzem desenhos diferentes.</p><p>Há também vantagens ambientais e econômicas. Poucos de nós veem muitas razões para investir em roupas novas neste momento, considerando que não estamos saindo para lugar nenhum. Portanto, é emocionante pegar nossas roupas velhas e gastas e dar a elas uma emocionante segunda vida com cerca de R$ 50 em tintura de tecido e um pacote de elásticos.</p><p>“Isso nos dá a chance de reciclar nossas roupas velhas. É uma razão para não jogar coisas velhas fora”, opinou Spagat, acrescentando que aproveitar roupas velhas e moribundas, em vez de comprar roupas novas, reduz significativamente nossa pegada de carbono.</p><p>Tie-dye como terapia</p><p>O apelo do tie-dye também é metafísico. Ele traz uma carga emocional poderosa, embora um pouco inefável, ao nos envolver com tecidos e cores. Isso nos acalma e nos restaura.</p><p>“Os seres humanos têm essa necessidade de tato e os tempos da Covid-19 têm sido uma zona com muito pouco tato”, disse Preeti Gopinath, diretora do programa de mestrado em belas artes têxteis e professora associada de têxteis da Parsons School of Design de Nova York.</p><p>“Toda a sensibilidade tátil (a percepção do toque) de trabalhar com tecidos atende a uma necessidade humana primordial e, durante esse período de crise, você procura coisas que lhe proporcionem conforto. É como Linus [da turma do Snoopy] e o cobertor, todos precisamos segurar algo – e nada se iguala aos panos”.</p><p>O tie-dye tem muitas associações de bem-estar, aparecendo em fotos de festivais de música ao ar livre e acampamentos de verão. É algo vestido durante essas experiências, uma relíquia que guardamos daqueles dias felizes.</p><p>Maya Joyandeh, mãe de três filhos em Teaneck, Nova Jersey, desenvolveu sua técnica de tie-dye em acampamentos e esperava que seus filhos fizessem o mesmo neste verão. Mas, quando veio a pandemia, eles decidiram manter todos em casa, pois seus dois filhos mais novos corriam alto risco. A família aproveitou para fazer a prática que esperava aprender no acampamento.</p><p>“Quando nossa menina de 6 anos fez a tintura, ficou em êxtase. Ela ajudou nosso filho de 2 anos com a camiseta dele, e nosso bebê de 1 ano também ganhou um moletom tie-dye!”, contou. “Quando eu os vi, eu chorei de emoção. Senti mesmo que estávamos dando a eles a melhor experiência de ‘acampamento’ que podíamos, dadas as circunstâncias”.</p><p>Joyandeh e outros pais disseram que o artesanato deu aos filhos uma sensação de poder em um momento em que muito mais lhes foi tirado. “Eles escolhem as cores, o design e ficam muito felizes com o resultado”, disse.</p><p>Há também uma forte ligação entre os movimentos tie-dye e a contracultura, a cultura hippie, que muitos fãs do processo apreciam.</p><p>Shabd Simon-Alexander, designer têxtil e autora do livro “Tie-Dye”, contou que a técnica tende a voltar à moda durante momentos de turbulência política – começou a aparecer nas passarelas alguns anos atrás, antes de entrar lentamente na moda mais popular.</p><p>“Associamos o tie-dye com a década de 1960, quando decolou em um momento em que as pessoas tentavam encontrar um senso de identidade fora do establishment, e realmente queriam se expressar no que vestiam”, disse ela. “Os hippies queriam usar coisas artesanais, pois tudo neste país se tornava cada vez mais produzido em massa”.</p><p>Hoje, como muitos estão frustrados com a situação em termos de resposta à pandemia e relações raciais, o tie-dye pode parecer, conscientemente ou não, como um pequeno ato de protesto contra a segurança da casa.</p><p>O tie-dye tem sido e continua sendo, para muitos agora, um pequeno ato de otimismo.</p><p>Isso nos dá a chance de estarmos presentes neste momento, ao mesmo tempo em que chamamos a atenção para o fato de que as coisas podem ser diferentes – espero que para melhor.</p><p>*Elissa Strauss colabora regularmente com a CNN, para a qual escreve sobre a política e a cultura de criar os filhos.</p><p><br/></p><p>Fonte:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2020/08/19/camisetas-estampadas-com-tecnica-tie-dye-viram-tendencia-e-alternativa-de-renda-durante-a-pandemia.ghtml">https://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2020/08/19/camisetas-estampadas-com-tecnica-tie-dye-viram-tendencia-e-alternativa-de-renda-durante-a-pandemia.ghtml</a></p><p>Por TV Anhanguera</p><p>19/08/2020 08h01 Atualizado há 4 anos</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-02 16:13:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3150596809</guid>
      </item>
      <item>
         <title>MARIA EDUARDA MARQUES COSTA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3150741232</link>
         <description><![CDATA[<p>A tintura tie-dye é uma técnica artesanal que transforma tecidos em obras de arte. Com suas combinações de cores, ela transmite um ar de liberdade e criatividade. Originada em culturas antigas, a técnica ganhou popularidade na década de 1960, voltando com tudo na pandemia. O processo envolve amarrar e tingir o tecido, resultando em desenhos imprevisíveis e cheios de personalidade. Além de ser uma atividade divertida, o tie-dye permite personalizar peças de roupa de maneira original e sustentável. Hoje, ele continua a encantar pessoas de todas as idades, inspirando criações que refletem estilo e expressão.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-02 17:47:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3150741232</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ANNA JULYA SOARES DE ANDRADE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3150844293</link>
         <description><![CDATA[<p>Asas coloridas, qual o seu nome?</p><p><strong>Setembro é o mês da chegada da primavera! E a gente logo pensa em jardins coloridos por flores e também em… borboletas! Esses insetos, além de belos, desempenham um papel muito importante na natureza, especialmente na polinização das plantas, ao transportarem o pólen de uma flor a outra enquanto sugam o néctar. E tem mais! Os nomes populares dessas obras de arte da natureza nos ajudam a conhecê-las melhor. Quer saber como? Vem!</strong></p><p><br><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/asas-coloridas-qual-o-seu-nome/">https://chc.org.br/artigo/asas-coloridas-qual-o-seu-nome/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-02 18:59:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3150844293</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ANNA JULYA SOARES DE ANDRADE </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3150851085</link>
         <description><![CDATA[<p>VÍDEO DE CURIOSIDADES SOBRE AS BORBOLETAS </p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/ptPutaKYbj0?si=4YobQPleJ-_qZzOz">https://youtu.be/ptPutaKYbj0?si=4YobQPleJ-_qZzOz</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-02 19:04:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3150851085</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ANNA JULYA SOARES DE ANDRADE </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3150860213</link>
         <description><![CDATA[<p>Espécie de borboleta vista apenas duas vezes na história é flagrada em SP.</p><p><br/></p><p>Uma espécie raríssima de borboleta, que foi vista apenas duas vezes no Estado de São Paulo, nos anos 1950 e 2000, foi encontrada no Legado das Águas, a maior Reserva privada da Mata Atlântica do País. O registro, feito no fim do ano passado, segundo especialistas, indica uma população viável, ou seja, a presença de mais borboletas da mesma espécie.</p><p>Os 31 mil hectares de floresta em alto grau de conservação do Legado das Águas, localizado no Vale do Ribeira, interior de São Paulo, são um berço e refúgio para espécies raras e ameaçadas de extinção. A Reserva também é jardim de borboletas extremamente raras.</p><p>Em 2017, foi descoberta a borboleta Godartiana byses, que jamais havia sido registrada no Estado de São Paulo e, neste ano, a Prepona deiphile deiphile, que foi vista apenas duas vezes no Estado. A primeira ocorreu em Santo André nos anos 1950 e o segundo registro foi apenas visual, nos anos 2000, em Ubatuba.</p><p>"Essa é a terceira vez que registramos essa espécie no Estado de São Paulo e conseguimos visualizar duas fêmeas. O encontro dessas borboletas é um bom sinal, sinal de que nas áreas preservadas de São Paulo podemos encontrá-las", explicou a bióloga Dra. Laura Braga, eOs indivíduos fêmeas da espécie foram registrados no início do ano, nas trilhas do Cambuci e Barra dentro da Reserva. Elas se alimentam de frutas fermentadas e habitam o topo das árvores da Mata Atlântica, que são muito altas. Segundo a pesquisadora, que divulgou a descoberta apenas neste mês de dezembro, isso é um fator que dificulta o registro, aumentando a importância da descoberta.</p><p>"A identificamos assim que vimos. Ela tem um azul violeta bem forte, com manchas laranjas. A ciência sabe pouco sobre a história natural dessa espécie, não sabemos, por exemplo, qual o impacto que a extinção dessa espécie poderia causar no ecossistema e, por consequência, nos serviços ecossistêmicos prestados à humanidade", comentou Laura.</p><p>A bióloga também diz que as espécies ameaçadas de extinção, no geral, têm populações reduzidas, são raras na natureza e a principal ameaça é a perda do habitat. “A perda de habitat é, em sua maioria, causada pelas atividades humanas, como desmatamento, agropecuária e urbanização. Por isso, é de suma importância descobertas sobre a distribuição e biologia dessas espécies para gerar conhecimento científico e subsidiar planejamentos para a conservação da natureza."</p><p>Após o registro fotográfico para documentação, as borboletas foram devolvidas à natureza.specialista em </p><p>borboletas e mariposas.</p><p><br/></p><p>Levantamento de borboletas</p><p>O Legado iniciou, no ano de 2016, o levantamento de borboletas no Vale do Ribeira. A pesquisa está sendo realizada em parceria com a Sustentar Meio Ambiente e consistiu-se, até o momento, em sete expedições de campo para amostragens das espécies, sendo a última delas realizada em janeiro de 2019. Até o momento, foram registradas 226 espécies no Legado das Águas.</p><p>Durante as expedições, dois integrantes da equipe ficam cerca de nove dias acampados na mata analisando e procurando espécies de borboletas. "A gente faz registro fotográfico, marca ela com um número de identificação e esses registros são inseridos na literatura científica. A ideia é saber que espécies ocorrem, quais são ameaçadas, raras e as mais comuns", diz a bióloga.</p><p><br/></p><p>O Legado das Águas</p><p>O Legado das Águas, maior reserva privada de Mata Atlântica do país, com extensão aproximada à cidade de Curitiba (PR), é um dos ativos ambientais da Votorantim. Localizada na região do Vale do Ribeira, no sul do Estado de São Paulo, a área foi adquirida a partir da década de 1940 e conservada desde então pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), que manteve sua floresta e rica biodiversidade local com o objetivo de contribuir para a manutenção da bacia hídrica do Rio Juquiá, onde a companhia possui sete usinas hidrelétricas.</p><p>Em 2012, o Legado das Águas foi transformado em um polo de pesquisas científicas, estudos acadêmicos e desenvolvimento de projetos de valorização da biodiversidade, em parceria com o Governo do Estado de São Paulo.</p><p>Hoje, o Legado das Águas é administrado pela empresa Reservas Votorantim, criada para estabelecer um novo modelo de área protegida privada, cujas atividades geram benefícios sociais, ambientais e econômicos de maneira sustentável.</p><p><br/></p><p>Fontes: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2020/01/14/especie-de-borboleta-vista-apenas-duas-vezes-na-historia-e-flagrada-em-sp.ghtml">https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2020/01/14/especie-de-borboleta-vista-apenas-duas-vezes-na-historia-e-flagrada-em-sp.ghtml</a></p><p><strong>Por Andressa Barboza, G1 Santos</strong></p><p>14/01/2020 05h08</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-02 19:11:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3150860213</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ANNA JULYA SOARES DE ANDRADE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3150878520</link>
         <description><![CDATA[<p>As borboletas são animais fascinantes, pois contém em suas asas diversas cores e desenhos. Cada espécie contém um significado diferente em suas asas, tendo o exemplo da Borboleta-olho-de-pavão com suas manchas que lembram olhos. Elas usam essa estratégia para espantar predadores, criando um espetáculo visual incrível. É importante lembrar da beleza que se encontra nas pequenas coisas.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-02 19:26:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3150878520</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana Júlia Valadares Souza</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3150888678</link>
         <description><![CDATA[<p>Geodversidade, quem conhece?</p><p><strong>Biodiversidade é o conjunto de todas as espécies de uma determinada área. Isso inclui os humanos, outros animais, plantas, microrganismos… Enfim, todos os seres vivos. Não é uma palavra nova no seu dicionário, certo? Mas agora diz aí: já ouviu falar em geodiversidade? Que tal entender o seu significado?</strong></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/geodiversidade-quem-conhece/">https://chc.org.br/artigo/geodversidade-quem-conhece/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-02 19:36:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3150888678</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana Júlia Valadares Souza</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3150899457</link>
         <description><![CDATA[<p>O que é Geodversidade?</p><p>https://youtu.be/UQQmYEwFyG8?si=InWSGcjB0ABLnK</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-02 19:46:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3150899457</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana Júlia Valadares Souza</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3150914281</link>
         <description><![CDATA[<p>Geodiversidade</p><p><br/></p><p><sup>Refere-se à variedade de ambientes geológicos, fenômenos e processos geradores de paisagens, rochas, minerais, fósseis, solos e outros depósitos superficiais que constituem a base para a vida na Terra, conforme definição da Royal Society for Nature Conservation, da Inglaterra.</sup></p><p>A geodiversidade apresenta um paralelo com a biodiversidade, pois enquanto esta é constituída por todos os seres vivos do planeta e é conseqüência da evolução biológica ao longo do tempo, a geodiversidade é constituída por todo o arcabouço terrestre que sustenta a vida, sendo resultado da lenta evolução da Terra, desde o seu surgimento. A diversidade geológica é uma das variáveis essenciais para a diversidade biológica e ambas são responsáveis pela evolução do planeta.</p><p>A geodiversidade também apresenta grande amplitude, ocorrendo desde a escala microscópica, como no caso de minerais, até em grande escala como as montanhas. Cada parte do planeta, não importa o tamanho, apresenta uma geodiversidade própria.</p><p>O inventário da geodiversidade de um local e a seleção de sítios representativos da sua história geológica são o primeiro passo para a determinação do patrimônio geológico, que por sua vez formará a base para a geoconservação e o geoturismo.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.geocultura.net/conceitos/geodiversidade/">https://www.geocultura.net/conceitos/geodversidade/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-02 19:59:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3150914281</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana Júlia Valadares Souza</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3150921880</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>A geodiversidade refere-se à variedade de elementos geológicos da Terra, como rochas, minerais, fósseis e solos, formados por processos naturais ao longo de milhões de anos. Esses elementos são essenciais para a vida, influenciando a biodiversidade ao fornecer recursos. Além disso, são importantes para atividades humanas como agricultura, mineração e construção civil. È fundamental preservar esses recursos para as futuras gerações, garantindo o equilíbrio ambiental e a qualidade de vida.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-02 20:07:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3150921880</guid>
      </item>
      <item>
         <title>AMANDA COSTA</title>
         <author>0000827953</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3151017701</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/o-quebra-cabeca-do-corpo-humano/"><strong>Artigo </strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/o-quebra-cabeca-do-corpo-humano/"><strong>O quebra-cabeça do corpo humano</strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/o-quebra-cabeca-do-corpo-humano/">Talvez não fosse muito confortável, mas… seria bem engraçado termos olhos nos pés, não acha?! E as mãos no lugar das orelhas? Antes de você pensar que essa é uma conversa muito doida, saiba que existe uma explicação para cada parte do corpo ocupar o seu lugar. Quer descobrir? Então, vem com a gente montar esse quebra-cabeça!</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/o-quebra-cabeca-do-corpo-humano/"><em>https://chc.org.br/artigo/o-quebra-cabeca-do-corpo-humano/</em></a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-02 21:54:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3151017701</guid>
      </item>
      <item>
         <title>AMANDA COSTA</title>
         <author>0000827953</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3151019480</link>
         <description><![CDATA[<p>Vídeo sobre a estrutura do corpo humano e sobre a Evo Devo </p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/ydqReeTV_vk?si=tffcOBTZglnFrt9w">https://youtu.be/ydqReeTV_vk?si=tffcOBTZglnFrt9w</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/7UJuNLaZSjU?si=TEVZB5Ut8QMrbSkb">https://youtu.be/7UJuNLaZSjU?si=TEVZB5Ut8QMrbSkb</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-02 21:57:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3151019480</guid>
      </item>
      <item>
         <title>AMANDA COSTA</title>
         <author>0000827953</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3151024426</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Diálogo entre embriologia e genética promoveu avanços no estudo da evolução.</strong></p><p><br/></p><p><strong>Pesquisadores tentaram esclarecer o papel dos genes no desenvolvimento antes da descoberta da estrutura do DNA, em 1953, superando diferenças teóricas e de método entre os campos da biologia.</strong></p><p><br/></p><p>Na primeira metade do século 20, embriologia e genética não andavam juntas nas pesquisas sobre o desenvolvimento e a evolução dos seres vivos. A história de como os cientistas superaram as diferenças teóricas e de método, levando ao surgimento do campo da biologia evolutiva do desenvolvimento (evo-devo) é revelada em pesquisa da USP. O trabalho de Fernanda Arcanjo relata os esforços dos estudiosos em tentar esclarecer o papel dos genes no desenvolvimento antes da descoberta da estrutura do DNA, em 1953. As conclusões do estudo foram apresentadas em&nbsp;<a rel="noopener" href="https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59139/tde-26032024-085807/pt-br.php">tese de doutorado</a>&nbsp;defendida na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) este ano.</p><p>A pesquisa investigou se duas ideias muito presentes no meio científico a respeito da história da genética e da evolução tinham fundamento factual, uma delas envolvendo o geneticista Thomas Hunt Morgan (1866-1945), um dos pioneiros em estudos genéticos, com o uso de moscas. “Supostamente por causa dele, teria se estabelecido uma separação entre o estudo da herança, que seria apenas de domínio da genética, e do desenvolvimento, exclusivo da embriologia”, relata Fernanda Arcanjo. “A outra ideia é de que o estudo da embriologia teria sido excluído da ‘síntese moderna’, um movimento ocorrido principalmente entre as décadas de 1930 e 1940, liderado por evolucionistas e geneticistas, que promoveu a compatibilização entre a genética e os principais aspectos da teoria evolutiva darwiniana.”</p><p>De acordo com a pesquisadora, a embriologia experimental e a genética são duas áreas de pesquisa que surgiram independentemente no final do século 19 e início do século 20, ambas com enfoque na experimentação. “Os embriologistas defendiam a importância de se investigar os processos celulares, internos ao organismo, que se davam ao longo do desenvolvimento da vida”, explica. “Eles empreenderam uma série de experimentos com embriões em diferentes estágios do desenvolvimento, mas naquele momento não conseguiram desenvolver uma teoria ampla para fundamentar suas ideias, pois os fenômenos fisiológicos com os quais estavam lidando eram altamente complexos.”</p><p>A genética surgiu a partir da redescoberta dos trabalhos de Gregor Mendel (1822-1884) e produziu uma explicação simples e coesa para o fenômeno da transmissão das características hereditárias baseada em experimentos com cruzamentos de plantas e animais, observa Fernanda Arcanjo. “Antes, o estudo da herança e transmissão estava vinculado ao do desenvolvimento, mas era pautado em hipóteses muito especulativas. A genética passou a explicar a transmissão por meio de uma teoria bem fundamentada e de uma metodologia experimental e quantitativa que permitia a previsão de resultados”, relata. “Porém, a teoria mendeliana e, consequentemente, a genética, não conseguia explicar como se dava o desenvolvimento. Assim, se estabeleceu uma separação metodológica entre a genética e a embriologia experimental.”</p><p>A pesquisa concluiu que ”não foi Thomas Morgan o ‘culpado’ por tal separação, porque ela estava dada pela própria abordagem mendeliana do problema da herança, ou seja, era intrínseca à ciência da genética”. “Nós mostramos que Morgan, pelo contrário, ao final da sua carreira, se empenhou em produzir uma compatibilização entre genética e embriologia, mas não foi bem-sucedido devido à complexidade e magnitude do empreendimento e às limitações técnicas e teóricas do seu tempo”, explica a pesquisadora.</p><p><strong>Desenvolvimento</strong></p><p>Fernanda Arcanjo relata que o surgimento do campo da genética de populações inclui os trabalhos de Ronald Fisher (1890-1962), Sewall Wright (1889-1988) e J.B.S. Haldane&nbsp; (1892-1964), publicados no início da década de 1930, e que tiveram sucesso na compatibilização entre a genética e partes da teoria evolutiva darwiniana. “Entretanto, a genética de populações, baseada na genética clássica, não dizia nada a respeito do desenvolvimento – ela explicava importantes aspectos da evolução, mas estava desconectada da embriologia. Do mesmo modo, a ‘síntese moderna’ se desenvolveu na relação entre a genética de populações e vários outros campos da biologia, como a zoologia, a botânica, a paleontologia, a taxonomia, entre outros, mas não com a embriologia. Daí segue a pergunta: houve, então, uma exclusão?”.</p><p>A pesquisadora afirma que antes da genética e da embriologia experimental, herança, desenvolvimento e evolução eram estudados em conjunto. “A genética, no entanto, trouxe uma fundamentação bastante sólida para o estudo da herança e, por isso, muitos investigadores se dedicaram a compatibilizar essa nova teoria para herança com suas ideias sobre evolução, que também eram variadas”, diz. Nesse ponto, Fernanda Arcanjo destaca a contribuição dos cientistas Gavin de Beer (1899-1972), J. B.S. Haldane, Julian Huxley (1887-1975) e Richard Goldschmidt (1878-1958).“Eles nos chamaram a atenção entre os estudiosos do tema por explorarem um problema que chamamos de ‘temporalidade do desenvolvimento’. Em outras palavras, eles investigaram a determinação genética do ‘tempo de expressão’ das características ao longo da ontogenia, ou seja, do desenvolvimento biológico desde a fecundação, e também como variações nesse ‘tempo’ poderia explicar certas relações e padrões evolutivos”.</p><p>Os quatro cientistas estiveram envolvidos na “síntese moderna”, especialmente Huxley, biólogo e filósofo britânico, que em 1942 publicou o livro que deu nome ao movimento, “Evolution: the modern synthesis”, e Haldane, também britânico, biólogo e geneticista, um dos principais teóricos da genética de populações. “No entanto, eles se depararam com limitações técnicas e metodológicas para entender como os genes agem no organismo de modo a determinar o desenvolvimento. Afinal, isso tudo foi bem antes da proposição do DNA e da relação entre nucleotídeos e proteínas”, relata a pesquisadora. “Portanto, concluímos que não houve uma exclusão deliberada da embriologia, na verdade houve diversas tentativas de conectar as três áreas com a ‘genética do desenvolvimento’, pouco frutíferas naquele momento, em comparação com os métodos de pesquisa da genética de populações.”</p><p>Segundo Fernanda Arcanjo, os obstáculos enfrentados pelos quatro cientistas vieram a ser contornados somente anos mais tarde. “Após a descoberta da estrutura do DNA em 1953 e o desenvolvimento da biologia molecular, muito a respeito da ação dos genes foi compreendido. Como consequência, na década de 1980 se estabeleceu o campo da evo-devo, que está em plena expansão atualmente. Um dos fenômenos que encabeçaram os estudos em evo-devo foi a heterocronia, hoje definida como as variações geneticamente controladas no momento, frequência ou duração da ocorrência de um evento do desenvolvimento em um organismo, em comparação com seus ancestrais ou com outros organismos”, relata. “O termo heterocronia foi cunhado por Gavin de Beer, embriologista britânico, em 1930, numa pesquisa sobre a temporalidade do desenvolvimento, diretamente influenciada pelos trabalhos de Goldschmidt e Huxley”.</p><p>Em 1977, o biólogo e paleontólogo britânico Stephen Jay Gould (1941-2002), em seu livro ‘Ontogeny and phylogeny’, partiu das ideias de Beer e de Haldane para discutir a importância do tempo nas relações entre genética, embriologia e evolução. “Essa obra é considerada por muitos o marco inicial da evo-devo”, diz a pesquisadora. “Apesar dos obstáculos no desenvolvimento nas pesquisas, os quatro tiveram um papel importante na elaboração de perguntas e na proposição de caminhos iniciais para investigar as relações entre genes, desenvolvimento e evolução, os quais vem sendo plenamente explorados na atualidade”.</p><p>O trabalho de doutorado foi orientado pela professora Lilian Al-Chueyr Pereira Martins, e desenvolvido em parte durante um estágio de doutorado sanduíche na University of Florida (EUA), sob supervisão da professora Vassiliki Betty Smocovitis. A pesquisa foi financiada integralmente pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), com bolsas do programa Proex de Excelência Acadêmica (Proex) e do Programa Institucional de Internacionalização da USP (PrInt/USP).</p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornal.usp.br/ciencias/dialogo-entre-embriologia-e-genetica-promoveu-avancos-no-estudo-da-evolucao/">https://jornal.usp.br/ciencias/dialogo-entre-embriologia-e-genetica-promoveu-avancos-no-estudo-da-evolucao/</a></p><p>Por Júlio Bernardes, Jornal da USP </p><p>12/08/2024 5:50</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-02 22:05:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3151024426</guid>
      </item>
      <item>
         <title>GIOVANNA TORRES</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3152351340</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Se toda a terra firme do nosso planeta fosse dividida em 100 partes, apenas três delas estariam ocupadas pelas cidades. Parece pouco, mas os centros urbanos são um dos maiores causadores de danos ambientais. Estamos diante de um problema. E, quando a gente toma consciência de um problema, o melhor que temos a fazer é buscar soluções, não é mesmo?</strong></p><p><br><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/cidades-problemas-e-solucoes/">https://chc.org.br/artigo/cidades-problemas-e-solucoes/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-03 16:43:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3152351340</guid>
      </item>
      <item>
         <title>GIOVANNA TORRES</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3152357745</link>
         <description><![CDATA[<p>VÍDEO SOBRE AS CIDADES E OS PROBLEMAS SOCIOAMBIENTAIS                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/qWOnLEkBawM?si=a7fWnwH76rVCyifS">https://youtu.be/qWOnLEkBawM?si=a7fWnwH76rVCyifS</a>                                                                                                                                                                                                                                                            </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-03 16:48:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3152357745</guid>
      </item>
      <item>
         <title>GIOVANNA TORRES</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3152370359</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>A problemática das cidades</strong>                                                                                               O tema das cidades, que faz parte do projeto Eixos Temáticos da Reitoria da USP, é sem dúvida um dos que mais ensejam uma compreensão transdisciplinar, que se cruza com os outros temas do projeto e com a maioria dos Objetivos do Milênio da ONU (ODS), para se refletir sobre as políticas públicas necessárias ao enfrentamento da problemática urbana. O tema engloba a questão ambiental, já que o metabolismo urbano suga recursos planetários em grande escala – água, combustíveis fósseis, matérias-primas para sua construção – e os destrói com a mesma intensidade, com a emissão de poluentes, a impermeabilização do solo, o desperdício de água etc. Hoje, os desastres ambientais ligados às mudanças climáticas são tragicamente potencializados pela generalização da precariedade urbana.</p><p><br/></p><p>A temática também está inserida nas discussões sobre energia e engenharia ambiental, pois para viverem em cidades, as pessoas dependem de serviços básicos – água, luz, saneamento. Um dos maiores obstáculos para uma vida digna é a dificuldade em se locomover nas cidades, em especial no trajeto casa-trabalho, e por isso o tema da mobilidade é intrínseco ao das cidades, assim como o são o da educação, da saúde e da cultura, já que a moradia digna se constitui não só na casa, mas no acesso à escola, a centros de esporte, cultura e laser, e aos equipamentos de saúde. A necessária alimentação dos moradores das cidades insere o tema nas discussões de agricultura e pecuária, assim como devemos lembrar que todas essas políticas e serviços públicos devem ser financiados de forma equânime, o que nos mostra o cruzamento com a temática da economia e das finanças.</p><p>Em suma, a temática urbana recorta todas as áreas que afetam a vida em sociedade. Isto porque o que entendemos por “cidades” nada mais é do que uma rede sistêmica de infraestruturas sobre o território, sobre a qual ocorrem as relações sociais e suas disputas. Como essa rede é produzida socialmente, por meio do Estado, este tem um papel central nas dinâmicas urbanas. O primeiro aspecto se dá porque, ao prover essas infraestruturas e equipamentos mais ou menos homogeneamente pelo território, o Estado estará afetando diretamente a qualidade de vida nas diferentes regiões da cidade, servidas de maneira desigual, assim como gerando variações nos preços dos lotes urbanizados, acirrando e aquecendo o mercado imobiliário que ocorre sobre essa infraestrutura. Em segundo lugar, porque é o próprio Estado que regula esse mercado, estabelecendo regras que podem mitigar as disputas pela apropriação das melhores áreas, e utilizando-se de instrumentos legais para minimizar os desequilíbrios existentes na distribuição territorial da infraestrutura e dos equipamentos.</p><p>Nesse sentido, percebe-se que as políticas públicas urbanas têm enorme poder, pois podem produzir cidades socialmente mais justas e homogêneas, mas também podem ser instrumento para o acirramento das desigualdades. E, como se sabe, as cidades brasileiras são marcadas pela extrema desigualdade, como reflexo espacial de uma sociedade igualmente desigual. É difícil dizer que há políticas públicas “erradas”, ou malfeitas. Na maioria das vezes, trata-se de políticas públicas que direcionaram propositalmente seus investimentos para privilegiar certas porções do território, seguindo interesses bem específicos. Para mudar tal quadro, é fundamental restabelecer a prioridade em políticas públicas urbanas que, em todos os setores, afetem de maneira homogênea todo o território ou mesmo, devido às desigualdades cumulativas no tempo, sejam direcionadas preferencialmente às áreas de maior pobreza.</p><p>Porém, isso não é fácil. Embora tenhamos hoje o domínio técnico para trazer soluções e, ao contrário do que se pensa, recursos para tal, as políticas públicas urbanas não são “cardápios de soluções” que possam ser aplicados como carimbos, com a certeza de seu poder transformador. Tomemos o exemplo da política de mobilidade urbana, que é a mais fundamental para garantir o deslocamento democrático nas cidades: além da necessária opção pelo transporte público de massa, mais democrático e sustentável, em detrimento do privilégio tradicional dado ao modal automotivo, uma política para o setor deverá estabelecer uma série de decisões técnicas, todas existentes e viáveis, que dependem de decisões políticas sujeitas a interesses econômicos: qual sistema adotar (ônibus, VLT etc.)? O transporte será totalmente ou parcialmente financiado? Como será feita a negociação com o setor empresarial responsável? Quais as formas de cobrança, caso ela exista? Por passageiro? Por quilômetro rodado? Cada uma dessas decisões, que não são nem um cardápio de soluções, nem soluções técnicas mirabolantes inviáveis, poderá ser facilmente aplicada, mas dependendo dos arranjos decorrentes, dos interesses atendidos, da participação gerada em sua elaboração, ter efeitos práticos radicalmente opostos.</p><p>As políticas públicas urbanas são feitas para cada caso, no âmbito da realidade de cada cidade e os atores que lá atuam, entendendo os interesses econômicos e políticos que conduzem muitas das decisões, levando em conta a mediação dos conflitos decorrentes. Por mais que possam apresentar soluções técnicas elaboradas, não resolverão nenhum problema das nossas cidades se não desvendarem o processo político para uma leitura adequada desses conflitos. Em suma, evidenciando os impasses que regem a dinâmica urbana e mediando soluções para que se possa, em uma intermediação entre ciência e decisão política, não para “aplainar” ou resolver tais conflitos como por milagre, mas para refletir conjuntamente e participativamente sobre as melhores soluções baseadas em princípios éticos e socialmente comprometidos. Esse é o papel da universidade pública.</p><p>Assim, o grupo do Eixo Temático Cidades entende que pode contribuir para o debate apontando os pontos críticos a serem observados na formulação das políticas públicas no contexto de cada cidade, os parâmetros mais adequados à realização dos objetivos colocados pelo projeto: a inovação para a redução da desigualdade por meio da inclusão, visando à sustentabilidade com justiça ambiental. Cabe dizer que, no âmbito das cidades, a maior das inovações seria conseguir.</p><p>    Fonte:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornal.usp.br/artigos/a-problematica-das-cidades/">https://jornal.usp.br/artigos/a-problematica-das-cidades/</a>                             <em>Por João Sette Whitaker, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, Pedro Jacobi, professor do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP, e outros autores*</em> </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-03 16:57:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3152370359</guid>
      </item>
      <item>
         <title>GIOVANNA TORRES</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3152376848</link>
         <description><![CDATA[<p>As cidades são lugares cheios de vida, mas também têm seus problemas, como o trânsito que não anda, a poluição e a falta de parques. Esses problemas podem deixar a gente estressado e cansado. Para deixar as cidades melhores, podemos pensar em algumas soluções simples. Por exemplo, usar mais a bicicleta ou o transporte público ajuda a diminuir os engarrafamentos e o ar fica mais limpo. Criar mais áreas verdes e parques é uma ótima ideia para relaxar e se conectar com a natureza. Além disso, quando as pessoas se juntam para conversar sobre o que precisam, conseguem encontrar soluções bem legais. Juntos, podemos fazer nossas cidades lugares mais agradáveis para viver!</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-03 17:02:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3152376848</guid>
      </item>
      <item>
         <title>NOME: LUIZ FERNANDO LEMOS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3152748682</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/calor-escaldante/"><strong>Artigo</strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/calor-escaldante/"><strong>Calor escaldante</strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/calor-escaldante/">Você deve saber que a ciência observa as mais diferentes coisas, e uma delas é a temperatura da Terra. Será que as temperaturas vão subir ainda mais? E aí, o que pode acontecer?</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/calor-escaldante/">https://chc.org.br/artigo/calor-escaldante/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-03 23:59:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3152748682</guid>
      </item>
      <item>
         <title>LUIZ FERNANDO LEMOS</title>
         <author>luizatacante234</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3154635323</link>
         <description><![CDATA[<p>VÍDEO SOBRE O AQUECIMENTO GLOBAL</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/eUTCyAlrQX0?si=t_NETod3BJShpL7A">https://youtu.be/eUTCyAlrQX0?si=t_NETod3BJShpL7A</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-05 13:20:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3154635323</guid>
      </item>
      <item>
         <title> LUIZ FERNANDO LEMOS</title>
         <author>luizatacante234</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3154643236</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>'Antártica verde': aquecimento global aumenta em dez vezes áreas cobertas por vegetação no continente; </strong></p><p><br/></p><p>Uma pesquisa publicada nesta sexta-feira na revista Nature Geoscience revelou um aumento em mais de 10 vezes das áreas verdes na Antártica nas últimas quatro décadas. A partir da análise de imagens e dados de satélite, cientistas das universidades de Exeter e Hertfordshire, na Inglaterra, e do British Antarctic Survey observaram o crescimento da vida vegetal no continente, com grandes áreas cobertas sobretudo por musgos. O fenômeno é um sintoma do ritmo alarmante do aquecimento global, alertam os pesquisadores.</p><p>De acordo com o estudo, em 1986 as áreas verdes cobriam menos de 0,4 quilômetro quadrado da Antártica. Em 2021, porém, já ocupavam 8 quilômetros quadrados. Segundo a pesquisa, a taxa de esverdeamento do continente está em rápido crescimento nas últimas quatro décadas, com uma aceleração superior a 30% entre 2016 e 2021.</p><p>— A paisagem ainda é quase totalmente dominada por neve, gelo e rochas, com apenas uma pequena fração colonizada por vegetação. No entanto, essa fração cresceu de forma dramática, mostrando que até mesmo essa vasta e isolada ‘natureza selvagem’ está sendo impactada pelas <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://oglobo.globo.com/tudo-sobre/assunto/mudancas-climaticas/"><strong>mudanças climáticas</strong></a> causadas pelo homem — explica Thomas Roland, pesquisador da Universidade de Exeter e um dos autores do estudo.</p><p>Em entrevista à rede americana CNN, Roland destacou que os efeitos da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://oglobo.globo.com/tudo-sobre/assunto/mudanca-climatica/"><strong>mudança climática</strong></a> na Antártica, o lugar mais frio do planeta, são facilmente visíveis do espaço. O continente, embora ainda coberto majoritariamente por gelo, sofreu com ondas de calor recorde.</p><p>— Nossas descobertas confirmam que a influência da mudança climática antropogênica não tem limites em seu alcance — disse Roland à CNN. — Mesmo na Península Antártica, essa região 'selvagem' mais extrema, remota e isolada, a paisagem está mudando, e esses efeitos são visíveis do espaço.</p><p>De acordo com o estudo, durante o último inverno, as temperaturas subiram até 10ºC acima do normal em meados de julho. Em março de 2022, já no fim do verão, algumas partes do continente registram 21ºC acima da média nos termômetros, marcando a mudança de temperatura mais extrema já vista na região.</p><p>Segundo os cientistas, conforme o planeta continua aquecendo cada vez mais devido ao uso de combustíveis fósseis, o esverdeamento da Antártica só tende a acelerar. E quanto mais verde o continente, maiores as transformações em seu ecossistema. Um dos efeitos da mudança no solo antártico, hoje pobre e quase inexistente, com o aumento da matéria orgânica é tornar o ambiente mais favorável a espécies invasoras, ameaçando a vida selvagem nativa.</p><p>— Sementes, esporos e fragmentos de plantas podem chegar facilmente à Península Antártica nas botas ou equipamentos de turistas e pesquisadores, ou por meio de rotas mais 'tradicionais' associadas à migração de pássaros e ao vento, e, portanto, o risco aqui é claro — apontou Roland.</p><p>Além disso, o fenômeno pode reduzir a capacidade da Antártica de refletir a radiação solar de volta para o espaço, já que superfícies mais escuras absorvem mais calor, o que aceleraria ainda mais o crescimento da vida vegetal conforme as temperaturas aumentam, explica Olly Bartlett, professor da Universidade de Hertfordshire e um dos autores do estudo, à CNN americana.</p><p>— Essa paisagem icônica pode mudar para sempre — disse ele.</p><p>Segundo os cientistas, a próxima etapa seria estudar como novas espécies de planta se comportam nas áreas verdes recentemente expostas devido ao calor e ao recuo das geleiras na Antártica.</p><p><br/></p><p>Fonte:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://oglobo.globo.com/mundo/clima-e-ciencia/noticia/2024/10/05/antartica-verde-aquecimento-global-aumenta-em-dez-vezes-areas-cobertas-por-vegetacao-no-continente-veja-fotos.ghtml">https://oglobo.globo.com/mundo/clima-e-ciencia/noticia/2024/10/05/antartica-verde-aquecimento-global-aumenta-em-dez-vezes-areas-cobertas-por-vegetacao-no-continente-veja-fotos.ghtml</a></p><p><strong>Por O Globo,</strong></p><p>05/10/2024 04h30 </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-05 13:30:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3154643236</guid>
      </item>
      <item>
         <title>LUIZ FERNANDO LEMOS</title>
         <author>luizatacante234</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3154774222</link>
         <description><![CDATA[<p>O aquecimento global é um dos maiores desafios enfrentados nos tempos atuais. O efeito estufa é o acúmulo de gases poluentes na atmosfera, por exemplo o dióxido de carbono e o metano, que retêm o calor, elevando a temperatura global. Dessa forma, além de prejudicar o planeta, também é responsável por grandes desastres como o derretimento da Antártica e o aumento das secas. O fenômeno vem crescendo no século XXI, tendo em vista que os anos de 2016, 2023 e 2024 são marcadas como temperaturas recordes, isso prejudica a qualidade de vida das pessoas. Portanto, é de suma importância diminuir o problema do aquecimento global, reduzindo a emissão desses gases, para assim, preservar a vida do planeta.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-05 16:16:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3154774222</guid>
      </item>
      <item>
         <title>NOME: ISABELLE VITÓRIA FRANCISCO ALVES.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3157678715</link>
         <description><![CDATA[<p>COMO OS BEBÊS APRENDEM A FALAR?</p><p>Nosso desenvolvimento tem fases, e com a fala dos bebês não é diferente!</p><p><br/></p><p>https://chc.org.brartigo/quero-saber-361</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-07 19:14:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3157678715</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Camila Lourenço Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3157825691</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Você já leu um livro inteiro?</strong></p><p><strong>Cientistas, muitas vezes, começam suas pesquisas com uma ideia sobre algo que “acham” que vão descobrir. Com relação à leitura, o que você acha que a ciência já descobriu?</strong></p><p><br><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/voce-ja-leu-um-livro-inteiro/">https://chc.org.br/artigo/voce-ja-leu-um-livro-inteiro/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-07 21:34:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3157825691</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Camila Lourenço Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3157828630</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/DV6Lz2VBbwc?si=x4Pfnw1RCvnDePw2">Vídeo sobre a importância da leitura </a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/DV6Lz2VBbwc?si=x4Pfnw1RCvnDePw2">https://youtu.be/DV6Lz2VBbwc?si=x4Pfnw1RCvnDePw2</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-07 21:37:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3157828630</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Camila Lourenço Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3157835242</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>A importância da leitura em um mundo conectado</strong></p><p><br/></p><p>Quase metade da população brasileira não lê um livro regularmente, enquanto 75% está presente em rede social.</p><p>Um dos maiores desafios para um educador é estabelecer um hábito de leitura em seus alunos em meio ao mundo digital. A chegada de novas tecnologias e a maior difusão da internet em território nacional ampliou o acesso e o volume das informações disponíveis para consumo dos brasileiros. Porém até que ponto esse contato elevado é prejudicial à formação do estudante como leitor?&nbsp;</p><p>De acordo com a pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil” realizada em 2020 pelo<strong> </strong>Instituto Pró Livro<strong>, </strong>48% da população não possui um hábito de leitura regular. A faixa etária que possui o maior contato com os livros vai da infância até a adolescência, mais especificamente dos cinco aos 18 anos de idade. Mesmo neste recorte, o consumo de leitores reduziu na última década.</p><p><br/></p><p>Em contraste, o número de internautas em território nacional aumentou. Até o fim de 2021, haviam em torno de 159 milhões de brasileiros presentes nas redes sociais diariamente e a expectativa é que esta quantidade atinja a marca de 184 milhões até o fim de 2026, segundo dados do banco de estatísticas <em>Statista.</em></p><p>Segundo o professor de literatura Daniel Bandeira, esse aumento no fluxo comunicacional é uma das principais razões para o declínio do interesse na leitura tradicional por parte da juventude.&nbsp;</p><p>“Os jovens, de forma geral, lêem muito, mas só aquilo que interessa a eles. É o que está na moda, o que está alta nas redes, o que foge um pouco das obras tradicionais. Existe um bloqueio que precisamos quebrar aos poucos. No campo da leitura, eles tendem a recorrer a sínteses, ou resumos de internet, então sempre fica uma carência de como foi produzido o texto integral”, analisou. &nbsp;</p><p>Na maioria dos casos, este relacionamento próximo com os livros surge no início da infância, com a influência dos pais. A criação de uma rotina que favoreça o contato da criança com a leitura pode auxiliar no processo de alfabetização, além de aprimorar o aprendizado do aluno no decorrer da jornada acadêmica.&nbsp;</p><p>“Nós (pediatras) incentivamos que os pais tenham em seu dia a dia o momento da leitura, inicialmente com os livros que tenham mais desenhos e pequenas palavras, para poder não ser algo cansativo. Aos poucos, você vai fazendo uma transição para livros maiores, com mais palavras”, pontuou a pediatra Lizandra Carriço.&nbsp;</p><p>A aluna do Colégio Aplicação da UPE <em>Eduarda Fernandes</em>, de 17 anos, possui uma paixão pela literatura, nascida de contato com gibis e livros desde a infância. No Ensino Médio, a estudante critica o pouco incentivo à leitura no decorrer da sua jornada no colégio. “Eu acho que a escola não dá a devida atenção à leitura, apenas quando você é muito pequeno no Ensino Médio. Então você vai de textos muito simples para complexos”, finalizou.&nbsp;</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.folhape.com.br/noticia/amp/241503/a-importancia-da-leitura-em-um-mundo-conectado/">https://www.folhape.com.br/noticia/amp/241503/a-importancia-da-leitura-em-um-mundo-conectado/</a></p><p>Por Ricardo Bezerra</p><p>30 SET 2022 às 18h00</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-07 21:47:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3157835242</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Camila Lourenço Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3157858130</link>
