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      <title>Dirofilariose (verme do coração) by Bruna Fonseca de Souza - matrícula 20221303668</title>
      <link>https://padlet.com/brunafonseca1104/xg1maflyqtctjjzq</link>
      <description>Relato do seguinte caso clínico: animal  da espécie canina, fêmea, 4 anos de idade, raça Border Collie, apresentando sinais de apatia, cansaço, inapetência, tosse frequente, principalmente após atividade física, bastante letargia para realização de atividades, perda de peso significativa nos últimos meses e aumento da circunferência abdominal. Vacinada apenas com antirrábica. Foi atendido em uma clínica veterinária particular localizada no Rio de Janeiro. Diante desses achados foram solicitados: hemograma; Teste rápido SNAP® 4Dx® Plus para verificar a presença de anticorpos contra dirofilariose, erliquiose, anaplasmose e borreliose; radiografa de tórax; ecocardiograma, raio x de tórax e ultrassom abdominal.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-10-25 19:17:38 UTC</pubDate>
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         <title>ETIOLOGIA </title>
         <author>brunafonseca1104</author>
         <link>https://padlet.com/brunafonseca1104/xg1maflyqtctjjzq/wish/2356076569</link>
         <description><![CDATA[<div>A dirofilariose canina, também conhecida como cardiopatia parasitária, ou verme do coração, é uma doença cosmopolita, mais prevalente em regiões tropicais e subtropicais. Causada pelo nematoide Dirofilaria immitis, é transmitida por meio da picada de mosquito (gêneros Aedes, Anopheles e Culex), cujo hospedeiro definitivo é o cão. As dirofilárias são nematódeos pertencentes à superfamília Filaroidea, família Filariidae, subfamília Dirofilarinae, gênero <strong><em>Dirofilaria</em></strong>. O gênero <strong><em>Dirofilaria</em></strong> apresenta dois subgêneros, <strong><em>Dirofilaria</em></strong> (<strong><em>D. immitis</em></strong>) e <strong><em>Nochtiella</em></strong> (<strong><em>Dirofilaria tenuis</em></strong>, <strong><em>Dirofilaria repens</em></strong> e <strong><em>Dirofilaria ursi</em></strong>), ambos infectando o ser humano. <strong><em>D. immitis</em></strong> é um parasita do sistema circulatório (coração e grandes vasos), linfático, tecido subcutâneo, cavidade peritoneal ou mesentério de cães, canídeos silvestres e, menos freqüentemente, gatos, necessitando de um hospedeiro invertebrado (ACHA &amp; SZYFRES, 2003).&nbsp;<br><br>https://www.scielo.br/j/cr/a/jkFwpYWrkmjLWvQfzbdWV6S/?lang=pt</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-25 19:33:45 UTC</pubDate>
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         <title>Figura 1. Ciclo de vida</title>
         <author>brunafonseca1104</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-10-25 19:41:19 UTC</pubDate>
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         <title>SINAIS CLÍNICOS </title>
         <author>brunafonseca1104</author>
         <link>https://padlet.com/brunafonseca1104/xg1maflyqtctjjzq/wish/2356101137</link>
         <description><![CDATA[<div>O desenvolvimento da D. immitis ocorre na artéria pulmonar e no ventrículo direito. Consequentemente, o tempo de infecção pode levar a uma falha no ventrículo direito. Assim, os sinais clínicos encontrados em cães com essa infecção são tosse, dispneia, ruídos cardíacos, ruídos pulmonares, intolerância a exercícios, síncope, tosse crônica e hepatomegalia. Quando há um agravamento na infecção, podem estar presentes a ascite, congestão aguda do fígado e dos rins, hemoglobinúria e morte em 24 a 72 horas, tudo isso devido a uma insuficiência cardíaca congestiva direita. Os sinais comuns da infecção por D. repens nos pets são pruridos, pápulas, eritema, alopecia, crostas, hiperqueratose, liquenificação e acantoses. Ocasionalmente, nódulos subcutâneos podem ocorrer, neles estão presentes os nematódeos adultos englobados. Sabe-se pouco sobre a patogenicidade desse nematoide principalmente pelo fato de 1) as lesões na pele aparecerem somente em uma parcela dos cães infectados, 2) os sinais clínicos não serem patognomônicos 3) os tratamentos clássicos raramente produzirem sinais de recuperação completa e a erradicação parasitológica.&nbsp;<br><br>https://www.tecsa.com.br/assets/pdfs/Dirofilariose.pdf</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-25 19:53:28 UTC</pubDate>
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         <title>DIAGNÓSTICO </title>
         <author>brunafonseca1104</author>
