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      <title>Sonhos e Imaginação | 2º EM-CSD by L.F.W.</title>
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      <description>Narrativas feitas a partir da leitura da obra de Remedios Varo - Curadoria Priscilla Nannini</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-19 13:26:27 UTC</pubDate>
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         <title>Manoela 2A - Garden of Love, 1951</title>
         <author>luisf5</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sempre fiquei ali, por horas, pessoas iam e vinham, mas ninguém parava e observava, ninguém estendia mão, ninguém me preenchia. O tempo foi passando e eu estava cada vez mais morta por dentro, cada vez mais uma pedra. Até que paralisei por ali, porém isso não me impedia de escutar e observar qualquer coisa. Está aí uma coisa que eu adoro ouvir: os pássaros cantando, me dá uma imensa tranquilidade e, quando chegam esses humanos, essa tranquilidade acaba. Não tenho mais paciência para eles, eles nunca tiveram para mim, por que eu deveria? Eu era uma estranha.<br>Passados os dias, alguém tão estranho quanto eu, passou pela floresta e me encontrou, era um ser com corpo de homem e cabeça de ave, ele era azul, usava um casaco/ sobretudo amarelo e tinha, pendurado em seu corpo, uma espada. Era lindo. Foi ali que vi o amor novamente, que me despertou algo estranho. Ele me observava por horas, por dias, até que ele decide estender sua mão – não sabíamos que essa era a chave – então foi aí que de pedra, voltei a ser eu mesma, junto com o amor da minha vida. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 13:27:19 UTC</pubDate>
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         <title>Giovanna 2A - Lady Godiva, 1959</title>
         <author>luisf5</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pelo visto é uma mulher, ela está brava e empoderada segundo sua expressão facial, ela está cansada de ter que utilizar roupas que condizem com sua época, a cabeça dela é uma lua, ela anda seguindo-a. Como se a mulher tivesse uma ligação com ela, até os peixes estavam impressionados com essa mulher nua na rua, o homem da janela a encarando como se nunca tivesse visto uma mulher pelada, talvez não naquela situação. <br>A questão é que a mulher está sem rumo, talvez seja melhor seguir a lua do que seguir os padrões de sua sociedade, ela ficou assim para protestar contra todos e seguiu seu caminho. Ao mesmo tempo que parecia tão perdida, ela parecia tão segura...</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 13:30:51 UTC</pubDate>
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         <title>Arthur 2A - The souls of the mountain, 1938</title>
         <author>luisf5</author>
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         <description><![CDATA[<div>Num voo conturbado de balão, anie e seu marido se viram no meio de uma forte tempestade acima do limite do grande vale. Numa sexta ensolarada, aniversário do casal, decidiram que seria uma boa ideia experiênciar aquilo para além do entediante local que moravam. Cercado por montanhas, tinha uma grande extensão de uma vegetação por vezes viva, composta de imensos campos numa mistura de verde e marrom. O pasto e a plantação ao redor do grande lago no centro era a única opção de sobrevivência. E é por isso mesmo que o grande conglomerado de casas e mercados se encontrava em seu centro. Ao voar em direção ao limite do mundo, que não era mar nem cordilheira, mas sim grandes picos de pedra, uma grande neblina os assolou; e tamanha a dificuldade foi em entrecruzar as pontas de pedra, que subiram. Subiram ziguezagueando tanto, que achavam que na verdade estavam chegando ao céu, ao limite do concebível. Aquilo que parecia ser um astro divino num turbilhão de facas pontiagudas, nada mais era do que um rosto encrostado nas duas maiores pedras. Ao se aproximar, a neblina ficou para traz, assim como todo o mundo que conheciam, pois não estavam errados; haviam chegado ao limiar do real e do divino.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 13:49:08 UTC</pubDate>
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         <title>Luca 2A - Hacia La Torre, 1960</title>
         <author>luisf5</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um grupo de coral da igreja se veste com perucas e vestidos iguais para uma apresentação na praça da cidade em uma noite de domingo, vão todas em seus triciclos e o homem da frente as guiam e também carrega pombos que serão supostamente utilizados na apresentação, porém ninguém foi avisado sobre tal evento e ninguém sabia ao certo se o grupo de coral iria realmente fazer uma apresentação ou alguma outra coisa misteriosa após terem ficado dois meses trancadas naquele imenso castelo sem contato com o mundo exterior.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 14:01:19 UTC</pubDate>
