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      <title>Desigualdades Socioespaciais em grandes centros urbanos by Daniele Weis F. de Moura</title>
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      <description>Atilio Rossato, Daniele Weis, Maria Gabriela Alves, Nicole Ahmad, Ricardo Cole e Vanusa Berté.  </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-05 18:04:46 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Mapa da desigualdade em São Paulo</title>
         <author>DanieleWeisM</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-05 18:10:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vberte23</author>
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         <description><![CDATA[<div>Imagem: Getty Imagens</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-05 18:47:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O termo desigualdade é a falta de equilíbrio entre duas ou mais partes. A noção de desigualdade geralmente tem um significado negativo e não significa diversidade (no sentido de que nem todos são iguais), mas que representa a ideia de falta de equilíbrio entre duas ou mais partes envolvidas. Normalmente o termo está relacionado com questões sociais e de acesso a estilo de vidas opostas, fenômenos que tem a ver com a sociedade e que representam o estabelecimento de hierarquias sociais, diferenças e distinções entre diversas classes ou grupos sociais.</title>
         <author>nicolecahmad</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 13:34:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O direito à cidade envolve o uso de bens e serviços variados, como terra urbana, moradia, saneamento ambiental, infraestrutura, trabalho, lazer, transporte e serviços públicos. No entanto, a grande parte dos brasileiros que mora em grandes centros urbanos não tem acesso a essas condições básicas, refletindo um processo de desigualdade socioespacial. As desigualdades socioespaciais são aparentes na paisagem urbana brasileira. Por um lado, há uma disseminação de condomínios residenciais de luxo; enquanto, do outro, existe um crescimento de bairros pobres, com moradias em favelas ou loteamentos clandestinos de pouca ou nenhuma infraestrutura.</title>
         <author>nicolecahmad</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 13:41:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Mapa da desigualdade nas capitais</title>
         <author>ricardocole</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.cidadessustentaveis.org.br/arquivos/link/mapa-das-desigualdades.pdf</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 18:26:04 UTC</pubDate>
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         <title>Objetivos:</title>
         <author>DanieleWeisM</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Investigar o processo da desigualdade social historicamente;</li><li>Entender como funciona a dinâmica de separação.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 18:54:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>ricardocole</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2178156496</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>segregação urbana</strong> – também chamada de segregação socioespacial – refere-se à periferização ou marginalização de determinadas pessoas ou grupos sociais por fatores econômicos, culturais, históricos e até raciais no espaço das cidades. No Brasil, alguns exemplos de segregação urbana mais comuns são a formação de favelas, habitações em áreas irregulares, cortiços e áreas de invasão.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/segregacao-urbana.htm#:~:text=A%20segrega%C3%A7%C3%A3o%20urbana%20%E2%80%93%20tamb%C3%A9m%20chamada,raciais%20no%20espa%C3%A7o%20das%20cidades." />
         <pubDate>2022-05-10 18:54:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ricardocole</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2178156747</link>
         <description><![CDATA[<div>Chama-se comumente Zona Central de São Paulo (ou simplesmente Centro de São Paulo) a região administrada pela Subprefeitura da Sé, que engloba os distritos da Bela Vista, Bom Retiro, Cambuci, Consolação, Liberdade, República, Sé e Santa Cecília.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.wikipedia.org/wiki/Zona_Central_de_S%C3%A3o_Paulo" />
         <pubDate>2022-05-10 18:54:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>ricardocole</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Mapa da Desigualdade é uma iniciativa da Rede Nossa São Paulo que busca revelar as desigualdades das cidades por meio de suas diferenças regionais. Ele aponta, a partir de cada micro-região da capital paulista, dados sobre assistência social, cultura, educação, esporte, habitação, inclusão digital, meio ambiente, saúde, trabalho e renda, transporte e violência. Ao dar visibilidade aos “zeros” de equipamentos e serviços públicos em cada região, o estudo explicita as desigualdades e visa contribuir para a diminuição da distância entre os melhores e piores indicadores.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.oxfam.org.br/especiais/mapa-da-desigualdade/" />
         <pubDate>2022-05-10 18:55:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Segregação urbana</title>
         <author>ricardocole</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2178163349</link>