         <link>https://padlet.com/brunafonseca1104/xg1maflyqtctjjzq/wish/2356108536</link>
         <description><![CDATA[<div>O diagnóstico se baseia nos sintomas, no histórico do animal (visitação a regiões endêmicas) e em exames complementares. Entre os exames complementares estão o exame radiográfico, a pesquisa de microfilárias no sangue (técnica de Knott modificada), hemograma, podendo denunciar a presença de larvas e de anticorpos e testes imunológicos (tipo ELISA) para detecção de antígenos do parasito adulto (fêmea). Eletrocardiograma e ecocardiograma têm importância secundária no diagnóstico de dirofilariose. O primeiro passo para o diagnóstico é um teste rápido que utiliza uma amostra de sangue do paciente. A avaliação do estado cardiopulmonar é fundamental para o tratamento e o <strong>exame</strong> de Raio-X é o método mais objetivo para avaliar a gravidade da doença.</div><div><br>https://www.vetsmart.com.br/cg/estudo/13155/entenda-a-dirofilariose-canina<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-25 20:00:31 UTC</pubDate>
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         <title>TRATAMENTO</title>
         <author>brunafonseca1104</author>
         <link>https://padlet.com/brunafonseca1104/xg1maflyqtctjjzq/wish/2356114933</link>
         <description><![CDATA[<div>O tratamento da <strong>Dirofilariose </strong>é considerado complexo e depende diretamente da gravidade da condição. Para determinar a metodologia terapêutica mais adequada para o caso, o veterinário responsável pela saúde do pet deverá levar em consideração aspectos como a quantidade de larvas existentes no organismo do pet, o tamanho dos parasitas e o comprometimento dos órgãos afetados.</div><div>Casos leves e moderados podem ser tratados com medicamentos que eliminam os vermes adultos e larvas presentes no corpo do pet. Juntamente a esta metodologia, deve ser feito um acompanhamento para detectar se ainda há parasitas no organismo do animal contaminado. Esta terapia pode trazer diversos efeitos adversos, incluindo o risco de embolia pelos vermes mortos, devendo ser realizada apenas em animais com condições físicas favoráveis. Quando o pet apresenta um quadro mais grave, pode ser necessária a administração de antibióticos, além dos medicamentos para eliminar os vermes. Há casos que demandam ainda a remoção cirúrgica dos parasitas, uma vez que eles podem se acumular e obstruir vasos sanguíneos. O tratamento da <strong>Dirofilariose</strong>, portanto, é sempre individualizado e complicado. Por isso, o melhor caminho é, sem dúvidas, a prevenção.<br><br></div><div>https://digitalvet.com.br/dirofilariose-doenca-do-verme-do-coracao/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-25 20:06:13 UTC</pubDate>
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         <title>PREVENÇÃO</title>
         <author>brunafonseca1104</author>
         <link>https://padlet.com/brunafonseca1104/xg1maflyqtctjjzq/wish/2356129138</link>
         <description><![CDATA[<div>A boa notícia é que a Dirofilariose pode ser evitada. A consulta veterinária e a medicação preventiva (injeção ou administração oral de substâncias que realizam a quimioprofilaxia) são os métodos mais indicados. Coleiras e repelentes para evitar as picadas de mosquitos são também recomendados. <br><mark>MUITO IMPORTANTE: </mark>não é seguro iniciar a medicação preventiva sem antes fazer o teste rápido! Pacientes portadores do verme podem desenvolver uma reação anafilática se receberem a medicação e isso pode levar a morte.<br><strong>Medicação por via oral:</strong> não é qualquer vermífugo que protege o animal contra a Dirofilariose. Seu Médico Veterinário poderá indicar o mais adequado. Este deve ser administrado todos os meses sem interrupções, pois para cada mês que o paciente não recebe o medicamento, fica desprotegido por 3 meses.<br><strong>Medicação Injetável:</strong> Os filhotes devem receber a injeção preventiva o mais cedo possível, antes da oitava semana de vida. Já para os animais adultos, é indicada a aplicação imediatamente após a constatação do teste rápido negativo. Dessa forma, com apenas uma injeção administrada pelo médico veterinário por ano, seu animal e sua família ficam protegidos.<br>A <strong>prevenção é</strong> segura, fácil e econômica, e consiste em administrações periódicas de fármacos antiparasitários (lactonas macrocíclicas) como forma de quimioprofilaxia contra <strong>as</strong> microfilárias. <strong>As</strong> opções disponíveis atualmente no Brasil incluem milbemicina oxima, ivermectina, selamectina e moxidectina.<br><br></div><div>https://digitalvet.com.br/dirofilariose-doenca-do-verme-do-coracao/<br>https://portalvet.royalcanin.com.br/saude-e-nutricao/dirofilariose-em-caes-e-gatos/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-25 20:19:42 UTC</pubDate>