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         <title>Bruna 2B - Disturbing Presence, 1959</title>
         <author>luisf5</author>
         <link>https://padlet.com/luisf5/xdzbrc6glwgmghmz/wish/964260182</link>
         <description><![CDATA[<div>A mulher está presa em sua própria cabeça. O rosto da cadeira tenta “puxar” ela de volta para a realidade, a lambida no pescoço é como se fosse um “beliscão”. A mesa representa o corpo dela e as raízes seriam uma referencia a fertilidade. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 19:49:13 UTC</pubDate>
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         <title>Celeste 2B - Locomoción capilar, 1959</title>
         <author>luisf5</author>
         <link>https://padlet.com/luisf5/xdzbrc6glwgmghmz/wish/964286313</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa cidade é muito peculiar... todos aqui andam com a cabeça nas nuvens, e hoje eu estava um pouco mais atenta. É perigoso andar atento por aqui, eles não permitem; quando estamos atentos notamos coisas que não deveriam ser notadas, e quando as notamos, eles apagam as nossas memórias. A cidade inteira possui um estado de entorpecimento, os pássaros voam baixo e as pessoas não notam as esquisitices que acontecem por aqui. Esses corredores da cidade subterrânea guardam segredos que ninguém nem imagina. Enquanto pensava nisso, senti um puxão, como uma corda amarrada ao meu redor me puxando. Fui pega. Não foi a primeira vez e nem a última que isso ocorreria, mas mesmo assim não posso simplesmente ignorar o que acontece nesses túneis. Como não vi nada comprometedor, minha memória não foi apagada (dessa vez). Mas eu sei que acontece alguma coisa e eu sei que essa coisa não é certa; não que eu me lembre do que vi, mas eu sei que acontece. E um dia eu vou descobrir. Mas agora, tenho que ser discreta, não quero ser pega mais uma vez.<br>Tudo ocorreu no dia seguinte, quando mais uma vez andava atenta pela cidade, sem as nuvens na cabeça e com os olhos bem abertos quando me pegaram pensando em meios de desmascarar os que estão no poder. Mais uma vez o puxão, mas agora cometi um crime. Não se contesta o poder, não se pensa nada além do que se é permitido. E a pena para crimes como esses são a morte. Escrevo isso do mundo dos mortos, e se você está lendo isso, continue o que comecei.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 20:06:15 UTC</pubDate>
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         <title>Atala 2B - Mulher saindo do psicanalista, 1960</title>
         <author>luisf5</author>
         <link>https://padlet.com/luisf5/xdzbrc6glwgmghmz/wish/964300084</link>
         <description><![CDATA[<div>A mulher estava saindo do psicanalista quando se deparou com uma figura esquisita, grande e coberta, assustadora. A mulher tenta não dar muita bola para esta figura, pensando que se tratava de apenas mais uma alucinação, portanto ela segue seu caminho. porém, ao contrário de outras visões que a mulher teve anteriormente, a figura sai do lugar e se desloca até sua frente obstruindo sua passagem. A mulher dá um passo para trás e tenta tocar na figura estranha. A figura por sua vez, assim que sente as mãos da mulher se encostando nela, desaparece, deixando para trás somente o cachecol que tinha em seu pescoço. A mulher confusa, pega o cachecol do chão e o leva para casa, andando sozinha nas ruas escuras, acompanhada como sempre de suas vozes e paranoias, porém desta vez, a dama tinha um belo  cachecol novo no pescoço.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 20:15:26 UTC</pubDate>
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         <title>Lia 2B - Bordando o manto da Terra, 1961</title>
         <author>luisf5</author>
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         <description><![CDATA[<div>Era uma vez uma garota com sua mãe numa casa do lado de uma linda floresta. O nome dela era Lia.  Um dia a sua mãe lhe chamou:  “Filha leve esses docinhos e sucos para sua vovozinha, não saia do caminho e não converse com ninguém”. Lá foi ela entrando na floresta e de repente apareceu um lobo muito mal, mas o que o lobo não sabia que ela podia matar ele.  Ela chegou na casa da vovozinha, arrumou a sala de jantar, depois dormiu e viveu feliz para sempre.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 20:20:06 UTC</pubDate>
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         <title>Anik 2B - Disturbing Presence, 1959</title>
         <author>luisf5</author>