         <description><![CDATA[<p>A leitura é uma prática fundamental que pode despertar a imaginação e nos transportar para outras realidades e experiências, fazendo com que nossos conhecimentos sejam ampliados e nossa mente descanse em meio ao mundo digital que vivemos, sendo um recurso valioso para o crescimento do nosso desenvolvimento pessoal e intelectual. Os livros também ajudam na capacidade de argumentação e repertório, além de fortalecer a memória e a concentração. </p><p>A prática de leitura expande horizontes, estimula a criatividade, a imaginação e a empatia. A ausência desse hábito pode limitar a capacidade de adquirir conhecimento, dificultar a expressão escrita e oral, e diminuir a capacidade de compreensão e análise de informações. Ler regularmente proporciona momentos de lazer, ajudando a reduzir o estresse. Por meio dos livros, podemos explorar novos universos, viver outras vidas e entender melhor a nossa própria. Por isso, a leitura é um dos pilares para o crescimento pessoal e social.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-07 22:19:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3157858130</guid>
      </item>
      <item>
         <title>NOME: ANA ELIZA CAMELO DOS SANTOS </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3159954290</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/esqueletos-tambem-falam/">Artigo </a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/esqueletos-tambem-falam/"><strong>Esqueletos também falam!</strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/esqueletos-tambem-falam/">Quando um crime acontece, é preciso fazer uma investigação para desvendá-lo. Nos filmes, são usadas aquelas fitas amarelas para isolar a área, enquanto é aguardado o detetive. Mas sabia que o detetive pode precisar da ajuda de um cientista? Pois é! Existe uma especialidade chamada antropologia forense. As pistas seguidas por esses especialistas&nbsp;vêm de… ossos! Sim, os esqueletos também falam e ajudam a desvendar mistérios.</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/esqueletos-tambem-falam/"><strong>https://chc.org.br/artigo/esqueletos-tambem-falam/</strong></a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-08 21:11:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3159954290</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ANA ELIZA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3159958664</link>
         <description><![CDATA[<p>Vídeo sobre os ossos do esqueleto </p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=gQyoRHDNuuE"><strong>https://www.youtube.com/watch?v=gQyoRHDNuuE</strong></a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-08 21:17:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3159958664</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ANA LÍDIA DE ALMEIDA SOARES </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3159961374</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Acessórios que fazem a diferença nas Paralimpíadas.</strong></p><p><br/></p><p>A cada edição dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, atletas batem novos recordes, superam seus limites e conquistam medalhas inéditas. As mulheres do Brasil, por exemplo, fazem em Paris sua melhor campanha na história das Paralimpíadas! E assim como esportistas avançam a cada competição, evoluem também os materiais, acessórios e trajes usados por eles. Tudo isso graças a uma interação campeã entre esporte, ciência e tecnologia.</p><p><br/></p><p>Falamos de calçados, cadeiras de rodas, próteses e mais uma série de ferramentas que têm transformado o esporte de alto desempenho. E que, claro, merecem atenção nestes Jogos Paralímpicos na capital francesa. Confere só!</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/acessorios-que-fazem-a-diferenca-nas-paralimpiadas/">https://chc.org.br/artigo/acessorios-que-fazem-a-diferenca-nas-paralimpiadas/</a> </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-08 21:20:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3159961374</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ANA ELIZA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3159961607</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>"Os ossos falam"</strong></p><p>A antropologia forense é o ramo da medicina legal que estuda a identificação do ser humano por meio de um processo técnico-cientifico para determinação de idade, sexo, padrão racial e estatura. O material de estudo pode ser <strong><em>vivo</em></strong> (desaparecidos, pacientes mentais desmemoriados, menores de idade, etc.), <strong><em>morto</em></strong> (desastres de massa, cadáveres sem identificação, mutilados, estados avançados de putrefação e restos cadavéricos) ou ainda <strong><em>restos mortais</em></strong> (decomposição em fase de esqueletização, esqueletos e ossos isolados).</p><p>A professora Elisa Winkelmann lembra que a antropologia forense ganhou destaque com os atentados às torres do World Trade Center, em Nova Iorque, em 11 de setembro de 2001. No episódio, cerca de 2,3 mil pessoas perderam a vida. "Por causa da queda daqueles prédios, várias pessoas morreram e não sobrou um corpo. O que restou foram pedaços de ossos, fragmentos. Se esse material é da região do crânio, são os dentes, isso ajuda na identificação", esclarece.</p><p>"Os ossos te falam, eles podem te dizer o motivo da morte. Se a gente realiza um trabalho sobre fratura só com o crânio, por exemplo, é possível dizer a altura aproximada da qual a vítima caiu pela quantidade de fragmentos", exemplifica a docente.</p><p>No Brasil, um caso emblemático foi a tragédia de Brumadinho, em 2019, quando uma barragem da Vale rompeu-se e causou a morte de 270 pessoas. Passados três anos do desastre, as buscas ainda continuam, tendo a última vítima sido identificada apenas em junho deste ano.</p><p><strong>Rei da Salsicha: caso pioneiro da antropologia forense</strong></p><p>O alemão Adolph Luetgert desembarcou em Chicago, nos Estados Unidos, em 1886, aos 21 anos. Após alguns anos de trabalho, construiu sua primeira fábrica: a AL Luetgert Sausage &amp; Packing Company. A empresa que produzia salsichas logo deu ao dono a alcunha de <em>Rei da Salsicha de Chicago</em>. Devido a dificuldades financeiras, que inclusive estavam causando estresse em seu casamento com Louisa Luetgert, Adolph decidiu desativar o empreendimento.</p><p>Em maio de 1897, Louisa foi dada como desaparecida. Testemunhas afirmavam ter visto o casal entrando na fábrica de salsichas e apenas o marido deixando o local. Depois de argumentar que a esposa havia viajado para visitar um parente, Adolph passou a dizer que ela havia fugido com outro homem.</p><p>No trabalho de investigação, a polícia constatou que as brigas entre o casal eram constantes e existia um histórico de violência doméstica. Numa ação de busca na fábrica, os investigadores sentiram um forte odor vindo diretamente de um dos tonéis utilizados para a preparação das salsichas.</p><p>Adolph justificou que o cheiro era decorrente de uma mistura aferventada de potássio, gordura e restos de ossos usada na confecção de um sabão empregado na limpeza da fábrica. Porém, ao esvaziarem o tonel, os policiais encontraram um anel com a inscrição "LL", fragmentos de ossos e um pedaço de vestimenta similar a um espartilho. Todas as evidências estavam queimadas.</p><p>Os indícios foram suficientes para a acusação. O marido foi julgado ainda em 1897 no tribunal do Condado de Cook. Com o interesse da população, o caso teve cobertura nacional e provocou a queda na venda de salsichas em todo o país. Em uma das audiências, houve o depoimento do antropólogo George Dorsey. Segundo o especialista, o corpo de Louisa havia sido dissolvido em uma solução cáustica e seus restos cremados em uma fornalha.</p><p>Dorcy analisou cada um dos ossos encontrados e identificou-os como sendo pertencentes ao metatarso, às falanges dos dedos dos pés, às costelas e ao crânio de um indivíduo do sexo feminino com idade compatível com a de Louisa Luetger. Os doze jurados condenaram Adolph. E a análise antropológica de estimativa do perfil biológico foi, pela primeira vez na história dos Estados Unidos, utilizada como evidência para condenar o réu.</p><p>FONTE: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalismoufsc.shorthandstories.com/antropologia-forense/index.html#article">https://jornalismoufsc.shorthandstories.com/antropologia-forense/index.html#article</a></p><p>Crédito: Harlie Raethel | Unsplash</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-08 21:21:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3159961607</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ANA LÍDIA DE ALMEIDA SOARES </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3159971660</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Acessórios que fazem a diferença nas Paraolimpíadas.</strong></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/tb4ySnRKjLA?si=I_e85c5ku_n_B52J">https://youtu.be/tb4ySnRKjLA?si=I_e85c5ku_n_B52J</a> </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-08 21:34:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3159971660</guid>
      </item>
      <item>
         <title>AMANDA COSTA</title>
         <author>0000827953</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3163776183</link>
         <description><![CDATA[<p>O corpo humano é uma complexa rede de sistemas interconectados, como o circulatório, respiratório e nervoso, que trabalham em harmonia para sustentar a vida. Cada órgão desempenha funções específicas, mas a saúde de um sistema pode impactar o funcionamento de todo o organismo. Compreender essa interconexão é crucial para a promoção da saúde e prevenção de doenças. Além disso, a educação em saúde empodera as pessoas a tomarem decisões informadas sobre seu bem-estar, estimulando a curiosidade pela ciência e desmistificando processos biológicos. Essa visão integrada reforça a importância do autocuidado e do cuidado preventivo em busca de uma vida saudável.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-10 21:33:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3163776183</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria Luiza Morais Santos </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3165375320</link>
         <description><![CDATA[<p>Um pantanal </p><p><strong>Há enchentes de alegria<br>quando há concentração<br>de pantanais poesias<br>vegetais em formação.</strong></p><p><strong>Quando criações iguais</strong><br><strong>formam mantos vegetais,</strong><br><strong>cria-se no Pantanal</strong><br><strong>um substantivo… tal.</strong></p><p><strong>É um tal de acurizal,</strong><br><strong>paratudal, pirizal, piuval,</strong><br><strong>cambarazal, et cetera e tal.</strong></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/um-pantanal/">https://chc.org.br/artigo/um-pantanal/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-11 19:52:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3165375320</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria Luiza Morais Santos </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3165388772</link>
         <description><![CDATA[<p>VÍDEO SOBRE AS CURIOSIDADES DO PANTANAL </p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/um-pantanal/">https://chc.org.br/artigo/um-pantanal/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-11 20:12:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3165388772</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria Luiza Morais Santos </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3165413208</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Incêndios no Pantanal: situação tende a se agravar ainda mais em 2024, dizem especialistas.</strong></p><p><br/></p><p>Os incêndios no Pantanal começaram muito antes do previsto este ano e vem atingindo marcas assustadoras. Especialistas alertam sobre o cenário que se estabelece desde o ano passado, quando o déficit de chuvas começou a anunciar uma seca que poderia aumentar o período de estiagem.</p><p>Profissionais que integram a Sala de Crise da Bacia do Alto Paraguai, coordenada pela Agência Nacional das Águas (ANA), alertaram que na bacia do rio Paraguai, principal bacia que abastece o Pantanal e responsável pelo pulso de inundação no bioma, tem registrado chuvas abaixo da média desde o período chuvoso. Por esta e outras razões, a ANA decretou situação crítica de escassez de recursos hídricos na bacia em 14 de maio deste ano.</p><p>Em 2020, a região enfrentou uma crise com incêndios florestais sem precedentes, com um aumento de 215% em relação ao ano anterior, consumindo aproximadamente 4 milhões de hectares (cerca de 26% da área total do bioma no território brasileiro), uma área quatro vezes maior que a média observada entre 2001 e 2019.</p><p>O Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais do Departamento de Meteorologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (LASA-UFRJ) emitiu uma Nota Técnica de avaliação da situação do fogo no Pantanal constatando alguns fatos. A análise foi realizada no período de 1º de janeiro de 2024 a 23 de junho de 2024. Foram destacados os seguintes pontos:</p><ul><li><p>Dentro deste período, observou-se um aumento significativo das áreas afetadas pelo fogo em comparação aos anos anteriores, sendo até agora um dos mais severos das últimas décadas;</p></li><li><p> O ressecamento do solo observado na região em 2023 e 2024 é sem precedentes em termos de intensidade e duração. Ou seja, as altas temperaturas somadas à falta de chuva por um longo período auxiliaram para que o solo estivesse extremamente seco, facilitando, assim, o alastramento de incêndios;</p></li><li><p> O regime de seca persistente de intensidade extrema a moderada perdura nos últimos 12 meses. De acordo com relatório lançado no dia 25 de junho pelo MapBiomas, o Pantanal foi o bioma que mais secou dentro da análise realizada entre 1985 a 2023. A superfície de água anual (pelo menos 6 meses com água) em 2023 foi 61% abaixo da média histórica. Ou seja, 382 mil hectares de redução da área alagada e do tempo de permanência da água; </p></li></ul><p> </p><p>A área queimada em 2024 já alcançou 680 mil hectares (4,53% de toda extensão do bioma), ultrapassando 2020, quando comparado o mesmo período do ano. Até junho de 2020, o Pantanal havia queimado 258 mil hectares. Portanto, 2024 já apresenta um aumento de 143% em comparação com o mesmo período em 2020;</p><ul><li><p> Os incêndios deste ano são de origem humana e não natural (raios);</p></li><li><p> As altas temperaturas e o quadro de seca extrema que estão se estabelecendo há tempos contribuíram para um elevado acúmulo de material combustível em toda a região. Matéria orgânica seca torna-se altamente inflamável.</p></li></ul><p> As previsões são alarmantes para os próximos três meses</p><p> Além destas análises do que já vem ocorrendo desde o início do ano, a equipe do LASA-UFRJ elaborou uma previsão preocupante do cenário de seca e incêndios para os próximos três meses no Pantanal. </p><p>  </p><p> •  De julho a setembro, esperam-se temperaturas acima da média e precipitação abaixo do normal. A partir de julho haverá o desenvolvimento das condições do fenômeno La Niña, que pode favorecer a ocorrência de seca, ondas de calor e incêndios no Pantanal, conforme ocorreu em 2020;</p><p> </p><p> •  Quanto às condições meteorológicas, nos meses de julho a setembro de 2024, a temperatura do ar próximo à superfície ultrapassará 2ºC acima da média e a precipitação tem grandes chances de permanecer abaixo do esperado dentro da série histórica (1991-2016) (dados baseados nas análises do European Centre for Medium-Range Weather Forecasts – ECMWF).</p><p> Se as condições climáticas atuais se mantiverem nos próximos meses, a probabilidade de que ultrapassemos o número de 2 milhões de hectares consumidos pelo fogo até o final do ano é de 92% e de passar de 3 milhões, é de 80%.</p><p>Onde está o fogo?</p><p>Apesar de o fogo estar muito intenso, os focos permanecem, até o momento, muito concentrados na porção sudoeste do Pantanal, na região de Corumbá, MS, ao longo dos rios Paraguai e do Paraguai Mirim. Estas regiões são, historicamente, mais habitadas e com mais circulação de embarcações.</p><p>Analisando os mapas a seguir, podem-se relacionar as áreas que mais alagam no bioma com as áreas com mais focos de incêndio.</p><p>Esta correlação ocorre porque, nas áreas alagadas, há um crescimento mais vigoroso da vegetação, acumulando grande quantidade de biomassa. Nos períodos mais secos e quentes, como este que se estabeleceu agora em 2024, a vegetação abundante e o solo secam, criando uma condição ideal para ocorrência de grandes incêndios.</p><p>A questão principal é a origem destes focos. De acordo com dados apresentados pelo LASA na Nota Técnica, liberada no dia 24 de junho, em junho não foi registrada queda de raios no Pantanal, ou seja, não são causas naturais que geraram os focos. Isto indica que estes incêndios estão relacionados com atividades humanas, sejam elas intencionais ou não.</p><p>Este cenário reforça a urgência da investigação sobre o início destes focos. É muito provável que estes focos sejam causados devido à ação humana e precisam ser apurados e devidamente responsabilizados para que estas ações não se repitam.</p><p>O que podemos fazer diante deste cenário?</p><p>O problema dos incêndios é complexo e exige uma grande mobilização de todos os setores da sociedade. No início de junho, o Instituto SOS Pantanal soltou uma Nota Técnica sobre a Seca do Pantanal na qual são citadas algumas medidas urgentes que se mostram essenciais para minimizar os impactos deste cenário crítico que já está estabelecido.</p><p>A instalação de uma Sala de Crise para acompanhar de perto a situação na Bacia do Alto Paraguai é justificada para enfrentar os desafios e as consequências da seca;</p><p>É imperativo considerar fortemente medidas de prevenção e um preparo adicional para o combate a incêndios, de modo a lidar mais efetivamente com os desafios que estão por vir;</p><p>Reforçamos o ponto levantado pelo LASA-UFRJ de que há leis vigentes sobre a proibição do uso do fogo nesta época do ano e sob tais condições climáticas extremas. A conscientização da população de que ela também faz parte do problema é crucial neste momento.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.sospantanal.org.br/incendios-no-pantanal-situacao-tende-a-se-agravar-ainda-mais-em-2024-dizem-especialistas/?gad_source=1&amp;gclid=EAIaIQobChMI5rz1wZKH">https://www.sospantanal.org.br/incendios-no-pantanal-situacao-tende-a-se-agravar-ainda-mais-em-2024-dizem-especialistas/?gad_source=1&amp;gclid=EAIaIQobChMI5rz1wZKH</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-11 20:56:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3165413208</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria Luiza Morais Santos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3165441131</link>
         <description><![CDATA[<p>O Pantanal é tipo um dos maiores ecossistemas úmidos do mundo. Lá tem uma diversidade animal incrível, com várias espécies que a gente nem vê em outros lugares. Quando a gente visita o Pantanal, dá pra ficar mais ligado na importância de preservar o meio ambiente, o que ajuda a entender por que é tão importante cuidar da natureza de um jeito mais responsável. Além disso, proteger o Pantanal melhora o clima não só lá, mas no mundo todo. As paisagens de lá são lindas, perfeitas pra dar aquela relaxada e pensar na vida. Num mundo tão louco como o nosso, cuidar de lugares como o Pantanal é chave pra garantir um futuro melhor.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-11 21:52:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3165441131</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Bárbara Luiza Silva Araujo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3171016449</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Asas coloridas, qual o seu nome?</strong></p><p><strong>Setembro é o mês da chegada da primavera! E a gente logo pensa em jardins coloridos por flores e também em… borboletas! Esses insetos, além de belos, desempenham um papel muito importante na natureza, especialmente na polinização das plantas, ao transportarem o pólen de uma flor a outra enquanto sugam o néctar. E tem mais! Os nomes populares dessas obras de arte da natureza nos ajudam a conhecê-las melhor. Quer saber como? Vem!</strong></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/asas-coloridas-qual-o-seu-nome/">https://chc.org.br/artigo/asas-coloridas-qual-o-seu-nome/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-15 22:13:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3171016449</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Bàrbara Luiza Silva Araujo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3171026789</link>
         <description><![CDATA[<p>Vídeo sobre 10 curiosidades no mundo das  Borboletas.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/dq9BHAGSmm4?si=xZ00qE9HWpNkEQw8">https://youtu.be/dq9BHAGSmm4?si=xZ00qE9HWpNkEQw8</a></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-15 22:28:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3171026789</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Bàrbara Luiza Silva Araujo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3171035351</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Fósseis raros revelam a evolução das borboletas em 100 milhões de anos.</strong></p><p><br/></p><p>Ainda é preciso descobrir a história completa das quase 19 mil espécies de borboletas que existem em todo o mundo.Durante a era dos dinossauros, algumas mariposas transitaram do hábito de voo noturno para o diurno, evoluindo para aproveitar o néctar das flores que se desenvolveram<br>junto com as abelhas.</p><p>Em 2019, os cientistas descobriram como essa única mudança para a atividade diurna serviu como o ponto de virada evolutivo para todas as espécies de borboletas. Mas eles ainda precisam traçar a história completa das quase 19 mil espécies de borboletas que existem em todo o mundo.</p><p>Quando essa revelação da virada evolutiva foi revelada, um outro trabalho já estava em andamento há quatro anos. Em 2015, uma equipe global de cientistas se uniu num projeto ambicioso para montar um modelo detalhado da história evolutiva e as relações de espécies das borboletas. Ou seja, a árvore da vida das borboletas.</p><p>Juntos, os pesquisadores coletaram DNA de quase 2,3 mil espécies de 90 países que representam todas as famílias de borboletas.</p><p>Os resultados da equipe, publicados no início da semana na revista “Nature Ecology and Evolution”, mostraram que as borboletas se originaram no que é agora América do Norte e Central.</p><p>A pesquisa é um primeiro passo em um projeto maior sobre espécies de borboletas, e pode atuar como um recurso para estudos futuros, como explicou Akito Kawahara, curador de lepidópteras no Museu de História Natural da Flórida.</p><p>As borboletas enfrentam muitas ameaças devido à crise climática, incluindo a destruição de habitats e o aquecimento global, o que está fazendo com que algumas espécies migrem para novos ambientes.</p><p>Compreender diferentes populações e espécies de borboletas pode ajudar cientistas e conservacionistas a proteger os insetos e seus habitats.</p><p>A origem geográfica das borboletas causou surpresa porque hipóteses anteriores indicavam que elas vinham da atual Austrália ou da Ásia.</p><p>O centro do estudo é um conjunto de fósseis raros de borboletas. Os preciosos restos de borboletas ancestrais são difíceis de encontrar porque os insetos têm asas finas e<br>frágeis e pelos semelhantes a fios – e nenhum deles se preserva tão bem como ossos no registro fóssil.</p><p>Os espécimes fósseis forneceram aos pesquisadores marcadores genéticos, ajudando-os a determinar quando eventos críticos ocorreram na evolução das borboletas.</p><p>“Usamos vários fósseis para o estudo, a fim de calibrar partes específicas da árvore da vida”, afirmou Kawahara. “Mas a maioria dos fósseis de borboletas são mal preservados, então só poderíamos incluir cerca de 10 a 15 fósseis em nosso estudo com base em pesquisa paleontológica.”</p><p><br/></p><p>fonte:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/fosseis-raros-revelam-a-evolucao-das-borboletas-em-100-milhoes-de-anos/">https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/fosseis-raros-revelam-a-evolucao-das-borboletas-em-100-milhoes-de-anos/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/autor/ashley-strickland/"><strong>Ashley Strickland</strong></a><strong>da CNN</strong></p><p>21/05/2023 às 04:00<br></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-15 22:41:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3171035351</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lucas Francisco Gonçalves</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3173097054</link>
         <description><![CDATA[<p>A aviação é, sem dúvidas, uma grande conquista da humanidade. Com a capacidade do voo, os seres humanos tem em mãos uma forma fácil e eficiente de transportar pessoas, apagar incêndios, fazer resgates, enviar suprimentos médicos a áreas de difícil acesso ou em conflitos e muito mais. Nesse caso, devemos dar uma olhada no passado e conhecer melhor os princípios da aviação, como será que ela se desenvolveu ao longo dos anos? E como será que foi a vida do "pai da aviação", Santos-Dumont?                    https:⁄⁄chc.org.br⁄santos-dumont-o-homem-que-queria-ter-asas⁄</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-16 23:04:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3173097054</guid>
      </item>
      <item>
         <title>VITOR MILAGRES MATA MACHADO ALKMIM</title>
         <author>milagresvitor345</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3173226451</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="taxonomy artigo_category" href="https://chc.org.br/artigo_category/artigo/">Artigo</a></p><p><strong>Se toda a terra firme do nosso planeta fosse dividida em 100 partes, apenas três delas estariam ocupadas pelas cidades. Parece pouco, mas os centros urbanos são um dos maiores causadores de danos ambientais. Estamos diante de um problema. E, quando a gente toma consciência de um problema, o melhor que temos a fazer é buscar soluções, não é mesmo?</strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/cidades-problemas-e-solucoes/"><strong>https://chc.org.br/artigo/cidades-problemas-e-solucoes/</strong></a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-17 00:46:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3173226451</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Asas coloridas, qual o seu nome?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3173333634</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Setembro é o mês da chegada da primavera! E a gente logo pensa em jardins coloridos por flores e também em… borboletas! Esses insetos, além de belos, desempenham um papel muito importante na natureza, especialmente na polinização das plantas, ao transportarem o pólen de uma flor a outra enquanto sugam o néctar. E tem mais! Os nomes populares dessas obras de arte da natureza nos ajudam a conhecê-las melhor. Quer saber como? Vem!</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/asas-coloridas-qual-o-seu-nome/">https://chc.org.br/artigo/asas-coloridas-qual-o-seu-nome/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-17 01:42:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3173333634</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Júlia Fabiano Silva Dos Santos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3173363529</link>
         <description><![CDATA[<p>VIDA DAS BORBOLETAS</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://m.youtube.com/watch?v=B9HJL0Ms_MQ">https://m.youtube.com/watch?v=B9HJL0Ms_MQ</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-17 02:00:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3173363529</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Júlia Fabiano Silva Dos Santos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3173443751</link>
         <description><![CDATA[<p>Estudo de borboletas em Curitiba surpreende pela variedade de espécies</p><p>Em um ano, apenas nas matas da Grande Curitiba, foram registrados 578 espécies de borboletas e mariposas. Diversidade surpreende pesquisadores</p><p>16 de abril de 2020 </p><p>Publicado originalmente por Observatório de Justiça e Conservação </p><p>borboletas conservação insetos</p><p>A bióloga curitibana Maristela Zamoner é referência nacional em “lepidópteros”, a ordem de insetos que inclui as borboletas e mariposas. Ao analisar as matas da Grande Curitiba, ela chegou a uma conclusão surpreendente. Estamos subestimando a biodiversidade de borboletas, afinal, em pouco mais de um ano, foram registradas 410 espécies em apenas três pontos de estudo na capital! Com a participação da população, tirando fotos, o total subiu para 520. Em todo o Estado foram registradas 578 espécies e no Brasil, 1473.</p><p>Os resultados estão hospedados no portal internacional de mapeamento da biodiversidade iNaturalist, mantido pela Academia de Ciências da Califórnia com o apoio da revista National Geographic. Podem contribuir com a inclusão de fotos das diferentes espécies avistadas, fotógrafos de natureza, estudantes, professores, pesquisadores, consultores ambientais, profissionais de borboletários e a interessados em geral.&nbsp;</p><p>A rotina da pesquisadora inclui décadas de acompanhamento do comportamento desses animais em diferentes pontos, como a unidade de conservação do Jardim Botânico da cidade e em outras reservas, como o bosque do Capão da Imbuia, a propriedade da família dela, em Quatro Barras, e a chácara de seu marido, Deni Schwartz Filho, em Campina Grande do Sul, que, após muitos anos de exploração agrícola, foi recuperada por ele com plantio de espécies da Floresta com Araucária. O principal desafio de Maristela era estudar as borboletas sem sacrificá-las, conhecendo esses animais em vida e não em morte.&nbsp;</p><p>“A gente vem de uma história com biólogos de séculos anteriores em que o conhecimento foi construído, basicamente, por meio das coletas. E esse conhecimento foi muito importante para que pudéssemos descobrir as características das borboletas. Mas a partir do momento em que começamos a desenvolver novas tecnologias, é possível abrir os olhares para formas diferentes de se conhecer essa biodiversidade”. diz Maristela.&nbsp;</p><p>As borboletas são responsáveis pela produção de comida, graças aos serviços ecossistêmicos que oferecem, como a polinização de 75% das plantações de todo mundo. Também são bioindicadores da qualidade ambiental, servem de alimento para pássaros e outros animais, reabastecem o solo, mantendo o equilíbrio de todo o planeta, contribuindo para a sobrevivência dos seres humanos.&nbsp;</p><p>A espécie está ameaçada de extinção e só existem três registros no estado de São Paulo.</p><p>O registro da espécie Prepona deiphile deiphile foi feito pela bióloga Laura Braga, dentro do Legado das Águas, reserva particular de 31 mil hectares, localizada no Vale do Ribeira, em São Paulo.</p><p>A floresta de alto grau de conservação é berçário e refúgio para espécies raras e ameaçadas de extinção. Há possibilidade de existir mais borboletas como essa, pois são difíceis de serem avistadas porque se alimentam de frutas fermentadas e vivem na copa de árvores muito altas.</p><p>O Legado iniciou o levantamento de borboletas no Vale do Ribeira, em 2016, em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e a empresa Votorantin. Até o momento, foram registradas 226 espécies na área.</p><p>Observação de borboletas</p><p>Também conhecida como butterfly watching, ou butterflying, ganha mais adeptos a cada dia. A atividade permite um contato maior com a natureza e traz vários benefícios à saúde mental, física e espiritual. Do ponto de vista profissional, entender o comportamento desses insetos é importante para compreender seu papel no ciclo de vida de todo um ecossistema. As borboletas são excelentes bioindicadores, seres que revelam condições ou desequilíbrios ambientais, além de cumprir papel fundamental na polinização e como sustentáculo da cadeia de várias outras espécies.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://oeco.org.br/reportagens/estudo-de-borboletas-em-curitiba-surpreende-pela-variedade-de-especies/">https://oeco.org.br/reportagens/estudo-de-borboletas-em-curitiba-surpreende-pela-variedade-de-especies/</a></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-17 02:44:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3173443751</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Júlia Fabiano Silva Dos Santos </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3173460920</link>
         <description><![CDATA[<p>As borboletas são insetos extremamente encantadores, muito lindos e diversos. Elas passam por um complexo ciclo de vida. Esses insetos, além de desempenharem um papel de suma importância na polinização de várias plantas. São bioindicadores importantes (organismos que ajudam a identificar a saúde de um ecossistema). A conservação das diversas espécies de borboletas é essencial, pois muitas estão ameaçadas devido à perda de habitat e mudanças climáticas.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-17 02:53:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3173460920</guid>
      </item>
      <item>
         <title>NOME: GIOVANNA MARQUES</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3174788932</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo:                                                                     No Ar com Amelia                                                  <sub>Num tempo em que mulher dirigir carro era raridade, ela foi piloto de avião. E, enquanto muitas moças sonhavam com o vestido de noiva ideal, ela era estilista de roupas femininas muito práticas. Para contar suas aventuras, foi também escritora. Estamos falando de alguém que nasceu no final do século 19: Amelia Mary Earhart!                                                                                                                                               </sub><em><sub>https://chc.org.br/artigo/no-ar-com-amelia/</sub></em></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-17 17:43:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3174788932</guid>
      </item>
      <item>
         <title>GIOVANNA MARQUES</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3174811090</link>
         <description><![CDATA[<p>Vídeo sobre as conquistas das mulheres ao longo dos anos                                                                                                                     <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/QsDMPlstmms"><strong>https://youtu.be/QsDMPlstmms</strong></a><strong>                                                                                                                 </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/GHk9QBeb5CM"><strong>https://youtu.be/GHk9QBeb5CM</strong></a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-17 18:00:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3174811090</guid>
      </item>
      <item>
         <title>GIOVANNA MARQUES </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3174847988</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Conquista de direitos fundamentais pelas mulheres é recente </strong>                                                                                  Quase oito em dez brasileiros acreditam que homens e mulheres ainda não têm os mesmos direitos.                            Na história brasileira, a conquista de alguns direitos fundamentais pelas mulheres é recente.</p><p> A ciência chama de teoria da evolução a hipótese de que nossa espécie, da ordem dos primatas, veio dos hominídeos. E podemos chamar também de evolução o caminho que leva cada vez mais mulheres para a ciência. E uma abre a porta para outra.                                                     “É importante para as mulheres em questão salarial mesmo, mas também para a sociedade, porque acho que, quando você tem um ambiente diverso, você tem pensamentos diversos. Consequentemente, você vai ter mais originalidade no lugar, você vai ter soluções mais inovadoras. Ninguém pensa igual, né?”, acredita Marielly Rocha. Aos 20 anos, a estudante de Ciências Fundamentais da USP foi mais longe que todas as mulheres da família. “Minha avó cuidava de casa, ela não chegou a estudar nem a trabalhar. Ela cuidava dos filhos. Ela sempre falava que eu era o orgulho da família, que ela queria ver a neta se formando”, conta a estudante. A mãe de Marielly, a balconista Mônica Rocha, também tentou ter uma carreira - queria cursar farmácia -, mas não passou do balcão porque, desde cedo, esteve ocupada demais para estudar. “Eu sempre fui mãe, porque na verdade eu cuidei de um irmão, eu cuidei de muitos sobrinhos. A minha irmã mais nova tinha os filhos e minha mãe acabava criando. Então, assim, eu sempre fui mãe. Na maternidade, a responsabilidade maior é nossa, não tem jeito. Meu marido conseguiu fazer duas faculdades e eu não consegui fazer nenhuma. Por quê? Era muito difícil dar conta da casa, minha filha, tudo.''                          Sete milhões de anos separam os hominídeos dos homo sapiens. Num paralelo da biologia com a sociologia, a evolução da mulher como cidadã é bem mais recente.</p><p><br/></p><ul><li><p>No Brasil, o primeiro marco foi em 1932, com o direito ao voto</p></li><li><p>Em 1962, casadas podem trabalhar sem autorização do marido</p></li><li><p>Em 1977, o divórcio vira uma opção legal</p></li><li><p>Em 1988, a Constituição diz que homens e mulheres são iguais</p></li><li><p>Em 2006, a Lei Maria da Penha garante proteção contra a violência doméstica</p></li><li><p>Em 2015, o feminicídio passa a ser crime hediondo</p></li></ul><p>      Hoje, em 2023, vemos uma proposta de lei por salários iguais. A história mostra um avanço, mas, de verdade, não assim tão linear. “Esses avanços nos direitos das mulheres e nas melhorias de condições de vida das mulheres são sempre acompanhados por algumas contradições em paralelo. Isso tem a ver com o fato de que a gente vive num sistema de gênero que é desigual entre homens e mulheres. Então, a gente tem algumas melhorias, tem alguns avanços, mas tem contradições. Por exemplo, na década de 70, ao mesmo tempo que a gente tem o anticoncepcional, a gente tem uma liberdade sexual maior sendo construída, sendo possível, a gente tem também esterilizações forçadas de mulheres negras acontecendo na mesma época, de forma bastante brutal, que vem sendo denunciada aí há muito tempo”, afirma a professora do Departamento de Sociologia da USP, Marília Moschkovich. A cena de 35 mulheres agredidas verbal ou fisicamente a cada minuto ainda remete ao tempo das cavernas. Mas a partir de agora, uma jovem pode decidir sozinha se quer ser mãe. A laqueadura, assim como a vasectomia, não depende mais do consentimento do parceiro.</p><p>         No ano passado, o número de esterilizações de mulheres foi quase o dobro do de homens: 101.374 laqueaduras e 59.597 vasectomias. <em>“Eu não sou casada, não tenho namorado, não tenho nada. Mas quem tem é importante, né? Poder decidir por si só, sem ter que ter autorização de outra pessoa. Mulher é muito criticada, né? Quando a gente quer focar na carreira e se coloca em primeiro lugar. A gente sempre escuta que a gente é egoísta, que a gente vai se arrepender, que uma hora a gente vai mudar de ideia. E, se for o caso, a gente tem a adoção, né? Tem tanta criança aí precisando de uma família, querendo uma família. E você não é menos mãe por não ter gerado seu filho",</em> afirma a estudante Clara Maul. Quase oito em dez brasileiros acreditam que homens e mulheres ainda não têm os mesmos direitos, e elas podem falar.                             “Na lei sim, mas na prática não”, ressalta a secretária Márcia Regina dos Santos. “Pela desigualdade, pela intolerância, pela impaciência deles”, enumera a vigilante patrimonial Luciane Cares.<strong> </strong>“Acho que não tem a ver com política e nem financeiramente. Mas, sim, o senso de entender o que a mulher é na sociedade”, defende a psicóloga Cristina de Andrade.  <strong>                                                                 </strong>“Eu acho incrível ser mulher, não trocaria isso por nada. Mas, ao mesmo tempo, você ter noção de tudo, de todas as mulheres que lutaram para você ter os direitos que você tem hoje. Porque os direitos das mulheres não são algo natural na nossa sociedade. Equidade de gênero ainda não é algo que existe”, destaca Marielly.   <strong>                                                         </strong>Tem caminho pela frente e cada uma que avança, não vai sozinha. Chega com todas que andaram antes dela. “Dediquei muito a minha vida toda, para chegar onde elas estão hoje. Não foi fácil, mas estamos aí”, diz a mãe de Marielly.   <strong>                                                                                                                                                                                                                 </strong><em>Fonte: </em><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2023/03/08/conquista-de-direitos-fundamentais-pelas-mulheres-e-recente.ghtml"><em>https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2023/03/08/conquista-de-direitos-fundamentais-pelas-mulheres-e-recente.ghtml</em></a><em>                                                                                                                           </em>Por Jornal Nacional</p><p>08/03/2023 20h59</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-17 18:27:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3174847988</guid>
      </item>
      <item>
         <title>NOME: CLARICE VIANA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3174857821</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Artigo </em></strong></p><p><strong><em>A incrível fábrica de células </em></strong></p><p>Talvez você ainda não saiba, mas o corpo humano é composto de trilhões de células. São estruturas minúsculas, que poderiam ser comparadas a blocos de montar. Em nosso organismo, esses blocos, ou melhor, células se dividem e dão origem a células filhas, que podem “montar” e fazer funcionar as mais diversas partes corpo – um órgão, por exemplo. Como acontece com os blocos de brinquedo, as células às vezes têm defeitos e, ao se dividirem, dão origem a células filhas também defeituosas, chamadas células mutantes. Quando isso acontece, é hora de resolver o problema cuidando da saúde!</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/a-incrivel-fabrica-de-celulas/">https://chc.org.br/artigo/a-incrivel-fabrica-de-celulas/</a></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-17 18:35:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3174857821</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CLARICE VIANA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3174871529</link>
         <description><![CDATA[<p>Vídeo sobre as células eucariontes que possuem várias ORGANELAS com funções diferentes. Descubra como funciona cada parte da MENOR Fábrica do mundo!</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/xLO_xNBeQBs?si=4W45dQWbENow_8vM">https://youtu.be/xLO_xNBeQBs?si=4W45dQWbENow_8vM</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-17 18:46:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3174871529</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CLARICE VIANA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3174883972</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Cientistas transformam células cancerígenas em unidades musculares saudáveis. </strong></p><p>Equipe investigou a chamada "terapia de diferenciação" aplicada a um tipo de câncer comum no público pediátrico</p><p>Uma técnica inovadora que transforma células <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/cancer/"><strong>cancerígenas</strong></a> em funcionais saudáveis pode representar uma nova opção para o tratamento de pacientes oncológicos.</p><p>Cientistas do Laboratório Cold Spring Harbor (Cold Spring Harbor Laboratory), liderados pelo pesquisador Christopher Vakoc, investigaram a chamada “terapia de diferenciação” aplicada a um agressivo tipo de câncer comum no público pediátrico, o rabdomiossarcoma (RMS).</p><p>“Todo medicamento de sucesso tem sua história de origem.&nbsp;E pesquisas como essa são o solo a partir do qual nascem novos medicamentos”, afirmou&nbsp;Vakoc.</p><p>Para chegar ao resultado esperado, a equipe de pesquisadores desenvolveu uma nova técnica de rastreio genético.</p><p>Por meio da tecnologia de edição de genoma, eles buscaram genes que, quando interrompidos, forçariam as <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/celulas/"><strong>células</strong></a> RMS a se transformarem em células musculares. De acordo com os cientistas, as células RMS se assemelham às células musculares das crianças.</p><p>Em meio ao procedimento surgiu uma proteína chamada NF-Y. Quando tal proteína se esgotou nas células cancerígenas, o grupo observou a transformação.</p><p>“As células literalmente se transformam em músculos.&nbsp;O tumor perde todos os atributos do câncer.&nbsp;Eles estão mudando de uma célula que só quer produzir mais de si mesma para células dedicadas à contração.&nbsp;Como toda a sua energia e recursos estão agora dedicados à contração, não pode voltar a este estado de multiplicação”, descreveu o pesquisador.</p><p>De acordo com os pesquisadores, a relação entre a proteína e as células cancerígenas pode ser o mecanismo necessário para levar a terapia de diferenciação aos pacientes oncológicos.</p><p>A equipe acredita ainda que, futuramente, tecnologia poderá ser aplicada a outros tipos de câncer.</p><p>“Essa tecnologia pode permitir que você pegue qualquer câncer e procure como diferenciá-lo”, explica Vakoc.&nbsp;“Este pode ser um passo fundamental para tornar a terapia de diferenciação mais acessível.”</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/cientistas-transformam-celulas-cancerigenas-em-unidades-musculares-saudaveis/">https://www.cnnbrasil.com.br/saude/cientistas-transformam-celulas-cancerigenas-em-unidades-musculares-saudaveis/</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/autor/renata-souza/"><strong>Renata Souza</strong></a><strong>da CNN , São Paulo</strong></p><p>01/09/2023 às 17:39 | Atualizado 01/09/2023 às 18:10</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-17 18:57:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3174883972</guid>
      </item>
      <item>
         <title>GIOVANNA MARQUES</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3174888546</link>
         <description><![CDATA[<p>As conquistas das mulheres ao longo dos anos são amplas e diversas, como direitos civis, culturais, na educação e na política. Dessa forma, é possível ver que mulheres de diversas etnias ou classes sociais enfrentaram muitos problemas e preconceitos, mas conseguiram, aos poucos, abrir mais lugares na sociedade, como a Amelia Mary Earhart, piloto de avião ou a Marie Curie, que recebeu dois prêmios nobel, um de física e  outro de química. Portanto, é essencial reconhecer que todas as mulheres devem ter direitos iguais na sociedade, já que nem todos foram adquiridos até hoje em dia, ensinando isso de forma para preparar as gerações para os próximos desafios que irão enfrentar no que tem por vir.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-17 19:00:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3174888546</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CLARICE VIANA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3174894041</link>
         <description><![CDATA[<p>As células são as pequenas unidades que formam todos os seres vivos. Existem dois tipos principais: as células procariontes, que não têm núcleo, como as bactérias, e as células eucariontes, que possuem núcleo e organelas, encontradas em plantas e animais. Cada célula é envolvida por uma membrana que controla o que entra e sai. Dentro dela, o citoplasma contém organelas com funções específicas, como as mitocôndrias, que produzem energia. As células se dividem para crescer e reproduzir, por meio de processos chamados mitose e meiose. A comunicação entre as células é importante para o funcionamento do corpo. Estudar células é fundamental para entender como a vida funciona e como tratar doenças. Com os avanços da ciência, novas descobertas estão sempre acontecendo, aumentando nosso conhecimento sobre as células.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-17 19:06:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3174894041</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ALUNO: ANA ELIZA CAMELO DOS SANTOS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3174919035</link>
         <description><![CDATA[<p>Os esqueletos são ferramentas importantes para a pesquisa. Além de ajudar a entender como as pessoas viviam no passado, os ossos humanos revelam várias informações sobre a vida e a saúde de uma pessoa. Os cientistas, em alguns casos, conseguem descobrir a causa da morte analisando os ossos. Além disso, eles mostram como algumas doenças, como artrite e infecções, evoluíram ao longo do tempo e ajudam a entender como os humanos se adaptaram a diferentes lugares.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-17 19:29:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3174919035</guid>
      </item>
      <item>
         <title>João Lucas</title>
         <author>joaolucassc2009</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3176539575</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>Artigo</strong><br>Rei sem coroa</p><p>A ararinha-azul, uma ave de plumagem exuberante, foi dada como extinta na natureza há duas décadas. Conhecida pelo filme “Rio”, a ararinha-azul tornou-se um símbolo de preservação ambiental. Recentemente, esforços de conservação estão tentando reintroduzir essa espécie em seu habitat natural no Brasil, após anos de extinção. Esse projeto representa uma esperança para a biodiversidade brasileira e para a preservação das espécies ameaçadas.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/rei-sem-coroa/">https://chc.org.br/artigo/rei-sem-coroa/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-18 17:55:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3176539575</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana Gabriella</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3177417165</link>