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         <title>MORFOLOGIA DA DIROFILARIA </title>
         <author>brunafonseca1104</author>
         <link>https://padlet.com/brunafonseca1104/xg1maflyqtctjjzq/wish/2356134762</link>
         <description><![CDATA[<div>As microfilárias, fase larvaria da D. immitis, são encontradas em quantidades variadas na circulação sanguínea (Figura 3), sendo desprovidas de corpo retrátil, possuindo a extremidade caudal estendida e a extremidade cefálica afilada. Medem em média 308µm (285 -325µm) de comprimento e 7µm (5 – 7,5µm) de diâmetro (LOK, 1988; FORTES, 2004). Na fase adulta, os parasitas são filiformes, longos, esbranquiçados e com a extremidade anterior arredondada (Figura 4). Possuem um orifício oral pequeno e circular, apresentando acentuado dimorfismo sexual, onde os machos medem de 12 a 20 cm de comprimento, com cauda em espiral, e as fêmeas, bem maiores que os machos, medem de 25 DOCS - 81498v1 13 a 31 cm de comprimento, com extremidade caudal arredondada (LOK, 1988; BOWMAN DD, 1992, FORTES, 2004).&nbsp;<br><br>https://arquivo.fmu.br/prodisc/medvet/cci.pdf</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-25 20:25:07 UTC</pubDate>
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         <title>7. vídeo morfologia e ciclo biológico do verme do coração.</title>
         <author>brunafonseca1104</author>
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         <pubDate>2022-10-25 20:30:57 UTC</pubDate>
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         <title>ESPECIALIDADES ENVOLVIDAS NO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DO ANIMAL </title>
         <author>brunafonseca1104</author>
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         <description><![CDATA[<div>O diagnóstico inicial da dirofilariose irá englobar o histórico do animal juntamente com o exame clinico feito por um médico veterinário. Em casos mais sérios, um cardiologista veterinário deverá ser consultado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-26 01:24:19 UTC</pubDate>
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         <title>Figura 5. Cão com apatia, cansaço e inapetência.</title>
         <author>brunafonseca1104</author>
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         <pubDate>2022-10-26 01:50:53 UTC</pubDate>
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         <title>6. Coração saudável e coração parasitado</title>
         <author>brunafonseca1104</author>
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         <pubDate>2022-10-26 01:51:52 UTC</pubDate>
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         <title>CICLO DA DOENÇA </title>
         <author>brunafonseca1104</author>
         <link>https://padlet.com/brunafonseca1104/xg1maflyqtctjjzq/wish/2356474371</link>
         <description><![CDATA[<div>Um mosquito (da espécie Anopheles, Aedes ou Culex) infectado pica o cachorro injetando larvas do verme que irão se desenvolver, chegar até a corrente sanguínea e depois se instalar no coração e/ou pulmão do animal. O verme vai se multiplicando e soltando larvas, que vão circulando pelo corpo do animal durante a maturação. A partir daí, todas as vezes que um mosquito saudável picar o cão contaminado, ele entrará em contato com o <strong>verme do coração</strong> e se tornará transmissor da doença (Figura 1). Quando o mosquito transmissor pica outro animal ou ser humano, as larvas são transferidas do inseto para o tecido muscular e alcançam corrente sanguínea, por onde serão carregadas até o pulmão. Os vermes maduros costumam atingir o coração e pulmão do hospedeiro entre 67 e 85 dias após a contaminação. Nesse estágio, eles podem chegar aos 3,8 centímetros de comprimento. Quando os vermes atingem os pulmões, a pressão e o fluxo sanguíneo acabam levando-os para as arteríolas pulmonares. À medida que crescem e se desenvolvem, eles passam a habitar as grandes artérias, crescendo ainda mais.</div><div><br>https://vetlifediagnosticos.com.br/post/tambem-conhecida-como-verme-do-coracao,-a-filariose-pode-matar-o-cachorro/<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-26 02:13:22 UTC</pubDate>
