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      <title>Atividade final - Instalações elétrica industrial. by Euridice Santos Felinto</title>
      <link>https://padlet.com/santoseuridice/xe1jdwmnqvft8jjj</link>
      <description>Segue abaixo o meu resumo da disciplina de instalações elétrica industrial.


atenciosamente, Eurídice santos felino.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-14 23:07:47 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-03-16 01:04:35 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Geração de Energia Elétrica.</title>
         <author>santoseuridice</author>
         <link>https://padlet.com/santoseuridice/xe1jdwmnqvft8jjj/wish/2094950180</link>
         <description><![CDATA[<div>- A energia elétrica é a capacidade de trabalho de uma corrente elétrica e funciona através da conversão de energia por meio de diversos combustíveis, sejam eles gerados pela força da água, do vento ou pela luz solar.&nbsp;<br><br>Segue abaixo os tipos de energia elétrica e suas respectivas porcentagens de uso no mundo ;<br><br>Combustíveis fosseis (63,5%) : estas fontes são o petróleo e os seus subprodutos, o carvão mineral, o xisto e o gás natural. Eles são assim chamados porque foram formados há milhões de anos, por meio da deposição de matéria orgânica (plantas e animais mortos) nas bacias sedimentares. Nesse caso, a energia elétrica é formada a partir da combustão desses recursos minerais. O vapor produzido nessa queima movimenta turbinas acopladas a geradores. Isso ocorre nas chamadas Usinas Termoelétricas.<br><br>Hidrelétrica (16,3%) : Nas usinas hidrelétricas, várias transformações de energia ocorrem. O combustível gerador de energia é a energia potencial da água armazenada nos reservatórios. Ao descer os dutos forçados a água transforma sua energia potencial em cinética. Assim a força do fluxo das águas movimentam as turbinas, essas por sua vez estão conectadas fisicamente a geradores de energia possibilitando a conversão de energia mecânica em elétrica.<br><br></div><div>As usinas de geração hidráulica são classificadas de acordo com a potência instalada e tamanho do reservatório. Existem duas classificações para usinas menores, Pequena Central Hidrelétrica (PCH) e Central Geradora Hidráulica (CGH). As Pequenas Centrais Hidrelétricas são usinas com reservatório de até três quilômetros quadrados e com potência instalada entre 1 e 30 MW. As Centrais Geradoras Hidráulicas, por outro lado, são usinas com potência máxima de até 1 MW.<br><br>Nuclear (10,0%) : O princípio de funcionamento da usina nuclear se baseia na geração de calor da <a href="https://www.terra.com.br/noticias/ciencia/descoberta-da-fissao-nuclear-do-uranio-completa-74-anos,67dedae1d5dbb310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html">fusão do urânio</a> em um reator. Esse calor produz vapor, que aciona turbinas ligadas a geradores de corrente elétrica.<br><br>Biomassa e resíduos sólidos (2,5%) : Basicamente, pode ser considerada biomassa toda matéria orgânica cuja queima é usada para produzir energia. A biomassa é queimada em caldeiras que fervem água e o vapor d’água aciona turbinas que acoplados a geradores elétricos, geram energia. Alguns exemplos de matéria-prima de biomassa são: etanol, lenha ou outros resíduos florestais, como cavaco de madeira e capim elefante, casca de arroz, bagaço da cana-de-açúcar, bagaço da castanha, bagaço do coco ou outros resíduos agrícolas. O bagaço da cana de açúcar representa 78% do uso de biomassa no Brasil, resultado da grande sobra de matéria orgânica da produção de etanol para uso como combustível.<br><br>Eólica (5,0%) : - Energia eólica com hélices;&nbsp;</div><div>As turbinas eólicas, ou aero geradores, produzem eletricidade pela conversão da energia cinética do ar ao movimentar as hélices para energia elétrica. A turbina está acoplado ao gerador elétrico que converte o energia cinética energia elétrica. Há turbinas eólicas de dois tipos: as com eixo horizontal que são as mais comuns e as com eixo vertical.&nbsp;<br><br><br>Energia eólica sem hélices;&nbsp;</div><div>Há ainda mastros sem hélices, ou seja, elas não tem pás. Quando o ar passa ao redor de estruturas, o mastro oscila, e isso é o segredo para a geração de energia. A oscilação causada pelo vento – um movimento mecânico – é convertida em eletricidade por um alternador localizado na base do poste. Esse tipo de estrutura tem as vantagens de ser mais silenciosa, leve e mais barata quando comparado a turbinas eólicas convencionais, além de não afetar pássaros. É a energia dos ventos.<br><br>Maremotriz (0,1%) : a eletricidade gerada pelo sistema de energia maremotriz é a movimentação de energia mecânica das marés que explica como a energia elétrica é produzida. As ondas do mar fazem a movimentação das boias e hastes e acionam cilindros pneumáticos ou hidráulicos que movimentam turbinas instaladas dentro da água, de forma semelhante como a hidráulica. Também é conhecida como energia marinha ou energia marítima. Essas máquinas são chamadas de <em>wave energy converter</em> (WEC, na sigla em inglês), ou Conversor da Energia das Ondas.<br><br>Solar ( 2,3%) : - Fotovoltaica; Neste caso, os módulos fotovoltaicos captam a luz do Sol, transformando a sua energia radiante diretamente em energia elétrica através do efeito fotovoltaico.<br><br><br>- Fototérmica; O calor do sol é refletido através de um conjunto de espelhos e concentrado em um único ponto. Todo esse calor faz a água contida nesse reservatório central se transformar em vapor que aciona uma usina termoelétrica.<br><br>Geotérmica (0,3%) : é possível obter energia elétrica transformando a energia térmica (calor) do magma que fica no interior da crosta terrestre. Esse calor é obtido perfurando o solo até o subsolo, onde constantemente são produzidos vapores e água quente, que são conduzidos à superfície por dutos.</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 01:40:31 UTC</pubDate>
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         <title>Conversão da energia solar</title>
         <author>santoseuridice</author>
         <link>https://padlet.com/santoseuridice/xe1jdwmnqvft8jjj/wish/2096896219</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Tecnologia fotovoltaica: </strong><br><br><strong>Célula fotovoltaica:</strong> converte a energia solar diretamente em energia elétrica <br><br><strong>Módulo fotovoltaico:</strong> Módulo fotovoltaico é termo técnico para placa solar ou painel solar. O módulo fotovoltaico é composto por 36 a 72 células solares produzidas normalmente por silício e é utilizado para a captação da luz do sol, com a função de converter a luz solar em energia elétrica fotovoltaica. <br><br><strong>Arranjo fotovoltaico: </strong>Um arranjo fotovoltaico é um conjunto de módulos fotovoltaicos ou subarranjos fotovoltaicos mecânica e eletricamente integrados, incluindo a estrutura de suporte. Não inclui sua fundação, aparato de rastreamento, controle térmico e outros elementos similares.<br><br><strong>Módulo fotovoltaico:</strong> Reunião de células ligadas em série;<br> Vmódulo= N de células x Vcélula <br>lmódulo= lcélula<br><br><strong>- Parâmetros de uma célula fotovoltaica </strong><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;-&nbsp; Corrente de curto circuito (lsc);<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;-&nbsp; Tensão de curto circuito aberto&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;(Voc);<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- Ponto de potência máxima (MPP),&nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;neste ponto temos a corrente lmpp e&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;a tensão Vmpp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- Fator de forma (FF)<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - Rendimento (n)<br><br><strong>Estrutura mecânica do módulo:</strong> <br><br><strong>- Composição do painel: </strong><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- Moldura de alúminio<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- Vidro especial<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; -&nbsp; Película encapsulante -&nbsp; EVA<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - Células fotovoltaicas<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- Película encapsulante -&nbsp; EVA<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- Backsheet ( fundo protetor)<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - Caixa de junção.<br><br><strong>Ligações de painéis em série:</strong><br><br>Normalmente os módulos são conectados em série -&gt; arranjo fotovoltaico.<br><br><strong>Obs: </strong>apenas módulos do mesmo tipo devem ser conectados em série.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A tensão do arranjo (Varranjo) é igual a soma das tensões de cada módulo (Vmod);<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A corrente do arranjo (Iarranjo) será igual a corrente de um módulo (Imod).