         <link>https://padlet.com/luisf5/xdzbrc6glwgmghmz/wish/964312620</link>
         <description><![CDATA[<div>Na minha cabeça, nesta obra a mulher esta construindo a árvore de sua vida e as raízes da árvore vem das duas portas, a porta da frente e a porta dos fundos. A porta da frente representa a mulher e a do fundo a cabeça atrás dela, que não deixa de ser ela, é seu inconsciente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 20:24:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Malú 2B - Eyes on the table, 1938</title>
         <author>luisf5</author>
         <link>https://padlet.com/luisf5/xdzbrc6glwgmghmz/wish/964323109</link>
         <description><![CDATA[<div>Se eu fosse a artista, minha narrativa proposta para essa obra seria, o que os olhos não veem, o coração não sente. Vamos imaginar que temos sonhos que ainda não realizamos, e para ter uma noção de como seria, nós teríamos que colocar os óculos para entrar nesse sonho ainda não realizado. Sem esses óculos, nossos olhos ficariam perdidos, sem rumo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 20:31:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Joaquim 2B - Rheumatic Pain, 1948</title>
         <author>luisf5</author>
         <link>https://padlet.com/luisf5/xdzbrc6glwgmghmz/wish/964342856</link>
         <description><![CDATA[<div>Entendo a obra juntamente ao título, como uma representação da dor. Apesar do nome ser “Dor Reumática” acho que não se trata apenas da dor física/muscular, mas também a sentimental e trazida pelas dificuldades, onde essas chuvas de agulhas, fazem parte do caminho para chegada ao castelo, simbolizando um caminho,  onde é necessário passar pela dor até chegar ao final e alcançar aquilo que deseja. Também faço uma leitura de que as agulhas representam a acupuntura, onde através da dor das agulhas, conseguimos o relaxamento e “correção” dos músculos. Um dos motivos para acreditar nisso, é pela forma do corpo, no qual parece estar louvando/recebendo de braços abertos aquilo que cai do céu, o que não combina com a dor, onde é comum nos encolhermos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 20:46:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mateo 2B - Solar Music, 1955</title>
         <author>luisf5</author>
         <link>https://padlet.com/luisf5/xdzbrc6glwgmghmz/wish/964348519</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma mulher vai a floresta para tocar seu violino, quando encontra um lugar onde a mata é menos fechada, nota que só trouxe consigo seu arco, esquecendo o violino, encantada com os ocasionais raios solares que atravessavam a densa folhagem da mata, num devaneio se projeta fazendo música com aquela luz como se fossem as cordas do violino que lhe falta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 20:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Pedro Bezerra 2B - Jardim do Amor, 1951</title>
         <author>luisf5</author>
         <link>https://padlet.com/luisf5/xdzbrc6glwgmghmz/wish/964353002</link>
         <description><![CDATA[<div>"Em uma tarde de quinta-feira, um homem se aventurava pelos seus sonhos, em seu dia de folga do trabalho. Em um de seus sonhos, ele se encontrava em um bosque clareado, comendo uma maçã colhida há pouco e assoviando uma linda canção que ouvira de uma bela moça da cidade. Caminhando, cantando e seguindo a canção, o homem avista uma pequena casa em uma curta distância, seu assovio fica cada vez menos frequente e ele começa a apurar seus ouvidos. Ouvia a voz de uma mulher. Uma mulher de voz suave e que cantava a mesma música que o rapaz estava cantando. Ele então se aproximou e fez contato visual com a moça. Ela chamou a atenção do homem a primeira vista, sua pele era azul-celeste, suas feições bonitas, não tinha mais de 25 anos. O jovem foi se aproximando e começou a perguntar a moça sobre seu nome, idade, de onde era... ele não imaginava, mas seria a quantidade de informação que o levaria ao fim daquela tarde que até então estava maravilhosa. O homem descobriu que a menina se chamava Jasmin, tinha 25 anos, morava com a mãe num vilarejo próximo. 'Mas o que você está fazendo aqui? Há quanto tempo está aqui?', perguntou o homem, cada vez mais seduzido.<br>'Foi neste bosque que eu morri. Há 37 anos. E é aqui que o senhor ficará, perto do meu túmulo, junto com os outros que se aventuraram por este bosque', respondeu Jasmin, sem tirar o sorriso do rosto. O rapaz ficou pálido tentou correr mas a mão gélida e quase sem tato tocou o seu rosto. A partir de então, a sua mão começou a ter penas negras como a noite, seu rosto também. O dia virou noite. Ele virou para trás e viu Jasmin, com outros 6 homens-corvos ao seu lado. 