         <description><![CDATA[<div>A segregação urbana – também chamada de segregação socioespacial – refere-se à periferização ou marginalização de determinadas pessoas ou grupos sociais por fatores econômicos, culturais, históricos e até raciais no espaço das cidades. No Brasil, alguns exemplos de segregação urbana mais comuns são a formação de favelas, habitações em áreas irregulares, cortiços e áreas de invasão.<br>Pode-se dizer que a segregação urbana é a representação ou reprodução espacial e geográfica da segregação social, estando quase sempre relacionada com o processo de divisão e luta de classes, em que a população mais pobre tende a residir em áreas mais afastadas e menos acessíveis aos grandes centros econômicos. Esses espaços segregados, além do mais, costumam apresentar uma baixa disponibilidade de infraestruturas, como pavimentação, saneamento básico, espaços de lazer, entre outros.<br>Basicamente, as cidades constituem-se a partir de seus sítios ou espaços centrais, expandindo-se a partir de então. Nesse ínterim, as classes economicamente mais abastadas tendem a localizar-se nas proximidades desse centro, uma vez que são esses os espaços mais caros e valorizados.<br>Com o passar do tempo, esses centros principais tornam-se sobrecarregados e inchados, e a evolução das técnicas vai permitindo que as práticas e serviços desloquem-se a partir de novos subcentros. Estes vão tornando-se mais valorizados, o que encarece os preços dos terrenos e eleva os custos sociais, proporcionando o afastamento das populações mais pobres e a ocupação pela população mais rica.<br>O Estado age também nesse processo no sentido de oferecer a esses centros as melhores condições de infraestrutura, com uma maior diversidade de transportes, praças, áreas de lazer, entre outras. Dessa forma, essas áreas empregam mais do que as demais, o que proporciona uma maior mobilidade e atividade em seus espaços, incluindo os trabalhadores que residem nas periferias e que precisam deslocar-se em grandes faixas para exercerem seus ofícios.<br>Além disso, nas chamadas “bordas” das cidades, amplia-se o crescimento desordenado dos bairros periféricos, além das favelas e das casas em áreas irregulares, como nas proximidades de cursos d´água. Essas áreas são compostas por pessoas com baixos salários, com poucas condições de renda e que não possuem outra opção a não ser residir em locais com pouca infraestrutura, o que caracteriza a segregação urbana.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 18:59:10 UTC</pubDate>
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         <title>Mapas da desigualdade</title>
         <author>ricardocole</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2178164157</link>
         <description><![CDATA[<div>O Mapa da Desigualdade é uma iniciativa da Rede Nossa São Paulo que busca revelar as desigualdades das cidades por meio de suas diferenças regionais. Ele aponta, a partir de cada micro-região da capital paulista, dados sobre assistência social, cultura, educação, esporte, habitação, inclusão digital, meio ambiente, saúde, trabalho e renda, transporte e violência. Ao dar visibilidade aos “zeros” de equipamentos e serviços públicos em cada região, o estudo explicita as desigualdades e visa contribuir para a diminuição da distância entre os melhores e piores indicadores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 18:59:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Definição </title>
         <author>ricardocole</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2178164913</link>
         <description><![CDATA[<div>A segregação urbana, como podemos ver, revela as contradições econômicas e sociais da sociedade contemporânea sobre o espectro do espaço geográfico.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 19:00:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Gentrificação:</title>
         <author>DanieleWeisM</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2178232234</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O preço da terra urbana é definido pelas regras de valorização do mercado, em uma lógica de oferta e procura. Assim, a especulação imobiliária gera um fenômeno chamado gentrificação.</div><div>Esse processo se refere a um conjunto de melhorias de interesse privado realizado em determinado local, que resulta na expulsão dos moradores menos abastados. A gentrificação é um dos principais fatores que provocam ou tornam mais acentuadas as diferenças socioeconômicas dentro do espaço urbano.<br>Quanto mais central e provida de serviços uma área, mais valorizada ela se torna, desde o preço e o aluguel de imóveis até produtos e serviços básicos. Com isso, as pessoas mais pobres são forçadas, por questões econômicas, a se mudarem para regiões mais distantes e precárias, enquanto investidores podem rentabilizar lucros.<br>O termo refere-se a processos de mudança das paisagens urbanas, aos usos e significados de zonas antigas e/ou populares das cidades que apresentam sinais de degradação física, passando a atrair moradores de rendas mais elevadas.&nbsp;<br>A concentração desses novos moradores tende a provocar a valorização econômica da região, aumentando os preços do mercado imobiliário e o custo de vida locais, e levando à expulsão dos antigos residentes e comerciantes, comumente associados a populações com maior vulnerabilidade e menor possibilidade de mobilidade no território urbano, tais como classes operárias e comunidades de imigrantes. Estes, impossibilitados de acompanhar a alta dos custos, terminam por se transferir para outras áreas da cidade, o que resulta na redução da diversidade social do bairro.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 19:51:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PIB x IDH, no Rio de Janeiro</title>