<br><br><strong>Ligações de painéis em paralelo:</strong><br><br>Existem sistemas que necessitam de maior corrente, sendo necessário a ligação dos módulos em paralelo<br><br><strong>Obs: </strong>Apenas módulos do mesmo tipo devem ser conectados em paralelo.<br><br>&nbsp; &nbsp;- A tensão do arranjo (Varranjo) é igual a tensão de um módulo;<br>&nbsp; &nbsp;- A corrente do arranjo (Iarranjo) será igual a corrente de um módulo (Imod).<br><br><strong>Ligações de painéis em série e paralelo:<br></strong><br>&nbsp;- Normalmente os módulos são conectados em série: Arranjo fotovoltaico.<br><br><strong>obs:</strong> apenas módulos do mesmo tipo devem ser conectados em série.<br> <br>&nbsp; <strong>&nbsp;- A tensão do arranjo</strong> (Varranjo) é igual a soma das tensões de cada módulo;<br><strong>&nbsp; -&nbsp; A corrente do arranjo</strong> (Iarranjo) será igual a soma das correntes de cada ligação&nbsp; série (Imod).<br><br><strong>Sistemas com células fotovoltaicas :<br></strong><br><strong>&nbsp;- Sistema isolado:</strong> O controlador de carga: faz a função de evitar sobrecargas ou descargas exageradas na báteria;<br>Painel solar: faz a função de transformar energia solar em eletricidade;<br>As baterias: armazenam energia; <br>Inversor: é um aparelho capaz de converter a energia gerada pelos painéis fotovoltaicos, que são em corrente e tensões contínuas (CC), em tensões e correntes alternadas (CA)<br><br><strong>Sistema Hibrido:</strong> é abastecido por energia solar e energia eólica inclui módulos fotovoltaicos, uma turbina eólica pequena, tecnologia de controle elétrico e algumas baterias para os períodos de baixa geração de energia, e utilização posterior. A energia híbrida também pode ser independente. Para isso o sistema de energia verde precisa ser estruturado utilizando energia eólica e energia solar, para então suportar um sistema que não precisa da fonte de alimentação (toda a eletricidade vem da energia renovável, o vento e sol). Outro tipo de sistema híbrido, é o que é abastecido por energia eólica e energia solar, ele pode ser montado a partir de um gerador de vento e painéis solares. Durante a noite, esse sistema continua a ser alimentado pelo gerador de energia eólica, juntamente com a energia que ficou armazenada nas baterias. <br> <br><strong>Conectado a rede : </strong>O sistema de energia solar on-grid, ou sistema fotovoltaico conectado à rede, é o sistema que permanece conectado à rede de distribuição, assim, em momentos em que não há produção de energia, é possível utilizá-la da distribuidora e, em casos de excesso de produção, recebem-se créditos de energia.</div><div>O sistema fotovoltaico on-grid é formado por equipamentos com a função de converter a energia solar em eletricidade e, por serem ligados à rede, também podem inseri-la diretamente na rede elétrica, transferindo o excesso de energia gerada para a distribuidora e economizando até 95% da conta de luz.</div><div>Graças ao sistema on-grid, não é necessário um investimento em baterias solares, barateando a instalação do sistema, além de reduzir sua conta de luz com a utilização dos créditos de energia.</div><div><br><br><br><br></div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 23:29:17 UTC</pubDate>
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         <title>ANEEL divulga desempenho e ranking das distribuidoras sobre fornecimento de energia em 2021</title>
         <author>santoseuridice</author>
         <link>https://padlet.com/santoseuridice/xe1jdwmnqvft8jjj/wish/2096913350</link>
         <description><![CDATA[<div>Aneel: A Agência Nacional de Energia Elétrica (<strong>ANEEL</strong>), autarquia em regime especial vinculada ao Ministério de Minas e Energia, foi criada para regular o setor elétrico brasileiro, por meio da Lei nº 9.427/1996 e do Decreto nº 2.335/1997.<br><br>Oque compete a Aneel: normatizar as políticas e diretrizes estabelecidas pelo Governo federal para o setor elétrico, fiscalizar a prestação do fornecimento de energia elétrica à sociedade e fazer a mediação de conflitos entre os agentes do setor.<br><br>Após&nbsp; informações prévias sobre a empresa, podemos partir para o ponto principal dessa pesquisa: informar o leitor sobre a recente divulgação feita pela &nbsp; Aneel sobre&nbsp; o&nbsp; desempenho e ranking das distribuidoras a respeito do&nbsp; fornecimento de energia em 2021<br><br>A qualidade dos serviços de distribuição de energia elétrica alcançou em 2021 o segundo melhor resultado da série histórica acompanhada desde 2000, conforme apontam os indicadores DEC¹* e FEC** apurados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). O DEC global do Brasil permaneceu abaixo do limite estabelecido pela ANEEL. Já o FEC global alcançou o seu melhor desempenho histórico em 2021, também ficando abaixo do limite definido pela ANEEL. Ao longo de 2021, o serviço de fornecimento de eletricidade permaneceu disponível por 99,865% do tempo, na média do Brasil.&nbsp;<br><br></div><div>Os consumidores ficaram 11,84 horas em média sem energia (DEC) no ano. A frequência (FEC) das interrupções se manteve em trajetória decrescente, reduzindo de 6,06 interrupções em 2020 para 5,98 interrupções em média por consumidor em 2021.<br><br></div><div>O avanço observado nos últimos anos é resultado de diversas ações da ANEEL, tais como as novas regras de qualidade do fornecimento nos contratos de concessão das distribuidoras, a adoção de planos de resultados para as distribuidoras que apresentavam mau desempenho, as compensações financeiras aos consumidores, as fiscalizações da Agência e a definição de limites de interrupção decrescentes para as concessionárias.&nbsp;<br><br>A ANEEL publica hoje (15 de março, dia do consumidor) o Ranking de Continuidade, instrumento que compara o desempenho de uma distribuidora em relação às demais empresas do país no quesito de continuidade do fornecimento de energia elétrica.<br><br></div><div>A classificação é elaborada com base no Desempenho Global de Continuidade (DGC), formado a partir da comparação dos valores apurados de DEC e FEC das concessionárias em relação aos limites estabelecidos pela ANEEL para esses indicadores. A partir dessa comparação, há um incentivo para que as concessionárias busquem a melhoria contínua da qualidade do serviço.<br><br></div><div>A Agência avaliou todas as concessionárias do país no período de janeiro a dezembro de 2021, divididas em dois grupos: concessionárias de grande porte (com número de unidades consumidoras maior que 400 mil); e concessionárias de menor porte (com o número de unidades consumidoras menor ou igual a 400 mil).<br><br></div><div>Das empresas de grande porte, a primeira colocada foi a Companhia Energética do Rio Grande do Norte (COSERN, RN), seguida por Energisa Tocantins (ETO, TO) em segundo e Energisa Paraíba (EPB, PB) em terceiro. A distribuidora que mais evoluiu em 2021 foi a LIGHT, com um avanço de 10 posições, seguida por EPB e EDP SP, que melhoraram 8 posições em comparação ao ano de 2020. As últimas colocadas foram: ENEL GO (27º), EQUATORIAL MA (28º) e CEEE (29º). As concessionárias que mais regrediram no ranking foram a EQUATORIAL MA, que registrou queda de 20 posições, e a CELESC, com recuo de 9 posições em comparação a 2020.<br><br></div><div>Das empresas com até 400 mil consumidores, as melhores foram: Energisa Borborema (EBO, PB) e Empresa Força e Luz João Cesa (EFLJC, SC), empatadas em primeiro, seguidas pela DME Distribuição (DMED, MG) em terceiro. As distribuidoras que mais evoluíram em 2021 foram o DEMEI, com o avanço de 5 posições, e a SULGIPE, que melhorou 4 posições em comparação com o ano de 2020. As últimas nesse grupo foram COOPERALIANÇA (15º), DCELT (16º) e FORCEL (17º). As concessionárias que mais regrediram no ranking foram a DCELT, com recuo de 9 posições, e a MUXENERGIA, que caiu 3 posições em comparação a 2020.<br><br></div><div>As distribuidoras Amazonas Energia, CEA, Equatorial Alagoas, Equatorial Piauí, Energisa Acre, Energisa Rondônia e Roraima Energia foram excluídas excepcionalmente do ranking porque estiveram recentemente sob o regime de designação, com limites de indicadores flexibilizados.<br><br><strong>Compensações de Continuidade aos Consumidores<br></strong><br></div><div>O valor das compensações de continuidade pagas diretamente aos consumidores registrou aumento, passando de R$ 634 milhões, em 2020, para R$ 718 milhões em 2021. A quantidade de compensações também apresentou leve incremento, de 79,49 para 79,97 milhões.<br><br></div><div><br><br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 23:48:42 UTC</pubDate>
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         <title>ONS: PREVISÃO DE CARGA PARA O PLANEJAMENTO ANUAL DA OPERAÇÃO  ENERGÉTICA CICLO 2022 (2022-2026) </title>
         <author>santoseuridice</author>
         <link>https://padlet.com/santoseuridice/xe1jdwmnqvft8jjj/wish/2096920741</link>
