<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>primeiro reinado brasileiro by Larissa Souza</title>
      <link>https://padlet.com/larissaisabely787/xe3dkz8qnwpno5dx</link>
      <description>Unidade 3</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-05 21:04:53 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-05-05 22:22:34 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Regência de D.Pedro de alcântara.</title>
         <author>larissaisabely787</author>
         <link>https://padlet.com/larissaisabely787/xe3dkz8qnwpno5dx/wish/3437040849</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando D. João VI voltou para Portugal em 1821, ele deixou no Brasil seu filho, D. Pedro de Alcântara, como príncipe regente. Mesmo assim, os deputados portugueses continuaram discutindo o futuro do Brasil, pensando até em transformar novamente o país em uma colônia, o que prejudicaria a liberdade conquistada desde que o Brasil virou parte do Reino Unido em 1815.</p><p><br></p><p>Durante esse período, muitos portugueses que moravam no Brasil queriam manter seus privilégios e defenderam que o rei voltasse ao Brasil. Ao mesmo tempo, as Cortes (uma espécie de parlamento) queriam que o príncipe D. Pedro também voltasse a Portugal e tentavam tirar o poder dele aqui. Isso causou muita tensão entre os portugueses e os brasileiros.</p><p><br></p><p>Para tentar manter a autonomia do Brasil, comerciantes e outras pessoas influentes organizaram um abaixo-assinado em São Paulo e no Rio de Janeiro, pedindo que D. Pedro ficasse no Brasil. Com o apoio de José Bonifácio de Andrada, D. Pedro acabou decidindo permanecer no país. Esse momento ficou conhecido como o Dia do Fico, em 9 de janeiro de 1822.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3790727079/53dbd04d88bce14ec8433be74f554473/image.png" />
         <pubDate>2025-05-05 21:18:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/larissaisabely787/xe3dkz8qnwpno5dx/wish/3437040849</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Independência do Brasil </title>
         <author>larissaisabely787</author>
         <link>https://padlet.com/larissaisabely787/xe3dkz8qnwpno5dx/wish/3437043804</link>
         <description><![CDATA[<p>Um dos motivos de briga entre Brasil e Portugal era a nova Constituição portuguesa, que era liberal (com mais liberdade e menos poder do rei). Portugal queria que essa nova lei também fosse aplicada no Brasil. Em 1821, as Cortes portuguesas obrigaram que deputados brasileiros fossem eleitos, o que parecia uma tentativa de acabar com a união entre Brasil e Portugal.</p><p><br></p><p>Em 7 de setembro de 1822, às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, D. Pedro recebeu mensagens de conselheiros e da esposa dele, D. Leopoldina, dizendo para romper com Portugal. Ele decidiu, então, proclamar a independência do Brasil com o famoso grito “Independência ou Morte!”. Com isso, o Brasil se separou oficialmente de Portugal, e D. Pedro foi coroado imperador. </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3790727079/b549108c83eb897172493ee304dc0dfc/IMG_1282.jpeg" />
         <pubDate>2025-05-05 21:22:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/larissaisabely787/xe3dkz8qnwpno5dx/wish/3437043804</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Brasil independente </title>
         <author>larissaisabely787</author>
         <link>https://padlet.com/larissaisabely787/xe3dkz8qnwpno5dx/wish/3437047112</link>
         <description><![CDATA[<p>O primeiro governo do Brasil independente foi liderado por D. Pedro I, que, apesar de ter proclamado a independência, ainda era português. Isso gerava desconfiança, já que ele continuava se envolvendo com assuntos políticos de Portugal.</p><p><br/></p><p>D. Pedro teve que enfrentar vários problemas logo após a independência. O país passava por uma grave crise financeira, causada principalmente pelos altos gastos da Corte portuguesa antes da separação. Além disso, os portugueses que viviam no Brasil queriam manter seus privilégios, o que dificultava mudanças.</p><p><br/></p><p>A economia também não melhorou muito: o Brasil ainda dependia da agricultura voltada para exportação, e não havia um plano claro para acabar com a escravidão. Mesmo com a separação oficial de Portugal, o Brasil continuava com uma estrutura muito parecida com a do período colonial.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3790727079/4d151ccc2225c8d670b51ebd0a978187/image.jpeg" />
         <pubDate>2025-05-05 21:28:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/larissaisabely787/xe3dkz8qnwpno5dx/wish/3437047112</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lutas internas </title>
