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      <title>EDC87 - by Fernando Jose de Meneses Espinheira</title>
      <link>https://padlet.com/fernandoespinheira/xg2e4r2cd9r0cqbi</link>
      <description>Esse padlet funcioará para os relatos e atividades da disciplina EDC287 Educação e Tecnologias Contemporâneas, cursanda no semestre 2025.1. Como esse é o meu ultimo semestre será também meu ultimo padlet dentro do curso de Licenciatura 😭😭. Vamos CAPRICHAR!!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-03 21:49:56 UTC</pubDate>
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         <title>Fernando José de Meneses Espinheira</title>
         <author>fernandoespinheira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Me chamo Fernando Espinheira e estou cursando o 8º e último semetre do curso de Licenciatura em Física. Durante meu processo formativo tive contato com disciplinas que despertaram meu interesse em abordagens que dialogam com inclusão de tecnologias inovadoras no ensino de Física. Nesse sentido, espero que a disciplina contribua para o enrequecimento do meu processo formativo. </p><p><br/></p><p>obs; estilo dragon ball &gt;&gt; estilo ghibli</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 22:15:22 UTC</pubDate>
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         <title>INCLUSÃO DIGITAL</title>
         <author>fernandoespinheira</author>
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         <description><![CDATA[<p>A pesquisa sobre o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) nas escolas mostra que o acesso à internet tem melhorado ao longo dos anos. Hoje, 80% das escolas oferecem internet livre para os alunos, mas só 58% contam com computadores e conexão adequada. Isso mostra que, apesar do avanço, ainda falta muita estrutura, principalmente nas escolas públicas da zona rural.</p><p>Nesse sentido, o problema não é só ter internet, mas pensarmos nos desafios para implementação no dia a dia da escola. A integração das tecnologias na educação ainda é desigual, e o acesso continua sendo mais difícil. Isso reforça a necessidade de políticas que incentivem o uso das TICs de forma mais prática e pedagógica, garantindo oportunidades iguais para todos os alunos. Apesar disso, talvez exigir das autoridades investimentos específicos para implementação das TICs seja problemático, é percebido que a raiz do problema é muito mais profunda.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 22:17:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fernandoespinheira</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>O Acesso à Internet como Direito Universal e o Cenário de Violações no Brasil</strong></p><p><br></p><p>O Marco Civil da Internet (MCI), instituído pela Lei 12.965/2014, é uma das legislações mais avançadas do mundo no que tange aos direitos digitais. Ele estabelece que <strong>o acesso à Internet é essencial ao exercício da cidadania</strong>, promovendo os direitos humanos, a liberdade de expressão e a inclusão digital.</p><p>Contudo, a realidade brasileira aponta para uma série de <strong>violações desse direito</strong>, com barreiras estruturais, econômicas e políticas. Apesar das diretrizes legais, <strong>apenas metade da população brasileira está conectada</strong>, e o acesso é profundamente desigual entre regiões, classes sociais e zonas urbanas/rurais. O serviço ainda é prestado em regime privado, sem obrigações de universalização ou controle tarifário, o que limita seu alcance e acessibilidade.</p><p>A pesquisa do Intervozes revela que o problema não se resume à ausência de infraestrutura, mas inclui: <strong>Altos custos</strong> e carga tributária elevada, que tornam a Internet inacessível; <strong>Concentração de mercado</strong>, onde poucas empresas dominam o setor e priorizam lucro; <strong>Políticas públicas ineficazes</strong>, como o fracassado PNBL e o mal estruturado programa Internet para Todos; <strong>Negligência do Estado</strong>, como o uso ineficaz do FUST (fundo setorial que deveria promover a universalização) e a fragilidade na regulação da Anatel.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 19:31:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fernandoespinheira</author>
         <link>https://padlet.com/fernandoespinheira/xg2e4r2cd9r0cqbi/wish/3480751631</link>