         <description><![CDATA[<p>Sapo miniatura</p><p><br/></p><p>O sapinho-pulga é uma verdadeira maravilha da natureza. Vive na Mata Atlântica do sul da Bahia e mede apenas 7,1 milímetros (menor que um grão de feijão!). Mas sabia que ele nem sempre foi tão pequeno? Isso aconteceu ao longo de muito tempo, em um processo evolutivo chamado miniaturização. Em outras palavras, os ancestrais do sapinho-pulga foram ficando cada vez menores. </p><p><br/></p><p>Preservando nossas florestas, podemos fazer novas descobertas sobre esta curiosa espécie e muitas outras.</p><p><br/></p><p>https://chc.org.br/artigo/mundo-de-curiosidades-355/</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-19 20:17:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3177417165</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana Gabriella </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3177418348</link>
         <description><![CDATA[<p>Sapo miniatura</p><p><br/></p><p>O sapinho-pulga é uma verdadeira maravilha da natureza. Vive na Mata Atlântica do sul da Bahia e mede apenas 7,1 milímetros (menor que um grão de feijão!). Mas sabia que ele nem sempre foi tão pequeno? Isso aconteceu ao longo de muito tempo, em um processo evolutivo chamado miniaturização. Em outras palavras, os ancestrais do sapinho-pulga foram ficando cada vez menores. </p><p><br/></p><p>Preservando nossas florestas, podemos fazer novas descobertas sobre esta curiosa espécie e muitas outras.</p><p><br/></p><p>https://chc.org.br/artigo/mundo-de-curiosidades-355/</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-19 20:20:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3177418348</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana Gabriella</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3177420719</link>
         <description><![CDATA[<p>O Menor Vertebrado do Mundo - Sapo Pulga Brasileiro</p><p><br/></p><p>https://youtu.be/i57nBPSr5dI?si=U-K-ojHfwOEOLGbO</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-19 20:26:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3177420719</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana Gabriella </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3177423813</link>
         <description><![CDATA[<p>Menor vertebrado do mundo: esta espécie brasileira tem o tamanho de uma ervilha</p><p>Espécie de sapo encontrada na Bahia é o menor anfíbio e o menor vertebrado de que temos conhecimento (até agora)</p><p><br/></p><p>Três biólogos da Universidade Estadual de Santa Cruz (Bahia), encontraram o menor vertebrado do mundo – e ele é brasileiro. O sapo-pulga brasileiro, como a espécie foi batizada, foi identificada pela primeira vez em 2011 e, desde então, o trio vem estudando outros exemplares para confirmar seu tamanho minúsculo.</p><p><br/></p><p>Os três biólogos encontraram o sapo em 2011, no sul da Bahia. Eles continuaram investigando para descobrir mais sobre a espécie, de nome científico Brachycephalus pulex.</p><p><br/></p><p>Veja algumas das descobertas:</p><p><br/></p><p>Os pesquisadores foram até onde os sapos foram encontrados, em colinas no sul da Bahia, capturaram vários deles para estudo e, depois, os libertaram;</p><p>Durante a captura, eles mediram cada sapo para entender os sinais de maturidade (se eles eram daquele tamanho quando filhotes ou já eram adultos). Para isso, eles tiveram que verificar as gônadas e as fendas vocais;</p><p>Eles confirmaram que os exemplares já estavam adultos e, então, anotaram seu comprimento;</p><p>A medição de 46 espécies revelou que o comprimento médio do corpo de um sapo-pulga masculino é pouco mais de sete milímetros – menor do que uma ervilha ou uma unha de dedo mínimo. As fêmeas são, em média, um milímetro maior;</p><p>O menor sapo encontrado tinha apenas 6,45 milímetros de comprimento, 30% menor do que o primeiro exemplar encontrado, em 2011.</p><p><br/></p><p>Menor vertebrado do mundo </p><p>A espécie brasileira é não só o menor anfíbio do mundo, mas também o menor vertebrado.</p><p><br/></p><p>Como lembra o Phys.org e os pesquisadores, pode haver criaturas menores espalhadas por aí, mas, por enquanto, o sapo-pulga é o menor do qual temos conhecimento.</p><p><br/></p><p>https://olhardigital.com.br/2024/02/16/ciencia-e-espaco/menor-vertebrado-do-mundo-esta-especie-brasileira-tem-o-tamanho-de-uma-ervilha/</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-19 20:33:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3177423813</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Heitor Siqueira Sena Thomaz</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3177816408</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O espírito olímpico contra o doping</strong></p><p><strong>Como a ciência usa pesquisa, tecnologia e inovação para manter o esporte limpo do uso de substâncias proibidas.</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/o-espirito-olimpico-contra-o-doping/">https://chc.org.br/artigo/o-espirito-olimpico-contra-o-doping/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-20 12:32:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3177816408</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Heitor Siqueira Sena Thomaz</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3177819842</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Controle de Doping nas Olimpíadas.</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=F6aIxeRkaNc">https://www.youtube.com/watch?v=F6aIxeRkaNc</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-20 12:38:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3177819842</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Miguel Xavier de Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3178140305</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Cidades: problemas e soluções</strong></p><p><br/></p><p><strong>Se toda a terra firme do nosso planeta fosse dividida em 100 partes, apenas três delas estariam ocupadas pelas cidades. Parece pouco, mas os centros urbanos são um dos maiores causadores de danos ambientais. Estamos diante de um problema. E, quando a gente toma consciência de um problema, o melhor que temos a fazer é buscar soluções, não é mesmo?</strong></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/cidades-problemas-e-solucoes/">https://chc.org.br/artigo/cidades-problemas-e-solucoes/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-20 19:39:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3178140305</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Miguel Xavier de Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3178143603</link>
         <description><![CDATA[<p>Vídeo sobre problemas ambientais causados pelas cidades</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=1ybcobZL4Po">https://www.youtube.com/watch?v=1ybcobZL4Po</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-20 19:44:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3178143603</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Miguel Xavier de Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3178162318</link>
         <description><![CDATA[<p>Avanço da urbanização e perda de habitat: desequilíbrio da natureza tem reflexos diretos, e severos, nas atividades humanas.</p><p>Se uma cidade crescer sem considerar as áreas florestadas e a diversidade, em alguma ocasião a população vai sentir consequências. O desequilíbrio da natureza reflete nas atividades da cidade e da agricultura. Em meio à urbanização, é preciso encontrar meios de conviver, seguir leis, fazer compensações e se atentar a impactos que possam ser provocados a curto, médio e longo prazos.</p><p>Nesta semana, o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/sp/presidente-prudente-regiao/">g1 Presidente Prudente e Região</a> traz uma série especial com seis reportagens exclusivas sobre a urbanização e os impactos ao meio ambiente, com dados referentes a aumento de imóveis; <strong>integração da natureza e da população</strong>; educação ambiental; ocorrências envolvendo animais silvestres; compensação ambiental; e considerações do setor imobiliário.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/sp/presidente-prudente-regiao/noticia/2022/03/23/avanco-da-urbanizacao-e-perda-de-habitat-desequilibrio-da-natureza-tem-reflexos-diretos-e-severos-nas-atividades-humanas.ghtml">https://g1.globo.com/sp/presidente-prudente-regiao/noticia/2022/03/23/avanco-da-urbanizacao-e-perda-de-habitat-desequilibrio-da-natureza-tem-reflexos-diretos-e-severos-nas-atividades-humanas.ghtml</a></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-20 20:14:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3178162318</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Heitor Siqueira Sena Thomaz</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3178163823</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Mais de mil agentes vão cuidar dos testes antidoping nas Olimpíadas; veja como funciona</strong></p><p>A luta antidoping para os <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.jovempan.com.br/tag/paris-2024"><strong>Jogos Olímpicos de Paris-2024</strong></a> vem sendo preparada há meses. Mais de mil pessoas farão o controle de testes de quase 4 mil <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.jovempan.com.br/tag/atletas"><strong>atletas</strong></a> durante a competição. Todo o processo estará sob o olhar atento da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.jovempan.com.br/tag/wada"><strong>Agência Mundial Antidopagem</strong></a> (WADA, na sigla em inglês), recentemente criticada pela forma como tratou o caso dos nadadores chineses que testaram positivo, mas não foram punidos antes das Olimpíadas de Tóquio-2020.</p><p>Os testes são baseados em vários critérios: no acompanhamento contínuo nas competições, dos passaportes biológicos (que mostram a evolução dos marcadores biológicos de um atleta) ou de denunciantes.&nbsp;Algumas modalidades, como o levantamento de peso, por exemplo, estão sujeitas a um acompanhamento especial. Também é considerado um caso de risco quando um atleta consegue uma melhoria espetacular em seu desempenho ou quando a corrupção é considerada um problema no país em questão. Aqueles que subirem ao pódio ou quebrarem recordes serão sistematicamente submetidos a testes.</p><p>Ao todo, cerca de 4.000 atletas dos 10.000 presentes deverão ser testados segundo a ITA. Segundo as&nbsp;autoridades antidoping, não faz sentido submeter todos os competidores a controles, portanto o melhor é estabelecer uma orientação sobre esta decisão. Os <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jovempan.com.br/esportes/paris-2024/paris-2024-china-convoca-11-nadadores-envolvidos-em-escandalo-de-doping-para-as-olimpiadas.html"><strong>nadadores chineses, alvo de uma investigação do canal de televisão alemã ARD e do jornal The New York Times, testaram positivo antes de Tóquio-2020, mas não foram alvos de sanções</strong></a>. Em Paris-2024, eles serão monitorados de perto, segundo uma fonte da luta antidoping.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jovempan.com.br/esportes/jornada-de-ouro/mais-de-mil-agentes-vao-cuidar-dos-testes-antidoping-nas-olimpiadas-veja-como-funciona.html">https://jovempan.com.br/esportes/jornada-de-ouro/mais-de-mil-agentes-vao-cuidar-dos-testes-antidoping-nas-olimpiadas-veja-como-funciona.html</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-20 20:16:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3178163823</guid>
      </item>
      <item>
         <title>José de Almeida Caldeira</title>
         <author>josedealmeidacaldeira2022</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3178342466</link>
         <description><![CDATA[<p>Acessórios que fazem a diferença nas paralimpíadas</p><p><br/></p><p>Assim como o desempenho dos atletas, materiais esportivos, como trajes, calçados e cadeiras de rodas, evoluem a cada edição dos Jogos.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/acessorios-que-fazem-a-diferenca-nas-paralimpiadas/">https://chc.org.br/artigo/acessorios-que-fazem-a-diferenca-nas-paralimpiadas/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 00:35:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3178342466</guid>
      </item>
      <item>
         <title>José de Almeida Caldeira</title>
         <author>josedealmeidacaldeira2022</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3178352082</link>
         <description><![CDATA[<p>Acessórios que fazem a diferença nas paralimpíadas</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=5FvTEICsUdc">https://www.youtube.com/watch?v=5FvTEICsUdc</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 00:40:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3178352082</guid>
      </item>
      <item>
         <title>José de Almeida Caldeira</title>
         <author>josedealmeidacaldeira2022</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3178372959</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O resultado histórico que levou Brasil ao top 5 no quadro de medalhas nas Paralimpíadas; veja ranking</strong></p><p><br/></p><p>Com o fim das <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="focusIndicatorReducedWidth bbc-n8oauk e1p3sufg0" href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy9e5yzg8zro">Paralimpíadas de Paris</a> neste domingo (8/9), o Brasil conquistou um feito histórico.</p><p>Pela primeira vez, o país terminou a competição no top 5 no quadro geral de medalhas, com um número recorde de ouros (25) e total de pódios (89).</p><p>O Brasil ficou atrás apenas de China, Estados Unidos, Reino Unido e Holanda.</p><p>O evento esportivo começou em 29 de agosto, e o Brasil foi representado por uma delegação de 280 atletas.</p><p>O grupo é formado por 255 esportistas com deficiência, 19 atletas-guia (sendo 18 do atletismo e 1 do triatlo), três calheiros da bocha, dois goleiros do futebol de cegos e um timoneiro do remo.</p><p>Jamais uma delegação brasileira teve tanta atleta mulher convocada, representando 45% do total de atletas.</p><p>Essa também foi a maior delegação brasileira em uma disputa fora do Brasil, ficando atrás somente dos Jogos do Rio 2016, quando o Brasil contou com 278 atletas com deficiência.</p><p>Esta foi a segunda vez que a França sediou uma <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="focusIndicatorReducedWidth bbc-n8oauk e1p3sufg0" href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-37292636">Paralimpíada</a>, após os Jogos de Inverno de 1992, realizados na região da Savoia, tendo Albertville como a cidade principal.</p><p>Cerca de 4.400 atletas de todo o mundo participaram de 22 modalidades, aplaudidos por multidões novamente, depois que os <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="focusIndicatorReducedWidth bbc-n8oauk e1p3sufg0" href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-57926092">Jogos de Tóquio, remarcados para 2021</a>, terem sido realizados a portas fechadas.</p><p><strong>Quem são os medalhistas brasileiros?</strong></p><p>Entre as 89 medalhas, 25 são de ouro, 26 de prata e 38 de bronze.</p><p>Confira a lista abaixo:</p><p><strong>Medalha de ouro</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="bbc-1fsy34i eveec6k1" href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c17gx9jlzljo#end-of-podcasts"><strong>Pule Que História! e continue lendo</strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="bbc-6xo1h3 e1rfboeq1" href="https://www.bbc.com/portuguese/podcasts/p07r3r3t"><strong>Que História!</strong></a></p><p>A 3ª temporada com histórias reais incríveis</p><p>Episódios</p><p>Fim do Que História!</p><p>Gabriel Araújo | Natação | 100m costas - S2</p><p>Júlio Agripino dos Santos | Atletismo | 5000m - T1</p><p>Ricardo Mendonça | Atletismo | 100m - T37</p><p>Petrúcio Ferreira | Atletismo | 100m - T47</p><p>Ana Carolina Moura | Taekwondo | -65kg - K44</p><p>Carol Santiago | Natação | 100m costas - S12</p><p>Gabriel Araújo | Natação | 50m costas - S2</p><p>Fernanda Yara | Atletismo | 400m - T47</p><p>Claudiney Batista | Atletismo | Lançamento de disco - F56</p><p>Gabriel Araújo | Natação | 200m livre - S2</p><p>Carol Santiago | Natação | 50m livre - S13</p><p>Elizabeth Gomes | Atletismo | Lançamento de disco - F53</p><p>Yeltsin Jacques | Atletismo | 1500m - T11</p><p>Jerusa Geber | Atletismo | 100m - T11</p><p>Carol Santiago | Natação | 100m livre - S12</p><p>Talisson Glock | Natação | 400m livre - S6</p><p>Alana Maldonado | Judô | -70kg - J2</p><p>Rayane Soares | Atletismo | 400m - T13</p><p>Arthur Silva | Judô | -90kg - J1</p><p>Mariana D`Andrea | Halterofilismo | Até 73kg</p><p>Willians Araújo | Judô | +90kg - J1</p><p>Rebeca Silva | Judô | +70kg - J2</p><p>Jerusa Geber | Atletismo | 200m - T11</p><p>Fernando Rufino de Paulo | Canoagem | 200m VL2</p><p>Tayana Medeiros | Halterofilismo | Até 86kg</p><p><strong>Medalha de prata</strong></p><p>Phelipe Rodrigues | Natação | 50m livre - S10</p><p>Wendell Belarmino | Natação | 100m livre - S11</p><p>Thalita Vitória Simplício | Atletismo | 400m - T11</p><p>Alexandre Galcani | Tiro Esportivo | Carabina de ar deitado 10m - SH2</p><p>Elizabeth Gomes | Atletismo | Arremesso de peso - F54</p><p>Renan Cordeiro | Triatlo | PTS5</p><p>Débora Carneiro | Natação | 100m peito - SB14</p><p>Aser Mateus | Atletismo | Salto em distância - T36</p><p>Raissa Rocha Machado | Atletismo | Lançamento de dardo - F56</p><p>Rayane Soares | Atletismo | 100m - T13</p><p>Joeferson Marinho | Atletismo | 100m - T12</p><p>Bartolomeu Chaves | Atletismo | 400m - T37</p><p>Patrícia Pereira | Natação | 50m peito - SB3</p><p>Matheus Rheine, Douglas Matera, Carol Santiago e Lucilene da Silva | Natação | Revezamento 4x100m livre misto - 49 pontos</p><p>Wanna Brito | Atletismo | Arremesso de peso - F32</p><p>Talisson Glock | Natação | 100m livre - S6</p><p>Carol Santiago | Natação | 100m peito - SB12</p><p>Cecília Araújo | Natação | 50m livre - S8</p><p>Brenda Freitas | Judô | -70kg - J1</p><p>Gabriel Bandeira | Natação | 100m costas - S14</p><p>Zileide da Silva | Atletismo | Salto em distância - T20</p><p>Thiago Paulino | Atletismo | Arremesso de peso - F57</p><p>Ricardo Mendonça | Atletismo | 200m - T37</p><p>Luis Carlos Cardoso | Canoagem | Caiaque KL1 200m</p><p>Erika Zoaga | Judô | +70kg - J1</p><p>Igor Tolfani | Canoagem | 200m VL2</p><p><strong>Medalha de bronze</strong></p><p>Gabriel Bandeira | Natação | 100m borboleta - S14</p><p>Yeltsin Jacques | Atletismo | 5000m - T1</p><p>Joyce Oliveira e Cátia Oliveira | Tênis de mesa | Duplas - WD5</p><p>Talisson Glock | Natação | 200m medley - SM6</p><p>Patrícia Pereira, Lídia Cruz, Daniel Xavier Mendes e Talisson Glock | Natação | Revezamento 4x50m livre - 20 pontos</p><p>Silvana Fernandes | Taekwondo | -57kg - K44</p><p>Giovanna Gonçalves | Atletismo | Lançamento de club - F32</p><p>Luiz Filipe Manara e Cláudio Massad | Tênis de mesa | Duplas - MD18</p><p>Bruna Alexandre e Danielle Rauen | Tênis de mesa | Duplas - WD20</p><p>Maria Clara Augusto | Atletismo | 400m - T47</p><p>Cícero Nobre | Atletismo | Lançamento de dardo - F57</p><p>Lídia Cruz | Natação | 150m medley feminino - SM4</p><p>Arthur Xavier, Gabriel Bandeira, Beatriz Borges e Ana Karolina Soares | Natação | revezamento 4x100m livre misto - S14</p><p>André Rocha | Atletismo | Lançamento de disco - F52</p><p>Beatriz Carneiro | Natação | 100m peito - SB14</p><p>Vinícius Rodrigues | Atletismo | 100m - T63</p><p>Vitor Tavares | Badminton | Individual - SH6</p><p>Júlio Agripino dos Santos | Atletismo | 1500m - T11</p><p>Bruna Alexandre | Tênis de mesa | Feminino - WS10</p><p>Mariana Ribeiro | Natação | 100m costas - S9</p><p>Mayara Petzold | Natação | 50m borboleta - S6</p><p>Mateus Evangelista | Atletismo | Salto em distância - T37</p><p>Lorena Spoladore | Atletismo | 100m - T11</p><p>Lara Lima | Halterofilismo | Até 41kg</p><p>Mariana Ribeiro | Natação | 100m livre - S9</p><p>Verônica Hipólito | Atletismo | 100m - T36</p><p>Ariosvaldo Fernandes | Atletismo | 100m - T53</p><p>Brasil | Goalball | Masculino</p><p>Rosicleide Andrade | Judô | -48kg - J1</p><p>Keyla Silva Barros | Atletismo | 1500m - T20</p><p>Maria de Fátima | Halterofilismo | Até 67kg</p><p>Miqueias Rodrigues | Canoagem | Caiaque KL3 200m</p><p>Christian Gabriel | Atletismo | 200m - T37</p><p>Paulo Henrique Andrade | Atletismo | Salto em distância - T13</p><p>Brasil | Futebol de cegos</p><p>Marcelo Casanova | Judô | -90kg - J2</p><p>Lídia Cruz | Natação | 50m costas - S4</p><p>Thomaz Moraes | Atletismo | 400m - T47</p><p><strong>Quais esportes são disputados nas Paralimpíadas?</strong></p><p>Existem 22 esportes no programa paralímpico:</p><ul><li><p>Futebol para cegos</p></li><li><p>Bocha</p></li><li><p>Goaball</p></li><li><p>Tiro com arco</p></li><li><p>Tiro esportivo</p></li><li><p>Atletismo</p></li><li><p>Badminton</p></li><li><p>Atletismo</p></li><li><p>Ciclismo</p></li><li><p>Halterofilismo</p></li><li><p>Hipismo</p></li><li><p>Judô</p></li><li><p>Natação</p></li><li><p>Remo</p></li><li><p>Taekwondo</p></li><li><p>Triatlo</p></li><li><p>Tênis de mesa</p></li><li><p>Vôlei sentado</p></li><li><p>Basquete em cadeira de rodas</p></li><li><p>Esgrima em cadeira de rodas</p></li><li><p>Rúgbi em cadeira de rodas</p></li><li><p>Tênis em cadeira de rodas</p></li></ul><p><strong>Quais são as novas modalidades incluídas nesta edição?</strong></p><p>Diferentemente das duas últimas edições dos Jogos, onde o triatlo e a canoagem (nos Jogos do Rio) e o taekwondo e o badminton (em Tóquio) fizeram suas estreias, nenhum esporte novo foi incluído no programa de Paris.</p><p>No entanto, os programas de badminton e taekwondo foram expandidos e houve um número recorde de eventos de medalhas para mulheres.</p><p><strong>Quantas medalhas de ouro são disputadas?</strong></p><p>Um total de 549 medalhas de ouro estavam em disputa.</p><p><strong>Quantas nações competem nas Paralimpíadas?</strong></p><p>Os Jogos de Paris contaram com cerca de 4.400 atletas de um recorde de 168 delegações — ainda aquém das 207 delegações que competiram nas Olimpíadas.</p><p>O total inclui 167 Comitês Paralímpicos Nacionais (NPC), uma Equipe Paralímpica de Refugiados (RPT) composta por oito atletas e uma delegação de Atletas Paralímpicos Neutros (NPA) da Rússia e Belarus.</p><p>O recorde anterior foi de 164 delegações em Londres 2012, enquanto o maior número anterior de atletas em Jogos Paralímpicos foi de 4.393 em Tóquio 2020.</p><p>Três nações — Eritreia, Quiribati e Kosovo — fizeram a estreia paralímpica na capital francesa.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c17gx9jlzljo">https://www.bbc.com/portuguese/articles/c17gx9jlzljo</a></p><p><br/></p><p>Por: bbc</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 00:54:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3178372959</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria Júlia Gomes da Silva </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3179481938</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Artigo- Oceano ácido, alerta geral! </strong></p><p><br/></p><p>Já ouviu falar que o oceano está se tornando mais ácido? Sabe o que isso significa? Vamos pensar em algo ácido muito próximo da gente: o limão! Quem já experimentou o suco puro de limão sabe o quanto é azedo e ácido. Dá aquela sensação na boca que faz a gente estremecer. Às vezes, faz até doer o estômago… Agora, imagine derramar toneladas e mais toneladas de suco de limão no mar. Um fenômeno parecido já acontece, mas, em vez de suco de limão em excesso, o que está chegando ao oceano em quantidade muito além do normal é o gás carbônico, que, ao entrar em contato com a água, é transformado em ácido. Vamos mergulhar nesse assunto para entender melhor?</p><p><br/></p><p>https://chc.org.br/artigo/oceano-acido-alerta-geral/</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 13:19:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3179481938</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nome: Maria Fernanda Fonseca Araújo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3179490557</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo: </p><p><br/></p><p>Lá vai o gato, escapando pelo portão para dar uma voltinha na rua. Vai longe, saltando muros e telhados. Mas, curiosamente, não se perde: sempre volta para casa. Enquanto isso, o cachorro, treinado pela polícia, trabalha no aeroporto. Ele consegue farejar substâncias ilegais, mesmo quando estão bem embaladas e escondidas nas bagagens. Esses animais têm sim um superolfato! E o que explica isso?</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/do-focinho-ao-cerebro/">https://chc.org.br/artigo/do-focinho-ao-cerebro/</a></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 13:24:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3179490557</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Julia Gabriela Teixeira Aires </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3179953591</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Acessórios que fazem a diferença nas Paralimpíadas       </strong></p><p><br/></p><p>A cada edição dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, atletas batem novos recordes, superam seus limites e conquistam medalhas inéditas. As mulheres do Brasil, por exemplo, fazem em Paris sua melhor campanha na história das Paralimpíadas! E assim como esportistas avançam a cada competição, evoluem também os materiais, acessórios e trajes usados por eles. Tudo isso graças a uma interação campeã entre esporte, ciência e tecnologia.</p><p>Falamos de calçados, cadeiras de rodas, próteses e mais uma série de ferramentas que têm transformado o esporte de alto desempenho. E que, claro, merecem atenção nestes Jogos Paralímpicos na capital francesa.    </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/acessorios-que-fazem-a-diferenca-nas-paralimpiadas/">https://chc.org.br/artigo/acessorios-que-fazem-a-diferenca-nas-paralimpiadas/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 17:41:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3179953591</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Julia Gabriela Teixeira Aires </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3179969492</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Vídeo sobre Jogos Paralímpicos e sua importância social</strong></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=1bRw6TbzXEo">https://www.youtube.com/watch?v=1bRw6TbzXEo</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 17:51:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3179969492</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Julia Gabriela Teixeira Aires </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3179996307</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Paralimpíadas</strong></p><p>As <strong>Paralimpíadas</strong> são o evento esportivo realizado a cada quatro anos para atletas com diferentes graus de deficiência. Surgiram em 1960, sendo resultado da utilização do esporte como ferramenta para reabilitação de deficientes. A primeira participação brasileira foi em 1972, e nossa primeira medalha veio em 1976.</p><p>A cada quatro anos, o mundo pára para assistir aos Jogos Olímpicos, o maior evento polidesportivo do planeta. Assim também acontece com os atletas que possuem algum grau de deficiência física ou mental. Os <strong>Jogos</strong> <strong>Paralímpicos</strong> são o evento polidesportivo realizado entre diferentes modalidades jogadas por atletas com alguma deficiência.</p><p>Os Jogos Paralímpicos são uma responsabilidade do <strong>Comitê Paralímpico Internacional</strong> (CPI), o órgão que gere quais os esportes que participam dos jogos, assim como estabelece todo o protocolo que determina as regras das competições. Atualmente, o CPI atua em parceria com o Comitê Olímpico Internacional (COI), o órgão responsável pelas Olimpíadas.</p><p>Apesar dessa parceria, cada comitê é independente, possui sua autonomia e está sediado em locais diferentes. De toda forma, a parceria entre os dois foi responsável por avanços significativos na organização dos Jogos Paralímpicos. Essa cooperação, por exemplo, permitiu que eles pudessem ser realizados nas cidades-sede dos Jogos Olímpicos, utilizando a mesma estrutura.</p><p>Como mencionado, os Jogos Paralímpicos são organizados para atletas com algum tipo de deficiência física ou mental. As modalidades das Paralimpíadas incluem <strong>atletas com deficiências motoras, amputados, </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/doencas/cegueira.htm"><strong>cegos</strong></a><strong> e pessoas que sofreram paralisia cerebral</strong>. O evento também possui modalidades para atletas com deficiência mental.</p><p>Nas Paralimpíadas <strong>não existem modalidades específicas para atletas </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/doencas/surdez.htm%5B"><strong>surdos</strong></a><strong>,</strong> e esses atletas não podem participar do evento. Isso acontece porque o Comitê Internacional de Desportos de Surdos não é filiado do Comitê Paralímpico Internacional. Os surdos possuem o seu próprio evento polidesportivo, a <strong>Surdolimpíadas</strong>.</p><p>Nas Paralimpíadas, o Comitê Paralímpico Internacional possui um sistema de classificação, usado para definir o grau de funcionalidade de cada atleta. Isso visa a classificar a deficiência dos atletas para garantir que as competições sejam justas.</p><p>Por meio de documentação, sabemos que a prática de esportes entre deficientes remonta à <strong>virada do século XIX para o século XX</strong>. A prática de esportes entre pessoas com alguma deficiência foi se tornando uma prática comum a partir do momento que a medicina passou a buscar formas de dar aos deficientes mais funcionalidade e melhor qualidade de vida.</p><p>As práticas esportivas entre deficientes físicos passaram a ser realizadas no Brasil durante a década de 1950, mas a primeira participação brasileira em uma paralimpíada aconteceu somente em 1972. A primeira medalha brasileira foi obtida por <strong>Robson Sampaio Almeida</strong> e <strong>Luís Carlos Coutinho</strong> na Bocha, na Paralimpíada de 1976.</p><p>Desde os Jogos Paralímpicos de Pequim, em 2008, o Brasil ocupou o top 10 no quadro de medalhas, obtendo 47 medalhas em Pequim; 43 em Londres (2012) e 72 no Rio de Janeiro (2016). A participação nos Jogos Paralímpicos de 2016 foi o grande destaque da trajetória brasileira, pois nosso país conquistou 14 medalhas de ouro, 29 medalhas de prata e 29 medalhas de bronze. Terminou na <strong>oitava posição no quadro geral</strong>.</p><p><br/></p><p>Fonte:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/educacao-fisica/paralimpiadas.htm">https://mundoeducacao.uol.com.br/educacao-fisica/paralimpiadas.htm</a></p><p><strong>Publicado por Daniel Neves Silva</strong></p><p><br/></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 18:09:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3179996307</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O dia do oceano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180026074</link>
         <description><![CDATA[<p>Sarah Stephany Silva Pain</p><p><br/></p><p>Em nosso calendário existem várias datas especiais criadas para comemorar e destacar eventos históricos e assuntos importantes, inclusive o Dia do Oceano!</p><p>Oficializado em 2009 pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Dia Mundial do Oceano é comemorado em 8 de junho, o que coloca o mar em nossa lista de motivos para refletir. Nada mais justo, não é mesmo?</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/o-dia-do-oceano/">https://chc.org.br/artigo/o-dia-do-oceano/</a></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 18:29:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180026074</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Miguel Xavier de Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180037888</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Cidades: problemas e soluções</strong></p><p><strong>Se toda a terra firme do nosso planeta fosse dividida em 100 partes, apenas três delas estariam ocupadas pelas cidades. Parece pouco, mas os centros urbanos são um dos maiores causadores de danos ambientais. Estamos diante de um problema. E, quando a gente toma consciência de um problema, o melhor que temos a fazer é buscar soluções, não é mesmo?</strong></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/cidades-problemas-e-solucoes/">https://chc.org.br/artigo/cidades-problemas-e-solucoes/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 18:37:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180037888</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Miguel Xavier de Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180043178</link>
         <description><![CDATA[<p>Vídeo sobre problemas ambientais urbanos:</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=1ybcobZL4Po&amp;t=2s">https://www.youtube.com/watch?v=1ybcobZL4Po&amp;t=2s</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 18:41:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180043178</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Julia Gabriela Teixeira Aires </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180049455</link>
         <description><![CDATA[<p>As Paralimpíadas são um símbolo de superação humana, elas não só são uma competições esportiva, como representa a quebra de barreira, físicas e sociais, que limitam a percepção do que as pessoas com deficiência são capazes. As pessoas deficientes que praticam para Olimpíadas surpreende muitas pessoas ao vê-las dando um espetáculo esportivo, e elas nos fazem refletir sobre as condições oferecidas a essas pessoas na sociedade e sobre como podemos e devemos transformar o mundo em um lugar mais acessível e igualitário. A força de cada atleta paralímpico reside muito na coragem de reivindicar seu espaço, e colocar como exemplo que a deficiência não é incapacidade, e eles desafiam limites e nos ensinam a valorizar a diversidade humana. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 18:45:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180049455</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Miguel Xavier de Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180054863</link>
         <description><![CDATA[<p>Avanço da urbanização e perda de habitat: desequilíbrio da natureza tem reflexos diretos, e severos, nas atividades humanas</p><p><br/></p><p>Se uma cidade crescer sem considerar as áreas florestadas e a diversidade, em alguma ocasião a população vai sentir consequências. O desequilíbrio da natureza reflete nas atividades da cidade e da agricultura. Em meio à urbanização, é preciso encontrar meios de conviver, seguir leis, fazer compensações e se atentar a impactos que possam ser provocados a curto, médio e longo prazos.</p><p>Nesta semana, o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/sp/presidente-prudente-regiao/">g1 Presidente Prudente e Região</a> traz uma série especial com seis reportagens exclusivas sobre a urbanização e os impactos ao meio ambiente, com dados referentes a aumento de imóveis; <strong>integração da natureza e da população</strong>; educação ambiental; ocorrências envolvendo animais silvestres; compensação ambiental; e considerações do setor imobiliário.</p><blockquote><p>“Na natureza, tudo é sistêmico, cada atributo do espaço responde a uma série de pressões, de interações com os demais atributos, se adapta a eles, e também desempenha um papel importante para os demais atributos”, destaca o professor doutor José Mariano Caccia Gouveia, da Universidade Estadual Paulista (Unesp).</p></blockquote><p><br/></p><p>Especialista em sustentabilidade e biogeografia, Gouveia cita uma área florestada em fundo de vale para exemplificar a afirmação ao <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/sp/presidente-prudente-regiao/">g1</a>. “Acompanhando um curso d’água, naquilo que o Código Florestal define como APP, Área de Preservação Permanente, essa vegetação desempenha vários papéis importantes na continuidade dos processos ecológicos”, disse.</p><p>Tais processos ecológicos têm relação com a qualidade de água, o assoreamento de cursos d’água, a energia com que a água se desloca nos períodos de chuva intensa e o fluxo genético. Enfim, “toda uma complexidade ambiental”.</p><p>À medida em que o solo é impermeabilizado para uma construção, ambientes naturais são suprimidos e, com isso, é afetada a intensidade com que acontecem determinadas dinâmicas naturais. “Quando você altera o meio de uma forma intensa, você vai trazer impactos sobre cada componente daquela paisagem, daquele espaço”, complementou Gouveia.</p><p>“Essa relação sociedade e natureza não cria nenhum processo novo, não intervém nas dinâmicas naturais criando novas situações. Na verdade, ela só altera os ritmos daquilo que já existe. Então, alguns processos são acelerados muito intensamente, outros são retardados e alguns são inibidos, mas nada de novo se cria”, acrescentou ao <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/sp/presidente-prudente-regiao/">g1</a>.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/sp/presidente-prudente-regiao/noticia/2022/03/23/avanco-da-urbanizacao-e-perda-de-habitat-desequilibrio-da-natureza-tem-reflexos-diretos-e-severos-nas-atividades-humanas.ghtml">https://g1.globo.com/sp/presidente-prudente-regiao/noticia/2022/03/23/avanco-da-urbanizacao-e-perda-de-habitat-desequilibrio-da-natureza-tem-reflexos-diretos-e-severos-nas-atividades-humanas.ghtml</a></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 18:49:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180054863</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sarah Stephany Silva Pain</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180072512</link>
         <description><![CDATA[<p>Vídeo sobre o Dia Mundial do Oceano.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/jDgwk2WY3YQ?si=AD2Qsovh3R56K0Kj">https://youtu.be/jDgwk2WY3YQ?si=AD2Qsovh3R56K0Kj</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 19:01:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180072512</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Miguel Xavier de Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180093258</link>
         <description><![CDATA[<p>Na sociedade atual é necessário ter consciência sobre os problemas ambientais causados tanto pela urbanização quanto pela falta de mudança do comportamento das pessoas referente a tais problemáticas. Nesse sentido é preciso que toda a população, enquanto sociedade apresente preocupação sobre o assunto pois de tal maneira podemos criar um futuro e um presente melhor. A começar pela redução de consumo, que se mostra uma das principais antagonistas de um planejamento sustentável,&nbsp;visando reduzir os custos naturais gastos. Referente a isso as cidades apresentam esse consumo desbalanceado em larga escala. Além de que essa redução de consumo pode&nbsp;reduzir a quantidade de lixo dirigida a aterros, um exemplo claro dessa realidade de consumo se trata do Jardim Gramacho, que se localiza no Brasil, esse sendo o maior aterro da América.&nbsp;</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 19:17:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180093258</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nome: Gustavo Ramos Amaral</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180117578</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo:</p><p><strong>Já imprimiu sua comida hoje?</strong></p><p>A técnica da impressão 3D de alimentos, também conhecida como manufatura aditiva, é algo realmente curioso. Não se consegue imprimir uma cenoura ou uma batata-doce tal como esses vegetais são encontrados na natureza. Mas, a partir de uma massa (tipo uma pasta ou um purê) feita com determinados alimentos (frutas, legumes, tubérculos, queijos, chocolates ou farinhas, por exemplo) é possível moldar muitos petiscos.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/ja-imprimiu-sua-comida-hoje/">https://chc.org.br/artigo/ja-imprimiu-sua-comida-hoje/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 19:36:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180117578</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Gustavo Ramos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180130761</link>
         <description><![CDATA[<p>Vídeo sobre a impressão de alimentos</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=Y-GgbDTvUHs">https://www.youtube.com/watch?v=Y-GgbDTvUHs</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=Yrr_S48BBM8">https://www.youtube.com/watch?v=Yrr_S48BBM8</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 19:47:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180130761</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Gustavo Ramos </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180146890</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Alimentos feitos por impressora 3D são destaques em festival: 'Quem sabe podem ter veganos comendo carne no futuro?', diz CEO</strong></p><p><br/></p><p><strong>A 15ªedição da Campus Party no Brasil foi aberta nesta quarta(26), em São Paulo. A principal competição dessa edição é a "Printer Chef", numa tradução livre, cozinheiro de impressora.</strong></p><p><br/></p><p>  Um dos mais importantes festivais de tecnologia e inovação foi aberto, nesta quarta-feira(26), em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/cidade/sao-paulo/">São Paulo</a>. A 15ª edição da <strong>Campus Party </strong>no Brasil quer revolucionar os alimentos, por meio de competições - chamadas de hackatons -, motivando desenvolvedores a encontrar soluções tecnológicas para problemas reais.</p><p>  A principal competição dessa edição é a "<strong>Printer Chef</strong>", numa tradução livre, cozinheiro de impressora. O campeonato vai reunir alimentos preparados por impressoras 3D.</p><p>  "A gente estuda desde macronutrientes, micronutrientes, ingredientes que combinam. Através disso, você consegue preparar algumas pastas bases que podem ser enriquecidas com outras coisas", destaca o engenheiro Lucas Vinicius Maginador, que está na disputa.</p><p>  O desenho dos alimentos é feito no computador. Depois, a impressora utiliza as pastas preparadas para produzir os alimentos.</p><p>  "A gente quer buscar revolucionar o universo que a gente se alimenta. Em breve, você vai poder produzir carne através da impressora 3D, sem precisar fazer um abate animal. Quem sabe a gente pode ter veganos comendo carne no futuro? Essa é uma provocação que queremos fazer com o Printer Chef", ressalta o CEO da Campus Party no Brasil, Tônico Novaes.</p><p>O evento</p><p>  A Campus Party deve receber 100 mil pessoas até domingo, 12 mil são desenvolvedores. O evento ainda cnta com 500 palestrantes, entre eles, a filha do cientista Stephen Hawkings, Lucy Hawkins, vão tratar de diversos temas, como por exemplo, inteligência artificial.</p><p>  Além das competições e palestras, a Campus Party oferece espaços para crianças e adultos se divertirem, aprenderem e conhecerem temas relacionados à tecnologia, como condução elétrica, utilizando até um piano de banana para transmitir energia para computadores conectados a bananas.</p><p>  "Aqui a gente esta buscando achar jovens talentos pra dar pra eles papel de protagonismo na sociedade, mostrar pra sociedade que o que está vindo por ai é algo bom, algo que vai deixar legado pra sociedade e vai trazer muito benefícios para todos", completa o CEO.</p><p><br/></p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2023/07/26/alimentos-feitos-por-impressora-3d-sao-destaques-em-festival-quem-sabe-pode-ter-veganos-comendo-carne-no-futuro-diz-ceo.ghtml">https://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2023/07/26/alimentos-feitos-por-impressora-3d-sao-destaques-em-festival-quem-sabe-pode-ter-veganos-comendo-carne-no-futuro-diz-ceo.ghtml</a></p><p>Por Jornal Hoje</p><p>26/07/2023 14h39</p><p>  </p><p>  </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 20:00:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180146890</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Dia Mundial dos Oceanos exalta importância de união para defender mares</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180158618</link>
         <description><![CDATA[<p>Sarah Stephany Silva Pain</p><p><br/></p><p><strong>Secretário-geral da ONU destaca que os oceanos, que sustentam e melhoram toda a vida na Terra, “estão em apuros” por culpa dos seres humanos; progressos incluem esforços por um tratado juridicamente vinculativo para acabar com a poluição por plásticos.</strong></p><p>As Nações Unidas assinalam neste 8 de junho o Dia Mundial dos Oceanos apelando por união entre governos, empresas, investidores, cientistas e comunidades em defesa dos mares.</p><p>A data encerra uma semana de&nbsp;<a rel="noopener noreferrer" class="ext" href="https://unworldoceansday.org/event-calendar/">eventos especiais</a> incluindo debates acadêmicos, sessões de cinema e exibições culturais em vários países.&nbsp;</p><p>As Nações Unidas acolheram políticos, cientistas, gestores, intelectuais e artistas num programa interativo realizado na sexta-feira.</p><p><strong>Mais e melhores medidas para os oceanos&nbsp;</strong></p><p>A sessão realizada na sede da ONU, em Nova Iorque, teve foco nas perspectivas e análise sobre o planeta, os seres humanos e o relacionamento entre a humanidade e os oceanos visando promover uma “onda de ação em direção às mudanças necessárias”.</p><p>A ONU News conversou com&nbsp;Carolina Barreto, diretora da empresa Artery.&nbsp;Participando do evento, a brasileira ressaltou uma das questões que foram levantadas no debate.</p><p>“A maior parte do oceano, ela é invisível aos nossos olhos. Então por isso que é muito importante realmente falar pras pessoas o que está acontecendo lá de baixo, que pouquíssimas pessoas tem acesso, e o quão é importante toda essa conservação, e todo esse ecossistema, esse equilíbrio é importante pra nossa vida.”</p><p>&nbsp;Em mensagem, o secretário-geral pede atenção ao lema <em>Despertando Novas Profundidades. E</em>ste ano, ele pede que no Dia Mundial dos Oceanos sejam ativadas “mais e melhores medidas” em favor dos mares.</p><p>António Guterres destaca que os oceanos, que sustentam e melhoram toda a vida na Terra, “estão em apuros” por culpa dos seres humanos.</p><p>A primeira celebração da data foi no Fórum Global de 1992 no Rio de Janeiro. O evento paralelo na Conferência da ONU sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, Rio+20, juntou ONGs e a sociedade civil debatendo o tema.</p><p><strong>Elo essencial nas cadeias alimentares&nbsp;</strong></p><p>Guterres menciona o impacto das mudanças climáticas sobre o aumento do nível dos mares e a ameaça à existência de pequenos Estados insulares em desenvolvimento e populações costeiras. Outra questão é a das temperaturas recordes do mar que “provocam eventos climáticos extremos que nos afetam a todos”.</p><p>A acidificação dos oceanos é mais um ponto de preocupação da ONU por “destruir os recifes de coral, quebrando um elo vital nas cadeias alimentares e ameaçando o turismo e as economias locais”.&nbsp;</p><p>Na lista de desafios dos mares estão o desenvolvimento costeiro insustentável por ações como pesca excessiva, mineração em águas profundas, poluição descontrolada e resíduos plásticos que danificam os ecossistemas marinhos.</p><p>No entanto, Guterres vê esperança após a adoção de medidas como o novo novo tratado sobre a governação dos oceanos, considerado o mais importante em décadas aprovado pela Assembleia Geral da ONU.&nbsp;</p><p><strong>Biodiversidade Marinha&nbsp;</strong></p><p>O líder da ONU destaca que esse entendimento foi alcançado como parte da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar sobre a Conservação e Utilização Sustentável da Biodiversidade Marinha em Áreas Fora da Jurisdição Nacional.</p><p>Os progressos em favor dos oceanos incluem os esforços por um tratado juridicamente vinculativo para acabar com a poluição por plásticos.</p><p>Somado a este avanço está o parecer do Tribunal Internacional do Direito do Mar defendendo “medidas para reduzir, controlar e prevenir a poluição marinha causada pelas emissões de gases com efeito estufa”.</p><p>O líder&nbsp; da ONU crê que dois grandes eventos possam ampliar as oportunidades para restauração de ecossistemas marinhos e costeiros: a Conferência do Futuro de 2024, em Nova Iorque, e a Conferência da ONU sobre os Oceanos em 2025 agendado para a França.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://news.un.org/pt/story/2024/06/1832916#:~:text=Dia%20Mundial%20dos%20Oceanos%20exalta%20import%C3%A2ncia%20de%20uni%C3%A3o%20para%20defender%20mares,-8%20Junho%202024&amp;text=Secret%C3%A1rio%2Dgeral%20da%20ONU%20destaca,interativo%20realizado%20na%20sexta%2Dfeira">https://news.un.org/pt/story/2024/06/1832916#:~:text=Dia%20Mundial%20dos%20Oceanos%20exalta%20import%C3%A2ncia%20de%20uni%C3%A3o%20para%20defender%20mares,-8%20Junho%202024&amp;text=Secret%C3%A1rio%2Dgeral%20da%20ONU%20destaca,interativo%20realizado%20na%20sexta%2Dfeira</a>.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 20:11:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180158618</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sarah Stephany Silva Pain</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180195575</link>