         <author>vberte23</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2178239719</link>
         <description><![CDATA[<div>A favela Dona Marta, na Zona Sul do Rio de Janeiro, expõe uma lógica de ocupação do espaço semelhante à de Paraisópolis. Os índices socioeconômicos apontam a consequência disso em serviços urbanos. (Fonte: Marque Berger/TrekEarth/reprodução)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 19:57:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Morumbi e Paraisópolis, em São Paulo</title>
         <author>vberte23</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2178241427</link>
         <description><![CDATA[<div>Diferença entre comunidades vizinhas demonstra que a segregação espacial opera uma marcação arbitrária do território. (Fonte: Vilar Rodrigo/Wikimedia/reprodução)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 19:58:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Expectativa de vida em Curitiba</title>
         <author>vberte23</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2178243045</link>
         <description><![CDATA[<div>Duas cidades: quem vive na Vila Torres, em Curitiba, vive em média 12 anos a menos do que os habitantes do Água Verde, a 3 quilômetros de distância do local. (Fonte: PMC/reprodução)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 20:00:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>nicolecahmad</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2178250212</link>
         <description><![CDATA[<div>O termo desigualdade é utilizado para indicar o oposto de igualdade, ou seja, a falta de equilíbrio entre duas ou mais partes. A noção de desigualdade geralmente tem um significado negativo e não significa diversidade (no <a href="https://conceitos.com/sentido/">sentido</a> de que nem todos são iguais), mas que representa a ideia de falta de equilíbrio entre duas ou mais partes envolvidas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 20:07:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>nicolecahmad</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2178251071</link>
         <description><![CDATA[<div>O direito à cidade envolve o uso de bens e serviços variados, como terra urbana, moradia, saneamento ambiental, infraestrutura, trabalho, lazer, transporte e serviços públicos. No entanto, a grande parte dos brasileiros que mora em grandes centros urbanos não tem acesso a essas condições básicas, refletindo um processo de desigualdade socioespacial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 20:07:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>DanieleWeisM</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2178266681</link>
         <description><![CDATA[<div>O autor aponta a centralidade do mercado financeiro e sua imbricação com os poderes públicos e interesses privados locais (empresas de construção civil e do mercado imobiliário, investidores, corporações, comércio, imprensa etc.) em um processo calculado de desinvestimento e precarização de determinadas áreas, para posterior reinvestimento de capital com vistas à atração de ocupantes que possibilitariam maior retorno financeiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 20:20:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>vberte23</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2178306868</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Este estudo, de revisão bibliográfica, busca apresentar a relação entre violência e déficit de infra-estrutura urbana, serviços básicos e opções de lazer para crianças e adolescentes, entretanto sem afirmar que há uma relação direta entre violência e pobreza. O espaço público é elemento chave que articula os diferentes interesses daqueles que formam a cidade. Há uma urbanização excludente baseada nas desigualdades sociais e econômicas, impulsionada por um contexto secular de concentração de renda e poder. A urbanização se realiza sem justiça social. A divisão espacial entre o que se considera cidade formal e informal é clara, cada uma recebendo tratamentos diferenciados do poder público através das políticas públicas. Essa separação alimenta a segregação, a perda dos direitos de cidadania e a violência. A reação às carências territoriais por parte da população, principalmente jovem, pode ocorrer através da violência. O envolvimento de crianças e adolescentes em atividades de lazer é importante para a formação pessoal e social dos mesmos na criação da consciência coletiva. Deve-se atentar para a importância do espaço público como elemento de articulação e coesão de interesses sociais e de cidadania sem os quais não será possível construir um modelo de cidade que atenda aos valores da democracia.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 20:57:52 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Desigualdade desigual </title>