'Junte-se a nós. Junte-se, meu caro. Você não está aqui por coincidência. Você foi escolhido', disseram Jasmin e seus corvos em um coro. Foi quando ele se convenceu de que seu destino era aquele e foi passar pela casinha, que agora se parecia com um jazigo de cemitério - tudo aliás se parecia com um cemitério a sua volta -, que ele acordou de seu sonho. Aliviado. Sem mais sono ou desejo de sonhar, mas com uma vontade imensa de descobrir se aquele bosque, aquela mulher, aquela casa eram reais. Mas já era tarde e no dia seguinte ele havia de trabalhar. 'Talvez em uma próxima oportunidade', pensou ele, levantando-se de sua cama e assoviando a música que Jasmin cantava no sonho."</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 20:55:00 UTC</pubDate>
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         <title>Laura 2B - Encuentro, 1959</title>
         <author>luisf5</author>
         <link>https://padlet.com/luisf5/xdzbrc6glwgmghmz/wish/964360000</link>
         <description><![CDATA[<div>Um fantasma volta para sua casa, está de noite e a casa está deserta, ele morreu a quanto tempo? Não consegue se lembrar, ele sequer está morto? Sua casa está escura, a maioria dos móveis não está mais lá, a casa teria sido vendida? Essa pergunta não é importante agora, talvez nenhuma dessas perguntas realmente importe. O fantasma (fantasma?) caminha (flutua?) por sua casa (antiga casa?) tudo está tão escuro, mas uma luz azul insistente parece o rodear, essa luz lhe faz conseguir se guiar pela casa sem encostar nos móveis (não encosta ou os atravessa?). Pareceu uma eternidade até que chegasse na sala principal, o tempo passa de maneiras diferentes quando se está morto (estaria morto?), aquela sala era a principal sala pelo que se lembrava (essa sala existiu?), com sua grande mesa e despensa, agora só restava uma mesa pequena com uma única cadeira, baús estavam entulhados na despensa (de onde eles vieram?), o fantasma se aproxima da despensa, os baús parecem trancados (isso importa?) todos eles devem estar trancados, mas um brilha com a mesma luz azul que o rodeia (estaria esse igualmente trancado?), uma pergunta parece se formar quando o fantasma alcança este baú mas logo é esquecida, não passou de um sussurro. O fantasma pega o baú de luz tão azul quanto a própria (como sequer consegue pegar algo?), ele o leva para a pequena mesa e o coloca em cima dela, sentando no banco logo em seguida, ele olha para o objeto (por que parece lhe chamar?) e o abre, levemente, talvez até devagar, mas o abre, dentro do mesmo encontra a si mesmo (é real?), os dois fantasmas se encaram (dois ou apenas um?), outra eternidade que levou apenas alguns segundos (talvez minutos?), mas uma luz começou a brilhar, não entre os fantasmas que agora se encaravam, um dentro e um fora, mas para além deles, o fantasma de fora começa a desaparecer conforme a luz aparece (seria o nascer do sol?), não importa agora, nenhuma dessas perguntas importou, enquanto desaparece se pergunta, estaria acordando? Essa pergunta é ao menos dele?</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 21:00:41 UTC</pubDate>
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         <title>Dora 2B - Lady Godiva, 1959</title>
         <author>luisf5</author>
         <link>https://padlet.com/luisf5/xdzbrc6glwgmghmz/wish/964368559</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu imaginei essa figura, Lady Godiva uma mulher forte, poderosa, que vive numa espécie de um castelo, esse castelo está localizado no céu, perto do sol. O que o ilumina esse castelo é o sol e o fogo. Apesar de viver em uma sociedade muito machista no ano de 1920, ela sempre foi uma mulher empoderada que gosta de fazer tudo sozinha inclusive se teletransporta através dos seus próprios cabelos. Quando tinha 18 anos foi abandonada por sua família porque eles achavam ela muito abusada e desrespeitosa por ser uma mulher diferente. Então com 17 anos Godiva saiu de casa e conheceu um homem pelo qual se apaixonou por ela e convidou ela para morar com ele. Esse homem se tornou seu marido e com ele teve três filhos, todos homens. A vida dela se baseava em fazer meditações, cantar, escrever contos e ajudar outras mulheres a serem livre e independentes. Seu marido vive a vida construindo mais quartos para o castelo e seus filhos gostam de brincar no salão de música e com os peixes. A vida de Lady Godiva, depois de sair de casa e perder o contato com seus pais, irmãos e irmãs era uma vida tranquila e harmoniosa mas quando ela completou 39 anos, ficou doente. Todos os médicos do reino tentaram reverter seu quadro mas ela estava com uma doença desconhecida e rara. 2 anos após ela descobrir sua doença, Lady Godiva faleceu em seu quarto. Deixando seu marido, seus filhos e todas as pessoas, principalmente as mulheres que a admiravam como ninguém. Lady Godiva ficou conhecida como uma mulher mágica, uma deusa. Seus ensinamentos são passados de mulheres para outras mulheres, para que sigam fortes nessa luta, como Lady Godiva foi. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 21:08:25 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Carol 2B - La Llamada, 1961</title>