         <description><![CDATA[<p>    O oceano é um imenso conjunto de água que ocupa a maior parte do planeta Terra. Ele também faz parte da nossa cultura, seja por meio da música,  por meio de lendas, entre outras. Ele é deveras importante para a preservação da vida marinha e das belas paisagens que ele proporciona. Porém, o excesso de intervenções humanas nesses ambientes gera a poluição dessas águas, pois os seres humanos, frequentemente e em sua maioria, poluem o mar com resíduos sólidos, como o plástico. E isso deve ser impedido, pois os oceanos fornecem mais da metade do oxigênio que respiramos, regulam o clima do planeta e etc. Além disso, com a preservação do mesmo, é possível salvar a biodiversidade marinha.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 20:49:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180195575</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lucas Francisco Gonçalves</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180282940</link>
         <description><![CDATA[<p>Vídeo sobre a invenção dos aviões:                   <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/cpaFs7itoGI?si=HcqCZEBQP4FMLgpD">https://youtu.be/cpaFs7itoGI?si=HcqCZEBQP4FMLgpD</a>                                   Vídeo sobre a criação dos helicópteros:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/NXvnJ5iSiZY?si=o4LNiGO2MaqtEgss">https://youtu.be/NXvnJ5iSiZY?si=o4LNiGO2MaqtEgss</a>                                      Mini biografia de Alberto Santos Dumont:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/rzRFe7jAbos?si=3LQuqYIhOnQ-QQg1">https://youtu.be/rzRFe7jAbos?si=3LQuqYIhOnQ-QQg1</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/apLjnr8J2GA?si=fWfury9XxPj6Ijn5">Vídeo sobre o combate a incêndios com aeronaves:</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/apLjnr8J2GA?si=fWfury9XxPj6Ijn5">https://youtu.be/apLjnr8J2GA?si=fWfury9XxPj6Ijn5</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 22:31:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180282940</guid>
      </item>
      <item>
         <title>NOME: JOÃO GABRIEL OTONI</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180312920</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Artigo</strong></p><p><strong>Quando as mãos falam</strong></p><p><strong> </strong><em>No Brasil, a língua oficial é o português, certo? Quase… Existe outra língua oficial brasileira, a Língua Brasileira de Sinais, conhecida pela sigla Libras. Sabia que ela veio da França para cá? Que tal saber mais sobre essa história?</em></p><p><br/></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/quando-as-maos-falam/">https://chc.org.br/artigo/quando-as-maos-falam/</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 22:43:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180312920</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Bárbara Luiza Silva Araújo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180313573</link>
         <description><![CDATA[<p> As borboletas possuem papel fundamental na natureza. São coloridas,graciosas e místicas,a conservação dessas criaturas preservam ainda mais a vida selvagem em nosso planeta e melhoram a qualidade de vida das futuras gerações.Elas são extremamente essenciais ,para polinização e variedade agrícola e são o indicador de um ambiente saudável .</p><p>  Esses insetos são conhecidos por uma grande variedade de nomes populares.Esses nomes estão relacionados muitas vezes pelas cores e formas das borboletas e refletem diretamente na diversidade cultural e regional do país,há nomes de borboletas que fazem referência a animais ou objetos do nosso dia a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://dia.Na">dia.Na</a> natureza os nomes populares das borboletas permitem a fácil identificação desses insetos e garantem as pessoas uma forma descontraída e divertida de compreensão do assunto.</p><p>  Assim fica nítido que insetos como as borboletas possuem milhares de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://esp%C3%A9cies.No">espécies.No</a> Brasil espécies como a Borboleta Tigre com coloração marcante e listras parecidas com as de um tigre,se destacam.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 22:44:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180313573</guid>
      </item>
      <item>
         <title>JOÃO GABRIEL OTONI </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180314926</link>
         <description><![CDATA[<p>Vídeo do alfabeto em libras.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/EZxkymw426U?si=eqBxOAM5a-SLPv0l">https://youtu.be/EZxkymw426U?si=eqBxOAM5a-SLPv0l</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 22:46:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180314926</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lucas Francisco Gonçalves</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180317217</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Com ajuda de helicópteros, número de resgatados chega a 431 na Serra neste sábado (4)</strong></p><p><br/></p><p>Aeronaves puderam decolar pela primeira vez na região e salvaram 145 pessoas</p><p>O amanhecer sem chuva neste sábado (4/5), na Serra, garantiu a intensificação dos trabalhos de resgate de pessoas. O balanço divulgado no início da noite indicou 431 vidas salvas. As operações de salvamento aéreo resgataram 145 pessoas que estavam isoladas por conta da chuva intensa na Serra e no Alto Taquari. Por terra, foram 286 moradores conduzidos&nbsp;para locais seguros.</p><p>Assim que o dia clareou, três helicópteros conseguiram decolar do aeródromo de Bento Gonçalves para a busca de pessoas – foi a primeira vez que as aeronaves puderam levantar voo na região. Os primeiros resgates foram de residentes na localidade de São Miguel do Buriti, no interior do município.&nbsp;</p><p>Ao descerem das aeronaves, as pessoas recebiam os primeiros atendimentos em ambulância estacionada ao lado da pista, e já eram transportadas para um local seguro. Forças de segurança do Rio Grande do Sul&nbsp;e de outros estados atuam nas operações. O Gabinete de Crise avançado, com o secretário adjunto da Casa Civil, Gustavo Paim, à frente, participa da coordenação.</p><p>Antes do meio-dia, a frota foi ampliada e cinco helicópteros –&nbsp;entre militares e civis –&nbsp;passaram a fazer os voos. Em alguns momentos, houve seis aeronaves em ação. No meio da tarde, voltou a chover na Serra. Mesmo assim, não pararam as operações para o resgate aéreo. Ao escurecer, e em razão da intempérie, os trabalhos deste sábado foram encerrados.</p><p>Ainda em razão do início das operações aéreas na Serra e Alto Taquari, equipe da Companhia Energética Rio das Antas (Ceran) foi levada para a barragem 14 de Julho, no Rio das Antas. A estrutura teve ruptura parcial na quinta-feira (2/5). Agora, técnicos puderam acionar a abertura gradual de comportas para liberar a vazão de água e evitar o aumento da pressão sobre a barragem.</p><p>Link da reportagem (fonte: governo do Rio Grande do Sul):</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;opi=89978449&amp;url=https://www.estado.rs.gov.br/com-ajuda-de-helicopteros-numero-de-resgatados-chega-a-431-na-serra-neste-sabado-4&amp;ved=2ahUKEwi_ytv7w6CJAxVuILkGHUONE_sQxfQBKAB6BAgHEAI&amp;usg=AOvVaw0Cz-Ad5-O0FXa_BfNbMLeF">https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;opi=89978449&amp;url=https://www.estado.rs.gov.br/com-ajuda-de-helicopteros-numero-de-resgatados-chega-a-431-na-serra-neste-sabado-4&amp;ved=2ahUKEwi_ytv7w6CJAxVuILkGHUONE_sQxfQBKAB6BAgHEAI&amp;usg=AOvVaw0Cz-Ad5-O0FXa_BfNbMLeF</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 22:49:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180317217</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria Eduarda Ribeiro              Epi...epi... o quê?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180317311</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Surto, epidemia, endemia, pandemia… Se você ainda não conhece essas expressões, deve desconfiar que elas se relacionam com doenças. Mas o que cada uma quer dizer? Há uma área da ciência que se ocupa delas: a epidemiologia. Opa! A lista de nomes complicados parece estar crescendo! Pois pode apostar que uma leitura rápida é capaz de tornar tudo mais claro! Você vem?</strong></p><p><br/></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/epi-epi-o-que/">https://chc.org.br/artigo/epi-epi-o-que/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 22:50:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180317311</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria Eduarda Ribeiro </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180321150</link>
         <description><![CDATA[<p>VÍDEO SOBRE A DIFERENÇA ENTRE PANDEMIA, ENDEMIA, EPIDEMIA E SURTO </p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/RSBHMDUi0cg?si=6MxROVyY8l7VqXzp">https://youtu.be/RSBHMDUi0cg?si=6MxROVyY8l7VqXzp</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 22:55:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180321150</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Crianças aprendem Libras para poder se comunicar com colega surdo em escola de Caldas Novas.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180323367</link>
         <description><![CDATA[<p>Alunos de uma escola municipal de Caldas Novas, no sul de Goiás, estão aprendendo a Língua Brasileira de Sinais (Libras) para poder se comunicar com o colega João Felipe Rodrigues, de 8 anos, que é surdo. O estudante fica o tempo inteiro sendo assessorado por uma interprete, que também está ensinando a comunicação para os estudantes e para a professora.</p><p><br/></p><p>O João é o único aluno surdo dentre os colegas. O menino nasceu com surdez profunda e não escuta nenhum tipo de som. No entanto, isso não impede a comunicação dele com os amigos, pois toda a sala foi adaptada para facilitar a aprendizagem. Durante a aula, os estudantes aprendem o nome das cores, frutas, alfabeto e até canções usando a linguagem de sinais.</p><p><br/></p><p>Mãe do João, a psicóloga Carina Couto conta que, inicialmente, teve dificuldades para achar um local onde o filho pudesse estudar de forma inclusiva.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/google/amp/go/goias/noticia/2022/03/21/criancas-aprendem-libras-para-poder-se-comunicar-com-colega-surdo-em-escola-de-caldas-novas.ghtml">https://g1.globo.com/google/amp/go/goias/noticia/2022/03/21/criancas-aprendem-libras-para-poder-se-comunicar-com-colega-surdo-em-escola-de-caldas-novas.ghtml</a></p><p><strong>Por g1,</strong></p><p>21/03/2022, 06:00.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 22:59:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180323367</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria Eduarda Ribeiro </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180324859</link>
         <description><![CDATA[<p>Surto, epidemia, pandemia e endemia: entenda a diferença e quais se aplicam no cenário da dengue no Brasil. </p><p><br/></p><p>Mundo viveu a pandemia de Covid-19. No Brasil, alguns locais estão declarando epidemia por causa da dengue. </p><p><strong><br>MENU</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="header-editoria--link ellip-line" href="https://g1.globo.com/saude/">Saúde</a></p><p>Surto, epidemia, pandemia e endemia: entenda a diferença e quais se aplicam no cenário da dengue no Brasil</p><p>Mundo viveu a pandemia de Covid-19. No Brasil, alguns locais estão declarando epidemia por causa da dengue.</p><p>Por g1</p><p><br/></p><p>Durante a Covid-19, a palavra pandemia ficou bastante conhecida. Agora, com a dengue em alta, é normal se deparar com termos <strong>como epidemia, endemia e surto</strong>. E você sabe <strong>qual a diferença entre eles?</strong></p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Surto</strong></p></li></ul><p><br/></p><p>O <strong>surto é algo localizado</strong>. Pode ser um surto de gripe na empresa, surto de catapora em uma creche, por exemplo.</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Epidemia</strong></p></li></ul><p><br/></p><p>Uma epidemia ocorre quando temos <strong>um aumento inesperado no número de casos de uma doença em uma área geográfica específica</strong>. Febre amarela, varíola e dengue são excelentes exemplos de epidemias. </p><p><br/></p><p><strong>"A epidemia ocorre quando tem um aumento de casos acima da média, algo mais populacional. Existem pessoas que chamam surto de epidemia, mas não é. Por exemplo, não existe epidemia em escolas, existe surto", alerta Renato Kfouri, infectologista e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). </strong></p><p><br/></p><p>No Brasil, <strong>alguns locais estão declarando epidemia por causa da dengue</strong>. Segundo o Centro de Operações de Emergências do governo federal, seis estados (AC, GO, MG, ES, RJ e SC) e o DF declararam emergência em saúde pública.</p><p>As epidemias podem referir-se a uma doença ou a outro comportamento específico relacionado com a saúde (por exemplo, tabagismo) com taxas claramente acima da ocorrência esperada numa comunidade ou região. </p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Pandemia</strong></p></li></ul><p><br/></p><p>A pandemia é uma epidemia que se espalhou por todas as regiões do planeta, afetando muitas pessoas. O exemplo mais recente é a<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/saude/coronavirus/noticia/2023/05/05/covid-por-que-o-fim-da-emergencia-global-nao-significa-o-fim-da-pandemia.ghtml"> pandemia de Covid-19.</a></p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Endemia</strong></p></li></ul><p><br/></p><p>A endemia <strong>não está relacionada a uma questão quantitativa</strong>. É a presença contínua de uma enfermidade ou de um agente infeccioso em uma zona geográfica determinada. </p><p><br/></p><p>"A doença endêmica é <strong>a que circula com número de casos esperados.</strong> A meningite é uma doença endêmica no Brasil, todo ano tem X casos da doença, assim como a tuberculose. A meningite, mesmo endêmica, pode ter surtos em escolas e berçários", pontua Kfouri. </p><p><br/></p><p>Por g1</p><p>27/02/2024 </p><p>05h03 </p><p>Atualizado há 7 meses</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/saude/dengue/noticia/2024/02/27/surto-epidemia-pandemia-e-endemia-entenda-a-diferenca-e-quais-se-aplicam-no-cenario-da-dengue-no-brasil.ghtml">https://g1.globo.com/saude/dengue/noticia/2024/02/27/surto-epidemia-pandemia-e-endemia-entenda-a-diferenca-e-quais-se-aplicam-no-cenario-da-dengue-no-brasil.ghtml</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 23:00:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180324859</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nome: GEOVANNA RODÃO RIBEIRO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180327849</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Artigo</strong></p><p><strong>Azuis, laranjas, brancas, amarelas… já reparou na variedade de cores das borboletas? E mariposas, já notou alguma voando por aí? Além de bonito de se ver, o bater de asas de borboletas e mariposas pode nos dizer muito sobre as condições de determinados ambientes, além de dar alertas importantes sobre a conservação de espécies e da natureza em geral. Quem estuda tudo isso são profissionais chamados de lepidopteristas… ou lepidopterologistas!</strong></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.chc.org.br/artigo/lepidopterista/">https://www.chc.org.br/artigo/lepidopterista/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 23:05:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180327849</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lucas Francisco Gonçalves</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180329557</link>
         <description><![CDATA[<p> A capacidade de voar foi desejada pela humanidade por muitos séculos, vista em histórias como a de Ícaro, que voava com asas de cera. Foi só no século XX que nós alcançamos essa capacidade  que seria utilizada pelo século seguinte a sua obtenção para fins de transporte de pessoas, divertimento, transporte de mercadorias, facilitando resgates em zonas de risco, envio de suprimentos em regiões de baixa infraestrutura e pulverização de pesticidas em plantações e para fins destrutivos como bombardeios de cidades, transporte de tropas em zonas de guerra e ataques em massa de agentes químicos, sendo uma capacidade obtida para o bem, mas corrompida para fins destrutivos e causadores de problemas e mortes para as pessoas. Isso é um ponto de destaque, onde é possível observar sua ambiguidade em relação a seu uso, sendo para o mal ou para o conforto, lazer, praticidade ou para salvar vidas. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 23:07:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180329557</guid>
      </item>
      <item>
         <title> GEOVANNA RODÃO RIBEIRO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180331008</link>
         <description><![CDATA[<p><strong> Vídeo sobre HISTÓRIA LEPIDOPTEROLOGIA:</strong></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/QmwY6oLaN1k?si=0DNfaR8V0SjShGqc">https://youtu.be/QmwY6oLaN1k?si=0DNfaR8V0SjShGqc</a></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 23:09:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180331008</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria Eduarda Ribeiro </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180333494</link>
         <description><![CDATA[<p>A pandemia é uma disseminação global de uma doença que afeta vários continentes ou o mundo todo, como a COVID-19. A epidemia, por outro lado, é uma doença que acontece em uma comunidade ou região específica, com um número de casos grandes, assim como a dengue. Já a endemia refere-se à presença constante de uma doença em algumas regiões tropicais. O surto é uma variação mais localizada da epidemia, com vários casos mas em uma área restrita, por exemplo em escolas ou bairros, mas pode se espelhar rapidamente. Como os surtos de piolhos que são extremamente comum em escolas com crianças e muito contagiosos. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 23:13:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180333494</guid>
      </item>
      <item>
         <title>GEOVANNA RODÃO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180337474</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Borboleta ou mariposa? Depende do ponto de vista</em></strong></p><p><strong><em>Neste Histórias Naturais, descubra curiosidades sobre os insetos da ordem Lepidoptera e entenda por que é difícil diferenciar os dois grupos.</em></strong></p><p><br/></p><p><em>Você sabe a diferenciar borboletas de mariposas? Este é um assunto que gera discussões acaloradas no meio científico porque, embora existam características diferentes entre os grupos, elas não são exclusivas deles. Saiba mais na coluna desta semana.</em></p><p>Esta semana encontrei pelos blocos de Carnaval muitas pessoas fantasiadas com asas de borboletas. Ontem, no final da tarde, escutei uma amiga brincar com a outra, que portava um par de asas de borboleta nas costas. "Está escurecendo. Agora você não é mais borboleta, é mariposa!", disse ela.</p><p>Quase me meti na conversa com um "depende!", típico de biólogo chato, mas preferi não dar uma de enxerido e guardei o assunto para o Histórias Naturais desta semana.</p><p>Os animais que chamamos de borboletas e mariposas são agrupados juntos em um ordem própria, a Lepidoptera. O nome do grupo tem origem no grego antigo, "lepís" = escama e "pterón" = asa, ou seja, "asa com escamas".</p><p>O nome é bastante apropriado, já que as asas das borboletas e mariposas são inteiramente cobertas por diminutas escamas que, como mosaicos de pequenas peças de cerâmica, formam os padrões de formas e cores que vemos nas asas desses animais.</p><p>Com algo em torno de <strong>180 mil espécies conhecidas</strong>, os lepidópteros são, não apenas um dos grupos de insetos mais numerosos do mundo, mas um dos grupos de seres vivos mais numerosos.</p><p>Se desconsiderarmos bactérias e outros microrganismos, um em cada dez seres vivos conhecidos é um lepidóptero. Os lepidopterologistas (pesquisadores que se dedicam a estudar os lepidópteros), dividem o grupo em mais de 120 famílias diferentes. Já os não especialistas costumam dividir os lepidópteros em borboletas e mariposas.</p><p>A origem etimológica da palavra borboleta é controversa. Algumas obras defendem que a palavra deriva de "papillitta", diminutivo de "papilio", que é borboleta em latim vulgar. Outras fontes afirmam que a origem é "belbellita", algo como "bonita, bonitinha". Aproveitando, você sabe qual o coletivo de borboletas? Panapaná ou panapanã, que nada mais é do que borboleta em tupi.</p><p>Já mariposa tem origem no espanhol, na expressão "maria, pousa!", aparentemente uma brincadeira de criança que se dizia quando se via uma borboleta. Sim, uma borboleta. Tanto em "português de Portugal", como em espanhol, mariposa é a palavra utilizada para se referir ao que chamamos de borboletas aqui, no Brasil. Em Portugal, as "mariposas" são conhecidas como traças e, em espanhol, como "polillas".</p><p>Se você der uma rápida procurada na internet, vai encontrar muitos textos ensinando como diferenciar borboletas e mariposas. A maioria deles foca em diferenças nas antenas, nas cores, na forma de pousar e no hábito diurno ou noturno. Embora algumas dessas características sejam, de fato, mais presentes no que chamamos de "borboletas" e outras nas "mariposas", nenhuma delas é exclusiva de um dos grupos.</p><p>Por exemplo, os lepidópteros da família Castniidae são principalmente diurnos e coloridos e não são parentes do que chamamos de "borboletas". Já os lepidópteros da família Hedylidae são parentes próximos das borboletas, mas são noturnos e possuem antenas mais parecidas com a das mariposas.</p><p>Essa confusão acontece pois, evolutivamente, as borboletas nada mais são do que um grupo de mariposas, geralmente diurnas, coloridas e especializadas principalmente em se alimentar do néctar das flores.</p><p>Embora as borboletas formem o que os biólogos chamam de "grupo natural", ou seja, todas as borboletas compartilham um ancestral em comum, o que chamamos de mariposas é considerado um "grupo artificial" pois existem lepidópteros chamados de mariposas, mas que evolutivamente são parentes mais próximos das borboletas do que de outras mariposas.</p><p>Ficou confuso? Vamos fazer um paralelo com outro grupo que você conhece bem, os hominídeos, a família de primatas da qual fazemos parte junto com os chimpanzés, gorilas e orangotangos.</p><p>Imagine se dividíssemos os mamíferos em apenas dois grupos, hominídeos e "outros mamíferos". Embora todos os hominídeos compartilhem um ancestral comum, o grupo formado pelos "outros mamíferos" incluiria espécies tão diferentes quanto micos-leões e baleias, sendo que os primeiros são parentes muito mais próximos de nós do que das baleias. Ou seja, é uma divisão sem sentido evolutivo nenhum.</p><p>Voltando aos lepidópteros...Mais de 90% das espécies do grupo são noturnas, o que chamaríamos de mariposas. Mas o que teria levado um grupo em particular a abandonar escuridão da noite? Uma das principais hipóteses disso é que os ancestrais das borboletas se tornaram diurnos para fugir dos morcegos, grandes predadores de mariposas, que surgiram entre 55 e 65 milhões de anos atrás.</p><p>No entanto, um <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.pnas.org/doi/full/10.1073/pnas.1907847116"><strong>estudo recente</strong></a> mostrou que as borboletas surgiram há cerca de 100 milhões de anos atrás. Bem antes do surgimento dos morcegos, mas exatamente na mesma época em que as abelhas, começavam a estabelecer uma parceria evolutiva com as plantas com flores, estas que começaram produzir cada vez mais néctar e cores chamativas para atrair polinizadores.</p><p>Aparentemente, de olho no doce caminho de oportunidades abertos pelas abelhas, alguma mariposa ancestral trocou a noite pelo dia, dando origem as borboletas.</p><p>O Carnaval já acabou, mas seja de dia, seja de noite, toda borboleta é basicamente um tipo mariposa. Quanto a nós, seja dentro ou fora d'água, somos um tipo de peixes, mas isso é prosa para um outro Histórias Naturais.</p><p>Por Luciano Lima*, Terra da Gente</p><p>14/02/2024 16h01 Atualizado há 8 meses</p><p><em>*Luciano Lima é biólogo e ornitólogo integrante da equipe do Terra da Gente.</em></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 23:18:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180337474</guid>
      </item>
      <item>
         <title>GEOVANNA RODÃO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180347017</link>
         <description><![CDATA[<p>O lepidopterista é uma pessoa que se especializa no estudo de borboletas e mariposas, que pertecem a ordem Lepidoptera. Esse profissional pode atuar em diversas áreas, como pesquisa científica, conservação de espécies, educação ambiental e classificação de novos espécimes. Eles observam o comportamento, os ciclos de vida, as adaptações e a biodiversidade dessas espécies, muitas vezes coletando, preservando e catalogando exemplares para estudos. Além disso, o lepidopterista pode se envolver em projetos de borboletas que estão sendo ameaçadas pela perda de habitat e mudanças climáticas.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 23:27:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180347017</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Júlia Dos Santos Xavier</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180356053</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Asas coloridas, qual o seu nome?</strong></p><p><strong>Setembro é o mês da chegada da primavera! E a gente logo pensa em jardins coloridos por flores e também em… borboletas! Esses insetos, além de belos, desempenham um papel muito importante na natureza, especialmente na polinização das plantas, ao transportarem o pólen de uma flor a outra enquanto sugam o néctar. E tem mais! Os nomes populares dessas obras de arte da natureza nos ajudam a conhecê-las melhor. Quer saber como? Vem!</strong></p><p><br><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/asas-coloridas-qual-o-seu-nome/">https://chc.org.br/artigo/asas-coloridas-qual-o-seu-nome/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 23:36:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180356053</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Júlia Dos Santos Xavier</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180370294</link>
         <description><![CDATA[<p>IMPORTÂNCIA DAS BORBOLETAS </p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=O3fDb4o8QoU&amp;t=60s">https://www.youtube.com/watch?v=O3fDb4o8QoU&amp;t=60s</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-21 23:50:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180370294</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vítor Miguel Eduardo Vicente</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180395722</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>No Brasil, as florestas, cerrados e campos costumam ter diferentes espécies de árvores, arbustos e ervas com variadas alturas, flores de várias cores, frutos diversos e folhas de todos os tamanhos e formatos. Exemplos disso são a Amazônia e a Mata Atlântica. Mas… (história boa tem sempre um ‘mas’!) …há um bioma brasileiro onde é comum a observação de enormes áreas verdes em que a maioria das árvores, arbustos ou ervas é de um tipo só: o Pantanal.</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.chc.org.br/artigo/matas-de-uma-planta-so/">Matas de uma planta só | CHC</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 00:09:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180395722</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Júlia Dos Santos Xavier</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180400256</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Estudo confirma surgimento de nova espécie de borboleta amazônica por hibridização</strong></p><p><br/></p><p>Primeiros cruzamentos de ancestrais do gênero Heliconius que deram origem à Heliconius elevatus ocorreram há cerca de 180 mil anos.</p><p>Um estudo publicado no site da revista Nature, na última quarta-feira (17), comprovou o surgimento de uma nova espécie de borboleta amazônica a partir da hibridização, fenômeno evolutivo que ocorre a partir do cruzamento de duas espécies diferentes.</p><p>Segundo o artigo, a borboleta da espécie <em>Heliconius elevatus</em> surgiu do cruzamento de ancestrais das atuais <em>Heliconius melpomene</em> e <em>Heliconius pardalinus. </em>As análises genéticas e ecológicas indicam que os primeiros cruzamentos entre as duas espécies ocorreram há cerca de 180 mil anos - período considerado curto na escala evolutiva.</p><p>O trabalho, liderado por cientistas da Universidade de York (Inglaterra) e de Harvard (EUA), teve participação de uma equipe brasileira comandada pelo professor André Freitas, coordenador do Laboratório de Ecologia e Sistemática de Borboletas (Labbor) do Instituto de Biologia (IB) da Unicamp.</p><p>André destaca a importância da descoberta no sentido de confirmar mais um processo de formação de espécies. Segundo ele, a hibridização não é processo de diferenciação restrito a animais, sendo visto com frequência na formação de novas espécies de plantas.<br>Ele explica que o esperado é que uma ancestral dê origem a pelo menos duas outras espécies - por meio do isolamento de populações, por exemplo - mas, no caso da borboleta <em>Heliconius elevatus</em>, ocorreu o contrário: o cruzamento de duas espécies diferentes deu origem à ela. </p><p><strong>“</strong>São duas espécies que dão origem a uma e isso não é comum no caso de animais. As duas ocorreriam em locais próximos, por isso os encontros foram possíveis no passado. Elas ainda vivem em toda região amazônica”, comenta. “Existem muitos casos de espécies próximas que algumas vezes acasalam entre si. Um caso famoso é o de coiotes e lobos na América do Norte. Recentemente, sabemos que nossa espécie, <em>Homo sapiens</em>, acasalou com neandertais (<em>Homo neanderthalensis</em>) no passado, e temos hoje muitos dos seus genes em nossos corpos”.</p><p>O estudo, que levou dez anos para ser concluído, mobilizou também pesquisadores do Peru, do Equador e da Colômbia. Segundo os autores, o mapeamento genético dos animais foi crucial para descobrir a base genética das múltiplas características que definem uma espécie.</p><p>De acordo com Marianne Elias, pesquisadora no Museu Nacional de História Natural de Paris, o estudo mostra que a hibridização pode ser um motor potente da evolução, ocorrendo com mais frequência do que se imagina.Além disso, o processo pode estar associado a consequências como mudanças no padrão de cor de um animal ou planta, ainda que não haja surgimento de uma nova espécie.</p><p>De acordo com André Freitas, a borboleta <em>Heliconius elevatus</em> ocorre no bioma amazônico e não está ameaçada de extinção. Pertencente à família Nymphalidae, ela não faz parte do grupo de borboletas que realiza deslocamentos para migração.</p><p>Segundo informações do Sistema de Avaliação do Risco de Extinção da Biodiversidade (Salve) do ICMBio, a espécie ocorre na Guiana Francesa, Guiana, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia e Brasil, sendo registrada nos estados do Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima.</p><p><br/></p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/noticia/2024/04/22/estudo-confirma-surgimento-de-nova-especie-de-borboleta-amazonica-a-partir-da-hibridizacao.ghtml">https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/noticia/2024/04/22/estudo-confirma-surgimento-de-nova-especie-de-borboleta-amazonica-a-partir-da-hibridizacao.ghtml</a></p><p><strong>Por Giovanna Adelle, Terra da Gente</strong></p><p>22/04/2024 14h51</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 00:12:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180400256</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vitor Miguel Eduardo Vicente</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180423120</link>
         <description><![CDATA[<p>Matas com uma planta só ipês rosas na mesma mata.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=EtWzine8otA">Ipês floridos no Pantanal sul-mato-grossense</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 00:25:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180423120</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana Gabriella </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180432382</link>
         <description><![CDATA[<p>  O sapo-pulga brasileiro (Brachycephalus pulex) é uma espécie que foi identificada em 2011, na Bahia, e, pelo menos até agora, é classificado como o menor anfíbio e menor vertebrado do mundo, com uma média de 6,45 milímetros.</p><p>  Em uma pesquisa, foi revelado que o cumprimento médio do corpo de um sapo-pulga masculino, que passa dos 7 milímetros, sendo menor até mesmo do que uma ervilha. As fêmeas são — como é observado na maioria das espécies anuros — maiores do que os machos, tendo, aproximadamente, um milímetro de diferença entre eles. </p><p>  Apesar de seu tamanho, essa espécie possui um papel essencial para o ecossistema, pois se alimentam de insetos pequenos, o que ajuda a controlar infestações de pragas. Além disso, encontrar um sapinho pulga em uma floresta indica que o local está preservado e saudável.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 00:29:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180432382</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vitor Miguel Eduardo Vicente</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180443378</link>
         <description><![CDATA[<p>Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação</p><p>Flora e paisagens do Pantanal</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>A flora do Pantanal é constituída por plantas migradas do Cerrado, da Amazônia (por exemplo, camalote-da-meia-noite e vitória-régia), do Chaco e da Mata Atlântica, ocorrendo raras espécies exclusivas (endêmicas) do Pantanal. Entretanto, os arranjos das espécies são característicos da região.</p><p>&nbsp;</p><p>A vegetação do Pantanal é muito variada, principalmente em função da inundação e do solo. Geralmente distribuídas em mosaico, as principais paisagens são:</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><br/></p><p>&nbsp;</p><ul><li><p>Baías: lagoas temporárias ou permanentes de tamanho variado, podendo apresentar muitas espécies de plantas aquáticas emergentes, submersas, ou flutuantes. Nas águas permanentes são comuns os camalotes (Eichhornia, Pontederia) e o baceiro ou batume, vegetação flutuante, formada principalmente por ciperáceas e diversas plantas aquáticas. As plantas aquáticas são importantes ambientes para a fauna aquática.</p></li></ul><ul><li><p>Cordilheira: pequenas faixas de terreno não inundável, com 1 a 3 metros acima do relevo adjacente, com vegetação de cerrado, cerradão ou mata.</p></li></ul><ul><li><p>Cambarazal: mata inundável de cambará (Vochysia divergens), árvore amazônica.</p></li></ul><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><ul><li><p>Campos: áreas inundáveis, com predominância de gramíneas. É a formação vegetal mais importante do Pantanal. Eventualmente são confundidos como um resultado do desmatamento.</p></li></ul><ul><li><p>Capão: mancha de vegetação arbórea, de cerrado, cerradão ou mata, formando verdadeiras ilhas nos campos.</p></li></ul><ul><li><p>Carandazal: campos inundáveis e capões com dominância de carandá (Copernicia alba), uma palmeira do Chaco, com folhas em forma de leque, parente da carnaúba do Nordeste, e com madeira utilizada para cercas e construções.</p></li></ul><p>&nbsp;</p><p><br/></p><p>Carandazal pantaneiro</p><p>&nbsp;</p><ul><li><p>Corixo: curso d´água de fluxo estacional, com calha definida (leito abandonado de rio), geralmente com mata ciliar.</p></li></ul><ul><li><p>Paratudal: campo com árvores de paratudo (Tabebuia aurea), que é um dos ipês-amarelos.</p></li></ul><ul><li><p>Salinas: distintas, são lagoas de água salobra, sem cobertura de plantas aquáticas, mas com grande densidade de algas - o que confere uma cor esverdeada à água.</p></li></ul><p>&nbsp;</p><p><br/></p><p>Vista aérea de salina no Pantanal</p><p>&nbsp;</p><ul><li><p>Vazante: curso d´água temporário, amplo, sem calha definida; no período seco geralmente é coberta por gramíneas como o mimosinho (Reimarochloa), preferido pelo gado e por herbívoros silvestres</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>em :<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.embrapa.br/pantanal/flora-e-paisagens-do-pantanal">Flora e paisagens do Pantanal - Portal Embrapa</a></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 00:35:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180443378</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vitor Miguel Eduardo Vicente</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180459185</link>
         <description><![CDATA[<p>No Pantanal, é comum encontrar campos em que uma única espécie de planta reina absoluta, formando paisagens homogêneas e representativas. Um exemplo bem cativante deles são os paratudais, formados por Tabebuia aurea, uma variedade de ipê-amarelo que se adaptou às condições alagadiças do Pantanal e se apresenta em florada sincrônica, colorindo a paisagem de amarelo. A partir de outros agrupamentos, outras áreas podem ser dominadas por carandás (Copernicia alba) que apresentam densos agrupamentos em algumas áreas. Essas monoculturas naturais são importantes para a biodiversidade local, pois fornecem alimento e abrigo a várias espécies animais. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 00:43:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3180459185</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nome: José Otávio Santos Coutinho </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3181867906</link>
         <description><![CDATA[<p>Do focinho ao cérebro</p><p><br/></p><p>Lá vai o gato, escapando pelo portão para dar uma voltinha na rua. Vai longe, saltando muros e telhados. Mas, curiosamente, não se perde: sempre volta para casa. Enquanto isso, o cachorro, treinado pela polícia, trabalha no aeroporto. Ele consegue farejar substâncias ilegais, mesmo quando estão bem embaladas e escondidas nas bagagens. Esses animais têm sim um superolfato! E o que explica isso?</p><p>https://chc.org.br/artigo/do-focinho-ao-cerebro/</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 15:20:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3181867906</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Artigo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3181982884</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>No Brasil, as florestas, cerrados e campos costumam ter diferentes espécies de árvores, arbustos e ervas com variadas alturas, flores de várias cores, frutos diversos e folhas de todos os tamanhos e formatos. Exemplos disso são a Amazônia e a Mata Atlântica. Mas… (história boa tem sempre um ‘mas’!) …há um bioma brasileiro onde é comum a observação de enormes áreas verdes em que a maioria das árvores, arbustos ou ervas é de um tipo só: o Pantanal!                                                                      </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/matas-de-uma-planta-so/"><strong>https://chc.org.br/artigo/matas-de-uma-planta-so/</strong></a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 16:27:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3181982884</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diogo Cruz</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3181989005</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="yt-simple-endpoint style-scope ytd-video-renderer" href="https://www.youtube.com/watch?v=L-bw0GMiO7o&amp;pp=ygUIcGFudGFuYWw%3D">Video sobre o Pantanal</a></p><p><strong>                                                                                                                                                                                                              </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=L-bw0GMiO7o&amp;pp=ygUIcGFudGFuYWw%3D"><strong>https://www.youtube.com/watch?v=L-bw0GMiO7o&amp;pp=ygUIcGFudGFuYWw%3D</strong></a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 16:31:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3181989005</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diogo Cruz</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182036797</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Pantanal: incêndio de 2024 supera o registrado no mesmo período de 2020, ano recorde de queimadas</strong></p><p>                                                                                                                                                       Área quase quatro vezes maior que o território da cidade de São Paulo já queimou no bioma neste ano. Focos de incêndios cresceram 8% se comparados os seis primeiros meses de 2024 e de 2020. O número de focos de incêndios no Pantanal neste ano já supera o registrado no mesmo período de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2021/06/19/465-bilhoes-de-animais-foram-afetados-com-as-queimadas-no-pantanal-apontam-pesquisadores.ghtml">2020, ano recorde de queimadas em todo o bioma.</a> As queimadas nos seis primeiros meses de 2024 já são 8% maiores em comparação com 2020. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2023/10/24/entenda-como-fogo-e-seca-no-norte-do-brasil-podem-intensificar-periodo-de-queimadas-no-pantanal.ghtml">Há meses, especialistas alertaram para uma temporada de fogo devastadora.</a></p><p>   A comparação é feita entre os dias 1º de janeiro e 19 de junho de 2020 e de 2024, conforme os dados disponibilizados pelo Programa de BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).         No ano de 2020, até então o pior ano para o Pantanal, de acordo com especialistas, cerca de 26% do bioma foi consumido pelo fogo durante vários meses.</p><p>   Em 2020, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2021/06/19/465-bilhoes-de-animais-foram-afetados-com-as-queimadas-no-pantanal-apontam-pesquisadores.ghtml">pesquisadores identificaram que os incêndios no bioma afetaram pelo menos 65 milhões de animais vertebrados nativos e 4 bilhões de invertebrados. </a>O levantamento foi feito com base nas densidades de espécies conhecidas.              As cicatrizes do fogo aparecem mais uma vez de forma mais intensa em 2024. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2024/06/16/o-rastro-de-destruicao-no-pantanal-jacare-carbonizado-carcacas-expostas-e-vegetacao-cinza.ghtml">Jacarés foram encontrados carbonizados e a vegetação outrora verde se tornou cinza, em Corumbá - capital do Pantanal. </a>A fauna e a flora pantaneira correm risco mais uma vez, alertam os pesquisadores e ambientalistas.</p><p>    O biólogo e diretor de comunicação da ONG SOS Pantanal, Gustavo Figueirôa, registrou de perto as marcas que o fogo tem deixado na temporada das chamas deste ano. O especialista conseguiu registrar um jacaré que não conseguiu fugir do fogo a tempo. O que restou foi a carcaça carbonizada do animal sobre a grama acinzentada.                                             <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/mt/mato-grosso/noticia/2021/04/23/queimadas-atingiram-45-milhoes-de-hectares-no-pantanal-durante-2020-segundo-levantamento-do-mp.ghtml">Em 2020, as queimadas atingiram 4,5 milhões de hectares</a>, em 21 municípios que compõem o Pantanal, conforme relatório técnico elaborado pelos setores de geoprocessamento dos Ministérios Públicos de Mato Grosso e de Mato Grosso do Sul.</p><p>Segundo monitoramento feito pelo Inpe, 2020 foi o que teve mais registros de fogo no Pantanal desde o fim da década de 1990.</p><p>    Neste ano, o Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Lasa-UFRJ) já registrou mais de 517 mil hectares consumidos pelo fogo em todo Pantanal. A área queimada é quase quatro vezes o tamanho do território da cidade de São Paulo. O bioma tem 16 milhões de hectares.</p><p>Sem nem acabar o mês de junho, o Pantanal já registra <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2024/06/13/focos-de-incendios-pantanal-ja-tem-o-pior-junho-de-toda-serie-historica-do-inpe.ghtml"><strong>o maior número de focos de incêndios para um mês de junho de toda a série histórica</strong></a> do Inpe, iniciada em 1998. Nos 19 primeiros dias deste mês, 2571 focos de incêndios foram registrados em todo o bioma, que no Brasil fica em Mato Grosso do Sul e em Mato Grosso.</p><p>    A extensão destruída entre janeiro e maio superou em 39% o registrado no mesmo período de 2020, o pior ano da série histórica até então.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2024/06/20/com-explosao-de-focos-de-incendio-no-pantanal-brasil-lidera-queimadas-na-america-do-sul-aponta-inpe.ghtml">O Brasil lidera o número de focos de incêndio entre os países da América do Sul,</a> segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A explosão dos incêndios no Pantanal levou à liderança do país no ranking de queimadas, neste mês de junho.</p><p>    Do dia 1º a 19 de junho deste ano, os focos de incêndio cresceram 2951% no Pantanal, se comparados com o mesmo período de 2023. Entre os biomas brasileiros, o Pantanal é o que teve maior crescimento percentual de queimadas em junho deste ano. <strong>Veja o gráfico acima.</strong></p><p>Em segundo lugar no crescimento do número de focos de queimadas, a Amazônia aparece com 93% de incremento no quantitativo de queimadas. Os outros biomas apresentaram os seguintes percentuais:</p><p><br/></p><ul><li><p>Pantanal: 2951%;</p></li><li><p>Pampa: - 45%;</p></li><li><p>Mata Atlântica: 93%;</p></li><li><p>Cerrado: 23%;</p></li><li><p>Caatinga: 38%;</p></li><li><p>Amazônia: 11%.                                   <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2024/06/09/pantanal-incendios-disparam-mais-de-1000percent-e-bacia-do-rio-paraguai-tem-seca-recorde.ghtml">Neste ano, a temporada das chamas, que começaria em julho, chegou mais cedo e com força.</a> Em Mato Grosso do Sul e em Mato Grosso, os focos de incêndio nos seis primeiros meses de 2024 aumentaram 1127% se comparado ao mesmo período de 2023.</p><p>Para especialistas, a escalada do fogo em 2024 caminha para um cenário semelhante ao de 2020, até então o pior ano para o Pantanal desde o fim da década de 1990. Um estudo realizado por 30 pesquisadores de órgãos públicos, universidades e ONGs estimou que, naquele ano, ao menos, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/natureza/noticia/2021/09/14/queimadas-mataram-17-milhoes-de-animais-vertebrados-no-pantanal-em-2020-aponta-estudo.ghtml">17 milhões de animais vertebrados morreram em consequência direta das queimadas </a>no Pantanal.</p><p>O representante da ONG SOS Pantanal, o biólogo Gustavo Figueirôa, vê com muita preocupação o aumento das chamas e o início de um período mais seco no bioma.</p><p><br/></p><blockquote><p>"Vemos estes incêndios se alastrando de forma muito rápida, ganhando uma força grande e a tendência é só piorar daqui para frente. Acho que esse é o sinal para que os órgãos públicos ajam em conjunto, cooperem para atuar quanto antes, não esperar a situação sair completamente fora de controle para tentarem atacar só na remediação", pontua Figueirôa.</p></blockquote></li></ul><p><br>FONTE:                                                                                                                                                  <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2024/06/20/pantanal-incendio-de-2024-supera-o-registrado-no-mesmo-periodo-de-2020-ano-recorde-de-queimadas.ghtml">https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2024/06/20/pantanal-incendio-de-2024-supera-o-registrado-no-mesmo-periodo-de-2020-ano-recorde-de-queimadas.ghtml</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 17:03:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182036797</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Isabela Cecília Guerra Ferreira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182066041</link>
         <description><![CDATA[<p><strong> Embora isso seja algo difícil de se comprovar, os cientistas estão cada vez mais convencidos de que sim, os animais – além dos humanos – também sonham!</strong></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/os-bichos-sonham/">https://chc.org.br/artigo/os-bichos-sonham/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 17:21:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182066041</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diogo Cruz</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182068312</link>
         <description><![CDATA[<p><br>O Pantanal é um bioma brasileiro, ele é a maior planície inundada contínua do mundo. Seu território é caracterizada por uma complexa rede de rios, córregos e riachos, que fornecem água para a região e desempenham papel muito importante para todos os seres vivos da região. Sua vegetação é composta por uma variedade de ecossistemas, incluindo campos, florestas e áreas alagadas, que mudam conforme as estações do ano. Além disso, as árvores de galerias, como o buriti e o ipê, crescem perto dos rios, oferecendo abrigo e alimento para diversas espécies de animais. A plantação no Pantana é predominantemente voltada pra pecuária. Além disso, é um dos biomas com maior biodiversidade do planeta, o Pantanal estende-se pelos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além de possuir uma parte no Paraguai e na Bolívia. Ele possui um ciclo de inundação e seca que ocorre  devido às chuvas vindas da Amazônia. Durante a estação chuvosa, de novembro a março, as águas dos rios transbordam e inundam grande parte do Pantanal.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 17:23:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182068312</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Isabela Cecília Guerra Ferreira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182080336</link>