         <author>vberte23</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2178311764</link>
         <description><![CDATA[<div>As desigualdades socioespaciais são aparentes na paisagem urbana brasileira. Por um lado, há uma disseminação de condomínios residenciais de luxo; enquanto, do outro, existe um crescimento de bairros pobres, com moradias em favelas ou loteamentos clandestinos de pouca ou nenhuma infraestrutura.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-10 21:03:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>DanieleWeisM</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2178442597</link>
         <description><![CDATA[<div>As desigualdades socioespaciais são aparentes na paisagem urbana brasileira. Por um lado, há uma disseminação de condomínios residenciais de luxo; enquanto, do outro, existe um crescimento de bairros pobres, com moradias em favelas ou loteamentos clandestinos de pouca ou nenhuma infraestrutura.&nbsp;<br><br>“O espaço urbano sofre transformações resultantes das transformações sociais.”<br>(CHAGAS, 2007, p. 15)</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-10 23:54:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>DanieleWeisM</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2178489061</link>
         <description><![CDATA[<div>Em sua definição primeira, o termo refere-se a processos de mudança das paisagens urbanas, aos usos e significados de zonas antigas e/ou populares das cidades que apresentam sinais de degradação física, passando a atrair moradores de rendas mais elevadas. Os “gentrificadores” (gentrifiers) mudam-se gradualmente para tais locais, cativados por algumas de suas características - arquitetura das construções, diversidade dos modos de vida, infraestrutura, oferta de equipamentos culturais e históricos, localização central ou privilegiada, baixo custo em relação a outros bairros -, passando a demandar e consumir outros tipos de estabelecimentos e serviços inéditos.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://ea.fflch.usp.br/sites/ea.fflch.usp.br/files/inline-files/Gentrifica%C3%A7%C3%A3o.pdf" />
         <pubDate>2022-05-11 00:36:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>DanieleWeisM</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2178497768</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo propõe uma trajetória conceitual do direito à cidade. A reconstrução da gênese e do desenvolvimento do conceito parte da relação entre a história das ideias e das lutas sociais para mostrar que a pluralidade de sentidos atribuída ao direito à cidade hoje é decisiva para sua relevância social e teórica.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/j/nec/a/hdLsr4FXMpVZWPJ7XswRRbj/abstract/?lang=pt" />
         <pubDate>2022-05-11 00:43:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>DanieleWeisM</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2178505259</link>
         <description><![CDATA[<div>Saber que tipo de cidade queremos é uma questão que não pode ser dissociada de saber que tipo de vínculos sociais, relacionamentos com a natureza, estilos de vida, tecnologias e valores estéticos nós desejamos. O direito à cidade é muito mais que a liberdade individual de ter acesso aos recursos urbanos: é um direito de mudar a nós mesmos, mudando a cidade. Além disso, é um direito coletivo, e não individual, já que essa transformação depende do exercício de um poder coletivo para remodelar os processos de urbanização. A liberdade de fazer e refazer as nossas cidades, e a nós mesmos, é, a meu ver, um dos nossos direitos humanos mais preciosos e ao mesmo tempo mais negligenciados.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.ufjf.br/ladem/2013/09/23/o-direito-a-cidade-por-david-harvey/" />
         <pubDate>2022-05-11 00:49:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Direito à Cidade </title>
         <author>DanieleWeisM</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2178529848</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com Henri Lefebvre (2010), o direito à cidade “só pode ser formulado como um direito à vida urbana, transformada, renovada”.<br><br></div><div>O direito à cidade visa a garantir, a todos os cidadãos, o direito de participar das decisões que digam respeito a ela. Dessa maneira, o direito à cidade é fundamental para o exercício da cidadania e para a construção de uma sociedade equânime.&nbsp;<br><br></div><div>Ele se desdobra em outros direitos, como o direito ao trabalho, à moradia digna, ao saneamento ambiental, saneamento básico, saúde, transporte público, lazer e informação.<br><br></div><div>No entanto, o direito à cidade vai além do direito de estar, permanecer ou utilizar dos recursos e da estrutura de determinada cidade. Ele traduz uma demanda por um acesso renovado e transformador da vida urbana.<br><br></div><div>A cidade reflete as desigualdades sociais e econômicas, na medida em que quem usufrui dos espaços melhor localizados é quem pode pagar. Nesse sentido, o direito à cidade é cada vez mais incorporado no mundo como uma reivindicação política.<br><br>O conceito foi introduzido na legislação brasileira dentro do <em>Estatuto da Cidade de 2001</em>. A lei reforçou a importância dos planos diretores como principal instrumento de efetivação do direito à cidade e criou diversos institutos jurídicos e políticos, visando combater processos promotores das desigualdades urbanas, como parcelamento, edificação e utilização de compulsórios.