         <description><![CDATA[<div>O Operador Nacional do Setor Elétrico – ONS, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE e a Empresa de Pesquisa Energética – EPE divulgam os dados de Previsão de carga para o Planejamento Anual da Operação Energética - Ciclo 2022 (2022-2026). Em 2022, a carga tem previsão de aumento 2,7% no SIN, considerando um incremento do PIB de 1,3%, chegando a 71.373 MWmédios. Para o período 2022-2026, a previsão é de um crescimento médio anual da carga de 3,4%, atingindo 81,604 MWmédios ao final do período.</div><div><br></div><div>As principais premissas consideradas para o curto prazo foram:</div><div>•	A economia brasileira segue em recuperação. Porém, em intensidade e ritmo inferior ao observado no 1º semestre deste ano.&nbsp;</div><div>•	No 2º semestre de 2021, os serviços devem crescer de forma mais intensa, em linha com o processo de reabertura da economia;</div><div>•	Política monetária mais restritiva em função da elevada inflação,&nbsp; devendo trazer impactos negativos à atividade econômica, sobretudo em 2022;</div><div>•	Incertezas relacionadas à situação fiscal também podem afetar a confiança dos agentes e, consequentemente, a atividade econômica;</div><div>•	Mercado de trabalho segue em processo de recuperação gradual;</div><div>•	A projeção de crescimento do PIB para 2022 foi revisada de 2,3% para 1,3%, ou seja 1,0% inferior à utilizada na 2ª Revisão Quadrimestral da carga para o PLAN 2021-2025;&nbsp;</div><div><br></div><div>Para o médio prazo, foram consideradas as seguintes premissas:</div><div>•	Ambiente de maior estabilidade econômica, com recuperação da confiança dos agentes e uma maior expansão da demanda interna e, consequentemente, do PIB;</div><div>•	As taxas de crescimento do PIB foram revisadas para baixo por conta das taxas de juros mais pressionadas e da maior incerteza fiscal;</div><div>•	O ambiente de maior estabilidade deve impulsionar os investimentos nos próximos anos, com destaque para o setor de infraestrutura;</div><div>•	Os setores exportadores, sobretudo os de commodities, devem apresentar um bom desempenho, impulsionados pelo cenário positivo para a economia mundial;</div><div><br></div><div>•	São riscos importantes para a concretização do cenário: a evolução da pandemia, o eventual surgimento de novas variantes do vírus com novas ondas de contaminação e restrições, o encaminhamento das questões fiscais, a dinâmica inflacionária e incertezas políticas e econômicas.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>A OPERAÇÃO ENERGÉTICA (PEN)</strong></div><div><br></div><div>Para avaliar as condições de atendimento ao consumo de energia elétrica em um horizonte de cinco anos à frente, do ponto de vista da segurança energética do suprimento, o ONS elabora estudos de planejamento da operação, formalizados no Plano da Operação Energética (PEN).<br><br></div><div>O PEN tem como principais insumos os critérios de garantia de suprimento estabelecidos pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), a oferta de energia contratada pelos leilões públicos, cujos cronogramas de implantação são acompanhados pelo DMSE/CMSE/MME e as previsões de carga para o planejamento anual da operação do SIN, desagregadas por subsistema, e suas revisões quadrimestrais, realizadas em conjunto pelo ONS, pela CCEE e pela EPE.&nbsp; Além de apresentar uma avaliação das condições de atendimento ao mercado previsto de energia elétrica no horizonte quinquenal, o PEN pode recomendar estudos de antecipação e/ou implantação de novas obras de geração e/ou transmissão ao Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE/MME), visando garantir a segurança da operação energética do Sistema Interligado Nacional. O PEN é elaborado anualmente, podendo ser revisto após sua edição caso ocorram fatos relevantes, que alterem as condições de atendimento avaliadas. A metodologia adotada nesse trabalho trata diferenciadamente dois períodos de seu horizonte de análise.<br>Como nos primeiros dois anos o desempenho do sistema depende basicamente das condições hidroenergéticas de curto prazo, em especial dos níveis de partida ao final da estação chuvosa, são determinadas medidas operativas de curto prazo que buscam proteger o sistema para diferentes hipóteses de severidade das estações seca (maio a novembro) e chuvosa (dezembro a abril do segundo ano), com o objetivo de garantir a segurança do atendimento.<br><br></div><div>São realizadas análises prospectivas e análises probabilísticas, procurando-se avaliar a evolução dos armazenamentos de cada subsistema e os requisitos de energias naturais afluentes (ENAs) para atingir níveis de segurança operativos. Estas análises subsidiam eventuais recomendações de ações operativas de curto prazo e/ou avaliações pelo CMSE/EPE quanto à viabilidade de antecipação de projetos em andamento.<br>Com relação aos últimos três anos do horizonte de análise, a expansão da geração e da transmissão é preponderante na segurança operativa do SIN. Para esse horizonte, são realizadas análises estruturais com cenários sintéticos e com o registro histórico de energias naturais afluentes, utilizando-se o modelo de otimização Newave, e analisando o desempenho do SIN com base na frequência relativa de séries com algum déficit de energia em cada ano e em cada subsistema para diferentes profundidades percentuais de corte da carga projetada.<br>Adicionalmente, são feitos balanços estáticos de energia e de demanda máxima.<br><br><strong>PLANO DA OPERAÇÃO ENERGÉTICA DOS SISTEMAS ISOLADOS (PEN SISOL)&nbsp;<br></strong><br></div><div><br></div><div><br>O PEN SISOL tem por objetivo apresentar as avaliações das condições de atendimento dos Sistemas Isolados Brasileiros para o próximo ano civil, subsidiando assim a Empresa de Pesquisa Energética – EPE quanto à eventual necessidade de estudos de planejamento da expansão para adequação da oferta de energia e a CCEE, no que diz respeito as estimativas de consumo de combustível e montantes de energia a serem supridos por contratos, para a elaboração do Plano Anual de Custos – PAC (CCEE).&nbsp;<br>Atualmente, existem 212 Sistemas Isolados, localizados principalmente na região norte, compreendendo os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Roraima, além da ilha de Fernando de Noronha, pertencente ao estado de Pernambuco.</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 23:56:48 UTC</pubDate>
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         <title>EPE: Empresa de Pesquisa Energética</title>
         <author>santoseuridice</author>
         <link>https://padlet.com/santoseuridice/xe1jdwmnqvft8jjj/wish/2096924731</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Oque é a EPE:</strong> A Empresa de Pesquisa Energética – EPE tem por finalidade prestar serviços ao Ministério de Minas e Energia (MME) na área de estudos e pesquisas destinadas a subsidiar o planejamento do setor energético, cobrindo energia elétrica, petróleo e gás natural e seus derivados e biocombustiveis. Somos uma empresa pública federal, dependente do Orçamento Geral da União. A empresa foi criada por meio de medida provisória convertida em lei pelo Congresso Nacional - Lei 10.847, de 15 de Março de 2004. E a efetivação se deu em um decreto de agosto de 2004.<br><br></div><div>A EPE foi criada com o objetivo de resgatar a responsabilidade constitucional do Estado nacional em assegurar as bases para o desenvolvimento sustentável da infraestrutura energética do país. &nbsp; A partir de sua criação, a atuação da EPE consolidou-se como parte fundamental de um ciclo de atividades que se inicia com as definições de políticas e diretrizes no âmbito do CNPE – Conselho Nacional de Política Energética e do MME. A partir dessas definições materializam-se os estudos e as pesquisas que irão efetivamente orientar o desenvolvimento do setor energético brasileiro.<br><br></div><div>Desde sua constituição, a EPE tem participado ativamente das grandes discussões que dizem respeito ao setor energético brasileiro. A Empresa atua no planejamento do setor energético nacional conduzindo os estudos e pesquisas que culminam na construção do conjunto de procedimentos e ações que visam à realização da política necessária ao suprimento de energia.<br><br></div><div>Nossa atuação requer ampla articulação com órgãos e instituições diversos. Nesse sentido, a EPE empreendeu, no âmbito setorial, estreita articulação com o Ministério de Minas e Energia - MME, com as agências reguladoras – Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis – ANP e Agência Nacional de Águas – ANA, com o Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS e com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE.<br><br></div><div>O Escritório Central da EPE funciona na cidade do Rio de Janeiro. Ocupa, hoje,&nbsp; seis andares do Edifício Marques do Reis, na Praça Pio X, 54. A sede da instituição fica em Brasília.<br><br><strong>Oque a EPE faz: </strong>A EPE atua em diversas áreas como: <a href="https://www.epe.gov.br/pt/areas-de-atuacao/energia-eletrica">Energia Elétrica</a>; <a href="https://www.epe.gov.br/pt/areas-de-atuacao/estatisticas">Estatísticas</a>; <a href="https://www.epe.gov.br/pt/areas-de-atuacao/economia-da-energia">Economia de Energia</a>; <a href="https://www.epe.gov.br/pt/areas-de-atuacao/petroleo-gas-e-biocombustiveis">Petróleo, Gás e Biocombustíveis</a>; <a href="https://www.epe.gov.br/pt/areas-de-atuacao/meio-ambiente">Estudos Socioambientais</a> e <a href="https://www.epe.gov.br/pt/areas-de-atuacao/planejamento-energetico">Planejamento Energético</a>.