         <description><![CDATA[<p>VÍDEO SOBRE O SONHO DOS ANIMAIS</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=gQHl88QW8fc">https://www.youtube.com/watch?v=gQHl88QW8fc</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 17:31:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182080336</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Isabela Cecília Guerra Ferreira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182096483</link>
         <description><![CDATA[<p><strong> Além dos humanos, outros animais sonham? Veja o que diz a ciência</strong></p><p><br/></p><p> Quem tem um animal de estimação já reparou que, às vezes, os bichanos se movimentam e parecem estar sonhando, chegando até a latir ou se levantar. Mas será que os bichos sonham mesmo?</p><p> A ciência tem se debruçado nesse assunto e tem algumas pistas para responder essa pergunta. Pesquisadores, como <a rel="noopener" href="https://picower.mit.edu/matthew-wilson">Matthew Wilson</a>, do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), nos EUA, realizaram estudos em ratos que indicam que esses animais, durante o sono REM (movimento rápido dos olhos), reativam memórias e experiências do período de vigília.</p><p> Além disso, pesquisas também sugerem que eles podem experimentar <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://gizmodo.uol.com.br/com-o-que-voce-sonha-direto-levantamento-mostra-sonhos-mais-comuns/">estados de sonho</a>. Embora a compreensão completa dos sonhos animais continue sendo objeto de pesquisa, essas descobertas fornecem indícios intrigantes de que, assim como os humanos, muitos animais podem, de fato, ter sonhos.</p><p><br/></p><p> <strong>Não é exclusividade dos mamíferos</strong></p><p>Jovens aranhas saltadoras ficam penduradas por um fio durante a noite. De vez em quando, suas pernas se curvam e as retinas de seus olhos se movem para frente e para trás.</p><p> “O que estas aranhas fazem parece assemelhar-se – muito de perto – ao sono REM”, disse Daniela Rößler, ecologista comportamental da Universidade de Konstanz, na Alemanha, à revista <a rel="noopener" href="https://www.smithsonianmag.com/science-nature/do-other-animals-dream-180982861/"><em>Smithsonian</em></a>.</p><p> Durante o REM os olhos de um animal adormecido movem-se de forma imprevisível, entre outras características. Nas pessoas, o REM é quando acontece a maioria dos sonhos, principalmente os sonhos mais vívidos.</p><p> O que leva a uma questão intrigante: se as aranhas têm <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://gizmodo.uol.com.br/rastreador-sono-smartwatch/">sono REM</a>, será que elas tambem sonham? Com câmeras apontadas para 34 aranhas, cientistas descobriram que as criaturas tinham breves períodos semelhantes a REM a cada 17 minutos.</p><p> A pesquisadora acha possível imaginar que as aranhas saltadoras, como animais altamente visuais, possam se beneficiar dos sonhos como forma de processar as informações que recebem durante o dia.  </p><p><br/></p><p><strong> Por que alguns animais dormem pouco?</strong></p><p> Enquanto alguns bichos são mais preguiçosos, alguns dormem muito pouco. E a ciência mostra que a quantidade de sono nos animais é inversamente relacionada ao grau pelo qual as espécies devem lidar com o perigo predatório. Ou seja, as espécies vulneráveis a predadores tendem a dormir menos.</p><p> Alguns animais grandes, como os elefantes, vacas, cavalos e jumentos, por exemplo, também dormem pouco. Isto ocorre pelo fato de eles gastarem grande quantidade de tempo fazendo estocagem de alimentos.</p><p><br/></p><p>Fonte:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://gizmodo.uol.com.br/alem-dos-humanos-outros-animais-sonham-veja-o-que-diz-a-ciencia/">https://gizmodo.uol.com.br/alem-dos-humanos-outros-animais-sonham-veja-o-que-diz-a-ciencia/</a></p><p>Por <em>Gabriel Andrade</em></p><p>18 de setembro de 2023 às 13:49</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 17:42:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182096483</guid>
      </item>
      <item>
         <title>VITOR MILAGRES</title>
         <author>milagresvitor345</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182110020</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Vídeo sobre problemas ambientais urbanos                           </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=1ybcobZL4Po"><strong>https://www.youtube.com/watch?v=1ybcobZL4Po</strong></a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 17:51:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182110020</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Isabela Cecília Guerra Ferreira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182113476</link>
         <description><![CDATA[<p> Os animais têm a fascinante oportunidade de também vivenciar sonhos. Os mamíferos como cães e gatos possuem padrões de sono parecidos com os humanos, incluindo o rápido movimento dos olhos (REM). Esses sonhos podem espelhar as vivências cotidianas dos animais, como jogos e interações sociais. Além disso, a avaliação de comportamentos durante o sono em diversas espécies indica que os sonhos podem ter uma função crucial na memória e no processo de aprendizagem. Portanto, o estudo dos sonhos em animais expande nosso entendimento sobre a mente dos animais. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 17:53:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182113476</guid>
      </item>
      <item>
         <title>VITOR MILAGRES</title>
         <author>milagresvitor345</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182119359</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Soluções inspiradas na natureza ajudam a resolver problemas urbanos em cidades brasileiras                                                                                                                                                                         </strong></p><p><strong>Recife implantou projeto de jardim filtrante para despoluir os rios. Belo Horizonte começa projeto de jardins de chuva até atingir mínimo de 12 m² de área verde por habitante, como recomendado pela OMS.</strong></p><p>Soluções inspiradas na natureza estão ajudando a resolver problemas urbanos, no Brasil.</p><p>Em&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/pe/pernambuco/cidade/recife/">Recife</a>, as águas de um afluente do Rio Capibaribe estão sendo despoluídas por jardins filtrantes. Numa espécie de&nbsp;<strong>filtro natural</strong>, a água suja do riacho do cavouco passa por cinco tanques de pedras, com plantas e flores aquáticas e substratos, removendo resíduos sólidos, como metais. O sistema começou a operar em fevereiro.</p><p>“A gente, no momento atual ,está limpando cerca de 75% da água, a gente chegou a oxigenar essa quantidade. O sistema ainda não está completo, a gente está, vamos dizer assim, operando com todos os filtros, mas a vazão não está a máxima.&nbsp;Mas ele vai estar filtrando 355 mil litros de água por dia, que é um grande volume”,&nbsp;conta o engenheiro responsável pelo projeto dos jardins filtrantes, Renato Martiniano.</p><p>O jardim filtrante é um exemplo de solução que vem da própria natureza para combater problemas como a contaminação dos rios, a poluição e as enchentes.</p><p><em>“Para que nós amenizemos os efeitos que estão vindo aí das mudanças climáticas, as soluções baseadas na natureza são bastante interessantes. São vários pontos diferentes que quando somados eles, na realidade, não dão resultado de uma soma, mas sim de uma multiplicação, porque eles interagem entre si”, diz Marco Buckeridge do Instituto de Biociências da USP.</em></p><p>É a&nbsp;<strong>desconcretização das cidades</strong>, voltando à lógica do solo original, com menos cinza e mais verde.</p><p>A Organização Mundial da Saúde recomenda um mínimo de 12 m² de área verde por habitante para se ter um equilíbrio entre a quantidade de oxigênio e de gás carbônico na atmosfera.</p><p>E&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/cidade/belo-horizonte/">Belo Horizonte</a>&nbsp;está seguindo a regra. Esse é o tamanho exato dos jardins de chuva que estão sendo plantados na cidade. O projeto está começando com 60 pontos e a ideia é que ele se multiplique por aí.</p><p>Cada jardim tem um metro e meio de profundidade. Espaço bem dividido em camadas: a primeira de brita, para armazenar a água da chuva. A segunda de areia, para filtrar o material, e a última de substrato - terra vegetal, adubo e areia. E por cima, as plantas.</p><p>“Ao encontrar um dispositivo desse, um jardim de chuva, a água fica retida com maior volume. Ela passa pelas plantas e pelas raízes, ela faz um processo de fitorremediação dos poluentes. Então ela desce para o subsolo mais limpa e ela evita de chegar na parte baixa. Então reduz um pouco o volume, reduz a velocidade, o que contribui lá embaixo e contribui aqui em cima também, porque tem um belo paisagismo para a rua”, conta o diretor de análises de licenciamentos urbanísticos/ BH, Isac de Medeiros.</p><p>Geraldo mora em uma das ruas do projeto há 14 anos, e aprovou a ideia dos jardins. “Achei muito interessante, não só pela questão estética, mas depois que eu soube que é uma solução para a questão do volume das águas da chuva. Achei superinteressante essa ideia de pulverizar a solução pelos bairros, pelas ruas, para que essa água não se concentre toda em um lugar só”, diz o comerciante Geraldo Magela.</p><p>A Beth está toda satisfeita com o novo jardim na porta do prédio onde mora. Ainda mais ela, que faz questão de cuidar da natureza como lição de casa.</p><p>“É a minha mini-floresta, meu mini-paraíso. Para mim é vida, porque água, terra, verde. Então está tudo interligado, é vida”,&nbsp;afirma a geógrafa Elizabete Efigênia.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 17:57:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182119359</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ISABELLE VITÓRIA FRANCISCO ALVES </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182119970</link>
         <description><![CDATA[<p>Vídeo sobre como os bebês aprendem a falar.</p><p><br></p><p>https://youtu.be/G9c_mnxFl2Q?si=zcjEgkIEmB6ic309</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 17:58:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182119970</guid>
      </item>
      <item>
         <title>VITOR MILAGRES</title>
         <author>milagresvitor345</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182125426</link>
         <description><![CDATA[<p>As cidades enfrentam uma série de problemas complexos, como poluição, trânsito caótico, falta de moradia e desigualdade social. A urbanização acelerada muitas vezes resulta em infraestrutura deficiente e serviços públicos sobrecarregados. A violência urbana e a falta de áreas verdes também afetam a qualidade de vida dos moradores. No entanto, soluções inovadoras estão surgindo para enfrentar esses desafios. Investimentos em transporte público sustentável, como bicicletas e metrôs elétricos, podem reduzir o trânsito e a poluição. Projetos de moradia acessível ajudam a minimizar a desigualdade. Cidades inteligentes, que utilizam tecnologia para otimizar recursos, são uma tendência promissora para melhorar a vida urbana.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 18:01:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182125426</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Olimpíada na escola</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182140705</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula de educação física, os estudantes decidiram mostrar ao professor como seria divertido praticar alguns esportes olímpicos na escola! Como eles não têm à disposição todos os equipamentos necessários – até mesmo, um certo animal! -, os estudantes resolveram improvisar. Tentando adivinhar o que falta nesta cena, você seria capaz de dizer quais esportes eles querem praticar?</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/olimpiada-na-escola/">Olimpíada na escola | CHC</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 18:11:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182140705</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Myllene Alexandra Souza Cunha </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182143123</link>
         <description><![CDATA[<p>O dia do oceano</p><p>Oficializado em 2009 pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Dia Mundial do Oceano é comemorado em 8 de junho, o que coloca o mar em nossa lista de motivos para refletir. Nada mais justo, não é mesmo? Afinal, o oceano cobre a maior parte do nosso planeta e faz parte da nossa cultura de diferentes formas: está presente em músicas, filmes, histórias, lendas… Algum exemplo vem à sua cabeça? Por aqui pensamos em aventuras com piratas e sereias, férias na praia e muito mais!</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/o-dia-do-oceano/">https://chc.org.br/artigo/o-dia-do-oceano/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 18:13:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182143123</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A História das Olimpiadas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182147642</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/2e2RarFdmIQ?si=rdsRHueW9f2MB8lF">https://youtu.be/2e2RarFdmIQ?si=rdsRHueW9f2MB8lF</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 18:16:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182147642</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Myllene Alexandra Souza Cunha </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182155179</link>
         <description><![CDATA[<p>Vídeo sobre o dia do oceano e os cuidados que devemos ter com o oceano.</p><p>https://youtu.be/jDgwk2WY3YQ?si=jWPQtIEIDlmD4cly</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 18:21:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182155179</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Olimpíadas Paris 2024: inspirando gerações na escola</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182157618</link>
         <description><![CDATA[<p>As <strong>Olimpíadas Paris 2024 </strong>prometem ser um evento esportivo memorável, não apenas por sua grandiosidade, mas também por sua <strong>capacidade de inspirar e educar gerações futuras.</strong> O espírito olímpico, que celebra a excelência, amizade e respeito, pode ser um poderoso instrumento pedagógico</p><p><strong>Como trabalhar as Olimpíadas na escola?</strong></p><p>Confira algumas delas:</p><ol><li><p><strong>Aulas Temáticas:</strong> Professores podem criar <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.melhorescola.com.br/blog/copa-do-mundo-como-preparar-a-escola/">aulas temáticas</a> relacionadas às <strong>Olimpíadas Paris 2024</strong>. Por exemplo, aulas de história podem abordar a origem dos Jogos Olímpicos na Grécia Antiga e sua evolução até os dias atuais. Nas aulas de geografia, os alunos podem aprender sobre os países participantes e suas culturas.</p></li><li><p><strong>Atividades Físicas:</strong> Organizar competições esportivas inspiradas nas modalidades olímpicas é uma excelente forma de incentivar a prática de <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.melhorescola.com.br/artigos/conheca-6-beneficios-de-praticar-esporte-na-escola">exercícios físicos</a>. Além disso, pode-se convidar atletas locais para compartilhar suas experiências e realizar oficinas.</p><p><br/></p><p>Trabalhar as<strong> Olimpíadas Paris 2024 </strong>na escola pode ser mais do que apenas ensinar sobre um evento esportivo. É uma oportunidade de integrar conhecimento acadêmico com lições de vida que podem marcar os alunos para sempre.</p><p><strong>Esses projetos incentivam a criatividade, o pensamento crítico e a colaboração entre os alunos.</strong></p><p><br/></p><p>O<strong> principal objetivo de trabalhar as Olimpíadas Paris 2024 </strong>na escola é <strong>educar e inspirar os alunos através dos valores olímpicos. </strong>A integração desse evento no ambiente escolar oferece uma série de benefícios:</p><ol><li><p><strong>Promoção da Educação Integral:</strong> As Olimpíadas incentivam o desenvolvimento físico, <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.melhorescola.com.br/blog/dinamica-caixa-de-sentimentos/">emocional</a> e social dos alunos. Ao participar de atividades esportivas e educativas relacionadas aos Jogos, os estudantes aprendem sobre trabalho em equipe, respeito mútuo e disciplina.</p></li><li><p><strong>Inspiração e Motivação:</strong> O contato com histórias de atletas olímpicos pode inspirar os alunos a perseguirem seus próprios sonhos e objetivos, independentemente dos desafios que enfrentem.</p></li><li><p><strong>Valorização da Diversidade:</strong> As <strong>Olimpíadas Paris 2024</strong> reunirão atletas de diferentes partes do mundo, celebrando a <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.melhorescola.com.br/blog/inclusao-escolar/">diversidade </a>cultural. Trabalhar esse tema na escola ajuda a promover a compreensão e o respeito entre os alunos de diferentes origens.</p></li><li><p><strong>Enriquecimento do Currículo Escolar:</strong> Integrar as Olimpíadas ao currículo proporciona uma abordagem interdisciplinar e dinâmica, tornando o aprendizado mais interessante e significativo para os alunos.</p></li></ol><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.melhorescola.com.br/blog/olimpiadas-paris-2024/">Olimpíadas Paris 2024: inspirando gerações na escola</a></p></li></ol>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 18:23:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182157618</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cayque Augusto </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182161782</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Ei, formiga! Me dá uma carona?</strong></p><p>De manhã cedo, naquele corre-corre contra o relógio, alguém lhe oferece uma carona para a escola… Ah, que alívio! Agora, imagine ser uma formiga operária, deixar o formigueiro para cortar folhas e, depois de um longo dia de trabalho, poder pegar uma carona… Ah, que coisa boa! A única questão é que essa carona de retorno ao formigueiro não costuma sair de graça. Escuta só!</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/ei-formiga-me-da-uma-carona/">https://chc.org.br/artigo/ei-formiga-me-da-uma-carona/</a></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 18:26:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182161782</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Myllene Alexandra Souza Cunha </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182166701</link>
         <description><![CDATA[<p>8 de junho – Dia Mundial dos Oceanos</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Comemorado em 8 de junho, o Dia Mundial dos Oceanos é uma data que incentiva a sociedade a refletir sobre a importância da conservação das águas marinhas do planeta.</p><p>O Dia dos Oceanos foi celebrado pela primeira vez durante a Rio 92. Na época, foi inspirado por um evento organizado no mesmo dia pelo Instituto dos Oceanos do Canadá e apoiado pelo Governo Canadense: “Oceans Day At Global Forum – The Blue Planet”. Em 2008, a Assembleia Geral da ONU decidiu que, a partir de 2009, o dia 8 de junho seria designado oficialmente como Dia Mundial dos Oceanos.</p><p>Os oceanos cobrem mais de 70% da superfície da Terra e contêm 97% da água de todo o planeta. As águas salgadas abrigam uma biodiversidade com quase 200 mil espécies identificadas. Eles são parte essencial para promover a regulação climática do planeta, pois absorvem cerca de 30% do dióxido de carbono produzido pelos seres humanos.  Além disso, aproximadamente 3 bilhões de pessoas no mundo todo dependem dos mares como fonte de alimento.</p><p>Mesmo com toda sua importância para o meio ambiente e para a economia mundial, os oceanos estão sendo degradados. Atualmente, há estudos que mostram que, aproximadamente, 13 toneladas de plástico chegam ao oceano todos os anos. Muitas vezes, esse plástico é ingerido pela fauna marinha, como peixes e tartarugas, e outros animais como as aves que se alimentam dos peixes, provocando a morte de 100 mil animais marinhos por ano, além de outros danos. Segundo dados divulgados pela ONU, a estimativa é que em 2050 a quantidade de plásticos na água supere a de peixes.</p><p>E não é só plástico que degrada os oceanos. Além de diversos outros tipos de poluentes, há também o perigo da pesca ilegal, que põe em risco a reprodução e a conservação das espécies.</p><p>Diante dessa situação alarmante, a ONU declarou o período entre 2021 e 2030 como a Década dos Oceanos para o Desenvolvimento Sustentável. A meta é mobilizar cientistas, políticos, empresas e sociedade civil para a pesquisa e inovação para promover a conservação dos recursos naturais do globo. Segundo a ONU, esta década deverá facilitar a comunicação e o aprendizado mútuo entre as comunidades de pesquisa e partes interessadas. Ou seja, é um momento muito propício para fortalecer as ações de Educação Ambiental relacionadas aos oceanos.</p><p>Na Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, além dos controles de balneabilidade realizados desde a década de 1980, pela CETESB, atualmente têm sido realizados estudos para elaborar um plano estadual de combate ao lixo no mar. Sobre mobilização e Educação Ambiental, nas últimas edições do Projeto Verão no Clima, da Secretaria, além dos mutirões de limpeza nas praias, também foram realizadas ações para retirada de lixo do mar das praias paulistanas.</p><p>Você sabia que o lixo que vai parar no mar foi gerado em terra firme? Muitas das ações que temos no dia-a-dia podem impactar a vida no oceano! Tem ideia de quais são essas ações?</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://semil.sp.gov.br/educacaoambiental/2023/06/8-de-junho-dia-mundial-dos-oceanos/">https://semil.sp.gov.br/educacaoambiental/2023/06/8-de-junho-dia-mundial-dos-oceanos/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 18:29:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182166701</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Raphael de Pinho Domingues</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182172892</link>
         <description><![CDATA[<p>As Olimpíadas <strong>Escolares</strong> são uma celebração do esporte e da união, <strong>enfatizando</strong> <strong>a</strong> competição saudável, <strong>o</strong> desenvolvimento físico e <strong>ensinando</strong> <strong>os</strong> valores <strong>da</strong> cooperação e <strong>do</strong> respeito. Além de <strong>mostrar</strong> <strong>habilidades,</strong> a <strong>participação</strong> <strong>é</strong> <strong>incentivada</strong> <strong>para</strong> <strong>que</strong> todos <strong>possam</strong> participar. <strong>Estas</strong> <strong>atividades</strong> <strong>promovem</strong> a educação <strong>geral</strong> <strong>que</strong> <strong>integra</strong> <strong>o</strong> desenvolvimento físico, emocional e <strong>intelectual.</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 18:33:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182172892</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Myllene Alexandra Souza Cunha </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182252813</link>
         <description><![CDATA[<p>Dia 8 de junho é comemorada uma data de grande importância, porém muito esquecida, nesse dia se é comemorado o Dia Mundial dos Oceanos, essa data foi inspirada em um evento organizado pelo Instituto dos Oceanos do Canadá e teve apoio do governo canadense: "Oceans Day At Global Forum- The Blue Planet" mas somente em 2008 a assembleia geral da organização das nações unidas (ONU) decidiu que a partir de 8 de junho de 2009 essa comemoração seria mundial. É importante comemorarmos essa data pois os oceanos cobrem mais de 70% da superfície da Terra e ajudam com a regulamentação climática pois absorvem aproximadamente 30% do dióxido de carbono que produzimos. É importante lembrarmos dessa data pois o oceano é responsável pela manutenção de vida em nosso planeta, e se não tomarmos medidas drásticas e cuidarmos dele da maneira correta, outras gerações não existirão.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 19:34:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182252813</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Heitor Siqueira Sena Thomaz</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182256565</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;O doping é o uso de substâncias ilícitas para uma melhorara no treinamento e resultado em algum esporte. Essa prática é completamente ilegal na maioria dos esportes, principalmente nas olimpíadas, pois além de imoral, deixando a competição injusta e acabando com o espírito esportivo, a dopagem também trás sérios riscos ao atleta que utiliza. A ciência é utilizada para combater esse problema, nas olimpíadas os atletas devem fazer exames de sangue e de urina antes e depois das competições para que haja a certificação de que nenhum esportista está fazendo o uso de substâncias ilegais, a Agência Mundial Antidoping, cuja sua sigla é WADA, é a instituição que faz essa verificação. Neste ano de 2024, durante as olimpíadas de Paris, houve a criação do passaporte biológico, onde se contabiliza os resultados dos exames de cada atleta feitos periodicamente, facilitando o reconhecimento de alterações do metabolismo do indivíduo e, portanto, ajudando no combate ao doping.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 19:37:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182256565</guid>
      </item>
      <item>
         <title>NOME: LUCAS THADEU SILVA PILÓ</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182268467</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo</p><p><strong><em>Geodiversidade, quem conhece?</em></strong></p><p>Biodiversidade é o conjunto de todas as espécies de uma determinada área. Isso inclui os humanos, outros animais, plantas, microrganismos… Enfim, todos os seres vivos. Não é uma palavra nova no seu dicionário, certo? Mas agora diz aí: já ouviu falar em geodiversidade? Que tal entender o seu significado?</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/geodiversidade-quem-conhece/">https://chc.org.br/artigo/geodiversidade-quem-conhece/</a></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 19:47:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182268467</guid>
      </item>
      <item>
         <title>LUCAS THADEU SILVA PILÓ</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182275187</link>
         <description><![CDATA[<p>Vídeo sobre a Geodiversidade (o que é e exemplos)</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=dXYUK32s2uo">https://www.youtube.com/watch?v=dXYUK32s2uo</a> (32 min)</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=UQQmYEwFyG8">https://www.youtube.com/watch?v=UQQmYEwFyG8</a> (2 min)</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 19:52:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182275187</guid>
      </item>
      <item>
         <title>LETÍCIA DINIZ DE CARVALHO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182278779</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Artigo: A agrofloresta.</strong></p><p>As grandes plantações que cultivam uma única espécie de planta (monoculturas) podem ser muito produtivas, mas têm grandes impactos sobre o meio ambiente.</p><p>Produzir alimentos e preservar a natureza são duas necessidades humanas que parecem estar sempre em conflito. Mas há um tipo de cultivo que propõe uma forma mais sustentável de agricultura: o Sistema Agroflorestal (SAF). Trata-se de um método de plantio em que diferentes espécies boas para o cultivo e o consumo são cultivadas ao mesmo tempo numa mesma área. </p><p><br></p><p>https://chc.org.br/artigo/a-agrofloresta/</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 19:55:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182278779</guid>
      </item>
      <item>
         <title>LETÍCIA DINIZ DE CARVALHO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182286508</link>
         <description><![CDATA[<p>Vídeo sobre a agrofloresta.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/fdxPs0-gx2k?si=z5jGJPFSvQYYHiSX">https://youtu.be/fdxPs0-gx2k?si=z5jGJPFSvQYYHiSX</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 20:02:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182286508</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Pietro Lima</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182290144</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O nome dele é tralhoto ou, simplesmente, peixe-de-quatro-olhos. Apesar de ser chamado assim, ele não tem dois pares de olhos. Mas que parece, parece! É que seus olhos são salientes, localizados na parte superior da cabeça e podem ser vistos fora d’água. Se você acha que a aparência desse peixe é tudo o que ele tem de curioso, é porque ainda não sabe de outros detalhes. Vem com a gente!</strong></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/peixe-de-quatro-olhos/">https://chc.org.br/artigo/peixe-de-quatro-olhos/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 20:06:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182290144</guid>
      </item>
      <item>
         <title>LETÍCIA DINIZ DE CARVALHO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182292131</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Sistema agroflorestal: entenda como técnica antiga de cultivo ajuda agricultores a ter receita o ano todo.</strong></p><p><br/></p><p>O Globo Repórter desta sexta-feira (11) mostrou como agricultores em Tomé Açu utilizam sistemas agroflorestais para obter receitas ao longo do ano. O programa destaca que levou tempo até eles descobrirem a melhor forma de trabalhar nessas terras.</p><p>Em 1939, 43 famílias japonesas chegaram à cidade, mas a imigração desses pioneiros para um lugar tão distante e com o clima tão diferente foi um desafio. Eles começaram plantando pimenta-do-reino, mas a monocultura não deu certo, levando os agricultores a se reinventarem.</p><p>Observando a mata nativa - que os indígenas e os ribeirinhos já conheciam muito bem - eles começaram a testar uma forma de cultivo diferente: os sistemas agroflorestais.</p><p>Nesse tipo de cultivo, se uma árvore precisa de sombra, a mais alta cuida disso e assim vão dando frutos.</p><p>"Hoje nós temos pelo menos três a quatro culturas que é importante para que o agricultor tenha receita contínua. Cupuaçu produz por seis meses, de dezembro a junho, terminou, cacau começa a produzir, depois tem uma safra de pimenta do reino e fechamento com açaí. Então isso fecha durante 12 meses para que o agricultor tenha receita contínua por mês", destaca Alberto Oppa, presidente da cooperativa agrícola Camita Açu.</p><p><br/></p><p><strong>Cooperativa</strong></p><p>Uma cooperativa agrícola mista de Tomé Açu, a CAMTA, por exemplo, diversifica sua produção, abrangendo culturas como pimenta-do-reino, cacau e produtos derivados de frutas, como polpa e sorbet.</p><p>Alberto Oppa, presidente da cooperativa, destacou como a comercialização se estende para outras regiões do país e até para o mercado internacional.</p><p>"O maior mercado nosso é o estado do Pará. Depois, Brasília, Maranhão e São Paulo [...] Para fora, o mercado japonês, europeu e o desafio do mercado americano", disse.</p><p><br/></p><p><strong>Fonte: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2023/08/13/sistema-agroflorestal-entenda-como-tecnica-antiga-de-cultivo-ajuda-agricultores-a-ter-receita-o-ano-todo.ghtml">https://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2023/08/13/sistema-agroflorestal-entenda-como-tecnica-antiga-de-cultivo-ajuda-agricultores-a-ter-receita-o-ano-todo.ghtml</a></p><p>Por Globo Repórter</p><p>13/08/2023 07h00</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 20:08:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182292131</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Henrique Diniz daniel</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182296828</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong><mark>O mistério da</mark>&nbsp;maçã marrom</strong></p><p><br/></p><p>Você acordou com aquela disposição de quem teve uma boa noite de sono. Abriu a janela, viu um Sol brilhante no céu azul e pensou: “Para&nbsp;<strong><mark>o</mark></strong>&nbsp;dia começar ainda melhor, só falta um delicioso café&nbsp;<strong><mark>da</mark></strong>&nbsp;manhã!”. Chegando à cozinha, você tem a impressão de que seus pensamentos ganharam forma! […]</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 20:12:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182296828</guid>
      </item>
      <item>
         <title>LETÍCIA DINIZ DE CARVALHO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182315843</link>
         <description><![CDATA[<p>As agroflorestas são uma forma de cultivo vista, pela maioria das pessoas, como benéfica, já que elas produzem alimentos e mantém a preservação das florestas, trazendo equilíbrio e vantagem. Além disso, elas tem outros benefícios, como a sua contribuição cada vez mais presente na demanda dos alimentos, uma vez que tem uma produção satisfatória mantendo a qualidade do solo e das florestas, e também reduz alguns problemas na plantação, como doenças ou pragas, já que mantém o solo todo coberto de vegetação, com as plantas umas ajudando as outras, não havendo necessidade do uso de venenos contra tais dificuldades.<br>Nas agroflorestas tem todo tipo de vegetação, como o ipê, cacau, cupuaçu, bananeiras, cajá-mirim, jambolão, amora, ervas, hortaliças, entre muitas outras, tendo uma incrível diversidade.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 20:31:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182315843</guid>
      </item>
      <item>
         <title>José de Almeida Caldeira</title>
         <author>josedealmeidacaldeira2022</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182361449</link>
         <description><![CDATA[<p>A paralímpiada é uma competição esportiva que ocorre de 4 em 4 anos e é disputada por atletas com certo grau de deficiência.</p><p>Os equipamentos usados por atletas paralímpicos vêm sendo cada vez mais transformado pela tecnologia  e pelas inovações presentes na ciência durante a produções de materiais esportivos. E essa constante evolução dos ramos do esportes é a  chave para que haja uma disputa justa e igualitária entre todos, contribuindo com a inclusão e com a formação do verdadeiro espírito do esporte. Além disso, o crescimento das paralimpíadas nas últimas edições deve-se também ao fato da melhora dos aparelhos utilizados, garantindo mais conforto, segurança e melhor desempenho.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 21:25:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182361449</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria Laura Williams </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182413935</link>
         <description><![CDATA[<p>Geodiversidade, quem conhece?</p><p><br/></p><p>Biodiversidade é o conjunto de todas as espécies de uma determinada área. Isso inclui os humanos, outros animais, plantas, microrganismos… Enfim, todos os seres vivos. Não é uma palavra nova no seu dicionário, certo? Mas agora diz aí: já ouviu falar em geodiversidade? Que tal entender o seu significado?</p><p><br><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/geodiversidade-quem-conhece/">https://chc.org.br/artigo/geodiversidade-quem-conhece/</a></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 22:39:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182413935</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria Laura Williams de Bastos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182416796</link>
         <description><![CDATA[<p>O que é Geodiversidade?</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=UQQmYEwFyG8&amp;t=6s">https://www.youtube.com/watch?v=UQQmYEwFyG8&amp;t=6s</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 22:44:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182416796</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria Laura Williams de Bastos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182419587</link>
         <description><![CDATA[<p>Serviço Geológico do Brasil inicia levantamento da geodiversidade no Geoparque Caminhos dos Cânions do Sul</p><p><br/></p><p>Pesquisadores vão indicar potencialidades e limitações do meio físico do território do Geoparque. Pesquisa vai beneficiar diretamente a população dos municípios envolvidos.<br><br>Pesquisadores do Serviço Geológico do Brasil (SGB) deram início, na segunda-feira (13), à primeira etapa de campo do projeto Geodiversidade do Geoparque Caminhos dos Cânions do Sul, localizado na Região Sul do Brasil. A iniciativa vai beneficiar toda a região, contemplando a caracterização do meio físico, suas potencialidades e limitações frente a diversos usos, como ocupação urbana, agricultura e recursos hídricos.<br><br>O trabalho faz parte das ações do SGB desenvolvidas pela Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial (DHT). A partir do levantamento, os pesquisadores em geociências envolvidos neste trabalho vão fazer um novo mapeamento das unidades geológico-ambientais, além de uma caracterização mais detalhada de determinados geossítios, com a elaboração, inclusive, de modelos tridimensionais. Serão levantadas potencialidades e limitações da região, o que contribuirá para um melhor ordenamento territorial considerando a vocação geoturística da região e seu desenvolvimento sustentável.<br><br>O projeto completo será desenvolvido ao longo de 2023 e parte de 2024, sendo essa primeira etapa de campo finalizada no dia 25 de março. Os pesquisadores vão percorrer um perfil leste-oeste, percorrendo as principais unidades geológico-ambientais que serão descritas ao longo do projeto.<br>Localizado entre os estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, o Geoparque Caminhos dos Cânions do Sul abrange uma área de 2.803,80 km2 e é composto pelos municípios catarinenses de Jacinto Machado, Morro Grande, Praia Grande e Timbé do Sul, e pelos gaúchos de Cambará do Sul, Mampituba e Torres.<br><br>Segundo os últimos dados divulgados em 2021 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no local há cerca de 75 mil habitantes. Desde 2022 o Geoparque Caminhos dos Cânions do Sul faz parte da rede mundial de geoparques da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), com proposta inicial elaborada por pesquisadores do SGB. O Consórcio Caminhos dos Cânions do Sul contribui para o bom andamento do projeto, com reuniões e acompanhamento na região.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.sgb.gov.br/w/servico-geologico-do-brasil-inicia-levantamento-da-geodiversidade-no-geoparque-caminhos-dos-canions-do-sul">https://www.sgb.gov.br/w/servico-geologico-do-brasil-inicia-levantamento-da-geodiversidade-no-geoparque-caminhos-dos-canions-do-sul</a></p><p>15/03/2023 às 00h00</p><p>&nbsp;| Atualizado em: 01/03/2024</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 22:49:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182419587</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Gustavo Ramos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182432619</link>
         <description><![CDATA[<p>  Os alimentos indispensáveis para o ser humano ter energia, porém nas ultimas décadas a produção de alimentos, principalmente da carne, vem causando graves danos ao meio ambiente. Nos últimos anos, com o avanço da tecnologia, muitas empresas vem investindo na tentativa de criar alimentos artificiais, que agridam menos o planeta e que sejam o mais próximo possível do alimento natural, com os mesmos nutrientes. Esse avanço vai ajudar o meio ambiente principalmente na criação de carnes veganas com a mesma textura, nutrientes e sabor das obtidas pelo abate de animais.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 23:07:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182432619</guid>
      </item>
      <item>
         <title>LUCAS THADEU SILVA PILÓ</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182443418</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Geodiversidade: Embratur apoia a 7ª Conferência da Rede de Geoparques da América Latina e Caribe;</strong></p><p>A 7ª Conferência da Rede de Geoparques da América Latina e Caribe reunirá especialistas internacionais de diferentes áreas de geoparques para compartilharem experiências, boas práticas e fortalecer a atuação em rede dessas instituições e terá a Marca Brasil exibida em diversos setores, além do site oficial.</p><p>Apoiar eventos internacionais sediados no Rio Grande do Sul é uma das estratégias da Embratur para reerguer o estado após as enchentes que castigaram várias cidades gaúchas em maio deste ano.&nbsp;</p><p>“Apoiar a promoção desta conferência é importante, também, para impulsionar a economia local. Estamos falando de um evento internacional, que atrai visitantes de diferentes países e regiões, que gera impacto econômico positivo para toda a região, desenvolvendo o turismo sustentável e a inovação”, destaca o presidente da Embratur, Marcelo Freixo.</p><p>Além disso, a conferência tem potencial para pontuar no ranking da International Congress &amp; Convention Association (ICCA). A Embratur já mapeou as características para contabilizar mais eventos para o ranking do Rio Grande do Sul e do Brasil em 2024, projetando maior destaque internacional para o país e para os destinos gaúchos.</p><p><strong>Caminhos dos Cânions do Sul<br></strong>O Brasil tem seis geoparques reconhecidos pela Unesco. O Geoparque Seridó, no Rio Grande do Norte, o Geoparque Araripe, no Ceará, o Geoparque Caminhos dos Cânions do Sul, que abrange parte do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, o Geoparque Quarta Colônia e o Geoparque Caçapava, ambos no estado gaúcho. Completando a lista, o Geoparque Uberaba, em Minas Gerais, o mais recente a ganhar o título internacional da Unesco.</p><p>O Geoparque Mundial da Unesco Caminhos dos Cânions do Sul conecta a serra gaúcha com o litoral catarinense. A região passa pelos municípios gaúchos de Cambará do Sul, Mampituba e Torres, cidade que sediará a conferência, e pelos catarinenses Jacinto Machado, Morro Grande, Praia Grande e Timbé do Sul. A história geológica do território tem cerca de 250 milhões de anos e a formação está relacionada com o rompimento do supercontinente Gondwana e abertura do Oceano Atlântico Sul.</p><p>Os cânions da região limitam o planalto e a planície costeira com desníveis que chegam a mil metros, isso a menos de 50 quilômetros do mar. A região apresenta inúmeras quedas d’água, piscinas naturais, lagoas e rios, além de praias e campos de dunas. Neste cenário, encontram-se também paleotocas, abrigos escavados por animais já extintos, que viveram há mais de 10 mil anos. O Geoparque também reúne um rico patrimônio cultural indígena, quilombola e dos imigrantes açorianos, alemães e italianos, além das marcas do movimento do tropeirismo na região.</p><p><strong>A Conferência<br></strong>A 7ª Conferência da Rede de Geoparques da América Latina e Caribe é promovida pela Associação Internacional de Geoparques, pela Rede de Geologia da América Latina e Caribe (Red Geolac) e, no Brasil, pelo Geoparque Mundial da Unesco Caminhos dos Cânions do Sul. O país volta a sediar a conferência após 14 anos – as últimas sedes foram Equador, Peru e México.&nbsp;</p><p>O formato de fórum garante o intercâmbio de conhecimento, a colaboração e inovação para impulsionar a preservação do patrimônio geológico e cultural e a promoção do desenvolvimento sustentável e consciência global. O encontro também marcará as comemorações dos 20 anos da Rede Mundial de Geoparques da Unesco.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://embratur.com.br/2024/10/04/geodiversidade-embratur-apoia-a-7a-conferencia-da-rede-de-geoparques-da-america-latina-e-caribe/">Fonte: https://embratur.com.br/2024/10/04/geodiversidade-embratur-apoia-a-7a-conferencia-da-rede-de-geoparques-da-america-latina-e-caribe/</a></p><p>Por: Embratur</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 23:20:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182443418</guid>
      </item>
      <item>
         <title>LUCAS THADEU SILVA PILÓ</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182465878</link>
         <description><![CDATA[<p>A geodiversidade é o conceito que reúne a variedade de elementos abióticos (não possui vida), como: elementos geológicos, geomorfologicos, hidrológicos e pedológicos. A geodiversidade é de extrema importância para o equilíbrio de ecossistemas, e embora ela seja frequentemente "ignorada", é importante preservá-la. A exploração exagerada do meio ambiente, como a mineração e a poluição, afeta diretamente a geodiversidade e a biodiversidade, o que pode gerar graves consequências para o planeta.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 23:44:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182465878</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana Júlia Guimarães de Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182470058</link>
         <description><![CDATA[<p>Prazer, dona onça-pintada!</p><p><br/></p><p>O maior felino das Américas é conhecido por mais de 300 nomes diferentes no Brasil</p><p><br/></p><p>Quem não conhece a onça-pintada? Podendo medir quase dois metros de comprimento e pesar mais de 150 quilogramas, ela é o grande predador da natureza brasileira e um animal deslumbrante! Pode ser encontrada desde o sul dos Estados Unidos até a Argentina. Mas, com a colonização europeia, a onça-pintada desapareceu de muitos locais e hoje está em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/bela-em-extincao/">perigo de extinção</a>.</p><p><br><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/prazer-dona-onca-pintada/">https://chc.org.br/artigo/prazer-dona-onca-pintada/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 23:48:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182470058</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Júlia Dos Santos Xavier</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182475597</link>
         <description><![CDATA[<p>As borboletas são consideradas um dos insetos mais delicados e encantadores, simbolizam liberdade e transformação. Elas passam por um processo de metamorfose que inclue ovos, larvas, pupas e borboletas adultas. Além disso, desempenham um papel importante na natrureza, processo conhecido como polonização.  Esses insetos são indicadores das mudanças ambientais, ou seja, não são apenas bonitas e facinantes, são essencias.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 23:53:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182475597</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana Júlia Guimarães de Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182482413</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>10 CURIOSIDADES SOBRE A ONÇA PINTADA</strong></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=AN5LUHNY9qE">https://www.youtube.com/watch?v=AN5LUHNY9qE</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-22 23:59:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182482413</guid>
      </item>
      <item>
         <title>NOME: JOSÉ OTÁVIO SANTOS COUTINHO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182500597</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo</p><p>Do focinho ao cérebro</p><p><strong>Lá vai o gato, escapando pelo portão para dar uma voltinha na rua. Vai longe, saltando muros e telhados. Mas, curiosamente, não se perde: sempre volta para casa. Enquanto isso, o cachorro, treinado pela polícia, trabalha no aeroporto. Ele consegue farejar substâncias ilegais, mesmo quando estão bem embaladas e escondidas nas bagagens. Esses animais têm sim um superolfato! E o que explica isso?</strong></p><p><strong>https://chc.org.br/artigo/do-focinho-ao-cerebro/</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 00:11:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182500597</guid>
      </item>
      <item>
         <title>MARIA JÚLIA GOMES DA SILVA </title>