<br><br>A luta pelo direito à cidade tem como norte a construção de uma cidade que seja mais igualitária, capaz de promover os direitos e a cidadania, além de atender as demandas sociais. Esse debate tem como premissa a concepção de um espaço urbano que não tenha como prioridade exclusiva a geração de lucro. Um exemplo dentro deste quadro são os movimentos sociais que lutam pelo acesso à moradia. Nos grandes centros urbanos, temos uma enorme quantidade de prédios vazios ou subutilizados, ao passo que muitas famílias não têm onde morar ou comprometem grande parte de suas rendas com o aluguel.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-11 01:10:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Crise Habitacional</title>
         <author>DanieleWeisM</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2178541768</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O Brasil apresenta um déficit habitacional de 5,876 milhões de moradias, segundo levantamento da Fundação João Pinheiro relativo a 2019. Nos últimos quatro anos, a carência subiu 3,88%. Os dados incluem os domicílios precários, em coabitação ou com elevado custo de aluguel.<br><br></div><div><br>Um dos fatores que influenciam a <a href="https://summitmobilidade.estadao.com.br/urbanismo/como-o-planejamento-urbano-fomenta-a-desigualdade-no-brasil/">desigualdade socioespacial</a> é a localização das habitações e dos empregos. A distância entre os dois pontos provoca um desgaste cotidiano no movimento pendular, transformando grandes regiões em cidades-dormitório, desprovidas de serviços públicos e privados.<br><br></div><div><br>A falta de moradias disponíveis nos centros de cidades é um fenômeno global, mesmo antes da pandemia. A situação não é provocada por ausência de imóveis vagos na região central, mas fruto de uma estratégia de investimentos baseada na especulação imobiliária e na escassez de políticas públicas de habitação.<br><br></div><div><br>Isso acontece porque a unificação dos <a href="https://summitmobilidade.estadao.com.br/urbanismo/como-a-pandemia-impactou-o-preco-da-moradia-nas-grandes-cidades/">mercados de moradia</a> e das formas de investimento na produção e na comercialização do solo urbano e do espaço construído tornou o território um ativo financeiro. Com isso, os imóveis vagos perderam a função social de habitação e se tornaram apenas uma forma segura de acumular recursos, fomentando o processo de gentrificação.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-11 01:19:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>DanieleWeisM</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2178542348</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com Henri Lefebvre (2010), o direito à cidade “só pode ser formulado como um direito à vida urbana, transformada, renovada”.</div><div>O direito à cidade visa a garantir, a todos os cidadãos, o direito de participar das decisões que digam respeito a ela. Dessa maneira, o direito à cidade é fundamental para o exercício da cidadania e para a construção de uma sociedade equânime</div>]]></description>
         <enclosure url="https://trilhante.com.br/curso/direito-a-cidade-funcoes-sociais-da-cidade-e-funcao-social-da-propriedade/aula/o-que-e-direito-a-cidade" />
         <pubDate>2022-05-11 01:20:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>DanieleWeisM</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2178561184</link>
         <description><![CDATA[<div>Já uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia (IBGE), divulgada pelo Jornal Folha de S. Paulo, revela que 5,1 milhões de domicílios brasileiros estão nos aglomerados subnormais, somando 13 milhões de favelas distribuídas em 734 municípios. O IBGE classifica os aglomerados subnormais como “formas de ocupação irregular de terrenos de propriedade alheia, públicos ou privados, para fins de habitação em áreas urbanas”. Além de populações em situação socioeconômica precária, as condições básicas de saúde e saneamento tendem a ser inexistentes.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.politize.com.br/direito-a-moradia-e-pandemia-covid-19/#:~:text=O%20efeito%20da%20crise%20na%20habita%C3%A7%C3%A3o&amp;text=Assim%2C%20com%20o%20aumento%20do,n%C3%A3o%20cumprem%20a%20fun%C3%A7%C3%A3o%20social." />
         <pubDate>2022-05-11 01:33:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mariagab2</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2179509265</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Não existe uma fórmula mágica para o desenvolvimento urbano mais igualitário, mas diversas experiências vêm apresentando resultados que podem ser avaliados e adaptados regionalmente para distribuir o crescimento e reduzir a desigualdade socioespacial.<br><br></div><div><br>A expansão dos serviços de mobilidade urbana não é vista com uma solução final. Em vez disso, é indicada a criação de multicentralidades no espaço urbano para ajudar a reduzir a demanda de <a href="https://summitmobilidade.estadao.com.br/guia-do-transporte-urbano/diaristas-gastam-mais-tempo-se-deslocando/">horas diárias de deslocamento</a> por transporte público, melhorar a qualidade de vida e o acesso à cidade.