&nbsp;</div><div><br><br></div><div>Para atender a este amplo leque de atuação e aos objetivos a que se propõe a EPE conta com quatro diretorias e dez superintendências em sua estrutura, são elas:</div><div><strong><br>Diretoria de Estudos Econômico-Energéticos e Ambientais<br></strong><br></div><div>A Diretoria de Estudos Econômico-Energéticos e Ambientais é responsável por coordenar, orientar e acompanhar as atividades relacionadas aos estudos econômicos necessários à formulação de cenários referenciais para a expansão da oferta e da infraestrutura de energia; aos estudos da demanda de energia, incluídos os de energia elétrica, de combustíveis fósseis e de biocombustíveis; aos estudos do planejamento integrado dos recursos energéticos no longo prazo, aí incluídos os estudos setoriais sobre o uso da energia, o desenvolvimento tecnológico, a competitividade entre os energéticos, a sustentabilidade ambiental e o financiamento do setor de energia e aos estudos de impacto socioambiental de empreendimentos de geração e transmissão de energia elétrica e de expansão da capacidade de oferta de outros energéticos.<br><br></div><div>A Diretoria de Estudos Econômico-Energéticos e Ambientais conta, em sua estrutura organizacional, com a Superintendência de Estudos Econômicos e Energéticos e a Superintendência de Meio Ambiente.<br><br></div><div><strong><br>Superintendência De Estudos Econômicos e Energéticos<br></strong><br></div><div>À Superintendência de Estudos Econômicos e Energéticos compete elaborar estudos macroeconômicos necessários à formulação de cenários referenciais para os estudos de expansão da oferta e da infraestrutura de energia; promover estudos de mercado visando a definir cenários de demanda dos energéticos, aí incluídos energia elétrica, de combustíveis fósseis e de biocombustíveis; desenvolver estudos setoriais, inseridos no planejamento integrado de recursos energéticos em longo prazo, sobre o uso da energia, sobre a competitividade entre os energéticos e sobre a capacidade de financiamento do setor de energia;<br><br></div><div>É também de sua responsabilidade promover o acompanhamento e a análise regular do mercado dos diferentes energéticos; promover estudos e produzir informações para subsidiar planos e programas de desenvolvimento energético ambientalmente sustentável, inclusive, de eficiência energética; promover planos de metas voltadas para a utilização racional e conservação de energia;<br><br></div><div>Outras atribuições que também competem à Superintendência de Estudos Econômicos e Energéticos são: realizar estudos e projeções da Matriz Energética Brasileira; elaborar e providenciar a publicação do Balanço Energético Nacional; realizar estudos que identifiquem e quantifiquem os potenciais de recursos energéticos, bem como, sua perspectiva de uso no longo prazo; desenvolver os estudos do planejamento integrado dos recursos energéticos no longo prazo visando à formulação de alternativas para a composição da oferta de energia; desenvolver estudos setoriais, inseridos no planejamento integrado de recursos energéticos em longo prazo, sobre o desenvolvimento tecnológico e a sustentabilidade ambiental e promover as ações técnicas e administrativas necessárias à viabilização das atividades sob sua responsabilidade.<br><br></div><div><strong><br>Superintendência de Meio Ambiente<br></strong><br></div><div>À Superintendência de Meio Ambiente compete desenvolver, acompanhar, subsidiar e realizar os estudos socioambientais necessários ao planejamento energético; desenvolver, acompanhar, subsidiar e realizar os estudos socioambientais necessários ao dimensionamento dos projetos de geração e transmissão de energia elétrica e infraestrutura de combustíveis contemplados nos planos de expansão em curto, médio e longo prazo do sistema energético nacional.<br><br></div><div>É também de sua responsabilidade desenvolver, acompanhar, subsidiar e realizar os estudos socioambientais necessários à prospecção e inventários de recursos energéticos e a gestão do licenciamento prévio ambiental de novos empreendimentos selecionados e desenvolver estudos e produzir informações socioambientais para subsidiar planos e programas de desenvolvimento energético ambientalmente sustentável.<br><br></div><div><br></div><div><strong><br>Diretoria de Estudos de Energia Elétrica<br></strong><br></div><div>A Diretoria de Estudos de Energia Elétrica é responsável por coordenar, orientar e acompanhar as atividades de elaboração dos estudos necessários para o desenvolvimento dos planos de expansão da geração e transmissão de energia elétrica; dos estudos de viabilidade técnica econômica para os empreendimentos de geração e transmissão de energia elétrica; dos estudos para a determinação dos aproveitamentos ótimos dos potenciais hidráulicos; dos estudos necessários às definições dos parâmetros de planejamento para realização dos leilões de expansão do sistema de geração e transmissão do sistema elétrico; e ao suporte e participação das articulações relativas ao aproveitamento energético de rios compartilhados com países limítrofes.<br><br></div><div>A Diretoria de Estudos de Energia Elétrica conta, em sua estrutura organizacional, com a Superintendência de Planejamento da Geração, Superintendência de Projetos de Geração e a Superintendência de Transmissão de Energia.<br><br></div><div><strong><br>Superintendência de Planejamento da Geração<br></strong><br></div><div>À Superintendência de Planejamento da Geração compete desenvolver os estudos para os planos de expansão em curto, médio e longo prazo do parque de geração de energia elétrica nacional; desenvolver, acompanhar, subsidiar e realizar os estudos necessários à definição dos parâmetros técnicos e econômicos para a realização dos leilões de compra de energia elétrica no ambiente de comercialização regulado e comercialização de energia, como a garantia física.<br><br></div><div>É também de sua responsabilidade desenvolver, acompanhar, subsidiar e realizar os estudos necessários para a habilitação técnica dos empreendimentos de geração de energia elétrica que participarão dos leilões de energia nova e desenvolver, acompanhar, subsidiar e realizar os estudos necessários ao dimensionamento dos projetos de engenharia dos empreendimentos de geração de energia elétrica tanto de inventário, quanto de viabilidade técnica e econômica.<br><br></div><div><strong><br>Superintendência de Projetos da Geração<br></strong><br></div><div>À Superintendência de Projetos de Geração compete desenvolver, acompanhar, subsidiar e realizar os estudos necessários para habilitação técnica dos novos empreendimentos de geração de energia de elétrica que participarão dos leilões de energia para suprimento tanto ao Sistema Interligados como aos Sistemas Isolados.&nbsp; &nbsp;<br><br></div><div>É também de sua responsabilidade desenvolver, acompanhar, subsidiar e realizar os estudos necessários ao dimensionamento dos projetos de engenharia dos empreendimentos de geração de energia elétrica tanto na etapa de inventário, quanto de viabilidade técnica e econômica.&nbsp;<br><br></div><div>Outras atribuições que também competem à Superintendência de Projetos de Geração são a realização de estudos técnicos e econômico-financeiros relacionados a projetos de geração de energia para apoio à elaboração dos planos de expansão e às decisões do MME, incluindo por exemplo a definição dos preços-teto dos leilões de geração e outros aspectos da regulação setorial.<br><br></div><div><strong><br>Superintendência de Transmissão de Energia<br></strong><br></div><div>À Superintendência de Transmissão de Energia compete desenvolver e realizar os estudos necessários para o desenvolvimento dos planos de expansão em curto e médio prazo do sistema de transmissão de energia elétrica nacional, bem como, acompanhar e subsidiar os estudos em longo prazo; desenvolver, acompanhar, subsidiar e realizar os estudos necessários à definição dos parâmetros técnicos e econômicos para a realização dos leilões de concessão das instalações de transmissão de energia elétrica da rede básica nacional; e<br><br></div><div>É também de sua responsabilidade desenvolver, acompanhar, subsidiar e realizar os estudos necessários à definição dos projetos de engenharia das instalações de transmissão de energia elétrica e das conexões de cargas elétricas e usinas geradoras de energia elétrica ao sistema.<br><br></div><div><br></div><div><strong><br>Diretoria de Estudos do Petróleo, Gás e Biocombustíveis<br></strong><br></div><div>A Diretoria de Estudos do Petróleo, Gás e Biocombustíveis é responsável por coordenar, orientar e acompanhar as atividades de estudos de gestão dos recursos e reservas de petróleo e seus derivados e gás natural; de estudos sobre a infraestrutura, oferta, produção, transformação, comercialização e abastecimento de petróleo e seus derivados, gás natural e biocombustíveis e de estudos sobre as indústrias nacional e internacional de petróleo, gás natural e biocombustíveis.