         <author>luisf5</author>
         <link>https://padlet.com/luisf5/xdzbrc6glwgmghmz/wish/964376113</link>
         <description><![CDATA[<div>Após dormir, a sol se encontra em um lugar estranho, em um mundo distante, ela se encontra em um labirinto de pedra, cheio se rostos esculpidos nas paredes, isso a dá calafrios pois eles parecem reais de mais para serem simples esculturas, ela teme que possa ser a próxima. A sua frente ela encontra um instrumento usado em química, mas que lembra muito uma ampulheta e o tempo parece estar passando. Usando a sua luz ela vagueia pelo labirinto tentando achar a saída, sem sucesso. Quando o tempo começa a acabar, ela começa a se sentir cada vez mais rígida e começa a temer pela sua vida. Quanto o tempo está prestes a acabar e ela não consegue mais se mexer, ela acorda.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 21:15:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Alice 2C - Cats Paradise, 1955</title>
         <author>luisf5</author>
         <link>https://padlet.com/luisf5/xdzbrc6glwgmghmz/wish/964381747</link>
         <description><![CDATA[<div>Estava cochilando debaixo da cama, no quentinho e no escuro, abri os olhos e vi um gramado verde, senti um ar diferente e comecei a escutar alguém conversando comigo, nunca tinha conseguido entender o que alguém falava até hoje, ela falava para eu ir conhecer os outros, quando olhei para trás vi vários iguais a mim, nunca tinha visto antes, era uma alegria, eles estavam correndo de um lado para o outro, pulando, escalando, gargalhando, na hora nem parei para pensar, sai correndo também, pulei, cai, levantei, foi uma alegria. Havia uma torre muito alta e me falaram que todos que entram lá nunca mais saem, fiquei o tempo todo com muita curiosidade de saber o que tinha lá dentro, ficava andando de um lado para o outro apenas olhando para a torre, até que chegou a hora que não me aguentei e entrei, subi as escadas e quando cheguei no topo havia uma janela, uma janela com uma luz muito forte, fui olhar mais de perto, pisquei e quando abri os olhos eu estava sendo puxado de debaixo da cama pelas mãos de um menino.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 21:20:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Isa Maldonado 2C - Papilla estelar, 1958</title>
         <author>luisf5</author>
         <link>https://padlet.com/luisf5/xdzbrc6glwgmghmz/wish/964383684</link>
         <description><![CDATA[<div>Vejo uma pessoa que para mim está representando o sol por conta das suas cores e formato de sua cabeça, e que está aprisionada no alto de uma torre. Junto com ela temos uma gaiola que dentro tem a lua, que o sol está pintando, e com a outra mão ela está mexendo em algo que para mim eu vejo como um “criador de estrelas” que estão sendo espalhadas no céu por meio do topo da torre.<br>O artista brinca com tons mais neutros como o preto, o branco e o cinza, e usa o marrom para fazer a torre e o amarelo só na moça ‘sol’ para deixar bem nítido e ser a coisa que mais puxa a atenção de quem está observando a obra.<br>Usa pinceladas suaves para trazer à tona a ideia das nuvens e de que a torre se encontra acima delas. E a moça não tem uma expressão de felicidade então com certeza não está lá porque quer.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 21:21:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mariana Holtz 2C - Fenômeno, 1961</title>
         <author>luisf5</author>
         <link>https://padlet.com/luisf5/xdzbrc6glwgmghmz/wish/964399579</link>
         <description><![CDATA[<div>O homem de terno acabara de fazer um contrato com o demônio, trocando de corpo com a sua sombra para sempre. Enquanto ele vai embora o demônio o observa de longe, sabendo que ele havia cometido um grande erro ao trocar sua alma, vivendo eternamente as sombras de si mesmo, e perdendo sua própria identidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 21:37:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rafael 2C - Star Maker, 1958</title>