         <author>mj15062010</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182500899</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Artigo- Gigante de tirar o fôlego! </strong></p><p><br/></p><p>Conheça o golfinho que viveu há pelos menos 15 milhões de anos na Amazônia peruana</p><p><br/></p><p>https://chc.org.br/artigo/gigante-de-tirar-o-folego/</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 00:11:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182500899</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana Júlia Guimarães de Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182503851</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Onça-pintada</strong></p><p><br>A onça-pintada (Pathera onca) é uma espécie de mamífero carnívoro que apresenta como característica marcante a presença de manchas em roseta em sua pelagem de cor amarelada.</p><p><br>A onça-pintada (Panthera onca) é uma espécie de felino de corpo robusto e musculoso encontrada em praticamente todos os biomas brasileiros, com exceção do Pampa. Esse mamífero carnívoro é considerado o maior felino das Américas e o maior animal carnívoro da América do Sul. Atualmente, tem sido ameaçado em virtude da caça e da destruição de seu habitat.</p><p><br/></p><p>Tópicos deste artigo</p><p><br/></p><p>1 - → Características da onça-pintada</p><p>2 - → Habitat da onça-pintada</p><p>3 - → Alimentação da onça-pintada</p><p>4 - →Reprodução da onça-pintada</p><p>5 - → Extinção da onça-pintada</p><p>6 - → Curiosidades sobre a onça-pintada</p><p><br/></p><p>→ Características da onça-pintada</p><p><br/></p><p>A onça-pintada, assim como leão, tigre, leopardo-das-neves e leopardo, é um animal do gênero Panthera. Esses animais apresentam uma marcante característica em comum: a capacidade de produzir um som bastante grave chamado esturro, que atua na comunicação. A onça-pintada destaca-se como o único representante do gênero Panthera no nosso continente.</p><p><br/></p><p>É um animal de grande porte e, por isso, é considerado o maior felino das Américas e o maior carnívoro da América do Sul. Segundo o Instituto da Onça-Pintada, seu peso varia entre 35 kg e 130 kg, e seu comprimento pode variar de 1,7 metro a 2,4 metros.</p><p><br/></p><p>Uma das características mais marcantes desse animal é sua pelagem. A pelagem da onça varia de amarelo-claro a castanho e destaca-se pela presença de várias manchas em formato de roseta. Essas manchas apresentam tamanhos variados e funcionam como se fossem a impressão digital do animal, o que significa que as manchas tornam cada onça única. Pesquisadores podem, por exemplo, fotografar esses animais em uma área e conseguir diferenciá-los por meio da análise de suas manchas.</p><p><br/></p><p>Leia também: Tigre</p><p><br/></p><p>Existem outros animais que apresentam manchas semelhantes àquelas presentes na onça-pintada. É o caso, por exemplo, do leopardo e da jaguatirica. O leopardo é um animal presente na Ásia e na África. Já a jaguatirica é encontrada no continente americano e apresenta um tamanho bem menor que a onça-pintada, possuindo um peso que varia entre 11 kg e 16kg.</p><p><br/></p><p>A onça-pintada é um animal que apresenta, principalmente, hábitos crepusculares, porém é descrito, muitas vezes, como um animal de hábito noturno. Em alguns locais, no entanto, essa espécie é ativa tanto durante o dia quanto durante a noite, como é o caso das onças-pintadas encontradas na Mata Atlântica.</p><p><br/></p><p>→ Habitat da onça-pintada</p><p><br/></p><p>Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a onça-pintada apresenta como área de distribuição do “norte do México ao noroeste da América do Sul (Colômbia e Equador), leste do Peru e Bolívia (leste dos Andes), por todo Paraguai e Brasil e norte da Argentina”. Vale salientar que essa espécie vem diminuindo suas populações nessas áreas em virtude, principalmente, da ação humana, que destrói o habitat desse animal e realiza a caça predatória.</p><p><br/></p><p>Nos países em que são encontradas, as onças-pintadas ficam em ambientes de florestas e em ambientes abertos. No Brasil, podemos observá-las, por exemplo, na Amazônia, na Mata Atlântica, no Pantanal e no Cerrado.</p><p><br/></p><p>Leia também: Mamíferos do Cerrado</p><p><br/></p><p>→ Alimentação da onça-pintada</p><p><br/></p><p>A onça-pintada é um animal carnívoro, ou seja, que se alimenta de outros animais. Geralmente, seus alimentos são animais silvestres, como veados, queixadas, catetos, tatus, veados e jacarés.</p><p><br/></p><p>É importante salientar ainda que as onças-pintadas podem alimentar-se de animais domésticos, entretanto, esse tipo de alimentação não é comum, ocorrendo, geralmente, como consequência da perda de habitat. O maior problema de alimentar-se de animais domésticos está no fato de que a onça é vista, por isso, como um perigo, tornando-se, então, vítima da caça predatória.</p><p><br/></p><p>→Reprodução da onça-pintada</p><p><br/></p><p>As onças-pintadas vivem, geralmente, de maneira solitária, interagindo com indivíduo de outro sexo apenas no período de reprodução. Geralmente, a fêmea atinge a maturidade sexual entre 2 anos e 3 anos de idade, e o macho entre 3 anos e 4 anos.</p><p><br/></p><p>No período reprodutivo, os machos são atraídos pelo odor produzido pela fêmea e pela vocalização por elas produzida. Os machos e fêmeas interagem por alguns dias e copulam nesse período. Após a fecundação, inicia-se a gestação, que pode durar entre 90 dias e 110 dias.</p><p><br/></p><p>Normalmente, uma onça dá à luz um ou dois filhotes, podendo nascer até quatro. A mãe cuida de seus filhotes até que eles atinjam cerca de dois anos, período utilizado para garantir que conseguirão sobreviver sozinhos no meio.</p><p><br/></p><p>→ Extinção da onça-pintada</p><p><br/></p><p>Na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza), a onça-pintada está classificada, atualmente, como quase ameaçada. Essa classificação indica que, provavelmente, essa espécie, em um futuro próximo, estará em perigo. A classificação nessa categoria ocorre, principalmente, em virtude da destruição do habitat desse animal e da caça predatória, que tem reduzido de maneira significativa as populações de onças.</p><p><br/></p><p>Leia também: Tráfico de animais</p><p><br/></p><p>→ Curiosidades sobre a onça-pintada</p><p><br/></p><p>A onça-pintada é uma espécie bastante emblemática do nosso país e encanta por seu tamanho e por suas cores marcantes. Vamos conhecer a seguir algumas características curiosas que tornam a onça-pintada ainda mais interessante:</p><p><br/></p><p>É o maior felino das Américas.</p><p><br/></p><p>É o maior carnívoro da América do Sul.</p><p><br/></p><p>Não está presente no Pampa.</p><p><br/></p><p>Está no topo da cadeia alimentar nas áreas em que é encontrada.</p><p><br/></p><p>Alimenta-se de mais de 85 espécies diferentes.</p><p><br/></p><p>A potência da mordida de uma onça-pintada é a maior quando comparada a de outros felinos.</p><p><br/></p><p>Vive cerca de 15 anos.</p><p><br/></p><p>Os filhotes de onça-pintada recém-nascidos pesam entre 700 gramas e 900 gramas.</p><p><br/></p><p>Os filhotes nascem sem serem capazes de enxergar, abrindo seus olhos entre 7 dias e 13 dias após o nascimento.</p><p><br/></p><p>Apesar de serem felinos, as onças não miam, mas emitem uma espécie de ronco, denominado esturro.</p><p><br/></p><p>As manchas no corpo de uma onça-pintada são diferentes daquelas encontradas em leopardos. Enquanto nas onças-pintadas a mancha tem forma de roseta com um círculo envolvendo um ponto preto central, nos leopardos, a mancha tem forma de círculo.</p><p><br/></p><p>A onça-preta e a onça-pintada, na realidade, são da mesma espécie, entretanto, observa-se que a onça-preta possui mais melanina, o que confere uma cor mais escura a seu pelo.</p><p><br/></p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/animais/onca-pintada.htm">https://brasilescola.uol.com.br/animais/onca-pintada.htm</a></p><p>Por Ma. Vanessa Sardinha dos Santos</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 00:13:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182503851</guid>
      </item>
      <item>
         <title>MARIA JÚLIA GOMES</title>
         <author>mj15062010</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182506396</link>
         <description><![CDATA[<p>Vídeo sobre curiosidades do boto-cor-de-rosa</p><p><br/></p><p>https://youtu.be/NCEd5i1C1MQ?si=wXJBFABO8NRsQMwi</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 00:14:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182506396</guid>
      </item>
      <item>
         <title>JOSÉ OTÁVIO SANTOS COUTINHO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182515502</link>
         <description><![CDATA[<p>Video sobre o Olfato dos cães</p><p><br/></p><p>https://youtu.be/0QexRl-yIaY?si=3gWzEO3oMeXWp0E8</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 00:20:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182515502</guid>
      </item>
      <item>
         <title>MARIA JÚLIA GOMES </title>
         <author>mj15062010</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182520506</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Boto-cor-de-rosa, o galã da natureza</strong></p><p><br/></p><p>Comportamento de cortejo inclui o uso de galhos e outros objetos para atrair a fêmea; espécie é a maior entre os quatro golfinhos de rio existentes no mundo.</p><p><br/></p><p>Boto-cor-de-rosa, o galã da natureza</p><p>Comportamento de cortejo inclui o uso de galhos e outros objetos para atrair a fêmea; espécie é a maior entre os quatro golfinhos de rio existentes no mundo.</p><p>Por Giulia Bucheroni, Terra da Gente</p><p><br/></p><p>20/04/2021 11h59  Atualizado há 3 anos</p><p><br/></p><p>Pesquisadores acreditam que machos cortejam as fêmeas levando galhos e outros objetos para mostrar força  — Foto: Marcos Amend</p><p>Pesquisadores acreditam que machos cortejam as fêmeas levando galhos e outros objetos para mostrar força — Foto: Marcos Amend</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Um “galanteador” cheio de charme que encanta a moça mais bela da festa e, depois de conquistá-la, some pelos rios amazônicos. Essa é a descrição do boto-cor-de-rosa nas lendas folclóricas do Brasil.</p><p><br/></p><p>Mas o boto não é um galã apenas na fama. De hábitos solitários, apresenta display sócio-sexual, quando machos adultos utilizam galhos e outros objetos para cortejar a fêmea. "Tudo indica que é um comportamento relacionado à reprodução", comenta a bióloga Marina Calderón.</p><p><br/></p><p>A especialista explica que os machos de espécies com dimorfismo sexual normalmente brigam por território e por acesso às fêmeas, no entanto, não é o caso do boto. "Eles não precisam disputar por território, porque a área de ocorrência é muito extensa, e também não disputam pelas fêmeas, já que elas não vivem em grupos. Por conta disso, acreditamos que o cortejo seja feito justamente para chamar atenção da parceira", completa.</p><p><br/></p><p>"Em campo é mais comum ver esse comportamento na estação seca, já que os machos e as fêmeas estão forçados a ficar mais perto do que na cheia", destaca Marina.</p><p><br/></p><p>Espécie é a maior entre os quatro golfinhos de rio existentes no mundo.</p><p>O animal - que já foi destaque em filmes, séries e livros - é exclusivo dos rios da Bacia Amazônica. É uma das quatro espécies de cetáceos fluviais (golfinhos de rio) existentes em todo o mundo, um dos dois do Brasil.</p><p><br/></p><p>Na Lista Brasileira de Espécies Ameaçadas de Extinção o boto-cor-de-rosa é considerado “Em Perigo”. Apesar da área de ocorrência ser extensa e o número de indivíduos historicamente abundante, o animal compõe o ranking das espécies brasileiras mais ameaçadas, resultado de um conflito antigo entre homem e natureza.</p><p><br/></p><p>São muitas as ameaças, desde desmatamento, ocupação humana e construção de hidrelétricas (que reduzem a disponibilidade de alimento e fragmentam o habitat), até capturas acidentais em redes de pesca e atropelamentos por embarcações. No entanto, os acidentes não são os únicos responsáveis pela morte dos animais. “A pesca do boto é proibida, mas as populações tradicionais continuaram praticando para consumo direto e para venda da carne com isca na pesca de piracatinga, um peixe amazônico muito consumido na Colômbia e no Japão”, explica a bióloga Fernanda Abra.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Boto-cor-de-rosa, o galã da natureza</p><p>Comportamento de cortejo inclui o uso de galhos e outros objetos para atrair a fêmea; espécie é a maior entre os quatro golfinhos de rio existentes no mundo.</p><p>Por Giulia Bucheroni, Terra da Gente</p><p><br/></p><p>20/04/2021 11h59  Atualizado há 3 anos</p><p><br/></p><p>Pesquisadores acreditam que machos cortejam as fêmeas levando galhos e outros objetos para mostrar força  — Foto: Marcos Amend</p><p>Pesquisadores acreditam que machos cortejam as fêmeas levando galhos e outros objetos para mostrar força — Foto: Marcos Amend</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Um “galanteador” cheio de charme que encanta a moça mais bela da festa e, depois de conquistá-la, some pelos rios amazônicos. Essa é a descrição do boto-cor-de-rosa nas lendas folclóricas do Brasil.</p><p><br/></p><p>Mas o boto não é um galã apenas na fama. De hábitos solitários, apresenta display sócio-sexual, quando machos adultos utilizam galhos e outros objetos para cortejar a fêmea. "Tudo indica que é um comportamento relacionado à reprodução", comenta a bióloga Marina Calderón.</p><p><br/></p><p>A especialista explica que os machos de espécies com dimorfismo sexual normalmente brigam por território e por acesso às fêmeas, no entanto, não é o caso do boto. "Eles não precisam disputar por território, porque a área de ocorrência é muito extensa, e também não disputam pelas fêmeas, já que elas não vivem em grupos. Por conta disso, acreditamos que o cortejo seja feito justamente para chamar atenção da parceira", completa.</p><p><br/></p><p>"Em campo é mais comum ver esse comportamento na estação seca, já que os machos e as fêmeas estão forçados a ficar mais perto do que na cheia", destaca Marina.</p><p><br/></p><p>Espécie é a maior entre os quatro golfinhos de rio existentes no mundo. — Foto: Rudimar Narciso Cipriani/ TG</p><p>Espécie é a maior entre os quatro golfinhos de rio existentes no mundo. — Foto: Rudimar Narciso Cipriani/ TG</p><p><br/></p><p><br/></p><p>O animal - que já foi destaque em filmes, séries e livros - é exclusivo dos rios da Bacia Amazônica. É uma das quatro espécies de cetáceos fluviais (golfinhos de rio) existentes em todo o mundo, um dos dois do Brasil.</p><p><br/></p><p>Na Lista Brasileira de Espécies Ameaçadas de Extinção o boto-cor-de-rosa é considerado “Em Perigo”. Apesar da área de ocorrência ser extensa e o número de indivíduos historicamente abundante, o animal compõe o ranking das espécies brasileiras mais ameaçadas, resultado de um conflito antigo entre homem e natureza.</p><p><br/></p><p>Turismo regulado é atividade positiva para a conservação dos botos, sobrevivência das comunidades locais e divulgação científica.</p><p><br/></p><p>São muitas as ameaças, desde desmatamento, ocupação humana e construção de hidrelétricas (que reduzem a disponibilidade de alimento e fragmentam o habitat), até capturas acidentais em redes de pesca e atropelamentos por embarcações. No entanto, os acidentes não são os únicos responsáveis pela morte dos animais. “A pesca do boto é proibida, mas as populações tradicionais continuaram praticando para consumo direto e para venda da carne com isca na pesca de piracatinga, um peixe amazônico muito consumido na Colômbia e no Japão”, explica a bióloga Fernanda Abra.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Proibida por lei em 2015, a pesca e comercialização do bagre – que se alimenta de animais mortos; refletia diretamente na destruição de populações do boto-cor-de-rosa, assim como de tucuxis e jacarés amazônicos. Estima-se que a pesca anual da piracatinga, da forma ilegal como vinha sendo praticada, tenha provocado o aumento da mortalidade das espécies em uma taxa muito superior à taxa de mortalidade natural. Ainda: um estudo divulgado em 2011 apontou que, ao longo de uma década, algumas populações de botos da Amazônia Central podem ter sido reduzidas pela metade.</p><p><br/></p><p>Além da lei que proíbe a pesca, o Brasil atuou com um Plano de Ação Nacional (PAN) para Conservação dos Pequenos Cetáceos, coordenado pelo ICMBio, que buscava reduzir o impacto antrópico (do homem) além de ampliar o conhecimento sobre pequenos cetáceos no País. O Plano teve sua avaliação final em janeiro de 2018 e as espécies foram contempladas no PAN Cetáceos Marinhos.</p><p><br/></p><p>Outra medida importante para a conservação da espécie é o turismo sustentável. “Uma grande conquista foi regulamentar o turismo de atividades de interação com os botos-cor-de-rosa, como ocorreu no Parque Nacional de Anavilhanas. Antes da medida, a interação entre habitantes locais e turistas com os botos era descontrolada”, comenta a especialista.</p><p><br/></p><p><strong>Suspeita-se um declínio populacional de pelo menos 50% nas próximas três gerações ou cerca de 31 anos</strong></p><p><br/></p><p><br/></p><p>“A atividade do turismo regulado gera renda para a população local, pois atrai turistas, movimenta hotéis, pousadas restaurantes e agências. As regras incluem horários rigorosos de visitação e limitam a quantidade de peixe por dia dada a cada animal, que são alimentados por uma pessoa treinada, e não pelo turista. Além disso, a área é demarcada com boias para proteger os botos de embarcações e cada grupo de visitantes assiste uma apresentação sobre as duas espécies locais: o boto-cor-de-rosa e o tucuxi”, conta.</p><p><br/></p><p><strong>Detalhes do boto-cor-de-rosa</strong></p><p><br/></p><p>O boto-cor-de-rosa ocorre nos principais rios e lagos da bacia Amazônica, como os rios Negro, Solimões, Japurá, Purus, Juruá, Madeira, abrangendo os estados da Amazônia Legal Amazonas, Acre, Roraima, Rondônia, Pará e Amapá.</p><p><br/></p><p>Além de ser um dos quatro golfinhos de rio existentes no mundo, a espécie é a maior da lista: os machos chegam a medir 2,55 metros de comprimento e pesam 200 quilos, enquanto as fêmeas não ultrapassam os 2,25 metros e 155 quilos.</p><p><br/></p><p>Mesmo que pequenos, os olhos garantem boa visão dentro e fora da água, úteis para a captura de peixes, presas que predominam no cardápio do boto.</p><p><br/></p><p>A cor da espécie, que inspirou o nome popular, pode variar entre cinza-escuro e rosa brilhante, dependendo da idade e do sexo: os filhotes são cinza e os machos adultos, sexualmente ativos, costumam ser mais rosados.</p><p><br/></p><p>https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/noticia/2021/04/20/boto-cor-de-rosa-o-gala-da-natureza.ghtml</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 00:22:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182520506</guid>
      </item>
      <item>
         <title>MARIA JÚLIA GOMES DA SILVA </title>
         <author>mj15062010</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182525005</link>
         <description><![CDATA[<p>O boto-cor-de-rosa é um mamífero aquático que vive nos rios da Amazônia e é o maior golfinho de água doce do mundo. Ele pode chegar a 2,5 metros de comprimento e pesar até 200 quilos. Sua cor varia entre o cinza e o rosa, que se torna mais intenso à medida que o boto envelhece. É conhecido por ser muito inteligente e curioso, além de ser um excelente nadador. Alimenta-se de peixes, crustáceos e até pequenas tartarugas. Uma curiosidade interessante é que, na cultura popular da Amazônia, o boto-cor-de-rosa é associado a lendas, como a de que ele se transforma em um homem bonito durante as festas para seduzir as mulheres.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 00:25:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182525005</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lucca Jordão Chaves</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182529662</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo</p><p><strong>Lá vai o gato, escapando pelo portão para dar uma voltinha na rua. Vai longe, saltando muros e telhados. Mas, curiosamente, não se perde: sempre volta para casa. Enquanto isso, o cachorro, treinado pela polícia, trabalha no aeroporto. Ele consegue farejar substâncias ilegais, mesmo quando estão bem embaladas e escondidas nas bagagens. Esses animais têm sim um superolfato! E o que explica isso?</strong></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/do-focinho-ao-cerebro/">https://chc.org.br/artigo/do-focinho-ao-cerebro/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 00:27:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182529662</guid>
      </item>
      <item>
         <title>JOSÉ OTÁVIO SANTOS COUTINHO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182534236</link>
         <description><![CDATA[<p>As curiosidades surpreendentes por trás do olfato dos cachorros</p><p><br/></p><p><strong>Por Redação <em>National Geographic Brasil</em></strong></p><p>Publicado 21 de jul. de 2023, 09:58 BRT</p><p>Não é de hoje que os cachorros (Canis lupus familiaris) fazem parte da sociedade. Eles foram os primeiros animais domesticados pelos humanos, há 30 mil anos. Ao longo dos séculos, gerou-se uma linhagem de mais de 400 raças, com suas próprias características e códigos genéticos. </p><p><br/></p><p>Todas elas vêm de uma só espécie do gênero Canis e têm um único ancestral comum: o lobo-cinzento (Canis lupus), que foi domesticado há 15 mil anos, de acordo com estudos realizados pelo National Institutes of Health (NIH, em inglês), agência de pesquisa dos Estados Unidos.</p><p><br/></p><p>O cão desenvolveu um olfato 100 vezes mais sensível do que o dos humanos. Esse sentido nos caninos é tão apurado a ponto de ajudar a localizar vítimas em situações de desastres, como grandes terremotos e desabamentos. A razão do olfato aguçado é a morfologia da cavidade nasal do animal.</p><p><br/></p><p>Como funciona o olfato de um cachorro?</p><p>Um estudo publicado pela revista científica Science intitulado “The secret of a dog's sniffer” (O segredo do faro de um cão, em tradução livre) diz que os cães possuem uma estrutura anatômica chamada recesso olfativo. Trata-se de uma espécie de labirinto de vias áreas que os humanos e demais primatas não apresentam.</p><p><br/></p><p>O recesso olfativo dos cães está localizado atrás dos olhos e ocupa metade da parte interna do nariz. Ele é tão aguçado que permite que os canídeos percebam odores nunca antes sentidos pelo nariz humano. </p><p><br/></p><p>O nariz do cão tem um padrão de fluxo de ar nasal exclusivo, afirmam os pesquisadores na Science. "Isso ajuda a transportar rapidamente as moléculas de odor por uma única via aérea até o recesso olfativo". Além disso, os canídeos são capazes de reter o odor em seu labirinto de receptores olfativos mesmo depois de exalar o ar. </p><p><br/></p><p>Os cães criam imagens mentais a partir do que cheiram</p><p>Qual é a aparência de um cheiro? Um cão poderia responder a essa pergunta.</p><p><br/></p><p>Um novo artigo publicado na revista Science, intitulado “What do dogs see when they smell something?” (O que os cães veem quando sentem o cheiro de algo?, em tradução literal), explica que os cachorros têm a capacidade de "visualizar mentalmente o que querem procurar" com base em seu olfato.</p><p><br/></p><p>Cães de família e outros treinados pela polícia concluíram com sucesso o estudo sem parâmetros diferenciais em seus resultados. Isso sugere que tais animais não precisam de treinamento para realizar a façanha. </p><p><br/></p><p>Eles são capazes de criar imagens mentais de sua família, o que inclui tanto os donos quanto outros canídeos. </p><p><br/></p><p>O olfato capta a presença de outros animais por meio do calor</p><p>O nariz dos cachorros pode detectar radiação térmica fraca, isto é, o calor corporal de seres vivos que estão próximos. A informação consta em um estudo publicado pela Science em 2020 chamado “New sense discovered in dogs' noses: the ability to detect heat” (Novo sentido descoberto no nariz dos cães: a capacidade de detectar calor.</p><p><br/></p><p>Esse fato explica por que os caninos são capazes de se orientar e até mesmo "caçar" com problemas de visão, audição ou olfato. </p><p><br/></p><p>Os cientistas suspeitam que a habilidade pode ter sido herdada de seu ancestral, o lobo-cinzento, em resposta à necessidade de sentir a presença de corpos quentes a longas distâncias em uma caçada. </p><p><br/></p><p>A região da ponta do nariz dos cães é rica em nervos, o que ajuda a detectar o calor. No entanto, a publicação da Science esclarece que a impressionante capacidade olfativa dos canídeos é resultado não só do nariz, mas também do cérebro, que processa uma série de sinais e estímulos.</p><p><br/></p><p>Cães podem rastrear animais farejando fezes</p><p>O artigo “Faeces-sniffing dogs track endangered wildlife” (Cães farejadores de fezes rastreiam animais selvagens ameaçados de extinção, em tradução livre), publicado pela Science, em 2015, descreve cachorros capazes de encontrar pessoas desaparecidas.</p><p><br/></p><p>Outros farejam fezes para ajudar a identificar a presença de animais ameaçados de extinção. Alguns cães que participaram do estudo foram capazes de diferenciar doze tipos diferentes de fezes, desde iguanas até lobos-guarás. </p><p><br/></p><p>Para fazer isso, diz a Science, é usado um treinamento semelhante à maneira como os cães identificam narcóticos nos aeroportos.</p><p><br/></p><p>As curiosidades surpreendentes por trás do olfato dos cachorros https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2023/07/as-curiosidades-surpreendentes-por-tras-do-olfato-dos-cachorros</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 00:29:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182534236</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana Júlia Guimarães de Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182543331</link>
         <description><![CDATA[<p>As onças-pintadas são animais interessantes e belos, pelo fato delas tem características únicas, como por exemplo, suas manchas, pois elas são diferentes, as onças não tem manchas idênticas, cada uma tem sua diferença, assim como a digital humana. As onças-pintadas além de tudo são os maiores animais da América e estão no topo da cadeia alimentar, podendo alimentar-se de mais de 85 espécies diferentes. Porém, como nem tudo é bom, estes animais estão correndo risco de extinção, as onças atualmente estão sendo classificadas como quase ameaça, ela está com essa classificação principalmente por causa da destruição de seu habitat e da caça predatória.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 00:33:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182543331</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Artigo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182544324</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Água escondida em Marte.</strong></p><p><strong>O líquido pode estar guardado em várias camadas de rocha do planeta vermelho.</strong></p><p>Há pouco mais de três bilhões de anos, a superfície marciana continha grandes volumes de água líquida, distribuída ao longo de rios, lagos, oceanos e aquíferos (que é a água armazenada entre as rochas). Com a perda da atmosfera do planeta vermelho, grande parte desta água pode ter sido perdida para o espaço ou estar atualmente presente nas calotas polares e no subsolo do planeta, de diversas formas: incorporada aos minerais, enterrada como gelo, ou na forma líquida em aquíferos profundos.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/agua-escondida-em-marte/">https://chc.org.br/artigo/agua-escondida-em-marte/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 00:34:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182544324</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lucca Jordão Chaves</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182546203</link>
         <description><![CDATA[<p>Vídeo sobre o funcionamento do faro dos cães e gatos e como ele pode ser útil.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=IMYLxZg6MPc">https://www.youtube.com/watch?v=IMYLxZg6MPc</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=0iuwsEwpPds">https://www.youtube.com/watch?v=0iuwsEwpPds</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 00:35:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182546203</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lucca Jordão Chaves</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182565982</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Cientistas alemães tentam decifrar o que está por trás do faro de cachorros</strong></p><p><br/></p><p>Os melhores amigos do homem também são conhecidos pelo olfato apurado. Habilidade que lhes garante lugar de destaque em equipes especializadas em salvamento e segurança. No campo da ciência, porém, o faro canino desperta curiosidade. Cientistas se perguntam, por exemplo, como esses animais conseguem diferenciar determinados objetos usando o focinho. Um grupo de pesquisadores alemães começou a decifrar esse mistério. Eles descobriram que os cachorros rastreiam elementos específicos por meio de uma ;representação mental; do alvo.<br><br>;Durante muito tempo, nós testamos os cachorros em nossa modalidade preferida: a visão. Mas, para compreendê-los melhor, devemos tentar descobrir como percebem o mundo através do nariz. Há muito sobre percepção de odor em cães e habilidades cognitivas. Nesse estudo, tentamos vincular essas duas coisas;, diz ao Correio Juliane Br;uer, líder do estudo e pesquisadora do Instituto Max Planck, na Alemanha.<br><br>Br;uer e a equipe testaram 48 cães: 25 haviam sido anteriormente submetidos a treinamentos com a polícia ou equipe de busca e salvamento e 23 eram cães de família, sem habilidades especiais. Primeiro, os cachorros participaram de um pré-teste no qual tinham que recuperar dois brinquedos obedecendo à brincadeira de jogar e buscar.<br><br>Depois, os cães ficaram expostos a duas situações: sentir o cheiro de um brinquedo e encontrar o mesmo, e sentir o cheiro de um brinquedo e encontrar outro. Para isso, tinham de seguir uma trilha de perfume desenhada com o cheiro do brinquedo em questão. No fim da trilha, os cachorros encontravam o objeto (condição normal) ou o outro brinquedo (a condição de surpresa).<br><br>;Da minha experiência em outros estudos, assumi que a surpresa seria mensurável, na medida em que os cães se comportariam de forma diferente na condição que não era normal;, explica Br;uer. O mesmo procedimento foi feito repetidas vezes, com a sala sendo lavada a cada etapa, para que os cientistas pudessem fazer comparações, e o desempenho dos animais foi filmado durante as rodadas do experimento.<br><br>[SAIBAMAIS]Detalhados no Journal of Comparative Psychology, os resultados mostram que os animais seguiram a busca pelo brinquedo cujo cheiro foi usado para fazer a trilha mesmo depois de se deparar com o objeto que não correspondia ao perfume. ;Alguns cães mostraram um comportamento interessante, especialmente na primeira rodada da condição de surpresa, que chamamos de hesitação. Embora, obviamente, notassem o brinquedo, eles continuaram a procurar pelo cheiro, provavelmente buscando o brinquedo que tinha usado para colocar a trilha de perfume;, detalha a autora.<br><br>Segundo os pesquisadores, o efeito surpresa foi desaparecendo ao longo das rodadas. Eles acreditam que isso ocorreu porque os cachorros, independentemente do brinquedo que encontravam, foram recompensados por jogar ou porque a sala ainda cheirava aos brinquedos dos testes anteriores, apesar de terem sido limpas. Para a equipe, os resultados da primeira rodada de testes são uma indicação de que os cães têm uma representação mental do objeto-alvo ao rastrear um perfume, o que significa que eles têm uma expectativa concreta do alvo.<br><br></p><p><strong>Pouca distinção</strong></p><p>Os resultados comparativos entre os cães treinados e os não treinados também renderam constatações interessantes. Embora fosse esperado que os animais de resgate e da polícia recuperassem sempre os objetos mais rapidamente, em quatro rodadas, os dois grupos atingiram o objetivo com a mesma velocidade. ;A comparação foi interessante, não esperávamos que o desempenho fosse o mesmo;, conta Br;uer.<br><br>Natalia de Souza Albuquerque, doutoranda em comportamento animal pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), ressalta que a pesquisa aborda um tema que sempre gerou curiosidade na área. ;Cães domésticos têm um olfato muito desenvolvido, e já sabemos de muitas capacidades que eles apresentam quando se trata de reconhecimento de odores. No entanto, a grande pergunta é: como eles fazem isso? Como eles utilizam o cheiro para encontrar alvos? Quais são os mecanismos envolvidos nessa habilidade?;, detalha.<br><br>A especialista conta que uma das investigações feitas por pesquisadores é se, ao sentir um cheiro, o cão ;sabe; o que está procurando. ;Ou seja, se quando o animal percebe um odor, ele tem alguma expectativa do que vai encontrar;, complementa. Em 2016, Natália Albuquerque publicou um artigo em que mostrou como os cães são capazes de criar essa expectativa quando se trata de emoções. Segundo ela, os animais têm uma representação de emoções positivas e negativas.<br><br>;Nós, humanos, temos representações de emoções. Isso quer dizer que, por exemplo, se estamos em uma sala fechada e ouvimos alguém rindo do lado de fora, criamos a expectativa de ver alguém sorrindo. Isso acontece porque, ao longo da nossa vida, vamos guardando, na memória, informações sobre o mundo social e físico;, explica. ;Na minha opinião, as descobertas mais interessantes dessa pesquisa estão exatamente relacionadas a essas representações.;<br><br>A especialista destaca também a importância da medida utilizada pelos cientistas para verificar o efeito de estranhamento (surpresa) nos cães. ;Quando o objeto encontrado era o mesmo do cheirado, os cães não hesitaram. No entanto, quando a situação era contraditória, os animais demoraram mais tempo para pegá-lo, apesar de ser também um brinquedo.;</p><p><br/></p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2018/05/30/interna_ciencia_saude,684781/cientistas-alemaes-tentam-decifrar-o-que-esta-por-tras-do-faro-de-caes.shtml">https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2018/05/30/interna_ciencia_saude,684781/cientistas-alemaes-tentam-decifrar-o-que-esta-por-tras-do-faro-de-caes.shtml</a></p><p><br/></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 00:45:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182565982</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria Fernanda Fonseca </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182583212</link>
         <description><![CDATA[<p>Video sobre os animais com melhores olfatos: </p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/a15RgwGhvck?si=sDviJ8OMnxliYtxy">https://youtu.be/a15RgwGhvck?si=sDviJ8OMnxliYtxy</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 00:54:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182583212</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lucca Jordão Chaves</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182588707</link>
         <description><![CDATA[<p>O apurado faro dos cães é uma habilidade extraordinária que desempenha um papel crucial em diversas áreas. Com um olfato muito mais sensível que o dos humanos, os cães são capazes de detectar odores em concentrações mínimas, o que os torna indispensáveis em operações de busca e resgate, na detecção de drogas e explosivos, além de auxiliarem em investigações criminais. Essa capacidade superior se deve à estrutura do sistema olfativo canino: enquanto os humanos possuem cerca de 5 milhões de células olfativas, os cães têm entre 200 e 300 milhões. Além disso, eles possuem uma parte do cérebro dedicada ao processamento de cheiros muito mais desenvolvida, o que os torna especialistas em diferenciar uma variedade enorme de odores com precisão. Essa eficiência também é ampliada pelo fato de que os cães podem respirar de forma independente enquanto cheiram, permitindo uma análise contínua dos aromas.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 00:57:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182588707</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria Fernanda Fonseca</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182601911</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Elefantes têm o olfato mais poderoso do reino animal, sugerem cientistas</strong></p><p>Mamífero tem sentido cinco vezes mais desenvolvido que o dos humanos.<br>Investigação foi realizada por pesquisadores japoneses.</p><p><br/></p><p>Estudo realizado por cientistas japoneses afirma que os elefantes possuem um olfato que, provavelmente, é o mais poderoso do reino animal. A investigação científica, publicada no jornal "Genome Research", afirma que o genoma dos elefantes africanos contém o maior número de genes relativos aos receptores olfativos, cerca de 2 mil, responsáveis por detectar odores no meio ambiente.Isto significa que os elefantes dispõem de um olfato cinco vezes mais desenvolvido que o dos seres humanos, o dobro que o dos cães e ainda mais forte que recordista anterior do reino animal: o dos ratos. "Aparentemente, o nariz do elefante não é só comprido, também é superior",afirmou o principal autor do estudo, Yoshihito Niimura, da Universidade de Tóquio.</p><p>Não se conhece exatamente como estes genes funcionam, mas é provável que isto tenha permitido aos elefantes sobreviver com o passar dos anos. De fato, a capacidade de sentir permite aos animais encontrar alimentos, parceiros e evitar os predadores.</p><p>Para fazer este estudo, os cientistas compararam os aparelhos olfativos dos elefantes com os de outros 13 animais, entre eles cavalos, coelhos, porquinhos-da-índia, bois e chimpanzés. Os primatas e os seres humanos são os que, segundo o estudo, têm menos genes relacionados com o olfato. "Isto poderia ser uma consequência do fato de que dependemos menos do olfato do que (...) da nossa visão", concluiu Niimura.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/natureza/noticia/2014/07/elefantes-tem-o-olfato-mais-poderoso-do-reino-animal-sugerem-cientistas.html">https://g1.globo.com/natureza/noticia/2014/07/elefantes-tem-o-olfato-mais-poderoso-do-reino-animal-sugerem-cientistas.html</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 01:04:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182601911</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ANA LÍDIA DE ALMEIDA SOARES </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182606228</link>
         <description><![CDATA[<p>Brasil tem Paralimpíadas perfeitas e tem gargalo para subir ao top 3 em Los Angeles 2028; veja análise</p><p>Com todos os recordes batidos e a consagração de um trabalho de detecção de talentos espalhados pelo país, Brasil já busca preencher lacunas para tentar subir no quadro geral em 2028</p><p>Por Guilherme Costa — São Paulo</p><p><br/></p><p>10/09/2024 08h00  Atualizado há um mês</p><p><br/></p><p>Todos os recordes possíveis para o Brasil foram batidos nas Paralimpíadas: Com o maior número de ouros da história, total de medalhas superior a qualquer outra edição, e a melhor posição no quadro geral, o país encerra o ciclo entre as cinco potências das Paralimpíadas.</p><p><br/></p><p>Foram 25 medalhas de ouro, número maior que as 22 de Tóquio, há três anos. O total de pódios foi de 89, ultrapassando com sobras as últimas marcas (72 medalhas em Tóquio 2021 e Rio 2016). A inédita quinta posição no quadro de medalhas por número de ouros e o quarto país que mais vezes foi ao pódio, coloca o Brasil em um patamar jamais alcançado.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ge.globo.com/paralimpiadas/noticia/2024/09/10/brasil-tem-paralimpiadas-perfeitas-e-tem-gargalo-para-subir-ao-top-3-em-los-angeles-2028-veja-analise.ghtml">https://ge.globo.com/paralimpiadas/noticia/2024/09/10/brasil-tem-paralimpiadas-perfeitas-e-tem-gargalo-para-subir-ao-top-3-em-los-angeles-2028-veja-analise.ghtml</a> </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 01:06:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182606228</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ANA LÍDIA DE ALMEIDA SOARES </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182612746</link>
         <description><![CDATA[<p>Os acessórios paraolímpicos são fundamentais para que atletas com deficiência possam competir em igualdade de condições. Eles não apenas auxiliam na performance esportiva, mas também ampliam a autonomia e confiança dos atletas. Próteses adaptadas, cadeiras de rodas esportivas e outros dispositivos permitem que essas pessoas superem suas limitações físicas e se destaquem em competições de alto nível. Além disso, esses acessórios ajudam a promover a inclusão e mudam a forma como a sociedade vê a deficiência, mostrando que com inovação e apoio, barreiras podem ser superadas.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 01:09:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182612746</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cayque Augusto </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182735453</link>
         <description><![CDATA[<p>Video sobre porque os animais brincam </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/rYxHzKri7Eo?feature=shared">https://youtu.be/rYxHzKri7Eo?feature=shared</a></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 02:15:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182735453</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cayque augusto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182754441</link>
         <description><![CDATA[<p>Porque alguns animais desenvolvem senso de humor</p><p>Quando pensamos naquilo que diferencia a nossa espécie dos outros <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="focusIndicatorReducedWidth bbc-n8oauk e1p3sufg0" href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cvjp2jwg58zt">animais</a>, o senso de humor costuma aparecer quase no topo da lista.</p><p>Gostamos tanto de rir que a <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="focusIndicatorReducedWidth bbc-n8oauk e1p3sufg0" href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c404v0k6305t">comédia </a>parece estar enraizada na nossa espécie. Bebês humanos sorriem e acham graça quando seus pais fazem careta, já com três meses de idade.</p><p>Aos oito meses, os <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="focusIndicatorReducedWidth bbc-n8oauk e1p3sufg0" href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cpzd4zxwgddt">bebês </a>sabem usar seus próprios rostos, corpos e vozes para fazer os adultos rirem.</p><p>E, em pouco tempo, os pais observam seus filhos se tornarem "comediantes em tempo integral", brincando deliberadamente com o que não devem, com um sorriso atrevido no rosto.</p><p><br/></p><p>Mas um novo estudo demonstra que os seres humanos podem não ser os únicos que gostam de brincar. Os animais também podem fazer os outros rirem.</p><p><br/></p><p>A pesquisadora em pós-doutorado Isabelle Laumer, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), nos Estados Unidos, assistiu com seus colegas a mais de 75 horas de vídeos de grandes primatas interagindo entre si.</p><p>Os grandes primatas são nossos parentes vivos mais próximos. Eles incluem os orangotangos, chimpanzés, bonobos e gorilas.</p><p>Todos os chimpanzés do estudo viviam em zoológicos e foram filmados em suas rotinas diárias. E membros de todas as quatro espécies foram observados brincando entre si.</p><p>Os pesquisadores identificaram 18 tipos de provocação diferentes. Os cinco principais incluíram cutucar, bater, dificultar os movimentos, atingir com o corpo e puxar uma parte do corpo dos colegas.</p><p>Alguns chimpanzés chegaram a balançar partes do corpo ou objetos em frente ao rosto dos seus colegas ou, no caso dos orangotangos, puxar os cabelos uns dos outros.</p><p><br/></p><p><strong>Comportamento brincalhão</strong></p><p><br/></p><p>"Vimos com frequência os jovens se esconderem atrás de um adulto que estava ocupado cuidando de outro chimpanzé e começarem a cutucar ou bater nas suas costas, às vezes até surpreendendo os adultos", conta Laumer, que é a primeira autora do estudo.</p><p>"Eles, então, esperavam e assistiam à reação do adulto. Normalmente, ele simplesmente os ignorava e eles continuavam a perturbá-lo, com comportamentos cada vez mais elaborados e difíceis de ignorar, até que, às vezes, acabavam atingindo o adulto com todo o corpo."</p><p>O comportamento brincalhão era parecido com o adotado por crianças humanas, segundo os pesquisadores. Era intencional, provocador, persistente e incluía elementos de surpresa, brincadeira e verificação da reação do outro.</p><p>O equivalente humano talvez fosse mostrar a língua para alguém e sair correndo para avaliar sua reação. Este estilo de brincadeira pode até ser a base de formas de humor mais sofisticadas.</p><p>"Cutucar, entre os seres humanos, exige capacidades cognitivas bastante complexas", segundo Laumer. "Você precisa da teoria da mente [a capacidade de imaginar o mundo do ponto de vista de outra pessoa], conhecimento das normas sociais, capacidade de antecipar as reações dos demais e apreciar a quebra da expectativa do outro."</p><p>Como todas as quatro espécies de grandes primatas são capazes de brincar provocando o outro, isso sugere que o senso de humor pode ter estado presente no nosso último ancestral comum, que viveu há 13 milhões de anos.</p><p>Mas muitos cientistas acreditam que o humor seja muito mais difundido pelo reino animal. No seu livro <em>A Origem do Homem e a Seleção Sexua</em>l (Ed. Garnier, 2019), o biólogo Charles Darwin (1809-1882) sugere que os cães podem ter senso de humor, quando escreve: <em>"Se um pequeno bastão ou outro objeto for atirado em direção a um deles, ele frequentemente irá carregá-lo por uma curta distância; e, agachando-se em seguida em frente ao objeto, irá esperar até que seu mestre chegue muito perto para pegá-lo. O cão irá então agarrar o objeto e sair correndo em triunfo, repetindo a mesma manobra e, evidentemente, apreciando a brincadeira na prática."</em></p><p><br/></p><p>Qualquer pessoa que tenha um cachorro pode também ter notado que, durante as brincadeiras, eles produzem uma espécie de ronco com a respiração que quase parece uma risada.</p><p>Em um estudo de 2005, a estudiosa do comportamento animal Patricia Simonet tocou esse som para os cães em um abrigo de resgate. Ela concluiu que ouvir a "risada" do cachorro reduziu o estresse dos cães do abrigo.</p><p>O biólogo evolutivo e professor emérito de ecologia Marc Bekoff, da Universidade do Colorado em Boulder, nos Estados Unidos, afirma que coletou décadas de dados que mostram os cães em comportamento brincalhão, similar ao demonstrado por Laumer e seus colegas.</p><p>Ao tentar fazer um cão relutante brincar, por exemplo, outro cão pode se aproximar saltitando antes de correr. "Observei isso em cães, raposas, coiotes e lobos selvagens", ele conta.</p><p>De fato, Bekoff afirma que, ao longo da sua carreira, ele ouviu histórias sobre muitas espécies que agem como comediantes brincalhões, incluindo cavalos, ursos, cavalos pretos asiáticos e araras-vermelhas.</p><p>Outros pesquisadores observaram que os golfinhos aparentemente produzem sons de alegria quando estão lutando de brincadeira e que os elefantes trombeteiam de animação quando estão brincando.</p><p>Também se sabe que há papagaios que provocam outros animais de brincadeira, seja assobiando ou confundindo o cão da família.</p><p>E existem evidências de que até os ratos gostam de uma boa risada. O professor de pesquisa Jeffrey Burgdorf, da Universidade do Noroeste nos Estados Unidos, ganha vida há cerca de uma década fazendo cócegas em ratos.</p><p>Quando os ratos sentem cócegas, eles guincham alegremente em um tom alto, parecido com uma risada.</p><p>Eles pedem cada vez mais e podem até ser ensinados a brincar de esconde-esconde por uma "recompensa em cócegas", segundo um estudo feito por outro grupo da Universidade Humboldt de Berlim, na Alemanha. Agora, Burgdorf e sua equipe estão usando essas descobertas em busca de tratamentos para depressão.</p><p>"O que estamos aprendendo é que os animais ficam mais atentos quando estão fazendo essas vocalizações", afirma o professor.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>"Meu supervisor [o neurocientista Jaak Panksepp (1943-2017)] sempre dizia que a brincadeira é o fertilizante do cérebro – e é verdade", conta Burgdorf.</p><p>"Os seus cérebros estão se conectando. Eles estão fazendo novas sinapses e novas conexões neurais. E acho que isso nos conta que, quando estamos com esse humor brincalhão, na verdade, estamos tendo nosso melhor desempenho e sendo nós mesmos."</p><p>Os ratos claramente adoram sentir cócegas, mas a sua risada aguda realmente é uma evidência de que eles têm senso de humor? Afinal, a maior parte das evidências do senso de humor dos animais vem predominantemente de casos isolados, já que foram realizados poucos estudos em larga escala.</p><p>Também é difícil saber por que um animal adota um comportamento específico. Os primatas do estudo de Laumer, por exemplo. Será que eles estão simplesmente fazendo uma brincadeira concreta ou estão tentando acalmar a tensão, iniciar um jogo ou simplesmente chamar a atenção?</p><p>"Se eu acho que os animais têm senso de humor? Sim, eu acho que têm, mas é difícil comprovar", admite Bekoff.</p><p>"Conheci lares com dois cães, por exemplo, em que, na hora de comer, um dos cachorros corre para a porta da frente e late", ele conta. "O outro cão então corre para ver quem está lá, enquanto o primeiro volta e come a comida dos dois."</p><p>"Por isso, você poderia dizer que ele está mostrando senso de humor, mas o primeiro cão pode ter simplesmente aprendido como conseguir mais comida."</p><p>Existe também a questão de qual seria o propósito evolutivo do humor nos animais.</p><p>Nos seres humanos, acredita-se que a risada tenha surgido durante a evolução como forma de auxiliar a conexão entre os indivíduos. Afinal, que outra forma seria melhor para fazer amigos do que compartilhar uma boa brincadeira?</p><p>Seria possível que o humor desempenhasse o mesmo papel nos animais?</p><p>"Nos seres humanos, o humor pode servir para quebrar gelo, derrubando as barreiras sociais e fortalecendo os relacionamentos", afirma Laumer. "Não sabemos se o mesmo acontece nos chimpanzés ou em outros animais, mas é possível."</p><p>"Para saber ao certo, precisaríamos testar e observar mais grupos de primatas e outras espécies."</p><p>Fonte:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw4q4eq7n58o.amp">https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw4q4eq7n58o.amp</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 02:24:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182754441</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cayque Augusto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182760211</link>