<br><br></div><div>A Diretoria de Estudos do Petróleo, Gás e Biocombustíveis conta, em sua estrutura organizacional, com a Superintendência de Petróleo e a Superintendência de Gás Natural e Biocombustíveis.<br><br></div><div><strong><br>Superintendência de Petróleo<br></strong><br></div><div>À Superintendência de Petróleo compete elaborar estudos de gestão dos recursos e reservas de petróleo e gás natural; elaborar estudos sobre a infraestrutura, produção e transferência/escoamento de petróleo e gás natural; elaborar estudos sobre a infraestrutura, oferta, produção, transformação, comercialização e abastecimento de derivados de petróleo;<br><br></div><div>É também de sua responsabilidade elaborar estudos sobre as indústrias nacional e internacional de petróleo e seus derivados.<br><br></div><div><strong><br>Superintendência de Gás Natural e Biocombustíveis<br></strong><br></div><div>À Superintendência de Gás Natural e Biocombustíveis compete elaborar estudos sobre a infraestrutura, processamento, transporte, estocagem, oferta, comercialização e suprimento de gás natural; elaborar estudos sobre a infraestrutura, oferta, produção, transformação, comercialização e abastecimento de biocombustíveis;<br><br></div><div>É também de sua responsabilidade elaborar e/ou avaliar estudos de projetos de infraestrutura de gás natural e de biocombustíveis e elaborar estudos sobre os mercados nacional e internacional de gás natural e biocombustíveis.<br><br></div><div><br></div><div><strong><br>Diretoria de Gestão Corporativa<br></strong><br></div><div>A Diretoria de Gestão Corporativa é responsável por orientar, coordenar e acompanhar as atividades econômicas, financeiras, orçamentárias, patrimoniais e contábeis da Empresa e a gestão da infraestrutura corporativa necessária ao funcionamento da Empresa, incluindo a cadeia de suprimento de materiais e de serviços, os espaços físicos e as instalações, bem como a tecnologia da informação e de comunicação, de forma integrada aos processos de gestão de pessoas e do conhecimento.<br><br></div><div>A Diretoria de Gestão Corporativa conta, em sua estrutura organizacional, com a Superintendência de Recursos Financeiros, a Superintendência de Recursos Logísticos e a Superintendência de Tecnologia da Informação e Comunicações.<br><br></div><div><strong><br>Superintendência de Recursos Financeiros<br></strong><br></div><div>À Superintendência de Recursos Financeiros compete propor e acompanhar a execução do orçamento de investimentos e de custeio e promover a administração dos recursos financeiros.<br><br></div><div>É também de sua responsabilidade efetuar a execução e a análise contábil, fiscal e tributária e efetuar o controle contábil e patrimonial dos ativos e passivos.<br><br></div><div><strong><br>Superintendência de Recursos Logísticos<br></strong><br></div><div>À Superintendência de Recursos Logísticos compete promover a administração dos serviços gerais e do apoio administrativo e proceder às licitações e contratações de bens e serviços.<br><br></div><div>É também de sua responsabilidade promover a gestão, a capacitação e o desenvolvimento de pessoas e promover a gestão e a organização de processos.<br><br></div><div><strong><br>Superintendência de Tecnologia da Informação e Comunicações<br></strong><br></div><div>À Superintendência de Tecnologia da Informação e Comunicações compete promover a gestão e a administração dos recursos de tecnologia da informação e comunicações e promover a Segurança da Informação e Comunicações<br><br></div><div>É também de sua responsabilidade prover os sistemas de apoio às áreas finalísticas da Empresa e prover os sistemas de apoio à gestão da Empresa.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 00:01:02 UTC</pubDate>
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         <title> CERNE:  Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia </title>
         <author>santoseuridice</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE) </strong>é o mais importante centro de pensamento estratégico empresarial do Nordeste brasileiro, com atuação multisetorial quanto à exploração sustentável do recursos naturais e energéticos desta região brasileira. O CERNE trabalha integrando capacidades e recursos das empresas mantenedoras e de sua equipe própria para formular diretrizes, projetos e estratégias setoriais que contribuam para a gestão governamental local e para a criação de um ambiente favorável ao trabalho, ao investimento e à qualidade de vida na região Nordeste, em especial quanto ao desenvolvimento das fontes renováveis de energia (solar e eólica), uso sustentável dos recursos hídricos e minerais, consolidação do consumo responsável e da proteção socioambiental e desenvolvimento da inovação tecnológica e capacitação profissional locais. O CERNE é sustentado por grupos empresariais nacionais e internacionais, diretamente ou por meio de suas subsidiárias regionais. Os membros mantenedores do CERNE subdividem-se em duas categorias: a) Empreendedores (empresas com atuação direta ou indireta nos setores econômicos cobertos pelo CERNE); b) e Fornecedores (que prestam serviços e dedicam expertise técnica e especializada aos Operadores).<br><br></div><div><strong>Missão<br></strong><br></div><div>Promover a articulação e a integração das diferentes instâncias institucionais, acadêmicas, científicas, empresariais e governamentais relacionadas com a exploração sócio-econômica, preservação, planejamento e desenvolvimento dos recursos naturais e fontes energéticas com vistas à otimização, eficientização e, sobretudo, sustentabilidade das atividades a elas pertinentes, de forma a assegurar sua boa utilização no presente e em benefício das gerações futuras.<br><br></div><div><strong>Atuação<br></strong><br></div><div>Acompanhamento (informação) e apoio (inteligência) às atividades relativas à cadeia produtiva e comercial de recursos naturais (águas, minérios, solos e clima) e energéticos (petróleo, gás natural, biocombustíveis e fontes renováveis) e a projetos estruturais multisetoriais (infra-estrutura, logística etc.) de importância estratégica para a consolidação sustentável destas atividades bem como a captação e participação de organismos e investidores nacionais e internacionais.<br><br></div><div><strong>Princípios<br></strong><br></div><div>Proatividade, agilidade, transparência e onipresença. Comprometimento com o resultado e o sucesso de nossos mantenedores. Entender suas necessidades, trabalhar para gerar maior valor e superar suas expectativas. Conectar pessoas. Criar o novo. Zelar na precisão de informações, para dentro e para fora. A melhoria contínua, a cultura da excelência e o foco nos objetivos dos nossos mantenedores.<br><br></div><div><strong>Objetivo<br></strong><br></div><div>Ser um parceiro dos setores privado e público na busca por soluções objetivas e pragmáticas sobre os diversos desafios dos atores econômicos relacionados com o aproveitamento sustentável dos recursos naturais e da energia, permitindo que os diferentes participantes possam melhor se posicionar dentro do contexto dinâmico destes setores.<br><br></div><div><strong>Atividades<br></strong><br></div><div>O CERNE trabalha com projetos sob medida, que visam ampliar a inserção econômica do Rio Grande do Norte e do Nordeste no Brasil e no mundo e promover o desenvolvimento socioeconômico destas regiões por meio de massa crítica e reflexão sobre os rumos do setor de recursos naturais e energia, nacional e internacional. Atividades do CERNE I. Constituir-se no principal pólo de integração entre as empresas, universidades e centros de pesquisa, visando ao fortalecimento e melhoria da atratividade e viabilidade dos projetos e investimentos relacionados com recursos naturais e energéticos assim como a competitividade da indústria de bens e serviços a eles relacionada, estabelecidos no Rio Grande do Norte e na Região Nordeste do Brasil. II. Acompanhar a evolução tecnológica e regulatória bem como as tendências dos setores industriais, financeiros e operacionais relacionados com os recursos naturais e energéticos do Rio Grande do Norte e da Região Nordeste, em função da reorganização dos mesmos no Brasil e no mundo, e disponibilizar estas informações para todos os seus Membros III. Criar e manter atualizado um sistema de informação constituído de bases de dados sobre projetos e operações em curso nestas áreas, que atenda ao setor industrial, aos organismos governamentais, às agências de fomento e a centros tecnológicos e universitários. IV. Apoiar as iniciativas de pesquisa e desenvolvimento de novas técnicas e/ou tecnologias de projeto, materiais, equipamentos e produtos, metodologias e métodos de análise, valoração e teste/ensaios para o aproveitamento sustentável de recursos naturais e energéticos, com a participação de empresas, instituições de pesquisa e universidades, visando a sua transferência e/ou