         <author>luisf5</author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa é Sunshine, a estrela maior do universo, o Sol. Sunshine foi trancafiada pelo seu pai, que em seu auge conseguiu ser uma estrela maior que o próprio Sol, mas isso foi em uma época que a Terra ainda não era habitada por humanos, e caso fosse, a potência de seu brilho segaria qualquer homem que se atrevesse olhar diretamente a ele. Ela foi trancafiada aos 10 anos de idade em uma torre no pico mais alto do mundo, onde ninguém poderia encontra-la, a não ser ele mesmo. Sunshine possui um dom, o dom de fabricar estrelas - ela é a única do mundo que sabe como operar a máquina responsável pela fabricação das estrelas - por isso seu pai resolveu trancá-la. Estrelas morrem todos os dias, milhares delas, e para que a harmonia no espaço permaneça, Sunshine foi condenada a trabalhar como fabricadora de estrelas para o resto de sua vida. Como companhia para sua prisão perpétua, Sunshine resolveu pintar a lua, que não tardou a ser sua nova melhor amiga e companheira de prisão. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 21:42:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Leonardo 2A - Plant, 1960</title>
         <author>luisf5</author>
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         <description><![CDATA[<div>Adorava passear, principalmente entre os bosque, árvores e plantações que preenchiam toda a minha visão, era como um sonho, um sonho que me preenchia quando verdade, e agora só me causa tristeza, sabendo que jamais andarei entre os bosques novamente, pois todos foram consumidos, pelo fogo, ou pelo ser humano. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 21:56:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Maria Clara 2C - Dead Leaves, 1956</title>
         <author>luisf5</author>
         <link>https://padlet.com/luisf5/xdzbrc6glwgmghmz/wish/964422367</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu tenho partes que ninguém nunca viu de mim, me escondo no meu subconsciente, a minha sombra já virou um grande corredor com portas de diversos tamanhos onde eu guardo o que eu sinto, não demonstro e as vezes acho que o meu mundo é tão cinza que eu sou a única cor que existe nesse planeta, sinto falta das folhas mortas no chão durante a primavera, sinto falta do pássaro vermelho que sobrevoava minha cabeça nos dias que ia no parque e podia tocar na grama enquanto ia resgatando lembranças com uma linha azul no meu subconsciente. Hoje em dia estou tão presa na minha cabeça que não vejo mais nada, meu subconsciente me absorveu e hoje o que me lembro é de como era a grama no parque na primavera, o pássaro vermelho voando e das folhas entrando no meu quarto quando abria a janela, sonho com isso até hoje e só me lembro quando vejo o novelo de lã azul que minha sombra de dá.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 22:00:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Matthias 2C - Folhas Mortas,  1956</title>
         <author>luisf5</author>
         <link>https://padlet.com/luisf5/xdzbrc6glwgmghmz/wish/964426439</link>
         <description><![CDATA[<div>Vemos uma mulher sentada em uma casa muito velha, a qual pertencia a sua avó, que no momento retratado na imagem, já faleceu. A obra tem um ar mais triste pois mostra como a jovem sente falta de sua parente, já que na época em que ela estava viva, não dava muita bola, deixava de lado a oportunidade de visitá-la. E a partir disso, vê um novelo de lã que sua vó usava nos horários livres em tricô, algo que gostava muito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 22:04:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Arthur 2C - Encontro, 1959</title>
         <author>luisf5</author>
         <link>https://padlet.com/luisf5/xdzbrc6glwgmghmz/wish/964429809</link>
         <description><![CDATA[<div>Na obra, eu posso observar uma forte presença do azul na roupa do sujeito, em segundo plano, está presente uma forte seleção de cores frias simbolizando o desconforto (imagino eu). O sujeito está abrindo uma caixa com seu rosto dentro dela no meio de uma sala vazia, por estar usando uma vestimenta que lembra ondas do mar, acredito que ele esteja tranquilo, porém com receio do que encontrou no baú. Um outro ponto que não pode passar por despercebido, é a "coleção" de baús idênticos ao que está sobre a mesa no fundo de sua sala, posso fazer uma ponte dos baús com seus sentimentos, como se a cada dia um baú diferente fosse aberto revelando, assim, seus sentimentos diários.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 22:08:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estela 2C - Revelación (El relojero), 1955</title>
         <author>luisf5</author>
         <link>https://padlet.com/luisf5/xdzbrc6glwgmghmz/wish/964435148</link>