         <description><![CDATA[<p>Os animais brincam como forma de desenvolver habilidades físicas, mentais e sociais. Através da brincadeira, eles praticam movimentos e aprimoram suas capacidades motoras. Além disso, brincar estimula o cérebro dos animais, ajudando no aprendizado e na resolução de problemas. A interação durante as brincadeiras também fortalece os laços sociais entre os animais, facilitando a comunicação e a cooperação. A diversão proporcionada pela brincadeira ajuda a reduzir o estresse e a ansiedade nos animais, promovendo seu bem-estar emocional. Dessa forma, brincar é essencial para o desenvolvimento saudável e equilibrado dos animais em seu ambiente natural ou doméstico. </p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 02:27:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3182760211</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Video sobre a destruição humana na vida animal</title>
         <author>joaolucassc2009</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3183469906</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/pAhDUdbfhhQ?si=U_j1xpJOtWVf2kM9">https://youtu.be/pAhDUdbfhhQ?si=U_j1xpJOtWVf2kM9</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 10:38:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3183469906</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A humanização e a destruição da vida animal</title>
         <author>joaolucassc2009</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3183477095</link>
         <description><![CDATA[<p>A humanidade já destruiu 60% da vida animal desde 1970, A enorme perda é uma tragédia em si, mas também ameaça a sobrevivência da civilização hu,ama, dizem os principais cientistas do mundo.</p><p>A humanidade exterminou 60% dos mamíferos, aves, peixes e répteis desde 1970, levando os principais especialistas do mundo a advertir que a aniquilação da vida selvagem é agora uma emergência que ameaça a civilização humana.</p><p>A nova estimativa do massacre da vida selvagem é feita em um importante relatório produzido pelo WWF e envolvendo 59 cientistas de todo o mundo. É enorme o consumo de alimentos pela população humana e está destruindo a biodiversidade de vida que demorou bilhões de anos para se formar.</p><p>“Estamos caminhando para a beira do precipício”, disse Mike Barrett, diretor executivo de ciência e conservação do WWF. “Se houvesse um declínio de 60% na população humana, isso equivaleria a esvaziar a América do Norte, América do Sul, África, Europa, China e Oceania. Essa é a escala do que já fizemos. ”</p><p>“Isso é muito mais do que apenas perder as maravilhas da natureza, por mais triste que seja”, disse ele. “Isso agora está colocando em risco o futuro das pessoas. A natureza não é somente para ser bela e agradável – é dela que tiramos nosso suporte de vida.”</p><p>As nações do mundo estão trabalhando para uma reunião decisiva da Convenção das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica em 2020, (Isso antes da pandemia) quando serão assumidos novos compromissos para a proteção da natureza. “Precisamos de um novo acordo global para a natureza e as pessoas”, disse Barrett. “Essa é realmente a última chance. Temos resolver este problema desta vez.</p><p>Tanya Steele, diretora executiva da WWF, disse: “Somos a primeira geração que sabemos que estamos destruindo nosso planeta e a última que pode fazer alguma coisa para impedir sua destruição”.</p><p>Fonte: Funverde</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 10:44:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3183477095</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Rei sem coroa</title>
         <author>joaolucassc2009</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3183482578</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo <strong>“Rei</strong> <strong>Sem</strong> <strong>Coroa”</strong> <strong>mostra</strong> que <strong>os</strong> <strong>humanos</strong> <strong>têm</strong> <strong>pouco</strong> <strong>medo</strong> da savana africana, <strong>mesmo</strong> <strong>de</strong> predadores como <strong>os</strong> <strong>leões.</strong> <strong>Esta</strong> <strong>pesquisa</strong> <strong>é</strong> <strong>resultado</strong> de um <strong>estudo</strong> <strong>em</strong> <strong>que</strong> cientistas <strong>estudaram</strong> as reações <strong>dos</strong> animais ao som <strong>do</strong> <strong>ruído,</strong> <strong>do</strong> <strong>barulho</strong> e <strong>da</strong> <strong>voz</strong> <strong>humana.</strong> Os animais, incluindo <strong>animais</strong> <strong>de</strong> <strong>grande</strong> <strong>porte,</strong> <strong>fogem</strong> <strong>rapidamente</strong> <strong>quando</strong> <strong>ouvem</strong> <strong>o</strong> <strong>som</strong> <strong>dos</strong> <strong>humanos,</strong> <strong>talvez</strong> por causa da ameaça <strong>de</strong> caça. <strong>Esta</strong> informação <strong>mostra</strong> o impacto <strong>dos</strong> <strong>seres</strong> <strong>humanos</strong> sobre <strong>os</strong> <strong>animais</strong> e <strong>fornece</strong> <strong>uma</strong> <strong>solução</strong> <strong>segura</strong> para <strong>remover</strong> animais de áreas <strong>vulneráveis.</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 10:48:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3183482578</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria Fernanda Fonseca </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3183880776</link>
         <description><![CDATA[<p>Certos animais possuem um olfato muito mais apurado que os humanos, o que permite detectarem cheiros a grandes distâncias. Os ͏cães, por exemp͏lo, podem se͏ntir o͏dores a quilôm͏etros de distância, o que os faz bons para͏ busca e resgate. ͏Já o urso tem͏ um olfato até ͏sete veze͏s mais forte do que os cães ajudando eles a achar comida em áreas vastas. O elefante sente cheiros a mais ͏de 10 km usando isso para encontrar͏ ͏agua. Outro e͏xemplo é tubarão que percebe pequenas qu͏antid͏ades de sangue na água sendo ͏essencial para ͏sua͏ sob͏revivência. Ess͏e sentido é essencial para a vida de muitos animais, p͏ois os ajudam a  acharem comida ou se defenderem d͏e caçadores.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 14:52:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3183880776</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diogo Cruz </title>
         <author>diogolobato1019</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184012984</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>No Brasil, as florestas, cerrados e campos costumam ter diferentes espécies de árvores, arbustos e ervas com variadas alturas, flores de várias cores, frutos diversos e folhas de todos os tamanhos e formatos. Exemplos disso são a Amazônia e a Mata Atlântica. Mas… (história boa tem sempre um ‘mas’!) …há um bioma brasileiro onde é comum a observação de enormes áreas verdes em que a maioria das árvores, arbustos ou ervas é de um tipo só: o Pantanal!                                                                                       </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/matas-de-uma-planta-so/"><strong>https://chc.org.br/artigo/matas-de-uma-planta-so/</strong></a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 16:04:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184012984</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diogo Cruz Dorilêo Lobato Lopes</title>
         <author>diogolobato1019</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184014222</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>No Brasil, as florestas, cerrados e campos costumam ter diferentes espécies de árvores, arbustos e ervas com variadas alturas, flores de várias cores, frutos diversos e folhas de todos os tamanhos e formatos. Exemplos disso são a Amazônia e a Mata Atlântica. Mas… (história boa tem sempre um ‘mas’!) …há um bioma brasileiro onde é comum a observação de enormes áreas verdes em que a maioria das árvores, arbustos ou ervas é de um tipo só: o Pantanal!                                                                                                                                                         </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/matas-de-uma-planta-so/">https://chc .org.br/artigo/matas-de-uma-planta-so/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 16:04:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184014222</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diogo Cruz</title>
         <author>diogolobato1019</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184016410</link>
         <description><![CDATA[<p>Video sobre o pantanal                                         <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=L-bw0GMiO7o&amp;t=1172s">https://www.youtube.com/watch?v=L-bw0GMiO7o&amp;t=1172s</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 16:05:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184016410</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diogo Cruz</title>
         <author>diogolobato1019</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184021068</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Pantanal: incêndio de 2024 supera o registrado no mesmo período de 2020, ano recorde de queimadas</strong></p><p>Área quase quatro vezes maior que o território da cidade de São Paulo já queimou no bioma neste ano. Focos de incêndios cresceram 8% se comparados os seis primeiros meses de 2024 e de 2020.               O número de focos de incêndios no Pantanal neste ano já supera o registrado no mesmo período de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2021/06/19/465-bilhoes-de-animais-foram-afetados-com-as-queimadas-no-pantanal-apontam-pesquisadores.ghtml">2020, ano recorde de queimadas em todo o bioma.</a> As queimadas nos seis primeiros meses de 2024 já são 8% maiores em comparação com 2020. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2023/10/24/entenda-como-fogo-e-seca-no-norte-do-brasil-podem-intensificar-periodo-de-queimadas-no-pantanal.ghtml">Há meses, especialistas alertaram para uma temporada de fogo devastadora.</a></p><p>A comparação é feita entre os dias 1º de janeiro e 19 de junho de 2020 e de 2024, conforme os dados disponibilizados pelo Programa de BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).          No ano de 2020, até então o pior ano para o Pantanal, de acordo com especialistas, cerca de 26% do bioma foi consumido pelo fogo durante vários meses.</p><p>Em 2020, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2021/06/19/465-bilhoes-de-animais-foram-afetados-com-as-queimadas-no-pantanal-apontam-pesquisadores.ghtml">pesquisadores identificaram que os incêndios no bioma afetaram pelo menos 65 milhões de animais vertebrados nativos e 4 bilhões de invertebrados. </a>O levantamento foi feito com base nas densidades de espécies conhecidas.            As cicatrizes do fogo aparecem mais uma vez de forma mais intensa em 2024. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2024/06/16/o-rastro-de-destruicao-no-pantanal-jacare-carbonizado-carcacas-expostas-e-vegetacao-cinza.ghtml">Jacarés foram encontrados carbonizados e a vegetação outrora verde se tornou cinza, em Corumbá - capital do Pantanal. </a>A fauna e a flora pantaneira correm risco mais uma vez, alertam os pesquisadores e ambientalistas.</p><p>O biólogo e diretor de comunicação da ONG SOS Pantanal, Gustavo Figueirôa, registrou de perto as marcas que o fogo tem deixado na temporada das chamas deste ano. O especialista conseguiu registrar um jacaré que não conseguiu fugir do fogo a tempo. O que restou foi a carcaça carbonizada do animal sobre a grama acinzentada.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/mt/mato-grosso/noticia/2021/04/23/queimadas-atingiram-45-milhoes-de-hectares-no-pantanal-durante-2020-segundo-levantamento-do-mp.ghtml">Em 2020, as queimadas atingiram 4,5 milhões de hectares</a>, em 21 municípios que compõem o Pantanal, conforme relatório técnico elaborado pelos setores de geoprocessamento dos Ministérios Públicos de Mato Grosso e de Mato Grosso do Sul.</p><p>Segundo monitoramento feito pelo Inpe, 2020 foi o que teve mais registros de fogo no Pantanal desde o fim da década de 1990.</p><p>Neste ano, o Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Lasa-UFRJ) já registrou mais de 517 mil hectares consumidos pelo fogo em todo Pantanal. A área queimada é quase quatro vezes o tamanho do território da cidade de São Paulo. O bioma tem 16 milhões de hectares.</p><p>Sem nem acabar o mês de junho, o Pantanal já registra <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2024/06/13/focos-de-incendios-pantanal-ja-tem-o-pior-junho-de-toda-serie-historica-do-inpe.ghtml"><strong>o maior número de focos de incêndios para um mês de junho de toda a série histórica</strong></a> do Inpe, iniciada em 1998. Nos 19 primeiros dias deste mês, 2571 focos de incêndios foram registrados em todo o bioma, que no Brasil fica em Mato Grosso do Sul e em Mato Grosso.</p><p>A extensão destruída entre janeiro e maio superou em 39% o registrado no mesmo período de 2020, o pior ano da série histórica até então.                                           <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2024/06/20/com-explosao-de-focos-de-incendio-no-pantanal-brasil-lidera-queimadas-na-america-do-sul-aponta-inpe.ghtml">O Brasil lidera o número de focos de incêndio entre os países da América do Sul,</a> segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A explosão dos incêndios no Pantanal levou à liderança do país no ranking de queimadas, neste mês de junho.</p><p>Do dia 1º a 19 de junho deste ano, os focos de incêndio cresceram 2951% no Pantanal, se comparados com o mesmo período de 2023. Entre os biomas brasileiros, o Pantanal é o que teve maior crescimento percentual de queimadas em junho deste ano. <strong>Veja o gráfico acima.</strong></p><p>Em segundo lugar no crescimento do número de focos de queimadas, a Amazônia aparece com 93% de incremento no quantitativo de queimadas. Os outros biomas apresentaram os seguintes percentuais:</p><p><br/></p><ul><li><p>Pantanal: 2951%;</p></li><li><p>Pampa: - 45%;</p></li><li><p>Mata Atlântica: 93%;</p></li><li><p>Cerrado: 23%;</p></li><li><p>Caatinga: 38%;</p></li><li><p>Amazônia: 11%.</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p>Temporada do fogo antecipada                      <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2024/06/09/pantanal-incendios-disparam-mais-de-1000percent-e-bacia-do-rio-paraguai-tem-seca-recorde.ghtml">Neste ano, a temporada das chamas, que começaria em julho, chegou mais cedo e com força.</a> Em Mato Grosso do Sul e em Mato Grosso, os focos de incêndio nos seis primeiros meses de 2024 aumentaram 1127% se comparado ao mesmo período de 2023.</p><p>Para especialistas, a escalada do fogo em 2024 caminha para um cenário semelhante ao de 2020, até então o pior ano para o Pantanal desde o fim da década de 1990. Um estudo realizado por 30 pesquisadores de órgãos públicos, universidades e ONGs estimou que, naquele ano, ao menos, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/natureza/noticia/2021/09/14/queimadas-mataram-17-milhoes-de-animais-vertebrados-no-pantanal-em-2020-aponta-estudo.ghtml">17 milhões de animais vertebrados morreram em consequência direta das queimadas </a>no Pantanal.</p><p>O representante da ONG SOS Pantanal, o biólogo Gustavo Figueirôa, vê com muita preocupação o aumento das chamas e o início de um período mais seco no bioma.</p><p><br/></p><blockquote><p>"Vemos estes incêndios se alastrando de forma muito rápida, ganhando uma força grande e a tendência é só piorar daqui para frente. Acho que esse é o sinal para que os órgãos públicos ajam em conjunto, cooperem para atuar quanto antes, não esperar a situação sair completamente fora de controle para tentarem atacar só na remediação", pontua Figueirôa.              FONTE:                                                                                                                      <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2024/06/20/pantanal-incendio-de-2024-supera-o-registrado-no-mesmo-periodo-de-2020-ano-recorde-de-queimadas.ghtml">https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2024/06/20/pantanal-incendio-de-2024-supera-o-registrado-no-mesmo-periodo-de-2020-ano-recorde-de-queimadas.ghtml</a></p></blockquote>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 16:08:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184021068</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diogo Cruz</title>
         <author>diogolobato1019</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184042559</link>
         <description><![CDATA[<p><br>O Pantanal é um bioma brasileiro, ele é a maior planície de inundação contínua do mundo. Seu território é formado por uma extensa rede de rios, córregos e riachos, que fornecem água para a região e desempenham um papel muito importante para todos os seres vivos da região. O bioma se estende pelos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além de possuir uma parte no Paraguai e na Bolívia. Em seus mais de 138 mil km² de extensão, o Pantanal abriga um dos ecossistemas mais ricos do planeta. Ele abriga aproximadamente 3000 espécies diferentes. Contudo, entre 2019 e 2020, o bioma sofreu uma verdadeira tragédia, com mais de 4 milhões de hectares queimados, que resultou na morte de cerca de 10 milhões de animais. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 16:20:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184042559</guid>
      </item>
      <item>
         <title>NOME: SOPHIA MARTINHO A. CAMELO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184105153</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/crispr-parece-biscoito-mas-nao-e/"><em>Artigo</em></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/crispr-parece-biscoito-mas-nao-e/"><em>CRISPR: parece biscoito, mas não é!</em></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/crispr-parece-biscoito-mas-nao-e/">Cá entre nós, CRISPR (pronuncia-se “crisper”) bem que parece nome de biscoito. Mas, como o título do texto já diz, não é. CRISPR é algo novo e tão incrível que mereceu até o Prêmio Nobel em 2020, o prêmio mais importante da ciência! Está mais para tesoura do que para algo comestível. Você já vai entender…</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/crispr-parece-biscoito-mas-nao-e/">https://chc.org.br/artigo/crispr-parece-biscoito-mas-nao-e/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 16:58:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184105153</guid>
      </item>
      <item>
         <title>SOPHIA MARTINHO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184107404</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Vídeo sobre como o CRISPR funciona</strong></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/EGgOpyKm6oQ?si=1CuWNnh5KYAfDy30">https://youtu.be/EGgOpyKm6oQ?si=1CuWNnh5KYAfDy30</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 16:59:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184107404</guid>
      </item>
      <item>
         <title>SOPHIA MARTINHO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184112263</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Os avanços em terapia gênica com CRISPR Cas-9</strong></p><p><br/></p><p>A revista científica <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nature.com/articles/d41573-023-00050-8"><em>Nature</em></a> publicou um resumo com atualizações de novos tratamentos de terapia gênica com a técnica de CRISPR, incluindo pesquisas e o que já está sendo aprovado na clínica.</p><p>A terapia gênica é um tratamento que introduz no organismo genes saudáveis para substituir, modificar ou suplementar genes inativos ou disfuncionais que causem algum problema de saúde.</p><p>A técnica de CRISPR foi descoberta em 2012 e permite editar, ou seja, alterar genes. A enzima Cas-9 corta o DNA onde está o gene que se quer modificar, substituindo-o por outro ou corrigindo a mutação defeituosa. “Essa possibilidade tem motivado várias companhias de biotecnologia a investir no tratamento de doenças causadas por mutações genéticas”, explica Mayana Zatz, diretora do Centro de Estudos sobre o Genoma Humano e Células-Tronco (CEGH-CEL) da USP.&nbsp;</p><p>Na coluna de hoje (20), Mayana dá detalhes sobre o texto publicado, além de explicar as propostas de terapias e em quais doenças já são aplicadas.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornal.usp.br/radio-usp/os-avancos-em-terapia-genica-com-crispr-cas-9/">https://jornal.usp.br/radio-usp/os-avancos-em-terapia-genica-com-crispr-cas-9/</a></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 17:02:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184112263</guid>
      </item>
      <item>
         <title>SOPHIA MARTINHO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184114508</link>
         <description><![CDATA[<p>O CRISPR é uma ferramenta que os cientistas usam para editar o DNA dos seres vivos. Funciona como uma “tesoura” que corta o DNA em lugares específicos, com a ajuda de uma proteína chamada Cas9 e um guia de RNA, que mostra onde cortar. Depois do corte, é possível "consertar" ou modificar o DNA, corrigindo erros que causam doenças. Isso pode ajudar a curar doenças genéticas, melhorar as plantas e criar novos tratamentos médicos. O CRISPR é importante porque pode mudar a forma como cuidamos da saúde e como produziremos alimentos no futuro, também ajudando a curar doenças genéticas, e a biotecnologia, ao criar organismos com novas características úteis.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 17:04:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184114508</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nome: João Paulo Alves Câmara de Oliveira Silva  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184119138</link>
         <description><![CDATA[<p>Já imprimiu sua comida hoje?</p><p><br/></p><p>É hora de preparar o almoço! O que você faz? Acende o fogão, liga o forno micro-ondas ou aperta o botão da impressora? Não, não há nada de errado com essa pergunta! A impressão de alimentos em três dimensões (ou 3D) está se tornando realidade. Você gostaria de experimentar uma comida impressa?</p><p>https://chc.org.br/artigo/ja-imprimiu-sua-comida-hoje/</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 17:07:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184119138</guid>
      </item>
      <item>
         <title>João Paulo Alves Câmara de Oliveira Silva </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184134831</link>
         <description><![CDATA[<p>Vídeo sobre a impressão 3d de comidas </p><p><br/></p><p>https://youtu.be/v8ok_i2oBFg?si=NaGURADODCUb843D</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 17:17:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184134831</guid>
      </item>
      <item>
         <title>João Paulo Alves Câmara de Oliveira Silva </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184153143</link>
         <description><![CDATA[<p>Impressão 3D de alimentos plant-based</p><p>Atualizado: 30 de ago. de 2023</p><p><br/></p><p>	Não é de hoje que a impressão 3D tem sido notícia. Essa tecnologia, que é altamente versátil, tem sido utilizada nos mais diversos campos, desde engenharia civil, para a construção de casas, até mesmo inspirando o desenvolvimento de máquinas, como as Bioimpressoras, capazes de imprimir um tecido ou estruturas similares a órgãos humanos! No entanto, você sabia que a tecnologia de impressão 3D também está sendo muito utilizada no setor alimentício?</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Impressão 3D alimentícia já é uma relidade! [Fonte:Google imagens]</p><p>	Atualmente, tem crescido a procura por fontes de proteína alternativa a de animais. Devido a questões principalmente éticas (abatimento de animais) quanto sustentáveis (excesso de poluição e gasto de água), o mercado de proteínas alternativas tem sido um mercado aquecido, com projeções mercadológicas muito animadoras. </p><p><br/></p><p>A impressão 3D entra nesse campo como uma estratégia de produção alimentícia. Ao utilizar uma impressora 3D, é possível fabricar alimentos personalizados, tanto em textura, sabor, forma assim como com teor nutricional personalizado. </p><p>	Isso implica, por exemplo, em alimentos que sejam mais fáceis de deglutir, podendo ser ingeridos por indivíduos que tenham essa dificuldade e que hoje precisam se alimentar primordialmente de alimentos pastosos. Ao imprimir um alimento com esse aspecto, seria possível proporcionar a essa pessoa as características sensoriais de uma comida "normal" com a vantagem de ser facilmente deglutida. Quando falamos dos aspectos nutricionais, um leque de possibilidades pode ser alcançado. Personalizar um alimento de acordo com as necessidades nutricionais de cada indivíduo, resulta em uma dieta mais assertiva, saudável e controlada. </p><p><br/></p><p>	Apesar de ser uma aplicação da tecnologia muito promissora, ainda não são todos os alimentos que podem ser utilizados. Para isso, os ingredientes devem atender a três requisitos principais, que são: A printabilidade, aplicabilidade e a adequação para o pós processamento.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Printabilidade:</p><p>A printabilidade, ou capacidade de impressão, refere-se à facilidade com que o material pode ser controlado e depositado por uma impressora 3D, incluindo a retenção da forma após a deposição. Materiais com boa capacidade de impressão podem ser usados para fabricar estruturas complexas. Os materiais de impressão devem ter propriedades físico-químicas, reológicas e mecânicas específicas, com diferentes tecnologias de impressão exigindo diferentes propriedades do material. Por exemplo, na impressão de alimentos por extrusão, o teor de umidade, propriedades reológicas, mecanismos de reticulação específicos e propriedades térmicas vão desempenhar papéis críticos.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Aplicabilidade: </p><p>A aplicabilidade refere-se à capacidade do material de cumprir certas funções. Além da maleabilidade associada à capacidade de impressão, os materiais de impressão devem satisfazer outras necessidades relacionadas a alimentos. Por exemplo, as necessidades nutricionais específicas de uma determinada população podem ser atendidas pela incorporação do valor nutricional em peças alimentícias exclusivas. A viabilidade de qualquer aplicação depende das propriedades dos materiais fornecidos e da escalabilidade da produção. Portanto, a aplicabilidade de materiais alimentícios determina o escopo da tecnologia baseada em impressão 3D no setor alimentício.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Pós-processamento:</p><p>O comportamento de pós-processamento refere-se à capacidade de um material de sofrer processamento adicional após a impressão. Embora alguns alimentos possam ser consumidos diretamente, a maioria dos alimentos impressos precisar passar por alguma forma de cozimento antes do consumo, tornando a qualidade do pós-processamento vital para a aceitação do consumidor. Outras características como a cor, o sabor e a textura dos alimentos são elementos cruciais da experiência alimentar, aumentando o número de fatores que a impressão 3D deve replicar para alcançar, de fato, o sucesso comercial.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Confira abaixo a comparação das tecnologias de impressão 3D para a área alimentícia:</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Tabela 1. Aplicação de diferentes técnicas de impressão 3D para a produção de alimentos [Retirado de Liu et al., 2017].</p><p>Empresas que utilizam a impressão 3D para produzir alimentos plant-based:</p><p><br/></p><p>- Novameat: A Novameat, que foi fundada em 2018, usa a tecnologia de impressão 3D, desenvolvida e patenteada pela empresa, para imprimir carne vegetal contendo textura fibrosa similar a da carne real. A empresa já contava em seu portfólio com versões mais simples de bifes feitos a base de proteína de plantas. No entanto, durante a pandemia, a equipe conseguiu alcançar um nível superior de similaridade dos seus bifes, desenvolvendo o primeiro “filé de porco” vegano, contendo a mesma textura de um filé de porco real. Chamado de espetinho de porco 2.0 (traduzido do inglês, pork skewer 2.0), a nova “carne vegana” é composta de proteínas isoladas de ervilha e arroz, azeite, extrato de alga marinha e suco de beterraba, aroma natural e produzida com a tecnologia de microextrusão da Novameat, que foi ideal para mimetizar a textura da carne (Fig 2). </p><p>- Redefine Meat: Fundada em 2018, a Redefine Meat tem a missão de oferecer New-Meat ™ com o mesmo sabor, textura e versatilidade da carne animal, utilizando-se da tecnologia em vez de animais. A startup começará a oferecer produtos de “carne” à base de plantas impressos em 3D em restaurantes sofisticados selecionados na Europa. Em seu portfólio, a empresa conta com os cortes inteiros, além de hambúrgueres, salsichas e carne moída (Figura 3)</p><p><br/></p><p>- SavorEat: Fundada em 2018 em Israel, a SavorEat propõem a nova geração de produtos alternativos de carne recriando a experiência, o sabor e a textura únicos da carne animal sem precisar recorrer a fontes de proteínas animais. Ela utiliza a tecnologia de impressão 3D própria e ingredientes vegetais exclusivos, para que os seus consumidores possam desfrutar de diferentes texturas que caracterizam a carne, adaptadas a seu gosto, dieta e estilo de vida específicos (figura 4).</p><p>- COCUUS: É uma startup espanhola, fundada em 2017. COCUUS desenvolve as suas próprias impressoras para produzir peças alimentícias tanto plant-based quanto através de células animais. Recentemente, lançaram o bife de lombo e o sashimi de salmão, ambos impressos em 3D. Atualmente, segundo a empresa, a Cocuus é capaz de imprimir cerca de 10 quilos do seu produto por minuto.</p><p><br/></p><p>fonte</p><p>https://www.bioedtech.com.br/post/impress%C3%A3o-3d-de-alimentos-plant-based</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 17:27:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184153143</guid>
      </item>
      <item>
         <title>João Paulo Alves Câmara de Oliveira </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184161455</link>
         <description><![CDATA[<p>A impressão 3D de comidas é uma tecnologia inovadora que está revolucionando a forma como preparamos e consumimos alimentos. Com essa técnica, é possível criar pratos personalizados e nutritivos, utilizando ingredientes frescos e saudáveis.</p><p>A impressão 3D de comidas funciona da seguinte maneira: um software projeta o desenho do alimento, que é então impresso camada por camada, utilizando extrusores de alimentos.</p><p>A impressão 3D de comidas ainda está em desenvolvimento, mas já mostra um grande potencial para transformar a indústria alimentícia.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 17:32:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184161455</guid>
      </item>
      <item>
         <title>LUIZA DE BOVI </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184221568</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Do focinho ao cérebro</strong></p><p><strong>Lá vai o gato, escapando pelo portão para dar uma voltinha na rua. Vai longe, saltando muros e telhados. Mas, curiosamente, não se perde: sempre volta para casa. Enquanto isso, o cachorro, treinado pela polícia, trabalha no aeroporto. Ele consegue farejar substâncias ilegais, mesmo quando estão bem embaladas e escondidas nas bagagens. Esses animais têm sim um superolfato! E o que explica isso?</strong></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/do-focinho-ao-cerebro/">https://chc.org.br/artigo/do-focinho-ao-cerebro/</a><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 18:11:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184221568</guid>
      </item>
      <item>
         <title>LUIZA DE BOVI</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184232229</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>8 CURIOSIDADES SOBRE O OLFATO DOS CÃES!</strong></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/K9t31AMGSd8?si=r0pV8fabKZ7t2mux">https://youtu.be/K9t31AMGSd8?si=r0pV8fabKZ7t2mux</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 18:18:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184232229</guid>
      </item>
      <item>
         <title>LUIZA DE BOVI</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184242791</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Cachorros podem farejar estresse no hálito dos donos, revela estudo</strong></p><p><strong>Quatro cães identificaram com sucesso amostras de suor ou hálito coletadas de uma pessoa estressada. </strong></p><p>Nossos amigos caninos provaram mais uma vez como estão sintonizados com nossos sentimentos — desta vez, em um teste científico de farejamento.</p><p>Cientistas descobriram que os cães podem sentir o cheiro de estresse em nosso hálito e no suor.</p><p>Quatro cachorros — animais de estimação que se voluntariaram por meio dos donos — foram treinados para "escolher" um entre três recipientes com odores. E em mais de 650 dos 700 testes, eles identificaram com sucesso uma amostra de suor ou hálito que havia sido coletada de uma pessoa estressada.</p><p>Os pesquisadores, da Queen's University Belfast, na Irlanda do Norte, esperam que o estudo, publicado na revista científica Plos One, ajude no treinamento de cães terapeutas.</p><p>Os cachorros vivenciam seu mundo por meio do olfato. E suas habilidades altamente sensíveis já são usadas para detectar drogas, explosivos e doenças, incluindo certos tipos de câncer, diabetes e até covid-19.</p><p>"Tínhamos muitas evidências de que os cães são capazes de captar cheiros de humanos que estão associados a certas condições médicas ou doenças — mas não temos muitas evidências de que eles conseguem sentir diferenças em nosso estado psicológico", diz a pesquisadora-chefe do estudo, Clara Wilson.  </p><p>Os 36 voluntários humanos reportaram seus níveis de estresse antes e depois de completar um problema de matemática difícil.</p><p>&nbsp;</p><p>Cada recipiente continha uma amostra de seu suor ou hálito de antes ou — desde que a pressão arterial e a frequência cardíaca também tivessem aumentado — depois.</p><p>&nbsp;</p><p>E se os cães — Treo, Fingal, Soot e Winnie — ficassem parados ou sentados na frente da amostra "estressada", eles eram recompensados %u200B%u200Bcom sua guloseima favorita.</p><p>&nbsp;</p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.em.com.br/app/noticia/saude-e-bem-viver/2022/09/29/interna_bem_viver,1399997/cachorros-podem-farejar-estresse-no-halito-dos-donos-revela-estudo.shtml#google_vignette">https://www.em.com.br/app/noticia/saude-e-bem-viver/2022/09/29/interna_bem_viver,1399997/cachorros-podem-farejar-estresse-no-halito-dos-donos-revela-estudo.shtml#google_vignette</a><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 18:25:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184242791</guid>
      </item>
      <item>
         <title>LUIZA DE BOVI</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184250466</link>
         <description><![CDATA[<p>O olfato de cães e gatos é super importante para eles entenderem o mundo ao redor. Nos cães, esse sentido é incrivelmente forte, podendo ser até 100 mil vezes mais sensível que o nosso. Eles têm cerca de 300 milhões de receptores de cheiro, o que faz com que identifiquem odores bem complexos e até sigam rastros de longe. Já os gatos não chegam ao nível dos cães, mas ainda assim têm um olfato poderoso, com algo entre 50 e 80 milhões de receptores. Eles usam muito o cheiro para marcar território e reconhecer outros bichos. Tanto cães quanto gatos têm um órgão especial, chamado órgão de Jacobson, que ajuda a perceber feromônios, essenciais para se comunicarem e se reproduzirem.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 18:30:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184250466</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ISABELLE VITÓRIA FRANCISCO ALVES </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184291902</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Diálogos com Bebês Fortalecem Habilidades da Fala</strong></p><p>O ato de um pai ou mãe interagindo amorosamente com seu bebê é uma cena universalmente tocante, repleta de conversas em voz alta e respostas entusiasmadas às tentativas de comunicação da criança. Além do evidente vínculo afetivo que esses momentos constroem, pesquisadores da Universidade de Washington's Institute for Learning &amp; Brain Sciences (I-LABS) trouxeram à luz novas evidências científicas que reforçam a significativa influência dessas interações sociais no desenvolvimento linguístico infantil. </p><p>Publicado em 8 de abril na revista Current Biology e divulgado em Science Daily, o estudo empregou uma técnica de imagem cerebral segura e não invasiva, conhecida como magnetoencefalografia (MEG), para monitorar a atividade cerebral de bebês durante interações sociais e não sociais com adultos. A pesquisa revelou que, quando um adulto conversava e brincava de maneira social com um bebê de 5 meses, a atividade cerebral do infante aumentava notavelmente em regiões ligadas à atenção. Surpreendentemente, o nível dessa atividade cerebral predizia o aprimoramento do desenvolvimento linguístico em fases posteriores da vida da criança.</p><p><br/></p><p>Esse cenário 'social' foi contraposto a um cenário 'não social', onde o adulto desviava sua atenção para outra pessoa, ignorando o bebê. Como resultado, observou-se uma diminuição da atividade nas mesmas áreas cerebrais. "Este é o primeiro estudo a comparar diretamente as respostas cerebrais infantis à interação social adulto-infante versus interação não social, seguindo o desenvolvimento linguístico das crianças até os 2,5 anos de idade", destaca Alexis Bosseler, cientista pesquisador do I-LABS e autor principal do estudo.</p><p><br/></p><p>A tecnologia de imagem cerebral MEG permitiu que os bebês se movessem e interagissem naturalmente, possibilitando aos pesquisadores acompanhar a ativação neuronal em várias áreas do cérebro enquanto os adultos falavam, brincavam e sorriam para os bebês. Posteriormente, a atividade cerebral do infante foi monitorada novamente enquanto o adulto se voltava para outra direção, prestando atenção em alguém mais. Essas ações, que ocorrem naturalmente todos os dias, mostraram ter efeitos mensuráveis e distintos no cérebro do bebê.</p><p><br/></p><p>Os resultados indicaram que a atividade neural aumentada em resposta à interação social aos 5 meses previa um desenvolvimento linguístico aprimorado em cinco idades posteriores: 18, 21, 24, 27 e 30 meses. A progressão do desenvolvimento linguístico dos infantes foi acompanhada por meio de uma pesquisa bem documentada e validada que questiona os pais sobre as palavras e frases ditas por seus filhos em casa.</p><p><br/></p><p>"A conexão entre as reações cerebrais precoces e a linguagem posterior é consistente com o fascínio dos cientistas pelo período inicial da vida e abre muitas novas questões que nós e outros estaremos explorando", afirma Andrew Meltzoff, co-diretor do I-LABS e professor de psicologia na UW.</p><p>O estudo focou em bebês de 5 meses devido a esta idade preceder imediatamente o "período sensível" para a aprendizagem da fala e linguagem, que se inicia por volta dos 6 meses. É crucial que, uma vez começado esse período, os infantes observem adultos, pois a atenção potencializa a aprendizagem.</p><p><br/></p><p>Patricia Kuhl, autora sênior e co-diretora do I-LABS, reflete sobre o uso do 'parentese' com infantes como uma expressão do desejo intuitivo de conexão. "Há um entendimento implícito de que a linguagem é sobre conexão. É sobre um caminho comunicativo entre você e o outro. Isso começa na infância com o desejo de fazer essa conexão comunicativa."</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Referência: </p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://academiamedica.com.br/blog/dialogos-com-bebes-fortalecem-a-aprendizagem-da-fala">https://academiamedica.com.br/blog/dialogos-com-bebes-fortalecem-a-aprendizagem-da-fala</a></p><p><br/></p><p>University of Washington. "Everyday social interactions predict language development in infants." ScienceDaily. ScienceDaily, 8 April 2024. &lt;www.sciencedaily.com/releases/2024/04/240408130604.htm&gt;.</p><p><br/></p><p>Academia Médica</p><p>Redação, Academia Medica</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 18:58:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184291902</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ISABELLE VITÓRIA FRANCISCO ALVES </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184384965</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>A aprendizagem da fala do bebê é intuitiva, ao contrário do que as pessoas podem pensar ela é muito mais na prática do que numa didática pedagógica. É necessário ouvir as formas de interação usadas pelo bebê, interpreta-las. Com isso, é eficaz a interação dos responsáveis com o pequeno, dando-o demonstrações da sua fala a ele, no dia a dia. É importante dar sentido e satisfação a conversa, com brincadeiras,gestos, dando-o</p><p>contentamento naquilo.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 20:16:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184384965</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ISABELLE VITÓRIA FRANCISCO ALVES </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184392132</link>
         <description><![CDATA[<p>Vídeo sobre como o bebê aprende a falar:</p><p><br/></p><p>https://youtu.be/G9c_mnxFl2Q?si=QUWCC-0xZdaFw757</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 20:22:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184392132</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ISABELLE VITÓRIA FRANCISCO ALVES </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184417940</link>
         <description><![CDATA[<p>Diálogos com Bebês Fortalecem Habilidades da Fala</p><p><br/></p><p>O ato de um pai ou mãe interagindo amorosamente com seu bebê é uma cena universalmente tocante, repleta de conversas em voz alta e respostas entusiasmadas às tentativas de comunicação da criança. Além do evidente vínculo afetivo que esses momentos constroem, pesquisadores da Universidade de Washington's Institute for Learning &amp; Brain Sciences (I-LABS) trouxeram à luz novas evidências científicas que reforçam a significativa influência dessas interações sociais no desenvolvimento linguístico infantil. </p><p>Publicado em 8 de abril na revista Current Biology e divulgado em Science Daily, o estudo empregou uma técnica de imagem cerebral segura e não invasiva, conhecida como magnetoencefalografia (MEG), para monitorar a atividade cerebral de bebês durante interações sociais e não sociais com adultos. A pesquisa revelou que, quando um adulto conversava e brincava de maneira social com um bebê de 5 meses, a atividade cerebral do infante aumentava notavelmente em regiões ligadas à atenção. Surpreendentemente, o nível dessa atividade cerebral predizia o aprimoramento do desenvolvimento linguístico em fases posteriores da vida da criança.</p><p><br/></p><p>Esse cenário 'social' foi contraposto a um cenário 'não social', onde o adulto desviava sua atenção para outra pessoa, ignorando o bebê. Como resultado, observou-se uma diminuição da atividade nas mesmas áreas cerebrais. "Este é o primeiro estudo a comparar diretamente as respostas cerebrais infantis à interação social adulto-infante versus interação não social, seguindo o desenvolvimento linguístico das crianças até os 2,5 anos de idade", destaca Alexis Bosseler, cientista pesquisador do I-LABS e autor principal do estudo.</p><p><br/></p><p>A tecnologia de imagem cerebral MEG permitiu que os bebês se movessem e interagissem naturalmente, possibilitando aos pesquisadores acompanhar a ativação neuronal em várias áreas do cérebro enquanto os adultos falavam, brincavam e sorriam para os bebês. Posteriormente, a atividade cerebral do infante foi monitorada novamente enquanto o adulto se voltava para outra direção, prestando atenção em alguém mais. Essas ações, que ocorrem naturalmente todos os dias, mostraram ter efeitos mensuráveis e distintos no cérebro do bebê.</p><p><br/></p><p>Os resultados indicaram que a atividade neural aumentada em resposta à interação social aos 5 meses previa um desenvolvimento linguístico aprimorado em cinco idades posteriores: 18, 21, 24, 27 e 30 meses. A progressão do desenvolvimento linguístico dos infantes foi acompanhada por meio de uma pesquisa bem documentada e validada que questiona os pais sobre as palavras e frases ditas por seus filhos em casa.</p><p><br/></p><p>"A conexão entre as reações cerebrais precoces e a linguagem posterior é consistente com o fascínio dos cientistas pelo período inicial da vida e abre muitas novas questões que nós e outros estaremos explorando", afirma Andrew Meltzoff, co-diretor do I-LABS e professor de psicologia na UW.</p><p>O estudo focou em bebês de 5 meses devido a esta idade preceder imediatamente o "período sensível" para a aprendizagem da fala e linguagem, que se inicia por volta dos 6 meses. É crucial que, uma vez começado esse período, os infantes observem adultos, pois a atenção potencializa a aprendizagem.</p><p><br/></p><p>Patricia Kuhl, autora sênior e co-diretora do I-LABS, reflete sobre o uso do 'parentese' com infantes como uma expressão do desejo intuitivo de conexão. "Há um entendimento implícito de que a linguagem é sobre conexão. É sobre um caminho comunicativo entre você e o outro. Isso começa na infância com o desejo de fazer essa conexão comunicativa."</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Referência: </p><p>https://academiamedica.com.br/blog/dialogos-com-bebes-fortalecem-a-aprendizagem-da-fala</p><p><br/></p><p>University of Washington. "Everyday social interactions predict language development in infants." ScienceDaily. ScienceDaily, 8 April 2024. &lt;www.sciencedaily.com/releases/2024/04/240408130604.htm&gt;.</p><p><br/></p><p>Academia Médica</p><p>Redação, Academia Medica</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 20:50:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184417940</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ANA LUIZA SANTOS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184440948</link>
         <description><![CDATA[<p>DO FOCINHO AO CÉREBRO</p><p>Mesmo quando o gato escapa para passear por locais muito distantes, seu faro é capaz de guiá-lo o gato de volta para casa. O cachorro, quando treinado, é capaz até de farejar pessoas soterradas por desabamentos. No dia a dia, quem é que não tem uma história sobre o olfato aguçado dos cães e gatos para contar? Aqui, a grande pergunta é: de onde vem a capacidade especial desses animais de perceber odores? Vem descobrir!</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 21:17:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184440948</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ANA LUIZA SANTOS </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184444769</link>
         <description><![CDATA[<p>8 CURIOSIDADES SOBRE O OLFATO DOS CÃES</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/K9t31AMGSd8?si=7WLQ59JVkKx4Oole">https://youtu.be/K9t31AMGSd8?si=7WLQ59JVkKx4Oole</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 21:22:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184444769</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ANA LUIZA SANTOS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184449754</link>
         <description><![CDATA[<p>Cachorro usa olfato para saber quando dono vai chegar em casa</p><p>Mas até onde o olfato de um cão pode alcançar? Em um teste no Lago Castlewellan, na costa da Irlanda do Norte, o cachorro Fern, um animal treinado para encontrar corpos de pessoas que se afogaram, tinha como teste farejar uma lata com carne escondida no fundo. Cerca de dez minutos depois que barco começou a cruzar o lago, que possui 1,5 quilômetro de comprimento e 800 metros de largura, Fern acertou o ponto exato da lata.</p><p>Como é que os cachorros conseguem fazer isso? Tudo se resume a um nariz que não é nada parecido com o nosso: cada narina pode ser controlada de maneira independente, o que permite que os cães detectem com precisão a direção de onde vem um determinado cheiro.</p><p>E o que se passa por dentro é ainda mais impressionante. Os cães dividem o fluxo de ar em duas correntes separadas - uma é a da respiração e a outra, dos cheiros. Por isso, eles conseguem fazer as duas coisas ao mesmo tempo. E isso significa que a mente de um cachorro compreende o mundo de maneira completamente diferente da nossa.</p><p>Mas nós, seres humanos, somos capazes de pensar de maneira mais abstrata. Será que os animais também conseguem?</p><p>Vamos usar o tempo como exemplo. Nós usamos relógio para acompanhar o tempo. Será que os outros animais conseguem compreender o tempo usando os sentidos? Para tentar descobrir, colocamos em teste um velho mito sobre cachorros: o de que eles sabem exatamente quando seus donos estão prestes a voltar para casa.</p><p>O vídeo mostra Jazz, um viszla húngaro, e seus donos. Toda a família está convencida de que Jazz sabe exatamente a hora quando seu dono, Johnny, está prestes a chegar em casa. E, para testemunhar isso, câmeras foram espalhadas por toda a casa deles durante uma semana.</p><p>A família tem uma rotina regular: Christine e Johnny sempre saem de casa à mesma hora, de manhã cedo, e deixam Jazz por conta própria. E, toda tarde, Christine chega em casa às 16 horas. Mas é o que Jazz faz que nos interessa: toda tarde, perto das 16h40, cerca de 20 minutos antes de Johnny voltar para casa, Jazz pula para cima do sofá como se estivesse esperando por ele. Ele parece um despertador canino. Parece que, de alguma forma, Jazz sabe que horas são e que Johnny está voltando para casa. E é uma afirmação feita por muitos donos de cachorros.</p><p>Mas como é que Jazz faz isso? Existe uma teoria de que o olfato dos cachorros pode desempenhar aqui um papel importante. Enquanto Johnny está fora de casa, o cheiro que ele deixou para trás vai ficando mais fraco ao longo do dia. Então será que, quando o cheiro de Johnny cai a um determinado nível, Jazz sente que ele está prestes a voltar? Para testar essa teoria, no fim de semana foi feita uma alteração.</p><p>A caminho de casa, Christine passou pelo clube de futebol de Johnny para apanhar uma camiseta que ele tinha acabado de usar. Depois, quando voltou para casa na hora de sempre, ela circulou pela sala agitando a camiseta para espalhar o cheiro de Johnny. Então, se Jazz usa o cheiro de Johnny que vai ficando mais fraco para calcular a passagem do tempo, isso pode mudar o seu relógio.</p><p>Faltando menos de meia hora para que Johnny volte normalmente para casa, pela primeira vez, Jazz fica cochilando. Às 16h48, Jazz apenas levantou a cabeça por cerca de 30 segundos. Ele está deitado novamente. Quando Johnny está de volta, para Jazz, parece uma grande surpresa.</p><p>Esse não foi um teste de valor científico, mas é uma ideia curiosa pensar que o olfato dos cães possa levá-los a perceber o tempo.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2015/08/cachorro-usa-olfato-para-saber-quando-dono-vai-chegar-em-casa.html">https://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2015/08/cachorro-usa-olfato-para-saber-quando-dono-vai-chegar-em-casa.html</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 21:28:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184449754</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ANA LUIZA SANTOS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184454176</link>