         <author>larissaisabely787</author>
         <link>https://padlet.com/larissaisabely787/xe3dkz8qnwpno5dx/wish/3437051689</link>
         <description><![CDATA[<p>A independência do Brasil, em 1822, não foi aceita por todos de forma pacífica. Algumas províncias, como partes do Norte e do Nordeste, continuavam ligadas a Portugal e não reconheciam D. Pedro como imperador. Nessas regiões, aconteceram conflitos contra o novo governo.</p><p><br></p><p>Como muitos soldados portugueses ainda estavam no Brasil, eles resistiram à separação. O governo de D. Pedro I teve que usar tropas e contratar soldados estrangeiros para combater essas resistências, especialmente com a ajuda dos ingleses.</p><p><br></p><p>Com muito esforço e até com empréstimos, o governo conseguiu derrotar os rebeldes aos poucos. Mas isso gerou muitas dívidas e aumentou os gastos do Brasil, especialmente com as guerras e repressões. Só em 1825, a independência foi oficialmente reconhecida por Portugal, com o Tratado de Paz.</p><p><br></p><p>Mesmo assim, o novo governo teve dificuldade de se impor em todo o país. Muitas regiões, como Maranhão, Pará e Cisplatina, ainda estavam ligadas a Portugal. Só províncias como Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais apoiaram D. Pedro logo no início.</p><p><br></p><p>Entre 1825 e 1828, a dívida externa do Brasil dobrou, mostrando como foi caro manter o controle e consolidar</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3790727079/31f908912d16beeae1a8302d9a9af561/image.png" />
         <pubDate>2025-05-05 21:36:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/larissaisabely787/xe3dkz8qnwpno5dx/wish/3437051689</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lutas externas </title>
         <author>larissaisabely787</author>
         <link>https://padlet.com/larissaisabely787/xe3dkz8qnwpno5dx/wish/3437055571</link>
         <description><![CDATA[<p>Depois de conquistar a independência, o Brasil ainda precisava que outros países reconhecessem essa nova condição para garantir respeito internacional. O primeiro país a reconhecer foi os Estados Unidos, em 1824, influenciado pela Doutrina Monroe, que defendia a autonomia das nações americanas frente à Europa.</p><p><br/></p><p>Já o reconhecimento por parte de Portugal só veio em 1825, depois de muitas negociações e reuniões entre diplomatas. Portugal só aceitou depois que o Brasil concordou em pagar uma indenização em dinheiro ao rei D. João VI, além de assumir dívidas antigas.</p><p><br/></p><p>Para conseguir o dinheiro e pagar essa quantia, o Brasil fez um empréstimo com os ingleses. Como parte do acordo, o Brasil também aceitou tratados comerciais que favoreciam os produtos ingleses, o que dificultava o crescimento da indústria bra</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3790727079/36d3fec9c2d9f5652eb567b7d7aa4a70/image.png" />
         <pubDate>2025-05-05 21:43:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/larissaisabely787/xe3dkz8qnwpno5dx/wish/3437055571</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Assembleia constituinte </title>
         <author>larissaisabely787</author>
         <link>https://padlet.com/larissaisabely787/xe3dkz8qnwpno5dx/wish/3437057582</link>
         <description><![CDATA[<p>Mesmo com o reconhecimento da independência do Brasil, ainda havia muitos desafios internos. Em 1823, D. Pedro I convocou uma Assembleia Constituinte para criar uma nova Constituição. A ideia era que essa Constituição refletisse os interesses do Brasil recém-independente.</p><p><br></p><p>No entanto, surgiram conflitos. Os deputados estavam divididos: alguns defendiam mais autonomia para o povo e queriam limitar o poder do imperador; outros, ligados ao “partido português”, apoiavam D. Pedro e queriam manter seu poder forte.</p><p><br></p><p>A Assembleia chegou a elaborar um projeto de Constituição, mas D. Pedro I não gostou de alguns pontos, como:</p><p><br></p><ul><li><p>O fim do poder do imperador de fechar a Assembleia;</p></li><li><p>A proibição de estrangeiros (como portugueses) de ocuparem cargos como deputados e senadores.</p></li></ul><p><br></p><p><br></p><p>Por isso, D. Pedro I dissolveu a Assembleia, prendeu e expulsou do país alguns deputados, inclusive os irmãos Andrada, que eram seus antigos aliados. Depois, ele nomeou um grupo de confiança para criar uma nova Constituição.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3790727079/a949cabfcfccffaad7f817873906442f/image.jpeg" />