utilização; V. Desenvolver programas sociais, ambientais, educacionais, científicos, tecnológicos, culturais, esportivos, de lazer e saúde pública e de mobilização por investimentos públicos e privados que realizem a promoção do progresso e sustentabilidade em cada uma das respectivas áreas de atuação dos entes relacionados com recursos naturais e energia; VI. Conceber, elaborar e executar projetos, bem como desenvolver estudos técnicos e pesquisas relacionadas à sua Missão e assessorar tecnicamente quem atua ou tem pesquisas nas suas áreas de competência tecnológica; VII. Motivar e promover a criação de novos projetos e novas empresas com base tecnológica e gerencial voltada para o aproveitamento sustentável de recursos naturais e energéticos. VIII. Promover cursos, palestras, simpósios, seminários, congressos, encontros, e outros eventos relacionados com a promoção e implementação da sua Missão; IX. Promover a criação de cooperativas, associações e núcleos comunitários, e participar da instalação e funcionamento de campanhas, programas educacionais ou informativos, publicações e veículos de mídia ou outros canais que sirvam à conscientização, mobilização, informação ou capacitação, de forma a aprimorar e acelerar as ações relacionadas com a sua Missão; X. Desenvolver e participar de cursos profissionalizantes e técnicos buscando treinar, capacitar e certificar trabalhadores, usuários e empreendedores para sua consciente e correta inserção no mercado de trabalho e ambiente operacional dos setores relacionados aos recursos naturais e energia;<br><br></div><div><strong>Com vistas a efetivar os objetivos enumerados e, captar recursos para a consecução dos seus objetivos, poderá o CERNE:<br></strong><br></div><div>a) Celebrar contratos e convênios junto aos poderes públicos municipais, estaduais e da União Federal; Executivo (da administração publica direta e indireta, empresas públicas, sociedade de economia mista), Legislativo e Judiciário; bem como, junto aos poderes públicos na esfera internacional – ressalvados os seus objetivos; b) Firmar parcerias junto a outras organizações não governamentais – ONG’s, nacionais e internacionais, relacionadas a suas áreas afins; c) Receber doações de pessoas naturais ou jurídicas interessadas em investir em seus programas, projetos e pesquisas. d) Prestar serviços de natureza consultiva, remunerados ou não, a entidades relacionadas com os setores de recursos naturais e energia, ressalvada a pertinência com a sua Missão.<br><br>organograma</div><div><strong>Participantes<br></strong><br></div><div>O CERNE é sustentado por grupos empresariais nacionais e internacionais, diretamente ou por meio de suas subsidiárias regionais. Os membros mantenedores do CERNE subdividem-se em duas categorias: a) Empreendedores (empresas com atuação direta ou indireta nos setores econômicos cobertos pelo CERNE); b) e Fornecedores (que prestam serviços e dedicam expertise técnica e especializada aos Operadores).<br><br></div><div><strong>Filiação<br></strong><br></div><div>Para aplicar à filiação ao CERNE, a empresa preenche o TERMO DE ADESÃO PADRÃO, enviando ao CERNE, fisicamente, aos cuidados do Secretário Geral, juntamente com a cópia autenticada dos seus atos constitutivos consolidados e a documentação pessoal autenticada (RG e CPF) dos seus representantes legais. Em seguida, será dado conhecimento prévio à empresa dos seguintes documentos associativos, para fins de aprovação interna: 1) Ata da Assembléia de Fundação do CERNE devidamente registrada; 2) Estatuto Social do CERNE consolidado; 3) Todas as Ata da Assembléia Geral Extraordinária assinadas pelos membros fundadores disciplinando questões gerais. Para cada empresa a taxa de adesão é de R$ 1.700,00 (hum mil e setecentos reais), a ser paga de uma única vez, devendo seu pagamento ser realizado por cada empresa signatária até 05 (cinco) dias da assinatura do Termo de Adesão, por meio de cobrança via boleto. Em seguida, trimestralmente ter-se-á a efetivação da contribuição da empresa com o CERNE, de forma antecipada ao trimestre referência vindouro, no valor conforme a categoria de Membro Operador ou Membro Fornecedor em que a empresa for enquadrada.<br><br></div><div><strong>Por que filiar-se ao CERNE?<br></strong><br></div><div>Porque o trabalho do CERNE é concentrado geograficamente, e intersetorial quanto às suas bandeiras e projetos. No CERNE, o foco é a região Nordeste Setentrional: centrada em Natal/RN, expandindo-se numa direção até PB e PE, e noutra até CE e PI. Reconhecendo e trabalhando diretamente com as peculiaridades locais, setores tão variados e relevantes quanto os de energias renováveis, mineração e sal, petróleo e gás, aquicultura, agropecuária e urbanismo sustentáveis, mineração e outros se reúnem em torno de bandeiras comuns com força institucional e capacidade técnica para fazer as coisas acontecerem de verdade: cooperando com governos de todos os níveis, parlamentares, movimentos sociais, lideranças empresariais e sociais locais, especialistas e acadêmicos. As entidades setoriais nacionais normalmente se tornam parceiras do CERNE através de convênios não-onerosos, podendo atuar conjuntamente em causas de interesse específico. É o caso, por exemplo, do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP), entre outros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 00:06:04 UTC</pubDate>
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         <title>GERAÇÃO DE ENERGIA EÓLICA.</title>
         <author>santoseuridice</author>
         <link>https://padlet.com/santoseuridice/xe1jdwmnqvft8jjj/wish/2096964381</link>
         <description><![CDATA[<div>A Energia eólica é a energia gerada por meio dos ventos, os quais movimentam turbinas e transformam a energia mecânica em energia elétrica. Ela é considerada 100% limpa pois não polui o meio ambiente no processo de geração de energia, e é renovável já que tem como fonte um recurso inesgotável.<br><br><strong>O recurso Eólico: </strong><br><br>Energia = 1/2 m * (V)<sup>2<br></sup>Pvento = 1/2 p AV<sup>3<br></sup>P = Massa especifica do ar ,( kg/ m<sup>3</sup>)<strong><sup><br></sup></strong>A= Área em (m<sup>2</sup>)<br>V= velocidade do vento (m/s)<br><br>-&nbsp; <strong>Primeiro aerogerador 1888</strong><strong><mark><br></mark></strong>Em 1888, Charles F. Bruch, um industrial voltado para eletrificação em campo, ergueu na cidade de Cleveland, nos EUA, o primeiro cata-vento destinado à geração de energia elétrica. <em>Que, agora, podemos chamar de </em><strong><em>aerogerador</em></strong><em> ;<br></em><br></div><div>Era um aerogerador que fornecia 12kW em corrente contínua para carregamento de baterias, as quais eram destinadas, sobretudo, para o fornecimento de energia para 350 lâmpadas incandescentes.<br><br></div><div>A roda principal, possuía 144 pás, 17 m de diâmetro em uma torre de 18 m de altura. Todo o sistema era sustentado por um tubo metálico central de 36 cm que possibilitava o giro de todo o sistema acompanhando, assim, o vento predominante. Por 20 anos o sistema esteve em operação, sendo desativado em 1908.<br><br></div><div>Aliás, esse invento foi o primeiro e mais ambicioso teste de combinação de aerodinâmica, estrutura dos moinhos de vento e as recentes inovações tecnológicas na produção de energia elétrica.<br><br></div><div>Na Europa, por volta do ano de 1890, houve o interesse na ENERGIA EÓLICA COMO FONTE DE ENERGIA ELÉTRICA. Surgiu então o primeiro programa governamental incentivando o desenvolvimento eólico.<br><br><strong>Turbina do eixo vertical:<br><br></strong>&nbsp;São usadas principalmente por ter um melhor comportamento em ventos turbulentos e emitir baixos níveis de ruído em comparação às turbinas eólicas de eixo horizontal. Não menos importante, a estética desse tipo de turbina pode ser mais atrativa. Por essas razões esse tipo de aerogeradores são considerados mais apropriados para regiões urbanas ou semiurbanas.</div><div><br></div><div>Existem também três tipos principais de turbinas eólicas de eixo vertical:</div><div><br></div><ul><li><strong>&nbsp;Darrieus: </strong>São turbinas com perfil aerodinâmico desenhado de forma semelhante às asas dos aviões, criando sustentação para se movimentarem e gerar energia. Os aerogeradores Darrieus são mais eficientes que as turbinas do tipo Savonius.</li><li><strong>Savonius: </strong>A força predominante neste tipo de geradores é a força de arrasto, ou seja, as turbinas giram predominantemente pela pressão do ar sobre as pás. As turbinas Savonius são geralmente mais baratas e começam a girar a uma velocidade mais baixa em relação a outros tipos de turbinas eólicas, porém é o tipo de turbina eólica menos eficiente tomando em consideração a área de captação de energia e a produção anual da mesma.</li><li>&nbsp;<strong>Darrieus-Savonius:</strong> Turbina eólica híbrida com os sistemas Darrieus e Savonius acoplados ao mesmo eixo, os quais segundo os fabricantes usam as vantagens de cada um dos tipos de turbina.