         <description><![CDATA[<p>Os cães têm um olfato incrível, que os torna os melhores em farejar. Com cerca de 220 milhões de células olfativas, eles conseguem detectar odores mínimos, imperceptíveis para os humanos. Essa habilidade é fundamental para a sobrevivência deles, permitindo que localizem alimentos, identifiquem predadores e se comuniquem com outros cães através de cheiros. Além disso, o olfato canino é tão apurado que é utilizado em diversas áreas, como busca e salvamento, detecção de drogas e até mesmo no diagnóstico de doenças. Os cães podem perceber emoções humanas através do cheiro, o que fortalece ainda mais a relação entre eles e seus donos. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 21:34:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184454176</guid>
      </item>
      <item>
         <title>José Milton de Souza</title>
         <author>josemiltondesouza2010</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184508367</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo</p><p>Etólogo</p><p>Quem tem um cachorro ou um gato adoraria descobrir o que passa na cabeça desses bichinhos. É ou não é? E quem nunca desejou saber por que outros animais, como macacos ou golfinhos, se comportam de determinada forma, ou quis entender o que eles sentem e do que gostam? Pois existem pessoas que usam métodos de pesquisa muito criativos e eficientes para poder responder a essas perguntas! São os(as) etólogos(as), profissionais que se dedicam a estudar o comportamento, a inteligência e as emoções animais.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/etologoa/">https://chc.org.br/artigo/etologoa/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 22:55:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184508367</guid>
      </item>
      <item>
         <title>José Milton de Souza</title>
         <author>josemiltondesouza2010</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184510193</link>
         <description><![CDATA[<p>Artigo</p><p>Etólogo</p><p>Quem tem um cachorro ou um gato adoraria descobrir o que passa na cabeça desses bichinhos. É ou não é? E quem nunca desejou saber por que outros animais, como macacos ou golfinhos, se comportam de determinada forma, ou quis entender o que eles sentem e do que gostam? Pois existem pessoas que usam métodos de pesquisa muito criativos e eficientes para poder responder a essas perguntas! São os(as) etólogos(as), profissionais que se dedicam a estudar o comportamento, a inteligência e as emoções animais.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/etologoa/">https://chc.org.br/artigo/etologoa/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 22:58:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184510193</guid>
      </item>
      <item>
         <title>José Milton de Souza</title>
         <author>josemiltondesouza2010</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184511781</link>
         <description><![CDATA[<p>O vídeo aborda a introdução à etologia:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=27at5rB1MEc">https://www.youtube.com/watch?v=27at5rB1MEc</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 23:00:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184511781</guid>
      </item>
      <item>
         <title>José Milton de Souza</title>
         <author>josemiltondesouza2010</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184514746</link>
         <description><![CDATA[<p>O vídeo aborda a introdução à etologia:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=27at5rB1MEc">https://www.youtube.com/watch?v=27at5rB1MEc</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 23:05:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184514746</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria Laura Williams de Bastos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184516709</link>
         <description><![CDATA[<p>A geodiversidade é o termo que usamos para descrever variedaes de elementos que não possuem vida presentes na terra como minerais, rochas, solos, relevos,fosseis e a água. Ela é importante para influenciar o desenvolvimento dos ecossistemas, da humanidade, da agricultura , alem de fornecer recursos essenciais para a vida e o desenvolvimento humano. Proteger a geodiversidade é fundamental para garantir a sustentabilidade dos ambientes naturais.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 23:07:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184516709</guid>
      </item>
      <item>
         <title>José Milton de Souza</title>
         <author>josemiltondesouza2010</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184519514</link>
         <description><![CDATA[<p>Como compreender o que os bichos sentem</p><p>A busca de estratégias para medir a dor e decifrar as emoções dos animais</p><p><br/></p><p>Fabrício Marques, da Revista Pesquisa FAPESP</p><p><br/></p><p>Os animais compartilham as mesmas emoções que os seres humanos vivenciam? A psicóloga Lisa Feldman Barrett, pesquisadora da Universidade Northeastern, em Boston, nos Estados Unidos, e autora do livro How emotions are made (Pan Macmillan, 2018, sem tradução para o português), diz que a pergunta segue desafiando a ciência. Quando um ser humano pensa que um animal está experimentando uma emoção, isso pode dizer mais sobre o cérebro humano do que sobre o comportamento animal, explica Barrett. Ela cita como exemplos as reações de uma mosca ao movimento ameaçador de um mata-moscas (esfrega as pernas velozmente), de um rato quando ouve um som que ele foi acostumado a associar a um choque doloroso (congela no lugar) e de um ser humano sendo seguido por um estranho em uma rua escura (arregala os olhos e os batimentos cardíacos aceleram).</p><p>Um observador, diz a psicóloga, concluiria que todos os três estão expostos a uma ameaça e, portanto, vivenciam um estado de medo. “Mas aqui está o curioso: os três exemplos não têm praticamente nada em comum fisicamente. Envolvem diferentes tipos de cérebros em diferentes situações, movimentando corpos diferentes de diferentes maneiras”, escreveu Barrett em um artigo publicado em 2022 pelo jornal The Guardian. É o cérebro do observador que tende a associar o medo às três situações. De acordo com Barrett, teria mais utilidade científica contemplar os animais de acordo com suas características. “Cães podem farejar coisas que não captamos e pássaros podem ver cores que nós não enxergamos, então talvez eles também possam sentir coisas que não podemos”, escreveu. “Quando um elefante permanece ao lado do corpo de outro durante dias, é evidente que algo está acontecendo ali, mas por que deveria ser uma versão primitiva do luto humano? A ideia de que outros animais partilham as nossas emoções é convincente e intuitiva, mas as respostas que fornecemos podem revelar mais sobre nós do que sobre eles.”</p><p>As aparências podem enganar. “Quando vemos cavalos adultos brincando em cativeiro, isso não é necessariamente um bom sinal”, disse ao site Science News a cientista animal Martine Hausberger, da Universidade de Rennes, na França. Na natureza, segundo ela, cavalos adultos raramente brincam e esse comportamento é mais comum entre os que ficam presos. “Pode ser que eles se sintam felizes no momento da brincadeira, mas cavalos que se sentem bem não precisam disso para se livrar do estresse.”</p><p>Pode ser difícil interpretar emoções de animais, mas sobram evidências de que eles têm uma vida mental e emocional complexa. Pesquisadores da Research Institute for Farm Animal Biology (FBN), na Alemanha, demostraram recentemente que os porcos mostram sinais de empatia. Em um experimento, leitões foram colocados em um cercado no meio do qual há uma grande caixa com uma porta e uma janela vazada. A certa altura, a porta da caixa se fecha e porcos no seu interior ficam presos, como se tivessem caído em uma armadilha. Em 85% das vezes, os animais descobriram como abrir a caixa e libertaram o companheiro preso em 20 minutos. Quando não havia nenhum preso, também aconteceu de os porcos conseguirem abrir a caixa, mas a frequência foi muito menor do que quando havia um suíno lá dentro. “Acreditamos que o comportamento de ajuda se baseia em alguma compreensão das necessidades do outro”, disse à revista Science Liza Moscovice, etologista do FBN. “Esse é um componente crítico da empatia.”</p><p>O FBN é um dos poucos centros de referência na investigação sobre a cognição de animais explorados pela pecuária, como porcos, cabras e bois. Outro estudo comparou o desempenho de cabras e de cães em um conjunto de testes cognitivos. Cabras submetidas a um experimento conhecido como “tarefa impossível” são expostas a uma tigela de comida à qual não conseguem ter acesso para se alimentar. Embora não tenham uma trajetória de coevolução com os seres humanos, as cabras recorreram ao mesmo expediente utilizado pelos caninos: lançaram-se sobre o homem presente no ambiente como se estivessem pedindo a ajuda dele.</p><p>“Se não entendermos como esses animais pensam, não compreenderemos o que eles precisam e não poderemos projetar ambientes melhores para eles”, disse à Science Jan Langbein, também etólogo da FBN. Em outro experimento ainda em andamento, ele avalia a afinidade entre vacas. Pares de fêmeas de bovinos foram colocados em uma arena aberta e observaram-se as interações entre elas: algumas trocam cabeçadas, outras tiveram um comportamento cooperativo. Agora, estão sendo avaliados os níveis de estresse de vacas “amigas” quando elas são separadas após um certo tempo de convívio. Uma das ambições é saber se valeria a pena manter juntos animais com afinidade em ambientes de confinamento, a fim de melhorar seu bem-estar. “Elas não são criaturas burras. Têm uma rica vida emocional e personalidade”, afirmou Langbein à Science.</p><p>Se as emoções são difíceis de perscrutar, existem modos objetivos de saber quando os animais sentem dor ou desconforto. “É possível fazer esse tipo de avaliação analisando o comportamento e construindo escalas de dor”, explica Stelio Pacca Loureiro Luna, pesquisador da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia de Botucatu da Unesp, que coordenou um projeto apoiado pela FAPESP, concluído no ano passado, no qual validou essa metodologia para todas as espécies domésticas e de produção, como felinos, bovinos e equinos. As escalas, ele explica, são construídas a partir da análise de centenas de horas de filmagens de animais. Imagens são registradas antes de uma cirurgia e logo depois dela, quando a dor do pós-operatório atinge seu grau máximo. Seguem sendo captadas quando o animal recebe medicamentos analgésicos e 24 horas depois, quando seus efeitos se esgotam. “Analisamos esses vídeos e anotamos quais comportamentos se alteraram – se ele, por exemplo, balançou a cauda, ficou prostrado ou mudou de expressão – e com que duração e frequência isso aconteceu”, conta Luna.</p><p>O projeto deu origem a um aplicativo, o VetPain, lançado no ano passado e disponível para sistemas operacionais Android e IOS, que ajuda veterinários e tutores a avaliar o grau de dor de todos os animais domésticos. É preciso responder a questões que avaliam sinais característicos de dor em comportamentos como postura, nível de atividade e reação ao toque no local afetado. Cada resposta corresponde a um escore na escala de dor e o aplicativo indica se o animal precisa de analgésico (ver Pesquisa FAPESP nº 328). Segundo Luna, outros métodos vêm sendo desenvolvidos. Ele menciona o Qualitative Behaviour Assessment, por meio do qual comportamentos dos animais são interpretados por seres humanos que os observam, como seus tutores, e expressos em palavras. Uma análise estatística do uso dessas expressões é utilizada para encontrar padrões que identificam comportamentos. “É uma abordagem que ainda precisa ser validada”, afirma Luna.</p><p>A reportagem acima foi publicada com o título “O desafio de entender o que os bichos sentem” na edição impressa nº 341, de julho de 2024.</p><p>Projeto Dor e qualidade de vida em animais (nº 17/12815-0);&nbsp;Modalidade&nbsp;Projeto Temático; Pesquisador responsável&nbsp;Stelio Pacca Loureiro Luna (Unesp);&nbsp;Investimento&nbsp;R$ 835.253,16.</p><p>Artigos científicos FEIGHLSTEIN M. et al. Automated recognition of pain in cats. Scientific Reports. jun. 2022. BRONDANI, J. T. et al. Validation of the English version of the Unesp-Botucatu multidimensional composite pain scale for assessing postoperative pain in cats. BMC Veterinary Research. jul. 2013.</p><p>Este texto foi originalmente publicado por Pesquisa FAPESP de acordo com a  licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original aqui.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistapesquisa.fapesp.br/como-compreender-o-que-os-bichos-sentem/">https://revistapesquisa.fapesp.br/como-compreender-o-que-os-bichos-sentem/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 23:11:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184519514</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ISABELLE VITÓRIA FRANCISCO ALVES </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184526120</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>A aprendizagem da fala do bebê é intuitiva, ao contrário do que as pessoas podem pensar, é muito mais na prática, no diálogo entre pais e filhos do que numa didática pedagógica. É necessário ouvir as formas de comunicação usadas pelo bebê, interpretando-as. Com isso, é eficaz a interação dos responsáveis com o pequeno, dando-o modelos de demonstração de suas falas a eles, no dia a dia, é importante dar sentido e satisfação a conversa, com brincadeiras, gestos, dando-o contentamento naquilo, estimulando a fala.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 23:19:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184526120</guid>
      </item>
      <item>
         <title>José Milton de Souza</title>
         <author>josemiltondesouza2010</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184541203</link>
         <description><![CDATA[<p>A importância da Etologia e o que faz um etólogo</p><p><br></p><p> A recente área da biologia que estuda o hábitos e comportamentos dos animais em seus ambientes naturais está tendo cada dia mais a sua importância reconhecida, pois com esses estudos é possível compreender o desenvolvimento evolutivo e o funcionamento das capacidades dos animais e até mesmo de nós, seres humanos. </p><p> Um etólogo exerce a função de observar diferentes tipos de animais e suas respectivas "rotinas" e hábitos diários, seja na alimentação, na interação com outros seres, na reprodução, etc. A partir disso é possível aprender mais sobre os animais e a como lidar com eles. Essa profissão começou por volta do final do século IXX e início do século XX, portanto é uma área que não é estudada a muito tempo, onde há espaço considerável para novas descobertas, principalmente com o apoio das tecnologias atuais como as câmeras, binóculos e programas com Inteligência Artificial.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 23:36:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184541203</guid>
      </item>
      <item>
         <title>José Milton de Souza</title>
         <author>josemiltondesouza2010</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184545182</link>
         <description><![CDATA[<p> A recente área da biologia que estuda o hábitos e comportamentos dos animais em seus ambientes naturais está tendo cada dia mais a sua importância reconhecida, pois com esses estudos é possível compreender o desenvolvimento evolutivo e o funcionamento das capacidades dos animais e até mesmo de nós, seres humanos. </p><p> Um etólogo exerce a função de observar diferentes tipos de animais e suas respectivas "rotinas" e hábitos diários, seja na alimentação, na interação com outros seres, na reprodução, etc. A partir disso é possível aprender mais sobre os animais e a como lidar com eles. Essa profissão começou por volta do final do século IXX e início do século XX, portanto é uma área que não é estudada a muito tempo, onde há espaço considerável para novas descobertas, principalmente com o apoio das tecnologias atuais como as câmeras, binóculos e programas com Inteligência Artificial.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-23 23:41:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184545182</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Pietro Lima </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184570542</link>
         <description><![CDATA[<p>Vídeo sobre o tralhoto o peixe que é conhecido como o "peixe de quatro olhos"</p><p><br/></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=y2mRZhIk8Sk">https://www.youtube.com/watch?v=y2mRZhIk8Sk</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-24 00:04:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184570542</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Pietro Lima</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184600267</link>
         <description><![CDATA[<p>"O peixei de quatro olhos, uma nova espécie?"</p><p><br/></p><p>O tralhoto, popularmente conhecido como peixe de quatro olhos (Anableps anableps), é uma espécie nativa de ambientes estuarinos e de água doce da América Central e do Sul. Sua principal adaptação é a estrutura ocular dividida, que permite a visão simultânea dentro e fora da água, possibilitando que o peixe navegue na interface entre os dois ambientes. Essa característica facilita sua alimentação e proteção contra predadores. O peixe de quatro olhos se alimenta de pequenos invertebrados, sendo ecologicamente importante em seu habitat. No entanto, a poluição e a perda de áreas de mangue ameaçam sua população.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-24 00:24:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184600267</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nathan Lucas Freitas Felix da Silva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184624960</link>
         <description><![CDATA[<p>Asas coloridas, qual o seu nome?</p><p><br/></p><p><strong>Setembro é o mês da chegada da primavera! E a gente logo pensa em jardins coloridos por flores e também em… borboletas! Esses insetos, além de belos, desempenham um papel muito importante na natureza, especialmente na polinização das plantas, ao transportarem o pólen de uma flor a outra enquanto sugam o néctar. E tem mais! Os nomes populares dessas obras de arte da natureza nos ajudam a conhecê-las melhor. Quer saber como? Vem!</strong></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/asas-coloridas-qual-o-seu-nome/">https://chc.org.br/artigo/asas-coloridas-qual-o-seu-nome/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-24 00:37:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184624960</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nathan Lucas Freitas Felix da Silva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184637729</link>
         <description><![CDATA[<p>Vídeo:<strong>Borboletas: Descubra as Curiosidades Fascinantes Sobre Esses Insetos Encantadores</strong></p><p><br/></p><p>Link:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=qYyqON-3wxw">https://www.youtube.com/watch?v=qYyqON-3wxw</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-24 00:44:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184637729</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nathan Lucas Freitas Felix da Silva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184675987</link>
         <description><![CDATA[<p>Borboletas do mundo, uni-vos</p><p><br/></p><p>A notícia nos jornais avisando que as borboletas estão desaparecendo é, para os ingleses, sinal de primavera. Regular como a chegada da estação, a manchete costuma dar as caras em fins de abril, mas se antecipou ligeiramente no mês passado, avivada por dois verões excepcionalmente frios e chuvosos até para os padrões da meteorologia inglesa. Foi com estrondo que a reportagem do <em>Guardian</em> classificou 2009 como “o pior ano desde 1976” para as borboletas. O futuro de doze espécies está ameaçado.</p><p><br/></p><p>Não é de hoje que os entomólogos andam de olho nessas baixas. No século XX, a Inglaterra perdeu quatro variedades de borboletas e, pelo menos, sessenta de mariposas. Agora entraram na fila da extinção “visitantes regulares” como a <em>Polyommatus icarus</em>, a Azul Comum. É uma borboleta pequena, com quatro centímetros de envergadura e asas semelhantes a miniaturas pálidas das <em>Morpho</em> iridescentes que, no Brasil, emprestavam seu fulgor metálico à indústria do suvenir tropical, como bandejas e cinzeiros para turistas.</p><p><br/></p><p>Embora se chame Comum, a Azul inglesa está ficando rara. Já não cruza sem mais nem menos o caminho dos distraídos. E há manuais para ensinar os amadores a procurá-la na borda de prados floridos, de preferência ao entardecer, quando repousa “de cabeça para baixo” em hastes de capim seco e expõe o avesso acinzentado de suas asas fechadas ao último calor do sol.</p><p><br/></p><p>Não se deve declará-la extinta, por enquanto. Seu sumiço é local. Tecnicamente, trata-se de uma “extirpação”, termo ao mesmo tempo bruto e provisório que, no fundo, acena com a promessa científica da ressurreição. Se o verão deste ano colaborar “com um belo sol e pancadas esparsas de chuva”, ela pode voltar, afirma Tom Brereton, chefe do programa de monitoramento de borboletas da Butterfly Conservation. Quando uma espécie escasseia na Inglaterra, Brereton está sempre entre os primeiros a saber por onde ela anda, entrincheirada em ilhas de vegetação agreste no meio de campos esverdeados a poder de inseticida. A Butterfly Conservation conta borboletas e mariposas há mais de quarenta anos. Mede sua vida em “vôos” – ou seja, em safras de lepidópteros com asas – fazendo o censo sistemático desses insetos na fase da vida em que eles saem da reclusão dos casulos para a badalação alada do acasalamento. As borboletas vêm ao mundo para chamar a atenção, mesmo quando são vistas de relance em pleno vôo e o sol tira faíscas estroboscópicas de suas escamas, como luz de palco em roupa de <em>strass</em>. Dependendo da espécie e dos azares da existência, têm poucos dias ou no máximo alguns meses das estações mais quentes para se eternizar como espécie.</p><p><br/></p><p>Até os especialistas mais sisudos tratam de borboletas como se fossem adolescentes em baile de debutante. Não por acaso, a <em>Lycaeides melissa samuelis</em>, outra borboleta azul do hemisfério norte, foi descrita pela primeira vez pelo escritor russo Vladimir Nabokov, o mesmo de <em>Lolita</em>. E o resultado é que, assim como todo mundo nota sua presença, muita gente percebe sua falta. “As borboletas são insetos tão conspícuos e luminosamente coloridos que têm recebido uma atenção muito desproporcional à sua variedade”, diz o estudioso canadense Stephen A. Marshall. Na América do Norte, há mais de um pesquisador para cada espécie de lepidóptero, contra apenas um pesquisador para cada mil espécies de moscas. O que explica, segundo Marshall, por que as borboletas são maioria entre os insetos “nas listas de espécies em extinção”.</p><p><br/></p><p>Uma prova de sua popularidade é o BBB – no caso, sigla internacional do movimento Bring Back the Butterflies, ou “Traga de Volta as Borboletas”, espalhado do Canadá à Austrália. E, na Inglaterra, a Butterfly Conservation, uma ONG fundada em 1968 que apresentou o primeiro inventário sobre o “alarmante declínio” das borboletas no país, tem hoje 13 mil sócios, 33 reservas naturais, 67 projetos de conservação, olheiros em 32 países e um orçamento anual que ultrapassa os 16 milhões de reais. Seu presidente executivo, Martin Warren, está entronizado oficialmente entre “os dez maiores ambientalistas ingleses”.</p><p><br/></p><p>O forte dessa ONG é sua infantaria anônima de 1 200 voluntários que palmilham a Inglaterra, seguindo a pé o vôo errático das borboletas. Nessas quatro décadas de acompanhamento sistemático, eles caminharam o equivalente a uma viagem à Lua, de ida e volta.</p><p><br/></p><p>Quando uma espécie parece invisível, eles espalham cartazes de “Procura-se”, como os velhos panfletos para capturar foragidos da Justiça. E, uma vez por ano, sempre nesta época, a Butterfly Conservation edita seus relatórios, solenemente intitulados “O estado da nação”, como os balanços de governo.</p><p><br/></p><p>Agora a boa notícia no reino dos lepidópteros: em junho, abre-se ao público experimentalmente em St. Albans, a 30 quilômetros de Londres, o Butterfly World. É um parque temático, <em>à la</em> Disney, com doze jardins feitos sob medida por botânicos, com tudo o que borboletas inglesas plantariam se fossem consultadas sobre a melhor maneira de espalhar flores pelos canteiros.</p><p><br/></p><p>Vistos do alto, os jardins têm a forma de uma borboleta de 11 hectares. Seu abdome está reservado a uma estufa com 17 metros de altura, cúpula translúcida e espaço suficiente para abrigar sete sítios arqueológicos do tamanho de Stonehenge, onde crescerá uma floresta úmida com cascatas, grutas, aranhas, escorpiões e beija-flores, além da réplica de uma ruína maia. Servirá de berçário a 250 espécies tropicais. Terá no mínimo 10 mil borboletas voando entre suas árvores em qualquer período do ano.</p><p><br/></p><p>O Butterfly World britânico é uma empreitada de 100 milhões de reais. Um terço do investimento saiu do bolso de Clive Farrell, entomólogo amador e milionário profissional, que credita a uma borboleta a iluminação que o levou a enriquecer no mercado imobiliário. Pegou,&nbsp; instantaneamente, o gosto pelo hobby caro. E decidiu que ganharia bem para sustentá-lo. Menino, ele trouxe para sua&nbsp; casa em Hampshire uma caixa de fósforo na qual havia aprisionado uma lagarta. E viu a crisálida virar borboleta. Com a metamorfose do inseto começou a sua, e aos 63 anos ele tem em Dorset uma casa de campo onde borboleteiam espécies que não eram vistas na região há meio século – inclusive a <em>Euphydryas aurinia</em>, amarela&nbsp; e negra, de asas reticuladas como um vitral, dada por desaparecida no último relatório da Butterfly Conservation.</p><p><br/></p><p>Farrell dirige seu próprio táxi em Londres, cria borboletas em Belize e coleciona gnomos de porcelana no quintal, mas não rasga dinheiro. Seu Butterfly World de St. Albans será, de saída, “o maior borboletário do mundo”. Chega com a chancela&nbsp; do ex-banqueiro Robert Michael Gascoyne-Cecil, sétimo marquês de Salisbury, associando ao investimento uma&nbsp; linhagem que trabalha pela preservação da realeza britânica desde o século XVIII. E, a partir de 2011, com sua floresta tropical&nbsp; definitivamente instalada numa bolha de verão permanente, a estufa cheia de refugiadas do mundo inteiro e as&nbsp; bilheterias vendendo – pelas expectativas de Farrell – 1 milhão de ingressos por ano, as borboletas inglesas estarão voando sobre as incertezas do mundo natural.</p><p><br/></p><p>Fonte:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://piaui.folha.uol.com.br/materia/borboletas-do-mundo-uni-vos/">https://piaui.folha.uol.com.br/materia/borboletas-do-mundo-uni-vos/</a></p><p>Por Marcos Sá Corrêa</p><p>Piauí Edição 32, Maio 2009</p><p><strong> </strong></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-24 01:06:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184675987</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nathan Lucas Freitas Felix da Silva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184699506</link>
         <description><![CDATA[<p>As borboletas são insetos coloridos que passam por um ciclo de vida de ovo, lagarta, pupa e adulto. Durante a fase de lagarta, elas se alimentam para acumular energia, enquanto suas vibrantes asas ajudam na proteção contra predadores e na polinização de plantas, contribuindo para a biodiversidade. Apesar de serem indicadores de um ecossistema saudável, enfrentam ameaças como a perda de habitat e mudanças climáticas, tornando essencial sua proteção para a manutenção dos ecossistemas dos quais dependemos.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-24 01:17:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184699506</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Samuel Esteves Batista</title>
         <author>samuelesteves2020</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184713134</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Do focinho ao cérebro</strong></p><p><strong>Lá vai o gato, escapando pelo portão para dar uma voltinha na rua. Vai longe, saltando muros e telhados. Mas, curiosamente, não se perde: sempre volta para casa. Enquanto isso, o cachorro, treinado pela polícia, trabalha no aeroporto. Ele consegue farejar substâncias ilegais, mesmo quando estão bem embaladas e escondidas nas bagagens. Esses animais têm sim um superolfato! E o que explica isso?</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/do-focinho-ao-cerebro/">https://chc.org.br/artigo/do-focinho-ao-cerebro/</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-24 01:23:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184713134</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Samuel Esteves Batista</title>
         <author>samuelesteves2020</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184729744</link>
         <description><![CDATA[<p>Vídeo sobre o <strong>Super olfato dos cães e olfato dos gatos:</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=T6TpvD8vwPw">https://www.youtube.com/watch?v=T6TpvD8vwPw</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=WGERS1oMoKw">https://www.youtube.com/watch?v=WGERS1oMoKw</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-24 01:31:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184729744</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O dia do Oceano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184738987</link>
         <description><![CDATA[<p>Sarah Stephany Silva Pain</p><p><br/></p><p>Em nosso calendário existem várias datas especiais criadas para comemorar e destacar eventos históricos e assuntos importantes, inclusive o Dia do Oceano!<br>Oficializado em 2009 pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Dia Mundial do Oceano é comemorado em 8 de junho, o que coloca o mar em nossa lista de motivos para refletir. Nada mais justo, não é mesmo?</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chc.org.br/artigo/o-dia-do-oceano/">https://chc.org.br/artigo/o-dia-do-oceano/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-24 01:36:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184738987</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sarah Stephany Silva Pain</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184741075</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Dia Mundial do Oceano - Rede BIOMAR</strong></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/jDgwk2WY3YQ?si=C0TBhO30l3ekoWvM">https://youtu.be/jDgwk2WY3YQ?si=C0TBhO30l3ekoWvM</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-24 01:37:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184741075</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Dia Mundial dos Oceanos exalta importância de união para defender mares</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184741887</link>
         <description><![CDATA[<p>Sarah Stephany Silva Pain </p><p><br/></p><p><strong>Secretário-geral da ONU destaca que os oceanos, que sustentam e melhoram toda a vida na Terra, “estão em apuros” por culpa dos seres humanos; progressos incluem esforços por um tratado juridicamente vinculativo para acabar com a poluição por plásticos.</strong></p><p>As Nações Unidas assinalam neste 8 de junho o Dia Mundial dos Oceanos apelando por união entre governos, empresas, investidores, cientistas e comunidades em defesa dos mares.</p><p>A data encerra uma semana de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://unworldoceansday.org/event-calendar/">eventos especiais</a> incluindo debates acadêmicos, sessões de cinema e exibições culturais em vários países.</p><p>As Nações Unidas acolheram políticos, cientistas, gestores, intelectuais e artistas num programa interativo realizado na sexta-feira.</p><p><strong>Mais e melhores medidas para os oceanos</strong></p><p>A sessão realizada na sede da ONU, em Nova Iorque, teve foco nas perspectivas e análise sobre o planeta, os seres humanos e o relacionamento entre a humanidade e os oceanos visando promover uma “onda de ação em direção às mudanças necessárias”.</p><p>A ONU News conversou com Carolina Barreto, diretora da empresa Artery. Participando do evento, a brasileira ressaltou uma das questões que foram levantadas no debate.</p><p>“A maior parte do oceano, ela é invisível aos nossos olhos. Então por isso que é muito importante realmente falar pras pessoas o que está acontecendo lá de baixo, que pouquíssimas pessoas tem acesso, e o quão é importante toda essa conservação, e todo esse ecossistema, esse equilíbrio é importante pra nossa vida.”</p><p>Em mensagem, o secretário-geral pede atenção ao lema <em>Despertando Novas Profundidades. E</em>ste ano, ele pede que no Dia Mundial dos Oceanos sejam ativadas “mais e melhores medidas” em favor dos mares.</p><p>António Guterres destaca que os oceanos, que sustentam e melhoram toda a vida na Terra, “estão em apuros” por culpa dos seres humanos.</p><p>A primeira celebração da data foi no Fórum Global de 1992 no Rio de Janeiro. O evento paralelo na Conferência da ONU sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, Rio+20, juntou ONGs e a sociedade civil debatendo o tema.</p><p><strong>Elo essencial nas cadeias alimentares</strong></p><p>Guterres menciona o impacto das mudanças climáticas sobre o aumento do nível dos mares e a ameaça à existência de pequenos Estados insulares em desenvolvimento e populações costeiras. Outra questão é a das temperaturas recordes do mar que “provocam eventos climáticos extremos que nos afetam a todos”.</p><p>A acidificação dos oceanos é mais um ponto de preocupação da ONU por “destruir os recifes de coral, quebrando um elo vital nas cadeias alimentares e ameaçando o turismo e as economias locais”.</p><p>Na lista de desafios dos mares estão o desenvolvimento costeiro insustentável por ações como pesca excessiva, mineração em águas profundas, poluição descontrolada e resíduos plásticos que danificam os ecossistemas marinhos.</p><p>No entanto, Guterres vê esperança após a adoção de medidas como o novo novo tratado sobre a governação dos oceanos, considerado o mais importante em décadas aprovado pela Assembleia Geral da ONU.</p><p><strong>Biodiversidade Marinha</strong></p><p>O líder da ONU destaca que esse entendimento foi alcançado como parte da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar sobre a Conservação e Utilização Sustentável da Biodiversidade Marinha em Áreas Fora da Jurisdição Nacional.</p><p>Os progressos em favor dos oceanos incluem os esforços por um tratado juridicamente vinculativo para acabar com a poluição por plásticos.</p><p>Somado a este avanço está o parecer do Tribunal Internacional do Direito do Mar defendendo “medidas para reduzir, controlar e prevenir a poluição marinha causada pelas emissões de gases com efeito estufa”.</p><p>O líder da ONU crê que dois grandes eventos possam ampliar as oportunidades para restauração de ecossistemas marinhos e costeiros: a Conferência do Futuro de 2024, em Nova Iorque, e a Conferência da ONU sobre os Oceanos em 2025 agendado para a França.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://news.un.org/pt/story/2024/06/1832916">https://news.un.org/pt/story/2024/06/1832916</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-24 01:37:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184741887</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sarah Stephany Silva Pain</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184743872</link>
         <description><![CDATA[<p>O oceano é um imenso conjunto de água que ocupa a maior parte do planeta Terra. Ele também faz parte da nossa cultura, seja por meio da música, por meio de lendas, entre outras. Ele é deveras importante para a preservação da vida marinha e das belas paisagens que ele proporciona. Porém, o excesso de intervenções humanas nesses ambientes gera a poluição dessas águas, pois os seres humanos, frequentemente e em sua maioria, poluem o mar com resíduos sólidos, como o plástico. E isso deve ser impedido, pois os oceanos fornecem mais da metade do oxigênio que respiramos, regulam o clima do planeta e etc. Além disso, com a preservação do mesmo, é possível salvar a biodiversidade marinha.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-24 01:38:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184743872</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Samuel Esteves Batista</title>
         <author>samuelesteves2020</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184748180</link>
         <description><![CDATA[<p>Cães farejadores da Polícia Civil usados para detectar substâncias entorpecentes</p><p><br/></p><p>Na Delegacia de Narcóticos (Denarc) da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), Shyriu, um pastor belga de Malinois, é um dos cães que tem mais se destacado nas operações policiais. A inspetora Ana Fonteles, da unidade especializada em apurar crimes relacionados ao narcotráfico no Estado, explica que este animal detecta 13 substâncias de entorpecentes, desde as mais comuns como maconha, crack, cocaína até substâncias psicotrópicas, como ecstasy e outras drogas manipuladas em laboratórios que são menos apreendidas no Ceará, mas que também são nocivas à saúde da população.</p><p>O canil da Polícia Civil do Estado do Ceará, instalado na sede da Denarc, foi fundado em 2019 como uma ferramenta a mais na prevenção ao tráfico de entorpecentes. Atualmente são três cães no plantel, que são utilizados exclusivamente como cães de faro para entorpecentes: a cadela Palace, o cão Shyriu, ambos pastores belgas de Malinois, e a cadela Arya, uma labradora. “O Núcleo de Operação com Cães (NOC) é demandado pelas delegacias tanto da Capital como do Interior do Estado. No ano de 2020, participamos em torno de 60 operações culminando na prisão de traficantes, bem como na apreensão de drogas”, ressaltou o inspetor Dany Nixon.</p><p>“O nosso papel aqui é consubstanciar o trabalho da Denarc com o cão, que é uma ferramenta neutra. O animal não vai medir o nosso alvo de acordo com suas características. Não importa se ele é de cor branca, se é negro, seja qual for. O cão vai identificar o odor, não importa a classe social, se é rico ou se é pobre”, destaca a inspetora Ana Fonteles. Ela informa que os três cães são adultos e estão preparados para o trabalho de faro dos entorpecentes.</p><p>“No entanto, a gente passa pelo treinamento contínuo de manutenção. Para o cão, tudo é uma grande brincadeira. O animal acredita que a recompensa dele, a bolinha que utilizamos, ele vai ganhar quando detectar o odor característico. Numa operação real, a partir do momento que ele detecta o odor do entorpecente, fazemos a recompensa dele, dando o brinquedinho que ele tanto quer, daí o cão fica superfeliz.”</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.policiacivil.ce.gov.br/2021/04/22/caes-farejadores-da-policia-civil-usados-para-detectar-substancias-entorpecentes/">https://www.policiacivil.ce.gov.br/2021/04/22/caes-farejadores-da-policia-civil-usados-para-detectar-substancias-entorpecentes/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-24 01:41:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184748180</guid>
      </item>
      <item>
         <title>JOÃO GABRIEL OTONI</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184756461</link>
         <description><![CDATA[<p>A Língua Brasileira de Sinais(Libras) é um meio de comunicação extremamente importante. Aprender a língua de sinais é fundamental para promovermos uma sociedade mais inclusiva. Esta linguagem possibilita que pessoas surdas estejam ativas socialmente, seja nas escolas, seja nos trabalhos, ou publicamente. Seu destaque vai além da comunicação, pois envolve respeito aos direitos humanos e a variedade linguística. No entanto, promover o uso da linguagem de sinais é crucial para uma sociedade mais justa e inclusiva.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-24 01:45:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184756461</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Samuel Esteves Batista</title>
         <author>samuelesteves2020</author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184768256</link>
         <description><![CDATA[<p>O super olfato dos cães e gatos é realmente impressionante, pois permite que eles reconheçam seus donos ou instrutores até mesmo sem ter visão. Algumas raças de cães permitem que eles trabalhem ao lado dos seres humanos, como é o caso dos cães policiais que são treinados para encontrar substâncias ilegais. Contudo, os gatos não possuem uma detecção tão eficiente quanto a de um cão, mas possuem a habilidade de controlar os músculos do nariz, direcionando o ar para áreas específicas, ajudando para seu olfato aguçado. Além disso, eles apresentam uma estrutura chamada órgão vomeronasal, capaz de reconhecer feromônios que são substâncias químicas liberadas pelo corpo que têm um papel muito importante na comunicação entre indivíduos da mesma espécie e, dependendo até de outra espécie. Portanto, também é importante ressaltar que a percepção de odores dos gatos e cachorros explica por que eles preferem certas pessoas a outras na família.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-24 01:51:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184768256</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nem Sempre Gigantes                  Como não abrir um pouco mais os olhos ou aguçar a audição diante de uma imagem ou de um assunto que gire em torno de dinossauros?esses répteis terríveis São facinantes, especialmente para as crianças, que sempre os imagina como seres de tamanho gigante! Mas será mesmo todos os dinossauros eram grandalhoes? não sei não...                                      https://chc.org.br/artigo/nem-sempre-gigantes/</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184774583</link>
         <description><![CDATA[<p>Felipe Emanuel Merquides Rodrigues </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-24 01:55:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184774583</guid>
      </item>
      <item>
         <title>https://youtu.be/EbE7-hg_wb4?feature=shared</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184797522</link>
         <description><![CDATA[<p>Felipe Emanuel Merquides Rodrigues </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-24 02:07:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184797522</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nem sempre gigantes: Por que os dinossauros despertam tanto a curiosidade das pessoas?  Os dinossauros eram gigantes! o mais famoso é o Tyrannosaurus rex: Com 12 metros de comprimento e um de 10 toneladas!  ao contrário do que muitos pensam, nem todos os dinossauros eram gigantes. Os paleontólogos conseguiram determinar que nem todos os dinos foram extintos e que um grupo sobreviveu! Que grupo foi esse? O das aves!  evidências científicas indicam que eles são dinossauros que aprenderam a voar! </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184880383</link>
         <description><![CDATA[<p>Felipe Emanuel Merquides Rodrigues</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-24 02:48:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184880383</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A ideia de que todos dinossauros eram enormes não reflete sua verdadeira diversidade. Durante o Mesozoico, muitos, como o Microraptor e o Compsognathus, eram pequenos, com tamanhos semelhantes ao de um ser humano. Essa variação de tamanhos é atribuída a fatores ecológicos e adaptações evolutivas, permitindo que dinossauros gigantes e pequenos coexistissem. Dinossauros menores frequentemente apresentavam características como plumagem e agilidade, facilitando sua sobrevivência.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184893051</link>
         <description><![CDATA[<p>Felipe Emanuel Merquides Rodrigues </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-24 02:54:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3184893051</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana Julia Cordeiro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3201407967</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>“Relaxando no Brasil”: Nasa celebra Dia dos Oceanos com foto de Cabo Frio</strong></p><p><br/></p><p>A <strong>Nasa</strong> (Agência Espacial dos Estados Unidos) celebrou o <strong>Dia Mundial dos Oceanos</strong> neste sábado (8) com uma foto aérea de Cabo Frio, cidade no Rio de Janeiro. “Relaxando no Brasil”, começa a legenda da publicação no Instagram.</p><p>A <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/nasa-divulga-1a-foto-da-tripulacao-da-starliner-em-estacao-espacial/"><strong>data</strong></a> comemorativa foi oficialmente estabelecida pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 2008 com a intenção de promover <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/telescopio-na-terra-consegue-fotografar-detalhes-de-vulcoes-em-lua-de-jupiter/"><strong>reflexões</strong></a> sobre os oceanos e relembrar sua importância.</p><p>Na descrição, a Nasa explicou a origem do nome Cabo Frio: “assim chamado porque o oceano que está em volta é excepcionalmente frio. Fortes ventos nordestes que sopram ao longo da costa afastam as águas superficiais quentes, permitindo que a água fria das profundezas do oceano suba à superfície. Essa água ressurgente é também rica em nutrientes, ajudando a alimentar o rico ecossistema marinho nas costas de Cabo Frio.”<br>A imagem foi registrada em 2023 através de um instrumento chamado OLI-2 (Operational Land Imager-2) a bordo de um satélite em órbita da Terra, o Landsat 9.</p><p>Nos comentários, os brasileiros comemoraram a aparição nas redes sociais da agência e aproveitaram para fazer brincadeiras. “Se aumentar o zoom dá para ver um mineiro”, comentou um usuário. “O estagiário é carioca, certeza” e “até achei minha casa” foram outras das reações no Instagram.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-05 00:58:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3201407967</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana Julia Cordeiro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3201442642</link>
         <description><![CDATA[<p>O oceano é considerado uma extensão de água salgada que consegue cobrir a maior parte da superfície da Terra, ele é um dos maiores tesouros da Terra pois sua beleza é incrível. Mas no entanto é importante sempre proteger o nosso futuro planeta. </p><p>Infelizmente o oceano sobre muito na mão do ser homem, a poluição marinha pode causar muita ameaça a saúde de todos. A poluição começa com um simples plástico que pode até matar os animais como as tartarugas que geralmente morrem sufocadas com os canudos jogador ao mar.</p><p>E agora mudando de assunto o oceano pode desempenhar um papel muito fundamental e essencial para a regulação do clima global, ele pode ser utilizado como um enorme reservatório de calor por exemplo, que pode absorver 90% do excesso do calor gerado pelo homem.</p><p>Apesar dos acontecimentos ruins do oceano, ele é um lar de uma diversidade biológica impressionante desde as enormes baleias azuis até os minúsculos fitoplânctons. Os tubarões são os animais aue existem a mais tempo, vivendo desde quando ps dinossauros abitavam o nosso planeta Terra.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-05 01:17:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3201442642</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Richard Vicente</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3203194443</link>
         <description><![CDATA[<p>Segundo menor vertebrado do mundo é descoberto no Brasil                                     <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=tLmA9wdfNWM">https://www.youtube.com/watch?v=tLmA9wdfNWM</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-05 21:41:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/barbalhocris/xgf746aqi1ijatvz/wish/3203194443</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