<br><br></div><div><br>Antes de qualquer ação, é necessário que os planejadores urbanos reconheçam a existência do problema e mobilizem a população local para pensar em alternativas de resolução dos problemas sociais. Um caminho indicado é incentivar a formação de conselhos, para que os órgãos públicos possam ouvir a sociedade civil organizada.<br><br></div><div><br>As decisões têm de ser tomadas vislumbrando resultados de longo prazo. Propostas de transferência de renda, por exemplo, podem ser vistas como formas de investimento e não somente como políticas assistenciais. O pagamento de benefícios estimula a economia local, produz desenvolvimento desde a base da pirâmide e gera receita em impostos<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-11 14:18:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>vberte23</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2180003799</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=2lXBKeMi0nc" />
         <pubDate>2022-05-11 19:21:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>atilio1</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2180127891</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Desde o Brasil Colônia, em 1500, a desigualdade está instalada no país, ao qual o marcou-se em primeiro momento devido o etnocentrismo estabelecido pelos recém chegados portugueses aos indígenas. Logo mais, acentuou-se perante o trabalho escravo, que segregava indivíduos por raça e cor. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-11 21:23:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Índice de Gini 1201-1902</title>
         <author>atilio1</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2180129055</link>
         <description><![CDATA[<div>O índice de Gini, é um instrumento para medir o grau de concentração de renda em determinado grupo. Ele aponta a diferença entre os rendimentos dos mais pobres e dos mais ricos. Neste caso, analisa-se, um gráfico com os índices calculados em território brasileiro de 1201 à 1902.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-11 21:24:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Índice de Gini 2012-2019</title>
         <author>atilio1</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2180129922</link>
         <description><![CDATA[<div>O índice de Gini, é um instrumento para medir o grau de concentração de renda em determinado grupo. Ele aponta a diferença entre os rendimentos dos mais pobres e dos mais ricos. Neste caso, analisa-se, um gráfico com os índices calculados em território brasileiro de 2012 à 2019.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1688847614/e9b01d3c3be8c376c86837d177437f00/WhatsApp_Image_2022_05_11_at_15_56_51.jpeg" />
         <pubDate>2022-05-11 21:25:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>atilio1</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2180512111</link>
         <description><![CDATA[<div>Como a desigualdade socioespacial, configura-se conforme a desigualdade socioeconômica no espaço urbano e a precariedade em políticas públicas, a mesma, continua constante no Brasil.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-12 03:25:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>atilio1</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2180524989</link>
         <description><![CDATA[<div>"<a href="https://cps.fgv.br/desigualdade">Estudo da /Fundação Getúlio Vargas (FGV</a>) apontou que a desigualdade está crescendo no Brasil e registrou aumento persistente no segundo semestre de 2019, superando o pico histórico observado em 1989. Publicado pelo Centro de Políticas Sociais da fundação, o estudo avaliou as mudanças nos índices de desigualdade nos últimos sete anos e suas relações com o crescimento, as consequências sobre o bem estar social e a pobreza."</div>]]></description>
         <enclosure url="https://cee.fiocruz.br/?q=Desigualdade-bate-recorde-no-Brasil" />
         <pubDate>2022-05-12 03:36:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>atilio1</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2180526718</link>
         <description><![CDATA[<div>"A <strong>desigualdade no mercado de trabalho</strong> aumentou pelo 17º trimestre consecutivo e alcançou seu <strong>maior nível</strong> em pelo menos sete anos, de acordo com estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE). O <strong>índice de Gini</strong>, que mede a renda do trabalho per capita, alcançou 0,627, o <strong>maior patamar da série histórica iniciada em 2012</strong>. Quanto mais perto de 1, maior é a desigualdade. De acordo com o pesquisador da área de Economia Aplicada do FGV IBRE, Daniel Duque, a desigualdade da renda subiu quando se observa a renda individual do trabalhador e também a renda por domicílios."</div>]]></description>
         <enclosure url="https://portal.fgv.br/noticias/desigualdade-renda-brasil-bate-recorde-aponta-levantamento-fgv-ibre" />
         <pubDate>2022-05-12 03:38:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>atilio1</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2180532109</link>
         <description><![CDATA[<div>Por meio do artigo, é possível compreender que os principais enfoques são apresentar ao público leitor, a origem, as causas, os fatores, as consequências e de como podemos diminuir a desigualdade no Brasil. Apresentando a desigualdade desde seu início no país, até como está explicita, hodiernamente.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.todoestudo.com.br/sociologia/desigualdade-social-no-brasil" />