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         <title>Figura 3. Acanthocheilonema reconditum (acima) e Dirofilaria immitis (abaixo). Fotografia cedida por Byron Blagburn, PhD.</title>
         <author>brunafonseca1104</author>
         <link>https://padlet.com/brunafonseca1104/xg1maflyqtctjjzq/wish/2356511195</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.vetsmart.com.br/cg/estudo/13753/prevencao-diagnostico-e-controle-da-dirofilariose</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-26 02:41:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Figura 2. Sumário de sinais clínicos da dirofilariose canina</title>
         <author>brunafonseca1104</author>
         <link>https://padlet.com/brunafonseca1104/xg1maflyqtctjjzq/wish/2356515233</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-10-26 02:44:15 UTC</pubDate>
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         <title>TRANSMISSÃO</title>
         <author>brunafonseca1104</author>
         <link>https://padlet.com/brunafonseca1104/xg1maflyqtctjjzq/wish/2357187544</link>
         <description><![CDATA[<div>O cão, ocasionalmente o gato, raramente o ser humano, e vários primatas não humanos são hospedeiros definitivos de <strong><em>D. immitis</em></strong> e os mosquitos (<strong><em>Culex</em></strong> spp., <strong><em>Aedes</em></strong> spp. e <strong><em>Anopheles</em></strong> spp.), são os hospedeiros intermediários. A transmissão deste nematódeo já foi descrita para várias espécies como <strong><em>Culex pipiens</em></strong>, <strong><em>Cx. quinquefasciatus</em></strong>, <strong><em>Aedes aegypti</em></strong>, <strong><em>Ae. albopictus</em></strong>, <strong><em>Anopheles maculipenis</em></strong> e <strong><em>Coquillettidia richiardii</em></strong> (CIRIO, 2005). Costuma ser transmitida através de flebotomíneos infectados que atuam como vetores desta patologia, que é considerada uma das <strong>doenças parasitárias mais graves </strong>e comuns nos cães. Ao picar um animal contaminado, as larvas do verme passam para o inseto e se desenvolvem dentro dele. O tempo de desenvolvimento das larvas no mosquito depende da temperatura. Estudos mostram que, após picar um animal contaminado – aos 27°C e umidade relativa de 80% – o mosquito torna-se transmissor de Dirofilariose em até 14 dias. Em temperaturas mais baixas, o processo é mais lento. Por isso, no verão, o cuidado precisa ser redobrado.&nbsp;<br><br>https://digitalvet.com.br/dirofilariose-doenca-do-verme-do-coracao/<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-26 12:36:10 UTC</pubDate>
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         <title>Figura 4. coração com parasitas na fase adulta.</title>
         <author>brunafonseca1104</author>
         <link>https://padlet.com/brunafonseca1104/xg1maflyqtctjjzq/wish/2357202213</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-10-26 12:46:00 UTC</pubDate>
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         <title>CONCLUSÃO</title>
         <author>brunafonseca1104</author>
         <link>https://padlet.com/brunafonseca1104/xg1maflyqtctjjzq/wish/2357215236</link>
         <description><![CDATA[<div>A dirofilariose é uma zoonose causada pela dirofilaria immitis, parasita de distribuição mundial, considerado um dos parasitas mais patogênicos de cães. A maioria dos animais são assintomáticos, entretanto, a doença pode afetar diversos. Objetivou-se relatar um caso de dirofilariose em uma cadela. Ela apresentava apatia, cansaço e inapetência (Figura 5). Após análises dos exames pelo médico veterinário foi constatado que se tratava de dirofilariose, que induziu alterações hematológicas. O teste rápido foi essencial no auxílio e diagnóstico precoce, para amenizar os efeitos da dirofilariose no animal. No entanto, essa enfermidade induziu alterações hematológicas discretas que não comprometeram&nbsp; de forma severa a saúde do paciente. O animal foi submetido ao tratamento e, até o presente momento, apresenta-se clinicamente bem. Cabe salientar que, infelizmente, para o caso aqui abordado, a ivermectina não pôde ser usada como tratamento para o verme do coração, pois em algumas raças de cães como a Border Collie, pode causar tremores entre outros distúrbios, naquelas que são sensíveis a esse medicamento antiparasitário, podendo ser tóxico e as vezes fatal para algumas raças.&nbsp;<br><br>SILVA R.C.; LANGONI H. Dirofilariose. Zoonose emergente negligenciada. Ciência Rural, 39:1614-1623, 2009.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-26 12:54:14 UTC</pubDate>
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