</li></ul><div>&nbsp;</div><div>As <em>desvantagens de uma turbina eólica de eixo vertical </em>são:</div><div>&nbsp;</div><ul><li>Menor desempenho comparado a uma turbina eólica de eixo horizontal.</li><li>As torres de sustentação são baixas, diminuindo o aproveitamento de maiores velocidades do vento.</li><li>Dependendo do fabricante a manutenção pode ser difícil e cara, por exemplo no caso onde as pás são fabricadas em alumínio, se apresentam problemas estruturais a longo prazo devido a esforços por fadiga. Também tem se relatado casos onde o rolamento superior quebra, e em ditos casos a troca do acessório pode ser complexa.</li><li>A modelagem matemática (aerodinâmica) é muito complexa dificultando o desenho.</li></ul><div><strong>Turbinas&nbsp; de eixo horizontal:</strong><br><br>As turbinas eólicas horizontais são o tipo de turbinas mais comuns para turbinas eólicas de grande e baixo porte devido à sua alta eficiência, investimento tecnológico e custo benefício. Estes tipos de turbinas são usadas principalmente em regiões agrícolas e com poucos obstáculos, como prédios ou árvores, pois requerem vento mais laminar ou pouco turbulento.</div><div><br></div><div>Geralmente o número de pás que encontramos neste tipo de turbinas são 3 . Mas por quê? Idealmente uma turbina eólica necessita ter de 1 a 4 pás para garantir a melhor eficiência. Contudo, com apenas uma pá teríamos problemas com o balanceamento da turbina e as vibrações a longo prazo poderiam destruir nossa pá. Com uma ou duas pás a turbina giraria muito rápido,&nbsp; o que causaria problemas, como ruído excessivo e esforços mecânicos altos causados pelo efeito da força centrífuga. Com 4 pás o ganho de eficiência comparado à turbina de 3 pás seria muito baixo e acrescido do investimento de ter mais uma pá. Esses são motivos que fazem com que a turbina de 4 pás seja pouco comum.&nbsp; &nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>O material das <em>pás geralmente é de fibra de vidro</em> devido ao fato de que uma das características fundamentais de uma pá é ser leve, resistente e durável. Também de fibra de vidro encontramos a carenagem e o cone, os quais além de melhorar o desempenho aerodinâmico do vento projetada ao redor da turbina, também ajudam a proteger os componentes internos do aerogerador.</div><div><br></div><div>&nbsp;Outra característica essencial deste tipo de turbinas é a necessidade de posicionar a turbina sempre no sentido do vento. Para as turbinas eólicas de pequeno porte, o posicionamento é feito de forma passiva, ou seja, a própria turbina tem a tendência de seguir ao vento sem a necessidade de uma cauda (sistemas downwind), mas em alguns casos se adiciona a dita cauda para evitar turbulências que a torre e a carcaça podem causar sobre as pás (sistemas upwind). O anel coletor é outra peça importante e indispensável em uma turbina eólica horizontal. Para explicar o porquê, devemos imaginar o que aconteceria se o cabo elétrico que estaria conectado ao gerador de imãs permanentes girasse junto com o gerador eólico buscando sempre o vento. Pois bem, o cabo ficaria enrolado tentando seguir a turbina, o que em algumas horas ou dias provocaria o mal funcionamento do sistema. Mas o que é um anel coletor? Um anel coletor tem basicamente duas partes principais, uma escova e um anel, e o contato dos dois gera uma corrente elétrica. Assim podemos por exemplo, deixar o anel girando junto com a turbina e as escovas fixas na torre, o que dispensa o uso de cabos para transferir energia da turbina à torre.</div><div>&nbsp;<br>Abaixo colocarei&nbsp; links de vídeos para melhor explicação do funcionamento da energia eólica:<br>&nbsp;1 -&gt;&nbsp; https://www.youtube.com/watch?v=fNudnI5tzf8&amp;t=4s<br>&nbsp;2 -&gt;&nbsp; https://www.youtube.com/watch?v=6MMECMJDWQk<br>&nbsp;3 -&gt; https://www.youtube.com/watch?v=6Fc3V0-ZA7k<br>&nbsp;4 -&gt; https://www.youtube.com/watch?v=V6lyCuw7VfU<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 00:32:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/santoseuridice/xe1jdwmnqvft8jjj/wish/2096964381</guid>
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      <item>
         <title>TARIFAÇÃO DA ENERGIA ELÉTRICA</title>
         <author>santoseuridice</author>
         <link>https://padlet.com/santoseuridice/xe1jdwmnqvft8jjj/wish/2097003292</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Grupo de consumidores</mark></strong><br> <strong>Grupo A:</strong> grupamento composto de unidades consumidoras<br>com fornecimento em tensão igual ou superior a 2,3 kV,<br>caracterizado pela tarifa binômia e subdividido nos seguintes<br>subgrupos:<br><br>a) subgrupo A1 – tensão de fornecimento igual ou superior a<br>230 kV;<br>b) subgrupo A2 – tensão de fornecimento de 88 kV a 138 kV;<br>c) subgrupo A3 – tensão de fornecimento de 69 kV;<br>d) subgrupo A3a – tensão de fornecimento de 30 kV a 44 kV;<br>e) subgrupo A4 – tensão de fornecimento de 2,3 kV a 25 kV; e<br>f) subgrupo AS – tensão de fornecimento inferior a 2,3 kV, a<br>partir de sistema subterrâneo de distribuição.<br><br><strong><mark>Grupo de consumidores</mark></strong><br><strong>Grupo B:</strong> grupamento composto de unidades consumidoras com<br>fornecimento em tensão inferior a 2,3 kV, caracterizado pela<br>tarifa monômia e subdividido nos seguintes subgrupos:<br><br>a) subgrupo B1 – residencial;<br>b) subgrupo B2 – rural;<br>c) subgrupo B3 – demais classes; e<br>d) subgrupo B4 – Iluminação Pública.<br><br><strong>Unidade Consumidora – Residencial (B1)</strong><br><br>I. residencial;<br>II. residencial baixa renda;<br>III. residencial baixa renda indígena;<br>IV. residencial baixa renda quilombola; e<br>V. residencial baixa renda benefício de prestação continuada da assistência social – BPC.<br><br><strong><mark>Unidade Consumidora – Rural (B2)</mark></strong><br>I. agropecuária rural<br>II. agropecuária urbana<br>III. residencial ruralcooperativa de eletrificação ruralagroindustrial<br>IV. serviço público de irrigação rural:<br>V. escola agrotécnica:<br>VI. aquicultura:<br><br><strong><mark>Unidade Consumidora – Demais Classes (B3)</mark></strong><br><strong>A classe comercial se subdivide nas seguintes subclasses:<br>comercial;</strong><br>I. serviços de transporte, exceto tração elétrica;<br>II. serviços de comunicações e telecomunicações;<br>III. associação e entidades filantrópicas;<br>IV. templos religiosos;<br>V. administração condominial: iluminação e instalações de uso comum de<br>prédio ou conjunto de edificações;<br>VI. iluminação em rodovias: solicitada por quem detenha concessão ou<br>autorização para administração em rodovias;<br>VII. semáforos, radares e câmeras de monitoramento de trânsito,<br>solicitados por quem detenha concessão ou autorização para controle<br>de trânsito; e<br>VIII. outros serviços e outras atividades.<br><br><strong><mark>Unidade Consumidora – Demais Classes (B3)</mark></strong><br> A classe poder público, independente da atividade a ser<br>desenvolvida, caracteriza-se pelo fornecimento à unidade<br>consumidora solicitado por pessoa jurídica de direito público que<br>assuma as responsabilidades inerentes à condição de consumidor,<br>incluindo a iluminação em rodovias e semáforos, radares e<br>câmeras de monitoramento de trânsito, exceto aqueles<br>classificáveis como serviço público de irrigação rural, escola<br>agrotécnica, iluminação pública e serviço público, considerando-se<br>as seguintes subclasses:<br>I. poder público federal;<br>II. poder público estadual ou distrital; e<br>III. poder público municipal.<br><br><strong><mark>Unidade Consumidora – Iluminação Pública (B4)</mark></strong><br>A classe iluminação pública, caracteriza-se pelo fornecimento<br>para iluminação de ruas, praças, avenidas, túneis, passagens<br>subterrâneas, jardins, vias, estradas, passarelas, abrigos de usuários<br>de transportes coletivos, logradouros de uso comum e livre acesso,<br>inclusive a iluminação de monumentos, fachadas, fontes luminosas e<br>obras de arte de valor histórico, cultural ou ambiental, localizadas<br>em áreas públicas e definidas por meio de legislação específica,<br>exceto o fornecimento de energia elétrica que tenha por objetivo<br>qualquer forma de propaganda ou publicidade, ou para realização<br>de atividades que visem a interesses econômicos.<br><br><strong><mark>Modalidades Tarifárias</mark></strong><br>É um conjunto de tarifas aplicáveis às componentes de<br>consumo de energia elétrica e demanda de potência<br>ativas, considerando as seguintes modalidades:<br><strong>A. modalidade tarifária monômia:</strong> aplicada às<br>unidades consumidoras do grupo B, caracterizada por<br>tarifas de consumo de energia elétrica,<br>independentemente das horas de utilização do dia;<br><br><strong>B. modalidade tarifária binômia: </strong>aplicada às<br>unidades consumidoras do grupo A, caracterizada por<br>tarifas de consumo de energia elétrica e demanda de<br>potência;<br><br><strong>C. bandeiras tarifárias: </strong>sistema tarifário que tem como<br>finalidade sinalizar aos consumidores faturados pela<br>distribuidora por meio da Tarifa de Energia, os custos<br>atuais da geração de energia elétrica;<br><br><strong><mark>Posto Tarifário</mark></strong><br><br> Período de tempo em horas para aplicação das tarifas de forma diferenciada ao longo do dia, considerando a seguinte divisão:<br><br> posto tarifário ponta: período composto por 3 (três) horas diárias consecutivas definidas pela<br>distribuidora considerando a curva de carga de<br>seu sistema elétrico, aprovado pela ANEEL para toda a área de concessão ou permissão, com exceção feita aos sábados, domingos, terça-feira de carnaval, sexta-feira da Paixão, Corpus<br>Christ. <br><br><strong><mark>Posto Tarifário</mark></strong><br><br>Na Cosern, conforme a área e conveniência da unidade<br>consumidora, os segmentos horários de ponta são das<br>17:00h às 20:00h, das 17:30 h às 20:30 h ou das 18:00h<br>às 21:00h.