         <description><![CDATA[<div>Deixei tudo fechado por um bom tempo, estava confortável, brincava com a minha amiga criativa, que rodopiava pelo o mesmo espaço, todos os momentos, como se nunca fosse o mesmo. Pensava todos dias se ela não sabia que eu aprisionava, dentro de uma sala fechada, que havia várias janelas e pessoas dentro de lá que poderiam dizer e mostrar a verdade. Não sabia, era ingênua demais para perceber, que não estamos e somos o planeta, não tinha como enxergar o quão pequenos éramos perto, do real que não nos deixa crescer. Um dia, pela primeira vez, pediu para que eu contasse uma história verdadeira, na minha linha do tempo, não quis no começo, mas ela insistiu…<br>“Era um vez uma mulher, que me deixava flores na porta, cada dia uma de cor diferente, no começo não sabia como ela era e porque fazia o que fazia. Então comecei a deixar quadros na porta em troca das flores, a partir daí junto das flores vinham cartas de agradecimento e depois cartas de amor, estávamos apaixonados pela imagem inexistente um do outro. Isso começou a deixá-la louca, queria me ver, mas eu não podia, pois eu sabia que se ela me visse não conseguiria ir embora. Os dias se passaram e a loucura só aumentava, ela fazia promessas que não havia como comprir, mas um dia acreditei em sua palavra e deixei porta aberta, quando ela entrou se viu em um relógio, fazia parte da minha memória agora, da minha imaginação, de minha linha do tempo, de minha coleção.” <br>Minha amiga criativa ficou quieta por um tempo, e depois começou a fazer perguntas irritantes: “quantas cores existem no mundo? Quantos sentimentos? O que é a paixão? Qual é a cor da paixão?”, tentava responder, mas não era o bastante, ela precisava ver. Então a mostrei minhas memórias, fechadas, abri as cortinas do meu passados e a apresentei para velhos amigos, inimigos, e paixões, a tristeza estampada em seus rostos assustou minha amiga, e então minha amiga criativa se despediu.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 22:14:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lucas 2C - Hallazgo, 1956</title>
         <author>luisf5</author>
         <link>https://padlet.com/luisf5/xdzbrc6glwgmghmz/wish/964439292</link>
         <description><![CDATA[<div>Em outro mundo, muito parecido com a terra em questões geográficas, um casal de arqueólogos acaba descobrindo um antigo segredo de família, eles descobrem que seus antepassados vinham de uma antiga civilização que dominava toda a parte leste daquele mundo na antiguidade, isso já era sabido porém a carta fala em uma capital chamada Monaiko, uma capital que ninguém jamais tinha ouvido falar, o casal resolveu ir em busca da cidade, porém isso não era uma missão fácil, pois aquele povo era muito conhecido por sua inteligência e por seus enigmas.<br>Quando eles acabaram de ler a carta, acabaram ficando perdidos pois a carta não falava nada além da existência da cidade, e eles também não entendiam como uma das antigas capitais mais importantes do mundo, tinha ficado escondida por tanto tempo. Eles tentaram algumas técnicas para tentar desvendar alguma pista e no momento em que eles viraram o papiro para a luz dos dois sóis do planeta e no momento em que isso aconteceu eles conseguiram ver algumas coordenadas no canto da carta. Eles ficaram extremamente animados com isso e no mesmo momento fizeram suas malas e no dia seguinte eles já estavam viajando,  depois de muitas pistas falsas e muitas viagens para diferentes lugares da parte leste do mundo eles finalmente estavam na pista final, a pista que seria definitiva dessa jornada. Ao chegar em uma caverna subterrânea, eles encontraram um cordão que brilhava sempre em uma direção e quando era virada para outras o cordão parava de brilhar, com isso eles resolveram seguir esse brilho que apontava em direção a um grande mangue, com isso eles alugaram um barco e foram em direção do brilho, quando eles chegaram lá, perceberam que  havia uma grande bola que brilhava muito forte, então eles atracaram o barco e foram em direção daquela bola, ao tocar, ocorre um brilho forte e eles saem de uma ilusão e conseguem ver uma grande cidade que está toda destruída e é uma cidade muito diferente das outras, com muita riqueza e uma arquitetura exuberante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 22:18:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Matheus 2C - Homo Rodans, 1959</title>
         <author>luisf5</author>
         <link>https://padlet.com/luisf5/xdzbrc6glwgmghmz/wish/964442677</link>
         <description><![CDATA[<div>Estava eu dormindo tranquilamente até que comecei a sonhar com o fim do mundo. De repente acordo no meio de um cenário que misturava terra com sangue e poeira. Olho pro céu e de uma nuvem me surge uma figura meio zumbi montado em uma roda vindo diretamente na minha direção. Quando ele está bem perto, fecho os olhos assustado e acordei aliviado desse pesadelo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 22:22:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mariana Rascov 2C - Mulher saindo do psicanalista, 1960</title>