         <description><![CDATA[<p>Software Livre como Caminho Educativo</p><p><br></p><p>A relação entre software livre e educação é um território em constante construção e disputa. A autora parte da constatação de que a maioria dos professores brasileiros, quando confrontados com laboratórios escolares equipados com Linux Educacional, sentem-se inseguros e despreparados. A resistência, muitas vezes, nasce não de uma análise crítica, mas de mitos disseminados pelo mercado e pela mídia.</p><p><br></p><p>Bonilla revela que a escolha por softwares livres nas políticas públicas muitas vezes se dá por motivos econômicos, relegando a segundo plano o debate sobre suas potências culturais, filosóficas e políticas. O artigo resgata a gênese do software livre, seus princípios éticos — as quatro liberdades garantidas pela Free Software Foundation — e o contrapõe ao modelo proprietário, concentrador e assimétrico.</p><p><br></p><p>Destaca-se a metáfora de Eric Raymond, que compara o modelo fechado das grandes corporações ao de uma catedral e o software livre ao de um bazar: aberto, dinâmico, colaborativo. Essa analogia convida à reflexão: qual modelo queremos para a educação? Um templo hierárquico ou uma feira viva de saberes compartilhados?</p><p>Quem lucra com a ignorância tecnológica? – Quando um professor recusa o software livre por não compreendê-lo, está escolhendo ou reproduzindo uma dependência cultural? Esses questões, ainda que muito complexas para mim, se tornam cada vez mais importantes.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 19:48:30 UTC</pubDate>
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         <title>Observações Livro Nelson Pretto</title>
         <author>fernandoespinheira</author>
         <link>https://padlet.com/fernandoespinheira/xg2e4r2cd9r0cqbi/wish/3480755975</link>
         <description><![CDATA[<p>O livro <em>Além das Redes de Colaboração: Internet, Diversidade Cultural e Tecnologias do Poder</em>, organizado por Nelson Pretto e Sérgio Amadeu propõe ir além da visão romantizada da internet como um território livre e colaborativo. Se por um lado a rede mundial de computadores permitiu a emergência de fenômenos como o software livre, a Wikipedia e a comunicação descentralizada, por outro lado, ela também foi apropriada por corporações e governos como instrumento de dominação, vigilância e padronização cultural.</p><p>A metáfora do "rossio não-rival", sintetiza bem a ideia de um bem comum imaterial que pode ser compartilhado sem se esgotar. A internet, nesse contexto, é tanto um território de abundância criativa quanto um campo de batalha pelo controle desse fluxo.</p><p>A obra apresenta cinco eixos temáticos:</p><ol><li><p><strong>Politização das tecnologias</strong> – denunciando os códigos e protocolos como decisões políticas disfarçadas de neutralidade técnica.</p></li><li><p><strong>Cultura e natureza</strong> – mostrando como os códigos digitais e os transgênicos representam a nova fronteira da disputa pelo controle da vida e da informação.</p></li><li><p><strong>Cultura remix e convergência</strong> – apontando para a necessidade de descriminalizar a criação coletiva e a recombinação cultural.</p></li><li><p><strong>Esfera pública conectada</strong> – discutindo a TV digital, o espectro eletromagnético e o direito à comunicação como bens comuns.</p></li><li><p><strong>Anonimato e democracia</strong> – alertando para os perigos da vigilância em massa e da erosão dos direitos civis.</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 19:56:20 UTC</pubDate>
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         <title>Acesso a internet como uma política pública </title>
         <author>fernandoespinheira</author>
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         <description><![CDATA[<p>De que maneira a Internet pode contribuir para reduzir desigualdades sociais e regionais, e o que falta para isso acontecer?</p><p><br></p><p>O que aconteceria se tratássemos o acesso à Internet como tratamos o acesso à energia elétrica ou ao saneamento básico?</p><p><br></p><p>E se políticas de inclusão digital fossem pensadas sob a perspectiva dos direitos humanos e não do lucro?</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 21:11:49 UTC</pubDate>
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         <title>Indagações </title>
         <author>fernandoespinheira</author>
         <link>https://padlet.com/fernandoespinheira/xg2e4r2cd9r0cqbi/wish/3480795669</link>
         <description><![CDATA[<p>Como podemos educar para uma cultura digital crítica sem cair no deslumbramento tecnológico? Penso nisso criticamente na minha proposta do meu próprio TCC e mestrado, devo admitir que essa discussão nem se passava na minha cabeça e não está presente no escopo da minha pesquisa.</p><p><br></p><p>Estamos preparados para uma democracia em que todos também são emissores de conteúdo? Ou seremos reféns da desinformação?</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 21:19:19 UTC</pubDate>
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