<br><br> <strong><mark>Posto tarifário fora de ponta:</mark></strong> período<br>composto pelo conjunto das horas diárias<br>consecutivas e complementares àquelas<br>definidas nos postos ponta e, para o Grupo B, intermediário;”<br><br><strong><mark>Estrutura Tarifária para Consumidores do Grupo A</mark></strong><br><br><strong><mark>Tarifa Binômia</mark></strong><br><br>◦ Consumo da energia elétrica;<br><br><strong><mark>◦ Demanda</mark></strong><br> Caso a demanda máxima registrada no período de<br>faturamento seja inferior à demanda contratada, será faturada<br>a demanda contratada multiplicada pela tarifa; Caso à demanda registrada seja superior à demanda<br>contratada, será faturado o valor registrado multiplicado pelo<br>valor da tarifa, desde que não ultrapasse o limite de 5%.<br><br><strong><mark>Estrutura Tarifária para Consumidores do Grupo A</mark></strong><br><br> Ex1:<br><br>◦ Demanda Contratada: 100 kW<br><br>◦ Demanda máxima registrada: 90 kW<br><br>◦ Fatura de energia elétrica: 100 kW x tarifa<br><br>Estrutura Tarifária para Consumidores do Grupo A<br><br> Ex2:<br><br>◦ Demanda Contratada: 100 kW<br><br>◦ Demanda máxima registrada: 104 kW<br><br>◦ Fatura de energia elétrica: 104 kW x tarifa<br><br>Estrutura Tarifária para Consumidores do Grupo A<br><br> Ex3:<br><br>◦ Demanda Contratada: 100 kW<br><br>◦ Demanda máxima registrada: 120 kW<br><br>◦ Fatura de energia elétrica:<br>(120 kW x tarifa) + (20 kW x 2 x tarifa)<br><br>Estrutura Tarifária para Consumidores do Grupo A<br><br> Demanda:<br><br>◦ Em novas instalações, os 3 primeiros meses de<br>faturamento são considerados como período de<br>teste;<br><br>◦ Durante o período de testes o consumidor pode<br>solicitar a modificação do valor da demanda<br>contratada sem a necessidade de cumprir nenhuma<br>carência de tempo;<br><br>◦ Após o período de teste, a efetivação da redução da<br>demanda contratada após 180 dias da solicitação. O<br>acréscimo do valor da demanda contratada pode ser<br>atendido de imediato.<br><br>Geradores de Energia Elétrica<br> A ideia de termos as modalidades horárias verde e azul, é para<br>que os consumidores diminuam o consumo de energia elétrica<br>no horários mais críticos do sistema, ou seja, no horário de<br>ponta;<br><br> Porém, muitas empresas não conseguem, ou não podem<br>diminuir seu consumo nesses horários, o que leva a encontrar<br>outras alternativas de suprimento de energia;<br><br> Para atender essa necessidade, o geradores à diesel podem<br>suprir a demanda de energia durante os horários de ponta, seja<br>de forma total ou parcial;<br><br> Para o seu correto dimensionamento é necessário dimensionar<br>a potência e o seu consumo.<br><br><strong>Modalidades Tarifárias – Enquadramento<br></strong><br> “As unidades consumidoras devem ser enquadradas nas<br>modalidades tarifárias conforme os seguintes critérios:<br>§ 1o Pertencentes ao grupo A:<br><br>I. na modalidade tarifária horária azul, aquelas com tensão<br>de fornecimento igual ou superior a 69 kV;<br><br>II. na modalidade tarifária horária azul ou verde, de acordo<br>com a opção do consumidor, aquelas com tensão de<br>fornecimento inferior a 69 kV.<br><br>Modalidades Tarifárias – Enquadramento<br><br> De acordo com a Resolução 414 Aneel, caso a demanda<br>contratada do consumidor seja igual ou inferior a 2.500<br>kW, a tensão de conexão deve ser inferior a 69 kV;<br><br> Porém se a demanda contratada for superior a 2.500 kW, a<br>tensão de conexão deve ser igual ou superior a 69 kV.<br><br>Estrutura Tarifária Horossazonal<br><br>Modalidades Tarifárias – Enquadramento<br><br>§ 2o Pertencentes ao grupo B:<br>I. na modalidade tarifária convencional monômia, de<br>forma compulsória e automática para todas as<br>unidades consumidoras;<br><br>Para casos em que o consumidor não usa a energia elétrica por um<br>determinado período, quando viaja de férias por exemplo, a<br>distribuidora cobra o valor mínimo na fatura.<br><br>Valores mínimos para cada perfil de unidade consumidora residencial: - Monofásico: 30 kWh; - Trifásico: 100 kWh.<br><br>Modalidades Tarifárias – Enquadramento<br><br>§ 2o Pertencentes ao grupo B:<br>Para que esse valor não seja cobrado, o consumidor tem a opção de<br>solicitar à concessionária o desligamento da unidade consumidora da<br>rede de distribuição;<br><br>Entretanto, quando decidir restabelecer o consumo de energia, terá de<br>pagar uma taxa para a execução de religação da rede.<br><br>Modalidades Tarifárias – Enquadramento<br><br>Cobrança pelo consumo de energia reativa grupo B:<br><br>A Resolução no 414 originalmente permitia a realização da cobrança do<br>fator de potência para unidades consumidoras do grupo B, porém em<br>23 julho de 2013 a Aneel publicou a Resolução no 569 proibindo a<br>realização dessa cobrança;<br><br>Essa resolução estabelece que o seu início de vigência ocorreria 30 dias<br>após a data de sua publicação, portanto desde 23 de agosto de 2013 as<br>distribuidoras não podem mais efetuar a cobrança do fator de potência<br>de unidades consumidoras do grupo B.<br><br>Modalidades Tarifárias – Enquadramento<br>§ 2o Pertencentes ao grupo B:<br>I. Tarifa Social de Baixa Renda;<br>Todos os consumidores residenciais com consumo mensal inferior a 80<br>kWh, ou aqueles cujo consumo esteja situado entre 80 e 220 kWh/mês<br>e que comprovem inscrição no Cadastro Único de Programas Sociais<br>do Governo Federal, fazem jus ao benefício da subvenção econômica da<br>subclasse residencial baixa renda.<br><br>Desconto em relação à classe residencial B1:<br><br>Modalidades Tarifárias – Enquadramento<br><br>§ 2o Pertencentes ao grupo B:<br><br>I. Tarifa consumidor B2 - Rural;<br><br>Desconto de 30% da Tarifa B1 – Residencial;<br><br>II. Tarifa consumidor B2 – Rural Irrigação entre 21:30<br>e 6:00.<br><br>Desconto de 73% da Tarifa B1 – Residencial.<br><br>Tarifa Branca<br><br> É uma nova opção que sinaliza aos consumidores a variação<br>do valor da energia conforme o dia e o horário do consumo;<br> Ela será oferecida para as unidades consumidoras que são<br>atendidas em baixa tensão (residências e pequenos comércios,<br>por exemplo);<br> A partir de 1o de janeiro de 2018, todas as distribuidoras do<br>país deverão atender aos pedidos de adesão à tarifa branca<br>das novas ligações e dos consumidores com média mensal<br>superior a 500kWh/mês;<br> Em 2019, deverão ser atendidas unidades com consumo<br>médio superior a 250kWh/mês e, em 2020, para os<br>consumidores de baixa tensão, qualquer que seja o consumo.<br><br>Controle de Consumo Fora de Ponta Intermediário Ponta<br><br>55% Tarifa<br>Convencional<br><br>3 x Tarifa<br>Convencional<br><br>5 x Tarifa<br>Convencional<br><br>Bandeiras Tarifárias<br><br> A partir de 2015, as contas de energia passaram a trazer uma novidade:<br>o sistema de Bandeiras Tarifárias.<br><br> O sistema possui três bandeiras: verde, amarela e vermelha - as mesmas<br>cores dos semáforos – e indicam se a energia custa mais ou menos, em<br>função das condições de geração de eletricidade:<br><br>a) Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa<br>não sofre nenhum acréscimo;<br><br>b) Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa<br>sofre acréscimo de R$ 2,50 a cada 100 kWh consumidos;<br><br>c) Bandeira vermelha: condições mais custosas de geração. A tarifa<br>sofre acréscimo de R$ 5,50 a cada 100 kWh consumidos.<br><br>Alíquotas<br> O ICMS (imposto sobre operações relativas à circulação de<br>mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte<br>interestadual, intermunicipal e de comunicação) é de<br>competência dos Estados e do Distrito Federal. No Rio<br>Grande do Norte, este varia de 18% à 27% de acordo com o<br>tipo de consumidor.<br> PIS - Programas de Integração Social e de Formação do<br>Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP, de que tratam o<br>art. 239 da Constituição de 1988 e de Leis<br>Complementares. A COSERN aplica 1,07%.<br> COFINS – Contribuição para Financiamento da Seguridade<br>Social.A COSERN aplica 5,85%.<br><br>Segue abaixo o vídeo explicando melhor esse conteúdo:<br><br>1 -&gt; https://www.youtube.com/watch?v=xNBZ1DB1E9g<br>2 -&gt; https://www.youtube.com/watch?v=jwpj_i7wz68<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 00:59:32 UTC</pubDate>
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