         <pubDate>2022-05-12 03:43:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2180532109</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>atilio1</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2180536814</link>
         <description><![CDATA[<div>"Este artigo procurou, por um lado, desenvolver uma descrição empírica exaustiva da estrutura da pobreza e da desigualdade no Brasil e, por outro, sugerir os marcos referenciais para a construção de estratégias consistentes de combate à desigualdade e à pobreza. Em vários momentos apresentamos exercícios de natureza eminentemente estática para perseguir, de forma minuciosa, variados ângulos que pudessem contribuir no esclarecimento de nosso diagnóstico. Esperamos ter alertado, ao longo de todo o trabalho, para as limitações, além das vantagens, desses exercícios.&nbsp;<br>O diagnóstico básico referente à estrutura da<br>pobreza é o de que o Brasil, no limiar do século<br>XXI, não é um país pobre, mas um país extremamente injusto e desigual, com muitos pobres. A desigualdade encontra-se na origem da pobreza e combatê-la torna-se um imperativo. Imperativo de um projeto de sociedade que deve enfrentar o<br>desafio de combinar democracia com eficiência<br>econômica e justiça social. Desafio clássico da era<br>moderna, mas que toma contornos de urgência no<br>Brasil contemporâneo."</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.tjam.jus.br/phocadownloadpap/desigualdadeepobrezanobrasil.pdf" />
         <pubDate>2022-05-12 03:47:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2180536814</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>vberte23</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2181274991</link>
         <description><![CDATA[<div>A segregação fundou a urbanização brasileira. Desde os primeiros cortiços, que receberam a população mais pobre e foram varridos por políticas higienistas, até o fenômeno da gentrificação — com as cidades materializam os conflitos sociais. Ainda em 1978, o geógrafo Milton Santos comentou a desigualdade socioespacial: “Cada homem vale pelo lugar onde está. O seu valor como produtor, consumidor e cidadão depende de sua localização no território […]. A possibilidade de ser mais ou menos cidadão depende, em larga proporção, do ponto do território onde se está”.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 13:40:23 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação feita em aula</title>
         <author>ricardocole</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 17:19:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mariagab2</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>"Na contemporaneidade, todos os grandes centros urbanos possuem um arranjo espacial fracionado, isso significa que existem várias partes que compõem o todo, no entanto, cada fração com sua particularidade em diversos aspectos.<br><br>Nas cidades existem&nbsp;áreas com foco de atuação especializada, são distribuídas em centros comerciais, financeiros, bairros industriais, residenciais, bairros com grande número de casas, além de bairros que abrigam uma grande quantidade de estabelecimentos de diversão, como boates, bares e restaurantes."<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 18:23:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mariagab2</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2181749729</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Centros urbanos de todo o mundo são fracionados de alguma maneira, com zonas destinadas ao comércio, à vida residencial, à indústria e assim por diante. No Brasil não é diferente; contudo, o modo como as áreas são divididas é, em grande parte, responsável pelo que é chamado de desigualdade socioespacial.</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 18:24:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>ricardocole</author>
         <link>https://padlet.com/DanieleWeisM/xcnkm0ulu9mpte37/wish/2181860509</link>
         <description><![CDATA[<div>ALCÂNTARA, Maurício Fernandes de. 2018. "Gentrificação". In: Enciclopédia de Antropologia. São Paulo: Universidade de São Paulo, Departamento de Antropologia. Disponível em: http://ea.fflch.usp.br/conceito/gentrificacao. Acesso em: 11 de May de 2022.</div><div><br></div><div>MARQUES, João Paulo. Desigualdade social no Brasil. Todo Estudo. Disponível em: https://www.todoestudo.com.br/sociologia/desigualdade-social-no-brasil. Acesso em: 11 de May de 2022.<br><br></div><div>LIMA, Mariana. Direito à moradia: quais foram os impactos da pandemia de covid-19 na habitação?. Disponível em: https://www.politize.com.br/direito-a-moradia-e-pandemia-covid-19/. Acesso em: 11 may. 2022.<br><br></div><div>ZONA CENTRAL DE SÃO PAULO. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2022. Disponível em: &lt;https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Zona_Central_de_S%C3%A3o_Paulo&amp;oldid=62988426&gt;. Acesso em: 11 maio 2022.<br><br></div><div>DE BARROS, Ricardo Paes; HENRIQUES, Ricardo; MENDONÇA, Rosane. DESIGUALDADE E POBREZA NO BRASIL: retrato de uma estabilidade inaceitável. 16 fev. 2000. Disponível em: https://www.tjam.jus.br/phocadownloadpap/desigualdadeepobrezanobrasil.pdf. Acesso em: 11 maio 2022.