         <pubDate>2025-05-05 21:47:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/larissaisabely787/xe3dkz8qnwpno5dx/wish/3437057582</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Constituição de 1824</title>
         <author>larissaisabely787</author>
         <link>https://padlet.com/larissaisabely787/xe3dkz8qnwpno5dx/wish/3437059786</link>
         <description><![CDATA[<p>A Constituição do Brasil de 1824 foi a primeira do país e foi outorgada, ou seja, imposta por D. Pedro I, sem ser aprovada por representantes do povo. Ela estabeleceu que o Brasil seria uma monarquia hereditária, com eleições para deputados, senadores e membros dos conselhos provinciais. No entanto, nem todos podiam votar ou ser eleitos: escravizados, mulheres, menores de 25 anos, religiosos que viviam em conventos e pessoas pobres ou presas, por exemplo, estavam excluídos.</p><p><br></p><p>A Constituição criou quatro poderes:</p><p><br></p><ul><li><p>Executivo (imperador e ministros)</p></li><li><p>Legislativo (Assembleia com deputados e senadores)</p></li><li><p>Judiciário (juízes e tribunais)</p></li><li><p>Moderador, exclusivo do imperador, com muito poder: ele podia nomear e demitir autoridades, além de fechar a Assembleia quando quisesse.</p></li></ul><p><br></p><p><br></p><p>Apesar do catolicismo ser a religião oficial, o texto permitiu outras religiões, desde que seus cultos fossem feitos em locais fechados. Mesmo assim, quem não fosse católico não podia ocupar cargos no governo.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3790727079/df2da004c2c6ba8837bd92cea8fe0b5d/image.jpeg" />
         <pubDate>2025-05-05 21:51:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/larissaisabely787/xe3dkz8qnwpno5dx/wish/3437059786</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Confederação do Equador </title>
         <author>larissaisabely787</author>
         <link>https://padlet.com/larissaisabely787/xe3dkz8qnwpno5dx/wish/3437064089</link>
         <description><![CDATA[<p>Após a imposição da Constituição de 1824 e o fim da Assembleia Constituinte, surgiram tensões nas províncias. Dois grupos políticos se destacaram:</p><p><br></p><ul><li><p>Centralistas: defendiam um governo forte e centralizado, com mais poder para o imperador.</p></li><li><p>Federalistas: queriam mais autonomia para as províncias, tanto política quanto econômica.</p></li></ul><p><br></p><p><br></p><p>Em Pernambuco, os federalistas saíram vitoriosos em uma eleição local, mas o governo imperial não aceitou o resultado e interveio, o que gerou uma revolta conhecida como Confederação do Equador, em 1824.</p><p><br></p><p>A revolta começou em Pernambuco e se espalhou por outras províncias do Nordeste. Os revoltosos queriam um governo mais justo e federativo, inspirado nos ideais republicanos dos EUA. No entanto, o movimento foi reprimido com violência pelo imperador D. Pedro I, que contou com apoio de tropas inglesas. Muitos líderes foram mortos, como Frei Caneca.</p><p><br></p><p>A Confederação defendia ideias progressistas, como a república e o fim da centralização do poder, mas o medo de acabar com a escravidão afastou parte da elite local, o que ajudou no fracasso do movimento.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3790727079/e00efa471c5ac74c89d91d71d9f45fb4/image.png" />
         <pubDate>2025-05-05 21:57:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/larissaisabely787/xe3dkz8qnwpno5dx/wish/3437064089</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Guerra da Cisplatina </title>
         <author>larissaisabely787</author>
         <link>https://padlet.com/larissaisabely787/xe3dkz8qnwpno5dx/wish/3437066450</link>
         <description><![CDATA[<p>A Guerra da Cisplatina (1825–1828) foi um conflito entre o Brasil e as Províncias Unidas do Rio da Prata (atual Argentina) pela posse da região da Cisplatina, onde hoje é o Uruguai.</p><p><br/></p><p>Essa região havia sido anexada ao Brasil durante o período joanino (quando D. João VI estava no Brasil), mas os habitantes locais queriam independência. Em 1825, com apoio argentino, os cisplatinos (como eram chamados os moradores) se revoltaram contra o domínio brasileiro.</p><p><br/></p><p>O conflito durou três anos e foi desgastante para ambos os lados, com muitas batalhas e altos custos. No final, com a mediação da Inglaterra, foi assinado um acordo de paz e a Cisplatina se tornou um país independente: o Uruguai, em 1828.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3790727079/7b42ebc1941f928d064e6c0d5abd25ea/image.jpeg" />
         <pubDate>2025-05-05 22:01:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/larissaisabely787/xe3dkz8qnwpno5dx/wish/3437066450</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