         <author>luisf5</author>
         <link>https://padlet.com/luisf5/xdzbrc6glwgmghmz/wish/964445092</link>
         <description><![CDATA[<div>Antes, descarregar confidências em uma completa estranha não me parecia ser muito favorável, mas prometi a mamãe que aceitaria o convite da Doutora Olga. Olga era uma senhora simpática e um tanto sombria que vivia batendo papo com a clientela das feiras de fim de semana, embora não fosse feirante. Na última tarde de domingo, a Doutora se esgueirou até mim e me chamou para ter uma sessão de "revelações transbordantes" em seu consultório de psicanálise, localizado numa viela próxima às feiras. Minha mãe logo entrou em cena para dizer que eu aceitava sim e o quanto antes, devido ao meu acúmulo de angústias. Fiquei constrangida mas acabei cedendo, pois sabia das demais preocupações que minha mãe cultivara a meu respeito. Entrei no consultório da Olga e desabafei sobre a morte do meu pai, que tinha sido decapitado em um acidente de carro. Após uma longa sessão cheia de lágrimas e confissões, saí de lá me sentindo mais leve. Foi como se um peso estivesse lentamente se soltando do meu corpo, todas as capas e máscaras que eu havia carregado até então. Por fim, joguei a cabeça do meu pai nas profundezas do poço, podendo finalmente me despedir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 22:24:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Maíra 2C - Star Maker, 1958</title>
         <author>luisf5</author>
         <link>https://padlet.com/luisf5/xdzbrc6glwgmghmz/wish/964448185</link>
         <description><![CDATA[<div>Sol não entendia a escuridão, nunca viu e nem a queria ver. A falta de luz lhe assustava, há tanta beleza por aí, não as ver seria como tortura. Se perguntava como sobreviviam, todos aqueles planetas sem sequer um ponto de luz, não era justo ser a única que brilhava. Ela queria iluminar tudo e todos que haviam, então foi falar com Lua:<br>- Lua, você não se sente solitária em meio de tanta escuridão? - Perguntou Sol<br>- Pois bem, de fato dói, quando você não esta por perto tudo que me resta é a imaginação, deve ser bom brilhar como você - respondeu Lua.<br>Sol se sentiu tocada pelas palavras de Lua, então propôs um acordo, em troca de um pouco de sua luz, lua teria de oferecer um pedaço de si durante 29 dias. Mesmo hesitante Lua aceitou, caso contrário se arrependeria, que mal faria um pedacinho a menos?<br>Dito e feito, até hoje Lua da um pedacinho de si para sol, que com muito carinho faz as estrelas, iluminado todos os cantinhos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 22:28:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lina 2C - Star Maker, 1958</title>
         <author>luisf5</author>
         <link>https://padlet.com/luisf5/xdzbrc6glwgmghmz/wish/964469767</link>
         <description><![CDATA[<div>A sensação de esperança a qual menciono é justamente a narrativa que me atravessa na obra. Ao mesmo tempo que é uma representação real, sinto que a obra une o extremo objetivo com o extremo subjetivo, trazendo imaginários dessa lua que, sendo alimentada pelas mãos da mulher, a ajuda a tecer estrelas. Já nessa outra narrativa, o maquinário manipulado me parece mais uma máquina de costura, e a  produção é a produção de noites estreladas que criam imaginações e fertilidade em qualquer instância feminina. Então, assim como a artista traz a expressão para a concretude de sonhos e imaginações, a união desde corpo com as infinitas estrelas soltas no céu da pintura me denotam uma porta de abertura de criação e leitura das outras obras da artista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 22:52:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tomás 2A - Useless Science or The Alchemist, 1958</title>
         <author>luisf5</author>
         <link>https://padlet.com/luisf5/xdzbrc6glwgmghmz/wish/971241679</link>
         <description><![CDATA[<div>A inércia do movimento da personagem, aprisionada pelo chão, remete a ideia de loucura, alguém preso em outro lugar. A falta de expressão e a desconexão com pessoas de fato parece uma prisão. Somente pela luz da lâmpada, a criatura se encontra onde não consegue mais se achar: isto é a loucura.<br>Cores frias e escuras em um lugar distante representam a falta de esperança e o pragmático <br>processo de esquecer da vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-30 14:03:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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