<br><br></div><div>TAVOLARI, Bianca. DIREITO À CIDADE: UMA TRAJETÓRIA CONCEITUAL. Disponível em: https://www.scielo.br/j/nec/a/hdLsr4FXMpVZWPJ7XswRRbj/abstract/?lang=pt#. Acesso em: 11 maio 2022.</div><div><br></div><div>MASS, Bárbara Holzmann; BARROS, Solange Barbosa de Moraes. A urbanização excludente e sua relação com a violência. 8 dez. 2011. Disponível em: https://repositorio.pgsskroton.com//handle/123456789/17998. Acesso em: 11 maio 2022.</div><div><br></div><div>SUMMIT MOBILIDADE (BR). 3 exemplos de segregação socioespacial.&nbsp; 7 dez. 2021. Disponível em: https://summitmobilidade.estadao.com.br/urbanismo/3-exemplos-de-segregacao-socioespacial/. Acesso em: 11 maio 2022.</div><div><br></div><div>PORTAL FGV (BR). Desigualdade de renda no Brasil bate recorde, aponta levantamento do FGV IBRE. 22 maio 2019. Disponível em: https://portal.fgv.br/noticias/desigualdade-renda-brasil-bate-recorde-aponta-levantamento-fgv-ibre. Acesso em: 11 maio 2022.</div><div><br></div><div>CCE FIOCRUZ (BR). Desigualdade bate recorde no Brasil, mostra estudo da FGV.&nbsp; 15 ago. 2019. Disponível em: https://cee.fiocruz.br/?q=Desigualdade-bate-recorde-no-Brasil. Acesso em: 11 maio 2022</div><div><br></div><div>UFJF (BR). O direito à cidade, por David Harvey. 23 set. 2013. Disponível em: https://www.ufjf.br/ladem/2013/09/23/o-direito-a-cidade-por-david-harvey/. Acesso em: 11 maio 2022.</div><div><br></div><div>SUMMIT MOBILIDADE (BR). Direito à cidade: o que é desigualdade socioespacial?. 18 jun. 2021. Disponível em: https://summitmobilidade.estadao.com.br/guia-do-transporte-urbano/direito-a-cidade-o-que-e-desigualdade-socioespacial/. Acesso em: 11 maio 2022.</div><div><br></div><div>OXFAM BRASIL (BR). Mapa da desigualdade. Disponível em: https://www.oxfam.org.br/especiais/mapa-da-desigualdade/. Acesso em: 11 maio 2022.</div><div><br></div><div>MUNDO EDUCAÇÃO (BR). Segregação Urbana. Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/segregacao-urbana.htm. Acesso em: 11 maio 2022.</div><div><br></div><div>CIDADES SUSTENTÁVEIS (BR). MAPA DA DESIGUALDADE ENTRE AS CAPITAIS BRASILEIRAS.&nbsp; 1 jan. 2020. Disponível em: https://www.cidadessustentaveis.org.br/arquivos/link/mapa-das-desigualdades.pdf. Acesso em: 11 maio 2022.</div><div><br></div><div>NOSSA SÃO PAULO (BR). Mapa da desigualdade 2021. 1 jan. 2021. Disponível em: https://www.nossasaopaulo.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Mapa-Da-Desigualdade-2021_Mapas.pdf. Acesso em: 11 maio 2022.<br><br></div><div>Editorial de Conceitos. São Paulo, Brasil. Publicado em abr., 2014. Disponível em https://conceitos.com/desigualdade/. Acesso em: 11 maio 2022.<br><br></div><div>FREITAS, Eduardo de. "Segregação e desigualdades nos centros urbanos"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/segregacao-desigualdades-nos-centros-urbanos.htm. Acesso em 11 de maio de 2022.<br><br></div><div>SUMMIT MOBILIDADE (BR). O que é e como combater a desigualdade socioespacial. 6 mar. 2020. Disponível em: https://summitmobilidade.estadao.com.br/guia-do-transporte-urbano/o-que-e-e-como-combater-a-desigualdade-socioespacial/. Acesso em: 11 maio 2022.</div><div><br></div><div>TRILHANTE (BR). O que é Direito à Cidade. Disponível em: https://trilhante.com.br/curso/direito-a-cidade-funcoes-sociais-da-cidade-e-funcao-social-da-propriedade/aula/o-que-e-direito-a-cidade. Acesso em: 11 maio 2022.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 19:52:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>achagas3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Perguntas:<br>1- O que é a desigualdade socioespacial?<br>2- No Brasil há desigualdade socioespacial?<br>3- Como enfrentar essa desigualdade socioespacial?<br>4- O que é a gentrificação?</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 10:40:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Perguntas:</title>
         <author>felipestaub</author>
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         <description><![CDATA[<div>I- De que maneira podemos acelerar esse enfrentamento à desigualdade social?<br><br>II- Quais fatores nos levou a essa crise habitacional nas grandes cidades?<br><br>III- Quais as cidades com maiores índices de desigualdade social no Brasil?<br><br>IV- Existe alguma medida para estagnar o processo de segregação urbana?</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 15:08:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Perguntas</title>
         <author>camilogonzatti7</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;1- Em sua opinião a crise habitacional está&nbsp; ligada somente em&nbsp; questão a sua classe financeira ? Porque ?&nbsp;<br>2- A segregação urbana está dívida em famílias bem estruturadas financeiramente localizadas ao centros das cidades e as famílias mais carentes&nbsp; afastadas. O que leva as famílias a aceitarem essa triste&nbsp; realidade que foi colocada pela sociedade de que deve haver uma divisão de classes salarial?<br> 3- como a desigualdade&nbsp; socioespacial&nbsp; afeta a economia?&nbsp;<br>4- Quando há uma compra de um local pelo qual foi habitado por famílias de baixa renda, normalmente é feito uma promessa de nova moradia. Porque isso não sai do papel e continua sendo somente promessa e a nova moradia dificilmente é entregue?</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 01:25:15 UTC</pubDate>
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